quinta-feira, 22 de setembro de 2011


GANHANDO SURRA DE PICA

Oi como vão vocês? Já me conhecem né? Sou Luanna 26 anos, corpinho estilo mingnon, 1,64 de altura 60 kg cabelos longos e ondulados, olhos escuros e uma boca bem provocante. Sou casada com Paulo um homem mais velho já na casa dos 40, um homem deliciosamente provocante, corpo sarado, ombros largos, mãos fortes. Ele é militar trabalha geralmente à noite, voltando para casa logo nas primeiras horas da manhã. Num dessas minhas noites solitárias resolvi ligar para ele, eu estava pegando fogo. Meu corpo ardia de tesão - como diz uma amiga minha mulher é um bicho estranho ás vezes nem quer ouvir falar de sexo, outras fica subindo pelas paredes – eu estava louca precisava de sexo. Disquei para seu celular, ele atendeu preocupado a final de contas eu não tinha costume de ligar para ele na alta madrugada. Com uma voz assustada me indagou se algo sério havia acontecido, respondi que sim, que eu estava com o corpo ardendo, minhas entranhas estavam como um vulcão só conseguia pensar num remédio eficiente: ele.

Percebendo do que se tratava Paulo entrou no jogo, me pediu para esperar alguns instantes que ele iria fechar a porta da sala onde se encontrava.

- Pronto minha gata, agora podemos conversar com calma e eu vou tentar te medicar direitinho. Conta para mim o que você está sentindo, quero saber direitinho que ta afligindo a minha gostosinha.

- Ai amor, parece que estou com febre, meus peitinhos estão duros, os bicos bem vermelhinhos e muito, muito enrijecidos. Estou sentindo meu coração acelerando, uma vontade de sentir suas mãos no meu corpo.

- Hum, e está sentindo mais alguma coisa? Conta para mim.

- Minha xaninha, meu gostoso, está latejando. Nossa meu amor minha calcinha esta molhadinha, não estou mais agüentando de tanto tesão.

- Você é realmente uma putinha muito safada, ainda bem que estou sozinho, meu pau está muito duro.

- Hum, delicia, vamos nos tocar bem gostoso, quero gozar com você agora.

Naquela hora eu e meu macho fizemos um dos mais deliciosos sexos virtuais da minha vida. Ouvir sua voz baixinha, com medo de ser pego por alguém no trabalho me deixava mais tesuda. Ele me conduzia, me mandava esfregar gostoso minha bucetinha, usei um brinquedinho que ele havia me dado, penetrava o vibrador em mim e sentia meu corpo tremer, gozei gostoso. Do outro lado da linha ouvia ele me chamar de gostosa, puta, safada aos poucos sua voz foi ficando mais trêmula percebi que ele estava prestes a gozar. Propositalmente desliguei o telefone. Ele ligou imediatamente, por maldade não atendi.

Fui ao banheiro e tomei um delicioso banho, me ensaboei e a sensação da água morna caindo forte em meu corpo me deixava mais relaxada, mas nem por isso meu tesão diminuía, novamente resolvi recorrer ao vibrador. Passei-o por meus seios, pela minha barriga e esfreguei meu grelinho, não sei o que me deu, instintivamente fui lentamente penetrando o brinquedinho no meu cuzinho. Sentia uma dorzinha gostosa abaixo do umbigo, um arrepio percorria todo meu corpo, ali sozinha eu gemia, arranhava os azulejos, não podia parar. Lentamente aumentei a intensidade, meu Deus que loucura, sentir aquilo vibrando fundo no meu cuzinho me fez gozar mais uma vez.

Terminei meu banho e coloquei uma camisetinha provocante, resolvi dormir sem calcinha naquela noite, já podia esperar o que aconteceria quando Paulo voltasse do trabalho. Estava cansada dormi profundamente, acordei com o barulho dele abrindo a porta da garagem. Preparei-me para recebê-lo tirei a coberta e deitei-me de bruços com a bundinha bem empinada e as pernas entreabertas, fingi ainda dormir. Ele entrou no quarto, percebi que deixou algo sobre a mesa. Podia sentir que ele olhava para mim, sentou-se ao meu lado na cama, levantou minha camiseta e me deu um aperto forte no bumbum.

- Puta safada. Me deixou doido, você me paga sua cachorrinha ordinária.

Simulando que estava acordando me espreguicei e olhei com uma carinha dengosa para ele.

- Bom dia amor. Estou doidinha de saudades, vem aqui, deita aqui comigo.

Ele se levantou, foi até a janela do quarto, abriu as cortinas e os vidros, o vento frio que entrou arrepiou meu corpo. Paulo me olhava fixamente com um sorriso deliciosamente malicioso:

-Lu, vem aqui vem!

Levantei-me bem devagar fui ao seu encontro. Ele estava encostado na grade da varanda, ainda era bem cedo, podíamos ver alguns vizinhos. Ele me abraçou com força, beijou minha boca, chupava minha língua com sofreguidão, podia sentir seus dedos apertando forte minhas costas. Como um animal faminto percorria meu corpo com as mãos, mordia minha língua, senti um leve gosto de sangue em meus lábios, o filho da puta me machucou. Tentei me soltar de seu beijo, mas ele me segurava me mantinha quase imóvel junto ao seu corpo. Penetrava sua língua em meus lábios e forçava minha boca a abrir-se cada vez mais, a dor da mordida passou e no lugar ficou um tesão enorme, podia sentir o liquido de minha excitação escorrer entre minhas coxas. Perdi a noção de quanto tempo ficamos nos beijando, notei que o volume de seu pau quase estourava a farda, ele suava, eu precisava cuidar muito bem do meu macho. Alcancei sua calça e apertei levemente aquele mastro que fazia minha alegria. Ele entendeu o recado e se afastou um pouco, segurou meu rosto e sorrindo ordenou:

- Vem puta, ajoelha diante do seu macho.

Como uma esposinha obediente ajoelhei-me e comecei a beijar e a morder seu corpo ainda vestido. Com cuidado tirei seu cinto e abri o zíper. Ai, que delírio podia sentir o cheiro bom do seu corpo, sentir o odor vibrante do seu sexo me deixava com mais vontade de chupá-lo.

- Entra amor, alguém pode nos ver.

- Deixa disso vadia, eu sou seu homem e quero aqui, seja boazinha e faz o que você sabe que eu gosto.

Entendi o recado, naquele momento ele estava no comando, eu já não era só a esposa bonita, jovem que ele tinha orgulho em apresentar para os amigos. Ali eu era a mulher, a putinha particular dele, a que fazia ele se sentir macho, que sabia e o fazia gozar como um bicho insano.

Ajoelhada alisei contemplativa suas pernas fortes envolvida pela farda, seus pés grandes presos naquele coturno empoeirado. Tirei suas botas, abaixei e tirei suas calças, ele olhava supervisionando cada um dos meus movimentos e eu me arrastava no tapete de nosso quarto só de camiseta, Paulo delirava, mordia os lábios olhando meu jeito submisso.

Calmamente liberei seu pau, duro, grosso já estava melado mostrando que o desejo realmente havia tomado conta de nós. Toquei com as unhas levemente a cabecinha do pinto, ele gemeu. Eu estava indo no caminho certo, com a outra mão apertei seu saco estava inchado, pesado de tesão, ali guardado estava o precioso leite com que Paulo me alimentava e eu estava sedenta por isso. Lambi toda a extensão de seu pênis, da base até a cabeçona vermelha grande. Fui beijando como quem reverencia um monumento, abocanhei. Tentava desesperadamente colocá-lo todo em minha boca, sentia a cabeça bater na garganta. Respirava com calma para não me engasgar e nem perder nenhum lance daquela chupada gostosa. Arranhava sua barriga e chupava, pressionava meus lábios contra o pinto dele, Paulo enlouquecido segurou meus cabelos e movimentava freneticamente seu quadril contra minha boca. Estava literalmente fudendo minha boca, eu enlouquecida tocava meu grelo e sentia faíscas de desejo saltarem do meu corpo. Não demorou muito:

- Ai puta, safada vou encher sua boca de porra.

- Puta que pariu, to gozando!

E gozou, senti os jatos fortes de porra encherem minha garganta, minha boca. Não larguei da piroca dele, continuei chupando e engoli tudo, no fim um fio de sêmen escorreu pelo cantinho da minha boca, com a língua lambi. Olhei para seu pau que ainda estava duro, porem limpinho.

- Olha Luanna você é deliciosa, uma boca divina, adoro fude-la. Mas ainda quero mais.

Me levantei do chão com sua ajuda e me deitei de bruços na cama. Ele veio por cima de mim, beijou minha nuca, o pescoço, toda a extensão das costas depois passou a beijar meus pés, minhas pernas. Foi massageando com firmeza e delicadeza minhas coxas, passando a mão, esfregando, podia sentir meu tesão escorrendo por entre as pernas. Ele judiava de mim, eu pedia, implorava para ele me penetrar, precisava gozar naquele mastro. Paulo abrir meu bumbum e passou a língua quente, molhada por toda extensão, do meu cuzinho até meu grelinho. Não suportei e comecei a gemer a gritar de tesão:

- Ai safado, chupa assim. Faz sua mulher gozar gostoso.

- Isso puta, grita, mostra para todo mundo quem é seu macho sua vadia!

Ficamos ali os dois gemendo alto. Pouco importava se os vizinhos ou se a diarista ouvisse, queríamos gozar.

Paulo levantou-se abriu a gaveta do criado e pegou o vibrador, na hora me assustei, mas sabia que ele faria algo delicioso comigo. E minha previsão foi acertada, eu ainda estava de bruços, Paulo se encaixou entre minhas pernas, alisava e apertava meu bumbum, lentamente começou a penetrar seu pênis em mim, sentia a cabecinha entrar rasgando minha xaninha, ele colocava um pouquinho e parava, ficava imóvel me torturando com penetração. Logo ele movimentava levemente o quadril e mais um pedaço do pau entrava em mim, eu não pude agüentar e empurrei rapidamente meu bumbum para trás entrou tudo. Rebolei gostoso me sentindo preenchida por ele. Paulo bombava com força, sentia seu caralho ir fundo dentro de mim. Sem parar de bombar ele introduzia seu dedo indicador em meu cuzinho que piscava de desejo por ele. Ele se abaixou sobre meu corpo e me fez chupar o vibrador, deixei-o molhado com minha saliva. Mal podia esperar pelo prazer que eu estava prestes a sentir. Meu homem abriu bem minhas nádegas e foi enfiando calmamente o vibrador no meu rabinho, fazia isso sem parar de bombar na minha bucetinha. Eu só gemia, urrava de tesão sentido aquela dupla penetração, que me rasgava, me preenchia, me levava ás nuvens.

- Isso putinha, geme gostoso e rebola. Ta sendo bem comida, agora você vai aprender a ser uma putinha ainda mais gostosa.

- Ai Paulo, estou morrendo de tanto prazer, vou gozar demais.

Meu tesão era tamanho que não pude resistir muito tempo, gozei com o pau dele enfiando na minha xaninha e com um vibrador ligado em alta intensidade no fundo do meu rabinho. Eu gozava e ele não parava de estocar, me chamava de gostosa, de vadia, uma onda de calor percorria meu corpo, me sentia trêmula, relaxada, mas sabia que ainda podia e que iria gozar mais. Instintivamente as lágrimas começaram a brotar dos meus olhos, Paulo me fazia gozar e chorar de tanto tesão. Aquele homem realmente sabia me tratar como uma puta. Com mais algumas estocadas pude sentir a porra quentinha do meu macho inundar minha buceta. Ele jogou seu corpo grande contra o meu e mordia meu pescoço. Ficamos assim por algum tempo, depois nos beijamos e ficamos abraçados nos olhando com desejo e com carinho. Ele sorriu me agradecendo. Escrevo esse conto já pensando em usar uma camisola bem provocante e como uma boa esposinha esperar meu maridão voltar do serviço.

Beijos a todos e comentem ok?!!!!!

Um comentário:

  1. HUmmm, não consigo ler seus contos sem me masturbar, vc me deixa louco de tesão..parabéns pelo talento

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