quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Na Viagem à São Paulo

 

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Conto da Cinha

Eu estava com uma viagem marcada pra São Paulo, pra fazer compras. O problema é que eu não iria sozinha, meu marido e meu filho tbm iriam e além deles mais um casal de amigos e a namorada do meu filho tbm. Tinha tudo pra ser um programinha de índio, sem atrativos e pra lá de morno. Mas liguei pro Edu e perguntei se ele não podia fazer esse meu passeio ficar mais quente e interessante. O Edu é um H delicioso que eu conheci aqui na NET. Ele trabalha em São Paulo e na hora que fiquei sabendo que iria pra lá já fiquei com a minha bucetinha piscando de vontade de tirar o Edu do virtual e experimentá-lo no real. Se ele é uma delícia pela Web Cam, imagine ao vivo? Hummmm... só de pensar naquele pau todo dele dentro de mim, isso me fazia ficar arrepiada.

     Depois que eu já estava lá há dois dias e já não tinha esperanças de encontrá-lo, recebo uma mensagem dele me dizendo que tbm estava hospedado no mesmo hotel que eu e louco pra me ver. Eu nem acreditei que aquele H me fez uma surpresa dessas. Me deu o número do quarto e disse que estaria me esperando completamente nu e que era pra eu não demorar. Como os H tinham saído e iriam demorar, foi fácil dar uma desculpa pras M que meu cigarro tinha acabado e que eu iria comprar. Saí dali e fui direto pro quarto que ele estava, e quando bati na porta e ele abriu, quase desmaiei vendo aquele H maravilhoso nuzinho segurando aquele pau duro apontando pra mim. ele me puxou e fechou a porta e eu fui logo ajoelhando ali mesmo e colocando todo aquele mastro na minha boca e comecei o melhor boquete que eu podia dar a ele, fazendo ele socar aquele caralho todo em  mim e enquanto eu sentia ele me puxando pelo cabelo e fudendo minha boca ele falava pra mim:
     _ Isso minha puta deliciosa, abre essa boquinha e sente o pau do teu macho entrando e saindo, chupa minha vadia gostosa... Aquilo me dava um tesão louco e eu comecei a tirar minha roupa sem tirar aquele pau da minha boca, que de vez em quando entrava até a minha garganta e quase me fazia engasgar. Quando ele me viu peladinha, tratou logo de me levantar e enquanto me levava pra cama, beijava a minha boca tbm e dizia que ia me fuder gostoso porque eu precisava saber o tesão que eu fazia ele sentir.
     Ele me empurrou na cama me fazendo deitar e abriu minhas pernas deixando minha bucetinha toda à mostra pra que ele usasse e abusasse dela. Olhou pra mim e me disse que queria sentir o gosto dela na sua boca e começou a chupar o meu grelinho me fazendo até levantar minha bundinha pra sentir toda aquela língua entrando na minha grutinha. Eu sentia espasmos pelo meu corpo e apertava minhas pernas no seu rosto pra que ele não parasse nunca, e quando eu abria mais as pernas ele chupava meu grelo e metia dois dedinhos na minha bucetinha e ficava socando enquanto eu delirava de tesão. Eu nem me lembrava que tinha que ser uma rapidinha, só queria que o mundo parasse naquela hora só pra nós dois. Depois que eu gozei ele beijou minha boca e me fez sentir o gosto do meu próprio mel, e falava no meu ouvido como eu era doce e gostosa. Senti aquele pau duro esfregando entre minhas coxas e a cabecinha dele escorregava na entradinha da minha bucetinha. Ele não parava de me beijar e começou a levantar uma das minhas pernas e enfiar aquele caralho todo em mim me fazendo sentir todo o tesão que ele estava. Fui afastando meu rosto do dele porque eu queria que ele olhasse aquela cena e não esquecesse nunca mais. Ele ajoelhou na cama, levantou minhas pernas e me deixou toda aberta pra ele e começou a meter gostoso aquela piroca toda na minha bucetinha enquanto eu gemia de prazer. Eu pedia pra ele meter mais porque queria aquela pica toda em mim e enquanto eu sentia ele socando mais forte pude sentir que ele ficava mais louco  comigo apertando a bundinha dele de encontro ao meu corpo.
     Parecíamos dois animais no cio, e descobrimos ali que o tesão que tínhamos um no outro não era só um tesão virtual, nem uma louca vontade de apenas satisfazer nossos desejos mas tbm a realização de um sonho que tínhamos de querermos dar e receber prazer, uma coisa que há muito tempo queríamos e que estávamos realizando naquele momento só nosso.
     Sentir aquele H socar seu pau em mim com força, me fazia entender que era aquilo que eu queria pra mim, um H que me pegasse com tesão e me fizesse entender que ali era ele que me conduzia, e eu deveria me render à sua vontade e me entregar inteira àquela paixão. Ele perguntava se eu estava gostando ou se queria mais, e eu só pedia pra ele não parar. Ele então me virou de bruços sem tirar aquele pau de mim, e me puxou pela cintura pra que eu ficasse de quatro enquanto ele não parava de enterrar. Eu forçava minha bunda pra trás pra sentir todo aquele mastro socando atrás de mim, e ele me falava:
     _Isso safada, toma piroca nessa buceta gostosa, vou te fazer gozar muito com a minha rola. E começou a socar o dedinho no meu cuzinho enquanto me comia. Aquilo foi me deixando mais safada e ele me perguntava se eu tava gostando de sentir um dedinho fudendo meu cuzinho. Eu respondia que sim, que queria mais, queria tudo o que ele quisesse fazer comigo, estava entregue a ele e só queria gozar e sentir que ele tbm estava gozando e sentindo prazer comigo. Que foda gostosa! Que loucura tudo aquilo! Eu naquele quarto com um H que eu nunca tinha estado antes, comendo minha buceta e metendo o dedo no meu cuzinho, me falando um monte de sacanagem no ouvido e mandando eu imaginar que aquele dedinho no cu era a pica de outro H me fudendo o rabo. Ele tinha essa fantasia, me comer junto com outro H. E eu ali entregue à sua fantasia e desejando realmente que tivesse outro H junto de nós pra me fazer sentir um prazer que eu nunca tinha admitido sentir antes. Pela primeira vez eu queria realizar a fantasia de alguém e me deitar com dois H. Deixei a minha imaginação fluir e pedia a ele pra mandar o outro me fuder mais. ele socava aquele dedo no meu rabo e perguntava pra mim se era assim que eu queria, se era com duas pirocas enterradas que eu iria gozar. Naquela hora eu não conseguia pensar em outra coisa que não fosse duas picas enterradas em mim, e foi assim que eu gozei muito e ele tbm.
     Não pude ficar mais tempo com ele porque tinha que voltar pro quarto antes que eles chegassem da rua. Ele disse que ficaria ali até o dia seguinte e me pediu pra voltar porque queria mais. Naquele dia não consegui retornar, mas no dia seguinte de manhã arrumei uma dor de cabeça e disse que ficaria no hotel descansando. Todos sairam pra fazer compras e eu então pude voltar ao quarto dele. Quando cheguei lá ele estava conversando com um amigo que tinha levado uns documentos pra ele assinar. Fomos apresentados e não pude deixar de notar que o amigo dele me comia com os olhos, ainda mais porque eu estava vestida apenas com um robe preto curtinho de seda sem nada por baixo e meus peitinhos estavam durinhos e ficavam marcados pela leveza do tecido.
     Enquanto eles terminavam o assunto de trabalho eu me recostei de lado na cama em frente à mesa que eles estavam e fiquei ali esperando por ele mas sabia que o amigo dele não prestava muita atenção ao que estavam conversando porque eu olhava pra ele que estava de frente pra mim e ele não tirava os olhos da minha bundinha que quase aparecia toda porque o robe tinha levantado quando me deitei e eu não usava nada por baixo. Acho que ele tava louco com aquela cena porque enquanto mordia os lábios me olhando não se conteve e disse pro Edu que ele era um H de sorte.
     O Edu levantou da cadeira e veio até mim, beijou minha boca e foi abrindo meu robe devagar deixando meus seios à mostra, e apertando o biquinho disse no meu ouvido:
     _Fecha os olhos e aproveita o momento. Vc é minha vagabunda e agora vai obedecer a dois machos que estão com fome. Sorri pra ele e apenas fechei os olhos em sinal de obediência. Ele tirou meu robe e eu senti quando colocou seu pau na minha boca. Agarrei aquela pica e comecei a chupar gostoso, de repente sinto as mãos do amigo dele abrindo minhas pernas e comecei a sentir aquela lingua me lambendo a bucetinha. Meu grelinho tava durinho e ele chupava gostoso demais e ao mesmo tempo metia o dedinho nela. Não demorou muito e eu gozei como louca naquela boca gostosa e então o Edu levantou e mandou o amigo dele deitar e disse pra mim sentar na pica dele. Olhei aquele caralho enorme apontado pra cima e não perdi tempo, cavalguei naquele pau enquanto beijava muito aquele H. Senti quando o Edu passou o gel no meu rabo e entendi que ele ia comer o meu cuzinho. Olhei pra trás e ví nos olhos dele todo o tesão que ele tava sentindo e então disse:
     _Isso meu gostoso, vem comer a tua putinha, mete esse caralho no meu rabo que eu quero sentir o que é ter duas picas enterradas. Ele ficou em pé na cama com as pernas abertas, abaixou minhas costas e me segurando pelos ombros meteu aquele pau todo em mim, no início devagar até que ele entrasse, mas depois começou a socar com força, parecia louco de tanto tesão e me falava:
     _ Rebola vadia, toma duas rolas, eu sei que tu tá gostando de levar duas picas. O amigo dele dizia no meu ouvido:
     _ Que delícia de buceta, tu é uma putinha muito gostosa de comer.
     Estávamos tão entregues àquele momento de prazer que logo gozamos os três, e sentimos que foi a realização de uma fantasia que tínhamos e nunca nos esqueceríamos daquele dia.
     Tomamos um banho juntos onde os dois não paravam de me passar as mãos por todo meu corpo e logo fui puxada pra cama. Eles me deitaram e começaram a lamber meu corpo todo, o Edu me fez começar um 69 nele delicioso e enquanto eu chupava o pau dele, ele enfiava sua língua na minha bucetinha e o amigo dele não resistindo em ver minha bundinha empinada, começou a meter o dedinho no meu cuzinho mas logo tratou de começar a meter aquele caralho todo em mim. Gozei muito na boca do Edu levando leitinho quente no meu cuzinho e na minha boca.
     Terminamos aquela foda com a certeza que não seria a última vez que nos encontraríamos porque o Edu prometeu que iria com o amigo dele passar uns dias na minha cidade.
     E assim eu terminei aquela viagem a São Paulo, satisfeita em ter realizado a fantasia do Edu mas muito mais satisfeita por ter descoberto que um Menage masculino pode ser muito prazeroso quando se tem a cumplicidade do H que vc deseja. Se vc gostou não deixe de me dizer. Um bj gostoso a todos.
( http://segredosdacinha.blogspot.com)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


De carona com médico gostoso – Parte 2

Voltando para minha deliciosa história – quem quiser saber a primeira parte dessa aventura procure o conto De carona com o médico gostoso parte 1 - depois da pegação no estacionamento Túlio e eu estávamos pegando fogo. Tínhamos gozado deliciosamente no carro, mas faltava algo, nossos corpos precisavam se tocar, suarem juntos, gozar juntos.

No caminho para o Motel a cada sinal que parávamos nos beijávamos com sofreguidão, meu corpo ardia, eu já não pensava em mais nada, não via a hora de ser possuída por Túlio. Mal estacionamos o carro na garagem e ele veio como um animal para cima de mim. Beijou-me, lambeu meu corpo agarrou-me com força.

Ele deu a volta, abriu a porta e carregou-me. Entramos no quarto, não parávamos de nos beijar, ele me olhava com desejo e admiração. Aquele homem era simplesmente maravilhoso, me desejava e sabia como me enlouquecer. Jogou-me na cama, foi ao frigobar e pegou uma cerveja, sentou-se ao meu lado, tirou calmamente a camisa, deu-me mais um beijo e começamos a bebericar. Enquanto conversávamos ele pediu que eu tirasse minha roupa. Atendi seu pedido, fiquei em sua frente e bem devagar fui retirando cada peça de roupa. As sandálias, a saia, a blusa e o sutien. Fiquei só de calcinha, tomei a latinha de sua mão, dei um longo gole e deitei-me de bruços na cama. Ele levantou-se, ficou completamente nu e deitou-se por cima de mim. Começou uma massagem deliciosamente excitante. Suas mãos macias e firmes apertavam meu pescoço, meus ombros me sentia relaxada e com muito tesão. Túlio pegou uma pedra de gelo e passou-a em toda extensão das minhas costas. Lentamente ele me torturava deliciosamente, o frio da pedrinha de gelo eriçava meus pêlos, eu me contorcia e gemia, isso deixava Túlio mais excitado, podia sentir a o pau dele crescendo e tocando com cada vez mais força minha bunda. Ele debruçou-se sobre mim e começou a beijar-me, me lambia, mordia e falava coisas desconexas, chamando-me de gostosa, tesuda. Sentia minha bucetinha latejar, meu caldinho já encharcava minha calcinha e sentir o caralho delicioso de Túlio pressionar meu bumbum, por Deus, isso já me enlouquecia.

Pedi que ele acabasse com aquela tortura e me penetrasse logo, eu queria sentir todo aquele vigor dentro de mim. Ele era muito sacana parecia gostar daquele jogo onde ele estava no poder e eu era sua puta submissa.

Então me deitei de costas e ele veio por cima. Começou a massagear vigorosamente meus seios, apertava-os entre suas mãos, beijava profundamente meus lábios e mordia minha língua. Túlio parecia enlouquecido, jamais imaginei viver uma situação dessas. Ele agachou sobre meu corpo e lentamente introduzia a piroca dura e melada em minha boca. Segurava minhas mãos e socava com força, mas lentamente, sentia seu pinto ir fundo em minha garganta.

-Gostosa. Abre bem essa boquinha para receber meu pau.

-Isso safada, chupa esse macho.

Ele falava e me enlouquecia, eu chupava com gosto aquele caralho. Sentia suas bolas batendo em meu queixo, quase engasgava, mas deixava aquele pau bem molhado, pressionava suavemente entre meus lábios, ver aquele homem delirar em cima de mim era uma sensação deliciosa.

-Puta que pariu, eu vou gozar na sua boca outra vez, safada.

E gozou, encheu minha boca com sua porra quente. Túlio mais uma vez estava satisfeito, mas eu ainda ansiava por um gozo completo. E isso não demoraria a acontecer. Ele beijou-me deliciosamente, deslizava sua língua macia pelo meu corpo, mordia levemente minha barriga, meu umbigo. Encontrou minha calcinha, que já estava completamente molhada, ele a retirou com os dentes, reiniciou a sequência dos beijos dessa vez pelos pés. Mordia e lambia cada um dos meus dedinhos, arranhava minhas pernas. Aos poucos ele beijava minhas canelas, minhas coxas e finalmente alcançou minha bucetinha, quente, úmida pronta para recebê-lo. Túlio cuidadosamente enfiava sua língua na minha xaninha, sentia cada centímetro de meu sexo sendo lambido, percorrido por uma deliciosa corrente de prazer.

-Safado, gostoso. Isso chupa a bucetinha da sua putinha. Me faz gozar.

Ele fazia direitinho, como um cachorrinho obediente. Chupava cada pedacinho da minha xoxota, enfia seus dedinhos, brincava na portinha do meu cuzinho. Eu rebolava e forçava meus quadris contra seu rosto, sentir a barba dele por fazer raspando em mim me dava mais tesão. Nessa altura eu já urrava de prazer, apertava a cabeça de Túlio contra meu sexo. Ele com seu fôlego impressionante, não parava um instante de me chupar, enfiava o dedinho em mim, comecei a sentir uma forte onda de calor percorrer meu corpo, fui tomada por espasmos eu estava gozando.

-Ai safado, me fez gozar mais uma vez. Agora quero você dentro de mim.

Bruscamente virou-me de bruços mais uma vez. Mordeu meu bumbum, segurou seu pinto e começou a pincelá-lo em mim, espalhava nossos caldinhos preparando-me para o que estava por vir.

-Vou possuir você. Você vai chorar na minha pica sua puta.

Sem frescuras Túlio começou a penetrar em meu cuzinho, no inicio fiquei temerosa, mas de nada adiantou, ele estava decidido a me comer daquele jeito. Foi enfiando cada centímetro daquele pau em meu rabinho, que foi se alargando e alojando aquele pau delicia. Ele metia um pouco, parava, me chamava de safada e metia mais um pouquinho. Até que tudo entrou e ele começou a bombar em meu rabo. Socava com força, lentamente, penetrava tudo, eu só conseguia gemer, chorar e rebolar naquela pica deliciosa. Rebolava como se não houvesse amanhã.

Túlio sabia realmente o que estava fazendo, tirou sua pica do meu rabo e enfiou tudo e de uma vez só na minha bucetinha.

Que delicia sentir aquela pica rasgando minha xoxota ao meio, estava sendo deliciosamente preenchida por aquele caralho. Túlio socava ia até o fundo da minha buceta. Me comia com vontade, eu estava prestes a gozar.

Ele então deitou-se e pediu que eu o cavalgasse, como uma putinha obediente tratei logo de subir na pica do meu garanhão. Direcionei sua piroca para entrada da minha buceta e fui escorregando, delirando com cada centímetro daquele caralho que se alojava em mim.

Cavalguei então, primeiro vagarosamente, sentindo as bolas dele batendo em mim, fui rebolando calmamente, sentindo a textura e a grossura de Túlio, (só de lembrar fico molhadinha), aos poucos fui aumentando o ritmo. Quando me dei conta estava galopando naquele macho, subindo e descendo freneticamente sentindo seu pau rasgar-me profundamente, ele me tinha, me dominava eu gozava como puta, uma safada que precisava e naquele momento sentia-me como a mulher mais gostosa da Terra.

Percebendo que eu estava em êxtase meu doutor apertava os bicos durinhos dos meus seios, espremia-os entre seus dedos e também urrava de prazer comigo:

-Isso minha puta, lambuza meu pau todo com seu mel. Assim bem sem vergonha.

Eu olhava em seus olhos, mordia meus lábios e gozava arranhando seu peito másculo e vigoroso, meu gozo foi longo, sei que deixei seu pau muito melado. Ainda meio tonta com aquele clímax levantei-me e ficamos num sessenta e nove, chupei seu mastro e pude sentir todo o gostinho da minha xaninha, e ele me sugava todo o mel.

Mudamos mais uma vez de posição, aquele homem era realmente um garanhão, fiquei de quatro e pedi a ele que gozasse dentro do meu rabinho. A penetração dessa vez foi mais rápida, encontrávamos entorpecidos de tesão, seu pau escorregou gostoso para dentro e meu cuzinho o recebeu calorosamente. As estocadas agora estavam fortes, profundas e rápidas, ele segurava firme em minha cintura, puxava meus cabelos e dava tapas em meu bumbum, que delicia ficar assim com meu médico, estávamos como dois animais no cio. Mais alguns movimentos e senti meu rabinho sendo preenchido por uma porra quente,e viscosa, os jatos eram rápidos e ocuparam toda a extensão do meu cú. Quando ele tirou o pau senti sua porra escorrendo indo em direção a minha xoxota, e mesmo sentindo-me satisfeita não resisti. Deitei-me com as pernas bem abertas para Túlio e masturbei-me espalhando sua deliciosa porra da entradinha de meu cuzinho até a pontinha do meu grelo, mais uma vez gozei gostoso olhando a expressão safada do meu macho.

Tomamos um banho, nos esfregamos e nos beijamos mais. Estávamos satisfeitos, o clima de sedução que nos envolverá havia nos levado a uma deliciosa transa, sem culpa, só havia espaço para o prazer e o desejo que um tinha de fazer o outro gozar. Pegamos o carro e ele deixou-me perto de casa, e até hoje quando vejo um Meriva prateado meu coração dispara e me lembro de uma das gozadas mais deliciosas de minha vida.

Bom sexo a todos, afinal fazer gozar e gozar é fundamental!

domingo, 13 de novembro de 2011


De carona com o médico gostoso - Parte 1

Oi pessoas tudo bem? Voltei para contar uma nova situação deliciosamente sexy que vivi há alguns dias. Vocês já me conhecem, sou Luanna, 27 anos, morena clara, cabelos ondulados compridos. Tenho o corpo estilo mingnon e uma boca que sempre é elogiada, seja pela aparência seja pela performance , se é que vocês me entendem...

Sofri um pequeno acidente e acabei tendo uma torção no joelho, o que me obrigou a procurar ajuda médica. Marquei uma consulta com um médico que ficava próximo do meu trabalho. No dia da consulta resolvi ir com uma bermuda e uma sandália rasteirinha, fazia muito calor. Sai de casa sem a mínima pretensão de conhecer alguém interessante, estava com dores e meu único objetivo era resolver essa questão médica.

Chegando ao consultório, me identifiquei como de praxe e aguardei. Logo uma simpática enfermeira chamou-me e conduziu-me à sala, logo no corredor um delicioso perfume masculino tomou conta do ar, era um cheiro amadeirado, gostoso, suave, porém marcante fiquei instigada com aquele aroma. A enfermeira pediu que eu aguardasse.

Devem ter passado uns 10 minutos, aquele odor agradável que havia sentido no corredor voltou novamente só que dessa vez mais forte. Escutei a porta fechar-se atrás de mim, O médico entrou, fiquei positivamente impressionada, Dr. Túlio era um homem jovem, não tinha mais que 35 anos, loiro, cabelos dourados muito bem cortados, tinha um corpo atlético, peito largo e um olhar cativante. Inicialmente mostrou-se ser um homem bem agradável, mas o que mais me atraia era o perfume, se pudesse sentiria aquele cheiro por anos a fio.

Com muita simpatia ele me perguntou qual era o problema falei então que havia levado um tombo e desde então meu joelho estava muito dolorido e inchado. Ele então pediu para que eu me sentasse na maca. Levantei-me e fui em direção a cama, ele veio logo atrás de mim e estendeu a mão auxiliando-me a subir. Sentei-me, ele então gentilmente começou a tocar minhas pernas, começou tocando minha coxa logo acima do joelho e lentamente foi descendo. Aquilo estava sendo totalmente profissional, mas minha imaginação começou a fluir, imaginei-me sendo beijada, tocada por ele, sonhei acordada. Quando ele tocou com mais força meu joelho dei um gemido de dor:

- Desculpe, mas acho que já sei o que deve ter acontecido. Por favor, pode se levantar.

Sentei-me novamente na cadeira em frente a ele, não resisti e indaguei:

- Essa mulher linda dessa foto é a sua esposa?

- Sim, estamos juntos desde a faculdade, ela também é médica. Você é casada?

- Sou sim, estamos juntos já tem um tempo também.

- E você trabalha em que?

- Sou personal trainer, trabalho em algumas academias.

- Hum, trabalha com esportes por isso tem um corpo tão bonito. Acho bom curarmos logo esse joelho não é mesmo?

- Sim doutor, tenho sofrido bastante com essa dor.

- Fique calma, vou receitar-lhe um antinflamatório e umas compressas para aliviar a dor. Além disso, preciso que faça alguns exames e retorne dentro de uns 10 dias para avaliarmos o problema.

- Terei que maneirar nos treinos então.

- Sim, por favor. Aproveite para descansar e a senhora...

- Senhora não. Pode tratar-me como você.

- Ok, você pode pedir ao marido para que te auxilie com as compressas, além disso, com carinho garanto que esse problema vai sarar mais rápido.

Sorrimos olhando um nos olhos do outro, na minha cabeça já estava aberta uma porta para a sedução, estava rolando um clima entre eu e Dr. Túlio. Fui para casa com o perfume e a lembrança daquele homem na cabeça, durante o banho toquei-me e gozei pensando nele. À noite transei com meu marido imaginando como seria gozar com aquele médico cheiroso e gentil. Passaram-se os dias, retornei para minha consulta, marquei pela manhã. Quando entrei na sala ele já me aguardava, simpático e com um sorriso de fazer inveja a qualquer propaganda de creme dental. Levantou-se, deu-me um aperto de mão firme com suas mãos macias, e para minha surpresa levemente segurou em minha cintura e deu-me dois beijinhos no rosto. Fiquei em êxtase por alguns segundos a fragrância marcante daquele homem percorreu todos os poros da minha pele.

Ele olhou os resultados dos meus exames e novamente tocou em minhas pernas, dessa vez um toque mais vigoroso, foi do joelho até meus pés e depois do joelho até o meio das coxas, quando ele ia subindo a mão, levemente, fui abrindo as pernas e do ângulo em que ele estava pude perceber que ele avistou minha calcinha que a essa altura começava a ficar úmida com o tesão que eu estava sentindo com aquela situação. Trocamos olhares que mesmo sem graça demonstravam que estávamos entendo o que aquela situação significava.

Ele disse que o inchaço já estava bem melhor e que se eu sentisse dor poderia tomar algum analgésico de costume, recomendou-me para fisioterapia e disse que se eu sentisse necessidade poderia retornar dentro de alguns meses para uma nova avaliação. Fiquei feliz pela noticia, mas triste por não haver mais nada que eu pudesse fazer para voltar a ver aquele homem, frustrada fui embora.

Como já estava próximo do horário do almoço, resolvi passear no shopping que ficava perto. Rodei pelos corredores do shopping, mas nada me agradava, resolvi ir almoçar. A praça de alimentação não estava muito cheia, parei e escolhi uma mesa, sentei e eis que escutei alguém chamar meu nome, quando olhei meu coração parou: Túlio estava sentado bem atrás de mim.

Cumprimentei-o, ele perguntou se poderia sentar comigo, concordei. Começamos a conversar mais descontraidamente, fora do ambiente do consultório Túlio era ainda mais sedutor, de papo fácil, falava de tudo, e perguntava também, quis saber da minha vida e me contou da sua. Ele era casado com uma colega dos tempos de faculdade, tinha 34 anos. Fizemos o pedido de nosso almoço e continuamos a conversa, falamos de muitas coisas e eis que a conversa tomou um rumo mais picante, especialmente quando contei a ele que meu marido já era um quarentão, de cara ele achou que ele era velho para mim:

- Nossa, uma mulher jovem e bonita como você, esse cara tem sorte viu?

- Que isso, não precisa exagerar. Temos nossas diferenças, mas somos um casal bem feliz, vivemos bem.

- E ele dá conta do recado?

Comecei a sorrir e ele insistiu na conversa:

- Olha, me desculpa, mas acho que você deve ser muito tarada, seu olhar e seu jeito estão me mostrando isso.

Fiquei sem graça e ao mesmo tempo lisonjeada com esse comentário, na verdade eu estava incendiada por dentro. Túlio, percebendo que eu estava meio desconcertada levou a mão em meu rosto e me fez um afago.

-Você é realmente muito sedutora. Estou encantado desde a primeira vez que você veio se consultar.

- Você também é muito atraente e tem um perfume muito gostoso.

- Hum, bom saber.

A conversa e o almoço estavam deliciosos nem sentimos o tempo passar, quando nos demos conta as horas haviam corrido. Ele insistiu em pagar a conta, mas eu não permiti. Acertamos e fomos caminhando em direção ao estacionamento. Ele perguntou-me se eu estava de carro, eu disse que não, ele ofereceu uma carona.

Entramos no carro e e sem que eu pudesse esboçar uma reação veio em minha direção e me deu um beijo na boca. Na hora fiquei assustada e o afastei, respirei profundamente e ele olhando em meus olhos:

- Você me deixou louco.

E mais uma vez começou a beijar-me profundamente, não resisti e entreguei-me. Sentia sua língua quente percorrer minha boca, um beijo forte, molhado de acelerar o coração. Ele beijava e gemia, percorria meus seios com suas mãos. Ele os apertava com carinho, com desejo, um toque suave gostoso que me fazia delirar, eu correspondia ao seu beijo, acariciava seus cabelos e seu peito. Nem nos demos conta que mesmo protegidos pela película dos vidros do carro, estávamos no estacionamento de um shopping.

Túlio tinha um toque macio, levava-me a loucura, num rompante de tesão desabotoei os botões de sua camisa e beijei, lambi, mordi aquele tórax másculo, queria ter aquele macho para mim, no instante seguinte eu já estava com a mão em seu pênis podia sentir aquilo crescendo, mostrando sua verdadeira face, ai que delicia. Obviamente não aguentei muito tempo e comecei a punhetá-lo carinhosamente, podia sentir o calor que vinha de seu membro grosso, rosado e cabeçudo, havia superado toda minha expectativa. Meio sem jeito consegui abaixar-me e toquei nele levemente com os lábios, iniciei então um boquete. Lentamente fui engolindo aquele pau, saboreando cuidadosamente cada milímetro, cobrindo toda sua extensão com minha saliva, podia ouvir os gemidos contidos do médico, fui sentindo suas pernas relaxando e seu caralho ficando mais rígido entre meus carnudos lábios.

- Hum, que boca deliciosa, faz tempo que não ganho uma chupada tão gostosa.

Essa fala me deixou com mais desejo, decidi que aquele boquete, mesmo num lugar desconfortável seria inesquecível para aquele homem. Engoli sua piroca, era deliciosa, quente, cheirosa, muito, muito suculenta. Com uma das mãos comecei a massagear sua bolas, eram grandes e estavam pesadas, meu doutorzinho precisa gozar urgentemente para aliviar tamanho tesão. Aumentei o ritmo das chupadas, ele percebeu e agarrou meus cabelos, movimentava seu quadril em direção ao meu rosto, quase me sufocava, fodia gostoso minha boca que salivava de desejo. Apertei suavemente seu mastro com os lábios e continuei chupando, estava engolindo como uma louca aquele pênis, deixei a cabeçona rosada dele bater no fundo da minha boca, indo até a garganta, que loucura, e em pouco tempo mais senti um forte jato de porra encher minha boca.

-Ai gostosa! Você conseguiu me fazer gozar, engole todo o meu leitinho minha safada.

Túlio gozou como um animal, poucas vezes engoli tanta porra, seus jatos eram fortes, longos e deliciosos. Engoli tudo, não deixei escapar nenhuma gotinha. Túlio sorria para mim, mostrando que estava satisfeito, mas ainda não era suficiente. Ele queria me fazer gozar. Beijou minha boca profundamente e foi alisando meu corpo, me apertava, beliscava, eu estava entregue aquele macho. Recostei-me no banco e decidi que gozaria sem culpa naquele momento.

-Túlio, que delicia, me faz gozar bem gostoso.

-Safadinha, abre essas perninhas que vou te levar nas nuvens, gostosa.

Sem rodeios abri as pernas e fui sentindo aquelas mãos macias acariciarem minhas coxas, ele as percorria vagarosamente me deixando com mais tesão. Foi massageando e com cuidado alcançou minha calcinha, que já estava encharcada, alisou minha xoxota por cima dela, não me contive e gemi baixinho. Ele parou de me beijar, me encarava com um olhar safado e sedutor enquanto suas ágeis mãos afastavam minha calcinha para o lado. Olhando-me fixamente ele começou a me tocar, deslizava seus dedos grossos e macios na minha xaninha. Eles iam profundamente esfregava meu grelinho com maestria, eu só conseguia acariciar seu braço e gemer.

-Não feche os olhos delicia. Quero que você goze olhando para mim.

-Túlio, vou goza na sua mão, não quero que você me chupe agora, quero gozar com você me tocando.

-Luanna, sua boceta ta quente, meladinha. Goza gostoso pra mim.

Túlio sabia o que estava fazendo, socava seus dedos na minha xaninha, ia fundo fazia uns movimentos que me deixava louca. Com o polegar ele apertava deliciosamente meu grelo, olhava para mim com uma cara de safado.

-Sabia que você era safada. Olha como sua boceta ta, você é muito gostosa. Goza que eu vou te levar pro Motel e vou meter gostoso em você.

Meu médico era um doce, mas sabia tratar uma mulher na cama: como uma puta! Eu estava dominada, olhando pra mão dele esfregando minha boceta não aguentei muito tempo mais. Minha cabeça começou a girar, apertei com força seu braço, ele percebeu o que estava acontecendo e começou a beijar-me. Minhas pernas começaram a tremer, senti meu coração mais acelerado e comecei a gozar. Segurava seu braço e apertava sua mão de encontro ao meu sexo, que delicia. Gozei como uma adolescente.

-Luanna você é deliciosa.

Ele falou isso e mostrou-me seus dedos melados com meu gozo, ele os lambeu, e sem dizer mais nada ligou o carro e saímos dali direto para o motel, lá essa história teria o desfecho que merecia...