quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A gordinha quer sempre mais....

conto de Nina Von Teese

Estou aqui novamente para relatar algo que inesperadamente mudou meu conceito. Na verdade vou lhes dizer, tudo que aqui escrevo foi de fato, verdade e para tanto, imagino que possa lhes servir de incentivo.

Eu era o tipo certo de cara errado, com 25 anos sequer tinha acabado a faculdade, fazia admnistração desde os 18, era o sonho do meu pai que eu pudesse ter um curso superior, aida mais ligado ás questões admnistrativas para poder dar continuidade aos negócios da família. Meu pai era um respeitado empresário do ramo alimentício em Canoas, região metropolitana do Rio Grande do Sul, já trabalhava com isso há mais de 20 anos, e sua única expectativa era que eu seguisse no negócio tão entusiasmadamente como minha irmã, que já estava no doutorado de logística.

Mas eu, coitado, no auge da minha juventude, respirando irresponsabilidade não queria saber de nada, só curtição! A faculdade para mim, era um ponto de encontro para rever os amigos, rever as gatinhas... Diga-se de passagem, eu era muito bom com elas. Já tinha tido duas namoradas, até que curtia, mas o ciúme extremo que elas possuíam me sufocava.

Eu era malandro, no início nem dava bola, elas discutiam, eu pedia desculpas, e para relxar pegava outra! Não tinha estresse. Eu não esquentava a cabeça quando se tratava de pegar mulher e diferente dos meus amigos, as gatas mais lindas sempre vinham para o meu lado... Na academia, era a vez das saradas, bronzeadas, bundas durinhas e coxas roliças... Perdi a conta de quantas vezes saí da academia e ia tomar banho no motel!

Eu sabia que a questão do dinheiro atraía as mulheres, mas para mim, era uma troca, elas queriam e eu tinha... Não via motivos para não dar, eu me divertia muito, aliás, até em festas de família... Nem as priminhas gostosas escapavam, era um tal de pegação nos corredores e as brincadeiras na piscina sempre acabavam em umas encoxadas sacanas. As empregadas lá de casa então... Só as mulatinhas gostosas, ancudas que só elas, levava lá para a lavanderia e de quatro só via os gemidos das gatas.

Foi um tempo bom, época em que mulher nunca faltou, mas eu tinha requisitos para pré seleção, não pense que eram todas que poderiam me ter... Huahuahuahua... Eu sempre brincava com meus amigos, que poderia ser nova ou velha, feia ou bonita, mas que tinha que ser gostosa. Eu me negava a pegar mulher gorda, e olha q poderia ser até bonitinha, mas ainda assim eu prefiria uma feiosa gostosa. Eles, que não eram tão “pegadores” assim, sempre me diziam que uma gordinha tinha lá seu valor, em que assim como as mulheres dizem que depois de um negão tudo é fichinha, depois de uma gordinha meus conceitos mudariam, muito duvidei disso!

Mas minha opinião mudou bastante depois que tive uma discussão com meu pai... É, ele disse que estava cansado de me bancar e que queria que eu trabalhasse para pagar minhas festas, que não admitiria mais tanto descaso com o dinheiro da família que ele demorara anos para arrecadar... Eu disse que não tinha onde trabalhar, que nem uma faculdade eu tinha e que não ia ser jardineiro de ninguém! Até que muito contrariado, entrei num acordo com ele para trabalhar na empresa, só que meu cargo lá era como secretário! Fala sério, atender telefone e dar recado?

Ri na cara dele, e disse que meu celular ia tocar mais que o telefone da empresa... Ciente disso e retruca dizendo então que eu estava na função correta, que experiência para atender telefone eu tinha.

Topei e já na segunda feira seguinte comecei na nova empretada... Eu obviamente tava só de zoação, ficava na descontração o dia inteiro o problema é que minha colega, a Fernanda além de muito puxa-saco do meu pai ainda era uma gorda recalcada e já nos primeiros dias me estressei com ela...

A mala da garota vivia me mandando fazer coisas e não me dava sossego um instante! Eu tava lá querendo paquerar com as meninas dos outros setores e ela, me chamando para o serviço... Queria tomar um cafezinho e a Fernanda me acenando o relógio, o que aquela gorda pensava? Eu vivia zoando ela.

Mas o tempo foi passando e um mês já havia se passado, quando chegou o dia do meu pagamento, e para minha surpresa, com várias horas descontadas, fui no RH e me disseram que o intervalo era de apenas dez minuto e não de 1:45 minutos como eu fazia e que minha colega ainda confirmava... Fui lá e tirei satisfações dela, o que ela estava pensando?

Ela sem pestanejar, me olha e solenemente me diz que diferente do que eu pensava, pelo menos ali, eu não podia fazer o que eu queria, e que a vida fora de casa ainda deveria me dar muitas lições... Mas eu retruco dizendo que posso ser muito mais que isso sim, ela duvidou.

Já na manhã seguinte chego no horário certo, e no intervalo, gasto apenas 5 minutos... Minha eficiência sobe à medida que chamo os ramais certos e já estou digitando ofícios mais rápido que teclo com as gatinhas no msn! Há, e para sua surpresa, deixei meu celular desligado, o que para ela foi motivo até para me elogiar...

A gordinha estava se rendendo, e no fim até que nem era tão mala assim, é que ela vivia atarefada e eu só queria encomodar mesmo... Certo dia, tinha marcado uma reunião com clientes importantes para o outro dia, fizemos um rapidão para deixar tudo pronto, mas ainda assim não deu tempo de deixar tudo ok e resolvi ficar para ajudá-la. Ela digitou tantos aquivos que já estava com dor nas costas, eu, muito bobo, disse que fazia uma massagem nas costas ela riu e disse que adoraria...

Quando me deparei de pé sobre seu pescoço avistei entre seus braços doi pares de seios enormes, que jamais imaginei que existisse, e apesar de sempre usar aquele tipo de blusa decotada com terninho, eu nunca havia percebido!!! Quando ela digitava, eles se movimentavam, gurdadinhos uma ao outro, com as bordas recobertas por uma rendinha vermelha... Nossa, confesso que me senti tentado naquele instante. Tanto que desci até o ouvido dela e ainda brinquei falando que não conhecia aquele lado sensual dela.

Ela ri, e se levanta! Na mesma hora eu filmei aquela abundância traseira que enchia as calças justas, parecia ser uma bunda redondinha e durinha, mas disfarcei... Apesar de desconcertado! Nós rimos muito aquela noite e a reunião seguinte foi um sucesso!

Mas os dias seguintes se passavam diferentes, eu já estava cheio de curiosidade para saber o que havia por debaixo daqueles casaquinhos que saltavam os seios toda vez que ela passava e deixava seu rastro de perfume... Ela era uma morena dos olhos verdes, de pele branquinha como a lua, inteligente, divertida e agora eu descobri que muito sensual também.

A Fernandinha parecia se dar conta da minha curiosidade e cada dia dava um jeitinho de me provocar ainda mais, certo dia ela veio com uma sainha e blazer, roupa que ela costumava usar, mas aquele dia ela tinha colocado por baixo uma cinta-liga preta, e disso eu me dei conta depois que a vi se abaixar para pegar um fichário que ficava nas gavetas de baixo, onde ela empinou a bunda e deixou a mostra sus coxas branquinhas e roliças, eu estava ficando encantado, ainda mais por que ela não me dava bola, apenas se insinuava...

A cada dia que passava eu ficava ainda mais curioso, para não dizer afim... Eu fazia de tudo para ficar sozinho com ela, só que ela sempre muito bem humorada se saia bem das minhas cantadas!!!

Eu dava umas encoxadas nela, “sem querer” e sentia aquela enorme bunda se esfregar no meu pau, ia a loucura... Nas semanas seguintes flagrei ela várias vezes com roupas insinuantes, até brinquei com ela perguntando se ela estava afim de alguém na empresa para ela estar usando aquele tipo de roupa, ela disse que sempre usara, eu é quem nunca havia percebido. Certo dia ficamos novamente eté tarde e ela me confessou que já tivera vários namorados, mas que agora estava solteira, tava mais para a balada e diversão! Dizia que ia sempre em uma boate na zona sul de Porto Alegre na sexta e ainda me convidou para um dia aparecer por lá...

Eu, tentado, na semana seguinte resolvi aparacer por lá, mas ela não estava... Mas na segunda pela manhã a encontro na empresa novamente, ela como sempre sorridente e brincalhona, contagiando todos por onde passa, vem e me dá um beijo no rosto, onde avisto novamente seu delicioso par de seios se salientando para fora da businha... De cinturinha fina e delicada a

Fernandinha me deixava mais louco a cada dia que passava, linda de rosto exótico, olhinhos puxados transpirando sensualidade aquela gordinha era diferente!

A cada sentada eu filmava seu par de coxas se cruzando, esmagando seu capozinho coberto pelas mais delicadas calcinhas de rendinha vermelha e preta... E de sainha só via o contorno do fio dental adentrando naquele rego gostoso, eu já estava louco de tesão, em ponto de bala para apertar aquela gostosura. Gordinha safada, sabia me provocar!

Sempre bem maquiada e cheirosa ela me deixava de pau duro quando desfilava seus decotes sobre minha mesa, perdi a conta de quantas vezes transei com uma loira sarada tentando encontrar as curvas que a Fernandinha exibia através das suas roupas justinhas... Mas daquele fim de semana não passava, eu fiu na tal boate de novo, só que desta vez ela estava lá!

Com o cabelo negro, esvoaçante, exalando perfume e simpatia ela dançava entre os amigos. Eu chego por trás e a beijo, ficando alí para dançar um pouco. Ela já estava meio alegrinha e comigo dançava como que se quisesse algo, pedindo com o olhar...

Com um olhar marcado, um vestidinho preto e sandálias de salto alto ela esfregava a bunda em mim, deixava com que eu colocasse minha perna entre as dela e sentisse suas coxas suarem, quente... Eu cheirava seu pescocinho e apertava seu corpo contra a o meu, macia, deliciosa! O clima estava esquentando cada vez mais e ela disse que estava cansada e me pediu para que eu a levasse em casa, era a chance da minha vida!

Fomos para o carro e antes de descer ela me convida para subir, ela morava com uma amiga que havia ficado na festa, senti que ela queria algo naquela noite, estava sedenta, com um olhar de quem ia aprontar, safadinha! Subi e logo ela diz que vai tomar banho, trocar de roupa e já voltava.

Quando dali a pouco ela me chama no quarto, diz que não está conseguindo abrir a sandália. Sentada na cama, ela deixa a mostra suas pernas branquinhas, cheia de pelinhos dourados, obviamente eu me abaixo e vou abrir a sandalia, ela de leve deixa as pernas entreabertas, eu ajoelhado na sua frente posso enxergar seus gominhos, totalmente depilados, expondo uma rachinha linda... Quase vou á loucura! Tirando sua sandália, pego nas mãos seus pés, macios, pequenos, gordinhos, com as unhas pintadas com esmalte clarinho e delicado, não aguento e beijo os pés daquela deusa. Ela ri e pede para eu parar, diz que sente cócegas, que é para eu tirar sua roupa pois estava cansada...

Sem pensar duas vezes, tiro seu vestidinho preto, ela boceja e deixa esposto aquele belo corpo macio, era tudo diferente do que eu sempre imaginei, ela tinha uns peneuzinhos sabe, mas aquilo fazia parte do contexto, era como algodão... Como nuvens!

Comecei a beijá-la fui fazendo isso até seus pés novamente, eram deliciosos, como todo o resto... Ela vestia uma calcinha pequena, preta, com titinhas na laterais e um sutiã todo bordado, que ancoravam aqueles peitos enormes, deliciosos... Peço para ela deitar de costas para eu soltar seu sutiã, e ela vira, magnificanmente expõe sua bunda deliciosa, redondinha, macia e branquinha, era um sonho, dava vontade de modê-la todinha, as costas, perfeitas!

Aquela pequena calcinha se acabava entre aquela bundinha linda, ela então a ergue, ficando de quatro e pendindo para eu tirá-la, eu já estava de pau duro, sentia minha pica latejar... Mas tirei aos pocos, expondo por trás queles beicinhos carnudos e rosadinhos, um tesão de mulher! Com a língua penetrei aquela delícia e fui percorrendo sua xaninha macia até o reguinho apertado, era demais aquela sensação...

Minhas calças pareciam estourar, quando tirei minha roupa, coloquei para fora aquela piça enorme e passei sua cabecinha de leve na sua xoxota, sentia escorregar, Fernandinha estava ensopada de tesão... Ela se vira, e abre as pernas, era a visão da oitava maravilha do mundo, xoxotinha de bebê, inchadinha, macia, pura loucura! E os peitos então? Duas bolas, com bicos rosados, não tão duros quanto as siliconadas, mas de textura macia e gostosa, muito mais excitante!

Me chupa, ela sussurra... De boca eu caio naquela bucetinha, enterro até o nariz naquele grelinho, enorme! Era só tesão aquela menina, eu coloco dois travesseiros embaixo da bundinha dela e seu capozinho fica apontando para cima, ela abre bem as pernas deixando sua xoxotinha melada pronta para uma chupada gostosa, eu enfio a língua lá dentro, sinto sua porrinha quente na minha boca, sensação inexplicável! Chupo como se fosse uma manga suculenta, a última manga do mundo, a mais gostosa, do topoda árvore...Huahuahuahua.

Pego no meu pênos e introduzo naquela gruta quente, ah.... Que tesão! Entra deslizando, apertadinho. É a bucetinha mais gostosa que já fudi. A Fernandinha, safada, mexia no seu grelinho e gemia como uma tarada, me deixando ainda mais louco... Eu enfio e tiro, repetidamente, deslizando gostoso no seu rabinho, onde sou aparado com um colchãozinho macio que é sua xana deliciosa.

Ela pede para eu deitar e senta sobre o meu pau, que já estava uma vara de tão grande e dura, ela cavalga sobre mim, e na minha pele sinto o calor que seu mel deixa sobre mim. Eu estava a ponto de gozar, mas ela caiu de boca no meu pau... Chupou com gosto, até o fim, contornava a cabecinha com a língua enquanto punheteava com a mão! Eu poderia subir pelas parades...

Aqueles lábios quentes passaram a chupar minhas bolas com um tesão inteso, delicia!
Eu logo após coloco ela de quatro novamente, onde começo a lamber seu cuzinho macio, que aos poucos se abre de tanta exciatção... Enfio a língua até onde posso alcanças, e a putinha geme!

Pego no meu cacete e contorno sua rodelinha com a cabecinha do meu caralho, aos poucos tento estucar suas pregas... Uma, duas, três vezes, até que coloco um pouquinho de saliva e o mangaio entra, apertado, gostoso! E eu bato naquela bunda gotosa, enquanto ela pede mais...

Loucura... minhas bolas batendo naquela xoxotinha inchada e meu pau naquela bunda que parecia me engolir, fui a melhor trepada por trás da minha vida! Ela rebolava e não tinha frescura, mexia no seu grelinho com gosto e continuava a gemer como uma vadiazinha, do jeito que eu gosto. Fui metendo gostoso naquele rabo branquinho, a visão era maravilhosa!

Levantamos dalí e prosseguimos fudendo numa poltroninha ao lado, ela me pôs sentado e no meu colo ela sentava seu cu gostoso e apertado, ela já havia gozado umas três vezes até este momento, enquanto eu, segurava ao máximo, não queria que aquela foda tivesse fim...

Quando não deu mais para aguentar, eu avisei que gozaria e ela ficou de joelhos na minha frente pedindo para que eu o fizesse na sua boca, fechando com chave de ouro! Continuei a punhetear meu pau na direção do deu rosto e jorrei na sua boca o leite mais delicioso da última década...

Quente, cremoso, vítreo! Não satisfeita com oque eu havia lhe dado, a taradinha, ainda chupa até a última gota de porra que eu tinha para lhe dar...

Esvaziou meu pau com tesão, me olhando nos olhos com carinha de quero mais! Engoliu leite que lambeu os beiços, numa foda que superou todas as minhas expectativas, que me fez gozar extremecendo todo meu corpo...

Ficamos alí abraçados um tempo e tomamos um banho juntos, na geladeira havia umas latinhas de cerveja, que embalou a foda do resto da noite! Delícia foi ver aquela cervejinha ecorrendo entre os gominhos daquela xana fofinha... Mas essa é uma história que eu conto outro dia, quem sabe você fique sabendo de muitas outras que aprontamos depois... Por hoje, só posso dizer que as conclusões nunca devem precipitar as atitudes e que o meu trabalho na empresa, tem rendido a cada dia mais...

Se você gostou do conto ou tem alguma sugestão a fazer, não deixe de comentar ou mande um email para :nina_von_teese@hotmail.com
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http://contosninavonteese.blogspot.com.br/

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

TESÃO QUE VIROU PAIXÃO

Foto-0334_e3 conto do Gabriel
narcisosantos@hotmail.com

Conheci Dalva em um evento e ,embora ela fosse muito bonita,morena,com um corpo bonito,o que me chamou a atenção nela,primeiro foram seus olhos. Uns olhos bonitos,brilhantes e penetrantes,bastante sedutores.
Além dos olhos,Dalva tem uma boca muito bonita,bem desenhada,muito sensual.

Não consegui parar de olhar prá ela.Ela logo percebeu que eu a seguia com o olhar e por sorte,fomos apresentados um ao outro. Ficamos conversando durante quase todo o tempo,no coquetel que teve depois do evento.Muito simpática,ela também pareceu gostar da minha companhia.

Convidei-a prá sair,mas ela disse que já estava indo embora,morava em outro Estado e seu vôo já estava marcado para logo depois do final do evento. Ela percebeu o meu ar de desapontamento e sorriu.

O clima entre nós era de pura sedução.Embora falassemos sobre diversos assuntos,pela nossa troca de sorrisos e de olhares,a conversa era outra; eu a despia e acariciava todo o seu corpo com os olhos e prá mim,o seu lindo olhar brilhava de tesão.

Eu não precisei pedir,foi ela que me sugeriu que a levasse ao aeroporto.Logo dispensou uma colega que iria levá-la e saimos.

No caminho,eu disse que gostaria de manter contato com ela e pedi email e telefone.Ela não quis dar,disse que talvez mais tarde,'quem sabe'. Sugeriu que deixassemos por conta do 'destino',do acaso.. BocaDalva

Chegamos logo ao aeroporto e ela quis se despedir logo. Nos olhamos e aconteceu: nos beijamos longamente,um beijo úmido e gostoso,de língua e com muito desejo.

Então Dalva entrou rapidamente e foi para o balcão de embarque. Fiquei parado olhando-a,ainda meio estonteado pelo beijo delicioso.

Logo ela voltou, se aproximou de mim e me contou que o vôo ia ter um atraso de  uma hora a uma hora e meia. Me deu um olhar safado e perguntou se eu tinha alguma idéia do que fazer com esse tempo.

' Vou pensar em alguma coisa',eu disse,com um olhar mais safado ainda. Fomos de mãos dadas até o estacionamento do aeroporto. O estacionamento estava lotado de carros, mas não se via ninguém.

Nos olhamos e sem dizer nada, entramos no carro. Liguei o ar condicionado e fechei os vidros. Era noite e o carro tinha insufilme. Mas ela parecia não se importar com nada,só me olhando fixamente, pedindo com o olhar, 'quero você',parecia dizer..

Peguei-a pela nuca e nos beijamos novamente, loucamente, sugando sua lingua, enquanto corria os dedos pelos seus cabelos . Sua boca era deliciosa,ela se entregava ao meus beijos com intensidade.

Comecei então a mordiscar a orelha dela , suas mãos macias entrando por dentro da minha camisa, percorrendo meu corpo , meus lábios subindo e descendo por toda a lateral do seu pescoço,enquanto apalpava seus seios por cima da roupa.

OlhosDalva Saimos,empurrei bem os bancos da frente e fomos pro banco de trás. Dalva sentou-se no meu colo,e eu a ajudei a tirar a blusinha de seda. Beijei suas costas e soltei o soutien, sofregamente, cheio de desejo e, com ela virada de costas para mim , comecei a acariciar os bicos dos seus seios.Alternava apertões  fortes e delicados, enchia as mãos com os peitos, deslizava o dedo pelos biquinhos e depois contornava todo o seio com a mão. Enquanto isso,beijava seus ombros e pescoço.

Dalva requebrava lentamente no meu colo,nossos corpos colados .Estavamos só separados pelas nossas roupas,ela gemia.

Queria que o tempo parasse naquele instante,com aquela mulher gostosa, sentada no meu colo , as costas pregadas no meu  peito e sua bucetinha movimentando-se  freneticamente sobre o meu volume.

Dalva esfregava as costas no meu peito , e eu  acariciava os seus peitos cheio de um tesão furioso, no mesmo ritmo que ela se contorcia no meu colo,se esfregando pra frente e pra trás. Sua saia estava toda levantada, precisei apenas afastar a sua calcinha prá começar a acariciar sua vagina e no mesmo ritmo da sua dança louca e desconexa sobre meu pau. Enquanto, com uma mão, continuava a apertar seus seios, usei a outra para enfiar três dedos na sua vagina, enquanto, com o polegar , pressionava seu clitóris e fazendo movimentos circulares.

Então Dalva se levantou ,sentou-se ao meu lado e tirou a calcinha,olhando nos meus olhos.Nos beijamos ,eu tirei a calça e a cueca e coloquei uma camisinha.

Depois sentou-se de novo no meu colo,agora de frente prá mim. acomodando centimetro por centimetro lentamente, meu pau dentro da sua buceta.

Começou então a cavalgar bem lentamente enquanto me dava os seios para chupar..Dalva gemia, louca de tesão,
Começou a acelerar os movimentos e eu sentia meu pau tocando cada vez mais fundo,

Eu sugava seus peitinhos de biquinhos durinhos,alternado com deliciosos beijos na boca.

Gemendo, Dalva rebolava no meu cacete.Eu martelava sua buceta,de baixo pra cima,fodendo com força,apertando as nádegas dela..

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aiiiii

ela gemia cavalgando mais rápido..segurava na minha nuca e falava bem perto do meu ouvido :

'isso mete come minha bocetinha'......fode ela ....com força.. '

Então eu segurei ela pelos quadris,levantando e descendo seu corpo ,sincronizando o movimento do seu quadril e da sua buceta sobre o meu pau.

Dalva se apoiou nos meus ombros,e desceu o corpo de uma vez, envolvendo meu pau inteirinho com a buceta,subindo e descendo, aumentando cada vez mais a velocidade, ao mesmo tempo esfregando os belos seios nos meus lábios..

Comecei a sentir que ia gozar ,me segurei,ela se movia mais rápido sobre mim, gemeu bem forte ,me pediu pra ser xingada...

'putinha,safada,vadia,cachorra..',

senti que ela me abraçava mais forte,pelo pescoço,se apertava a mim, depois uma contração espetacular no meu pau, e vendo que ela tinha começado a gozar , esporrei ao mesmo tempo na sua buceta, gemendo em seu ouvido  e dizendo o seu nome, ao mesmo tempo em que ela gemia também, se contorcendo mais um pouco antes de soltar de vez o seu corpo sobre meu.

Ficamos abraçados uns instantes,e ela não me deixou tirar o pau de dentro dela,recomeçou a se mover e me disse :

'goza de novo',

Decidida a me dar um segundo orgasmo,começou a beijar-me delicadamente enquanto sussurrava um monte de elogios e besteiras..Me deu o seios pra chupar,e o fato de estarmos quase nús,transando dentro no estacionamento do aeroporto, meu pau todo dentro dela,ela pressionando meu pau com a buceta ,me pedindo pra foder ela, de um jeito tão gostoso,aumentava mais o meu tesão, o nosso tesão.

Dalva começou , então, a menear as ancas, num vaivém delirante, subindo, descendo, rebolando o corpo, em busca de um outro orgasmo.

Ela apressou os movimentos e, eu que estava segurando ela pelas nádegas,comecei a pressionar o dedos no seu rabo, apertando, gemendo de prazer a cada estocada.

Em delírios, os movimentos tornaram-se mais rápidos e, senti o prazer que se espalhou pelo meu corpo,com ela me dizendo :'goza,safado,goza,me enche de porra !!',aquilo me deixou louco e eu gozei!!!

2 Quando comecei a gozar , Dalva apertou-se contra mim, cravou os dentes no meu ombro e as unhas nas minhas costas e eu senti que ela também estava gozando ,e a segurei enquanto ela se deixava levar pelo prazer,até que os movimentos foram ficando cada vez mais lentos, até pararem por completo.

Ficamos apenas abraçados, com a respiração acelerada, até nos acalmarmos - Dalva contraindo a buceta,
masturbando meu pau com a xoxota,enquanto me beijava,

Só então Dalva desmontou de cima de mim ,tirou a camisinha,me masturbou um pouquinho,apertou a cabecinha,ordenhando meu caralho até a última gotinha de porra..

Depois se vestiu,menos a calcinha que deixou comigo.

Ainda deu tempo de nos lavarmos,tomarmos café,conversarmos um pouco antes do vôo dela partir..

Um último beijo e eu já estava apaixonado: foi um tesão que virou paixão..

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MATANDO AS SAUDADES DE DALVA..

Matando a saudade!

1 Fiquei um bom tempo sem ter notícias de Dalva e já estava achando que nunca mais iria ver de novo aquela morena linda, de corpo bonito,muito carinhosa e safada.E não consegui esquecer dos seus olhos. Uns olhos bonitos,brilhantes ,sedutores ,penetrantes,E a boca !!
uma boca bem desenhada,sensual,saborosa..

Mas,novamente o acaso nos reuniu.Nos encontramos num restaurante . Ela estava com algumas pessoas,eu com meus colegas de trabalho e clientes,só conseguimos trocar algumas palavras e muitos olhares. Só de me olhar fixamente,ela me deixava louco. Dalva estava linda, cabelos soltos, uma saia preta, um pouco acima dos joelhos ,uma blusinha larga ,estava de salto ! .Parecia adivinhar minha tara por pernas bonitas e por saltos altos.

Mal consegui me concentrar na conversa,trocando olhares com ela que estava em outra mesa..Eu comendo Dalva com os olhos,e ela me olhando com aquele olhar brilhante que eu já conhecia, de quem está tarada de tesão.

Ficamos assim um bom tempo,quando todos da mesa dela se levantaram prá ir embora,ela se aproximou de mim e me olhando bem safadamente disse : ' to hospedada aqui perto, você me acompanha até o hotel ? '

Levantei-me na hora,dei uma desculpa e sai com ela e com as pessoas que estavam com ela. Discretos,seguimos lado a lado,sem toques,quase sem palavras,só nos olhando cheios de desejo..

Duas quadras depois chegamos no hotel,ela se despediu dos seus amigos e me convidou prá subir com ela até o quarto.

No elevador quase lotado ,apenas mais olhares,muito tesão.
Quando entramos no quarto, começamos a beijar e a matar toda a nossa saudade, era uma delícia sentir novamente o sabor da sua boca,me deliciar com cada sucção da sua lingua..

Enquanto me entregava sua boca ,Dalva ia abrindo os botões da minha camisa,começou a lamber e a chupar meus mamilos,aquilo me arrepiou,ela sabia exatamente onde me tocar,foi tirando a minha camisa,beijando e lambendo meu peito,minha barriga,tirando a minha calça,me fez sentar e ajoelhou-se em frente do meu pau,e começou a me masturbar,me olhando fixamente.

Enquanto me masturbava,Dalva foi abrindo a boca devagar e colocando meu pau na boca,ficou sentindo as pulsações,tirou da boca e ficou passando a lingua,enfiou na boca de novo e começou a movimentar devagar engolindo e tirando da boca,lambendo e olhando para mim com aqueles olhos lindos, chupava devagar,como que saboreando..eu estava arrepiado..Ela começou a chupar um pouco mais forte,enfiando meu pau todo na boca,parava,lambia,ficava chupando só a cabecinha .Ao sentir meu pau pulsando mais forte,ela aumentou um pouco a velocidade e eu segurei sua cabeça e afastei sua boca gostosa do meu pau, porque não queria gozar ainda..

Ajudei-a a se despir e a coloquei deitada na cama,nua,e começamos a nos beijar..Boca,pescoço,colo e fui descendo até começar a lamber os biquinhos dos seus seios,abocanhar até senti-los bem durinhos e chupar, chupar, chupar aqueles peitos deliciosos, sugar, sorver, mamar...

Foi o que eu fiz, chupando um dos seios dela enquanto acariciava o outro com meus dedos. 7

O tempo parou, fiquei de olhos fechados saboreando o momento, até que ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me conduzindo para a sua virilha. Finalmente, ela estava com as pernas em tesoura em volta do meu pescoço, bem de frente para mim. As pernas abertas deixavam sua rachinha escancarada,molhadinha prá mim  .

Ela jogou a cabeça para trás e empurrou o púbis para junto da minha boca, e ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada, estufadinha, com o grelinho inchado e vermelho.

- Ai, chupa, chupa minha buceta..

Então passei ambos os braços em volta das coxas dela,e comecei a lamber pelas bordas aquela xana apetitosa, passando a língua de um lado a outro , para depois enfim lamber de frente os lábios menores.

Depois de algum tempo,abri a xaninha com dois dedos e enfiei a lingua bem lá no fundo.

- Isso, meu amor... Assim...

E aí, quando massageei seu grelinho delicioso com a pontinha da língua, Dalva começou a se contorcer, o grelinho inchadissimo. As auréolas dos seios estavam enormes,inchados, e os biquinhos saltados ao máximo. Ela gemia muito,com o rosto todo corado,os olhos brilhando.

- Que delíciaaa !!

Então me puxou pra cima dela,ficamos de frente um pro outro,ela encostou os lábios da xoxota no meu pau e se esfregou um pouco,bem sensualmente:

- Quero gozar no seu pau,amor

Fui enfiando bem devagar,como ela pedia,enfiando,deslizando prá dentro da buceta dela. Assim que o cacete entrou pela metade,ela me pediu pra parar de me mexer

- Deixa assim!, fica quietinho.

Para deixar a foda bem gostosa, às vezes Dalva contraia os músculos da xoxota,amassando meu pau,me dando mais vontade de gozar .

Então me olhando,Dalva começou a tocar no clitóris ,isso deixava o seu olhar mais tarado, esfregava o grelinho e me dizia :

- Gosto assim :quando eu estiver gozando, você começa a enfiar tudo ”

Ele ficou se masturbando com o meu cacete meio enterrado na sua buceta, pulsando,sentindo as pequenas contrações, a umidade, a quentura, por um bom tempo , até que começou a gozar

- Que delícia...me fode..

Enquanto ela gozava, comecei a fazer furiosos movimentos de vai e vem naquela xoxota, sentia a bucetinha molhada e quente,eu urrava de tesão e estava quase gozando, quando ela pediu :

- Quero ficar por cima..adoro...

10 Fiquei deitado de costas,segurei o cacete e ela começou a descer devagar, aos poucos, engolindo o caralho todo na xoxota meladinha e começou a cavalgar deliciosamente, rebolando, dançando, subindo e descendo,até aconchegar todo o caralho,até chegar no saco..eu urrava, arrepiado..

- Vou gozar, safada, aiiii,

- Goza,olhando prá mim..

Ela disse,deitando-se de costas,abrindo bem as pernas,e abrindo bem os lábios da xoxota com as duas mãos..

- Goza aqui.

Invadi sua xaninha ,num papai e mamãe furioso,metendo a cabeça e ela me pediu prá meter com força..apertando meu cacete,rebolando..

-mete,safado,
- Goza,olhando prá mim...

Senti o gozo vindo por todas as veias,me contrai e esporrei gostosamente dentro dela..A cada contração expelindo porra dentro dela, ela dizia:

- goza amor,goza na sua putinha..

Ainda com o cacete dentro dela,nos beijamos longamente.Meu pau ficou dentro dela até amolecer lentamente.

Depois de um banho refrescante,cochilamos um pouco e ficamos curtindo um ao outro na cama. Eu lhe contei algumas coisas sobre mim e não fiquei sabendo quase nada sobre ela.
Não fizemos plano nenhum, e pelo que ficou
subentendido, continuaríamos deixando tudo por conta do destino.

Ela brincou com o meu pau enquanto a gente conversava e eu dedilhei e chupei a xoxota dela , chegando a faze-la gozar na minha boca.

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Prá retribuir, Dalva começou a me chupar furiosamente,batendo uma punheta no resto do pau que não estava na boca. Não demorou muito e eu anuncei que ia gozar ,ela tirou o pau da boca e aconchegou no meio dos seios e eu senti a carga de porra,inchando o meu pinto,e explodindo nos peitos dela, em jatos que se espalharam pelo pescoço e queixo.

Nem eu e nem Dalva ,não economizamos gemidos e berros durante o orgasmo,

Fodemos de todas as maneiras, e gozamos intensamente,como se fossemos velhos amantes.

Na noite seguinte,fui procurá-la e Dalva tinha deixado o hotel..Novamente, deixando tudo por conta do destino..