quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Cuidado com o que deseja...Sequestrada!

 

Escrito por Ayesk@

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Eu e minha amiga conversávamos em uma Cafeteria, quando ela me perguntou qual era a minha fantasia.

Olhei em volta para me certificar de que ninguém prestava atenção e excitada só de imaginar, respondi:

"- Ser sequestrada!""Sequestrada? Essa é a sua fantasia?""...ser forçada...?"

" Sim, sequestrada..."

- Estuprada?

- Não, claro que não, quero dizer...bem...é uma fantasia, e na fantasia ele teria certeza que é isso que eu quero e...bem seria algo romântico...tipo como uma fantasia de casal...com alguém que você gosta...tipo ser levada para um lugar romântico e fazer amor por dias...

Sem graça, brinquei com uma mecha do cabelo castanho acobreado que havia caído sobre o meu rosto.De repente observei um rapaz alto, moreno-claro, trajando uma calça e camisa jeans sob a aba de um boné, olhando fixamente para o computador.O boné cobria cabelos escuros e felizmente ele parecia alheio à conversa ao lado dele.' Madona!" o que tinha me dado na cabeça para contar a minha fantasia mais secreta para ela? Desejando ter mantido a boca fechada, despejei um pacote de adoçante em meu café preto. Suspirando tomei um gole da bebida fumegante.

“E você não tem algum tipo de fantasia secreta?“ Perguntei na esperança de desviar a atenção de mim mesma.Minha amiga ficou com as faces vermelhas.Ela vermelha? Ela deveria ter uma extraordinária fantasia.“ Conte.“ - pedi- Ahhh ...Eu.. uh... fiz tudo com o que podia fantasiar. Nada como ser seqüestrada.“ Ela olhou para o relógio.- “Nossa! Tenho que ir ou ficará tarde.

Era o modo dela escapar de dizer a sua fantasia. Sacudi a cabeça. Não me importaria. Eu iria para casa, tomar um banho relaxante , ler um dos meus livros.

"...Ele fez tudo para não olhar de boca aberta a intrigante mulher à mesa ao lado dele. Já a tinha visto por ali, e cada vez ela o fascinava e intrigava com os cabelos castanho-acobreados, olhos escuros meio melancólicos e um sorriso que contagiava. Ela não era como as outras mulheres com quem ele saia, pelo contrário, baixa estatura, corpo com carne nos lugares certos, coxas grossas e pernas torneadas.Quando ele a viu, seu pau endureceu. Não era clone da boneca Barbie, que muitos homens procuravam, mas era a personificação de seus sonhos. E depois de ouvir a fantasia secreta que ela acabara de contar para sua amiga... .Muitas das mulheres que ele encontrou tinham medo de seu modo de vida, ou encantadas com uma breve caminhada pelo lado selvagem , Seu pau pulsou contra a calça jeans, e ele se mexeu na cadeira, esperando ajustar um pouco a pressão. Ouvir a pequena ‘ Sonhos Doces", revelando sua fantasia enviou sua imaginação para uma necessidade de uma corrida selvagem.Se ela queria a fantasia, ele era exatamente o homem para realizá-la.Mas, como ele poderia se apresentar? Recostado na cadeira, viu quando ela levantou de sua mesa. Seus quadris balançando quando ela mudou para terminar seu café e logo deixou o prédio......."
-
"..Seqüestrá-la seria complicado e arriscado. Certamente não queria pegar de quinze a trinta anos de prisão. O risco não ia detê-lo, no entanto. Tinha visto o olhar em seus olhos, quando confessou seu desejo secreto a sua amiga. O desejo dela era grave e profundo.Ele pularia fora se ela não quisesse, iria devolvê-la para sua própria cama, intocada e nenhum desgaste pior. Se ela quisesse a ele..."

"...Bem então ela seria dele. De todas as maneiras. Ele a colocaria em sua cama, e a faria gritar com prazer. Nenhuma mulher que fosse uma Domme gostaria de ser seqüestrada e forçada sedutoramente. Clorofórmio estava fora de questão. Podia ser perigoso, e ele certamente não queria que ela fosse ferida. Fechando seu notebook, ele começou a fazer uma lista das coisas que precisaria para o fim de semana...."

Na noite seguinte, após um dia exaustivo de trabalho e academia, não via a hora de chegar em casa. Soltando um suspiro cansado, continuei andando pela calçada próxima a minha casa.Estava quase chegando no portão de casa, distraida em meus pensamentos, quando dois braços enormes me envolveram por trás. Meu coração bateu forte em minha garganta, meu pulso acelerado, meu sangue correndo pelos ouvidos. Uma grande mão cobriu a minha boca.Um terror puro me tomou, fazendo estremecer meu corpo inteiro quando lutei contra o enorme corpo que me segurava

".Oh Deus, ela tinha falado do desejo em voz tão alta?"“Fique quieta um pouco.“ Ele murmurou sua voz profunda e cheia.As palavras suaves acalmaram um pouco. Ele não soava como um louco, mas como soava um louco?“Não quero machucar você.“ Ele continuou. “Sei de sua fantasia sexual, e estou aqui para realizá-la.Como ele poderia saber sua fantasia? Não podia ser o cara da Cafeteria de ontem. Ele não poderia ter ouvido, não mostrou reação nenhuma com suas palavras.

“Vi você, e venho a desejando por um longo tempo, e agora que sei o que você quer... Essa é a sua chance. Balance a cabeça que sim, e a tirarei daqui. Ou balance que não, e a deixarei ir.

Ele estava lhe dando uma chance?

Minha respiração estremeceu em meus pulmões, enquanto respirava pela boca. Meu estômago apertou, quando eu percebi que poderia conseguir o que queria, e ainda estar segura.

'Por favor, que não seja um erro! Preciso descobrir" Não posso depois me arrepender e ficar me perguntando como seria se tivesse aceito."

Lentamente, balançei a cabeça confirmando...e rezando para estar tomando a atitude certa.

Ahhhhh que parvaaaaaaa. Isso foi uma estupidez! O que eu estava pensando? Estaria totalmente sob o controle dele. Um estranho.

“- Boa escolha querida.“ Ele murmurou com aquela voz de veludo.“

- Quem é você?“ Murmurei debaixo de sua mão.Eu o ouvi rir, depois me beijou atrás da orelha. Estremeci, a tempo de ser atingida pelo desejo proibido. Sua boca se moveu para o lóbulo da minha orelha beliscando, antes de ir para cima sussurrando para ela.

“Quem sou? Pelo resto do final de semana, você pode me chamar de "Fazedor de Fantasias.” O braço ao meu redor subiu, logo, beliscou meu mamilo rígido. Sua voz ficou mais dura, fazendo-me ter mais arrepios na carne.

“E a chamarei de Minha.” Sua mão levantou para a minha boca e antes que eu pudesse reagir, um pano com cheiro doce me cobriu. Inutilmente, lutei, engolindo mais entre os gritos.Lentamente, o mundo foi ficando borrado, e então escureceu...

- Continua...

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Cuidado com o que Deseja...Regras de um Sequestrador

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conto de Ayesk@

Acordei de repente, quando um interruptor de luz foi acionado.
Meus sentidos imediatamente entraram em alerta, e meus olhos se abriram.

"Onde eu estava? Onde tinha acordado? O que aconteceu comigo?"

Me encontrava em uma cama. Minhas mãos estavam amarradas acima da minha cabeça, e minha boca estava amordaçada. Minhas pernas foram separadas e amarradas para baixo também. Eu ainda estava vestida com a legging roxa e uma camiseta de algodão que tinha usado na academia.

Meu coração bateu forte, e olhei ao meu redor.
O Estranho tinha deixado a luz acesa, e podia ver as paredes pintadas, estava em um cômodo bem conservado. A parede à minha direita tinha janelas. Através delas, a água e as árvores espalhadas tão longe quanto podia ver. Ele tinha me levado para fora da cidade. Ele havia me colocado em algum lugar onde pudesse gritar e ninguém ouviria.

No campo...seria um sítio, chácara, fazenda ou alguma construção vazia?O que eu fiz?
De repente, meu desejo secreto e o terror me percorria, enquanto estava amarrada.
-Tem coisas que você precisa entender antes de começarmos.
Meu seqüestrador disse, assustando-me. Meu olhar foi para a esquerda, e o encontrei sentado numa cadeira do outro lado da cama. Seus lábios definidos em uma linha reta, enquanto me olhava com segundas intenções nos olhos escuros. Usava uma máscara de couro preto que escondia a metade superior do seu rosto. Acima, seu cabelo estava desalinhado. Tinha que admitir que parecia sensual...

Engoli em seco, quando seu olhar abaixou. Ele tinha retirado a camisa que usava. E sabia que ele era forte pelo seul peitoral flexível, mas, agora eu via os enormes músculos. Poder. Suas pernas longas vestidas nos jeans abertos na minha frente.

- Primeiro, você precisa saber que de todas as coisas que faremos, não irei machucá-la.“

Inclinou-se mais perto.

- Isso não significa que não sentirá alguma dor. A dor que lhe darei levará ao seu prazer. Não sou sádico. Você nunca será ferida. Entendeu?

Balançei a cabeça, um pouco preocupada com a dor.Eu não era adepta ao BDSM."O que ele acharia de minha resposta em uma voz profunda de comando? Poderia lhe trazer alguma satisfação? "

- Segundo, você retornará para sua casa na segunda de manhã, mas no final de semana você é Minha. Darei a voce uma senha de segurança. Se você disser isso no momento, a cena irá terminar, e a levarei para casa imediatamente. Entendeu?”

Novamente assenti com a cabeça. Engoli a informação de que era sua.A tentação de passar a lingua nos lábios foi frustrada pela mordaça que usava. Minha testa franziu.

"Se estávamos no meio do nada, por que colocar isso em minha boca?"

Ele deveria preferir assim e, talvez, por que ele pensasse que poderia excitar-me. Foi simplesmente isso. Surpreendentemente, me sentia mais segura com ela, quando ele expôs suas “Regras”.

- Terceiro o que lhe disse antes. Sou seu Fazedor de Fantasias aqui. Seu Dom.Quando a mordaça sair, você responderá ‘Sim Dom’ e ‘Não Dom’. Se me desobedecer, será castigada. Pela última vez, você entendeu?”

Hesitei, meu lado rebelde se contrariava em ter que obedecer alguém ainda mais alguém que não conhecia. A idéia da minha vontade ser tirada pelo fim de semana, fez meus pulsos vibrarem.

- Minha. Você entendeu?”

"Minha", essa possessividade chamou minha atenção, e senti um longo arrepio de calor descer para minha vagina. Meus olhos se arregalaram. E não querendo correr o risco de ser castigada como ele mencionou, rapidamente assenti.

Eu me perguntava se iria ver seu rosto, ou sempre seria um estranho para mim? Será que o veria depois do fim de semana, ou nunca saberia do homem que estava diante de mim , com seu corpo sensual.?A excitação umedeceu minha vagina, quando esses pensamentos passaram pela minha mente. Quem era ele? Fazedor de Sonhos? E isso era tudo que saberia?

Satisfeito , ele se levantou.

- Vou retirar sua mordaça.- Você só fala, quando eu lhe fizer uma pergunta.Dei um suspiro de alivio, quando ele tirou a mordaça que havia aberto meus lábios. Imediatamente passei a língua entre eles. Seus olhos brilharam e com um sorriso estranho, ele subiu em meu corpo. Sua respiração deixou-me excitada, quando eu o olhei.

- Confiança é importante.- Ele falou.
- O que?
- Você confia em mim?- Ele perguntou.

Deslizou suas juntas ao longo da minha bochecha, logo, abaixo do meu pescoço até meus ombros.

- Sim.-respondi trêmula.Ele inclinou a cabeça de lado, sem dizer uma palavra.- Sim, Dom. - respondi o mais submissa possível.

A palavra soou estranha em minha boca, e me senti boba ao dizer, quando ele sorriu e acenou com aprovação.

- Muito melhor.Sua mão desceu do meu ombro à inclinação do meu peito, seus dedos circulando a base, mas não foi em direção ao bico.
- Por que você confia em mim?“ Ele perguntou.
- Por que, foi minha amiga quem armou isso. Ela nunca deixaria alguém me machucar, Dom.
Seu olhar penetrou no meu. Ele inclinou a cabeça novamente. Divertimento dançando em seus olhos, e eu me perguntei o que era engraçado...

“Hummmm.“ Ele murmurou.

Seus dedos foram até os meus seios, chegando aos mamilos que estavam endurecidos. Segurando cada um, ele beliscou e a crescente pressão enviou dor estilhaçando os montes, em meus seios e para baixo em minha vagina. Eu suspirei,meus quadris se contorcendo sob ele.

Eu gemia, querendo mais...
Imediatamente, a pressão voltou, quando ele puxou, os olhos cheios de prazer.Outro gemido escapou dos meus lábios, quando ele fez novamente. Seus polegares rasparam os bicos rígidos, e eu desejei desesperadamente que minha carne nua sentisse sua boca.

- Acho que vou desfrutar de seu rapto, Minha.

Um tremor passou por minha barriga. "Eu poderia ficar mais excitada? "Se ele colocasse os dedos em minha buceta, iria encontrá-la toda molhada, tão pronta para seu pau entrar dentro dela. Queria ele agora. Queria que me fodesse duro. Queria ser tomada por um estranho que me possuísse no final de semana. Queria saber como seria senti-lo dentro de mim.

De repente, ele recuou.- Não sou amigo da sua amiga.- confessou.

- O que?“Sussurrei.Eu puxei as correias que seguravam minhas mãos. "Idiota! Eu era tão parva. Como poderia ter concordado com algo assim? Por que permiti que me levasse?"
- Confie.- disse tão sério, como se lesse meus pensamentos; que congelei.
- Confiar nele?" Ele de repente se tornou uma pessoa estranha, um seqüestrador de verdade. E isso, provavelmente, me colocava em perigo.
- Deixe-me ir. - ordenei entre os dentes.Seu rosto era tão implacável como uma máscara de pedra.
- Expliquei para você, tem uma senha de segurança, se você a disser, isso acaba imediatamente.Ele parou deixando as palavras no ar.
- Pense devagar e com calma antes de dizer. Lembre-se o que disse. Minhas regras...

Mordi o meu lábio, com medo que estivesse prestes a tomar outra decisão estúpida, mas tinha mais medo de não tomá-la.
- Desculpe,Dom - Sussurrei orgulhosa de mim mesma que minha voz não tremeu, e lembrei-me de dirigir a ele corretamente.
- Eu estou... Estou bem agora.
- Muito bom. Você será punida mais tarde.
- Mas...Ele inclinou a cabeça, e imaginei que estivesse levantando a pestana para mim.
- Sim, Dom...- murmurei. Maldição.
- Você confia em mim? -Ele perguntou.- Sim ou não? Podemos deixar a formalidade do Dom nesse momento.
- Sim...- respondi.
- Bom. Irei testar você.
-"Testar-me? Deus, isso não soava nada bem."

Movendo-se lentamente, ele enfiou a mão no bolso novamente. Devagar, retirou um canivete. Observando-me, ele abriu a lâmina.Pânico se apoderou de mim, que me esforçei para ficar parada. Olhei para o metal de prata. Minha respiração correu dentro e fora de mim, deixando-me tonta.

- Minhaaaa - Ele rosnou. -Você confia em mim? Vou testar você. Não tinha lhe feito de tudo para mostrar que não iria machucá-la?
Assenti com a cabeça incapaz de falar, passar algum som por minha garganta.
-Muito bem.- disse a bondade tingindo a sua voz.-Sei que isso é difícil para você. Mas... Com a confiança vem o prazer. Posso lhe prometer grande prazer...

A faca foi para o meu pescoço, mas antes que pudesse reagir, ele levantou a gola da minha camiseta cortando-a. Deixando de lado a lâmina por um momento, ele pegou minha camiseta e a jogou em uma barra de ferro, meu torso nu, a não ser pelo sutiã de renda.Vacilei, mas não pela faca.
- Lindo.- murmurou.
- Mas..."Mas? Fechei os olhos. Maldição. Eu deveria ter colocado um tempo extra na academia mês passado!"
- Você é uma das mulheres mais intrigantes que já vi, mas vou precisar ser super cuidadoso com você nesse fim de semana, por que você está muito magra para a minha zona de conforto.
"Ele queria que eu ganhasse peso?Onde diabos estavam os homens como ele? Os que não eram seqüestradores?"

Sua faca cortou a frente do meu sutia de renda branca. Meus montes nus.
- Humm... chocolate derretido cobrindo esses frutos gostosos...

Inclinando-se na minha direção, ele capturou um mamilo entre os dentese chupou com força suficiente para que eu suspirasse e gemesse.Quando ele molhou todo meu seio, o bico enrugou mais sob meu monte, minha excitação cresceu dez vezes quando ele  lambeu. Alguns momentos depois, repetiu a ação no outro mamilo. Minhas costas arquearam quando ele empurrou para dentro da boca.

- Dom...- ofeguei." Eu queria dizer seu nome, chamá-lo, e esse era o único nome que tinha para ele."
Havia um brilho em seus olhos, quando pegou a lâmina passando nas alças do sutiã, logo, puxou tudo completamente do meu corpo. Deslizou o canivete lentamente ao longo de minha pele, entre os meus seios e sobre minha barriga. A ponta levemente arranhando,marcando minha pele branca , deixando uma trilha avermelhada; mas o medo não me envolveu. Eu tremia de antecipação, da minha metade inferior estar nua para ele, dele tocar minha vagina.

"Ai meuDeus, ele iria chupar meu clitóris e fazer-me gozar selvagemente?"
Ele rapidamente cortou minha legging e a jogou de lado. Depois fechou o canivete, colocando na calça. Mas, eu ainda usava renda, a calcinha branca...
Minha decepção durou pouco. Ajoelhando entre as minhas coxas, sentou para trás entre minhas dobras e olhou para mim. Suas mãos grandes deslizando pelas minhas coxas.
- Minha. Ele rosnou.-Você se dará inteira para mim?”
Dar-me inteira? Ele não viu a umidade que cobria minha vagina?Assenti.
- Fale alto...- ordenou.
- Sim, Dom...Sua...
Sorrindo, ele desceu da cama e estendeu a mão para o botão em seu jeans. De repente, ele fechou os olhos, suspirou e balançou a cabeça. Com uma risada seca, ele me olhou novamente.
-Você testa o meu controle.
-Eu?
- Não disse a sua senha, e tenho que dá-la. Antes de testar você.

Eu mordi meu lábio.
- Provavelmente você não fez.”
- É para casa.
”Para casa?“perguntei-
-Você está perguntando ou me dizendo que quer que a leve para casa?
- Perguntando!- exclamei sentindo meu rosto se afoguear.
- Sim, essa é a sua palavra, não quero ouvi-la usar a não ser que queira que a leve para casa.Ele olhou para suas mãos sobre o jeans, e uma faixa escura de cabelo caiu sobre a máscara, escurecendo até mesmo seus olhos. De repente, desejei poder ver seu rosto, que tipo de rosto teria sem aquela máscara, a visão completa de seus olhos.O som do zíper descendo rasgou o silêncio no quarto. Segurando a respiração, eu o olhei. Pedaço por pedaço, ele abaixou as calças e a cueca de algodão. Eu vi seu grande pênis e as bolas pesadas quando se inclinou, mas quando se endireitou, engasguei com a visão da largura do seu pênis.

Levantou em um arco ligeiro de um ninho de cachos escuros, era duro, tão duro. A ponta da minha língua grudou rapidamente sobre o meu lábio inferior, quando imaginei a cabeça rosada deslizando em minha boca, e a sensação da minha língua deslizando em volta dele.Meus dedos se fecharam acima do punho que me segurava como prisioneira. Queria tocá-lo!

"Ai Meu Deus,Ai Meu Deus,Ai Meu Deus, queria tocá-lo e envolvê-lo em minha mão com todo o comprimento. "
Ele voltou para a cama e retomou a posição entre os joelhos. As mãos dele deslizaram lentamente até as minhas coxas em direção a minha vagina. Cada pedaço do meu corpo ficou em expectativa da sua posse. Minha xoxota estava encharcada. Meus músculos tremiam sobre o carinho.Ele apertou seus dedos, explorando dentro de mim, de repente, ele agarrou o tecido frágil da minha calcinha e jogou longe. As dobras colocadas de lado, e subiu em mim, seu rosto no meu , seus lábios procurando os meus. Seu pênis fustigou minhas dobras molhadas, que mostravam sua excitação, arrepiando-me como uma corrente em um orgasmo. Eu fiquei chocada e sem ar.Confusa com as sensações que sentia, olhei para ele.

"Nem entrou em minha..."- para logo em seguida...“Sinto muito.“ sussurrei
Ele sorriu mostrando seus dentes brancos. Seu polegar acariciou meu lábio inferior.
-“Você sabe sobre BDSM, e como alguns Doms restringem o orgasmo, deixando seus subs só gozarem quando deixam?”
" Oh, eu estava em apuros. Bastava tê-lo sobre meu corpo, seu pau balançando suavemente contra mim, que estava tendo meu próximo orgasmo. "
“Não sou assim.“ Ele disse. Seus lábios se desviaram sobre a carne macia na frente da minha orelha, Então o seu hálito quente fez cócegas em meu exterior.
“Gosto quando a mulher goza. Amo a sensação, quando aperta meu pau, e seus gritos indefesos quando a faço gozar. E gozar. E gozar...e gozar...”

Ai meu Deus...ai meuDeus...supliquei
Ele balançou a cabeça.

“Oh, Dom... para você.”Olhando fixamente nos meus olhos, ele empurrou lentamente em minha vagina. Não tinha comparação com meu vibrador. Minhas paredes flexionando em torno dele, enquanto meu creme inundou o seu eixo.Ele agarrou meus quadris, segurando-me ainda mais, até que entrou o último centímetro. Ele não parou. Não esperou que minha vagina apertada se ajustasse. Sua virilha batendo contra a minha, seu osso púbico indo no meu clitóris.
-Mantenha seus olhos nos meus. - mandou, enquanto me penetrava lentamente, começou a um ritmo constante que emergiu o poder, profundidade e velocidade. Fios de sensações eletrizantes passaram na minha frente, com a promessa do orgasmo por vir. Eu precisava desviar o olhar, me fechar, mas a sensação de seu pênis empurrando dentro e fora de minha vagina, estava me deixando louca! Olhando fixamente seus intensos olhos escuros que me encaravam. Foi muito, muito íntimo. Seu grito áspero rasgou todo o ar, quando o clímax explodiu dentro de mim.
-Sim...aaaaaa...sim... Bem assim...- Ele ofegou
- Goze para mim...goze, minhaaaaaaa....aaa
O êxtase parecia vir, até que minha voz ficou rouca com meus gritos. Meu corpo sacudiu pelo esforço, lágrimas rolando pelo meu rosto. O quarto desapareceu, ele desapareceu tudo, menos seu pênis, que entrava profundamente no apertado canal da minha vagina.
- Por favor... Por favor... Por favor.- implorei, incoerente implorei novamente:
- Por favor, pare? Por favor, nunca pare? ele perguntou.
Sobre o meu corpo, ele rugiu, e senti o sêmen explodir em profundos espasmos. Ofegante, ele se inclinou sobre mim, quando se acalmou. Uma gota do seu suor caiu entre os meus seios e rolou para baixo. Seu corpo tremia impotente. Eu nunca mais viveria depois desse fim de semana...

Continua...

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Síndrome de Estocolmo

bondage thoughts amaradas mascaradas sadomasoquismo sado sao paulo sp brasil__3B4838_4 Escrito por Ayesk@

Domingo, 00:00hs.
Eu me encontrava na banheira, meus pensamentos perdidos no tempo. Parecia tudo tão irreal. Mas as partes doloridas do meu corpo, me levaram novamente para aquele fim de semana; em companhia do meu sequestrador.

Não conseguia odiá-lo, ou até mesmo chamar a Polícia e fazer uma ocorrência. Não, pelo contrário, pensar nele, fazia minha vagina contrair-se e meus seios intumescerem , os bicos eretos e sensíveis.
Será que o veria de novo?

Saí da banheira, e como se em transe, sequei meu corpo, passei suavemente e em cada reentrância minha ,um dos meus hidratantes preferidos e nua fui me deitar.
Com os olhos fechados, minha mente vagou para aqueles dois dias, enquanto minhas mão tocavam suavemente, com leveza, meu corpo.
Já umedecida de prazer e tesão, revivi novamente aquele fim de semana...

“Eu vou liberar você.” ele disse. “Você se comportará?”
“Não existe nada ao redor daqui, em quilômetros.”
Ele continuou.
“Se você tentar correr, só conseguirá se machucar ou se perder, e vai me aborrecer. Você não quer isto.”
“Não tem como.
Ele sorriu.
“Há isto.”

Cautelosamente, ele saiu de dentro do seu corpo, cuidadoso para não machucá-la, e já sentia falta do suave calor do seu corpo.

“ Que DEUS o ajudasse, não havia modo de conseguir o suficiente
dela, neste fim de semana. Isso era um problema para pensar outro dia.

Depois de agarrar sua calça jeans, vesti-la, pegou o canivete, o colocando no bolso traseiro.
“ Ayeska”... sabia seu nome, entretanto ela não sabia o dele... olhando-a tão frágil, algemada na cama.
Ele teria que ser mais cuidadoso com ela... provavelmente mais cuidadoso do tinha sido.
Satisfação tomou conta dele . Ela agasalhou seu pau muito bem. Talvez fosse mais forte do que ele pensava.
Ele foi para a cama. Primeiro, liberou cada um de seus tornozelos, tomando o tempo para massagear seus membros delicados, antes de ir para a cabeceira. Liberou seus pulsos , mas manteve ambos os pulsos prisioneiros, com sua grande mão. Cuidadosamente, acariciou um braço. A ternura brotou em seu peito, à medida que olhava fixamente abaixo, em seus olhos escuros e melancólicos. Mas sua face afogueada mostrava que ela, havia sentido prazer com ele.

“Você esta assustada comigo, pequena?”- Ele perguntou.
“Não, Dom.” Ela disse, agitando a cabeça. “Eu estou me perguntando por que eu não estou, e por que estou tranqüila.”
“Fácil… Porque você está conseguindo o que você quer, e você sabe que eu não vou te machucar.”
Ele movimentou a cabeça para uma entrada ao lado, longe do quarto.
“Há um banheiro lá, primeira porta à esquerda. Você pode tomar um banho. E depois continue seguindo o corredor, e vá até a cozinha.”
“Certo.” -ela respondeu.
Ele não corrigiu sua falta de ‘Dom’.
- “Quando você entrar na cozinha, vai se ajoelhar ao lado da mesa.” -Você irá se sentar sobre seus calcanhares, seus joelhos deverão estar separados... pelo menos na largura dos ombros... e suas mãos estarão cruzadas acima do seu traseiro.”

Seus olhos se estreitaram, num olhar tempestuoso e então suspirou.
- Sim, Dom.- Ela disse entredentes.
“ Ela era um pouco voluntariosa, como também submissa, aventureira, valente e incrivelmente responsáve!”

Estava tarde, e o jantar seria fácil...

Ele estava ávido para saber o que aconteceria entre eles.
Estava a observando durante algum tempo. Não a perseguindo... apenas observando, quando passou a freqüentar o mesmo local, ao mesmo tempo.
Durante cada ida a cafeteria, escutou sua conversa e sentiu-se marginalmente culpado. Esta era uma mulher por quem sua atração crescia toda vez que a via. Queria abordá-la, para levá-la ao seu mundo escuro de dominação e submissão, mas hesitava. Tinha que fazê-la sua.
Até que então, ouviu sua fantasia secreta…

Atrás dele, ela entrou na cozinha. Manteve-se de costas, até que ela suspirou e ficou de joelhos, enquanto se acomodava. O suspiro aumentou sua determinação. Ela era incrível. Ele não queria uma submissa covarde que não tivesse nenhum fogo e luta. Procurava alguém que o desafiasse.
“Muito bom.” Ele disse sem olhar. Deixe-a se perguntar se tinha olhos atrás de sua cabeça. Era uma medida de controle, e sua audição excelente o servia bem como dominante.

Eu olhei fixamente para suas costas largas e me perguntei como ele sabia exatamente que fazia como me comandou. Ligeiramente me contorci. A posição não estava desconfortável, mas o modo que empurrava meus seios e deixava minha buceta aberta...
Na verdade, eu estava excitada, haveria algo errado comigo?Não deveria estar horrorizada, ao invés de quente? Afinal, ele estava me forçando a ser sua Sub do sexo.

Ele colocou os pratos na mesa. Uma cadeira raspou quando a puxou e se sentou à sua frente, suas pernas abertas. Seu braço enganchado acima da cadeira, que considerava sua.
Eu o olhei fixamente, sentindo seu cheiro, olhando sua pele . Queria lambê-la e deslizar por cada curva que alcançasse até sua cintura. Então tomaria seu pênis em minha boca e lhe daria só prazer.
Ele limpou a garganta, chamando minha atenção para o seu rosto.
“Eu lhe adverti qual seria o castigo por não confiar em mim mais cedo, depois que você se deu em minhas mãos.”
“Você me assustou.” - murmurei.
“Eu entendo isto. O castigo pela desobediência é parte do estilo de vida. Este é um bom lugar para nós começarmos. Algo pequeno. ”
Fechei meus olhos.
“Entendi.”- disse em uma voz mais forte.
“Levante-se, e venha aqui.”
Eu fui em sua direção.

Em instantes, ele tinha me curvado acima de seus joelhos. Eu soube exatamente o que planejava. Uma surra. Minha primeira. Eu não tive nenhuma idéia do que esperar, enquanto ele me ajeitava.
“Afaste suas mãos.” - “Mantenha suas pernas separadas.” –ele disse com a voz rouca.
Sua palma larga esfregou acima de minhas nádegas, apertando o suficiente para criar uma fricção quente.
Gemi. Queria que ele tocasse em minhas dobras molhadas. Estava excitada.

Antes que eu esperasse, sua mão se levantou e então bateu em meu traseiro. Eu gritei, enquanto sentia dor e quentura nas nádegas..
“Mãos abaixo.” Ele grunhiu.
Eu respirei forte. Mordi meu lábio. Eu queria me proteger, não queria apanhar.
“Sim, Dom- consenti.

Ele me deu mais dois tapas. E o calor parecia gotejar da minha buceta. Apertei minha perna e me contorci enquanto meu canal se contraia.
“Fique quieta.” - Ele ordenou e sua mão aterrissou novamente.
Ficar quieta? Realmente era impossível.

Meu traseiro estava queimando, mas o resto , minha vagina, meu baixo ventre, meu útero tremendo, estava todo inundado com lava. Gotejando de dentro de mim, fazendo-me lisa e pronta. Se apenas me tocasse. Se somente colocasse seus dedos profundos na minha fenda, ou melhor, seu pênis. Queria seu pênis.
“Eu vou ajudá-la a se levantar.” Ele disse. “Espere um momento antes de se movimentar, então pode se ajoelhar.”

“Toque-me!Ahhhhhhhhh como eu queria que ele me tocasse, me lambesse, me sugasse.”
Minha cabeça se curvou, quando me levantei diante dele.
“Sim, Dom” – respondi.
Lentamente, me ajoelhei e descansei em meus calcanhares. Meu traseiro estava muito sensível.
Precisava que ele me fodesse. Aqui no chão, contra o balcão, curvada em uma cadeira ou mesa, o montando à medida que se sentava...
“É hora de comer. - Ele ordenou.

Sorridente, ele ergueu uma garfada de um cheesecake — e trouxe para minha boca.
Eu me afastei.
“Eu não posso comer isso.”
O garfo bateu no prato com um tinido, então ele cruzou seus braços acima de seu tórax, seus olhos brilhantes abaixo nela.
“Por quê? Você é diabética? Tem colesterol alto, pressão alta, intolerância de lactose? Você é alérgica a qualquer coisa ?”
Sua carranca afundou com cada sacudida de sua cabeça.
Eu suspirei e abri minha boca.
Eu queria ser fodida e além disso, estava com fome.
Ele levantou o garfo novamente, e trouxe à minha boca. Eu chupei a mistura doce fora dos dentes, e gemi quando o sabor explodiu em meu paladar.
“Outro?” – perguntei.
“O que você estaria disposta a fazer por isto?”
Eu olhei para a protuberância em sua calça jeans. Parecia completamente ereto. Podia pensar sobre várias coisas que gostaria de fazer com aquele pênis.
Ele se debruçou e ergueu meu queixo.

Eu o olhei
“Eu estava brincando. Eu tenho outro pedaço só para você. E eu espero que você coma isto.”
Meu paladar estava saciado, mas outra parte minha precisava de mais.
Ele pareceu estar na em sintonia comigo. Subindo, tirou sua calça jeans e então se sentou mais uma vez.
Seus dedos acenaram para minha frente. Eu lambi meus lábios quando olhei fixamente para seu pênis.
Eu alegremente o tomaria em minha boca.

“Não, Minha. - ele riu, me puxando até escarranchar em seu colo.
Ele não perdeu tempo com preliminares. Pegando meus quadris, me arrastou abaixo para seu pênis. Nós dois gememos ao sentirmos o seu pau empurrando em minhas dobras apertadas, molhadas.
Suas mãos se moveram abaixo para pegar meu traseiro. Ele apertou, e começou o fogo que reacendeu de minha carne abusada.
- Monte-me.- ordenou.
Lentamente, sua língua arrastou por entre meus seios.
Gritei como uma selvagem, minha vagina convulsionou, e uma onda de creme inundou seu pênis. Empurrei meus quadris contra ele. Meus dedos cravados em seus ombros, enquanto meu clitóris se esfregava em sua base. Saindo palavras incoerentes de nossos lábios.
Eu gritei quando seus dentes se fecharam em meu mamilo. Um orgasmo ativou dentro do meu corpo, eu o apertei, prendendo seu corpo.

- Continue...ahhhhhhhh não pare...gostosa...- ele murmurou ao redor do meu mamilo, quando os espasmos quase me paralisaram. Ambas suas mãos apertaram meus quadris firmemente, me forçando a manter o movimento, enquanto as ondas de prazer não cessavam..
Eu soluçava, enquanto ele se empurrava dentro do meu corpo, tentei me mover com ele, apesar dos meus orgasmos não pararem. Nunca experimentara uma resposta tão cataclísmica com um homem. A transpiração encharcou meu corpo, e o suor em meu cabelo, conforme ele me fodia. O odor de sexo pesou no ar, enquanto os sons térreo da junção ecoava pelos azulejos da cozinha. Os sons, o cheiro, a sensação do meu creme cobrindo minhas coxas e agora as dele.

Sentia seu pênis espesso estocando implacavelmente em mim, até quando podia apenas se movimentar, arremetia mais e mais dentro de mim, até que minha vista obscureceu da sobrecarga em meus sentidos.
Fechei meus olhos, conforme meus músculos contraíam, apertando, mastigando seu pênis que me preenchia toda e apertadamente.
Arrepios deslizavam em chamas pela minha pele, pelo esforço. Continuei meu balanço selvagem, como uma guerreira destemida, uma Valquíria.
Ele gemia, o som vibrando em meu mamilo. Sua língua chicoteando o bico do meu seio, enquanto os sons frenéticos saiam de nossas gargantas.
O clímax se aproximava.
“- Oh sim... pequena... aaaaaaaaaaa que buceta apertada, molhada... aaaaaaaaaaa -ele rosnou. -Leve-me ao paraíso...gostosa...me deixa louco...

Não existia nenhum controle conforme estremecia em seu pênis, suas mãos cravadas em meus quadris e me conduzindo, minha buceta o apertando.
Eu gritei acompanhada pelo grunhido gutural dele. Ele ergueu sua cabeça e gritou quando seu quente sêmen espirrou bem fundo dentro de mim, convulsionando sua passagem. Seus braços me esmagaram, enquanto arqueávamos em êxtase. Depois de longos e vários minutos, acariciou suas mãos em minha pele, e me puxou contra seu tórax. Seus lábios acariciavam meu pescço.
“Obrigado, Minha.” - sussurrou em minha orelha. - Por enquanto Seu Dom está satisfeito. E o fim de semana apenas começando.
Estremeci de choque, choque de prazer que acompanhou suas palavras.
-Obrigada, Dom. - sussurrei, ainda um pouco desconfortável de chamar à alguém como Dom.

O que este homem fez comigo, foi o que eu estava procurando por toda minha vida adulta. A realização sexual sem limites, uma conexão que excedia tudo o que considerava adequado. O que aconteceria depois deste fim de semana?
Ele me ergueu e me deixou em seus joelhos, ainda com seu pênis entre eles.
Eu olhei para seu membro, ainda magnífico entretanto não mais completamente erguido. O homem tinha um corpo que qualquer mulher babaria em cima. Sua posição dominante, seu rosnado, sua atenção e sua ternura, tudo combinava com o pacote físico, para atrair-me de um modo atordoante.
- Você está… livre, certo?- desabafei.
Seus olhos alargaram atrás da máscara.
- O que?- ele perguntou, então sua mandíbula endureceu, seus olhos ficando mais escuros.
- Você merece um castigo por isto.
- Mas...- ele continuou.
-...eu suponho que é justo, desde que você não me conhece... diferente do que nós temos compartilhado aqui. Sim, eu sou livre. Quando eu estou com uma mulher, ela é minha. Da mesma maneira, que quando eu estou com ela, pode ter certeza que sou dela. Eu não compartilho, e eu não espero que ela compartilhe.

Seus olhos enigmáticos por trás da máscara, grudaram nos meus.
- Você é minha.- ele rosnou.
Eu estremeci diante daquelas palavras.
“- Ele era meu, então.”
Bom… pelo menos pelo fim de semana.

Eu teria prazer com ele, e me preocuparia com a Síndrome de Estocolmo* mais tarde.
- Você está ficando fria.-levantando, me ergueu em seus braços e me levou em direção ao quarto.
- Eu estou contente que tem pelo menos cheesecake. - ele riu, conforme caminhava.
- Nós vamos queimar muitas calorias hoje à noite.
Corajosamente, passei minhas mãos pelo seu pênis já ereto.

- Eu sei de um modo que eu posso conseguir mais sustância. - murmurei, sentindo-me fora do meu normal, que nunca teria falado tão francamente.
Eu mordi meu lábio.
- Veremos.- ele respondeu com um sorriso diabólico. - Eu ainda não consegui orgasmos o suficiente de você ainda.

Minha respiração aumentou irregular, meu pensamento em seu pênis fundo, dentro de mim novamente. Eu nunca tinha ficado tão quente para ser preenchida por um homem.
- Bom... – ele começou quando me soltou na cama, imediatamente rastejou acima de mim, me prendendo com seu corpo enorme, suas mãos me algemando acima da minha cabeça.
- Deixe-me que lhe diga, poderia levar toda à noite, antes de eu conseguir o suficiente de você...
- Sim, Dom...- suspirei. - Sim…mais...por favor...

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NOTA DA AUTORA : Ser sequestrada não é minha Fantasia...nem Fetiche...Mas, há tempos atrás me pediram para escrever algo assim..Todos os personagens são fictícios, qualquer semelhança com pessoas vivas ou não, terá sido mera coincidência.

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NOTA DA AUTORA :"Todos os textos, contos e poemas, assinados por mim , podem ser copiados e exibidos em outras páginas, desde que, creditada a Autoria. Sinta-se a vontade!"
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NOTA DA AUTORA : "Sou contra qualquer tipo de Violência, Principalmente a Violência contra a Mulher.Não concordo com rapto ou sequestros.Esse é um conto...é uma ficção. E não um fetiche.
Me perguntaram uma vez se eu escreveria um conto assim..
Não sei muito sobre BDSM, Dom e Sub... Ser uma Sub...não sei se... aceitaria ser submissa a alguém...Mas, tenho Amigos e Amigas que curtem esse Tema....Fiz curso sobre Violência Doméstica que já fez parte do meu Trabalho...A lei da Maria da Penha, apesar de ser muito utilizada, ao meu ver tem falhas.
Espero que gostem e qualquer semelhança dos personagens com alguém vivo ou não, é mera coincidência...Baseado em Romances BDSM. "
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Nota da Autora:
Síndrome de Estocolmo -
A Síndrome de Estocolmo (Stockholmssyndromet em sueco) é um estado psicológico particular desenvolvido por pessoas que são vítimas de seqüestro. A síndrome se desenvolve a partir de tentativas da vítima de se identificar com seu captor ou de conquistar a simpatia do seqüestrador.
A identificação afetiva e emocional com o sequestrador acontece para proporcionar afastamento emocional da realidade perigosa e violenta a qual a pessoa está sendo submetida.A síndrome pode se desenvolver em vítimas de sequestro, em cenários de guerra, sobreviventes de campos de concentração, pessoas que são submetidas a prisão domiciliar por familiares e também em vítimas de abusos pessoais, como mulheres e crianças submetidas a violência doméstica e familiar. É comum também no caso de violência doméstica e familiar em que a mulher é agredida pelo marido e continua a amá-lo e defendê-lo como se as agressões fossem normais.
Exemplo:A síndrome de Estocolmo pode muito bem ser identificada na literatura infantil, no clássico conto francês, escrito por Marie le Prince de Beaumont, "A Bela e a Fera" que conta a história de uma garota bonita e inteligente que é vitima de cárcere privado por uma Fera, e por fim desenvolve um relacionamento afetivo e se casa com a fera.
Arlequina, vilã do super-herói Batman e parceira do Coringa, era psiquiatra antes de se tornar vilã. Ela foi fazer uma consulta ao Coringa no Asilo Arkham e acabou se apaixonando pelo vilão. Depois da consulta, ela o ajudou a escapar do asilo e a partir daí começou sua carreira de crimes ao seu lado.

Ayesk@