quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A gordinha quer sempre mais....

conto de Nina Von Teese

Estou aqui novamente para relatar algo que inesperadamente mudou meu conceito. Na verdade vou lhes dizer, tudo que aqui escrevo foi de fato, verdade e para tanto, imagino que possa lhes servir de incentivo.

Eu era o tipo certo de cara errado, com 25 anos sequer tinha acabado a faculdade, fazia admnistração desde os 18, era o sonho do meu pai que eu pudesse ter um curso superior, aida mais ligado ás questões admnistrativas para poder dar continuidade aos negócios da família. Meu pai era um respeitado empresário do ramo alimentício em Canoas, região metropolitana do Rio Grande do Sul, já trabalhava com isso há mais de 20 anos, e sua única expectativa era que eu seguisse no negócio tão entusiasmadamente como minha irmã, que já estava no doutorado de logística.

Mas eu, coitado, no auge da minha juventude, respirando irresponsabilidade não queria saber de nada, só curtição! A faculdade para mim, era um ponto de encontro para rever os amigos, rever as gatinhas... Diga-se de passagem, eu era muito bom com elas. Já tinha tido duas namoradas, até que curtia, mas o ciúme extremo que elas possuíam me sufocava.

Eu era malandro, no início nem dava bola, elas discutiam, eu pedia desculpas, e para relxar pegava outra! Não tinha estresse. Eu não esquentava a cabeça quando se tratava de pegar mulher e diferente dos meus amigos, as gatas mais lindas sempre vinham para o meu lado... Na academia, era a vez das saradas, bronzeadas, bundas durinhas e coxas roliças... Perdi a conta de quantas vezes saí da academia e ia tomar banho no motel!

Eu sabia que a questão do dinheiro atraía as mulheres, mas para mim, era uma troca, elas queriam e eu tinha... Não via motivos para não dar, eu me divertia muito, aliás, até em festas de família... Nem as priminhas gostosas escapavam, era um tal de pegação nos corredores e as brincadeiras na piscina sempre acabavam em umas encoxadas sacanas. As empregadas lá de casa então... Só as mulatinhas gostosas, ancudas que só elas, levava lá para a lavanderia e de quatro só via os gemidos das gatas.

Foi um tempo bom, época em que mulher nunca faltou, mas eu tinha requisitos para pré seleção, não pense que eram todas que poderiam me ter... Huahuahuahua... Eu sempre brincava com meus amigos, que poderia ser nova ou velha, feia ou bonita, mas que tinha que ser gostosa. Eu me negava a pegar mulher gorda, e olha q poderia ser até bonitinha, mas ainda assim eu prefiria uma feiosa gostosa. Eles, que não eram tão “pegadores” assim, sempre me diziam que uma gordinha tinha lá seu valor, em que assim como as mulheres dizem que depois de um negão tudo é fichinha, depois de uma gordinha meus conceitos mudariam, muito duvidei disso!

Mas minha opinião mudou bastante depois que tive uma discussão com meu pai... É, ele disse que estava cansado de me bancar e que queria que eu trabalhasse para pagar minhas festas, que não admitiria mais tanto descaso com o dinheiro da família que ele demorara anos para arrecadar... Eu disse que não tinha onde trabalhar, que nem uma faculdade eu tinha e que não ia ser jardineiro de ninguém! Até que muito contrariado, entrei num acordo com ele para trabalhar na empresa, só que meu cargo lá era como secretário! Fala sério, atender telefone e dar recado?

Ri na cara dele, e disse que meu celular ia tocar mais que o telefone da empresa... Ciente disso e retruca dizendo então que eu estava na função correta, que experiência para atender telefone eu tinha.

Topei e já na segunda feira seguinte comecei na nova empretada... Eu obviamente tava só de zoação, ficava na descontração o dia inteiro o problema é que minha colega, a Fernanda além de muito puxa-saco do meu pai ainda era uma gorda recalcada e já nos primeiros dias me estressei com ela...

A mala da garota vivia me mandando fazer coisas e não me dava sossego um instante! Eu tava lá querendo paquerar com as meninas dos outros setores e ela, me chamando para o serviço... Queria tomar um cafezinho e a Fernanda me acenando o relógio, o que aquela gorda pensava? Eu vivia zoando ela.

Mas o tempo foi passando e um mês já havia se passado, quando chegou o dia do meu pagamento, e para minha surpresa, com várias horas descontadas, fui no RH e me disseram que o intervalo era de apenas dez minuto e não de 1:45 minutos como eu fazia e que minha colega ainda confirmava... Fui lá e tirei satisfações dela, o que ela estava pensando?

Ela sem pestanejar, me olha e solenemente me diz que diferente do que eu pensava, pelo menos ali, eu não podia fazer o que eu queria, e que a vida fora de casa ainda deveria me dar muitas lições... Mas eu retruco dizendo que posso ser muito mais que isso sim, ela duvidou.

Já na manhã seguinte chego no horário certo, e no intervalo, gasto apenas 5 minutos... Minha eficiência sobe à medida que chamo os ramais certos e já estou digitando ofícios mais rápido que teclo com as gatinhas no msn! Há, e para sua surpresa, deixei meu celular desligado, o que para ela foi motivo até para me elogiar...

A gordinha estava se rendendo, e no fim até que nem era tão mala assim, é que ela vivia atarefada e eu só queria encomodar mesmo... Certo dia, tinha marcado uma reunião com clientes importantes para o outro dia, fizemos um rapidão para deixar tudo pronto, mas ainda assim não deu tempo de deixar tudo ok e resolvi ficar para ajudá-la. Ela digitou tantos aquivos que já estava com dor nas costas, eu, muito bobo, disse que fazia uma massagem nas costas ela riu e disse que adoraria...

Quando me deparei de pé sobre seu pescoço avistei entre seus braços doi pares de seios enormes, que jamais imaginei que existisse, e apesar de sempre usar aquele tipo de blusa decotada com terninho, eu nunca havia percebido!!! Quando ela digitava, eles se movimentavam, gurdadinhos uma ao outro, com as bordas recobertas por uma rendinha vermelha... Nossa, confesso que me senti tentado naquele instante. Tanto que desci até o ouvido dela e ainda brinquei falando que não conhecia aquele lado sensual dela.

Ela ri, e se levanta! Na mesma hora eu filmei aquela abundância traseira que enchia as calças justas, parecia ser uma bunda redondinha e durinha, mas disfarcei... Apesar de desconcertado! Nós rimos muito aquela noite e a reunião seguinte foi um sucesso!

Mas os dias seguintes se passavam diferentes, eu já estava cheio de curiosidade para saber o que havia por debaixo daqueles casaquinhos que saltavam os seios toda vez que ela passava e deixava seu rastro de perfume... Ela era uma morena dos olhos verdes, de pele branquinha como a lua, inteligente, divertida e agora eu descobri que muito sensual também.

A Fernandinha parecia se dar conta da minha curiosidade e cada dia dava um jeitinho de me provocar ainda mais, certo dia ela veio com uma sainha e blazer, roupa que ela costumava usar, mas aquele dia ela tinha colocado por baixo uma cinta-liga preta, e disso eu me dei conta depois que a vi se abaixar para pegar um fichário que ficava nas gavetas de baixo, onde ela empinou a bunda e deixou a mostra sus coxas branquinhas e roliças, eu estava ficando encantado, ainda mais por que ela não me dava bola, apenas se insinuava...

A cada dia que passava eu ficava ainda mais curioso, para não dizer afim... Eu fazia de tudo para ficar sozinho com ela, só que ela sempre muito bem humorada se saia bem das minhas cantadas!!!

Eu dava umas encoxadas nela, “sem querer” e sentia aquela enorme bunda se esfregar no meu pau, ia a loucura... Nas semanas seguintes flagrei ela várias vezes com roupas insinuantes, até brinquei com ela perguntando se ela estava afim de alguém na empresa para ela estar usando aquele tipo de roupa, ela disse que sempre usara, eu é quem nunca havia percebido. Certo dia ficamos novamente eté tarde e ela me confessou que já tivera vários namorados, mas que agora estava solteira, tava mais para a balada e diversão! Dizia que ia sempre em uma boate na zona sul de Porto Alegre na sexta e ainda me convidou para um dia aparecer por lá...

Eu, tentado, na semana seguinte resolvi aparacer por lá, mas ela não estava... Mas na segunda pela manhã a encontro na empresa novamente, ela como sempre sorridente e brincalhona, contagiando todos por onde passa, vem e me dá um beijo no rosto, onde avisto novamente seu delicioso par de seios se salientando para fora da businha... De cinturinha fina e delicada a

Fernandinha me deixava mais louco a cada dia que passava, linda de rosto exótico, olhinhos puxados transpirando sensualidade aquela gordinha era diferente!

A cada sentada eu filmava seu par de coxas se cruzando, esmagando seu capozinho coberto pelas mais delicadas calcinhas de rendinha vermelha e preta... E de sainha só via o contorno do fio dental adentrando naquele rego gostoso, eu já estava louco de tesão, em ponto de bala para apertar aquela gostosura. Gordinha safada, sabia me provocar!

Sempre bem maquiada e cheirosa ela me deixava de pau duro quando desfilava seus decotes sobre minha mesa, perdi a conta de quantas vezes transei com uma loira sarada tentando encontrar as curvas que a Fernandinha exibia através das suas roupas justinhas... Mas daquele fim de semana não passava, eu fiu na tal boate de novo, só que desta vez ela estava lá!

Com o cabelo negro, esvoaçante, exalando perfume e simpatia ela dançava entre os amigos. Eu chego por trás e a beijo, ficando alí para dançar um pouco. Ela já estava meio alegrinha e comigo dançava como que se quisesse algo, pedindo com o olhar...

Com um olhar marcado, um vestidinho preto e sandálias de salto alto ela esfregava a bunda em mim, deixava com que eu colocasse minha perna entre as dela e sentisse suas coxas suarem, quente... Eu cheirava seu pescocinho e apertava seu corpo contra a o meu, macia, deliciosa! O clima estava esquentando cada vez mais e ela disse que estava cansada e me pediu para que eu a levasse em casa, era a chance da minha vida!

Fomos para o carro e antes de descer ela me convida para subir, ela morava com uma amiga que havia ficado na festa, senti que ela queria algo naquela noite, estava sedenta, com um olhar de quem ia aprontar, safadinha! Subi e logo ela diz que vai tomar banho, trocar de roupa e já voltava.

Quando dali a pouco ela me chama no quarto, diz que não está conseguindo abrir a sandália. Sentada na cama, ela deixa a mostra suas pernas branquinhas, cheia de pelinhos dourados, obviamente eu me abaixo e vou abrir a sandalia, ela de leve deixa as pernas entreabertas, eu ajoelhado na sua frente posso enxergar seus gominhos, totalmente depilados, expondo uma rachinha linda... Quase vou á loucura! Tirando sua sandália, pego nas mãos seus pés, macios, pequenos, gordinhos, com as unhas pintadas com esmalte clarinho e delicado, não aguento e beijo os pés daquela deusa. Ela ri e pede para eu parar, diz que sente cócegas, que é para eu tirar sua roupa pois estava cansada...

Sem pensar duas vezes, tiro seu vestidinho preto, ela boceja e deixa esposto aquele belo corpo macio, era tudo diferente do que eu sempre imaginei, ela tinha uns peneuzinhos sabe, mas aquilo fazia parte do contexto, era como algodão... Como nuvens!

Comecei a beijá-la fui fazendo isso até seus pés novamente, eram deliciosos, como todo o resto... Ela vestia uma calcinha pequena, preta, com titinhas na laterais e um sutiã todo bordado, que ancoravam aqueles peitos enormes, deliciosos... Peço para ela deitar de costas para eu soltar seu sutiã, e ela vira, magnificanmente expõe sua bunda deliciosa, redondinha, macia e branquinha, era um sonho, dava vontade de modê-la todinha, as costas, perfeitas!

Aquela pequena calcinha se acabava entre aquela bundinha linda, ela então a ergue, ficando de quatro e pendindo para eu tirá-la, eu já estava de pau duro, sentia minha pica latejar... Mas tirei aos pocos, expondo por trás queles beicinhos carnudos e rosadinhos, um tesão de mulher! Com a língua penetrei aquela delícia e fui percorrendo sua xaninha macia até o reguinho apertado, era demais aquela sensação...

Minhas calças pareciam estourar, quando tirei minha roupa, coloquei para fora aquela piça enorme e passei sua cabecinha de leve na sua xoxota, sentia escorregar, Fernandinha estava ensopada de tesão... Ela se vira, e abre as pernas, era a visão da oitava maravilha do mundo, xoxotinha de bebê, inchadinha, macia, pura loucura! E os peitos então? Duas bolas, com bicos rosados, não tão duros quanto as siliconadas, mas de textura macia e gostosa, muito mais excitante!

Me chupa, ela sussurra... De boca eu caio naquela bucetinha, enterro até o nariz naquele grelinho, enorme! Era só tesão aquela menina, eu coloco dois travesseiros embaixo da bundinha dela e seu capozinho fica apontando para cima, ela abre bem as pernas deixando sua xoxotinha melada pronta para uma chupada gostosa, eu enfio a língua lá dentro, sinto sua porrinha quente na minha boca, sensação inexplicável! Chupo como se fosse uma manga suculenta, a última manga do mundo, a mais gostosa, do topoda árvore...Huahuahuahua.

Pego no meu pênos e introduzo naquela gruta quente, ah.... Que tesão! Entra deslizando, apertadinho. É a bucetinha mais gostosa que já fudi. A Fernandinha, safada, mexia no seu grelinho e gemia como uma tarada, me deixando ainda mais louco... Eu enfio e tiro, repetidamente, deslizando gostoso no seu rabinho, onde sou aparado com um colchãozinho macio que é sua xana deliciosa.

Ela pede para eu deitar e senta sobre o meu pau, que já estava uma vara de tão grande e dura, ela cavalga sobre mim, e na minha pele sinto o calor que seu mel deixa sobre mim. Eu estava a ponto de gozar, mas ela caiu de boca no meu pau... Chupou com gosto, até o fim, contornava a cabecinha com a língua enquanto punheteava com a mão! Eu poderia subir pelas parades...

Aqueles lábios quentes passaram a chupar minhas bolas com um tesão inteso, delicia!
Eu logo após coloco ela de quatro novamente, onde começo a lamber seu cuzinho macio, que aos poucos se abre de tanta exciatção... Enfio a língua até onde posso alcanças, e a putinha geme!

Pego no meu cacete e contorno sua rodelinha com a cabecinha do meu caralho, aos poucos tento estucar suas pregas... Uma, duas, três vezes, até que coloco um pouquinho de saliva e o mangaio entra, apertado, gostoso! E eu bato naquela bunda gotosa, enquanto ela pede mais...

Loucura... minhas bolas batendo naquela xoxotinha inchada e meu pau naquela bunda que parecia me engolir, fui a melhor trepada por trás da minha vida! Ela rebolava e não tinha frescura, mexia no seu grelinho com gosto e continuava a gemer como uma vadiazinha, do jeito que eu gosto. Fui metendo gostoso naquele rabo branquinho, a visão era maravilhosa!

Levantamos dalí e prosseguimos fudendo numa poltroninha ao lado, ela me pôs sentado e no meu colo ela sentava seu cu gostoso e apertado, ela já havia gozado umas três vezes até este momento, enquanto eu, segurava ao máximo, não queria que aquela foda tivesse fim...

Quando não deu mais para aguentar, eu avisei que gozaria e ela ficou de joelhos na minha frente pedindo para que eu o fizesse na sua boca, fechando com chave de ouro! Continuei a punhetear meu pau na direção do deu rosto e jorrei na sua boca o leite mais delicioso da última década...

Quente, cremoso, vítreo! Não satisfeita com oque eu havia lhe dado, a taradinha, ainda chupa até a última gota de porra que eu tinha para lhe dar...

Esvaziou meu pau com tesão, me olhando nos olhos com carinha de quero mais! Engoliu leite que lambeu os beiços, numa foda que superou todas as minhas expectativas, que me fez gozar extremecendo todo meu corpo...

Ficamos alí abraçados um tempo e tomamos um banho juntos, na geladeira havia umas latinhas de cerveja, que embalou a foda do resto da noite! Delícia foi ver aquela cervejinha ecorrendo entre os gominhos daquela xana fofinha... Mas essa é uma história que eu conto outro dia, quem sabe você fique sabendo de muitas outras que aprontamos depois... Por hoje, só posso dizer que as conclusões nunca devem precipitar as atitudes e que o meu trabalho na empresa, tem rendido a cada dia mais...

Se você gostou do conto ou tem alguma sugestão a fazer, não deixe de comentar ou mande um email para :nina_von_teese@hotmail.com
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http://contosninavonteese.blogspot.com.br/

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

TESÃO QUE VIROU PAIXÃO

Foto-0334_e3 conto do Gabriel
narcisosantos@hotmail.com

Conheci Dalva em um evento e ,embora ela fosse muito bonita,morena,com um corpo bonito,o que me chamou a atenção nela,primeiro foram seus olhos. Uns olhos bonitos,brilhantes e penetrantes,bastante sedutores.
Além dos olhos,Dalva tem uma boca muito bonita,bem desenhada,muito sensual.

Não consegui parar de olhar prá ela.Ela logo percebeu que eu a seguia com o olhar e por sorte,fomos apresentados um ao outro. Ficamos conversando durante quase todo o tempo,no coquetel que teve depois do evento.Muito simpática,ela também pareceu gostar da minha companhia.

Convidei-a prá sair,mas ela disse que já estava indo embora,morava em outro Estado e seu vôo já estava marcado para logo depois do final do evento. Ela percebeu o meu ar de desapontamento e sorriu.

O clima entre nós era de pura sedução.Embora falassemos sobre diversos assuntos,pela nossa troca de sorrisos e de olhares,a conversa era outra; eu a despia e acariciava todo o seu corpo com os olhos e prá mim,o seu lindo olhar brilhava de tesão.

Eu não precisei pedir,foi ela que me sugeriu que a levasse ao aeroporto.Logo dispensou uma colega que iria levá-la e saimos.

No caminho,eu disse que gostaria de manter contato com ela e pedi email e telefone.Ela não quis dar,disse que talvez mais tarde,'quem sabe'. Sugeriu que deixassemos por conta do 'destino',do acaso.. BocaDalva

Chegamos logo ao aeroporto e ela quis se despedir logo. Nos olhamos e aconteceu: nos beijamos longamente,um beijo úmido e gostoso,de língua e com muito desejo.

Então Dalva entrou rapidamente e foi para o balcão de embarque. Fiquei parado olhando-a,ainda meio estonteado pelo beijo delicioso.

Logo ela voltou, se aproximou de mim e me contou que o vôo ia ter um atraso de  uma hora a uma hora e meia. Me deu um olhar safado e perguntou se eu tinha alguma idéia do que fazer com esse tempo.

' Vou pensar em alguma coisa',eu disse,com um olhar mais safado ainda. Fomos de mãos dadas até o estacionamento do aeroporto. O estacionamento estava lotado de carros, mas não se via ninguém.

Nos olhamos e sem dizer nada, entramos no carro. Liguei o ar condicionado e fechei os vidros. Era noite e o carro tinha insufilme. Mas ela parecia não se importar com nada,só me olhando fixamente, pedindo com o olhar, 'quero você',parecia dizer..

Peguei-a pela nuca e nos beijamos novamente, loucamente, sugando sua lingua, enquanto corria os dedos pelos seus cabelos . Sua boca era deliciosa,ela se entregava ao meus beijos com intensidade.

Comecei então a mordiscar a orelha dela , suas mãos macias entrando por dentro da minha camisa, percorrendo meu corpo , meus lábios subindo e descendo por toda a lateral do seu pescoço,enquanto apalpava seus seios por cima da roupa.

OlhosDalva Saimos,empurrei bem os bancos da frente e fomos pro banco de trás. Dalva sentou-se no meu colo,e eu a ajudei a tirar a blusinha de seda. Beijei suas costas e soltei o soutien, sofregamente, cheio de desejo e, com ela virada de costas para mim , comecei a acariciar os bicos dos seus seios.Alternava apertões  fortes e delicados, enchia as mãos com os peitos, deslizava o dedo pelos biquinhos e depois contornava todo o seio com a mão. Enquanto isso,beijava seus ombros e pescoço.

Dalva requebrava lentamente no meu colo,nossos corpos colados .Estavamos só separados pelas nossas roupas,ela gemia.

Queria que o tempo parasse naquele instante,com aquela mulher gostosa, sentada no meu colo , as costas pregadas no meu  peito e sua bucetinha movimentando-se  freneticamente sobre o meu volume.

Dalva esfregava as costas no meu peito , e eu  acariciava os seus peitos cheio de um tesão furioso, no mesmo ritmo que ela se contorcia no meu colo,se esfregando pra frente e pra trás. Sua saia estava toda levantada, precisei apenas afastar a sua calcinha prá começar a acariciar sua vagina e no mesmo ritmo da sua dança louca e desconexa sobre meu pau. Enquanto, com uma mão, continuava a apertar seus seios, usei a outra para enfiar três dedos na sua vagina, enquanto, com o polegar , pressionava seu clitóris e fazendo movimentos circulares.

Então Dalva se levantou ,sentou-se ao meu lado e tirou a calcinha,olhando nos meus olhos.Nos beijamos ,eu tirei a calça e a cueca e coloquei uma camisinha.

Depois sentou-se de novo no meu colo,agora de frente prá mim. acomodando centimetro por centimetro lentamente, meu pau dentro da sua buceta.

Começou então a cavalgar bem lentamente enquanto me dava os seios para chupar..Dalva gemia, louca de tesão,
Começou a acelerar os movimentos e eu sentia meu pau tocando cada vez mais fundo,

Eu sugava seus peitinhos de biquinhos durinhos,alternado com deliciosos beijos na boca.

Gemendo, Dalva rebolava no meu cacete.Eu martelava sua buceta,de baixo pra cima,fodendo com força,apertando as nádegas dela..

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aiiiii

ela gemia cavalgando mais rápido..segurava na minha nuca e falava bem perto do meu ouvido :

'isso mete come minha bocetinha'......fode ela ....com força.. '

Então eu segurei ela pelos quadris,levantando e descendo seu corpo ,sincronizando o movimento do seu quadril e da sua buceta sobre o meu pau.

Dalva se apoiou nos meus ombros,e desceu o corpo de uma vez, envolvendo meu pau inteirinho com a buceta,subindo e descendo, aumentando cada vez mais a velocidade, ao mesmo tempo esfregando os belos seios nos meus lábios..

Comecei a sentir que ia gozar ,me segurei,ela se movia mais rápido sobre mim, gemeu bem forte ,me pediu pra ser xingada...

'putinha,safada,vadia,cachorra..',

senti que ela me abraçava mais forte,pelo pescoço,se apertava a mim, depois uma contração espetacular no meu pau, e vendo que ela tinha começado a gozar , esporrei ao mesmo tempo na sua buceta, gemendo em seu ouvido  e dizendo o seu nome, ao mesmo tempo em que ela gemia também, se contorcendo mais um pouco antes de soltar de vez o seu corpo sobre meu.

Ficamos abraçados uns instantes,e ela não me deixou tirar o pau de dentro dela,recomeçou a se mover e me disse :

'goza de novo',

Decidida a me dar um segundo orgasmo,começou a beijar-me delicadamente enquanto sussurrava um monte de elogios e besteiras..Me deu o seios pra chupar,e o fato de estarmos quase nús,transando dentro no estacionamento do aeroporto, meu pau todo dentro dela,ela pressionando meu pau com a buceta ,me pedindo pra foder ela, de um jeito tão gostoso,aumentava mais o meu tesão, o nosso tesão.

Dalva começou , então, a menear as ancas, num vaivém delirante, subindo, descendo, rebolando o corpo, em busca de um outro orgasmo.

Ela apressou os movimentos e, eu que estava segurando ela pelas nádegas,comecei a pressionar o dedos no seu rabo, apertando, gemendo de prazer a cada estocada.

Em delírios, os movimentos tornaram-se mais rápidos e, senti o prazer que se espalhou pelo meu corpo,com ela me dizendo :'goza,safado,goza,me enche de porra !!',aquilo me deixou louco e eu gozei!!!

2 Quando comecei a gozar , Dalva apertou-se contra mim, cravou os dentes no meu ombro e as unhas nas minhas costas e eu senti que ela também estava gozando ,e a segurei enquanto ela se deixava levar pelo prazer,até que os movimentos foram ficando cada vez mais lentos, até pararem por completo.

Ficamos apenas abraçados, com a respiração acelerada, até nos acalmarmos - Dalva contraindo a buceta,
masturbando meu pau com a xoxota,enquanto me beijava,

Só então Dalva desmontou de cima de mim ,tirou a camisinha,me masturbou um pouquinho,apertou a cabecinha,ordenhando meu caralho até a última gotinha de porra..

Depois se vestiu,menos a calcinha que deixou comigo.

Ainda deu tempo de nos lavarmos,tomarmos café,conversarmos um pouco antes do vôo dela partir..

Um último beijo e eu já estava apaixonado: foi um tesão que virou paixão..

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MATANDO AS SAUDADES DE DALVA..

Matando a saudade!

1 Fiquei um bom tempo sem ter notícias de Dalva e já estava achando que nunca mais iria ver de novo aquela morena linda, de corpo bonito,muito carinhosa e safada.E não consegui esquecer dos seus olhos. Uns olhos bonitos,brilhantes ,sedutores ,penetrantes,E a boca !!
uma boca bem desenhada,sensual,saborosa..

Mas,novamente o acaso nos reuniu.Nos encontramos num restaurante . Ela estava com algumas pessoas,eu com meus colegas de trabalho e clientes,só conseguimos trocar algumas palavras e muitos olhares. Só de me olhar fixamente,ela me deixava louco. Dalva estava linda, cabelos soltos, uma saia preta, um pouco acima dos joelhos ,uma blusinha larga ,estava de salto ! .Parecia adivinhar minha tara por pernas bonitas e por saltos altos.

Mal consegui me concentrar na conversa,trocando olhares com ela que estava em outra mesa..Eu comendo Dalva com os olhos,e ela me olhando com aquele olhar brilhante que eu já conhecia, de quem está tarada de tesão.

Ficamos assim um bom tempo,quando todos da mesa dela se levantaram prá ir embora,ela se aproximou de mim e me olhando bem safadamente disse : ' to hospedada aqui perto, você me acompanha até o hotel ? '

Levantei-me na hora,dei uma desculpa e sai com ela e com as pessoas que estavam com ela. Discretos,seguimos lado a lado,sem toques,quase sem palavras,só nos olhando cheios de desejo..

Duas quadras depois chegamos no hotel,ela se despediu dos seus amigos e me convidou prá subir com ela até o quarto.

No elevador quase lotado ,apenas mais olhares,muito tesão.
Quando entramos no quarto, começamos a beijar e a matar toda a nossa saudade, era uma delícia sentir novamente o sabor da sua boca,me deliciar com cada sucção da sua lingua..

Enquanto me entregava sua boca ,Dalva ia abrindo os botões da minha camisa,começou a lamber e a chupar meus mamilos,aquilo me arrepiou,ela sabia exatamente onde me tocar,foi tirando a minha camisa,beijando e lambendo meu peito,minha barriga,tirando a minha calça,me fez sentar e ajoelhou-se em frente do meu pau,e começou a me masturbar,me olhando fixamente.

Enquanto me masturbava,Dalva foi abrindo a boca devagar e colocando meu pau na boca,ficou sentindo as pulsações,tirou da boca e ficou passando a lingua,enfiou na boca de novo e começou a movimentar devagar engolindo e tirando da boca,lambendo e olhando para mim com aqueles olhos lindos, chupava devagar,como que saboreando..eu estava arrepiado..Ela começou a chupar um pouco mais forte,enfiando meu pau todo na boca,parava,lambia,ficava chupando só a cabecinha .Ao sentir meu pau pulsando mais forte,ela aumentou um pouco a velocidade e eu segurei sua cabeça e afastei sua boca gostosa do meu pau, porque não queria gozar ainda..

Ajudei-a a se despir e a coloquei deitada na cama,nua,e começamos a nos beijar..Boca,pescoço,colo e fui descendo até começar a lamber os biquinhos dos seus seios,abocanhar até senti-los bem durinhos e chupar, chupar, chupar aqueles peitos deliciosos, sugar, sorver, mamar...

Foi o que eu fiz, chupando um dos seios dela enquanto acariciava o outro com meus dedos. 7

O tempo parou, fiquei de olhos fechados saboreando o momento, até que ela segurou minha cabeça com as duas mãos e foi me conduzindo para a sua virilha. Finalmente, ela estava com as pernas em tesoura em volta do meu pescoço, bem de frente para mim. As pernas abertas deixavam sua rachinha escancarada,molhadinha prá mim  .

Ela jogou a cabeça para trás e empurrou o púbis para junto da minha boca, e ficou à espera, com aquela linda boceta aberta, toda molhada, estufadinha, com o grelinho inchado e vermelho.

- Ai, chupa, chupa minha buceta..

Então passei ambos os braços em volta das coxas dela,e comecei a lamber pelas bordas aquela xana apetitosa, passando a língua de um lado a outro , para depois enfim lamber de frente os lábios menores.

Depois de algum tempo,abri a xaninha com dois dedos e enfiei a lingua bem lá no fundo.

- Isso, meu amor... Assim...

E aí, quando massageei seu grelinho delicioso com a pontinha da língua, Dalva começou a se contorcer, o grelinho inchadissimo. As auréolas dos seios estavam enormes,inchados, e os biquinhos saltados ao máximo. Ela gemia muito,com o rosto todo corado,os olhos brilhando.

- Que delíciaaa !!

Então me puxou pra cima dela,ficamos de frente um pro outro,ela encostou os lábios da xoxota no meu pau e se esfregou um pouco,bem sensualmente:

- Quero gozar no seu pau,amor

Fui enfiando bem devagar,como ela pedia,enfiando,deslizando prá dentro da buceta dela. Assim que o cacete entrou pela metade,ela me pediu pra parar de me mexer

- Deixa assim!, fica quietinho.

Para deixar a foda bem gostosa, às vezes Dalva contraia os músculos da xoxota,amassando meu pau,me dando mais vontade de gozar .

Então me olhando,Dalva começou a tocar no clitóris ,isso deixava o seu olhar mais tarado, esfregava o grelinho e me dizia :

- Gosto assim :quando eu estiver gozando, você começa a enfiar tudo ”

Ele ficou se masturbando com o meu cacete meio enterrado na sua buceta, pulsando,sentindo as pequenas contrações, a umidade, a quentura, por um bom tempo , até que começou a gozar

- Que delícia...me fode..

Enquanto ela gozava, comecei a fazer furiosos movimentos de vai e vem naquela xoxota, sentia a bucetinha molhada e quente,eu urrava de tesão e estava quase gozando, quando ela pediu :

- Quero ficar por cima..adoro...

10 Fiquei deitado de costas,segurei o cacete e ela começou a descer devagar, aos poucos, engolindo o caralho todo na xoxota meladinha e começou a cavalgar deliciosamente, rebolando, dançando, subindo e descendo,até aconchegar todo o caralho,até chegar no saco..eu urrava, arrepiado..

- Vou gozar, safada, aiiii,

- Goza,olhando prá mim..

Ela disse,deitando-se de costas,abrindo bem as pernas,e abrindo bem os lábios da xoxota com as duas mãos..

- Goza aqui.

Invadi sua xaninha ,num papai e mamãe furioso,metendo a cabeça e ela me pediu prá meter com força..apertando meu cacete,rebolando..

-mete,safado,
- Goza,olhando prá mim...

Senti o gozo vindo por todas as veias,me contrai e esporrei gostosamente dentro dela..A cada contração expelindo porra dentro dela, ela dizia:

- goza amor,goza na sua putinha..

Ainda com o cacete dentro dela,nos beijamos longamente.Meu pau ficou dentro dela até amolecer lentamente.

Depois de um banho refrescante,cochilamos um pouco e ficamos curtindo um ao outro na cama. Eu lhe contei algumas coisas sobre mim e não fiquei sabendo quase nada sobre ela.
Não fizemos plano nenhum, e pelo que ficou
subentendido, continuaríamos deixando tudo por conta do destino.

Ela brincou com o meu pau enquanto a gente conversava e eu dedilhei e chupei a xoxota dela , chegando a faze-la gozar na minha boca.

13 14

Prá retribuir, Dalva começou a me chupar furiosamente,batendo uma punheta no resto do pau que não estava na boca. Não demorou muito e eu anuncei que ia gozar ,ela tirou o pau da boca e aconchegou no meio dos seios e eu senti a carga de porra,inchando o meu pinto,e explodindo nos peitos dela, em jatos que se espalharam pelo pescoço e queixo.

Nem eu e nem Dalva ,não economizamos gemidos e berros durante o orgasmo,

Fodemos de todas as maneiras, e gozamos intensamente,como se fossemos velhos amantes.

Na noite seguinte,fui procurá-la e Dalva tinha deixado o hotel..Novamente, deixando tudo por conta do destino..

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

SEXO NA REPÚBLICA DE ESTUDANTES

Gente querida :
Faz tempo que não posto nada. Como sempre, to pedindo paciência prá vocês, não me esqueçam não, quando puderem, me escrevam, contando suas sacanagens..
No post de hoje, mais um relato do amigo Gil.. Já pedi a continuação..o email dele vcs já sabem : caagil@ig.com.br. O meu é gabrielnarcisosantos@bol.com.br.. Beijos a todos.. Divirtam-se :

*

Em 2 de outubro de 2013 14:48, carlos gil <caagil@ig.com.br> escreveu:

        Sexo na Republica de Estudantes

a01


        O que passo a contar agora aconteceu realmente comigo,quando eu era estudante de engenharia, e conheci uma garota que estudava Farmacia, a Cris,linda gata, e acabamos nos conhecemos no campus e ela foi convidada para participar da festa na minha republica, onde eu era conhecido como o rei das caipirinhas de limão.
        Essa garota ia toda hora na cozinha buscar caipirinha, e eu fazia sempre uma especial pra ela, e antes de entregar a ela eu fazia a prova. A garota ficou de pileque, e ja na 3 caipirinha estava nos meus braços, no beijamos loucamente, e acabei alisando os seios dela na cozinha, e nao passamos disso ali.
        Quando quase todos foram embora, consegui levar ela pro meu quarto, e acabamos transando loucamente, sem camisinha, ela me chupou como eu nunca tinha sido chupado, ela lambia o saco, chupava forte minhas bolas, e as engolia depois lambia meu anus virgem e eu arrepiava de tanto tesao.
        fizemos um 69 gostoso enquanto eu chupava sua xaninha lisinha toda encharcada de melzinho, ficamos assim por muito tempo esperimentando nossos corpos.
        Transamos no papai e mamae, de 4, enfim trepamos ate na beirada da cama, e gozamos 3 vezes, e ela dormiu na minha cama.
        De manha ela me acordou com uma chupada muito gostosa, e transamos 2 vezes antes de levantarmos e procurar algo para almoçar. Ficamos muito intimos e acabamos virando namorados, e ela vinha sempre as sexta feiras pra minha republica e faziamos amor deliciosamente.
        Ela mudou se de republica e foi morar com uma colega de curso, so as duas, e ai foi o que eu queria, mas a garota tambem tinha um namoradinho, e quando cada casal no seu quarto transava, todos escutavam, pois a minha e a dele chegava a gritar e tanto foder na pica.
        Minha namorada não fazia anal comigo ainda, e eu tinha um tesão louco naquele cuzinho, o maximo que eu fazia era lamber.a02
        Quando estavamos os dois casais na sala assistindo televisão, eu nao conseguia tirar o olho da Junia, a amiga da Cris, e quando via seu namorado alisando as pernas e seus seios meu pau endurecia muito, e quando eu ia pra cama com a Cris, fodia ela tendo o tesão pela Junia, e assim foi por muito tempo.
        Pra aumentar o meu tesão, um dia entrei na casa e vi os dois fodendo gostoso encostados na pia do banheiro, ela de frente pra ele, sentada na pia, e ele socando gostoso nela, e chupando os seios enormes dela.
        fiquei assistindo tudo, tirei meu pau pra fora, e me masturbei gostoso, quando de repente minha namorada sai do quarto e me flagrou punhetando.
        Ela ficou brava comigo, pois ela achou que eu não deveria ter feito aquilo, e que isso era uma falta de respeito com o casal, e inclusive conosco, e que se eu estivesse com tesão ela iria me satisfazer. Agarrei ela e corremos pro quarto, tirei a roupa dela com força e brutalidade, que ate assustei a menina, quando consegui tirar a calçinha, ela me fala que estava menstruada, e que não poderia dar pra mim, e que so iria me chupar, Então ela me fez uma chupeta deliciosa, e eu insistindo pra comer o cuzinho dela, ate que ela sedeu.
        ela deitou se de bruços e eu dei uma lambida no cuzinho virgem dela, encostei a cabeça do meu pau toda melada na entradinha, e fui forçando, ela gemia de dor, e me mandava parar, e eu insistindo e colocando cada vez mais pra dentro.
        Ela me empurrou e começou a chorar, dizendo que doia muito, e eu com pena da garota, me sentei na cama, e tambem fiquei triste.
        Ela vendo a cena, e percebendo que meu tesão não apagava, me mandou deitar, e apagou as luzes do quarto, e veio em minha direção e foi sentando em mim.
        encaixou a cabeça da minha rola na portinha do cu dela, e ficava melecando o anus com a baba da minha pica e com guspe da boca dela, e assi foi encaixando e meu pau foi engolido pelo anus dela.
a03         Eu completamente parado na cama e ela se ajeitando gostoso, ate que ela começou a gemer e a me cavalgar.
        Não me contive abraçei a Chris e disse que se ela continuasse eu iria gozar, e ela assim fez, rebolou ate que gozei dentro do cuzinho virgem dela.
        Ela saiu de cima de mim, e foi acender a luz do quarto, e quando olhamos a cama estava cheia de sangue, a bundinha dela toda machucada. Ela se desesperou e chorou, e saiu correndo pro banhero ainda nua, e eu sai atras dela tambem pelado e de pau ainda duro.
        Quando entramos no banheiro o casal amigo ainda estava transando, mas dessa vez sentamos dentro do box, tomando banho.
        Todos se assustaram, e não teve como nao reparar no casal, ele um rapaz forte, com um pau do tamanho do meu, e ela uma garota linda e deliciosa sendo enrabada de 4 no box. A amiga dela perguntou o que tinha acontecido, e a Chris contou tudo, e ela consegui acalmar a minha namorada, e a abraçou, e ficamos os 4 pelados dentro do box.
        A Chris e lavou, com a ajuda da Junia, e depois ela me abraçou, e eu pedi perdão a ela por ter machucado.Ela chorou nos meus braços, e quando olhamos pro lado o outro casal estava transando gostoso novamente nos abservando, e reparamos que eles estavam sentindo tesão pelos nossos corpos.
        Posso continuar?

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Ellen

 by Alam Arezi

Caminhando pelas ruas, sozinha como de costume, sinto a brisa me tocar e me guiar. O barulho dos meus passos no chão molhado, as luzes ofuscando minha visão turva de tanta solidão... Era difícil admitir que só estivesse à procura de sexo, um dos meus vícios sórdidos... Encostado na parede um homem pálido com a aparência funesta, lábios vermelhos e olhos azuis, minha mente em conflito e aquela imagem esguia que estava me seduzindo, não precisei de nenhum esforço para que ele viesse até mim, em uma voz rouca disse:

- O que procuras?

Sem pensar muito respondi:

- Não sabia ao certo o que procurava, mas quando te vi tive certeza que encontrei.

Continuamos caminhando, agora quem me guiava era ele... Relutando para não perguntar onde estávamos indo, e ele percebendo falou:

- Estamos indo ao paraíso. -Soltou uma gargalhada e me olhou - Não se preocupe, estamos chegando!

A única coisa com que não me preocupava naquele momento era isso, se já estávamos chegando ao nosso destino. Acendi um cigarro, e suspirei sutilmente sua fumaça para dentro de meus pulmões, era inevitável não demonstrar minha aflição, não estava a fim de muito papo, queria mesmo é que ele me tocasse e me penetrasse com violência. Resolvi demonstrar mais o meu desejo por ele, o coloquei contra parede, desabotoei sua calça e comecei massagear seu pênis, do qual para minha surpresa já estava ereto, beijei sua boca como nunca havia beijado alguma antes, senti uma de suas mãos acariciando meus seios, e a outra estava enrolada em meus cabelos, num tom ofegante ele disse:

- Acalme-se, já chegamos. Eis aqui meu paraíso.

Passamos por um extenso corredor, quando paramos em frente à porta, em um movimento brusco ele arrancou um molho de chaves do bolso de seu paletó.

- Entre, está um pouco bagunçado... Minha secretária sumiu, ou desistiu de limpar minha sujeira.

Livros e garrafas de vinho espalhadas pelo chão, quadros por todas as paredes do apartamento, mas um deles me chamou mais atenção, uma tela com minha imagem... Indaguei-o:

- Já me conhecia? - E ele falou: - Não, havia sonhado com essa imagem por varias noites e então resolvi pintá-la. Se sente incomodada com isso? -
Eu não sabia o que falar e também aquilo não era prioridade no momento, então me aproximei e tirei seu paletó, ele foi logo tirando os sapatos e meias, me puxou e começou a me despir. Suas mãos tocavam minha genitália com suavidade, como se estivesse tocando piano, logo começou a chupar meus seios rijos e me conduziu até o quarto. Estávamos os dois nus, sua barba roçava em meu pescoço fazendo-me ficar mais excitada, suas mãos agora em minhas nádegas movimentando-as para cima e para baixo e, em um instante, eu já estava algemada na cama. Quando ele deitou seu corpo sobre o meu e me penetrou, eu estava tão feliz com aquele momento que nada mais existia naquele lugar, só meu corpo, ele e a cama.

O ritmo aumentava cada vez mais, senti o primeiro orgasmo chegar, foi quando me transformei em um animal urrando de tanto prazer, então ele tirou as algemas e me colocou de quatro na cama, agarrou meu quadril e me encaixou novamente, pegou nos meus cabelos inclinando minha cabeça. Pude sentir milímetro a milímetro de seu pênis entrar em mim, sua mão estava massageando meu clitóris em movimentos circulares e logo senti outro orgasmo chegando, era cada vez mais intenso e prazeroso, senti um líquido quente escorrendo pelas minhas pernas e agora quem gritava era ele, que balbuciava palavrões enquanto jorrava seu esperma.

Ele deitou na cama puxando um cigarro que estava em cima do criado mudo, e finalmente perguntou:

- Como é seu nome moça dos meus sonhos? - Então o respondi:

- Ellen, e o seu misterioso rapaz?

- Chris... Chris Amarante, prazer! – Ironicamente disse:

- Te garanto que o prazer foi todo meu.

Enfim ele adormeceu isso já não me ofendia mais, virar pro lado e dormir depois de um transa pra mim era comum, eu como sempre esperava esse momento ansiosamente pra poder ir embora sem deixar rastros.

Chegando em casa, fui direto tomar uma ducha, estava exausta, pois o caminho era longo, acendi outro cigarro enquanto me despia, liguei o radio e estava tocando: “Lucy in the sky with diamonds – Beatles”, comecei cantarolar e pensar no retrato meu que havia na casa dele, seria uma mera coincidência, ou algum tipo de aviso? Ele realmente havia mexido comigo, mas não gosto de prolongar relacionamentos, sou apenas uma caçadora de sexo e não costumo me envolver com as pessoas profundamente, então resolvi terminar o banho e ir me deitar, pois tinha que trabalhar na manhã seguinte.

Pontualmente às sete da manhã meu relógio despertava e eu freneticamente começava minha rotina, tomava meu café e saía correndo até o ponto de ônibus, trabalhava em uma livraria, era um lugar muito movimentado e como distração ficava observando as pessoas que passavam por lá. Meu trabalho não era difícil, cuidava do caixa e atendia ao telefone, não ganhava muito bem, suficiente para me manter viva, meus pais moravam em uma cidade do interior e me ajudavam com algumas despesas.

Do trabalho ia direto a faculdade, mal tinha tempo para me alimentar direito e então sempre antes de entrar na aula passava em um barzinho que havia ali por perto e comia qualquer bobagem, um local onde era freqüentado por universitários, um grande ponto estratégico para minha caça noturna, já havia feito sexo com a minha turma inteira e boa parte dos outros estudantes, mas sempre descobria algum que ainda não havia atacado.
Já sala de aula ficava admirando o charme de um dos meus professores, ele tinha uma voz penetrante que me estimulava sexualmente e então o escolhi como minha vitima da noite. Esperei-o no estacionamento encostada em seu carro, quando ele chegou ficou surpreso e logo me perguntou:

- O que faz ai Ellen? – Com um sorriso sacana em seus lábios. Percebi seu interesse fui logo ao ponto e disse:

- Te escolhi pra essa noite. – Todos sabiam da minha fama então deixei bem claro o que queria. Ele logo respondeu:

- Quanta honra, achei que esse dia nunca fosse chegar! – Ele foi logo abrindo a porta do carro para que eu entrasse. A caminho de um lugar qualquer, trocamos algumas palavras sem muita relevância, e então na estrada vi um grande letreiro que dizia “MOTEL”. Ele foi logo estacionando e logo desembarcamos.

Chegando ao quarto que como sempre era vermelho com luzes baixas que quase não iluminavam, ele foi logo tirando sua roupa e dizendo:

- Não posso me demorar, minha esposa vai desconfiar.

- Tudo bem então, pode começar a hora que quiser!

Eu estava com uma cinta-liga preta, isso aparentemente o deixou muito excitado, então ele me agarrou com força e começamos os preliminares. Ele realmente era muito experiente e sabia como agradar uma mulher, chupava meu grelo como se estivesse chupando uma laranja, não pude evitar um orgasmo logo de cara, um de seus dedos percorria a minha região anal, ele parecia ter vontade de me desbravar toda e então o deixei que penetrasse seu indicador em meu anus com um movimento de vai e vem com a língua e com o dedo, logo não agüentei de tanto desejo e pedi que colocasse o seu pênis em minha vagina, ele ficou em pé e me encaixou contra a parede, enquanto ele metia, lambia os meus seios e algumas vezes os mordia, estava cada vez mais surpresa com o seu desempenho, suavemente me deitou na cama de bruços e pediu para que ficasse de quatro para que ele pudesse foder meu anus. Não foi preciso nenhum tipo de lubrificante pois estava muito excitada, ele começou a ficar violento como eu gostava, dava palmadas em minhas nádegas, gemia como uma criança com dor e finalmente ele gozou. Fui até o banheiro e retoquei a maquiagem, já estava vestida e voltei até o quarto, ele estava vestido também. Pedi para que me deixasse perto da faculdade, não gostava que me levassem até em casa, poderiam me procurar e não queria que isso acontecesse.

Abri a livraria no dia seguinte e para minha surpresa havia um recado na secretária eletrônica (coisa que não era muito comum), resolvi ouvi-lo:
“Olá Ellen, não vi a hora que você foi embora, a única coisa que encontrei de ti foi esse cartão da livraria em que você trabalha, desculpe se estou te incomodado, eu gostaria muito de te ver novamente, onde posso te encontrar? Vou deixar o meu telefone caso esteja interessada... Beijos Chris!”.

- Como pude falhar assim? Como pude deixar cair justo o meu cartão? Eu sou uma tola! – Resmunguei comigo mesma. - E agora, tenho que confessar que sinto uma enorme vontade de vê-lo de novamente, mas ai estaria quebrando minhas próprias regras. O que vou fazer agora?

Fiquei pensando o dia todo no telefonema, eu queria muito ligar pra ele, mas decidi que não era o momento certo para isso, então continuei com meus afazeres. O dia passou rapidamente e já estava quase na hora de ir para a faculdade. Eu estava muito cansada e então resolvi ir direto para casa.
Antes de entrar no meu apartamento resolvi passar na casa de uma amiga minha para conversarmos e quem sabe tomar um café. Toquei a campainha e ela atendeu a porta e, em seguida, ao entrar lá, a cumprimentei com um leve beijo em seus lábios e disse:

- Ana minha querida, como está? - Ela sorriu e respondeu:

- Ah, ando com alguns problemas e você já deve saber quais são não é?

Sim eu já sabia qual era o seu problema e ele se chamava Adam – Homem. Não havia muito o que se dizer sobre isso e acabei mudando de assunto.

- Como está o seu trabalho Ana? Soube que precisam de mais uma menina para ajudar, isso é verdade? Estou querendo sair da livraria, o que eu ganho é uma mixaria mal consigo me alimentar. – Sorri mentirosamente

Ana trabalhava em uma casa noturna como dançarina e se prostituía também, faturava uma boa grana, fora as gorjetas que eram muito generosas. Me interessava muito um trabalho assim, iria unir o útil ao agradável. Ela respondeu:

- Sim, estamos precisando de mais uma garota, mas não acho que seja uma boa idéia você trabalhar lá, você sabe como Adam é, e ele vai começar a fazer com você o que faz comigo; eu não quero isso para você Ellen. Preocupo-me contigo, você sabe que eu te amo e quero só o seu bem. – Nada faria com que ela tirasse essa idéia de minha cabeça, pois só estava pensando no prazer que iria obter com isso e também, na relutante maneira de sumir da vida de Chris. Mas, para não deixá-la mais chateada resolvi não tocar mais no assunto... Eu sabia que o emprego já era meu.

Ana foi até a cozinha e preparou um café, enquanto isso na sala eu acendi um grande baseado, dei uma tragada e como sempre me afoguei, ela logo sentiu o cheiro e sentou-se ao meu lado e pegou o baseado da minha mão. Juntas nós fumamos toda a erva e depois, ao som de todo o álbum de “The Dark Side of the Moon”, transamos como de costume... Sem amor, sem compromisso. Sem amanhã.

( http://contosmarginais.blogspot.com.br )

terça-feira, 17 de setembro de 2013

GIL E ANGÉLICA – CONTINUAÇÃO

Oi, gente, tudo bem ? por aqui, tudo indo.. espero que esteja tudo bem com vcs.. No post de hoje , a continuação do conto do Gil..A foto que ilustra o conto, foi escolhida por ele mesmo. é uma das sacanagens que ele gosta de fazer

Espero que estejam gostando.. Beijos gerais… Gabriel

*

Em 12 de setembro de 2013 15:21, carlos gil <caagil@ig.com.br> escreveu:

Continuação do feriadão com a Angélica.

Danadinha enfiando o dedinho
A angélica estava linda de biquine, não tinha quem não olhasse e a admirasse, o corpo dela, no meu modo de ver era perfeito, seios médios, durinhos, bumbum maravilhoso, com o biquine todo lá dentro, xoxotinha toda depilada, ai que maravilha de mulher.

Entramos no mar para nos refrescar, e quando a onda vinha, ela se agarrava em mim,  e me beijava, ficamos um bom tempo na agua namorando gostoso, nos beijando e nos alisando gostoso, meu pau estava durisimo, e ela se esfrevaga gostoso nele me provocando, eu não tinha como sair dali pois meu pau estava querendo sair pra fora da sunga preta, e ela ria demais da minha situação.

Com isso, ela saiu correndo da agua e me deixou sozinho, para me acalmar, e amolecer meu pau.

Quando cheguei proximo a ela, a Angélica já estava sentada numa  mesinha com guarda sol, e o garçom, ao lado dela a admirando e anotando o pedido.

Tomamos algumas cervejas, e comemos camarão ao alho e oleo, minha linda namorada estava toda gostosa, e me pediu pra passar protetor solar no corpo todo dela, e enquanto eu passava, meu pau novamente reagiu, depois ela passou protetor em mim, e resolvemos pedir caipirinha de limão.

Assim, nos empolgamos mais ainda e eu já estava alto, e ela me abraçava e me beijava, e todos que por nos passavam, não deixava de nos admirar, naquela esfregação.

Resolvemos passear e na nossa caminhada ela me falou que queria dar pra mim, e fomos em direção ao pedral,

Lá no pedal, tinha outros 2 casais namorando, eu achei que  ela não ficaria  por conta de ter outras pessoas ali.

Ficamos nos agarrando e nos alisando, e vimos que tinha um casal transando, e com isso meu tesão aumentou e puxei o biquine dela de ladinho e coloquei meu pau na xaninha dela já toda melada, e entrou sem nenhuma dificuldade de penetração, e ficamos fodendo assim gostoso, eu encostado na pedra, e ela na minha frente, levando rola.

Ela me agarrava, me beijava, e com todo isso os seios dela já estavam pra fora, encostados no meu peito.

Ficamos transando assim gostoso, ela gemendo, agarrada em mim, com o biquininho de ladinho, e anunciou o gozo, e ela gozou me beijando e tremendo, pois estavamos em pé, e assim o esforço é bem maior.

A Angélica já estava cansada e me pediu pra eu gozar logo, e com esse pedido assim, esporrei dentro da bucetinha depiladinha dela, gozei muito, e ela percebeu a quantidade que ate fez um comentário, dizendo que eu a iria matar afogada.

Assim que gozamos , ela recolocou o biquine no lugar , e eu devolvi meu pau ainda duro na sunga.

Quando caimos na real, observamos que os 2 casais estavam nos admirando, e devem ter gostado, e ela me puxou pelo braço e saimos correndo até a nossa cadeira de praia.

Ela foi direto pro mar, se lavar, e me comentou que a porra estava escorrendo ate pelas pernas , e que o biquine, não tinha suportado, a quantidade de esperma que coloquei dentro do corpo dela.

Assim votamos a beber, e comer tira gostos antes de irmos almoçar no hotel.

Chegando ao hotel, fomos pro quarto e tomamos banho juntinhos, e a chupei gostoso em baixo do chuveiro, e ela gozou, na minha lingua, e eu chupei a xana dela ainda com vestigios da minha porra lá dentro, e a babinha que saia da xaninha enquanto ela gozava na minha boca.

Então ela, veio retribuir a chupada, me encostou na parede do box, e se ajoelhou na minha frente, e ficou me chupando forte, fazendo eu gemer de dor e prazer, chupava minhas bolas, e me masturbava gostoso. Me virou de costas e me chupou e brincou  com a lingua dela no meu cuzinho, sem parar de me masturbar.

Me virou novamente de frente pra ela e me mandou gozar logo,

Gozei gostoso dentro da boca dela, e ela não deixou cair uma só gota no chão, e olhei pra ela, e a vi engolino tudo.

Nos beijamos, e terminamos o banho, para irmos almoçar no restaurante do hotel, mas isso eu conto no próximo conto.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

CONTINUAÇÃO – GIL E ANGÉLICA

Oi, gente, tudo bem ?
como foi o fim de semana de vocês ? to esperando que vocês escrevam prá mim. Escrevam contando o que aconteceu na balada, por exemplo, vai ser muito legal. Por enquanto, só quem tem enviado historinhas sacanas prá mim é o Gil .

No post de hoje, a continuação do seu relato com a Angélica. Me garantiu que tem mais. Aguardo seus comentários e sugestões..
*

EMAIL DO GIL 

Em 6 de setembro de 2013 08:45, carlos gil <caagil@ig.com.br> escreveu:

Depois que fizemos amor bem gostoso, pedimos o jantar no quarto e acabamos dormindo cedo.
Ela estava de baby doll, muito sexy, os seios as vezes ficava todo amostra, o bumbum sem calçinha, estava com a polpinha da bunda aparecendo, (adoro morder a polpinha da bunda dela).
Jantamos, e assistimos televisao, e acabamos dormindo abraçados na cama, e eu estava so de cuequinha de seda.
Na manha seguinte, a Angélica me acordou chupando o meu pau, nossa que delicia ver meu pau endurecendo dentro da boca dela, ela abaixou minha cueca, e ficou brincando com a cabeça do meu pau ainda mole, e rapidinho ele ficou durissimo e melado, ela guspia na cabeça dele para facilitar dentro da boca dela, chupou meu saco, ficava brincando com meus testiculos, me beijou com a boca toda melada do meu pau e guspiu dentro da minha boca a babinha que saia do meu cacete, lambeu meu cuzinho gostoso enquanto me masturbava, eu já estava doido de tesao pedindo para ela deixar eu a foder, mas ela continuou me chupando, e me pediu leitinho quente no café da manha, e nao me aguentei e esporrei dentro da boca da safada, os jatos de porra eram grossos, pois eu estava com muito tesao, e ela so parou de me chupar depois que limpou tudo e engoliu toda minha porra.
Entao ela veio em minha direçâo e me beijou, nossa que beijo delicioso, acabei sentindo o gosto do meu pau e minha porra pela linguinha safada dela.

Ela me disse que estava com fome,e entao fomos nos vestir para ir tomar cafe da manha no restaurante do hotel, coloquei uma bermuda e camiseta, e a Angélica somente um vestidinho amarelo de alçinhas, sem nadinha por baixo, ela estava deliciosa assim, os seios balançando gostoso dentro do vestidinho, e o bumbum sem calçinha ficava marcado.
Quando chegamos no restaurante do hotel, os homens e garotos que estavam ali, pararam para olhar a Angélica desfilando so de vestidinho, todos percebiam que ela estava nuazinha por baixo.
Meu pau endureceu vendo ela assim toda gostosa sendo desejada, e ela sabia que estavam olhado pra ela, que durante o cafe da manha, ela me disse que foi cantada, por 2 rapazes enquanto eu n~~ao estava olhando.

Nossa como isso me excitou. Tomanmos nosso café e voltamos pro quarto para colocarmos roupa de praia, na saida do restaurante, pude ver alguns rapazes olhando pra bundinha dela pelo espelho na parede, quando passei na porta de saida do restaurante, so praa provocar eles, eu dei uma alisada na bunda dela por cima do vestidinho, e saimos sorrindo.

Entramos no quarto, e ja fui agarrando ela e deitamos na cama, levantei o vestido dela, e a chupei gostoso, a xaninha já estava toda meladinha, lambi ela toda xaninha e cuzinho, ela se virou e fizemos um 69 gostoso.Coloquei ela de 4 na cama e coloquei meu pau todo pingando de tesao na rachinha dela, fiquei bombando gostoso, alisando os seios por baixo, ela empurrava seu corpo contra o meu pra fazer minha pica enterrar toda dentro do corpo dela, deitamos novamente na cama e transamos gostosona posiç~~ao papae e mamae, nos beijando, e chupando seus seios durinhos, ela me disse que iria gozar gostoso, e acabamos gozando juntinhos, meu pau pulsava dentro da xaninha dela, enchendo ela de porra,e ela apertava meu pau la dentro com sua xaninha toda esporrada, senti o gozo escorrendo, e quando tirei meu pau, ela me beijou, e disse que estava apaixonada por mim, eu confesso que tb estava, mesmo sabendo que ela fazia programa com outros homens. Ela me confessou que queria parar, e que seu eu continuasse assim com ela, ela seria só minha.

Coloquei minha sunga preta, e ela o biquininho azul, de laçinhos, e fomos pra praia....... (continua)

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

TESÃO PELA GAROTA DE PROGRAMA - EMAIL RECEBIDO

Oi, gente:
Depois de um tempão sem postar, tô trazendo prá vocês , mais um conto enviado pelo amigo Carlos Gil . Como já disse em postagens anteriores, Gil  gostaria de manter contato com vocês. O email dele é caagil@ig.com.br.

TESÃO PELA GAROTA DE PROGRAMA

Em 4 de setembro de 2013 14:07, carlos gil <caagil@ig.com.br> escreveu:

 images    O que vou contar agora , aconteceu a alguns anos atras, quando eu conheci a minha princesa chamada Angélica, essa garota sempre me dava um tesão quando eu a via. Ema é moradora da cidade vizinha a minha, e alguns conhecidos me falaram que ela fazia programa, mas ela era super discreta.
    Então um dia quando estavamos num bar ela apareceu, toda linda de
vestidinho preto, mostrando seu corpo maravilhoso, eu não resisti e fui até ela, e acabamos se apresentando, e ficamos bebendo no bar, e jantamos juntos e convidei ela para sair e curtir mais a noite.
    Fomos para dançar, e enquanto estavamos com nossos corpos
coladinhos, dei um beijo nela e ela retribuiu maravilhosamente bem, meu pau estava enorme e todo babado dentro da cueca, e ela percebeu o volume da minha calça, e fez um elogio, eu resolvi convida-la para sairmos dali, e ela me confessou que era estudante universitária, e se caso eu quisesse fazer amor com ela, teria um preço. Combinamos o preço e fomos direto no meu carro pro motel. dentro do carro ela me alisava e eu passava as mãos no seu corpo, nos seios, coxas, etc.
    Guardei o carro na garagem, e quando entrei no quarto, ela tirou minha
roupa toda, fiquei nu, e meu pau pingava de tanto tesão, e ela se agaichou, e lambeu a babinha, e colocou meu pau todo na sua boca, sugando sem parar, ela chupava ele e guspia na cabeça dele bem gostoso.
    Me deitei na cama redonda e ela tirou o vestidinho, sutia, e calçinha, e
se deitou junto a mim, nos beijamos loucamente, confesso que naquele momento eu já estava totalmente apaixonado por ela. E eu sentia que ela tambem estava se envolvendo comigo, muito mais do que um programa de sexo.
    Nos chupamos loucamente, fizemos um 69, e eu lambia sua xaninha, e
elaapertava minha cabeça com suas pernas, Me virei, e fizemos amor na posição papai e mamae, e sempre que eu me aproximava dela, ela me beijava, e eu realmente não estava mais pensando em nada somente em nos 2, inclusive nem usei camisinha.
    enquanto eu bombava gostoso, ela gemia, me apertava, pedia mais e
mais,meu pau estava todo dentro do corpo dela, seus seios eram sugados pela minha boca, paramos um pouco e ela sentou no meu pau, e ficou cavalgando, e dizia que estava delicioso, e disse que estava gozando, com isso ela me beijou, e meu tesão foi alem, e começei a gozar junto com ela, dentro da xaninha.
    Ficamos nos beijando, e depois que nossos corpos se separaram, ela me
disse que nunca tinha acontecido isso com ela, e que foi a melhor trnsa da vida dela, e eu não menti, e confessei que adorei, demos um beijo de lingua como se fossemos namorados.
    Conversamos sobre o não uso da camisinha, e ela me tranquilizou,
então fomos pra banheira, ela toda nua no quarto e eu de pau duro atras dela.
    Ela entrou, e vi que estava escoreendo o gozo entre suas pernas, e ela
me perguntou se eu iria limpar, ou ela poderia lavar? Me agachei e lambi a xana dela toda melada de porra quentinha, ela retirbuiu, engolindo meu pau, e saco,e começamos nossa segunda trepada daquela noite maravilhosa. Coloquei ela de 4 na banheira e a comi por tras, e eu ficava alisando seu cu lisinho, e ela estava gostando, eu pedi pra ela deixar eu colocar na bundinha dela, e ela engoliu meu pau de uma so vez naquele cuzinho apertadinho, e ficamos transado no anal dela,até eu esporrar la dentro de novo.
  
Posso continuar?

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TESÃO PELA GAROTA DE PROGRAMA, PARTE DOIS –O CUZINHO..

 

Depois que transamos gostoso no motel, fiquei apaixonado por ela, e percebi que ela retribuia com amor tb, e assim começamos a sair todas as noites, e quando eu ia pagar ela nao aceitava meu dinheiro, mas mesmo assim eu falava que era um presente.
Estava proximo do fim de semana e era feriado prolongado, quinta a
domingo, e convidei a Angélica para irmos pra praia, ela aceitou e na quarta feira anoite paaasei na casa dela e fomos pra Ajuruteua, praia deliciosa, ela estava devinamente cheirosa e linda, na viagem fizemos carinho um no outro, mas nao transamos, apenas nos alisamos.
Chegamos no hotel, e assim que entramos no quarto eu agarrei ela, e ela
me beijou, ficamos nus, e como estava muito calor fomos direto tomar uma ducha, ela ficou nuazinha, e eu de pau durissimo, sai corendo atras dela, meu pau pingava de tanto tesão, nos banhamos, e ela se ajoelhou na minha frente e me fez um boquete divinamente gostoso, chupava e lambia minhas bolas, e com a mao alisava minha bunda, de repente ela mela o dedo dela no meu pau e passou 1 dedo todo melado na portinha do meu cu, senti um prazer diferente, pois nunca tinha sido alisado no cuzinho, e ela viu que eu nao me importei e continuou me chupando e passando o dedo na portinha do meu cu, quando eu estava prestes a gozar, ela parou de chupar, me virou de costas, e começou a passar a lingua no meu cu, nossa que sensaçao gostosa eu senti. Ela me fez gozar assim me punhetanto, e passando a lingua no meu cu, meu gozo espirrou na parede do banheiro e o que ficou no meu pau ela lambeu, ficou em pé, e me beijou passando a porra pra minha boca, acabei sentindo o gosto salgadinho.
Nos secamos e fui pra cama, ainda nú, e ela pediu que eu ficasse na
cama esperando ela, sem olhar, pois ela tinha trazido algumas surpresas.
Quando ela chegou proximo a cama, a vi vestida de meia calça pretas,
cinta ligas, espartilho, e mascara, era a fantasia de tiazinha, nossa ate hoje me lembro da cena, que tesão ela estava.
E eu ainda peladinho na cama, ela chegou perto de mim, e disse que
agora era ela que mandava em mim. Fiquei curioso no que iria acontecer, ela pegou o chicotinho e deu leves chicotadas em mim, passava o chicote no meu pau, no meu saco, nossa eu estva adorando aquilo, pegou uma algema e me prendeu na cabeçeira da cama, tirou sua calçinha pretinha, e sentou no meu pau, me cavalgando gostoso.
me virou de bruços, e me batia com o chicotinho nas costas, bunda, saco,
que sensaçao deliciosa aquela, e como eu estva de bruços ela se aproveitava de mim, senti sua lingua novamente querendo comer meu cu, e eu abri as pernas, e ela viu que eu estava gostando, passou um gel geladinho na portinha do meu cu, e com carinho ficou colocando 1 dedinho, depois 2 dedinhos, e mandou eu rebolar, e eu fiz tudo que ela me mandava na cama.
Senti algo diferente forçando a entradinha do meu cu ainda virgem, mas
foi em vão, era a ponta do chicote que entrava e saia do meu cu virgem, depois de algum tempo, ela parou, e me perguntou se eu estava gostando de sentir aquele tesão em um lugar diferente,Respondi que sim, e que com ela eu toparia tudo que nos desse tesão, assim ela me soltou as algemas, e começamos a transar gostoso.
Ela apagou todas as luzes do quarto, e saiu de cima de mim, mandando
eu esperar, pois ela tinha trazido mais surpresas deliciosas para experimentarmos. Alguns segundos depois ela me abraça, e eu sinto algo estranho no meio das pernas dela, e passei a mão e percebi que era um vibrador de cinta que ela estava usando,
Perguntei o que ela iria fazer, ela me mandou calar a boca e aproveitar,
me fez chupar o pau dela, eu chupava o vibradoe e alisava com a mao a xaninha e o cu dela tb, eu falei que iria foder ela gostoso, igual se fode uma travesti.
A Angélicadisse que primeiro a travesti iria provar, e depois se entregaria
completamente, e realizaria todas as minhas fantasias, nisso então ela me vira de bruços, e começa a querer enfiar aquele vibrador na minha bunda, eu pedia para ela parar que estava doendo, mas ela me lembrava que depois ela seria toda minha, e que isso era uma fantasia dela, e que quando eu como o cu dela, ela me aceita sem reclamar, e me mandou calar a boca, e aproveitar.
Alguns minutos, aquele vibrador ja estva entrando e saindo do meu cu, e
confesso que tava muito gostoso foder assim com ela.
Só sei que ela me pegou ate de frente, tipo frango assado, e me fez gozar,
com o vibrador todo no meu cu, e ela me punhetando gostoso.
Depois que gozei na mao dela, tirei o vibrador, e fiz sexo oral nela ate ela
gozar na minha lingua.
Ficamos descansando por alguns minutos e saimos para jantar, mas ai é
continuação das trepadas do feriadão

Gil

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

CONTRIBUIÇÃO E RECLAMAÇÃO

Autor Desconhecido

" Sexta-feira percebi que minha liberação passou dos limites. Era uma festa na casa da Anna. Infelizmente, meus "amigos" não puderam comparecer, e eu estava desconsolada, pensando que não daria uma boa trepada depois. Os amigos da Anna levaram muita bebida e eu me esbaldei, misturando cerveja com whisky. Fiquei completamente tonta, dancei com mil caras diferentes, sendo que beijei pelo menos dois na boca. Lá pela meia-noite, um cara louro e alto me convidou para dar uma volta no play (a festa era no salão do prédio). Eu nem pensei em recusar. Sentamos num banquinho bem distante e começamos a nos beijar calorosamente. Ele enfiava a língua fundo na minha boca, enquanto apalpava minhas pernas. Suas mãos deslizavam devagar, subindo, até encontrarem minha bocetinha, a qual massageavam por cima da calça. Inspirada por ele, procurei seu pau e comecei a apertá-lo, meio sem jeito, por causa do álcool. Num instante eu tinha abrido a calça dele, deixando à mostra um caralho que saía pelo buraquinho da cueca. Não era comprido, mas em compensação tinha um diâmetro respeitável. Fiquei punhetando um pouco, sentindo seu calor e suas veias pulsando nas minhas mãos. Diante das minhas carícias o louro agarrou minha cabeça, empurrando-a para baixo, louco por um boquete. Eu obedeci prontamente. Segurei o cacete pela base, deixando a glande bem exposta e abocanhei somente a cabecinha, que sugava gentilmente, roçando a língua na região do orifício. O rapaz gemeu alto... Logo senti um gostinho de porra na boca, apenas uma gotinha que me ensandeceu. Empurrei o pau para dentro, quase alcançando a goela, e passei a movimentar a boca, pressionando-o de leve, como se estivesse sendo comida. A cada pinguinho de esperma que eu experimentava, meu tesão crescia, até que não suportei e pedi para ele me comer, ali mesmo. Precavido, ele vestiu uma camisinha, deixando seu pênis ainda mais grosso. Sentado mesmo, abaixou a minha calça e já ia me virando... Mas eu senti um desejo incontrolável de dar o cu e avisei-o disso. Sem objeções, ele apontou a vara na minha direção, pronto para encravá-la no meu ânus. Eu dobrei as pernas um pouquinho, encostando na pontinha daquele pauzão plastificado. Mal podia esperar, porém consegui me controlar e fui descendo lentamente, até engolir a cabeça. Dei uma gemidinha e continuei a descida, rebolando de vez em quando para ajeitá-lo dentro de mim. Eu estava adorando dar o cu. Quando finalmente encostei a bunda no colo dele, tive espasmos de prazer. Havia agasalhado aquela pica toda, sem dar um grito... Nessa posição, peguei as mãos dele e coloquei-as na minha cintura, pedindo sua ajuda. Com esforço ele me agarrou e me suspendeu, tirando parcialmente o cacete quente do meu reto. Desci de novo, dessa vez mais rápido, escorregando naquele mastro lubrificado. Aceleramos o ritmo, aumentando o prazer e começando a arregaçar meu cuzinho. A dor apenas realçava as deliciosas sensações de preenchimento. Parei em cima dele e pedi para ele massagear meus peitos. Sua habilidade era impressionante. Afastando o sutiã para os lados, ele descobriu meus mamilos inchados e começou a apertá-los, carinhosamente. Foi quando apareceu um negão, de boa pinta, todo arrumado. O louro, para meu espanto, disse, rindo: "Não disse que ia comer essa gostosa."
Ele não tinha parado de apertar meus mamilos e seu pau continuava dentro do meu cu, latejando, forçando minhas pregas. Era impossível desmontar dele e ir embora. O prazer era muito maior que a humilhação de ser a "fácil". Eu mordia os lábios, enquanto o lourinho forçava o caralho para cima, tentando enterrá-lo ainda mais. Pude notar que o negão estava de pau duro testemunhando aquilo. Entre grunhidos, disse: "Vem cá..." Ele se aproximou, meio indeciso. Estiquei o braço, alcançando o dele e puxando-o mais para perto. Quando estava ao meu lado, levantei sua camisa e comecei a beijar seu peito e morder seus mamilos. Ele foi a loucura. Pedi para fazer o mesmo em mim, ao que ele me atendeu imediatamente. Aquela massa de músculos mamou maravilhosamente, mordiscando meus mamilos e lambendo meus peitos inteiros, um por um, sem economizar saliva. Eu rebolava em cima do caralho do louro, que tremia de tanto tesão por mim. A essa altura, a impressão era de que um rio escorria de minha boceta. Afastei o negão de mim e abri suas calças. Ele próprio a abaixou e tirou a cueca, revelando um verdadeiro colosso, talvez o maior que já vi. Tentei punhetá-lo, mas a posição era inadequada. A única opção era recebê-lo também, porém mesmo tendo adquirido certa experiência em dupla penetração, aquilo me assustava. Mas o negão tinha vontade própria e avançou sobre mim. Abrindo minhas pernas ainda mais, meteu os dedos na entrada da minha vagina, espalhando os líquidos que escorriam. Ao enfiar um dedo, não segurei um gritinho de tesão. Em seguida, já estava esfregando a cabeçorra daquele cacete gigantesco nos meus lábios, no clitóris, anunciando uma penetração dolorosa. Seu pau era realmente enorme. Fiquei paralisada em cima do louro, que continuava gemendo, aguardando... Aos poucos, a cabeça entrou. Mal tinha me acostumado à sua presença, o negão continuou a penetração, me arreganhando completamente. Seu pau não tinha fim, ficou metade do lado de fora. Bastou que começasse a estocar para que eu gritasse e gemesse loucamente, obrigando o lourinho a tapar minha boca. Era uma sensação de plenitude indescritível: duas picas grossas me preenchendo. Parecia que os dois se tocavam dentro de mim. Eu me descontrolava, em berros contidos: "Ui... me arromba... me come... puta que pariu... me come... mexe... os dois... mexe..." Os dois me atendiam o quanto era possível. Eu olhava para baixo, vendo uma parte da ferramenta do negão desaparecer e reaparecer dentro da minha boceta dolorida. De repente, o louro começou a gemer mais alto... ia gozar... Ele acelerou os movimentos, disputando cada centímetro dentro de mim com o negão. Eu gozava seguidamente, sentindo as varas quentes me violando. Lamentei o desperdício daquela porra, que nem pude sentir no meu rabinho carente. Vendo o gozo do amigo, o negão se animou e passou a meter com mais violência, estocando com força. Meus músculos pareciam que iam se romper, mas resistiam bravamente, acolhendo o membro desproporcional. Um minuto depois, o negão anunciava: "Ai... vou gozar... vou gozar..." Rapidamente, eu avisei que tinha que gozar fora. Ele tirou o caralho, reluzente com aquela gosma o cobrindo e disse: "Então me chupa!". Eu desmontei do cacete que amolecia no meu rabo e agachei à frente do negro tesudo. Com a mão no seu traseiro, abocanhei o quanto pude, deixando que fodesse minha boquinha. Os jatos vieram em abundância, derramando um leite espesso, primeiro na minha boca, depois no meu pescoço. Eu engolia aquele gozo avidamente, aproveitando seu sabor primoroso e a consistência que nunca tinha experimentado. Continuei chupando o pau do negão por um longo tempo, limpando cada centímetro e acariciando seus testículos como prêmio. Ele mal conseguia ficar em pé.
Ainda precisando de porra quente na boca, me voltei para o louro, que tinha acabado de tirar a camisinha. Vendo seu pau amolecido, me debrucei sobre seu colo, e comecei a lamber seu saco e pernas. Não demorou para o pênis mostrar sinal de vida e logo se reerguer. O negão sentou ao seu lado, com o caralho ainda meio duro, oferecendo uma visão deslumbrante das duas picas que tinham acabado comigo. Passei a chupá-los alternadamente, em demorados boquetes. Minha boquinha estava cansada, mas o desejo de engolir esperma não tinha passado e eu me dedicava ao objetivo. Lambia-os desde a base, depois colocava-os na boca, sugando a pontinha ou escorregando a boca em toda a extensão. Quando fiquei realmente exausta, segurei um com cada mão e iniciei uma punheta bem carinhosa. Eles me encaravam, dizendo entre gemidos: "Você é maravilhosa... você é um tesão..." Eu respondi: "Então gozem para mim..." Passados uns cinco minutos, entre mamadas e punhetadas, o louro avisou que ia gozar. Abri bem a boca, tentanto apontar o pau para dentro... Envolvendo-o com a mão, pude sentir as pulsações se intensificando até explodirem num jato de porra, seguido de outros menores. Ainda com a boca inundada, soltei seu pau e abocanhei o cacete do negão, derramando o gozo do outro nele. Não precisei fazer muito... logo ele também lançou sua porra na minha boca. O gosto de dois espermas diferentes me deixou alucinada. Enfiei o dedo na boceta e comecei uma siririca, depois auxiliada pelos dois. Eles ainda me fizeram gozar daquele jeito. Vestimos todos a roupa e voltamos à festa, lá para as três da manhã, separados. Fingi que tinha passado mal e vomitado, mas sabia que o gosto na minha boca era bem diferente. E inesquecível. Assim como a sensação entre as minhas pernas.

domingo, 11 de agosto de 2013

Como se fosse a primeira vez...

tumblr_ls7jd31fqt1qzq5nno1_500 do site Fantasias Deliciosas
http://fantasiasdeliciosas.blogspot.com.br

Havia meses que eu não sabia o que era sexo. Na verdade, depois daquele dia, eu posso dizer que eu não sabia nada sobre sexo.

Estava solteira há 4 meses e desde então ninguém, nem eu mesma, havia me tocado. Naquela segunda-feira eu me levantei para trabalhar me sentindo uma vontade enorme de transar. Tomei um banho gelado, coloquei uma calça jeans, que andava meio apertada, e uma bata branca, bem folgada. Peguei a bolsa, conferi tudo e fui para o ponto de ônibus, que estava lotado.

Entrei no ônibus e encontrei um lugar para me sentar. Ao meu lado havia um menino de uns 18 anos, forte, bem sarado. Não era bonito, mas era másculo. Suas mãos eram enormes e eu comecei a imaginar aquelas mãos passeando sobre o meu corpo. Foi quando o ônibus deu partida e começou a trepidar. A costura da calça jeans ficou roçando no meu clitóris, e a minha imaginação ia longe. Eu sentia que poderia gozar a qualquer momento, e para não me molhar inteira, resolvi interromper aquilo. Me levantei e optei por ficar de pé, por sair dali antes que eu desse algum vexame. O ônibus, a essa altura já estava lotado. Cedi o lugar a uma moça, cheia de cadernos nas mãos, e fiquei obeservando o rapaz. Ele me olhava de cima abaixo, e eu não conseguia tirar os olhos dele.

O ônibus ia ficando cada vez mais cheio e, de repente, senti que alguém atrás de mim como se estivesse me encoxando. Senti um calor absurdo na minha nuca, que me deixou toda arrepiada. Olhei para trás e era um homem forte, bonito, que olhava para mim com uma cara que me fez delirar. Deixei. De repente eu sinto ele puxando o cós da minha calça e a costura tornou a me massagear. A essa altura eu já estava delirando. Aquele homem me bolinava, passava a mão na minha bunda, e disse, no pé do meu ouvido, coisas que eu não conseguia entender, por causa do barulho. Olhei para o rapaz sentado, e ele percebendo tudo, começou a passar a mão no seu pau, e não tirava os olhos de mim. Senti as mãos do homem que estava por trás indo em direção aos meus seios, que já estavam duros, então o rapaz também se levantou e otou por ficar de pé.

Ele se posicionou bem em frente a mim, e como o ônibus estava bem cheio, pude sentir que ele estava morrendo de tesão. Me virei para o homem que começou com aquela brincadeira e fiquei de costas para o rapaz, permitindo que ele também passasse as mãos em mim. Eu já estava louca, quase gozando, quando decidi descer. Olhei para os dois e desci. Quando olhei para trás, eles estavam atrás de mim.

Fui andando pela rua, ofegante, e eles atrás de mim, até que encontrei uma rua sem saída, sem casas, só a porta de um galpão, que estava fechada. Entrei nesta rua e esperei que eles chegassem. Quando eles apareceram, eu tremi. Achei que era uma insanidade, mas não conseguia mais parar. O garoto, sem nem pensar duas vezes abriu as calças e puxou a minha cabeça em direção ao seu cacete, que eu chupei deliciosamente. Quente, latejante, melado, duro, grande, grosso… Uma delícia de cacete. Ao mesmo tempo, o homem abaixou as minhas calças e começou a me chupar. Ele lambia e mordiscava meu grelinho, e eu via até estrelas. Enfiou um dedo, depois dois, e me chamava de puta safada, e me mandava rebolar. Eu obedecia, enquanto chupava o cacete gostoso daquele garoto, que prometia me enrabar assim que eu terminasse.

Fiquei assustada. Nunca havia dado o cu antes, e o pau dela era grande e grosso demais. De repente, o homem abaixa as calças e enfia o cacete dele na minha buceta. Eu gozei muito quando senti as suas bolas batendo em mim, e disse que eu queria que ele fizesse com mais força. Ele socava aquele caralho em mim, enquanto o garoto mamava deliciosamente nos meus peitos.

Eu não consegui me controlar e gritava como uma gata no cio. Acho que fiz tanto barulho que a porta do galpão se abriu e o vigia saiu de lá de dentro para vero que estava acontecendo. E, assim que percebeu o que acontecia, tirou o pau pra fora e começou a tocar uma, olhando pra gente. Me deu tanta vondade de chupar aquele cacete também. Ele percebeu que eu estava gostando de tudo aquilo e nos chamou para entrar, antes que os funcionários começassem a chegar. Entramos e fomos para o terreno dos fundos, onde tinha uma espécie de almoxarifado.

Tirei toda a minha roupa e fiquei ali, nua, à mercê daqueles três homens, que eu nunca havia visto na minha vida, dos quais eu nem sabia os nomes. Isso me deixava cada vez mais excitada.
O garoto me sentou em seu pau, e eu chupava so cacete do homem e do zelador, alternadamente, até que de repente eu tinha dois cacetes na boca. Achei que ia parar de respirar, mas isso só me deixou com mais tesão.

O zelador tomou o lugar do garoto e começou a socar seu pau na minha xoxota, que latejava, que pedia cada vez mais. Ele se deitou numa mesa, eu sentei naquele pau, de frente pra ele, e fiquei com meu cu empinadinho, foi aí que o garoto começou a passar a cabeça do cacete lá. Eu entendi e disse a ele que tivesse cuidado. Ele não ouviu, ou fez que não ouviu, e me enrabou de uma vez só! Gritei de dor, senti uma lágrima descendo, mas o homem enfiou o pau na minha boca, mandando eu ficar quieta.

A dor passou e eu fiquei enlouquecida com três caralhos dentro de mim, rebolava e chupava sem parar, até que eles me avisaram que iam gozar. Eu pedi que esperassem, que eu não queria que eles gozassem dentro, mas que me lambuzassem inteira de porra. E assim eles fizeram. Nunca vi tanta porra junta em minha vida toda, e me deliciava com aqueles jatos quentes me lambuzando inteira. Depois de gozar inúmeras vezes naquela manhã, eu estava coberta com o gozo daqueles três. Foi delicioso.

Perguntei ao zelador se tinha um lugar onde eu pudesse tomar banho, e ele me apontou um banheiro no fundo do almoxarifado. Quando saí de lá não tinha mais ninguém, estava sozinha.

Me vesti, e saí do galpão. Fui andando pela rua em direção ao ponto de ônibus e pensando que eu havia me tornado uma vadia. Sexo pra mim foi sempre tão romântico, sempre tão ligado ao amor, e de repente eu tinha trepado com três deconhecidos, de uma vez só. Mas não senti culpa não, a não ser por todo tempo que eu perdi sendo uma mocinha direita! ( fantasiasdeliciosas@yahoo.com.br)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

PUTARIA NA PRAIA - PARTE QUATRO

Oi, gente :

No post de hoje , a continuação do conto do Gil. Ele disse que gostaria de fazer novas amizades. Eis o email que ele me enviou : " Publique esta continuação, e caso voce tenha alguns contatos que queiram se excitar, repasse o meu contato a todos . carlos gil <caagil@ig.com.br>
Gil ".
Segue a quarta parte do conto dele. Espero que gostem..

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PUTARIA NA PRAIA - PARTE QUATRO

Enviado por Gil
caagil@ig.com.br

Transamos no chuveiro, e depois que gozei dentro dela, misturando minha porra com a dele, falei pra ela que tinha visto eles transando.Ela me pediu perdão, e que não era para eu contar nada para e Maria, pois acabaria com nossa semanna na praia.

Eu atendi o pedido dela, mas com a condição de que ela fizesse de tudo para ajeitar uma trepada minha com a Maria, ( mau sabia ela que eu ja tinha trepado 2 vezes). Ela disse que treria que contar pro Marcos marido da Maria que eu ja sabia das nossas escapadas nos pedrais, e depois me daria uma resposta. Passa-
mos o dia todo na praia, e o clima estava normal entre nos 4, eu tarado na Maria, e o Marcos doido na bundinha da Nubia, já a noite, bebemos bastante em casa, e a Maria a a Nubia já deviam ter combinado alguma coisa safada, e resolveram colocar os 2 colçoes de casal no chao da sala, para assistrimos filmes no DVD.

Elas vieram com roupinhas de dormir pra sala, e deitaram nos colçoes nos chamando, o Marcos já devia estar sabendo de algo pois peiu para que eu ficasse proximo da Maria, e ele ficou perto da Nubia, o filme começou e era filme romantico, cheio de cenas fortes, e excitantes, meu pau tava durissimo, e quando me pediram para eu buscar agua, os 3 peerceberam o tamanho do meu tesão, eu estava de shorts sem cueca, fui buscar agua e quando entreguei o copo para ninha namorada ela alisou meu pau na frente de todos, e comentou, do tananho, e deu um beijo no meu caccete por cima da bermuda. Quando entreguei a agua para a Maria ela agradeceu e deu uma encarada no meu pau, e disse so iria agradecer a gua e se pudesse faria o mesmo carinho , e eu disse para nao ficar acanhada, ela olhou para o marido dela e ele sorriu, e ela sem esperar tb deu uma alisada no meu pau bem gostoso.

Ficamos deitados assistindo o filme, e a Nubia já querendo foder, deu a ideia de apagarmos as luzes, e desligar a televisão. Fizemos isso,e ela caiu de boca no meu pau, tirei a bermuda e deixei ela peladinha, olhamos pro lado e o casal ja estava num 69 delicioso. transamos gostoso, eles foram se aproximando de nos, e eu senti o corpo dela encostado nos nossos, e nao me contive alisei a bunda dela e o Marco transando sem parar, ficava alisando os seios da Nubia.


Quando fui alisar a xaninha da Maria peguei no pau dele todo dentro dela e alise o saco dele sem ele saber que era eu, ele se empolgou, e fez o convite para trocaros de esposa, aceitei na hora e elas tb. Transamos os 4 se olhando e admirando o outro casal. Dei a primeira gozada dentro dela e o Marcos comendo ela de 4, nao sei se estava na xana ou no cu da Nubia.

Depois que gozei, senti 2 bocas no meu pau, depois uma lingua desceu ate no meu cu, depois elas chuparam o pau dele juntas ate ele gozar na boca das 2, a Nubia mesmo no escuro veio me beijar, e eu adorei a boca dela . Eu ainda nao tinha gozado pela 2 vez, e pedi para foder a Maria de 4, e eu comi o bumbum gostoso dela enquanto eu era chupado, e alisado no cu, senti tb uma lingua no meu saco, eu acho que a Nubia e o Marcos estavam fazendo isso em mim, a acabei gozando junto com a Maria sentindo meu pau revezando na xana e no cu dela e uma lingua no meu cu, e outra no meu saco, ai que gostoso que foi.
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