segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


Lembranças da Adolescência ptI

Olá pessoal, depois de um tempo sumida voltei para contar novamente algumas de minhas aventuras no mundo do sexo. Essa historia que vou contar aconteceu quando eu tinha por volta dos 17, 18 anos. Para os que já me conhecem mando um delicioso abraço e para os que ainda não sabem quem eu sou vou me apresentar: Sou Luanna, agora com 28 anos, morena, corpo sarado, estilo mignon, morena, cabelos pretos longos e ondulados e uma boca sempre elogiada. Tenho os seios médios e o bumbum bem avantajado.

Quando me mudei para a capital estava na adolescência e vim para continuar meus estudos. Tinha uma prima mais velha que já morava na cidade então fui dividir o apartamento com ela. Morávamos num prédio antigo, porém, bem conservado na cidade. Cada andar tinha quatro apartamentos, o nosso era o 604 que ficava de frente para a rua principal. Nesse andar nossos vizinhos eram um casal de idosos muito simpáticos, uma professora de meia idade e seu esposo e Mauro, um homem que nessa época tinha 30 anos e morava sozinho. Ele era alto, tinha quase 1,90 de altura, os cabelos muito pretos e brilhantes, os olhos eram pequenos, mas, espertos e uma boca carnuda e bem vermelha. Sempre simpático e solicito, ele era aquele tipo de homem que abria a porta do elevador para as senhoras, fazia gracinha com as crianças enfim conhecia praticamente todos os moradores do edifício e se dava bem com todo mundo. Logo que me mudei a primeira vez que o vi foi no elevador, eu estava subindo com algumas caixas, ele entrou logo atrás de mim e cumprimentou-me com um sorriso aberto, fiquei muito bem impressionada, mas sem segundas intenções. Logo que chegamos ao nosso andar ele prontamente ajudou-me com as caixas:

- Pronto, está entregue.

-Obrigada, foi de muita valia sua ajuda.

-Que isso! Você é amiga da Priscila? Veio fazer uma visita?

- Não sou prima dela e vou dividir o apartamento com ela.

-Legal, prazer, eu sou Mauro.

-Prazer, Luana e obrigada mais uma vez.

Despedimos-nos com dois inocentes beijinhos no rosto e ele me deu as costas caminhando em direção ao seu lar. Abaixei-me para procurar minhas chaves na caixa e nesse instante deixei meu bumbum à mostra já que eu usava um vestido curtinho. De longe pude perceber que ele estava encostado na porta de seu apartamento olhando fixamente para mim e para minha surpresa vi quando ele deu uma leve ajeitada no pau dentro da calça. Nesse momento algo despertou dentro de mim, passei a desejar aquele homem que de longe e da primeira vez que me viu não teve temor em mostrar que me achou interessante.

Os dias foram passando e Mauro e eu começamos um delicioso joguinho de provocações. Sempre que nos víamos sem disfarçar trocávamos olhares e sorrisinhos marotos. Um não deixava de olhar atentamente para o outro, medindo com precisão cada detalhe que estava à mostra – um novo corte de cabelo, o decote mais profundo, a bermuda curta, uma camiseta apertada – só nós dois sabíamos o que estávamos fazendo, para os demais parecia uma simples brincadeira entre um homem mais velho e uma adolescente que morava longe dos pais.

Num sábado à tarde, minha prima estava viajando a trabalho e eu fiquei sozinha no apartamento, e justo nesse dia tive que sair e fazer algumas compras no mercado próximo. Uma chuva, na verdade uma tempestade, caiu repentinamente surpreendo-me no meio do caminho e eu fiquei toda encharcada. Para piorar a luz acabou e fui obrigada a subir os andares a pé. Quando estava chegando, ouvi um forte estrondo, me assustei e dei um grito. Imediatamente Mauro saiu de seu apartamento e veio ver o que estava acontecendo.

- O que foi? Você se machucou?

- Não, foi só o susto com esse barulho todo, desculpa, tirei você do seu sossego né?

- Claro que não. Logo que a luz acabou vim aqui para ver se você estava bem, notei que você tinha saído e resolvi ficar prestando atenção para ver quando você chegaria. Você está bem?

- Estou sim, de verdade, foi só um susto mesmo.

- Nossa você está toda molhada, tire essa roupa senão vai ficar doente.

- Vou fazer isso sim, pena que está chovendo demais, confesso que tenho medo de chuva.

- Não precisa, eu vou te fazer companhia. Vou trancar meu apartamento e venho ficar com você, me espera.

- Ok, vou entrando para guardar essas coisas, mas a porta vai ficar só encostada.

Entrei em casa guardei minhas compras e fui para o quarto tirar aquela roupa molhada. Quando estava de calcinha e sutien vi que Mauro estava na porta do meu quarto, olhando fixamente para mim. Assustada peguei uma toalha e me cobri. Ele aproximou-se e me entregou um copo.

- Toma você vai gostar, e vai aquecer seu corpo.

Bebi e até hoje não sei o que era aquela bebida, mas me lembro que era deliciosa. O temor de ter aquele homem no meu quarto passou e minha vontade naquela hora era de pular no pescoço dele, de ser possuída por ele. Então sem cerimônia deixei a toalha cair e fiquei de costas para Mauro, fingindo procurar uma roupa no meu armário. Ele sentou-se numa poltrona no meu quarto e começou a falar:

- Quarto espaçoso esse seu, e bem arejado. Realmente parece o quarto de uma princesa, menos por essa cama de casal.

- O que tem a cama?

- Seu pai sabe que você tem cama de casal? Uma menina tão linda como você com uma cama espaçosa dessa parece até um convite.

- Convite para que?

- Deixa para lá, melhor eu me controlar.

Mauro falou isso sorrindo. Não sei o que me deu, na verdade sei sim, foi o mais puro e forte tesão. Sem me preocupar com as conseqüências peguei uma calcinha e resolvi trocá-la ali na frente dele. Sem timidez e bem lentamente, fui tirando a calcinha e me abaixando de costas para ele e bem em sua frente. Ele saltou da poltrona e sem me dar tempo de reagir, foi logo me agarrando. Arrancando meu sutiã, mordendo minha nuca e apertando minha xaninha.

- Até agora eu estava só brincando, mas isso agora foi demais. Você esta provocando então vou te dar o que você quer.

- Nossa Mauro, achei que esse dia nunca chegaria.

Virei-me e agarrei seu pescoço, começamos a nos beijar freneticamente. Mauro agarrava meu bumbum, tentava enfiar os dedos em mim. Pulei em seu colo, enlacei-o com as pernas e fomos para a cama. Mauro me apertava, parecia um bicho. Deitou-se sobre mim e rapidamente percorreu todo meu corpo com a boca. Beijava desde os meus pés até meus olhos e minha boca. Abracei-o com força e logo notei o enorme volume que ele tinha entre as pernas. Estava realmente de pau duro, toquei e confesso que fiquei assustada, afinal eu não havia transando com muitos homens, na verdade tinha tido esse prazer apenas com meu ex namorado, com quem perdi a virgindade.

Mauro percebeu meu temor, sentou-se ao meu lado e massageando meu seio, sorrindo me perguntou:

- Você ainda é virgem? Está com medo?

- Não sou mais virgem, e estou louca por você, mas estou um pouco receosa.

-Fica tranqüila, você vai gostar, ele é grandão, mas muito gostoso você vai sentir.

Beijou-me mais uma vez. Tirou toda a sua roupa, e pediu para que eu deitasse por cima dele. Que sensação deliciosa sentir aquele macho apertando meu corpo, chupando meus seios. Nessa posição pude esfregar minha xaninha em seu membro duro e grosso. Era como uma siririca, só que ao invés dos dedos estava usando a pica daquele macho. Eu rebolava, ele me beijava, me chamava de putinha, de gostosa e assim fui ficando maluca, gozei gostoso, gozei tanto que deixei seu pau e seu púbis todo lambuzado. Que delicia!

Mauro estava enlouquecido, mas se controlava perfeitamente. Me fazia sentir como uma a mulher mais gostosa do mundo. Sentei-me na beira da cama e fiquei olhando aquele homem ali deitado, completamente nu e super excitado, eu sentia-me nas nuvens. Ele então levantou-se e veio para a minha frente.

-Luanna, agora você vai sentir um homem de verdade, vai me fazer gozar gostoso e vai gozar comigo também, mais uma vez.

Ele começou a passar seu pinto em meu rosto, acariciava-me, segurava o pênis e se punhetava, pegou minha mão e colocou nele.

-Sinta como ele está duro. Tá latejando por você. Não fica com vergonha não, brinque com ele, nós vamos adorar.

Eu segurava com desejo aquele membro rijo e teso, a cada movimento que eu fazia ouvia o gemido contido de Mauro e sentia seu corpo tremer. Aos poucos, meio sem jeito , fui abocanhado seu pau. Lambia delicadamente a cabeça, passava a língua até a base. Ele então pediu para que eu chupasse suas bolas. Com cuidado lambi, deixando bem babada cada uma delas, coloquei-as na boca e suguei como uma meninha faminta. Voltei a trabalhar com o pau, tentei abocanhá-lo todo, mas não conseguia, era muito grande e muito grosso. Sentia-o bater na minha garganta, então sugava bem a cabecinha e com a mão tocava uma punhetinha gostosa para ele. Mauro começou a movimentar os quadris, gemia com vontade, apertava minha cabeça contra seu membro, ele parecia um animal faminto, procurando a satisfação por abater uma presa e eu uma putinha safada, louca para ver aquele macho gozar.

Completamente em transe Mauro me puxou para cima, deitou-me e veio por cima, aquele cavalo penetrou-me de uma só vez. Seu pau entrou me rasgando, sentia uma dor absurda, não consegui resistir e gritei.

- Ai seu filho da puta. Para está me machucando.

-Desculpa gatinha, fui com muita pressa né? Calma que vou tratar sua bucetinha com carinho.

Ele ficou ali, deitado sobre mim, completamente dentro de mim por alguns instantes. A dor transformada em desejo. Ele me preenchia completamente. Lentamente comecei a rebolar, ele percebendo que eu já estava preparada, passou a dar lentas e profundas estocadas em minha xaninha. Como estava gostoso receber aquele macho plenamente dentro de mim. Eu gemia e arfava naquela pica. Mudamos de posição, ficamos de lado, agora podia sentir toda a pressão de seu mastro em minha bunda. Os movimentos tornaram-se mais rápidos e ritmados, eu estava delirando, já conseguia controlar meus pensamentos, só conseguia gemer ao sentir ele me penetrando tão forte e apalpando meus seios.

- Vou gozar na sua pica, cachorro.

- Delicia, goza putinha.

Meu corpo se arrepiou, senti um tremor e uma sensação de prazer e relaxamento, fechei os olhos e me senti voando. Gozei. Ele passou então a bombar novamente com lentidão. Deu-me uns instantes para recuperar o fôlego, mas, agora era sua vez de se satisfazer.

Deitado de barriga para cima, deslizei suave e continuamente sobre seu pinto, ele entrou fundo, podia senti-lo em toda sua extensão. Nada mais gostoso do que ser preenchida carinhosamente por um macho. Comecei a cavalgar, subia e descia num movimento bem ritmado. Ele agarrou-se à minha cintura e começou a meter com força, nesse momento resolvi beijar sua boca, ele mordia meus lábios, e sem cerimônia entre estocadas vigorosas, gozou. Nunca tinha sentido tanta porra em mim, a gozada foi forte e profunda, fiquei inundada. Ele retirou o caralho e ainda deu uns respingos de porra quente e grossa na entradinha da minha xoxota. Fiquei na cama aliviada, e deliciosamente satisfeita sentido seu esperma escorrer de dentro da minha buceta.

Ainda nos beijamos mais um pouco, a luz voltou, eu resolvi tomar um banho e deixe-o deitado em minha cama, quando sai do banho ele já não estava mais lá. Ficamos alguns dias sem nos ver, mas quando nos encontramos novamente na portaria do prédio, voltamos com nossas trocas de olhares, brincadeiras e sorrisos marotos. Logicamente que transamos outras vezes e confesso que Mauro me iniciou numa das coisas mais gostosas – quando bem feita- que o sexo oferece, mas, isso conto mais tarde.

Beijos e por favor divulguem o blog e não deixe de comentar ou criticar o conto, afinal escrevemos para dividir parte de nossas vidas com vocês e saber a opinião dos leitores é fundamental. Bom sexo SEGURO a todas e todos!


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