segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ANA

138085 Ana era namorada de Paulo, um cara que trabalhava comigo. Foi ele quem me apresentou a ela, nós revezavamos nossos carros por causa do rodizio .
Um dava carona ao outro. Logo que vi a Ana fiquei encantado, com vontade de tocá-la. Ana era gordinha, estatura média, com um rosto angelical, uma pele de porcelana, olhos claros. Tinha os cabelos pintados de cobre, encarocolados. Falava muito pouco o que era uma pena, porque sua vozinha rouca e baixa era muito sensual.
Era o contraste de Paulo,um cara grosseiro e espalhafatoso, sempre disposto a fazer piadas, nem sempre de bom gosto. Sempre que os via juntos eu ficava me perguntando o que é que Ana tinha visto nele.
Prá evitar o transito na hora do rush, antes de sairmos, nós davamos uma volta num grande parque que ficava em frente ao estacionamento onde deixavamos o carro. Geralmente iamos em grupo de 4 ou 5, isso durante o horário de verão.
Numa quarta, Paulo tinha ido á trabalho para outra cidade e nesse dia, o grupo se dispersou, visto que o falastrão do Paulo era a alma do grupo, com suas piadas e seus papos.
Nesse dia, estava um fim de tarde lindo e ficamos só eu e Ana. Fomos caminhando pelo parque e então pudemos conversar. Deixei que Ana falasse bastante, admirando a sua voz e o seu rosto, o seu jeito de andar.
Chegando num local mais reservado, sentamos no chão , falamos um pouco sobre mim e eu não me contive e comecei a elogiar a Ana, falando que era bonita e delicada e parecia ser uma pessoa bem carinhosa. Ela confirmou e disse que era carinhosa realmente e que Paulo não entendia issso, que ele era um ótimo namorado, mas não lhe dava muito carinho. Isso porque Paulo era muito egocentrico, no que eu concordei.
Vi um fundinho de tristeza no seu olhar e comecei a tentar animá-la, acariciando os cabelos dela. Ela me deu um sorriso e eu lhe disse que se fosse namorado dela não ia parar de lhe fazer carinhos. Ela sorriu de novo, eu acariciei o rosto dela, ficamos nos olhando. Segurei seu rosto com as duas mãos, beijei a sua testa, seu rosto macio . Fiquei com a boca perto da dela, ela me fitou docemente, como uma confirmação,  encostei a boca na dela e a beijei, a principio, sem lingua, saboreando seus labios finos.
Depois senti sua lingua entrando na minha boca e a suguei fortemente, com fome. Foram repetidos beijos, cada vez mais fortes. Eu a abraçava, alisava suas costas e ela retribuia com os mesmos carinhos. Senti sua respiração aumentar, eu me esfregava nela que também se mexia e forçava prá frente.
Então, durante o beijo, Ana me apertou mais fortemente, gemeu abafado, senti seu corpanzil estremecer, ela se retesou e respirou ruidosamente.
Então ela se afastou, estava com o rostinho vermelho, com um olhar envergonhado.
Disse que precisava ir embora , embaraçada, sem jeito. Saiu quase correndo pelo parque, nesse dia nem me esperou .

Fiquei pensando naquele beijo e naquela gordinha,não conseguia tirá-la do pensamento. Tentei em vão falar com ela naquela noite e no dia seguinte Paulo voltou e retornamos a nossa rotina.

Insisti mas ela não quis tocar mais no assunto.
Na verdade, quem tocou no assunto embora indiretamente, foi o Paulo, alguns dias depois, durante o almoço. Me confidenciou que Ana estava diferente com ele , que estava pedindo pra ele ser mais carinhoso, transar com ela com beijos e preliminares, coisas que Paulo me disse que nunca fazia, porque o seu jeito de transar era sem carinho, sem frescura, sem delicadeza. E me disse que Ana nunca tinha reclamado antes. Pediu minha opinião sobre o que poderia estar acontecendo com sua namorada. Claro que não dei opinião nenhuma, mas no íntimo estava me sentindo orgulhoso. Então, pensei ,eu tinha mexido com ela tanto quanto ela tinha mexido comigo.

Apesar de se esquivar de falar comigo, o acaso a trouxe até mim. Paulo foi viajar à serviço e me pediu prá buscar uns documentos na sua casa.
Por absurda coincidência,quando entrei no seu apartamento, encontrei Ana lá também,que, desconcertada, sem jeito, me disse que tinha ido dar um jeito no apartamento.
Nesse dia ela estava deliciosa: como estava arrumando o apartamento de Paulo, estava de shorts jeans e blusinha, que realçava os seus seios e deixava seus braços fartos à mostra, bem como suas coxonas brancas. Eu estava muito sem jeito, senão já a teria agarrado á força, tal era o meu tesão.

Estavamos ambos sem jeito, e ficamos conversando sobre coisas bobas, enquanto eu procurava os documentos e ela arrumava o apartamento.
Quando terminou, ela disse que precisava ir embora, deu um beijinho no meu rosto, mas eu a segurei delicadamente pelo braço e então disse o que trazia guardado hà tantos dias. Que não parava de pensar nela, que não parava de pensar naqueles beijos e da minha vontade de estar com ela novamente.
SEmpre segurando-a e olhando fundo nos seus olhos. Ela me olhou e disse apenas , que tinha ficado pensando sobre o que aconteceu entre a gente. Ana disse que tinha ficado assustada por ter gostado dos meus beijos, porque isso nunca tinha acontecido com ela, ela não era do tipo carinhosa e o que a tinha aproximado do Paulo,era que ele também não gostava de carinhos..
- Pena que você não gosta, eu disse, eu to louco pra fazer carinho em você..
- Pára, Gabriel, ela disse, meio sorrindo, com a mão na maçaneta .

Aproximei-me meio timido e meio no impulso e muito na vontade, colei meu corpo no dela, dando-lhe um pequeno beijo na boca e abraçando-lhe forte. Depois falei um monte de coisas, bem junto do seu ouvido, encorajando-a a me ajudar a descobrir o que acontecia com a gente.
Ela me olhou e se deixou beijar. Dei-lhe um beijo quente, selvagem,  passei minhas mãos  pela sua cintura e a puxei em minha direção, grudando nossos corpos. Eu a beijava sem parar, enquanto deslizava a mão pelas suas costas em direção à bundona. Ela retribuia o beijo, passeando as mãos pela minha nuca.
Comecei a beijar o seu pescoço, saboreando. Eu a apertava, beijava, gemia e apertava sua bunda. Quando nossos lábios se desgrudavam ela vinha, ávida, sugar a minha lingua e eu a dela.

Ela abriu a minha camisa, e eu a tirei. Depois de algumas caricias ela começou a beijar o meu peito , dando pequenas mordidas no meu mamilo, meu pau pulsava dentro da calça, eu gemia baixo no seu ouvido, provocando- a a me oferecer mais. Ela me empurrou para o chão e começou a beijar a minha barriga, enquanto eu acariciava os seus cabelos e gemia e arqueava meu corpo de encontro aos lábios dela. Eram carícias intermináveis, quentes e deliciosas,
Sua mão deslizava pela minha calça, devagar, eu só gemia, ela começou a apertar devagar meu cacete e esfregar no sentido de vai e vem, meu pau tava duro como pedra, forçando contra a calça, senti a cabeça saindo pelo lado da sunga, ela me olhou fundo nos olhos, pediu um beijo, parecia um sonho, aquela gordinha com carinha de anjo, tinha labios deliciosos.
Ela abriu o zíper , eu me arrepiava de tão excitado, fui me esticando no chão, ela me acariciava e então puxou a minha calça junto com a sunga, começou a acariciar meu pau, a punhetar, eu só gemia, o prazer já tomava conta de mim.
Depois de mil caricias, ela abocanhou minha rola e chupou com vontade, eu gemi alto, ela me olhou deliciosamente, abaixou mais a cabeça de forma que o meu pau entrou tudo em sua boca, eu me contorcia, inquieto, me esparramando cada vez.. Ana lambeu meu saco, as vezes eu sentia contrações muito prazerosas na região pélvica, pareciam espasmos, ao mesmo tempo as chupadas vigorosas em meu pênis me impediam de pensar com clareza, meu coração batia forte, ela parou de me chupar pra me beijar mais uma vez, e outra, enquanto me punhetava . Eu pedi que ela chupasse mais, ela lambia meu escroto com muita vontade, me olhava, me punhetava um pouco, me chupava e depois ficava apenas alisando. Era fascinante ver meu pau aconhegado naquela mãozinha de fada, nos beijavamos e seus beijos me excitavam mais, aquele olharzinho de anjinho safado, cabelos cacheados caindo no rostinho gordinho, era um sonho.. Ela me chupava, lambia, acariciava, beijava,  me masturbava e assim uns minutos depois eu senti que ia gozar, falei pra ela, ela me beijou e disse, goza,goza gostoso pra mim.
Enquanto me beijava delicadamente, e suas mãos me manipulavam comecei a ter as primeiras contrações, eram muito fortes, parecia que minha barriga, costas, tudo se contraía,
Ela chupava o meu pescoço, minha lingua e urrando, eu gozei...
Veio o primeiro jato de porra, o segundo, sujando a mãozinha  dela e o chão, ela abaixou-se rápido e chupou meu saco, enquanto vinham outros jatos de sêmen quente, eu estava em êxtase, esticado no chão , entregue aquela carinhosa gordinha com carinha de anjinho.

Ela me olhava com cara de satisfação, antes de me beijar de novo, retirando a a porra restante dando uma gostosa apertada no meu pau,
Depois falou no meu ouvido : voce gostou ? tá vendo como sei ser carinhosa ?
Eu falei que tinha adorado e que queria mais, queria retribuir todo o prazer que ela tinha me dado.
Ela disse que não, que a gente tá tinha ido longe demais e ela não queria trair o Paulo. Comecei a acariciar o seu rosto e lhe beijar, eu, totalmente nú e ela ainda vestida. Era impossível ficar ao lado dela sem lhe tocar, eu lhe disse.
Estavamos sentados no chão, deslizei pra cima do corpão dela e lhe beijei..
Apertei Ana contra meu corpo , mordisquei sua orelha, lambi seu pescoço e me apertei ainda mais contra ela.

Olhando-a demoradamente, toquei em seus seios, sob a blusa. Passei a mão e apertei carinhosamente seus bicos. Fiz carinhos interminaveis sobre a sua pele macia, quase massagens sobre os seios, barriga e virilha. Comecei a tentar tirar a sua blusa e ela deixou, levantando os braços . Acompanhei cada parte que desnudava com a boca, extasiado. Depois de lamber cada mamilo até senti-los durinhos, comecei a sugar seus seios, saboreando cada momento.
Mordiscava de leve, levando Ana a segurar meu cabelo contra seus seios fartos,
Lentamente desci o short, deixando-a só de calcinha, estremecendo de prazer ao sentir sua pele em contato com a minha. Em uma viagem deliciosa,minhas mãos percorriam suas pernas..- to molhada, ela deixou escapar .
Tirei sua calcinha, beijando-lhe a boca, sugando sua lingua. Enfiei a mão no meio das suas pernas, sentindo sua bucetinha quente. Não diziamos nada, apenas gemiamos e nos beijavamos, enquanto eu a masturbava lentamente.

Desci lambendo sua barrigona deliciosa e macia até a vagina. Passei a lingua.
Segurei os grandes lábios da vagina com a ponta dos dedos, lambi, lambi com prazer e tesão..Dedilhei seu clitoris e o abocanhei por inteiro. Suas pernas se fecharam e prenderam minha cabeça entre elas. - estou gozando, ela gemeu, aaaaiiiiiii. Senti na boca as contrações inúmeras e intensas. Não consegui parar de chupar, enfiei as mãos por baixo do seu quadril e ergui na altura da minha boca. Continuei a lamber sua vagina. Ela gemia a cada lambida , seu quadril tremia e ela gemia cada vez que eu sentia na boca que ela estava tendo uma contração. Seu prazer estava saindo em ondas da sua buceta e indo direto para a minha boca. Enfiei a lingua bem fundo, invadindo seu prazer.  Sua vagina pulsava, ela gemia, enfiei dois dedos na sua vagina , revirando dentro dela, invadindo, enquanto lambia e sugava seu clitóris duplicado de tamanho.
Só parava de chupar pra dizer, olhando pra ela que sua buceta era deliciosa.
Saborosa. Cheirosa. Lisinha. Enfiava  a língua e sentia um sabor que não dá prá descrever ! Enfiava o dedo e sentia suas contrações. Ela gemia bem gostoso. Dedilhei seu grelinho com o polegar enquanto dava beijos de língua na sua boceta! Apertava até machucar sua bunda macia, carnuda e gostosa.  Passei o dedo nas pregas de seu ânus. Ela se contorcia  frente às contrações dentro de sua vagina, gozando bem gostoso! Saboreei  seu mel em minha língua, até ela afastar minha boca da sua buceta, sensivel demais depois de gozar ...

Ela me puxou para ela, e me beijou, sentiu seu gosto em minha boca ..sorrimos, Ela deitou-se ao meu lado, com a cabeça no meu ombro. Nos olhamos e já sabiamos, que , antes de descobrir o que tinha acontecido conosco naquela primeira tarde, a gente ainda ia foder muito.
Mas isso é história pra outro relato. (
conto de Gabriel .gabrielnarcisosantos@bol.com.br)

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