quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MANOELA

Conto de Gabriel

 138082 Conheci Dona Clara quando morava num apartamento em São Paulo, enquanto fazia uma auditoria muito complicada, numa agência no interior.
Eu estava namorando firme com Clarice, naquela época, só que ela morava em outro estado e nos viamos a cada 15 dias. Então,tecnicamente, eu estava solteiro e carente.
Dna Clara morava no apartamento em frente ao meu. Era uma simpática senhora de 75 anos. Logo fizemos amizade, eu fazia pequenos serviços pra ela e ela me mimava com doces e tortas.
Quando levava essas guloseimas pra mim,ficavamos conversando . Ela morava sozinha , mas tinha dois filhos, um rapaz e uma moça.
Me conhecendo um pouco melhor e descobrindo os meus gostos e talentos, começou a me falar sobre sua filha, dizendo que ela tinha os mesmos gostos que eu, era muito inteligente , bonita, essas coisas que toda mãe coruja diz.
Um dia tive oportunidade de conhece-la. A filha de Dona Clara, se chamava Manoela, tinha 35 anos mais ou menos, era casada e tinha dois filhos.
Seu marido não gostava de sua mãe. Com o passar do tempo ,descobri que também Dona Clara nao gostava do genro. Dizia que seu genro era ignorante, antipático, grosso, e que nunca tinha gostado dele.
Dizia que sonhava com um homem melhor pra sua filha.
No dia em que nos conhecemos, eu e Manoela ficamos conversando por quase toda a tarde, tamanha a afinidade que houve entre nós..
Ela era uma pessoa normal, mas muito simpatica
Naquele pouco tempo em que conversamos, eu me encantei  com a sua delicadeza. Passamos a nos corresponder por email , trocar idéias e sugestões de livros.
Nesse meio tempo, Dna Clara intensificava as criticas ao genro. Eu apenas lhe respondia que se Manoela gostava dele e estava feliz, tudo estava bem.
Ela insistia, e dizia que tinha sonhado com um cara mais carinhoso para ela.
Chegou a perguntar acintosamente se eu era casado. Eu lhe disse que estava quase casado com Clarice e ela chegou a me perguntar se minha mulher era tão bonita e inteligente quanto sua filha.
Deve ter me elogiado para Manoela também, pois na segunda vez em que nos encontramos, comecei a perceber que ela me olhava meio estranho, um olhar penetrante e algumas vezes soltava uns elogios como: - Nossa como você fica charmoso de terno !!.ou ' acho charmoso homem de barba '  e ' acho você muito inteligente,adoro pessoas inteligentes'
Depois desconversava. Para mim era uma confusão total, pois não passava pela minha cabeça, que ela de fato estava interessada em mim, eu era mais velho e alem disso era feio e comprometido.
Devido a insistência da mãe e apesar da resistencia do marido, começou a deixar um dos filhos pra mãe tomar conta, passando a noite para buscá-lo e quando dava, ficavamos conversando um pouco .
Parecia que eu a conhecia de outra vida de tão grande que era nossa afinidade, parecia que ela me lançara um feitiço eu sempre contava as horas para ve-la. 
Isso durou pouco, porque o marido logo contratou outra pessoa pra tomar conta da criança. Manoela não apareceu mais e também seus emails rarearam.
Eu estava louco de saudades e de tesão ,cheguei a comentar com Dona Clara que estava sentindo a falta dos papos com sua filha.. Ela apenas sorriu enigmaticamente.
Até que numa sexta à noite, Dna Clara me chamou no apartamento dela.
Logo que cheguei ,notei algumas garrafas de vinho vazias, Dna Clara disse que tinha feito uma pequena reunião com algumas amigas e tinha sobrado um pedaço de torta que queria que eu provasse.
Nisso, do banheiro saiu Manoela, me sorriu deliciosamente e me abraçou calorosamente. Ao sentir o contato do seu corpo em mim,meu pau ficou duro na hora. Dona Clara chegou a comentar que ela estava com saudades de mim eu disse que também estava com saudades dela e que tinha sido uma agradável surpresa.
Manoela me falou rindo que seu marido tinha lhe dado "alforria",por aquela noite. Ele tinha ficado com as crianças e ela ia ficar na casa da mãe naquele fim de semana prá  fazer alguns programas com amigas antigas. No dia seguinte,elas iriam ao shopping, ao cinema, etc, programas de mulheres   . Falava muito entusiasmada das suas amigas, percebi que estava meio bebada. Estava irradiante, muito bonita, com um olhar bem diferente, bem iluminado.. Estava com uma saia jeans curta  e uma blusinha de alcinha. Manoela tinha pernas muito bonitas.
Manoela me serviu um pouco de vinho e pegou outra taça e enquanto ela falava sobre suas experiências, eu não conseguia parar de fitar seus belos seios, eram pequenos, a sua pele era bastante clara e eu imaginava seus mamilos bem rosados. Seu rosto lindo de olhos brilhantes e lábios avermelhados, o que eu mais queria naquele momento era beijar a sua boca.
Mal conseguia entender o que ela estava dizendo, tal era o meu desejo e paixão. Dona Clara se desculpou dizendo que ia pro seu quarto ver a novela, eu convidei Manoela a ir ao meu apartamento com a desculpa de lhe mostrar alguns livros. Percebi que ela olhou para a mãe como se fosse pedir uma opinião e logo Dona Clara disse que aquela era uma boa idéia, porque nós estavamos conversando e atrapalhando ela. Praticamente nos empurrou para fora do apartamento.
Manoela entrou no meu apartamento, ficou olhando tudo, os cds, os dvds, os livros. Enquanto ela olhava os livros eu mal conseguia me conter, eu tremia de tesão, aproximei meu corpo por trás do seu, encostei a boca no seu pescoço de seda e sutilmente virei o seu rosto e encostei a sua boca na dela.
Não dá pra descrever a delicia que eram seus lábios. Ela ficou paralisada, quieta, eu lhe dei mais um beijo, agora de lingua.
Ela se desprendeu dos meus braços e só me disse :'não'.
Então eu lhe pedi desculpas, e disse : 'Não sei o que está acontecendo comigo, perdi o controle.Faz tempo que eu quero te beijar, to muito atraído por você, me desculpa'.
'vou embora' ela disse. Eu lhe pedi que ficasse, que não iria tentar mais nada, só queria ficar perto dela. Ela hesitava entre ficar e ir embora.
Eu lhe disse então tudo o que estava sentindo por ela e comecei a cobri-la de elogios . Ela me olhou profundamente e disse que ninguém nunca tinha dito aquelas coisas pra ela antes. ' então fica mais um pouco' eu lhe pedi.
Ela se aproximou, seu perfume era delicioso, e murmurou :' fico '. Segurou meu rosto e começamos a nos beijar ardentemente, foi uma das melhores senssações da minha vida,seus beijos eram muito intensos e deliciosos. Nossos corpos se colaram .
Nos beijando, levei-a para o quarto e caímos na cama,

Tirei a blusa que ela usava e comecei a chupar aqueles lindos seios, eram pequenos e rosados como eu imaginara. Ela empurrava minha cabeça  pra eu chupar com força ,fiquei por cima dela e ao mesmo tempo que chupava seus bicos durinhos fui descendo as mãos pela sua barriga, e passeei pelo meio das coxas, até que minhas mãos taradas encontraram a buceta quase que acidental e despretensiosamente, enfiei minha mão dentro da sua saia e comecei a apalpar sua xaninha por cima da calcinha. Ela mesmo afastou a calcinha e levou meus dedos para seu clitoris e depois para dentro da sua xaninha.
Ela começou a gemer,eu suguei os bicos dos seus seios e entrei com dois dedos na buceta , escavando, . Ela gemia, eu me alternava entre sugar seus seios e sua lingua, com o pau duro, louco pra meter nela.
Ela começou a mexer os quadris, e rebolar gostoso nos meus dedos umidos.
sua respiração foi ficando ofegante, os gemidos foram ficando mais intensos eu eu fui tocando-a mais rápido, metia os dedos com velocidade e força, acariciando seu clitoris com o polegar, me deliciando, fascinado ao ver uma mulher tão especial rebolando, molhada prá mim..Ela procurou meus lábios e enquanto me beijava gostosamente, apertou a minha mão sobre a sua buceta e pediu. '-- me faz gozar;...' E eu fiz. Ela era tão deliciosa, assim abandonada à minha vontade... pedindo, me senti importante prá ela.   Alisei seu grelo com mais vigor, às vezes descia com a mão entre as coxas dela até quase o ânus e logo voltava a molhar os dedos em sua boceta, cada vez mais rápido... Ela gemia  e eu acelerava loucamente os movimentos, até que ela gozou. Gozou gostoso, senti sua xaninha pressionando meus dedos que ficaram mais que melados. Gemeu um pouco mais alto, tive que tapar sua boca para ela não gritar e continuei esfregando a mão até sentir que ela tinha acabado de gozar.
Então beijei a sua boca, me afastei, tirei as calças e a cueca , ajoelhei-me e quase selvagemente, puxei a sua saia e tirei a sua calcinha, eu estava louco pra gozar ,  rapidamente coloquei uma camisinha e deitei-me por cima dela, beijando seu rosto, boca e pescoço, falando um monte de sacanagem, rouco de tesão. forcei um pouco o pau, e entrou apenas a cabeça. sua buceta era deliciosa, úmida e quentinha, ela não disse nada, eu urrava de prazer chamando ela de gostosa, forcei mais, ela era muito apertada, mas entrava porque estava bem lubrificada. entrou tudo. meu pau agora preenchia todo o espaço. ela se mexeu de leve, passando os braços pelas minhas costas puxando meu corpo contra o dela. comecei lentamente o movimento de entra e sai. o pau saia brilhando e voltava indo bem ao fundo. acelerei, e ela voltou a ficar se mexendo de novo. que maravilha, meu tesão foi além do limite. ambos se movimentando, a minha boca sedenta  buscando a dela a todo o instante. ela me dizia coisas gostosas, me chamando de gostoso, de tesão , enquanto me auxiliava no entra e sai. o pau escorregava pelas paredes da bucetinha e entrava mesmo até o fim . sua bucetinha contraia o meu pau e eu socava rapidamente,senti o gozo vindo e disse pra ela :' vou gozar', ela me olhou e disse carinhosamente: ' goza pra mim, goza dentro de mim' .gozei, apertando-a e urrando no seu ouvido . o pau explodiu num gozo delirante. enchendo a camisinha de porra. deixei o pau lá dentro. beijando-a sem parar, sentindo as ultimas contrações de prazer.
então eu joguei meu corpo ao lado do dela, ficamos deitados lado a lado.
' que delicia', ela disse.languidamente, virou-se para mim e ficamos nos acariciando e nos beijando um pouco. Depois fomos tomar banho e no chuveiro, nos ensaboamos, nos lavamos, nos excitando.
Ela saiu do banho primeiro que eu e ao sair,a vi deitada na cama, nua, ainda molhada. além de muito excitado eu estava muito feliz por ver que ela não teve pressa em ir embora, que queria ficar ali comigo...
Coloquei uma música suave e apaguei a luz do quarto,deixando apenas a luz do abajur .
Ela estava deitada de bruços, de olhos fechados, curtindo a música. Meus dedos e boca não conseguiam ficar longe da pele dela e e eu comecei a dar
chupadinhas pelo corpo todo, parando na  bundinha, dei uns beijinhos e segui pernas abaixo até chegar aos seus calcanhares, e retornei, virando-a e colocando-a de barriga prá cima, começando pelos pés, lambi todos meus dedinhos, subindo pelas pernas, até chupar seus seios e posicionei-a de frente pra mim, dei-lhe um beijo molhado,nessa altura ela já estava com os biquinhos dos seios arrepiados e eu de pau duro. Então  desci novamente pela sua barriga , abri suas pernas, e com a ponta da língua, alcancei sua xoxotinha e comecei a chupá-la, com movimentos rápidos.
Manoela  tremia, me olhando, mordendo os lábios e apertando o biquinho dos peitos. Enfiei a cabeça no meio de suas coxas e ela arcou os quadris,
pressionando sua xoxota na minha boca.

Eu apertava sua bunda e sugava deseseperado , ela falava coisas sem sentido, fazia movimentos desconcertantes, eu enfiava a língua no mais profundo daquela bucetinha, que sabor gostoso, que fêmea, forcei uma penetração, senti sua buceta umida apertar a ponta da minha língua, faltava muito pouco para introduzi-la.

Afastei com os dedos os labios da  buceta  me permitindo entrar mais com a  língua, brinquei bastante ali, enquanto Manoela  suspirava e dava gritinhos, voltei para o grelinho a e reiniciei uma mamadinha deliciosa no seu clitóris, engoli o grelinho levando-a a iniciar uma sessão de gemidos..

Então ela me puxou e me pediu :' vem, quero vc dentro de mim '
Me abraçou forte. Beijou-me novamente e, de uma jeito natural ,meu pau escorregou pra dentro dela.  Com as pernas abertas e os joelhos levantados, ela recebeu-me . Provoquei ainda mais sua ansiedade enfiando apenas a glande. Depois, enfiei mais um pouco já com movimentos de vai e vem , alternando estocadas curtas com estocadas profundas. Enquanto gemia , Manoela  mordia meu pescoço. Estava muito gostoso, sua bucetinha aconchegava meu pau e contraia e várias vezes eu fiquei prestes a gozar. Mas
consegui controlar a ejaculação, adorando sentir meu membro envolvido pela umidade  daquela buceta . Seus lábios eram como pétalas de rosa. Admirei-a e beijei-a com sofreguidão enquanto enfiava loucamente o pau dentro dela.  Levei um tempão bolinando, massageando e estocando a vagina de Manoela que começou a contorcer-se e a gemer descontroladamente, sussurrando-me palavras obscenas. ' que tesão, amor,vou gozar',ela disse. 
Sai de dentro dela, rapidamente e disse : goza na minha boca, amor.
Quando enfiei a boca no meio de suas pernas e comecei a sugar seu grelinho, Manoela parecia ter ido ao delírio, parecia que iria desmaiar de tantos espasmos, seu néctar já escorria pela minha boca e língua , percebi que viria uma tormenta de gozo, abri bem a boca, quase engolindo sua xoxotinha, enfiei ao máximo minha língua, deixando que transbordasse em minha boca todo aquele melzinho delicioso. Continuei lambendo-a até as últimas contrações.
Depois, louco de tesão, enfiei de uma vez o pau na sua buceta molhadinha e comecei a socar com força.  A visão do meu pau entrando e saindo de sua xoxota me deixou tonto, o cheiro do seu sexo me embriagou, o contato dos nossos corpos suados me eletrizou. - 'vou gozar !!!!' eu disse , tentando tirar o pau de dentro dela, porque estavamos sem camisinha . ' não, disse Manoela, puxando-me para si e me beijando.. ' goza dentro, me enche de porra'.
Estou gozando!, - anunciei. Manoela  puxou-me para si e beijou-me. Esporrei então fartamente dentro dela , urrando e me contorcendo de prazer. Permanecemos muito tempo abraçados, nos beijando e acariciando com muito amor e tesão. Ela não me deixou tirar de dentro dela, até minhas derradeiras contrações. Depois disse que precisava ir embora, mas não queria.
Naquela noite, me apaixonei por ela..
Mas Manoela não quis me encontrar mais, só ia na casa da mãe nos horários em que sabia que eu não estava,nunca mais respondeu meus emails até que eu me mudei e perdi contato com a mãe dela.
Manoela, a filha da Dona Clara será sempre uma lembrança muito gostosa e excitante.  

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ANA

138085 Ana era namorada de Paulo, um cara que trabalhava comigo. Foi ele quem me apresentou a ela, nós revezavamos nossos carros por causa do rodizio .
Um dava carona ao outro. Logo que vi a Ana fiquei encantado, com vontade de tocá-la. Ana era gordinha, estatura média, com um rosto angelical, uma pele de porcelana, olhos claros. Tinha os cabelos pintados de cobre, encarocolados. Falava muito pouco o que era uma pena, porque sua vozinha rouca e baixa era muito sensual.
Era o contraste de Paulo,um cara grosseiro e espalhafatoso, sempre disposto a fazer piadas, nem sempre de bom gosto. Sempre que os via juntos eu ficava me perguntando o que é que Ana tinha visto nele.
Prá evitar o transito na hora do rush, antes de sairmos, nós davamos uma volta num grande parque que ficava em frente ao estacionamento onde deixavamos o carro. Geralmente iamos em grupo de 4 ou 5, isso durante o horário de verão.
Numa quarta, Paulo tinha ido á trabalho para outra cidade e nesse dia, o grupo se dispersou, visto que o falastrão do Paulo era a alma do grupo, com suas piadas e seus papos.
Nesse dia, estava um fim de tarde lindo e ficamos só eu e Ana. Fomos caminhando pelo parque e então pudemos conversar. Deixei que Ana falasse bastante, admirando a sua voz e o seu rosto, o seu jeito de andar.
Chegando num local mais reservado, sentamos no chão , falamos um pouco sobre mim e eu não me contive e comecei a elogiar a Ana, falando que era bonita e delicada e parecia ser uma pessoa bem carinhosa. Ela confirmou e disse que era carinhosa realmente e que Paulo não entendia issso, que ele era um ótimo namorado, mas não lhe dava muito carinho. Isso porque Paulo era muito egocentrico, no que eu concordei.
Vi um fundinho de tristeza no seu olhar e comecei a tentar animá-la, acariciando os cabelos dela. Ela me deu um sorriso e eu lhe disse que se fosse namorado dela não ia parar de lhe fazer carinhos. Ela sorriu de novo, eu acariciei o rosto dela, ficamos nos olhando. Segurei seu rosto com as duas mãos, beijei a sua testa, seu rosto macio . Fiquei com a boca perto da dela, ela me fitou docemente, como uma confirmação,  encostei a boca na dela e a beijei, a principio, sem lingua, saboreando seus labios finos.
Depois senti sua lingua entrando na minha boca e a suguei fortemente, com fome. Foram repetidos beijos, cada vez mais fortes. Eu a abraçava, alisava suas costas e ela retribuia com os mesmos carinhos. Senti sua respiração aumentar, eu me esfregava nela que também se mexia e forçava prá frente.
Então, durante o beijo, Ana me apertou mais fortemente, gemeu abafado, senti seu corpanzil estremecer, ela se retesou e respirou ruidosamente.
Então ela se afastou, estava com o rostinho vermelho, com um olhar envergonhado.
Disse que precisava ir embora , embaraçada, sem jeito. Saiu quase correndo pelo parque, nesse dia nem me esperou .

Fiquei pensando naquele beijo e naquela gordinha,não conseguia tirá-la do pensamento. Tentei em vão falar com ela naquela noite e no dia seguinte Paulo voltou e retornamos a nossa rotina.

Insisti mas ela não quis tocar mais no assunto.
Na verdade, quem tocou no assunto embora indiretamente, foi o Paulo, alguns dias depois, durante o almoço. Me confidenciou que Ana estava diferente com ele , que estava pedindo pra ele ser mais carinhoso, transar com ela com beijos e preliminares, coisas que Paulo me disse que nunca fazia, porque o seu jeito de transar era sem carinho, sem frescura, sem delicadeza. E me disse que Ana nunca tinha reclamado antes. Pediu minha opinião sobre o que poderia estar acontecendo com sua namorada. Claro que não dei opinião nenhuma, mas no íntimo estava me sentindo orgulhoso. Então, pensei ,eu tinha mexido com ela tanto quanto ela tinha mexido comigo.

Apesar de se esquivar de falar comigo, o acaso a trouxe até mim. Paulo foi viajar à serviço e me pediu prá buscar uns documentos na sua casa.
Por absurda coincidência,quando entrei no seu apartamento, encontrei Ana lá também,que, desconcertada, sem jeito, me disse que tinha ido dar um jeito no apartamento.
Nesse dia ela estava deliciosa: como estava arrumando o apartamento de Paulo, estava de shorts jeans e blusinha, que realçava os seus seios e deixava seus braços fartos à mostra, bem como suas coxonas brancas. Eu estava muito sem jeito, senão já a teria agarrado á força, tal era o meu tesão.

Estavamos ambos sem jeito, e ficamos conversando sobre coisas bobas, enquanto eu procurava os documentos e ela arrumava o apartamento.
Quando terminou, ela disse que precisava ir embora, deu um beijinho no meu rosto, mas eu a segurei delicadamente pelo braço e então disse o que trazia guardado hà tantos dias. Que não parava de pensar nela, que não parava de pensar naqueles beijos e da minha vontade de estar com ela novamente.
SEmpre segurando-a e olhando fundo nos seus olhos. Ela me olhou e disse apenas , que tinha ficado pensando sobre o que aconteceu entre a gente. Ana disse que tinha ficado assustada por ter gostado dos meus beijos, porque isso nunca tinha acontecido com ela, ela não era do tipo carinhosa e o que a tinha aproximado do Paulo,era que ele também não gostava de carinhos..
- Pena que você não gosta, eu disse, eu to louco pra fazer carinho em você..
- Pára, Gabriel, ela disse, meio sorrindo, com a mão na maçaneta .

Aproximei-me meio timido e meio no impulso e muito na vontade, colei meu corpo no dela, dando-lhe um pequeno beijo na boca e abraçando-lhe forte. Depois falei um monte de coisas, bem junto do seu ouvido, encorajando-a a me ajudar a descobrir o que acontecia com a gente.
Ela me olhou e se deixou beijar. Dei-lhe um beijo quente, selvagem,  passei minhas mãos  pela sua cintura e a puxei em minha direção, grudando nossos corpos. Eu a beijava sem parar, enquanto deslizava a mão pelas suas costas em direção à bundona. Ela retribuia o beijo, passeando as mãos pela minha nuca.
Comecei a beijar o seu pescoço, saboreando. Eu a apertava, beijava, gemia e apertava sua bunda. Quando nossos lábios se desgrudavam ela vinha, ávida, sugar a minha lingua e eu a dela.

Ela abriu a minha camisa, e eu a tirei. Depois de algumas caricias ela começou a beijar o meu peito , dando pequenas mordidas no meu mamilo, meu pau pulsava dentro da calça, eu gemia baixo no seu ouvido, provocando- a a me oferecer mais. Ela me empurrou para o chão e começou a beijar a minha barriga, enquanto eu acariciava os seus cabelos e gemia e arqueava meu corpo de encontro aos lábios dela. Eram carícias intermináveis, quentes e deliciosas,
Sua mão deslizava pela minha calça, devagar, eu só gemia, ela começou a apertar devagar meu cacete e esfregar no sentido de vai e vem, meu pau tava duro como pedra, forçando contra a calça, senti a cabeça saindo pelo lado da sunga, ela me olhou fundo nos olhos, pediu um beijo, parecia um sonho, aquela gordinha com carinha de anjo, tinha labios deliciosos.
Ela abriu o zíper , eu me arrepiava de tão excitado, fui me esticando no chão, ela me acariciava e então puxou a minha calça junto com a sunga, começou a acariciar meu pau, a punhetar, eu só gemia, o prazer já tomava conta de mim.
Depois de mil caricias, ela abocanhou minha rola e chupou com vontade, eu gemi alto, ela me olhou deliciosamente, abaixou mais a cabeça de forma que o meu pau entrou tudo em sua boca, eu me contorcia, inquieto, me esparramando cada vez.. Ana lambeu meu saco, as vezes eu sentia contrações muito prazerosas na região pélvica, pareciam espasmos, ao mesmo tempo as chupadas vigorosas em meu pênis me impediam de pensar com clareza, meu coração batia forte, ela parou de me chupar pra me beijar mais uma vez, e outra, enquanto me punhetava . Eu pedi que ela chupasse mais, ela lambia meu escroto com muita vontade, me olhava, me punhetava um pouco, me chupava e depois ficava apenas alisando. Era fascinante ver meu pau aconhegado naquela mãozinha de fada, nos beijavamos e seus beijos me excitavam mais, aquele olharzinho de anjinho safado, cabelos cacheados caindo no rostinho gordinho, era um sonho.. Ela me chupava, lambia, acariciava, beijava,  me masturbava e assim uns minutos depois eu senti que ia gozar, falei pra ela, ela me beijou e disse, goza,goza gostoso pra mim.
Enquanto me beijava delicadamente, e suas mãos me manipulavam comecei a ter as primeiras contrações, eram muito fortes, parecia que minha barriga, costas, tudo se contraía,
Ela chupava o meu pescoço, minha lingua e urrando, eu gozei...
Veio o primeiro jato de porra, o segundo, sujando a mãozinha  dela e o chão, ela abaixou-se rápido e chupou meu saco, enquanto vinham outros jatos de sêmen quente, eu estava em êxtase, esticado no chão , entregue aquela carinhosa gordinha com carinha de anjinho.

Ela me olhava com cara de satisfação, antes de me beijar de novo, retirando a a porra restante dando uma gostosa apertada no meu pau,
Depois falou no meu ouvido : voce gostou ? tá vendo como sei ser carinhosa ?
Eu falei que tinha adorado e que queria mais, queria retribuir todo o prazer que ela tinha me dado.
Ela disse que não, que a gente tá tinha ido longe demais e ela não queria trair o Paulo. Comecei a acariciar o seu rosto e lhe beijar, eu, totalmente nú e ela ainda vestida. Era impossível ficar ao lado dela sem lhe tocar, eu lhe disse.
Estavamos sentados no chão, deslizei pra cima do corpão dela e lhe beijei..
Apertei Ana contra meu corpo , mordisquei sua orelha, lambi seu pescoço e me apertei ainda mais contra ela.

Olhando-a demoradamente, toquei em seus seios, sob a blusa. Passei a mão e apertei carinhosamente seus bicos. Fiz carinhos interminaveis sobre a sua pele macia, quase massagens sobre os seios, barriga e virilha. Comecei a tentar tirar a sua blusa e ela deixou, levantando os braços . Acompanhei cada parte que desnudava com a boca, extasiado. Depois de lamber cada mamilo até senti-los durinhos, comecei a sugar seus seios, saboreando cada momento.
Mordiscava de leve, levando Ana a segurar meu cabelo contra seus seios fartos,
Lentamente desci o short, deixando-a só de calcinha, estremecendo de prazer ao sentir sua pele em contato com a minha. Em uma viagem deliciosa,minhas mãos percorriam suas pernas..- to molhada, ela deixou escapar .
Tirei sua calcinha, beijando-lhe a boca, sugando sua lingua. Enfiei a mão no meio das suas pernas, sentindo sua bucetinha quente. Não diziamos nada, apenas gemiamos e nos beijavamos, enquanto eu a masturbava lentamente.

Desci lambendo sua barrigona deliciosa e macia até a vagina. Passei a lingua.
Segurei os grandes lábios da vagina com a ponta dos dedos, lambi, lambi com prazer e tesão..Dedilhei seu clitoris e o abocanhei por inteiro. Suas pernas se fecharam e prenderam minha cabeça entre elas. - estou gozando, ela gemeu, aaaaiiiiiii. Senti na boca as contrações inúmeras e intensas. Não consegui parar de chupar, enfiei as mãos por baixo do seu quadril e ergui na altura da minha boca. Continuei a lamber sua vagina. Ela gemia a cada lambida , seu quadril tremia e ela gemia cada vez que eu sentia na boca que ela estava tendo uma contração. Seu prazer estava saindo em ondas da sua buceta e indo direto para a minha boca. Enfiei a lingua bem fundo, invadindo seu prazer.  Sua vagina pulsava, ela gemia, enfiei dois dedos na sua vagina , revirando dentro dela, invadindo, enquanto lambia e sugava seu clitóris duplicado de tamanho.
Só parava de chupar pra dizer, olhando pra ela que sua buceta era deliciosa.
Saborosa. Cheirosa. Lisinha. Enfiava  a língua e sentia um sabor que não dá prá descrever ! Enfiava o dedo e sentia suas contrações. Ela gemia bem gostoso. Dedilhei seu grelinho com o polegar enquanto dava beijos de língua na sua boceta! Apertava até machucar sua bunda macia, carnuda e gostosa.  Passei o dedo nas pregas de seu ânus. Ela se contorcia  frente às contrações dentro de sua vagina, gozando bem gostoso! Saboreei  seu mel em minha língua, até ela afastar minha boca da sua buceta, sensivel demais depois de gozar ...

Ela me puxou para ela, e me beijou, sentiu seu gosto em minha boca ..sorrimos, Ela deitou-se ao meu lado, com a cabeça no meu ombro. Nos olhamos e já sabiamos, que , antes de descobrir o que tinha acontecido conosco naquela primeira tarde, a gente ainda ia foder muito.
Mas isso é história pra outro relato. (
conto de Gabriel .gabrielnarcisosantos@bol.com.br)