sábado, 2 de fevereiro de 2013

QUANDO LEIO CONTOS ERÓTICOS

Autor: Fera Adestrada  


 01 Conquistei com sucesso tudo que almejei durante minha vida e agora sou uma jovem senhora que conseguiu casar todos os filhos e que vive sozinha. Não me sinto incomodada por ainda estar solteira, no entanto o sexo é um item essencial para mim.

Há noite que sinto um desejo enorme de sentir um volume quente e rígido entre minhas pernas, algo que me incomoda e não me deixa dormir, com isto fico a madrugada lendo. E adivinhe o quê mais gosto de ler? É um mistério cada conto erótico que leio, será que são verídicos? Ou são apenas fantasias sensuais? Nosso mundo está tão liberal que acredito que todos são reais. São aquelas histórias proibidas e bizarras o que mais me excitam; sabe aquelas entra mãe e filho, irmão, sexo na rua ou uma mulher com vários homens? Então, é este tipo de texto que me atrai.
Eu leio tanto este tipo de conto que estou me tornando uma depravada.

Eu me imagino no lugar daquelas mulheres que exploram plenamente cada parte de seus corpos e saciam seus desejos carnais. Que inveja me dá! Não sei o que acontece com você, mas quando vejo histórias picantes minha vagina fica completamente alagada, sinto muitas contrações gostosas na entrada da minha racha; meus seios tornam-se intumescidos com os bicos super rígidos e meu rosto ferve em brasa.
07
Nossa é assim que estou agora, com vontade de ver um lindo pênis na minha frente. Se aparecesse um homem agora neste quarto eu ficaria sem saber onde enfiar seu cacete primeiro, mas só iria soltá-lo quando estivesse completamente esgotada! Acho que você que está lendo isto deve sentir a mesma coisa, não é? Após ler tais safadezas eu deito sobre meus lençóis frios e me acaricio, fico esfregando meus dedos dobre toda minha vulva inchada. Isto é muito gostoso, mas falta alguma coisa. Falta um mastro rígido e pulsante para invadir toda minha intimidade.

Sabe aqueles pênis brilhantes com muitas veias saltando? São estes que eu mais gosto. Não importa são grandes ou pequenos, finos ou grossos, qualquer um me traria grande serventia nesta noite solitária. Eu me masturbo vagarosamente relembrando os textos lidos, me imagino como a maior vagabunda de todas; aquela que se deleita com as memórias alheias. Eu esfrego meu grelo durinho e, com a outra mão, penetro três dedos na minha fenda. Fico assim por vários minutos, curtindo meu prazer solitário até gozar com minha buceta atolada com meus dedos ágeis e melados. É com este tipo de prazer egoísta e tolerado que eu sobrevivo nestas noites de insônia.

Porém por pouco tempo, porque estou procurando um companheiro para compartilhar meu deleite. Alguém para dividir minha intimidade sem pedir explicações ou esclarecimentos sobre minha liberdade de mulher sentimentalmente autônoma e independente. Vou comprar um cachorro! Tá vendo como estou ficando safada! O quê será que eu merecia agora? (
feraadestrada@gmail.com )

(http://www.contosonline.com.br/conto-erotico/quando-leio-contos-eroticos)

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