terça-feira, 22 de janeiro de 2013

LIVRO TODA SUA

 

TODA SUA

Sylvia Day

Sinopse:

Eva Tramell tem 24 anos e acaba de conseguir um emprego em uma das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos. Tudo parece correr de acordo com o plano, até que ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela — e provavelmente qualquer outra pessoa — já viu. Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso e sempre consegue o que quer — e é claro que Eva acaba se entregando.

Uma relação intensa começa. O sexo é incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam — o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto à faísca que trará de volta os traumas do passado.

...

Assim como no escritório dele, antes que me desse conta eu já estava deitada no sofá, com sua boca engolindo meu suspiro de surpresa. Meu robe se abriu ao toque de seus dedos habilidosos; ele agarrava meus seios, explorando-os com apertões suaves e ritmados.

— Gideon...

— Shh. Ele sugou meu lábio inferior, enquanto seus dedos beliscavam meus mamilos sensíveis. — Eu estava ficando maluco só de pensar que você estava sem nada por baixo desse robe.

— É que você veio sem avisar... Ah! Ui...

Ele abocanhou um dos meus seios, produzindo uma onda de calor que fez minha pele transpirar

Meu olhar buscou desesperadamente o relógio do decodificador da TV a cabo. — Gideon, não.

Ele me olhou com seus olhos azuis intensos. — É uma loucura, eu sei. Eu não... Não sei explicar por que, Eva, mas preciso fazer você gozar. Penso nisso o tempo todo, há dias.

Uma de suas mãos abriu caminho até o meio das minhas pernas. Elas se abriram sem o menor pudor. Meu corpo estava todo excitado, eu estava toda vermelha, quase febril. Sua outra mão continuou massageando os meus seios, deixando-os insuportavelmente sensíveis ao toque.

— Você está toda molhadinha pra mim, ele sussurrou, seguindo com os olhos até onde estavam seus dedos. — Você é linda aqui também. Macia e rosadinha. Quente. Não foi hoje que você se depilou, foi?

Fiz que não com a cabeça.

— Ainda bem. Acho que não aguentaria nem mais dez minutos sem tocar em você, imagine dez horas. Ele enfiou um dedo cuidadosamente em mim.

Meus olhos se fecharam diante da vulnerabilidade de estar de pernas abertas sendo masturbada por um homem cujo conhecimento do tempo de recuperação depois de uma sessão de depilação com cera denunciava uma tremenda intimidade com o sexo feminino. Um homem que ainda estava totalmente vestido, ajoelhado no chão à minha frente.

— Você é tão gostosinha. O dedo de Gideon entrava e saía suavemente de mim. Minhas costas se curvaram, e minhas pernas o abraçaram com vontade. — E tão gulosinha. Faz quanto tempo que você não trepa?

Engoli em seco. — Eu andei meio ocupada. Tinha que terminar a tese, depois procurar emprego, cuidar da mudança...

— Faz um tempão, então. Ele tirou o dedo de mim e voltou com dois. Não consegui segurar um gemido de prazer. Aquele homem tinha mãos talentosas, confiantes e habilidosas, e conseguia tudo o que queria com elas.

— Você toma pílula, Eva?

— Tomo. Minhas mãos agarraram as bordas do estofamento. — Claro.

— Assim que eu te provar que não tenho nada e você fizer o mesmo, vou gozar dentro de você.

— Gideon! Eu estava ofegante, girando os quadris sem nenhuma vergonha ao ritmo dos dedos dele. Senti que ia explodir se Gideon não me fizesse gozar.

Nunca tinha ficado tão excitada na minha vida. Estava absolutamente dominada pela necessidade de ter um orgasmo. Se Cary chegasse naquele momento e me visse me contorcendo no meio da sala enquanto Gideon me masturbava, eu não ia nem ligar.

A respiração dele também estava acelerada. Seu rosto estava todo vermelho de desejo. Por mim. Sendo que tudo o que eu tinha feito fora me entregar a ele, incapaz de resistir.

A mão que estava nos meus seios passou pelo meu rosto. — Você está vermelha. Ficou escandalizada comigo.

— Fiquei.

Seu sorriso era o de alguém ao mesmo tempo perverso e deliciado, e me fez perder o fôlego. — Quero sentir minha porra aqui dentro quando enfiar o dedo em você. Quero que você sinta a minha porra aqui dentro, pra lembrar como eu estava quando gozei, dos ruídos que fiz. E, quando pensar nisso, você vai querer fazer de novo e de novo e de novo.

Seus dedos produziam ondas dentro de mim, o descaramento de suas palavras me deixava à beira do orgasmo.

— Vou dizer tudo o que quero que você faça para me dar prazer, Eva, e você vai fazer tudinho... Se me obedecer, vamos fazer sexo explosivo, selvagem, sem restrições. Você sabe disso, não é? Já está sentindo como as coisas vão ser entre nós.

— Sim, eu sussurrei, agarrando meus seios para aplacar a fúria dos mamilos endurecidos. — Gideon, por favor.

— Shh... Pode deixar comigo. Ele começou a esfregar meu clitóris com o dedão, em movimentos circulares.

— Olhe bem nos meus olhos quando gozar pra mim.

Eu estava prestes a explodir, e a tensão só aumentava enquanto ele massageava meu clitóris e enfiava os dedos em mim em um ritmo constante, sem a menor pressa.

— Goza pra mim, Eva, ele ordenou. — Agora.

Cheguei ao orgasmo com um grito abafado, agarrando as bordas do sofá até meus dedos ficarem sem cor, remexendo os quadris nas mãos dele, esquecendo completamente qualquer vergonha ou timidez. Meus olhos estavam grudados nos dele, incapazes de se desviar, hipnotizados pelo triunfo masculino que brilhava em seus olhos. Naquele momento, ele tinha total poder sobre mim. Eu faria tudo o que ele quisesse. E ele sabia disso.

Um prazer avassalador tomava conta de mim. Com o sangue pulsando nas minhas orelhas, ouvi sua voz rouca dizer alguma coisa, mas não consegui identificar as palavras quando ele apoiou uma das minhas pernas no encosto do sofá e cobriu meu sexo com a boca.

— Não... Eu empurrei sua cabeça com as mãos. — Eu não aguento.

Eu estava inchada demais, sensível demais. Mas, quando sua língua tocou meu clitóris e começou a passear por ele, a vontade voltou com toda a força. Com mais intensidade do que antes. Ele percorreu tudo, me provocando, me tentando com a promessa de outro orgasmo que eu sabia que não conseguiria ter tão cedo.

Foi quando sua língua entrou em mim, e eu tive que morder os lábios para não gritar. Gozei pela segunda vez, e meu corpo se sacudiu violentamente, com os músculos mais tenros se enrijecendo desesperadamente ao toque da língua. O urro que ele soltou reverberou através de mim. Não tive forças para afastá-lo quando ele voltou ao meu clitóris e o chupou suavemente... Incansavelmente... Até eu gemer de novo, sussurrando seu nome....

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