segunda-feira, 15 de agosto de 2016

TRAIÇÃO (3)
No post de hoje,mais um conto do tema "traição",que relata uma experiência excitante,de uma mulher curiosa e deixa ma dúvida.Traição consentida ainda é traição ?.
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UMA BOA EXPERIÊNCIA
conto de Paula Andrade

 

Olá. Eu me chamo Ana, sou casada a 10 anos, tenho 35 anos dois filhos de 6 e oito anos. Meu marido Marcelo tem 39 anos e moramos no Rio de Janeiro, próximo à capital.

Há quatro anos construímos nossa casa própria com dois pavimentos sendo o segundo com apenas dois quartos e o restante da área, bem grande, é dividida em parte coberta e parte aberta. A parte coberta pode ser utilizada para realização de algum evento da família e como área de descanso o que é mais comum. A área aberta utilizamos para tomar sol e como sabem no Rio de Janeiro é bastante intenso.

Na rua ao lado em outro quarteirão existe um prédio de apartamentos de onde é possível a visão de nossa casa por parte dos moradores. Eu e meu marido temos mente aberta para falarmos de coisa intimas de um casal entre eu e ele, fantasias de cada um.

Não me casei virgem. Tive dois namorados anteriores ao meu casamento e pequenos relacionamentos efêmeros. Sempre tive um corpo senão de modelo, mas que provoca atenção. Meu marido também possui um corpo bem feito e um membro sexual bem avantajado. Em mais de uma ocasião já fui cantada, mesmo com aliança no dedo. Apesar da nossa opinião liberal (com restrições) sobre comportamento sexual não tivemos envolvimento com outras pessoas, casais ou não.

Me referi com alguns detalhes sobre a minha casa devido ao fato da relação com o que aconteceu conosco a um ano exatamente.

Em uma determinada noite quando estávamos eu e marido em um restaurante ali próximo , uma moça, não percebei que era casada, nos cumprimentou e demonstrando educação, amabilidade, me disse que havia me visto em frente à minha casa, que era praticamente nossa vizinha e morava em um prédio próximo na outra rua e que já havia me visto em outro momento e que gostaria de me conhecer pessoalmente. De igual maneira educada se despediu.

Ao passo de quatro dias eu estava em uma padaria próxima à nossa casa quando de repente a vejo novamente com suas feições orientais me cumprimentou. Disse que morava ali havia menos de um ano, que seu marido era engenheiro de uma multinacional, não tinham filhos e também não havia feito nenhuma amizade no bairro. Em seguida passou-me um cartão do seu marido com telefone residencial inclusive. Disse a ela que que me visitasse assim que possível.

Despedimos e ela me deu um beijo mais que comum no rosto. O assim que possível foi possível muito rápido pois no outro dia, à tarde ela estava em minha casa. No horário que ela chegou não havia nada para fazer e conversamos sobre trivialidades até que o assunto passou a ser sexo.

Segundo ela casou-se com 19 anos e que não era virgem desde os dezesseis. No entanto, nesta época começou-se a interessar também mulheres apesar de manter namorando homens e ter se relacionado com eles até se casar com o Marcelo, seu marido. Era do conhecimento dele o seu gosto por mulheres e ela se relacionou com uma jovem de 17 anos por mais de três meses, tendo seu marido participado com ela e ter comido a moça. O seu marido é brasileiro, não tendo ascendência japonesa. Em relação a ela a tara do seu marido sempre foi o fato de as japonesas não depilarem ou manter cabelos bem compridos na região mais acima da buceta e como também um pouco de lado. O cabelo das bucetas das japonesas quase sempre é liso ao contrário das demais mulheres que são encaracolados.

Segundo ela num primeiro momento me viu como uma pessoa de fácil amizade e que até o momento não havia amigas naquele bairro, mesmo que somente amigas. No entanto, entendeu que havia possibilidade de que eu pudesse me tornar sua amiga e que caso concordasse, alguma coisa mais. Perguntou-me sobre meu relacionamento com meu marido e de que forma eu via pensava sobre relacionamentos sexuais extra matrimonio. Falei das minhas fantasias e do meu marido, mas até o momento não havia cogitado a participação de uma mulher, mas apenas de outro homem e que também isso não havia ocorrido, mas que era algo que projetávamos. Ela confirmou que era exatamente esta a primeira impressão que teve por isto que ela estava ali e que ficava contente.

Devido à necessidade de buscar meus filhos na escola e ela de ter que ir nos despedimos com ela prometendo voltar. Me deu um cartão do seu marido com endereço e telefone pessoal. A sua despedida foi com um beijo na minha boca.

Minha cabeça deu algumas voltas, mas o que pensávamos eu e meu marido, estava em vias de se realizar-se. Quando meu marido chegou contei a ele o sucedido. Me perguntou qual foi a minha reação e eu disse não ter achado ruim e que a japa é bem bonita, mas que sabe o marido dela não seria melhor. Ele me pareceu meio com ciúme. Eu preferi que ela voltasse em minha casa mais uma vez antes de visita-la.

Ai ela já forçou mais um pouco, com mais intimidade e beijos mais provocantes. Me disse que havia me visto tomando sol no terraço e que eu e meu marido somos muito atraentes. Já querendo dar um passo adiante, decidi ir ao apartamento dela, inclusive para uma avaliação melhor sobre tudo. Chegando lá foi recebida de forma tão alegre pela japinha com aquele gesto característico de inclinar a cabeça, que a mim me causou bem-estar. Imediatamente foi mostrando o seu apartamento muito bem equipado, a vista geral da área e deu para perceber que daquele local a visão da minha casa era bem nítida. Claro que eu fui ali já prevendo que algo mais sério poderia acontecer.

E não deu outra: ela abraçou-me com mais intensidade, beijando meus lábios, pescoço e passando suas mãos pelo meu corpo. Eu estava vestida com uma saia, blusa de malha e deste jeito ficou para ela começar a explorar. Passou as mãos pela minha bunda já com por baixo da saia e num lance rápido enfiou as mãos por baixo da blusa e do sutiã abocanhando meus seios. Eu senti uma atração diferente, minha buceta começou a ter movimentos e umedecer. Devagar ela foi me levando para o seu quarto e continuando com os carinhos me deitou na cama e sobre mim. Rapidamente foi tirando minha roupa e em seguida a sua. Elogiou o meu corpo, beijando mamando nos meus seios e sem perder tempo invertendo as posições beijando a minha buceta já molhadinha. Nesta posição eu estava de cara para a seu sexo e eu me vi diante de uma buceta com cabelos volumosos, lisinhos e muito negros acima da racha. A minha reação imediata foi beijar aquele sexo lindo e percebi que no alto da fenda havia uma protuberância bem saliente: era o seu grelo excitado com pelo menos 4 centímetros e eu não me contive e passei a lamber e o seu néctar já era abundante. Pedi para ela parar pois tinha que buscar os meninos. Ela não se opôs apesar de que o nosso desejo era continuar.

Rapidamente me vesti, ela agradeceu a visita e beijamos forte. Eu sai dali desnorteada e fui me refazendo aos poucos. Eu estava dirigindo e deveria estar atenta. Eu tinha avisado ao meu marido que iria retribuir a visita da nossa amiga e quando ele chegou à noite ele olhou pra mim e disse você tem coisas a me dizer. Eu já havia pensado como e até onde falar. A princípio falei de forma generalizada e disse que ela havia atacado. Mas como? Perguntou. Não tive como esconder e contei tudo. Me perguntou sobre o marido dela e eu disse que quando saí ele não havia chegado. Naquela noite ele me comeu com mais tesão que o habitual. Na noite seguinte voltamos a falar sobre o assunto e eu propositalmente falei da hipótese de eventualmente encontrar o marido em casa numa destas visitas. Ele me disse que estaria nos nossos planos que se acontecesse estava previsto.

Fiquei mais tranquila a japinha pediu para que voltasse se possível na próxima sexta feira. Combinado e eu assim o fiz no mesmo horário da outra vez. Chegando lá a mesma recepção mesmas atitudes com uma surpresa o seu marido estava em casa e penso que ela tenha marcado o dia sabendo disso. Me recebeu com carinho e realmente era um cara simpático, bom físico. Pouco tempo depois a japa começou a me fazer carinhos em frente ao marido dela e fiquei um pouco insegura. Mas à medida que a cena se avançava, o marido dela foi também tomando pé da situação e já estávamos no quarto quando ele também começou a entrar na farra. Eu e ela já estávamos peladas então logo ele também despiu-se aparecendo um caralho lindo, volumoso e grande. A japa chupava o caralho do seu marido e com isso ele cresceu mais ainda em seguida ela veio direto na minha buceta molhadinha e ele me chupava os seios com vontade. Passei a mão na buceta dela e percebi o seu grelo estava muito pra fora. Percebendo o tamanho do grelo dela, seu marido a colocou de quatro na cama e mandou-lhe a vara. Ela levantava mais a bunda e rebolava e mesmo naquela posição ele conseguia chupar a minha buceta super molhadinha. Retirou o pau da buceta da japa e me colocou de frango assado. Em mim ele foi colocando mais devagar mas empurrou até colar o saco na testa da minha buceta. Senti a cabeça do seu caralho no meu útero. Enquanto isso ela lhe lambia o cu. Mais um pouco de tempo ela passou um creme no meu cu e ele me colocou de quatro sobre a cama. Pressenti que não ia dar, mas ele insistiu e ela disse que cabia. Ela passou mais creme no pau do seu marido, me beijou a boca e disse a ele para mandar. Ele forçou e a cabeça passou, ele foi pressionando até eu sentir o seu saco. Meu cu não era mais o mesmo, no mínimo duplicou o diâmetro. Ele começou um vai e vem e de repente eu senti jatos fortes de porra no meu intestino, mais um jato e ele me puxou com força contra o seu corpo enquanto sua mulher se enfiou por baixo e me chupava os seios com muita força também depois que ele acabou de jogar toda a porra no meu rabo, tirou seu caralho e mandou que eu chupasse. Ainda foi possível engolir um pouco do seu leite gostoso. Sua mulher virou de bunda pra cima e lábia meu cu aproveitando a porra que saia.

Exaustos e felizes deitamos um ao lado do outro e em menos de uma hora eu já estava em casa. Ao sair foram super gentis com muitos beijos e abraços. À noite quando meu marido chegou os meninos estavam vendo tv e eu estava deitada. Pela minha cara notou que a coisa teve mais quente que a vez passada. Eu primeiro perguntei, sem necessidade, se era para comentar e ele disse sim, deve.

 Contei tudo e ele ficou me olhando como estar em dúvida quando à realidade. Tive um pouco de receio quanto à sua aceitação dessa condição de corno e se era aquilo mesmo que nós queríamos. Algumas marcas no meu corpo como as chupadas da japinha e o meu cuzinho muito vermelho falavam por mim. A japa e seu marido prometeram fazer-nos uma visita tão logo eu fale com eles qual foi a reação do meu marido. Caso positivo, vão retribuir a ele com muita tesão. A japa me disse que onde moravam, cidade grande, eles já praticavam a troca de casais com pessoas saudáveis e que eu estava convidada a integrar a turma nas próximas férias do marido. Esperemos pra ver. (http://www.swingprive.com)