sexta-feira, 16 de agosto de 2013

CONTRIBUIÇÃO E RECLAMAÇÃO

Autor Desconhecido

" Sexta-feira percebi que minha liberação passou dos limites. Era uma festa na casa da Anna. Infelizmente, meus "amigos" não puderam comparecer, e eu estava desconsolada, pensando que não daria uma boa trepada depois. Os amigos da Anna levaram muita bebida e eu me esbaldei, misturando cerveja com whisky. Fiquei completamente tonta, dancei com mil caras diferentes, sendo que beijei pelo menos dois na boca. Lá pela meia-noite, um cara louro e alto me convidou para dar uma volta no play (a festa era no salão do prédio). Eu nem pensei em recusar. Sentamos num banquinho bem distante e começamos a nos beijar calorosamente. Ele enfiava a língua fundo na minha boca, enquanto apalpava minhas pernas. Suas mãos deslizavam devagar, subindo, até encontrarem minha bocetinha, a qual massageavam por cima da calça. Inspirada por ele, procurei seu pau e comecei a apertá-lo, meio sem jeito, por causa do álcool. Num instante eu tinha abrido a calça dele, deixando à mostra um caralho que saía pelo buraquinho da cueca. Não era comprido, mas em compensação tinha um diâmetro respeitável. Fiquei punhetando um pouco, sentindo seu calor e suas veias pulsando nas minhas mãos. Diante das minhas carícias o louro agarrou minha cabeça, empurrando-a para baixo, louco por um boquete. Eu obedeci prontamente. Segurei o cacete pela base, deixando a glande bem exposta e abocanhei somente a cabecinha, que sugava gentilmente, roçando a língua na região do orifício. O rapaz gemeu alto... Logo senti um gostinho de porra na boca, apenas uma gotinha que me ensandeceu. Empurrei o pau para dentro, quase alcançando a goela, e passei a movimentar a boca, pressionando-o de leve, como se estivesse sendo comida. A cada pinguinho de esperma que eu experimentava, meu tesão crescia, até que não suportei e pedi para ele me comer, ali mesmo. Precavido, ele vestiu uma camisinha, deixando seu pênis ainda mais grosso. Sentado mesmo, abaixou a minha calça e já ia me virando... Mas eu senti um desejo incontrolável de dar o cu e avisei-o disso. Sem objeções, ele apontou a vara na minha direção, pronto para encravá-la no meu ânus. Eu dobrei as pernas um pouquinho, encostando na pontinha daquele pauzão plastificado. Mal podia esperar, porém consegui me controlar e fui descendo lentamente, até engolir a cabeça. Dei uma gemidinha e continuei a descida, rebolando de vez em quando para ajeitá-lo dentro de mim. Eu estava adorando dar o cu. Quando finalmente encostei a bunda no colo dele, tive espasmos de prazer. Havia agasalhado aquela pica toda, sem dar um grito... Nessa posição, peguei as mãos dele e coloquei-as na minha cintura, pedindo sua ajuda. Com esforço ele me agarrou e me suspendeu, tirando parcialmente o cacete quente do meu reto. Desci de novo, dessa vez mais rápido, escorregando naquele mastro lubrificado. Aceleramos o ritmo, aumentando o prazer e começando a arregaçar meu cuzinho. A dor apenas realçava as deliciosas sensações de preenchimento. Parei em cima dele e pedi para ele massagear meus peitos. Sua habilidade era impressionante. Afastando o sutiã para os lados, ele descobriu meus mamilos inchados e começou a apertá-los, carinhosamente. Foi quando apareceu um negão, de boa pinta, todo arrumado. O louro, para meu espanto, disse, rindo: "Não disse que ia comer essa gostosa."
Ele não tinha parado de apertar meus mamilos e seu pau continuava dentro do meu cu, latejando, forçando minhas pregas. Era impossível desmontar dele e ir embora. O prazer era muito maior que a humilhação de ser a "fácil". Eu mordia os lábios, enquanto o lourinho forçava o caralho para cima, tentando enterrá-lo ainda mais. Pude notar que o negão estava de pau duro testemunhando aquilo. Entre grunhidos, disse: "Vem cá..." Ele se aproximou, meio indeciso. Estiquei o braço, alcançando o dele e puxando-o mais para perto. Quando estava ao meu lado, levantei sua camisa e comecei a beijar seu peito e morder seus mamilos. Ele foi a loucura. Pedi para fazer o mesmo em mim, ao que ele me atendeu imediatamente. Aquela massa de músculos mamou maravilhosamente, mordiscando meus mamilos e lambendo meus peitos inteiros, um por um, sem economizar saliva. Eu rebolava em cima do caralho do louro, que tremia de tanto tesão por mim. A essa altura, a impressão era de que um rio escorria de minha boceta. Afastei o negão de mim e abri suas calças. Ele próprio a abaixou e tirou a cueca, revelando um verdadeiro colosso, talvez o maior que já vi. Tentei punhetá-lo, mas a posição era inadequada. A única opção era recebê-lo também, porém mesmo tendo adquirido certa experiência em dupla penetração, aquilo me assustava. Mas o negão tinha vontade própria e avançou sobre mim. Abrindo minhas pernas ainda mais, meteu os dedos na entrada da minha vagina, espalhando os líquidos que escorriam. Ao enfiar um dedo, não segurei um gritinho de tesão. Em seguida, já estava esfregando a cabeçorra daquele cacete gigantesco nos meus lábios, no clitóris, anunciando uma penetração dolorosa. Seu pau era realmente enorme. Fiquei paralisada em cima do louro, que continuava gemendo, aguardando... Aos poucos, a cabeça entrou. Mal tinha me acostumado à sua presença, o negão continuou a penetração, me arreganhando completamente. Seu pau não tinha fim, ficou metade do lado de fora. Bastou que começasse a estocar para que eu gritasse e gemesse loucamente, obrigando o lourinho a tapar minha boca. Era uma sensação de plenitude indescritível: duas picas grossas me preenchendo. Parecia que os dois se tocavam dentro de mim. Eu me descontrolava, em berros contidos: "Ui... me arromba... me come... puta que pariu... me come... mexe... os dois... mexe..." Os dois me atendiam o quanto era possível. Eu olhava para baixo, vendo uma parte da ferramenta do negão desaparecer e reaparecer dentro da minha boceta dolorida. De repente, o louro começou a gemer mais alto... ia gozar... Ele acelerou os movimentos, disputando cada centímetro dentro de mim com o negão. Eu gozava seguidamente, sentindo as varas quentes me violando. Lamentei o desperdício daquela porra, que nem pude sentir no meu rabinho carente. Vendo o gozo do amigo, o negão se animou e passou a meter com mais violência, estocando com força. Meus músculos pareciam que iam se romper, mas resistiam bravamente, acolhendo o membro desproporcional. Um minuto depois, o negão anunciava: "Ai... vou gozar... vou gozar..." Rapidamente, eu avisei que tinha que gozar fora. Ele tirou o caralho, reluzente com aquela gosma o cobrindo e disse: "Então me chupa!". Eu desmontei do cacete que amolecia no meu rabo e agachei à frente do negro tesudo. Com a mão no seu traseiro, abocanhei o quanto pude, deixando que fodesse minha boquinha. Os jatos vieram em abundância, derramando um leite espesso, primeiro na minha boca, depois no meu pescoço. Eu engolia aquele gozo avidamente, aproveitando seu sabor primoroso e a consistência que nunca tinha experimentado. Continuei chupando o pau do negão por um longo tempo, limpando cada centímetro e acariciando seus testículos como prêmio. Ele mal conseguia ficar em pé.
Ainda precisando de porra quente na boca, me voltei para o louro, que tinha acabado de tirar a camisinha. Vendo seu pau amolecido, me debrucei sobre seu colo, e comecei a lamber seu saco e pernas. Não demorou para o pênis mostrar sinal de vida e logo se reerguer. O negão sentou ao seu lado, com o caralho ainda meio duro, oferecendo uma visão deslumbrante das duas picas que tinham acabado comigo. Passei a chupá-los alternadamente, em demorados boquetes. Minha boquinha estava cansada, mas o desejo de engolir esperma não tinha passado e eu me dedicava ao objetivo. Lambia-os desde a base, depois colocava-os na boca, sugando a pontinha ou escorregando a boca em toda a extensão. Quando fiquei realmente exausta, segurei um com cada mão e iniciei uma punheta bem carinhosa. Eles me encaravam, dizendo entre gemidos: "Você é maravilhosa... você é um tesão..." Eu respondi: "Então gozem para mim..." Passados uns cinco minutos, entre mamadas e punhetadas, o louro avisou que ia gozar. Abri bem a boca, tentanto apontar o pau para dentro... Envolvendo-o com a mão, pude sentir as pulsações se intensificando até explodirem num jato de porra, seguido de outros menores. Ainda com a boca inundada, soltei seu pau e abocanhei o cacete do negão, derramando o gozo do outro nele. Não precisei fazer muito... logo ele também lançou sua porra na minha boca. O gosto de dois espermas diferentes me deixou alucinada. Enfiei o dedo na boceta e comecei uma siririca, depois auxiliada pelos dois. Eles ainda me fizeram gozar daquele jeito. Vestimos todos a roupa e voltamos à festa, lá para as três da manhã, separados. Fingi que tinha passado mal e vomitado, mas sabia que o gosto na minha boca era bem diferente. E inesquecível. Assim como a sensação entre as minhas pernas.

domingo, 11 de agosto de 2013

Como se fosse a primeira vez...

tumblr_ls7jd31fqt1qzq5nno1_500 do site Fantasias Deliciosas
http://fantasiasdeliciosas.blogspot.com.br

Havia meses que eu não sabia o que era sexo. Na verdade, depois daquele dia, eu posso dizer que eu não sabia nada sobre sexo.

Estava solteira há 4 meses e desde então ninguém, nem eu mesma, havia me tocado. Naquela segunda-feira eu me levantei para trabalhar me sentindo uma vontade enorme de transar. Tomei um banho gelado, coloquei uma calça jeans, que andava meio apertada, e uma bata branca, bem folgada. Peguei a bolsa, conferi tudo e fui para o ponto de ônibus, que estava lotado.

Entrei no ônibus e encontrei um lugar para me sentar. Ao meu lado havia um menino de uns 18 anos, forte, bem sarado. Não era bonito, mas era másculo. Suas mãos eram enormes e eu comecei a imaginar aquelas mãos passeando sobre o meu corpo. Foi quando o ônibus deu partida e começou a trepidar. A costura da calça jeans ficou roçando no meu clitóris, e a minha imaginação ia longe. Eu sentia que poderia gozar a qualquer momento, e para não me molhar inteira, resolvi interromper aquilo. Me levantei e optei por ficar de pé, por sair dali antes que eu desse algum vexame. O ônibus, a essa altura já estava lotado. Cedi o lugar a uma moça, cheia de cadernos nas mãos, e fiquei obeservando o rapaz. Ele me olhava de cima abaixo, e eu não conseguia tirar os olhos dele.

O ônibus ia ficando cada vez mais cheio e, de repente, senti que alguém atrás de mim como se estivesse me encoxando. Senti um calor absurdo na minha nuca, que me deixou toda arrepiada. Olhei para trás e era um homem forte, bonito, que olhava para mim com uma cara que me fez delirar. Deixei. De repente eu sinto ele puxando o cós da minha calça e a costura tornou a me massagear. A essa altura eu já estava delirando. Aquele homem me bolinava, passava a mão na minha bunda, e disse, no pé do meu ouvido, coisas que eu não conseguia entender, por causa do barulho. Olhei para o rapaz sentado, e ele percebendo tudo, começou a passar a mão no seu pau, e não tirava os olhos de mim. Senti as mãos do homem que estava por trás indo em direção aos meus seios, que já estavam duros, então o rapaz também se levantou e otou por ficar de pé.

Ele se posicionou bem em frente a mim, e como o ônibus estava bem cheio, pude sentir que ele estava morrendo de tesão. Me virei para o homem que começou com aquela brincadeira e fiquei de costas para o rapaz, permitindo que ele também passasse as mãos em mim. Eu já estava louca, quase gozando, quando decidi descer. Olhei para os dois e desci. Quando olhei para trás, eles estavam atrás de mim.

Fui andando pela rua, ofegante, e eles atrás de mim, até que encontrei uma rua sem saída, sem casas, só a porta de um galpão, que estava fechada. Entrei nesta rua e esperei que eles chegassem. Quando eles apareceram, eu tremi. Achei que era uma insanidade, mas não conseguia mais parar. O garoto, sem nem pensar duas vezes abriu as calças e puxou a minha cabeça em direção ao seu cacete, que eu chupei deliciosamente. Quente, latejante, melado, duro, grande, grosso… Uma delícia de cacete. Ao mesmo tempo, o homem abaixou as minhas calças e começou a me chupar. Ele lambia e mordiscava meu grelinho, e eu via até estrelas. Enfiou um dedo, depois dois, e me chamava de puta safada, e me mandava rebolar. Eu obedecia, enquanto chupava o cacete gostoso daquele garoto, que prometia me enrabar assim que eu terminasse.

Fiquei assustada. Nunca havia dado o cu antes, e o pau dela era grande e grosso demais. De repente, o homem abaixa as calças e enfia o cacete dele na minha buceta. Eu gozei muito quando senti as suas bolas batendo em mim, e disse que eu queria que ele fizesse com mais força. Ele socava aquele caralho em mim, enquanto o garoto mamava deliciosamente nos meus peitos.

Eu não consegui me controlar e gritava como uma gata no cio. Acho que fiz tanto barulho que a porta do galpão se abriu e o vigia saiu de lá de dentro para vero que estava acontecendo. E, assim que percebeu o que acontecia, tirou o pau pra fora e começou a tocar uma, olhando pra gente. Me deu tanta vondade de chupar aquele cacete também. Ele percebeu que eu estava gostando de tudo aquilo e nos chamou para entrar, antes que os funcionários começassem a chegar. Entramos e fomos para o terreno dos fundos, onde tinha uma espécie de almoxarifado.

Tirei toda a minha roupa e fiquei ali, nua, à mercê daqueles três homens, que eu nunca havia visto na minha vida, dos quais eu nem sabia os nomes. Isso me deixava cada vez mais excitada.
O garoto me sentou em seu pau, e eu chupava so cacete do homem e do zelador, alternadamente, até que de repente eu tinha dois cacetes na boca. Achei que ia parar de respirar, mas isso só me deixou com mais tesão.

O zelador tomou o lugar do garoto e começou a socar seu pau na minha xoxota, que latejava, que pedia cada vez mais. Ele se deitou numa mesa, eu sentei naquele pau, de frente pra ele, e fiquei com meu cu empinadinho, foi aí que o garoto começou a passar a cabeça do cacete lá. Eu entendi e disse a ele que tivesse cuidado. Ele não ouviu, ou fez que não ouviu, e me enrabou de uma vez só! Gritei de dor, senti uma lágrima descendo, mas o homem enfiou o pau na minha boca, mandando eu ficar quieta.

A dor passou e eu fiquei enlouquecida com três caralhos dentro de mim, rebolava e chupava sem parar, até que eles me avisaram que iam gozar. Eu pedi que esperassem, que eu não queria que eles gozassem dentro, mas que me lambuzassem inteira de porra. E assim eles fizeram. Nunca vi tanta porra junta em minha vida toda, e me deliciava com aqueles jatos quentes me lambuzando inteira. Depois de gozar inúmeras vezes naquela manhã, eu estava coberta com o gozo daqueles três. Foi delicioso.

Perguntei ao zelador se tinha um lugar onde eu pudesse tomar banho, e ele me apontou um banheiro no fundo do almoxarifado. Quando saí de lá não tinha mais ninguém, estava sozinha.

Me vesti, e saí do galpão. Fui andando pela rua em direção ao ponto de ônibus e pensando que eu havia me tornado uma vadia. Sexo pra mim foi sempre tão romântico, sempre tão ligado ao amor, e de repente eu tinha trepado com três deconhecidos, de uma vez só. Mas não senti culpa não, a não ser por todo tempo que eu perdi sendo uma mocinha direita! ( fantasiasdeliciosas@yahoo.com.br)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

PUTARIA NA PRAIA - PARTE QUATRO

Oi, gente :

No post de hoje , a continuação do conto do Gil. Ele disse que gostaria de fazer novas amizades. Eis o email que ele me enviou : " Publique esta continuação, e caso voce tenha alguns contatos que queiram se excitar, repasse o meu contato a todos . carlos gil <caagil@ig.com.br>
Gil ".
Segue a quarta parte do conto dele. Espero que gostem..

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PUTARIA NA PRAIA - PARTE QUATRO

Enviado por Gil
caagil@ig.com.br

Transamos no chuveiro, e depois que gozei dentro dela, misturando minha porra com a dele, falei pra ela que tinha visto eles transando.Ela me pediu perdão, e que não era para eu contar nada para e Maria, pois acabaria com nossa semanna na praia.

Eu atendi o pedido dela, mas com a condição de que ela fizesse de tudo para ajeitar uma trepada minha com a Maria, ( mau sabia ela que eu ja tinha trepado 2 vezes). Ela disse que treria que contar pro Marcos marido da Maria que eu ja sabia das nossas escapadas nos pedrais, e depois me daria uma resposta. Passa-
mos o dia todo na praia, e o clima estava normal entre nos 4, eu tarado na Maria, e o Marcos doido na bundinha da Nubia, já a noite, bebemos bastante em casa, e a Maria a a Nubia já deviam ter combinado alguma coisa safada, e resolveram colocar os 2 colçoes de casal no chao da sala, para assistrimos filmes no DVD.

Elas vieram com roupinhas de dormir pra sala, e deitaram nos colçoes nos chamando, o Marcos já devia estar sabendo de algo pois peiu para que eu ficasse proximo da Maria, e ele ficou perto da Nubia, o filme começou e era filme romantico, cheio de cenas fortes, e excitantes, meu pau tava durissimo, e quando me pediram para eu buscar agua, os 3 peerceberam o tamanho do meu tesão, eu estava de shorts sem cueca, fui buscar agua e quando entreguei o copo para ninha namorada ela alisou meu pau na frente de todos, e comentou, do tananho, e deu um beijo no meu caccete por cima da bermuda. Quando entreguei a agua para a Maria ela agradeceu e deu uma encarada no meu pau, e disse so iria agradecer a gua e se pudesse faria o mesmo carinho , e eu disse para nao ficar acanhada, ela olhou para o marido dela e ele sorriu, e ela sem esperar tb deu uma alisada no meu pau bem gostoso.

Ficamos deitados assistindo o filme, e a Nubia já querendo foder, deu a ideia de apagarmos as luzes, e desligar a televisão. Fizemos isso,e ela caiu de boca no meu pau, tirei a bermuda e deixei ela peladinha, olhamos pro lado e o casal ja estava num 69 delicioso. transamos gostoso, eles foram se aproximando de nos, e eu senti o corpo dela encostado nos nossos, e nao me contive alisei a bunda dela e o Marco transando sem parar, ficava alisando os seios da Nubia.


Quando fui alisar a xaninha da Maria peguei no pau dele todo dentro dela e alise o saco dele sem ele saber que era eu, ele se empolgou, e fez o convite para trocaros de esposa, aceitei na hora e elas tb. Transamos os 4 se olhando e admirando o outro casal. Dei a primeira gozada dentro dela e o Marcos comendo ela de 4, nao sei se estava na xana ou no cu da Nubia.

Depois que gozei, senti 2 bocas no meu pau, depois uma lingua desceu ate no meu cu, depois elas chuparam o pau dele juntas ate ele gozar na boca das 2, a Nubia mesmo no escuro veio me beijar, e eu adorei a boca dela . Eu ainda nao tinha gozado pela 2 vez, e pedi para foder a Maria de 4, e eu comi o bumbum gostoso dela enquanto eu era chupado, e alisado no cu, senti tb uma lingua no meu saco, eu acho que a Nubia e o Marcos estavam fazendo isso em mim, a acabei gozando junto com a Maria sentindo meu pau revezando na xana e no cu dela e uma lingua no meu cu, e outra no meu saco, ai que gostoso que foi.
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PUTARIA NA PRAIA

Oi, gente

estive sumido por um tempo e peço desculpas. apesar de não ter muito tempo, estou voltando a postar por aqui e além das desculpas, quero uma força de vocês: prá continuar o blog, preciso que vocês me enviem contos, fantasias,relatos, sugestões, etc.
pensem bem: eu podia estar roubando, mas estou pedindo prá vocês .
Por isso, no post de hoje, estou publicando um relato do amigo Carlos . O email dele é caagil@ig.com.br
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PUTARIA NA PRAIA
Enviado por Carlos Gil

 04 Meu amigo, certa vez, fomos pra praia eu minha namorada, (hoje sou casado com outra), e um casal amigo nosso, ficamos hospedados na casa deles. Era uma praia muito calma, a casa fica em frente a praia, e como não era época de férias a praia ficava bem deserta.

Deixamos tudo nos quartos e colocamos roupa de banho e nos dirigimos pro mar, minha namorada muito gostosa vestiu um biqquine fio dental de laçinhos, ficou um tesão, quando o casal saiu do quarto estavam deliciosos tb, ela com biquininho branco e ele de sunga preta, quando eles nos viram tb bem a vontade percebi a reação do casal, que nos olharam de cima em baixo, e vi o volume do pau dele na sunga, e nao me contive e meu pau endureceu vendo a bunda da Nubia, a minha namorada da época, a mulher do meu colega se chama Maria, que delicia de mulher gostosa.

Fomos caminhando até a praia e ficamos brincando e nos refrescando no mar, minha namorada encostou a xaninha no meu pau e ele endureceu mais ainda, ficamos nos beijando e dentro da agua ela alisava minha pica toda melada, e o casal ficou na areia e com certeza percebeu tudo. eu gozei na mao dela.
quando meu pau amoleceu saimos da agua e fomos ao encontro deles, a Maria olhou pra minha namorada e sorriu, e eu ate fiquei meio que sem jeito, mas o marido dela fez uma piadinha dizendo que esse mar é afrodiziaco mesmo, e sorrimos.

Bebemos a tarde toda ate anoitecer, e voltamos pra casa, a casa tinha 2 banheiros e cada casal tomou banho juntos, e como os banheiros são proximos nos escutavamos os 2 conversando sobre nos, e depois so ouviamos os gemidos deles transando gostoso, nao resisti e peguei a nubia em pé mesmo, e gozamos tb, gozei dentro da xaninha dela, e ela me mostrou a minha porra escorrendo entre suas pernas, e nao me contive, chupei ela melada de porra.

A noite jantamos na casa, e bebemos vinho, como estavamos cansados fomos dormir cedo. E eu me levantei e vi o casal transando peladinhos na cama, e a porta do quarto estava um pouquinho aberta, fiquei ali me masturbando, e de repente ela se vira e me pega os olhando, e sorri, e continua a cavalgar nele, eu corri pro meu quarto sem que nda tivesse acontecido.

Tentei acordar a Núbia mas ela nao acordou, e eu terminei minha punheta sozinho deitado na cama, imaginando estar nos meio deles

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PUTARIA NA PRAIA - PARTE DOIS
Enviado por Carlos Gil

duq-29 Na manha seguinte, o casal acordou mais cedo que nos, e foram os 2 no nosso quarto, para nos acordar, e quando entraram, eu estava nu. e a Nubia so de calçinha toda enfiadinha. Ela jogou o lençol e nos cobriu, eles pediram desculpas por terem entrado no quarto, sem bater. ( mas eu tenho certeza que o que eles queriam era ver sexo).
nos vestimos e saimos do quarto e fomos a cozinha, a Maria estava de baby doll transparente, meu pau endureçeu, e quando vi os seios dela, fiquei mais tarado ainda, ela tava sem sutia, e a parte de cima do baby doll não cobria os seios todo, e quando ela abaixava eu nao conseguia parar de olhar.

Minha namorada queria fazer uma caminhada na praia, e eu disse que estava com ressaca, mas o marido da Nubia já estava pronto para sair caminhar, e ate parece que eles tinham combinado. e sairam e eu fiquei sozinho com aquela mulher deliciosa, e nao me contive e começei a elogia la, e ela me disse que me viu espiando na porta do quarto ontem de noite, e eu pedi desculpas, e ela disse que eu não deveria sair da porta e que eu deveria esperar ela terminar, eu entendi o recado e me levantei da cadeira e a beijei.

Alisei o corpo dela todo, chupei os seios, bunda, e coloquei 2 dedos na xaninha ja toda melada.
Ela foi ate a janela onde podemos ver a praia, e vimos minha namiorada e o marido dela caminhando, e sumindo no horizonte, fomos pra cama dela e transamos feitos 2 meninos tarados, nossa que saudade daquela trepada que demos.

1 hora depois os 2 voltaram pra casa, e eu desconfiei deles, pois eles foram em direção aos pedrais da praia onde o casais transam escondidos, mas na hora, eu nao podia falar nada porque eu tambem tinha comido a esposa dele na cama dele, e ainda gozei muito, melando o lençol e o travesseiro dela.

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PUTARIA NA PRAIA - PARTE TRES
Enviado por Carlos Gil

 09 Teve uma manha que minha namorada a Nubia saiu para caminhar na praia com o nosso amigo, e eu deixei a casa e fui atras para espiona los, e quando cheguei nas pedras olha o que vi, acabei vendo eles transando, eu nunca imaginaria que ficaria com um puta tesão em ver minha gata fodendo com outro.
Me masturbei sem que eles me vissem e gozei antes deles, e eu vi que ele gozou dentro da minha namorada, safada.

Voltei pra casa sem saber o que fazer, e tive vontade de contar tudo pra Maria, mas resolvi nao contar.
quando a minha Nubia chegou em casa suada, quis ir tomar banho, e eu fui atras dela no chuveiro, e perguntei onde eles estavavam, ela me disse que estavam caminhando na praia, por isso estava cansada e suada.

Quando ela entro na ducha tirei meu pau pra fora e mandei ela me chupar por que eu tava com tesão.
Ela me chupou gostoso, e eu resolvi chupar a xaninha dela e ela nao queria deixar, vc sabe o porque, né?
mas mesmo assim chupei a xana dela, e ela percebeu que eu deveria estar sabendo o que tinha acontteciso, e eu tive a primeira experiencia em chupar a xana dela melada de porra de outro homem.  (caagil@ig.com.br)