quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A FRUTA


do blog Eroti-Cidades¨- http://eroticidades.wordpress.com

Chupar manga é muito gostoso, chupar você é mais ainda!!!! Chupar você, especificamente o seu pau, é algo deliciosamente tesudo. Só de olhá-lo minha boca começa a salivar descontroladamente, a língua se mexe afoita querendo fugir e lançar-se gulosa sobre aquela cabecinha macia, vermelha e reluzente que se insinua através de um volume insidioso por trás daquele tecido colado à sua pele. A denúncia de suas formas atiça minha imaginação e meu apetite, olho para ele enquanto deslizo a língua sobre meu lábio inferior carnudo e apetitoso; você me olha descaradamente imaginando o que está por vir.

Hipnotizados, eu e você, controlamos a ansiedade e nos exploramos lentamente, você enfia os dedos entre meus lábios trêmulos e quentes, chupo-os vagarosamente num vai-e-vem, enrolando lentamente a língua sobre eles para depois ao descer, beijar delicadamente seu pau que pulsa sob a cueca, tentando afastar o que ainda lhe separa de mim.Prefiro aumentar a tensão e acaricio o tecido sobre ele enquanto labuzo seus lábios com minha língua molhada, você se enfurece, me aperta contra seu corpo e vai enfiando sua língua dura e maleável como se fodesse minha boca. 

Sinto seu pau pulsando logo ali embaixo, como se reclamasse; seus dedos deslizam até meu bumbum e entram afoitos dentro da calcinha minúscula, me invadindo, e apressados começam a explorar meu grelinho quente e molhado. Eu me roço em você, que descontrolado me xinga, sua voz rouca perto do meu ouvido me arrepia “…vadia, minha putinha vem cá, quero te comer”. Minha xota pisca várias vezes, não suporto, deslizo pelo seu tórax, puxo sua cueca e deslizo a língua junto com os lábios, suave e safadamente, pelo seu pau; depois me dedico à firme maciez da cabecinha, olho para você que de olhos fechados geme, ofega e se mexe tentando extrair o máximo da minha boca gulosa.

Permaneço língua e lábios deslizando pela ponta carnuda do seu pau, sua expressão de puro delírio me faz derreter e entre minhas pernas uma umidade morna se instala. Sinto um pulsar descontrolado crescendo dentro de mim, fazendo com que minha boca e mãos se tornem mais afoitas, mais famintas, mais ousadas. Não preciso de mais nada para gozar, apenas ter seu pau deslizando dentro, fora e entre meus lábios, meu tesão é absurdo e me toma por completo, meu corpo parece fervilhar, dissolver.

Consciente de tudo tento prolongar estas sensações, nossos olhares se encontram, você volta a segurar seu pau e passa a massagear meus peitinhos com ele para em seguida levá-lo furioso em direção ao meu rosto, usando-o como um chicote sobre minha face; isto me enlouquece mais ainda, trago-o de volta para minha boca e volto a chupá-lo, aquele som do pau sendo sugado entra pelos meus ouvidos aumentando meu tesão. 

Chupo com mais gosto ainda a minha fruta predileta, saboreio cada pedacinho da sua pele, absorvo seu cheiro, me enebrio. Assim seu caldo começa a misturar-se à minha saliva, imagino o que está por vir e desco até a base do pau, deslizando a língua e abocanhando uma bola de cada vez, você geme, se contorce, me puxa delicadamente, quer a língua de volta lá em cima. Volto e envolvo a cabecinha com os lábios, chupando devagar e logo em seguida, mais rápido, começo a punhetar com as mãos. Mãos e boca, suavidade e pressão, escorrego docemente de cima para baixo numa louca repetição … dedos, língua e entre minhas mãos ele começa a pulsar parecendo adivinhar o que acontece comigo.

Sinto também as ondas de prazer me invadindo e neste instante entre meus lábios ele explode duro, pleno e quente feito vulcão. Minhas lavas mornas, num espasmo incontido, escorrem entre as pernas. Você me puxa em direção a sua boca, me prende firme entre seus braços e me beija violentamente, degustamos juntos o sabor do seu pau e nos abraçamos ofegantes na quase calma após a explosão.

in: http://eroticidades.wordpress.com/about/

domingo, 16 de dezembro de 2012

Urso de Pelúcia

 

cris Autor: Paulo Mohylovski

A noite estava começando a ficar fria. Eu não esperava aquela queda repentina de temperatura. Puxei a manga do casaco e me encolhi ainda mais dentro dele. Olhei para o relógio. Dez minutos de espera. Pensei em buzinar, mas mudei de idéia. Acendi um cigarro e olhei para a janela no alto do sobrado. A luz continuava acesa. Eu vi a sombra de Manuela andando de um lado para o outro. Dei algumas tragadas no cigarro e depois o joguei na rua.

Fechei o vidro do carro e esfreguei uma mão na outra.

``Manuela, Manuela´´, repeti para mim mesmo em voz alta. Por um momento, um filme passou pela minha cabeça. Uma noite solitária, sozinho em casa, abrindo uma garrafa de vinho e depois ligando o computador. Fumando, bebendo e teclando.

Sala de fetiche. Gatinha 17. Olá, como vai? Tecla da onde? São Paulo. Eu também. Qual é o seu fetiche? Palmadas, imobilização. E o seu? Não sei ainda. Gosto de homens mais velhos. Estou sozinha no quarto. Estou excitada. Tenho fantasias de ser dominada. Quantos anos você tem? 42. Uma boa idade. Blá-blá-blá. Goza, putinha. Goza gostoso. Imagina que estou te dando palmadas. Ah, que delícia. Estou gozando. Blá, blá,blá.

O filme continuava. O primeiro encontro. O primeiro beijo. A primeira trepada. Um desejo que explodiu em várias fagulhas. Teve um brilho incandescente e uma morte súbita. Nada de escuridão. Apenas aquela transa de homem mais velho com uma garota. E o meu desejo de palmadas? Não, ainda não. Manuela não estava preparada.

O filme cessou.

Finalmente a porta se abriu. Vi a sombra de Manuela. Ela gritou alguma coisa para a mãe. Depois se virou rapidamente, fechou a porta e atravessou a rua. Ela estava de casaco jeans e minissaia. Abriu a porta do carro e entrou:

- Não está com frio, Manuela?
- Não.

Ela me beijou na boca. Um beijo com gosto de chiclete e café. Fiquei um pouco excitado. Ela se afastou e afundou no banco. Depois ligou o rádio. Sempre ligava naquelas músicas barulhentas. A juventude é mesmo barulhenta. Ficou me olhando:

- O que foi? - ela perguntou.
- Nada.

Liguei o carro.

- Você prometeu...
Eu a interrompi:
- Eu sei. Primeiro, vamos até o shopping. Depois, nós vamos até minha casa.

Ela me olhou com o olhar maroto:

- Não vai doer, vai?
- Vai, mas eu agüento ir até o shopping.

Ela riu.
- Não é isso, seu bobo.

Depois ficou com o olhar perverso:
- Aquilo que você quer fazer comigo... vai doer?

Eu a olhei rapidamente nos olhos e falei seriamente:
- É claro que vai doer.

Ela fez um biquinho:
- Então, não quero.
- Você prometeu, Manuela.
- Tudo bem: eu prometi, você prometeu, nós prometemos.

Ficamos em silêncio. Em poucos minutos, entramos no Shopping. Como sempre, aquele sobe e desce dentro dos estacionamentos até encontrar uma vaga. Manuela ficava apontando:

- Ali... Não, ali... Lá tem outra... Lá...Ali...
- Essa vaga é de deficiente, Manuela.
- Eu saio mancando. Vamos.
- Nada disso. Posso ser um pervertido, mas não vou me sentir bem lesando o direito de um deficiente.
- Tudo bem, senhor Politicamente Correto.

Fiz uma careta pra ela. Manuela me mostrou a língua:
- Ali. Ali. Corre.
- Tô vendo, Manuela.

Estacionei o carro. Saímos. Famílias inteiras entravam e saíam pelas escadas rolantes. Manuela me puxou pela manga da camisa. Parecia bastante entusiasmada. As pessoas nos olhavam. Talvez pensasse que se tratava de pai e filha. Eu não me importava. Nem Manuela. Ela só queria saber de ficar correndo pelas escadas e corredores. Ela achava que eu tinha a idade dela. Eu me arrastava. Manuela ia mais na frente, me chamando. Algumas vezes, eu a perdia. De repente, a encontrava de novo. Mais uma vez parecia um filme. Era como se ninguém tivesse rosto. Apenas aquela garota loira tinha um rosto. Um rosto sorridente. Um rosto de jovem perversa.

Manuela parou diante de uma loja de bichos de pelúcia. Ficamos olhando a vitrine. Tinha todo tipo de bicho: de golfinhos a tigres de Bengala. Manuela me pegou pelo braço e me puxou para dentro da loja. Uma vendedora uniformizada veio nos atender:

- Pois não, senhor?

Manuela respondeu por mim:
- Eu quero aquele urso panda. - e apontou para um imenso urso panda sentado numa prateleira. Tinha uma cara boa aquele urso.

Manuela correu e o abraçou:
- É este que eu quero.

Olhei o preço. Tomei um susto. Era um bocado de dinheiro para um bicho de pelúcia. Manuela fez bico mais uma vez:
- Você prometeu.
- Tudo bem.

Fiz um cheque e dei para a vendedora:
- Quer embrulhar o urso, senhor?
- Não. Eu vou levar assim - Manuela respondeu por mim novamente.

A vendedora pegou o cheque, tirou a nota da registradora e me entregou:
- Obrigado, senhor.

Balancei a cabeça. Saímos da loja. Manuela parecia entusiasmada como uma criança. Aliás, Manuela era quase uma criança. Há dez anos atrás, não passava de uma pirralha. Enquanto que eu, há dez anos trás, já estava terminando um casamento.

- Tinha milhares de bichos naquela loja. Por que escolheu um urso panda? - perguntei.

Ela riu:
- É porque me lembra você.
- Sei, por causa das minhas olheiras?
- E por causa da sua barriguinha.

Passei a mão pelos cabelos:
- Caramba! Fui comparado a um urso panda por uma ninfeta. Esta noite não vou conseguir dormir.
- Seu bobo. - ela me abraçou e me beijou no meio de um corredor.

Quando paramos, algumas pessoas nos olhavam, chocadas.
- Não precisamos chamar atenção, sua diabinha.
- Foda-se! - ela disse, dando de ombros. Depois me puxou pela mão:
- Vamos tomar um sorvete.
- Eu não quero. Você prometeu que...
- Eu sei, eu sei. Um sorvete e depois vamos pra sua casa...

Respirei profundamente, resignado. Depois fomos até a sorveteria. Manuela demorou uma hora pra escolher dois sabores: pistache e coco queimado. Eu preferi tomar um café. O urso panda não quis nada, mas ficou sentado numa cadeira.

- Eu tenho que arrumar um nome pra ele...
- Depois você arruma.
- Ele vai dormir comigo todas as noites...
- É mesmo?
- Eu vou ficar peladinha, abraçando ele...
- Que urso sortudo! Saiu de uma prateleira pra cair direto na cama de uma safadinha.

Manuela sorriu. Eu achei que o urso panda também tivesse sorrido.

Ficamos em silêncio. Manuela continuava tomando o sorvete lentamente. Estava cabisbaixa, pensativa. Depois de um tempo, levantou a cabeça e perguntou:
- Eu não vou ficar marcada?

Suspirei mais uma vez, impaciente:
- Se depender de mim, vai.
- Então, não quero...
- Eu não vou lembrar mais uma vez que você...
- Eu sei: eu prometi.

Manuela terminou o sorvete.
- Eu queria ver um sapato pra uma festa que eu tenho no sábado. Será que a gente não podia passar numa loja? Rapidinho.
- Não, Manuela. Você vai pra minha casa. A minha paciência está se esgotando.

Ela abaixou a cabeça:
- Tudo bem.

Ela se agarrou ao urso de pelúcia e foi andando em silêncio ao meu lado. Eu passei a mão pelos seus cabelos lisos e loiros. E não disse nada.

Entramos no carro. Manuela continuava quieta. Nem ligou o rádio. Eu que liguei. Coloquei numa música clássica. Deixei meus pensamentos viajarem ao som de Mozart. Fechei os olhos. A melodia me embalava. Olhei para o lado. Manuela estava com os olhos cheios de lágrimas. Abaixei o som:

- O que está acontecendo, Manuela?
- Eu tô com medo. Eu não sei. Ficar amarrada... Apanhar...

Segurei-a pelo rosto e falei mansamente como uma pai que fala com a filha:
- Você sabia. Você combinou comigo. Você sabe como eu sou.
- Eu quero também, mas você tem que entender que uma coisa é fantasiar, outra coisa é fazer.
- Bem que me disseram que quem brinca com criança acorda molhado.

Manuela me fuzilou com o olhar:
- Eu não sou criança. - ela gritou.
- Psiu. Fica quieta. Quer assustar o urso panda?

Ela olhou pro urso:
- Desculpa, Ursinho. Eu não quis te assustar. É que não suporto que me chamem de criança.

Liguei o carro e fui saindo lentamente do estacionamento:
- Vou pra sua casa ou vou pra minha? - perguntei.
- Pra sua.
- Tem certeza?
- Tenho.

Eu senti uma deliciosa sensação percorrendo meu corpo. Mudei a estação de radio e coloquei numa música mais agitada. Manuela cantarolava baixinho. Quando paramos num farol, coloquei a mão na sua perna. Ela continuou cantarolando. Peguei o urso, que estava no seu colo, e o coloquei no banco de trás.

- Pra coisa esquentar um pouco, por que você não tira a calcinha por baixo da minissaia?

Manuela me obedeceu automaticamente. A calcinha branca ficou na sua mão. Eu a peguei a cheirei. Manuela tinha um cheiro forte. Joguei a calcinha no urso panda. Esperei mais um farol fechar pra colocar a mão no meio das coxas de Manuela. Meus dedos percorreram o seu sexo completamente depilado. Ela fechou os olhos. Estava encharcada de tesão. Fiquei brincando um pouco com seu grelinho, depois voltei a me concentrar na direção.

Eu morava perto do Shopping. Estacionei o carro diante de casa. Manuela olhou para mim.

- Está assustada?
- Não. Estou excitada. Você me deixou tesuda.

Saímos do carro. Ela pegou o urso panda.
- Deixa o urso no carro.
- Não, ele vai comigo.

Resolvi não discutir. Entramos em casa. Acendi as luzes e coloquei uma música. Peguei um pouco de uísque. Manuela se sentou no sofá junto com o urso.

- Eu não posso demorar.
- Eu sei. Só quero beber um pouco.

Fui até ao seu lado e me sentei. Depois lhe dei um beijo. Um beijo suave que se tornou libidinoso. Enfiei a língua com volúpia. Quase a matei sufocada.

- Eu não gosto de hálito de bebida. - ela disse.

Deixei o copo de lado.
- Muito bem, Manuela. Vamos começar. Tire toda roupa. Eu adoro te ver nua.

Manuela se levantou. Tirou o casaco jeans e a blusa. Estava sem sutiã. Os seios estavam pontudos. Em seguida, ela tirou os tênis, as meias e minissaia. Ficou com a correntinha no tornozelo.

Olhei para o corpo dela. Era uma ninfeta deliciosa.

- Coloque só o casaco jeans.

Ela colocou. Ficou sensual e indefesa. Aos poucos, fomos assumindo novos papéis. Gosto disso. Aquele mundo luminoso do lado de fora vai sendo deixado para trás. Entramos, aos poucos, num novo mundo. Uma personalidade diferente começa a brotar dentro de mim. Manuela também vai ficando diferente. O seu lado infantil fica mais atenuado. Ela fica mais séria e mais silenciosa.

- Venha até aqui.

Ela dá um passo e se aproxima de mim. Pego nos seus seios e vou acariciando os dois aos mesmo tempo. Aos poucos, aperto com mais força. Ela dá um grito de dor.

- Vire-se.

Manuela se vira. Olho para as nádegas. Eu afasto uma da outra. Vejo a fenda rosa aparecendo em todo seu esplendor. Tenho vontade de sufocá-la com meus beijos. Enfio a boca no orifício e sugo como um autêntico libertino. Manuela não agüenta o prazer e começa a se contorcer. Passo a mão pelo meio das suas pernas e afago a sua buceta por inteira. Ela está cada vez mais quente. Manuela está de olhos fechados. Parece alterada. Já não olha mais para o urso panda.

Eu a pego pela mão e a levo até meu quarto. Abro a porta de um armário e tirou uma corda branca, macia.

- O que você vai fazer? - ela pergunta.
- Nada - respondo. Seguro as suas mãos bem juntas. - Fique assim. - eu lhe digo e começo a passar as cordas por elas.

Deixo uma ponta enorme, que amarro no batente da cama:

- Precisa mesmo me amarrar?
- Você pode fugir.
- Eu não vou fugir.
- Não vai mesmo. - eu digo com um sorriso irônico.

Em seguida, volto para a sala e aumento o som da música. O urso panda me olha. Parece assustado.

- Não se preocupe, meu velho. Daqui a pouco a sua ninfeta vai tá liberada.

Volto para o quarto. Manuela está olhando para os quadros na parede. Eu me aproximo. Olho novamente para as suas nádegas. Tenho vontade de cantar. Eu me sinto perdido no tempo e na eternidade. Estou na Roma Antiga. Estou na Grécia. Estou num quarto no palácio de Versalhes. E minha mão começa a cair nas nádegas de Manuela.

Dou vários golpes. Ela agüenta sem nada dizer. A bunda já está avermelhada, como um poente no inverno. Paro por um momento. Aprecio a minha obra de arte.

- Doeu?
- Um pouco, mas me deixou muito excitada.

Volto a bater com mais força. Desta vez, ela dá gritinhos agudos. Eu paro. Aliso a bunda. Minha mão está doendo. Vou até o armário e pego um cinto. Ela me olha assustada:

- Você disse que era só tapa.
- Mudei de idéia. Vou te dar algumas cintadas também.
- Não, por favor...

Pego um lenço de seda e amordaço a boca de Manuela:
- Os seus gritos mexeriam muito comigo, me levariam a querer desejar o Impossível. Prefiro o silêncio, entrecortado pelos som das cintadas.

Sem outras palavras, comecei a distribuir cintadas na bunda e nas coxas de Manuela. Ela se contorcia de dor. A sua expressão ficou apavorada. Lágrimas caíam pelo seu rosto. Sorri. A volúpia tomava conta do meu ser. Dei outras cintadas mais fortes na bunda e nas costas. Manuela respirava com dificuldade. Parei. Depois me aproximei e passei a mão pela sua bunda. Ela continuava com o olhar aflito. Estava cada vez mais amedrontada. Joguei o cinto na cama.

- Pronto! Acabou.

Eu me sentei na cama. Olhei pra ela, amordaçada e amarrada. Meu sexo fervia de excitação. Eu comecei a me masturbar sob o olhar atônito de Manuela. Em poucos minutos, estava gozando, aos gritos, de uma maneira obscena. Depois me recuperei e fui até o banheiro me limpar. Quando voltei para o quarto, tirei a mordaça de Manuela:

- Seu doente! Me solta!

Soltei os braços de Manuela:
- Você é uma maníaco. Um tarado. Por que não faz sexo como todo mundo? Prefere me bater e se masturbar. Eu não acredito. Seu idiota.

As lágrimas continuavam rolando pela sua face. Foi até a sala e se vestiu. Continuava chorando. Pegou o urso e o abraçou:
- Eu quero ir embora. Me leva pra casa. Agora!

Eu estava esgotado. Peguei as chaves do carro, nem fechei direito a porta de casa. Abri o portão e depois entramos no carro. Manuela ficou em silêncio até chegar na sua casa.

- Por favor, não me procura mais. - ela disse e saiu correndo, abraçada no urso panda.

Voltei para casa. Eu não me sentia nem triste, nem alegre. Eu me sentia vazio. Liguei a televisão. Não tinha nada. Apenas programas religiosos e filmes. Fiquei olhando para a televisão, mas eu não via nada na minha frente...

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Cuidado com o que deseja...Sequestrada!

 

Escrito por Ayesk@

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Eu e minha amiga conversávamos em uma Cafeteria, quando ela me perguntou qual era a minha fantasia.

Olhei em volta para me certificar de que ninguém prestava atenção e excitada só de imaginar, respondi:

"- Ser sequestrada!""Sequestrada? Essa é a sua fantasia?""...ser forçada...?"

" Sim, sequestrada..."

- Estuprada?

- Não, claro que não, quero dizer...bem...é uma fantasia, e na fantasia ele teria certeza que é isso que eu quero e...bem seria algo romântico...tipo como uma fantasia de casal...com alguém que você gosta...tipo ser levada para um lugar romântico e fazer amor por dias...

Sem graça, brinquei com uma mecha do cabelo castanho acobreado que havia caído sobre o meu rosto.De repente observei um rapaz alto, moreno-claro, trajando uma calça e camisa jeans sob a aba de um boné, olhando fixamente para o computador.O boné cobria cabelos escuros e felizmente ele parecia alheio à conversa ao lado dele.' Madona!" o que tinha me dado na cabeça para contar a minha fantasia mais secreta para ela? Desejando ter mantido a boca fechada, despejei um pacote de adoçante em meu café preto. Suspirando tomei um gole da bebida fumegante.

“E você não tem algum tipo de fantasia secreta?“ Perguntei na esperança de desviar a atenção de mim mesma.Minha amiga ficou com as faces vermelhas.Ela vermelha? Ela deveria ter uma extraordinária fantasia.“ Conte.“ - pedi- Ahhh ...Eu.. uh... fiz tudo com o que podia fantasiar. Nada como ser seqüestrada.“ Ela olhou para o relógio.- “Nossa! Tenho que ir ou ficará tarde.

Era o modo dela escapar de dizer a sua fantasia. Sacudi a cabeça. Não me importaria. Eu iria para casa, tomar um banho relaxante , ler um dos meus livros.

"...Ele fez tudo para não olhar de boca aberta a intrigante mulher à mesa ao lado dele. Já a tinha visto por ali, e cada vez ela o fascinava e intrigava com os cabelos castanho-acobreados, olhos escuros meio melancólicos e um sorriso que contagiava. Ela não era como as outras mulheres com quem ele saia, pelo contrário, baixa estatura, corpo com carne nos lugares certos, coxas grossas e pernas torneadas.Quando ele a viu, seu pau endureceu. Não era clone da boneca Barbie, que muitos homens procuravam, mas era a personificação de seus sonhos. E depois de ouvir a fantasia secreta que ela acabara de contar para sua amiga... .Muitas das mulheres que ele encontrou tinham medo de seu modo de vida, ou encantadas com uma breve caminhada pelo lado selvagem , Seu pau pulsou contra a calça jeans, e ele se mexeu na cadeira, esperando ajustar um pouco a pressão. Ouvir a pequena ‘ Sonhos Doces", revelando sua fantasia enviou sua imaginação para uma necessidade de uma corrida selvagem.Se ela queria a fantasia, ele era exatamente o homem para realizá-la.Mas, como ele poderia se apresentar? Recostado na cadeira, viu quando ela levantou de sua mesa. Seus quadris balançando quando ela mudou para terminar seu café e logo deixou o prédio......."
-
"..Seqüestrá-la seria complicado e arriscado. Certamente não queria pegar de quinze a trinta anos de prisão. O risco não ia detê-lo, no entanto. Tinha visto o olhar em seus olhos, quando confessou seu desejo secreto a sua amiga. O desejo dela era grave e profundo.Ele pularia fora se ela não quisesse, iria devolvê-la para sua própria cama, intocada e nenhum desgaste pior. Se ela quisesse a ele..."

"...Bem então ela seria dele. De todas as maneiras. Ele a colocaria em sua cama, e a faria gritar com prazer. Nenhuma mulher que fosse uma Domme gostaria de ser seqüestrada e forçada sedutoramente. Clorofórmio estava fora de questão. Podia ser perigoso, e ele certamente não queria que ela fosse ferida. Fechando seu notebook, ele começou a fazer uma lista das coisas que precisaria para o fim de semana...."

Na noite seguinte, após um dia exaustivo de trabalho e academia, não via a hora de chegar em casa. Soltando um suspiro cansado, continuei andando pela calçada próxima a minha casa.Estava quase chegando no portão de casa, distraida em meus pensamentos, quando dois braços enormes me envolveram por trás. Meu coração bateu forte em minha garganta, meu pulso acelerado, meu sangue correndo pelos ouvidos. Uma grande mão cobriu a minha boca.Um terror puro me tomou, fazendo estremecer meu corpo inteiro quando lutei contra o enorme corpo que me segurava

".Oh Deus, ela tinha falado do desejo em voz tão alta?"“Fique quieta um pouco.“ Ele murmurou sua voz profunda e cheia.As palavras suaves acalmaram um pouco. Ele não soava como um louco, mas como soava um louco?“Não quero machucar você.“ Ele continuou. “Sei de sua fantasia sexual, e estou aqui para realizá-la.Como ele poderia saber sua fantasia? Não podia ser o cara da Cafeteria de ontem. Ele não poderia ter ouvido, não mostrou reação nenhuma com suas palavras.

“Vi você, e venho a desejando por um longo tempo, e agora que sei o que você quer... Essa é a sua chance. Balance a cabeça que sim, e a tirarei daqui. Ou balance que não, e a deixarei ir.

Ele estava lhe dando uma chance?

Minha respiração estremeceu em meus pulmões, enquanto respirava pela boca. Meu estômago apertou, quando eu percebi que poderia conseguir o que queria, e ainda estar segura.

'Por favor, que não seja um erro! Preciso descobrir" Não posso depois me arrepender e ficar me perguntando como seria se tivesse aceito."

Lentamente, balançei a cabeça confirmando...e rezando para estar tomando a atitude certa.

Ahhhhh que parvaaaaaaa. Isso foi uma estupidez! O que eu estava pensando? Estaria totalmente sob o controle dele. Um estranho.

“- Boa escolha querida.“ Ele murmurou com aquela voz de veludo.“

- Quem é você?“ Murmurei debaixo de sua mão.Eu o ouvi rir, depois me beijou atrás da orelha. Estremeci, a tempo de ser atingida pelo desejo proibido. Sua boca se moveu para o lóbulo da minha orelha beliscando, antes de ir para cima sussurrando para ela.

“Quem sou? Pelo resto do final de semana, você pode me chamar de "Fazedor de Fantasias.” O braço ao meu redor subiu, logo, beliscou meu mamilo rígido. Sua voz ficou mais dura, fazendo-me ter mais arrepios na carne.

“E a chamarei de Minha.” Sua mão levantou para a minha boca e antes que eu pudesse reagir, um pano com cheiro doce me cobriu. Inutilmente, lutei, engolindo mais entre os gritos.Lentamente, o mundo foi ficando borrado, e então escureceu...

- Continua...

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Cuidado com o que Deseja...Regras de um Sequestrador

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conto de Ayesk@

Acordei de repente, quando um interruptor de luz foi acionado.
Meus sentidos imediatamente entraram em alerta, e meus olhos se abriram.

"Onde eu estava? Onde tinha acordado? O que aconteceu comigo?"

Me encontrava em uma cama. Minhas mãos estavam amarradas acima da minha cabeça, e minha boca estava amordaçada. Minhas pernas foram separadas e amarradas para baixo também. Eu ainda estava vestida com a legging roxa e uma camiseta de algodão que tinha usado na academia.

Meu coração bateu forte, e olhei ao meu redor.
O Estranho tinha deixado a luz acesa, e podia ver as paredes pintadas, estava em um cômodo bem conservado. A parede à minha direita tinha janelas. Através delas, a água e as árvores espalhadas tão longe quanto podia ver. Ele tinha me levado para fora da cidade. Ele havia me colocado em algum lugar onde pudesse gritar e ninguém ouviria.

No campo...seria um sítio, chácara, fazenda ou alguma construção vazia?O que eu fiz?
De repente, meu desejo secreto e o terror me percorria, enquanto estava amarrada.
-Tem coisas que você precisa entender antes de começarmos.
Meu seqüestrador disse, assustando-me. Meu olhar foi para a esquerda, e o encontrei sentado numa cadeira do outro lado da cama. Seus lábios definidos em uma linha reta, enquanto me olhava com segundas intenções nos olhos escuros. Usava uma máscara de couro preto que escondia a metade superior do seu rosto. Acima, seu cabelo estava desalinhado. Tinha que admitir que parecia sensual...

Engoli em seco, quando seu olhar abaixou. Ele tinha retirado a camisa que usava. E sabia que ele era forte pelo seul peitoral flexível, mas, agora eu via os enormes músculos. Poder. Suas pernas longas vestidas nos jeans abertos na minha frente.

- Primeiro, você precisa saber que de todas as coisas que faremos, não irei machucá-la.“

Inclinou-se mais perto.

- Isso não significa que não sentirá alguma dor. A dor que lhe darei levará ao seu prazer. Não sou sádico. Você nunca será ferida. Entendeu?

Balançei a cabeça, um pouco preocupada com a dor.Eu não era adepta ao BDSM."O que ele acharia de minha resposta em uma voz profunda de comando? Poderia lhe trazer alguma satisfação? "

- Segundo, você retornará para sua casa na segunda de manhã, mas no final de semana você é Minha. Darei a voce uma senha de segurança. Se você disser isso no momento, a cena irá terminar, e a levarei para casa imediatamente. Entendeu?”

Novamente assenti com a cabeça. Engoli a informação de que era sua.A tentação de passar a lingua nos lábios foi frustrada pela mordaça que usava. Minha testa franziu.

"Se estávamos no meio do nada, por que colocar isso em minha boca?"

Ele deveria preferir assim e, talvez, por que ele pensasse que poderia excitar-me. Foi simplesmente isso. Surpreendentemente, me sentia mais segura com ela, quando ele expôs suas “Regras”.

- Terceiro o que lhe disse antes. Sou seu Fazedor de Fantasias aqui. Seu Dom.Quando a mordaça sair, você responderá ‘Sim Dom’ e ‘Não Dom’. Se me desobedecer, será castigada. Pela última vez, você entendeu?”

Hesitei, meu lado rebelde se contrariava em ter que obedecer alguém ainda mais alguém que não conhecia. A idéia da minha vontade ser tirada pelo fim de semana, fez meus pulsos vibrarem.

- Minha. Você entendeu?”

"Minha", essa possessividade chamou minha atenção, e senti um longo arrepio de calor descer para minha vagina. Meus olhos se arregalaram. E não querendo correr o risco de ser castigada como ele mencionou, rapidamente assenti.

Eu me perguntava se iria ver seu rosto, ou sempre seria um estranho para mim? Será que o veria depois do fim de semana, ou nunca saberia do homem que estava diante de mim , com seu corpo sensual.?A excitação umedeceu minha vagina, quando esses pensamentos passaram pela minha mente. Quem era ele? Fazedor de Sonhos? E isso era tudo que saberia?

Satisfeito , ele se levantou.

- Vou retirar sua mordaça.- Você só fala, quando eu lhe fizer uma pergunta.Dei um suspiro de alivio, quando ele tirou a mordaça que havia aberto meus lábios. Imediatamente passei a língua entre eles. Seus olhos brilharam e com um sorriso estranho, ele subiu em meu corpo. Sua respiração deixou-me excitada, quando eu o olhei.

- Confiança é importante.- Ele falou.
- O que?
- Você confia em mim?- Ele perguntou.

Deslizou suas juntas ao longo da minha bochecha, logo, abaixo do meu pescoço até meus ombros.

- Sim.-respondi trêmula.Ele inclinou a cabeça de lado, sem dizer uma palavra.- Sim, Dom. - respondi o mais submissa possível.

A palavra soou estranha em minha boca, e me senti boba ao dizer, quando ele sorriu e acenou com aprovação.

- Muito melhor.Sua mão desceu do meu ombro à inclinação do meu peito, seus dedos circulando a base, mas não foi em direção ao bico.
- Por que você confia em mim?“ Ele perguntou.
- Por que, foi minha amiga quem armou isso. Ela nunca deixaria alguém me machucar, Dom.
Seu olhar penetrou no meu. Ele inclinou a cabeça novamente. Divertimento dançando em seus olhos, e eu me perguntei o que era engraçado...

“Hummmm.“ Ele murmurou.

Seus dedos foram até os meus seios, chegando aos mamilos que estavam endurecidos. Segurando cada um, ele beliscou e a crescente pressão enviou dor estilhaçando os montes, em meus seios e para baixo em minha vagina. Eu suspirei,meus quadris se contorcendo sob ele.

Eu gemia, querendo mais...
Imediatamente, a pressão voltou, quando ele puxou, os olhos cheios de prazer.Outro gemido escapou dos meus lábios, quando ele fez novamente. Seus polegares rasparam os bicos rígidos, e eu desejei desesperadamente que minha carne nua sentisse sua boca.

- Acho que vou desfrutar de seu rapto, Minha.

Um tremor passou por minha barriga. "Eu poderia ficar mais excitada? "Se ele colocasse os dedos em minha buceta, iria encontrá-la toda molhada, tão pronta para seu pau entrar dentro dela. Queria ele agora. Queria que me fodesse duro. Queria ser tomada por um estranho que me possuísse no final de semana. Queria saber como seria senti-lo dentro de mim.

De repente, ele recuou.- Não sou amigo da sua amiga.- confessou.

- O que?“Sussurrei.Eu puxei as correias que seguravam minhas mãos. "Idiota! Eu era tão parva. Como poderia ter concordado com algo assim? Por que permiti que me levasse?"
- Confie.- disse tão sério, como se lesse meus pensamentos; que congelei.
- Confiar nele?" Ele de repente se tornou uma pessoa estranha, um seqüestrador de verdade. E isso, provavelmente, me colocava em perigo.
- Deixe-me ir. - ordenei entre os dentes.Seu rosto era tão implacável como uma máscara de pedra.
- Expliquei para você, tem uma senha de segurança, se você a disser, isso acaba imediatamente.Ele parou deixando as palavras no ar.
- Pense devagar e com calma antes de dizer. Lembre-se o que disse. Minhas regras...

Mordi o meu lábio, com medo que estivesse prestes a tomar outra decisão estúpida, mas tinha mais medo de não tomá-la.
- Desculpe,Dom - Sussurrei orgulhosa de mim mesma que minha voz não tremeu, e lembrei-me de dirigir a ele corretamente.
- Eu estou... Estou bem agora.
- Muito bom. Você será punida mais tarde.
- Mas...Ele inclinou a cabeça, e imaginei que estivesse levantando a pestana para mim.
- Sim, Dom...- murmurei. Maldição.
- Você confia em mim? -Ele perguntou.- Sim ou não? Podemos deixar a formalidade do Dom nesse momento.
- Sim...- respondi.
- Bom. Irei testar você.
-"Testar-me? Deus, isso não soava nada bem."

Movendo-se lentamente, ele enfiou a mão no bolso novamente. Devagar, retirou um canivete. Observando-me, ele abriu a lâmina.Pânico se apoderou de mim, que me esforçei para ficar parada. Olhei para o metal de prata. Minha respiração correu dentro e fora de mim, deixando-me tonta.

- Minhaaaa - Ele rosnou. -Você confia em mim? Vou testar você. Não tinha lhe feito de tudo para mostrar que não iria machucá-la?
Assenti com a cabeça incapaz de falar, passar algum som por minha garganta.
-Muito bem.- disse a bondade tingindo a sua voz.-Sei que isso é difícil para você. Mas... Com a confiança vem o prazer. Posso lhe prometer grande prazer...

A faca foi para o meu pescoço, mas antes que pudesse reagir, ele levantou a gola da minha camiseta cortando-a. Deixando de lado a lâmina por um momento, ele pegou minha camiseta e a jogou em uma barra de ferro, meu torso nu, a não ser pelo sutiã de renda.Vacilei, mas não pela faca.
- Lindo.- murmurou.
- Mas..."Mas? Fechei os olhos. Maldição. Eu deveria ter colocado um tempo extra na academia mês passado!"
- Você é uma das mulheres mais intrigantes que já vi, mas vou precisar ser super cuidadoso com você nesse fim de semana, por que você está muito magra para a minha zona de conforto.
"Ele queria que eu ganhasse peso?Onde diabos estavam os homens como ele? Os que não eram seqüestradores?"

Sua faca cortou a frente do meu sutia de renda branca. Meus montes nus.
- Humm... chocolate derretido cobrindo esses frutos gostosos...

Inclinando-se na minha direção, ele capturou um mamilo entre os dentese chupou com força suficiente para que eu suspirasse e gemesse.Quando ele molhou todo meu seio, o bico enrugou mais sob meu monte, minha excitação cresceu dez vezes quando ele  lambeu. Alguns momentos depois, repetiu a ação no outro mamilo. Minhas costas arquearam quando ele empurrou para dentro da boca.

- Dom...- ofeguei." Eu queria dizer seu nome, chamá-lo, e esse era o único nome que tinha para ele."
Havia um brilho em seus olhos, quando pegou a lâmina passando nas alças do sutiã, logo, puxou tudo completamente do meu corpo. Deslizou o canivete lentamente ao longo de minha pele, entre os meus seios e sobre minha barriga. A ponta levemente arranhando,marcando minha pele branca , deixando uma trilha avermelhada; mas o medo não me envolveu. Eu tremia de antecipação, da minha metade inferior estar nua para ele, dele tocar minha vagina.

"Ai meuDeus, ele iria chupar meu clitóris e fazer-me gozar selvagemente?"
Ele rapidamente cortou minha legging e a jogou de lado. Depois fechou o canivete, colocando na calça. Mas, eu ainda usava renda, a calcinha branca...
Minha decepção durou pouco. Ajoelhando entre as minhas coxas, sentou para trás entre minhas dobras e olhou para mim. Suas mãos grandes deslizando pelas minhas coxas.
- Minha. Ele rosnou.-Você se dará inteira para mim?”
Dar-me inteira? Ele não viu a umidade que cobria minha vagina?Assenti.
- Fale alto...- ordenou.
- Sim, Dom...Sua...
Sorrindo, ele desceu da cama e estendeu a mão para o botão em seu jeans. De repente, ele fechou os olhos, suspirou e balançou a cabeça. Com uma risada seca, ele me olhou novamente.
-Você testa o meu controle.
-Eu?
- Não disse a sua senha, e tenho que dá-la. Antes de testar você.

Eu mordi meu lábio.
- Provavelmente você não fez.”
- É para casa.
”Para casa?“perguntei-
-Você está perguntando ou me dizendo que quer que a leve para casa?
- Perguntando!- exclamei sentindo meu rosto se afoguear.
- Sim, essa é a sua palavra, não quero ouvi-la usar a não ser que queira que a leve para casa.Ele olhou para suas mãos sobre o jeans, e uma faixa escura de cabelo caiu sobre a máscara, escurecendo até mesmo seus olhos. De repente, desejei poder ver seu rosto, que tipo de rosto teria sem aquela máscara, a visão completa de seus olhos.O som do zíper descendo rasgou o silêncio no quarto. Segurando a respiração, eu o olhei. Pedaço por pedaço, ele abaixou as calças e a cueca de algodão. Eu vi seu grande pênis e as bolas pesadas quando se inclinou, mas quando se endireitou, engasguei com a visão da largura do seu pênis.

Levantou em um arco ligeiro de um ninho de cachos escuros, era duro, tão duro. A ponta da minha língua grudou rapidamente sobre o meu lábio inferior, quando imaginei a cabeça rosada deslizando em minha boca, e a sensação da minha língua deslizando em volta dele.Meus dedos se fecharam acima do punho que me segurava como prisioneira. Queria tocá-lo!

"Ai Meu Deus,Ai Meu Deus,Ai Meu Deus, queria tocá-lo e envolvê-lo em minha mão com todo o comprimento. "
Ele voltou para a cama e retomou a posição entre os joelhos. As mãos dele deslizaram lentamente até as minhas coxas em direção a minha vagina. Cada pedaço do meu corpo ficou em expectativa da sua posse. Minha xoxota estava encharcada. Meus músculos tremiam sobre o carinho.Ele apertou seus dedos, explorando dentro de mim, de repente, ele agarrou o tecido frágil da minha calcinha e jogou longe. As dobras colocadas de lado, e subiu em mim, seu rosto no meu , seus lábios procurando os meus. Seu pênis fustigou minhas dobras molhadas, que mostravam sua excitação, arrepiando-me como uma corrente em um orgasmo. Eu fiquei chocada e sem ar.Confusa com as sensações que sentia, olhei para ele.

"Nem entrou em minha..."- para logo em seguida...“Sinto muito.“ sussurrei
Ele sorriu mostrando seus dentes brancos. Seu polegar acariciou meu lábio inferior.
-“Você sabe sobre BDSM, e como alguns Doms restringem o orgasmo, deixando seus subs só gozarem quando deixam?”
" Oh, eu estava em apuros. Bastava tê-lo sobre meu corpo, seu pau balançando suavemente contra mim, que estava tendo meu próximo orgasmo. "
“Não sou assim.“ Ele disse. Seus lábios se desviaram sobre a carne macia na frente da minha orelha, Então o seu hálito quente fez cócegas em meu exterior.
“Gosto quando a mulher goza. Amo a sensação, quando aperta meu pau, e seus gritos indefesos quando a faço gozar. E gozar. E gozar...e gozar...”

Ai meu Deus...ai meuDeus...supliquei
Ele balançou a cabeça.

“Oh, Dom... para você.”Olhando fixamente nos meus olhos, ele empurrou lentamente em minha vagina. Não tinha comparação com meu vibrador. Minhas paredes flexionando em torno dele, enquanto meu creme inundou o seu eixo.Ele agarrou meus quadris, segurando-me ainda mais, até que entrou o último centímetro. Ele não parou. Não esperou que minha vagina apertada se ajustasse. Sua virilha batendo contra a minha, seu osso púbico indo no meu clitóris.
-Mantenha seus olhos nos meus. - mandou, enquanto me penetrava lentamente, começou a um ritmo constante que emergiu o poder, profundidade e velocidade. Fios de sensações eletrizantes passaram na minha frente, com a promessa do orgasmo por vir. Eu precisava desviar o olhar, me fechar, mas a sensação de seu pênis empurrando dentro e fora de minha vagina, estava me deixando louca! Olhando fixamente seus intensos olhos escuros que me encaravam. Foi muito, muito íntimo. Seu grito áspero rasgou todo o ar, quando o clímax explodiu dentro de mim.
-Sim...aaaaaa...sim... Bem assim...- Ele ofegou
- Goze para mim...goze, minhaaaaaaa....aaa
O êxtase parecia vir, até que minha voz ficou rouca com meus gritos. Meu corpo sacudiu pelo esforço, lágrimas rolando pelo meu rosto. O quarto desapareceu, ele desapareceu tudo, menos seu pênis, que entrava profundamente no apertado canal da minha vagina.
- Por favor... Por favor... Por favor.- implorei, incoerente implorei novamente:
- Por favor, pare? Por favor, nunca pare? ele perguntou.
Sobre o meu corpo, ele rugiu, e senti o sêmen explodir em profundos espasmos. Ofegante, ele se inclinou sobre mim, quando se acalmou. Uma gota do seu suor caiu entre os meus seios e rolou para baixo. Seu corpo tremia impotente. Eu nunca mais viveria depois desse fim de semana...

Continua...

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Síndrome de Estocolmo

bondage thoughts amaradas mascaradas sadomasoquismo sado sao paulo sp brasil__3B4838_4 Escrito por Ayesk@

Domingo, 00:00hs.
Eu me encontrava na banheira, meus pensamentos perdidos no tempo. Parecia tudo tão irreal. Mas as partes doloridas do meu corpo, me levaram novamente para aquele fim de semana; em companhia do meu sequestrador.

Não conseguia odiá-lo, ou até mesmo chamar a Polícia e fazer uma ocorrência. Não, pelo contrário, pensar nele, fazia minha vagina contrair-se e meus seios intumescerem , os bicos eretos e sensíveis.
Será que o veria de novo?

Saí da banheira, e como se em transe, sequei meu corpo, passei suavemente e em cada reentrância minha ,um dos meus hidratantes preferidos e nua fui me deitar.
Com os olhos fechados, minha mente vagou para aqueles dois dias, enquanto minhas mão tocavam suavemente, com leveza, meu corpo.
Já umedecida de prazer e tesão, revivi novamente aquele fim de semana...

“Eu vou liberar você.” ele disse. “Você se comportará?”
“Não existe nada ao redor daqui, em quilômetros.”
Ele continuou.
“Se você tentar correr, só conseguirá se machucar ou se perder, e vai me aborrecer. Você não quer isto.”
“Não tem como.
Ele sorriu.
“Há isto.”

Cautelosamente, ele saiu de dentro do seu corpo, cuidadoso para não machucá-la, e já sentia falta do suave calor do seu corpo.

“ Que DEUS o ajudasse, não havia modo de conseguir o suficiente
dela, neste fim de semana. Isso era um problema para pensar outro dia.

Depois de agarrar sua calça jeans, vesti-la, pegou o canivete, o colocando no bolso traseiro.
“ Ayeska”... sabia seu nome, entretanto ela não sabia o dele... olhando-a tão frágil, algemada na cama.
Ele teria que ser mais cuidadoso com ela... provavelmente mais cuidadoso do tinha sido.
Satisfação tomou conta dele . Ela agasalhou seu pau muito bem. Talvez fosse mais forte do que ele pensava.
Ele foi para a cama. Primeiro, liberou cada um de seus tornozelos, tomando o tempo para massagear seus membros delicados, antes de ir para a cabeceira. Liberou seus pulsos , mas manteve ambos os pulsos prisioneiros, com sua grande mão. Cuidadosamente, acariciou um braço. A ternura brotou em seu peito, à medida que olhava fixamente abaixo, em seus olhos escuros e melancólicos. Mas sua face afogueada mostrava que ela, havia sentido prazer com ele.

“Você esta assustada comigo, pequena?”- Ele perguntou.
“Não, Dom.” Ela disse, agitando a cabeça. “Eu estou me perguntando por que eu não estou, e por que estou tranqüila.”
“Fácil… Porque você está conseguindo o que você quer, e você sabe que eu não vou te machucar.”
Ele movimentou a cabeça para uma entrada ao lado, longe do quarto.
“Há um banheiro lá, primeira porta à esquerda. Você pode tomar um banho. E depois continue seguindo o corredor, e vá até a cozinha.”
“Certo.” -ela respondeu.
Ele não corrigiu sua falta de ‘Dom’.
- “Quando você entrar na cozinha, vai se ajoelhar ao lado da mesa.” -Você irá se sentar sobre seus calcanhares, seus joelhos deverão estar separados... pelo menos na largura dos ombros... e suas mãos estarão cruzadas acima do seu traseiro.”

Seus olhos se estreitaram, num olhar tempestuoso e então suspirou.
- Sim, Dom.- Ela disse entredentes.
“ Ela era um pouco voluntariosa, como também submissa, aventureira, valente e incrivelmente responsáve!”

Estava tarde, e o jantar seria fácil...

Ele estava ávido para saber o que aconteceria entre eles.
Estava a observando durante algum tempo. Não a perseguindo... apenas observando, quando passou a freqüentar o mesmo local, ao mesmo tempo.
Durante cada ida a cafeteria, escutou sua conversa e sentiu-se marginalmente culpado. Esta era uma mulher por quem sua atração crescia toda vez que a via. Queria abordá-la, para levá-la ao seu mundo escuro de dominação e submissão, mas hesitava. Tinha que fazê-la sua.
Até que então, ouviu sua fantasia secreta…

Atrás dele, ela entrou na cozinha. Manteve-se de costas, até que ela suspirou e ficou de joelhos, enquanto se acomodava. O suspiro aumentou sua determinação. Ela era incrível. Ele não queria uma submissa covarde que não tivesse nenhum fogo e luta. Procurava alguém que o desafiasse.
“Muito bom.” Ele disse sem olhar. Deixe-a se perguntar se tinha olhos atrás de sua cabeça. Era uma medida de controle, e sua audição excelente o servia bem como dominante.

Eu olhei fixamente para suas costas largas e me perguntei como ele sabia exatamente que fazia como me comandou. Ligeiramente me contorci. A posição não estava desconfortável, mas o modo que empurrava meus seios e deixava minha buceta aberta...
Na verdade, eu estava excitada, haveria algo errado comigo?Não deveria estar horrorizada, ao invés de quente? Afinal, ele estava me forçando a ser sua Sub do sexo.

Ele colocou os pratos na mesa. Uma cadeira raspou quando a puxou e se sentou à sua frente, suas pernas abertas. Seu braço enganchado acima da cadeira, que considerava sua.
Eu o olhei fixamente, sentindo seu cheiro, olhando sua pele . Queria lambê-la e deslizar por cada curva que alcançasse até sua cintura. Então tomaria seu pênis em minha boca e lhe daria só prazer.
Ele limpou a garganta, chamando minha atenção para o seu rosto.
“Eu lhe adverti qual seria o castigo por não confiar em mim mais cedo, depois que você se deu em minhas mãos.”
“Você me assustou.” - murmurei.
“Eu entendo isto. O castigo pela desobediência é parte do estilo de vida. Este é um bom lugar para nós começarmos. Algo pequeno. ”
Fechei meus olhos.
“Entendi.”- disse em uma voz mais forte.
“Levante-se, e venha aqui.”
Eu fui em sua direção.

Em instantes, ele tinha me curvado acima de seus joelhos. Eu soube exatamente o que planejava. Uma surra. Minha primeira. Eu não tive nenhuma idéia do que esperar, enquanto ele me ajeitava.
“Afaste suas mãos.” - “Mantenha suas pernas separadas.” –ele disse com a voz rouca.
Sua palma larga esfregou acima de minhas nádegas, apertando o suficiente para criar uma fricção quente.
Gemi. Queria que ele tocasse em minhas dobras molhadas. Estava excitada.

Antes que eu esperasse, sua mão se levantou e então bateu em meu traseiro. Eu gritei, enquanto sentia dor e quentura nas nádegas..
“Mãos abaixo.” Ele grunhiu.
Eu respirei forte. Mordi meu lábio. Eu queria me proteger, não queria apanhar.
“Sim, Dom- consenti.

Ele me deu mais dois tapas. E o calor parecia gotejar da minha buceta. Apertei minha perna e me contorci enquanto meu canal se contraia.
“Fique quieta.” - Ele ordenou e sua mão aterrissou novamente.
Ficar quieta? Realmente era impossível.

Meu traseiro estava queimando, mas o resto , minha vagina, meu baixo ventre, meu útero tremendo, estava todo inundado com lava. Gotejando de dentro de mim, fazendo-me lisa e pronta. Se apenas me tocasse. Se somente colocasse seus dedos profundos na minha fenda, ou melhor, seu pênis. Queria seu pênis.
“Eu vou ajudá-la a se levantar.” Ele disse. “Espere um momento antes de se movimentar, então pode se ajoelhar.”

“Toque-me!Ahhhhhhhhh como eu queria que ele me tocasse, me lambesse, me sugasse.”
Minha cabeça se curvou, quando me levantei diante dele.
“Sim, Dom” – respondi.
Lentamente, me ajoelhei e descansei em meus calcanhares. Meu traseiro estava muito sensível.
Precisava que ele me fodesse. Aqui no chão, contra o balcão, curvada em uma cadeira ou mesa, o montando à medida que se sentava...
“É hora de comer. - Ele ordenou.

Sorridente, ele ergueu uma garfada de um cheesecake — e trouxe para minha boca.
Eu me afastei.
“Eu não posso comer isso.”
O garfo bateu no prato com um tinido, então ele cruzou seus braços acima de seu tórax, seus olhos brilhantes abaixo nela.
“Por quê? Você é diabética? Tem colesterol alto, pressão alta, intolerância de lactose? Você é alérgica a qualquer coisa ?”
Sua carranca afundou com cada sacudida de sua cabeça.
Eu suspirei e abri minha boca.
Eu queria ser fodida e além disso, estava com fome.
Ele levantou o garfo novamente, e trouxe à minha boca. Eu chupei a mistura doce fora dos dentes, e gemi quando o sabor explodiu em meu paladar.
“Outro?” – perguntei.
“O que você estaria disposta a fazer por isto?”
Eu olhei para a protuberância em sua calça jeans. Parecia completamente ereto. Podia pensar sobre várias coisas que gostaria de fazer com aquele pênis.
Ele se debruçou e ergueu meu queixo.

Eu o olhei
“Eu estava brincando. Eu tenho outro pedaço só para você. E eu espero que você coma isto.”
Meu paladar estava saciado, mas outra parte minha precisava de mais.
Ele pareceu estar na em sintonia comigo. Subindo, tirou sua calça jeans e então se sentou mais uma vez.
Seus dedos acenaram para minha frente. Eu lambi meus lábios quando olhei fixamente para seu pênis.
Eu alegremente o tomaria em minha boca.

“Não, Minha. - ele riu, me puxando até escarranchar em seu colo.
Ele não perdeu tempo com preliminares. Pegando meus quadris, me arrastou abaixo para seu pênis. Nós dois gememos ao sentirmos o seu pau empurrando em minhas dobras apertadas, molhadas.
Suas mãos se moveram abaixo para pegar meu traseiro. Ele apertou, e começou o fogo que reacendeu de minha carne abusada.
- Monte-me.- ordenou.
Lentamente, sua língua arrastou por entre meus seios.
Gritei como uma selvagem, minha vagina convulsionou, e uma onda de creme inundou seu pênis. Empurrei meus quadris contra ele. Meus dedos cravados em seus ombros, enquanto meu clitóris se esfregava em sua base. Saindo palavras incoerentes de nossos lábios.
Eu gritei quando seus dentes se fecharam em meu mamilo. Um orgasmo ativou dentro do meu corpo, eu o apertei, prendendo seu corpo.

- Continue...ahhhhhhhh não pare...gostosa...- ele murmurou ao redor do meu mamilo, quando os espasmos quase me paralisaram. Ambas suas mãos apertaram meus quadris firmemente, me forçando a manter o movimento, enquanto as ondas de prazer não cessavam..
Eu soluçava, enquanto ele se empurrava dentro do meu corpo, tentei me mover com ele, apesar dos meus orgasmos não pararem. Nunca experimentara uma resposta tão cataclísmica com um homem. A transpiração encharcou meu corpo, e o suor em meu cabelo, conforme ele me fodia. O odor de sexo pesou no ar, enquanto os sons térreo da junção ecoava pelos azulejos da cozinha. Os sons, o cheiro, a sensação do meu creme cobrindo minhas coxas e agora as dele.

Sentia seu pênis espesso estocando implacavelmente em mim, até quando podia apenas se movimentar, arremetia mais e mais dentro de mim, até que minha vista obscureceu da sobrecarga em meus sentidos.
Fechei meus olhos, conforme meus músculos contraíam, apertando, mastigando seu pênis que me preenchia toda e apertadamente.
Arrepios deslizavam em chamas pela minha pele, pelo esforço. Continuei meu balanço selvagem, como uma guerreira destemida, uma Valquíria.
Ele gemia, o som vibrando em meu mamilo. Sua língua chicoteando o bico do meu seio, enquanto os sons frenéticos saiam de nossas gargantas.
O clímax se aproximava.
“- Oh sim... pequena... aaaaaaaaaaa que buceta apertada, molhada... aaaaaaaaaaa -ele rosnou. -Leve-me ao paraíso...gostosa...me deixa louco...

Não existia nenhum controle conforme estremecia em seu pênis, suas mãos cravadas em meus quadris e me conduzindo, minha buceta o apertando.
Eu gritei acompanhada pelo grunhido gutural dele. Ele ergueu sua cabeça e gritou quando seu quente sêmen espirrou bem fundo dentro de mim, convulsionando sua passagem. Seus braços me esmagaram, enquanto arqueávamos em êxtase. Depois de longos e vários minutos, acariciou suas mãos em minha pele, e me puxou contra seu tórax. Seus lábios acariciavam meu pescço.
“Obrigado, Minha.” - sussurrou em minha orelha. - Por enquanto Seu Dom está satisfeito. E o fim de semana apenas começando.
Estremeci de choque, choque de prazer que acompanhou suas palavras.
-Obrigada, Dom. - sussurrei, ainda um pouco desconfortável de chamar à alguém como Dom.

O que este homem fez comigo, foi o que eu estava procurando por toda minha vida adulta. A realização sexual sem limites, uma conexão que excedia tudo o que considerava adequado. O que aconteceria depois deste fim de semana?
Ele me ergueu e me deixou em seus joelhos, ainda com seu pênis entre eles.
Eu olhei para seu membro, ainda magnífico entretanto não mais completamente erguido. O homem tinha um corpo que qualquer mulher babaria em cima. Sua posição dominante, seu rosnado, sua atenção e sua ternura, tudo combinava com o pacote físico, para atrair-me de um modo atordoante.
- Você está… livre, certo?- desabafei.
Seus olhos alargaram atrás da máscara.
- O que?- ele perguntou, então sua mandíbula endureceu, seus olhos ficando mais escuros.
- Você merece um castigo por isto.
- Mas...- ele continuou.
-...eu suponho que é justo, desde que você não me conhece... diferente do que nós temos compartilhado aqui. Sim, eu sou livre. Quando eu estou com uma mulher, ela é minha. Da mesma maneira, que quando eu estou com ela, pode ter certeza que sou dela. Eu não compartilho, e eu não espero que ela compartilhe.

Seus olhos enigmáticos por trás da máscara, grudaram nos meus.
- Você é minha.- ele rosnou.
Eu estremeci diante daquelas palavras.
“- Ele era meu, então.”
Bom… pelo menos pelo fim de semana.

Eu teria prazer com ele, e me preocuparia com a Síndrome de Estocolmo* mais tarde.
- Você está ficando fria.-levantando, me ergueu em seus braços e me levou em direção ao quarto.
- Eu estou contente que tem pelo menos cheesecake. - ele riu, conforme caminhava.
- Nós vamos queimar muitas calorias hoje à noite.
Corajosamente, passei minhas mãos pelo seu pênis já ereto.

- Eu sei de um modo que eu posso conseguir mais sustância. - murmurei, sentindo-me fora do meu normal, que nunca teria falado tão francamente.
Eu mordi meu lábio.
- Veremos.- ele respondeu com um sorriso diabólico. - Eu ainda não consegui orgasmos o suficiente de você ainda.

Minha respiração aumentou irregular, meu pensamento em seu pênis fundo, dentro de mim novamente. Eu nunca tinha ficado tão quente para ser preenchida por um homem.
- Bom... – ele começou quando me soltou na cama, imediatamente rastejou acima de mim, me prendendo com seu corpo enorme, suas mãos me algemando acima da minha cabeça.
- Deixe-me que lhe diga, poderia levar toda à noite, antes de eu conseguir o suficiente de você...
- Sim, Dom...- suspirei. - Sim…mais...por favor...

Escrito e postado por Ayesk@
roubado do blog Ayeska e amigos    
http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com.br/
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NOTA DA AUTORA : Ser sequestrada não é minha Fantasia...nem Fetiche...Mas, há tempos atrás me pediram para escrever algo assim..Todos os personagens são fictícios, qualquer semelhança com pessoas vivas ou não, terá sido mera coincidência.

Escrito por Ayesk@
roubado do blog Ayeska e amigos    
http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com.br/

NOTA DA AUTORA :"Todos os textos, contos e poemas, assinados por mim , podem ser copiados e exibidos em outras páginas, desde que, creditada a Autoria. Sinta-se a vontade!"
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NOTA DA AUTORA : "Sou contra qualquer tipo de Violência, Principalmente a Violência contra a Mulher.Não concordo com rapto ou sequestros.Esse é um conto...é uma ficção. E não um fetiche.
Me perguntaram uma vez se eu escreveria um conto assim..
Não sei muito sobre BDSM, Dom e Sub... Ser uma Sub...não sei se... aceitaria ser submissa a alguém...Mas, tenho Amigos e Amigas que curtem esse Tema....Fiz curso sobre Violência Doméstica que já fez parte do meu Trabalho...A lei da Maria da Penha, apesar de ser muito utilizada, ao meu ver tem falhas.
Espero que gostem e qualquer semelhança dos personagens com alguém vivo ou não, é mera coincidência...Baseado em Romances BDSM. "
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Escrito e postado por Ayesk@
roubado do blog Ayeska e amigos    
http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com.br/

Nota da Autora:
Síndrome de Estocolmo -
A Síndrome de Estocolmo (Stockholmssyndromet em sueco) é um estado psicológico particular desenvolvido por pessoas que são vítimas de seqüestro. A síndrome se desenvolve a partir de tentativas da vítima de se identificar com seu captor ou de conquistar a simpatia do seqüestrador.
A identificação afetiva e emocional com o sequestrador acontece para proporcionar afastamento emocional da realidade perigosa e violenta a qual a pessoa está sendo submetida.A síndrome pode se desenvolver em vítimas de sequestro, em cenários de guerra, sobreviventes de campos de concentração, pessoas que são submetidas a prisão domiciliar por familiares e também em vítimas de abusos pessoais, como mulheres e crianças submetidas a violência doméstica e familiar. É comum também no caso de violência doméstica e familiar em que a mulher é agredida pelo marido e continua a amá-lo e defendê-lo como se as agressões fossem normais.
Exemplo:A síndrome de Estocolmo pode muito bem ser identificada na literatura infantil, no clássico conto francês, escrito por Marie le Prince de Beaumont, "A Bela e a Fera" que conta a história de uma garota bonita e inteligente que é vitima de cárcere privado por uma Fera, e por fim desenvolve um relacionamento afetivo e se casa com a fera.
Arlequina, vilã do super-herói Batman e parceira do Coringa, era psiquiatra antes de se tornar vilã. Ela foi fazer uma consulta ao Coringa no Asilo Arkham e acabou se apaixonando pelo vilão. Depois da consulta, ela o ajudou a escapar do asilo e a partir daí começou sua carreira de crimes ao seu lado.

Ayesk@

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

A SURPRESA QUE KÁTIA TINHA PRA MIM


conto de Gabriel 

Conheci Kátia numa sala de bate papo.Me chamou a atenção o nick que ela usava: KeroDesabafar(m)...Por coincidência,naquele dia eu também estava precisando desabafar com alguém...Era uma menina muito inteligente,e parece que gostou de 'conversar' comigo..

Ficamos por algumas horas teclando no chat, depois eu a chamei para o MSN,ela topou. 

Quase no fim do papo ela me contou que era casada,mas carente,que amava muito o seu marido,mas que ele quase não lhe dava atenção,Katia dizia que ele trabalhava bastante,e à noite,ainda passava na casa da mãe dele e ficava até tarde lá..Disse que a mãe dele interferia bastante no casamento deles..

Prá piorar ela me disse que estava desempregada,porisso muito chateada..Tinha dois filhos que adorava..Mas que sentia muita falta de sexo,porque há algum tempo o seu marido estava com ejaculação precoce e ela não estava sentindo prazer..Kátia me disse ainda que tinha feito tudo para ajudá-lo,mas que ele era super orgulhoso e ela não estava sabendo o que fazer..Eu lhe dei alguns conselhos,mas percebi que a unica coisa que eu podia fazer no momento era deixá-la desabafar..

Ficamos mais um tempo conversando, depois disso ela disse que teria que sair, Combinamos um novo papo para o dia seguinte..

De desabafos em desabafos,partimos para as confidências,até que eu já sentia falta quando ela não podia estar on line.

Ficamos por alguns dias conversando só pelo msn,até que eu disse a ela que queria muito ouvir a sua voz. Ela aceitou com a condição de ela ligar,como número desconhecido,porque não queria ser identificada.

Sua voz era deliciosa,suave,meio rouca e baixa,firme e sedutora,e me deixou excitado .No dia seguinte,quando a gente falou pelo MSN eu disse que tinha adorado a voz dela e ela falou que também tinha gostado da minha.

Mandei algumas fotos minhas pra ela, quis marcar um encontro pra conhece-la pessoalmente,mas ela não aceitou. Insisti por alguns dias e ela não aceitou .Pedi uma foto dela,mas ela disse que não podia enviar.

Depois disso,ela sumiu.Não respondeu mais meus emails,nem me ligou mais e desapareceu do MSN.Fiquei bastante chateado.

Acho que se passaram umas 3 semanas,eu não parava de pensar nela,embora nem soubesse como ela era. 

A primeira surpresa que recebi de Kátia,foi que,de repente, recebi um telefonema dela,dizendo gostaria de me encontrar,disse que tinha uma surpresa prá mim.

Ela marcou num shopping no centro da cidade,num horário estranho: 9 horas da manhã. Ela explicou que os filhos tinham saído para uma excursão na escola e ela só os pegaria às 6 da tarde. 
Quis usar essas horas vagas para me conhecer e me fazer uma surpresa. Ela já me conhecia por fotos,mas eu ainda não a conhecia. Conhece-la foi em si uma outra grata surpresa: Kátia era gordinha , linda, farta, gostosissima , de seios enormes e apetitosos ,tinha uma bunda grande e  roliça....Era uma dessas gordinhas acinturadas,de ancas bem grandes..Eu adorei.E ela estava linda, com um vestido curto que deixava os joelhos gordinhos à mostra.

Ficamos passeando no shopping e conversando por um longo tempo.
Rimos,tomamos sorvete,olhamos vitrines.Ela era fascinante,eu estava louco pra transar com ela,mas não me insinuei,nem ela..

Algum tempo depois,ela me olhou e me disse que estava pronta para me mostrar a esperada surpresa.

A surpresa estava no apartamento da irmã dela que morava ali perto. Fomos a pé,eu estava curioso e ela sorria,se divertindo com minha curiosidade. 

Logo que entramos,notei que não tinha ninguém no apartamento.
Ela fechou a porta e me perguntou :'quer a sua surpresa agora?'.
Eu sorri e disse: 'quero,sim,estou curioso'.

Em resposta,Kátia pegou no meu rosto e beijou a minha boca com paixão...Eu a olhei e beijei novamente agora longamente, e apertei a sua bundona .Ela apertava minha nuca e isso me arrepiou. Foram beijos loucos , enquanto ela esfregava  meu pau, por cima da roupa. Eu já estava sem folego,chupando  sua língua com furor.. ela virou-se de costas pra mim, esfregando a bunda no meu pau.. pude sentir a maciez de sua bunda..

 Ela se esfregou em mim.. se arrebitando, subindo e descendo, me deixando louco.. apertei seus seios, esfreguei-os , ela virou o rosto para mais um beijo . Eu amassava os seios,esfregando por cima da roupa.

Fiquei um tempão encoxando ela,me esfregando naquela bunda. Mordi a sua orelha, lambi sua nuca,puxei-a pela cintura para encoxá-la melhor. Ela começou a suspirar . Desci com as mãos pelas suas pernas, levantando seu vestido,com ela ainda de costas pra mim . 
Afastei sua calcinha e comecei  a enfiar os dedos bem devagarinho até entrar em sua buceta , e comecei a tocar uma siririca bem devagarinho e afundando meus dedos dentro daquela xoxota quente e meleda ,enquanto falava um monte de bobagem no ouvido dela. Kátia estava se contorcendo toda e eu enfiando cada vez a mais meus dedos para dentro de sua racha 

Eu enfiava, tirava, enfiei meus dedos na sua boca e ela sugou se deliciando com seu proprio gosto ..Eu esfregava a buceta,apertava seu grelo com força, dava pancadinhas e enfiava os dedos....logo estava com uma mão quase toda dentro da xoxota ..tirava e dava pra ela chupar...Ela começou a gemer,doida de tesão eu também estava com muito tesão,ela estava quase gozando nos meus dedos,então se virou,nos beijamos, tiramos nossas roupas e ela se colocou de quatro,

Beijei e mordi sua bunda e deslizei a língua pelas suas nádegas, 

Lambi seu cuzinho, enfiei a língua bem lá dentro .
Ela começou a se masturbar, se rebolando. Ao sentir a minha língua, suspendeu mais um pouco a bunda. Em determinado momento abriu bem a bundinha,separando as nádegas com as mãos.

Encostei a cabeça do pau no seu anelzinho,ela gemeu.."Vai",ela disse..Eu empurrei devagar.,   puxei-a pela cintura de encontro ao meu pau e empurrei a cabecinha.  Ao sentir o impacto , ela gritou..:Bati em suas nádegas e forcei mais.Urrei de prazer,que cuzinho gostoso !!!.Gemendo, ela tateava sua xoxotinha, .. Puxei-a pelo cabelo e bati novamente em sua bunda. Ela gemia, ..Seus dedos faziam carícias agressivas no seu grelinho, eu forçava mais um pouco enquanto mordia suas costas e apertava seus seios.. 

Ela se contraia, .. Forcei mais um pouco. Kátia  me olhou e gemeu 

 Fui pondo devagar, lambendo e beijando suas costas, com as mãos acariciando seus seios.. Aii,aiii, aiii, ela gemia ..   Enterrei mais fundo e com força. Mais rápido vi o cuzinho dela engolir meu caralho , eu comecei a estocar mais rapidamente e ela gemeu mais alto. 

Puxei-a pelo cabelo ,e urrei, enquanto meu pau rasgava sua carne macia. Ela aumentava o movimento de seus dedos esfregando sua buceta, Eu puxava seus cabelos e estocava selvagemente, ela se movia no mesmo ritmo que eu.. Eu já estava com o pau todo metido na sua bunda, com as bolas do saco batendo em suas nádegas.. mas queria entrar mais e mais..

Ficamos um tempo,assim, com ela de quatro e e eu ajoelhado comendo seu rabo. Depois ela me pediu prá sentar no sofá e se esfregando, sentou-se no meu pau , enterrando lentamente o cu no meu caralho . Kátia começou a se esfregar e a rebolar no meu pau de um jeito tão safado que e eu não aguentei e anunciei que ia gozar. Ao ouvir aquilo ela esfregou a buceta mais rápido , estremeceu e gozou quando eu esporrei bem dentro dela, apertando-a pela cintura, me contorcendo , xingando ela de tudo que é nome . A cada jato de esporra eu apertava mais e mais a cintura dela. Ela não me deixou tirar e gozou de novo,na siririca,com a minha pica ainda enterrada,gemendo.. 

Depois disso, deitamos cansados e ela me perguntou se eu havia gostado da surpresa.'Adorei' eu disse.'Eu também', ela disse. 'foi melhor do que eu tinha imaginado'

Então nos beijamos,conversamos,tomamos banho juntos e já com tesão novamente,chupei seus seios,sua buceta e finalmente comi sua bucetinha.

Ficamos juntos até a hora de ela pegar as crianças.Nos tornamos amantes e ficamos juntos por uns dois anos,onde sempre Kátia adorava dar seu rabinho pra mim. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ELAS E ELE

conto de Beattrice

138082 Olhou no relógio, passava das 21h, uma hora antes do combinado. A porta entreaberta parecia um convite.

Ok! Havia um acordo de jamais interferir nos relacionamentos dela, ou ela nos relacionamentos dele a menos que ambos tivessem optado por isso, mas… Não havia nenhuma restrição quanto observá-la. Apenas teria que fazê-lo discretamente e com certeza ela não se incomodaria com isso.

Do lado de fora, pela fresta da porta, ele pôde ver seus pés pendendo da cama. Aqueles pés que salivava ao lembrar dela esfregando-o em sua face. Ouvia os sorrisos, os sussurros… Ela estava com uma menina.

O som daquela intimidade acontecendo fazia sua mente voar. Afinal, daquele ponto sua visão da cena era péssima, no entanto, quem diz que a mente é a principal zona erógena do ser humano, está completamente certo. Cada gemido da companheira dela, cada barulho do roçar dos corpos, do farfalhar dos lençóis, o excitava mais e mais.

Precisou liberar o pau para melhor masturbar-se, sentou no chão, recostou-se à parede, estava teso e totalmente melado. Imaginá-las ali se pegando, é óbvio que atiçava seu desejo de saciá-las com sua pica, a vontade de pegá-las de jeito e mostrar que duas bucetas até se roçam, mas um pau é que preenche com vontade, mas… A conhecia bem demais para saber que o prazer dela com uma mulher era completamente diferente do prazer que sentia com ele.

Certa vez, para atiçá-lo durante uma viagem dele, ela fez sexo com uma amiga diante da webcam ligada, em tempo real, só para ele ver. A simples lembrança o enlouquecia, morria de tesão ao ver aquela boca que com tanta vontade abocanhava e mamava seu pau, matando a sede na buceta depilada da amiga,que gemia e rebolava de prazer. No entanto, nada se compara ao que estava acontecendo ali, diante dos seus olhos, bem pertinho. E o melhor, furtivamente, escondido, o proibido tem sabor de quero mais…

Se masturbava freneticamente de olhos fechados, concentrando-se nos sons que elas emitiam, quando não aguentou e gozou! Gemeu alto, o som do seu gozo ecoou pelo apartamento em silêncio e, é claro que chamou a atenção dela, que se aproximou com as mãos na cintura e olhar reprovador.

Ainda em êxtase, sorriu, tendo sido pego em flagrante. E ela também sorriu em retribuição. “Olha, temos platéia, venha ver!”, disse alto e a amiga se aproximou, coberta com o lençol.

Imediatamente viu que não era a mesma da web cam, o que o deixou com mais tesão.  Impossível não perceber que esta era bastante jovem. Cabelos vermelhos, tipo mignon, tatuagens, piergings… Um visual bastante alternativo. Como podia aquela mulher tão discreta seduzir tantas e tão diferentes pessoas? Ele, principalmente.

Ela lhe estendeu a mão, e sem dizer nada o conduziu ao quarto. Mudamente o despiu, dando cada peça que tirava para a menina tatuada, que dobrava as peças com cuidado e pousava sobre a cômoda. Intencionalmente, a gravata foi a última peça a ser tirada, e por ela ele foi puxado e conduzido até uma cadeira que tinha no quarto. A mesma cadeira que ela adorava sentar em seu colo para que ele comesse o seu cu.

Ela o fez sentar tirou a gravata e amarrou suas mãos para trás. Era curiosa a sua calma, enquanto ele respirava ofegante, o pau endurecendo mais uma vez, enquanto a menina observava.

Aqueles seios fartos, nus, a centímetros de sua face, eventualmente roçavam em seu corpo provocando um arrepio. O pau ele já não comandava mais. A ereção estava tão intensa que eventualmente pulsava, dando estocadas ao vento, sem nenhum domínio. Ela não falava, ele não perguntava  e a menina muito menos. Era um silêncio tenso e tesante, em todos os sentidos.

Devidamente amarrado, ela então pegou a menina que ainda tinha  o lençol passado sobre o corpo, colocou-a diante dele e tirou o lençol, deixando-o cair.

Que tesão, os seios eram mínimos, mas arredondados.. As tatuagens cobriam o corpo, os piercings não se detinham à face, mas também mamilos. O pau pulsava tanto, mas tanto que parecia querer estourar, explodir em gozo.

Ela acariciou a menina diante dos olhos dele, os mamilos estavam rijos, tesos, como o pau dele. Ela fechou os olhos enquanto era acariciada, pôde perceber quando contraiu as coxas, estava visivelmente excitada com a situação. Ela também percebeu isso e ali, de pé, por trás dela, com a mão esquerda segurou seu pescoço, enquanto com a direita masturbava-a. Colando seu corpo ao dela e dizendo-lhe safadezas bem baixinho ao pé do ouvido.

Sem deixar de me olhar nos olhos, enfiava o polegar na boca da menina que, de olhos fechados, chupava enquanto recebia a carícia delicadamente rápida no clitóris. Não demorou o gozo, ela inclinou o corpo pra frente, sendo amparada pela mão firme, enquanto enfiava fundo seus dedos nela. Que logo depois foi pousada na cama com as pernas abertas, em uma posição perfeita para que ele pudesse ver o suco que escorria pelas pernas dela.

Ela então se ajoelhou diante dela, olhou pra trás, no fundo dos seus olhos e sorriu antes de arreganhá-la ainda mais e passar a língua do cu á buceta, bebendo cada gota do gozo, diante dele. Estimulando-a uma vez mais ao orgasmo, dessa vez tão intenso que a menina gemeu alto, quase desfalecendo de prazer na cama.

Nesse momento, algo inusitado aconteceu com ele, que amarrado, sem nenhuma estimulação, ejaculou em um gozo intenso, era como se a boca que bebia a menina o mamasse também. Como se ela pudesse ser duas, ou ele e a menina um só, não sabia explicar.

Percebendo isso, ela deixou  a menina na cama e partiu para ele, mamando de maneira sôfrega o seu pau. Chupando e lambendo cada gota que jorrou dele como uma fonte natural de prazer.   E uma vez tendo chupado e bebido ela e depois ele, ela sorrindo se aproximou, pegando com as mãos o seu rosto e beijando sua boca de forma intensa e apaixonada.

Definitivamente, aquela mulher era diferente de todas, sequer era capaz de imaginar o que viria depois…

roubado do blog A Vida Secreta    
www.avidasecreta.com.br

sábado, 15 de setembro de 2012

Chupo, engulo e gosto!

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Posted by Menina Dos Contos

Minhas amigas não são lá muito fãs de sexo oral. Gostam de receber, e eu também gosto. Mas quando se trata de prestigiar o homem com o famoso prazer de um boquete elas fazem com sacrifício. Não é o meu caso. Hoje, já não tão durinha como nos tempos de faculdade mas ainda conservada por sessões de academia tenho enorme tesão por satisfazer meu homem na cama.

Minhas peripécies orais começaram lá na adolescência. Eu tinha a ilusão de que casaria virgem. Portanto, fechava minhas pernas para os meninos, mas deixava eles se divertirem com boa parte do meu corpo. Abusei de punhetinhas. Batia no cinema, batia nas festinhas, batia no banheiro do colégio. E deixava a turma maluquinha da vida. Eu era a safadinha da sala de aula. Um dos meninos, o Bruno, gostava de me agarrar por trás para se roçar todo em mim. Como ele estrategicamente estava sempre de calça de abrigo eu sentia sua ferramenta pontiaguda como se quisesse furar o bloqueio. Depois de muito ele insistir deixei ele passar seu pau pela minha bundinha. Tudo isso no banheiro dos meninos, eu e ele lá dentro, um outro colega vigiando a porta, possivelmente com o pau duro também. O Bruno queria me comer a todo custo, mas se limitava a bater punheta na minha bundinha, com aquela cabeçorra vermelha colada na minha nádega. Ele ia batendo e ficando ofegante e aí eu já percebia o que estava por vir. ?Vai Bruno, vai meu amor, te acaba todo, me dá teu leite, vai goza…?, eu dizia enquanto ele esparramava porra no meu traseiro. Eu sentia aquele negócio duro sendo socado na minha nádega, a mão indo e vindo, a respiração mais forte do Bruno, o ritmo ficando acelerado e enfim a porra saindo, ficando espalhada pelo meu traseiro. Eu tinha que me limpar com papel higiênico. E depois eu ainda tinha que bater uma rapidinha pro colega que estava na vigia e este já vinha ferrado. Não durava nem três minutos. ?Vou te masturbar, vou bater gostosinho pra ti, quero ver tu esporrar na minha mão?. Pronto, bastava uma frases destas para que ele despejasse seu leite quente na minha mão. E eu gostava de ver estes garotos tremendo de prazer. Sempre me deu muito tesão este tipo de situação. Me sentia uma putinha. Via a felicidade deles e ficava encharcada de tesão.

Até o dia em que o Bruno, meu preferido eu confesso, quis algo mais. Tentou de forma insistente me traçar de vez, queria me levar no motel para transarmos. Continuei resistindo. Certa vez, neste mesmo banheiro, fiquei em pé, ao lado dele e pedi que ele se masturbasse para eu olhar. Fiquei incentivando, ?vai, Bruno, bate, bate, bate mais, quero ver tu te acabar todo, gospe esta porra, gospe. Solta teu esperma, vai?. E quando ele estava se encaminhando para o grand finale, me ajoelhei na sua frente e simplesmente encostei meu rosto na cabeça do seu pau enquanto ele não acreditava na cena que via, mas continuava a socar punheta. ?Bate punheta pra mim, bate. Bate e te acaba no meu rosto. E depois conta pros teus amigos que tu ejaculou na minha cara, vai, goza Bruno?, disse. Bastou um minutinho e o Bruno se esvaiu em porra na minha cara. Os jatos vinham fortes, batiam na minha pele e grudavam. Acabei lambendo um pouco e até engoli algumas gotas. Vocês nem imaginam a felicidade dele. Aquele foi um dia que marcou minha vida sexual. Descobri como homem gosta deste negócio de ?se acabar na cara da mina?, como eles dizem. Não sei bem por quê, mas eles tem fetiche disso. Parece que se locupletam com este domínio sobre a mulher. Já ouvi diversdas vezes este papo de que ?aquela lá não deixa gozar na cara?. E também o famoso ?eu esporrei na cara dela?. Há homens que preferem isso do que gozar dentro de uma bucetinha quente. E este é o meu fetiche também, ou seja, vez o êxtase que eles ficam quando uma mulher se entrega totalmente. ?Gostou Bruninho? Gosto de melecar todo meu rosto com teu leite??, brinquei com ele. O garoto estava transtornado de prazer, não acreditava. ?Agora conta pros teus amigos que tu gozou na minha cara, diz que tu te acabou no meu rosto e que eu engoli boa parte do teu leite, vai conta pra eles seu safadinho. Mas diz a verdade, que tu encheu minha cara de esperma branco, quente e pegajoso?, completei.

E adorei dias depois, em uma festa, quando eu tava de agarros com outro garoto, quando lá pelas tantas ele me disse na maior cara dura: ?É verdade que tu deixa teus namorados gozarem na tua cara??. ?sim, eu deixo?, respondi já com a mão no meio das pernas do atrevido. É claro que esta história terminou com coisinha branca no meu rosto. O tal garoto esporrou a minha cara dentro do carro do pai dele. Me implorou por um boquete, eu aceitei e fiz no capricho. E minutos depois o boyzinho tava ejaculando e soltando seu esperma nos meus lábios. Uma porrinha fina, nem tão abundante, ralinha, mas foi bom.
E num dia de amasso ferrenho com o Bruno, na casa de uma amiga comum, comecei a trocar definitivamente a punheta pelas mamadas. Nossa intimidade tinha aumentando consideravelmente, o Bruno também já me proporcionava prazer com suas mãos. Nesta tarde, ele estava atirado num sofá, short arriado, pernas abertas e o pau duro, apontando pro teto. Eu estava ao lado dele, beijando seu pescoço e batendo uma bem devagarinho como é o meu estilo. Daí eu cochichei no ouvidinho do Bruno. ?Vou te fazer ver estrelas, é só tu ficar paradinho?. E me pus de joelhos, entre as pernas dele. Lambi a virilha, cheguei no saco, passei minha língua por toda aquela pele grossinha e escura, olhei nos olhos dele e perguntei: ?Tem porrinha aqui dentro pra de mar ??. O moleque nem conseguiu responder de tão fissurado que tava com aquela cena. E iniciei um boquete, minha cabeça subindo e descendo, engolindo aquela vara, e lambendo a cabeça quando ela invadia minha boca. Eu vestia apenas uma calcinha preta, fio dental, enfiada na minha bundinha. O guri estava de boca aberta, olhava meu boquete, olhava minha bunda, senti que ele não iria demorar muito para se explodir todo. ?Tu ta gostando??, perguntei. ?Ta demais?, foi só o que ele conseguiu responder. ?Então me manda chupar, me manda chupar teu pau todinho. Me manda engolir e enfiar esta pica na minha boca?, eu provocava. Passei o pau do Bruno pelo meu rosto, esfreguei na minha cara, botei nos meus lábios e masturbei. Chupei, chupei mais, afundei minha cabeça, esfreguei o pau dele nos meus peitinhos não siliconados naquela época, masturbei entre meus seios, voltei a lamber a cabeça, engoli, lambi aquela partezinha que junta o mastro da cabeça, beijei, engoli o pau, fiz sucção, mais sucção, intensifiquei o ritmo do boquete. ?Quer gozar aqui, quer que eu engula ou quer esparramar teu esperma por toda a minha cara??. Bati, bati com o pau dele na minha cara, masturbei, cheirei, lambi a cabeça, lambi mais o saco, percorri com minha língua a extensão, engoli, boquetiei. ?Eu não vou me aguentar mais, vou gozar?, ele disse, quase tremendo de prazer. ?Então goza, me meleca, me suja, vai, vai, esporreia toda minha cara, quero ver se a tua porra ta quentinha e grossa hoje, vem, te acaba aqui seu moleque, tira esta porra do teu saco e se acaba agora, vai a-go-ra, goza, goza tudo?, disse, suplicando pelo seu orgasmo. Que veio mais forte que nunca. Jatos com muito leite. O primeiro nos meus lábios já se esparramando pelo rosto, depois dentro da minha boca, e mais outro que respingou na minha testa, e novos jatos, agora mais fininhos na minha face. O pau foi amolecendo com gotas que eu lambia e engolia. Bruno quase desmaiou. E depois me retribuiu com uma chupada fantástica.

Este começo de vida oral me deixou uma mulher quase completa. Hoje sou muito bem casada e transo exageradamente com meu marido, dez anos mais jovem, super-malhado, professor de educação física, que eu e sirvo com enorme prazer na cama. Chupo o pau dele quase que todos os dias. Às vezes é no carro, quando ele vai me deixar no trabalho. Afundo a cabeça, engulo boa parte do seu mastro, massageio o saquinho com as bolinhas, faço ele se divertir. Quando percebo que estamos chegando no nosso destino, recorro ao verbo. ?Vem meu amor, dá uma gozadinha na minha boca, me dá meu leite matinal, vem, te acaba, me dá o gostinho da tua porra?. E deixo ele despejar suas quantidades generosas de esperma bem dentro da minha boca. Ele ejacula bastante, o pau fica golfando dentro da minha boca, aquela cabeça vermelha inchada pulsando, quase explodindo fica soltando sêmem e mais sêmem até o saco dele esvaziar todinho. E pra não deixar vestígios, ali, no carro, só me resta engolir todo leite do meu marido, o que faço sem qualquer sacrifício. E ao final do dia, se ele chega em casa do trabalho com algum gás, basta eu perguntar se ele quer dar uma relaxada. Se a resposta for afirmativa, visto uma calcinha branca fio dental, enfiada nas minhas nádegas, tiro a roupa dele e já começo uma massagem caprichada, que passa por várias reboladas na cara dele e em cima do pau, que sempre termina com um boquete. ?Quero mamar no teu pau, quero mais porrinha?. Meu marido adora minhas chupadas e especialmente meus estímulos orais, verdadeiramente orais. ?Agora eu vou te fazer um boquete pra esconder teu pau na minha boca, colocando ele até a goela, deixa a cabeçona encostar na minha garganta. Eu gosto amor?, digo. Ele gosta, dá risada e o pau fica ainda mais robusto. Esfrego o mastro pelo meu rosto, lambo bastante a pontinha, passo minha língua naquela fendinha, engulo só a cabeça, masturbo, olho nos olhos dele e anuncio: ?acho que ta vindo meu amor, acho que tua porrinha branca ta subindo e vai se espalhar por todo meu rosto. Me dá ela??, pergunto. A estas alturas meu marido vê estrelas e já está com uma mão acariciando minha bundinha, invarivelmente com um dedo querendo penetrar meu ânus. Passo o pau nos meus peitos, faço uma espanhola, bato punheta com a ponta do pau dele encostando num dos meus mamilos, volto a espanhola, olho nos olhos dele e vejo o prazer que estou proporcionando. Volto ao boquete, engulo só a cabeça, me divirto com ela, passo a língua, tento enfiar minha língua de novo na fendinha, fico roçando a pontinha da minha língua naquele buraquinho que já está bem úmido, prenunciando o gozo, sinto o cheiro de esperma que se aproxima, engulo o pau dele, tento fazer garganta profunda, vou até o meu limite, subo, desço, subo, desço, subo, desço, me concentro de novo na cabeçorra, lambo freneticamente, engulo o pau. ?Tá quentinho este leite? Então vem, te solta todo, ejacula e esporreia na minha cara, vem. Vou chupar teu pau agora pra te fazer gozar. Não tem volta, tu vai te acabar todo, vai soltar tua porra e golfar na minha cara?. Depois disso não há homem que não se entregue ao orgasmo. É instantâneo: a porra dele salta do pau e se estatela na minha cara. Um, dois, três, quatro jatos. Golfadas de leite que partem daquela cabeça vermelha e inchada, esperma que vem do saquinho do meu marido, o pau pulsa a cada ejaculada, é a essência dele se espalhando pelo meu rosto. Fico coberta por aquele leite, uma máscara branca na minha cara, meu marido está sorrindo, o cheio de sexo invade o ambiente, e sempre acabo engolindo um tanto.

Não há homem que não se apaixone por uma mulher dedicada ao sexo oral. Sinto muito tesão quando enlouqueço meu parceiro na cama. É a minha especialidade e me aproveito dela e especialmente da minha vontade de ser a putinha de meu macho na cama. E sei que serei retribuída a altura.

(roubado do blog http://www.blogseroticos.com.br/alldaysidreamaboutsex/)