sexta-feira, 9 de setembro de 2011


AMIZADE COLORIDA


Oi, vou contar a vocês o que me aconteceu num feriado. Sou personal trainner e por conta disso tenho um corpo sarado, coxas grossas, bumbum grande e duro, seios fartos firmes e macios. Tenho 1,64 de altura e 60 kg, faço o estilo mignon, mas gostosinha, além do meu corpo minha boca também chama a atenção. Desse modo, os homens sempre ficam interessados, entretanto sempre fui muito seletiva em escolher meus parceiros, afinal de contas um corpo bem cuidado não é para qualquer um por a mão.

Raul era um colega de trabalho, tem por volta dos 30 anos, pele branca, os cabelos bem curtos, olhos escuros profundos e um corpo sarado musculoso, mas sem exageros. Desde que começamos a trabalhar juntos criamos uma amizade, conversávamos muito e sobre diversos assuntos, inclusive sexo. Ele conhecia meu namorado e sempre reclamava que não dava sorte com as mulheres. Até então, nunca havia rolado nada, mas existia uma tensão sexual entre nós: toques maliciosos sempre sem intenção declarada, olhares trocados, sorrisos maldosos e brincadeirinhas de duplo sentido aconteciam, contudo não passava disso.

Raul recebeu uma proposta de trabalho numa cidade do interior e aceitou. Resolvemos então fazer uma festa de despedida. Reunimos a galera da academia e fomos para um bar. Eu usava um vestido azul curto e decotado que apesar de soltinho deixava transparecer minhas curvas. Lá chegando fizemos os pedidos de alguns petiscos e uma bebidinhas para animar a conversa, Raul sentou- se ao meu lado. As horas foram passando, o teor alcoólico aumentando e a conversa ficando picante, todos falavam ao mesmo tempo e riam numa alegria só. Com o avanço da noite as pessoas foram indo embora e no final restaram Raul e eu, tomamos mais um drink e quando ele soube que eu pediria um taxi para ir embora, prontamente ofereceu-me carona, logicamente que aceitei.

No carro fomos conversando amenidades, mas podia notar que ele sempre olhava para meu decote e sempre dava um jeitinho de esbarrar a mão na minha perna quando ia trocar de marcha. Chegamos na minha rua que pelo avançado da hora já estava vazia e como é arborizada o local fica bem escuro, mas sem oferecer muitos riscos. Ele estacionou em frente ao meu prédio, saiu do carro e como um cavalheiro deu a volta e veio abrir a porta para mim. Como eu já estava “meio alegrinha” por conta da bebida, quando fui sair do carro tropecei e fui amparada por ele. Nossa, sentir aqueles braços fortes em volta da minha cintura, sentir o cheiro gostoso que exalava do corpo dele me deixou maluca. Rapidamente me recompus, entretanto ele percebeu que aquilo mexeu comigo. Quando estava me afastando para ir embora, ele subitamente me puxou pelo braço, encostou-me no carro e segurou meu rosto com as duas mãos, olhou firme em meus olhos, acariciou meus cabelos e lentamente aproximou seu rosto do meu, beijou-me lentamente, um beijo quente, molhado. Entreguei-me na hora, abri mais minha boca e pude sentir o sabor de sua língua que serpenteava a minha com tesão e delicadeza. As mãos dele começaram a percorrer meu corpo, me beliscando, me apertando até encontraram meus seios. Ele colocou-os para fora e acariciou-os com vigor, de repente apertou com força o bico intumescido entre seus dedos, uma onda como um choque percorreu todo o meu corpo, senti-me mole e só pude apertar mais seu corpo contra o meu e soltar um gemido. Raul não parava de me bolinar, apertava meus seios, alisava minha barriga e sem que eu pudesse esboçar qualquer reação ele subiu meu vestido e foi em busca de minha xaninha. Alcançou-a com seus dedos e pela lateral da calcinha começou a tocá-la levemente percorrendo toda sua extensão, ele fazia isso sem parar de me beijar um só segundo. Instintivamente sentindo seu toque divinal, fui abrindo mais as pernas e apertando mais seu corpo, minhas mãos agora percorriam toda a extensão de suas costas arranhando-o intensamente. Para meu delírio Raul parou de me beijar e com seus dedos dentro de mim começou a olhar fixamente em meus olhos. Nossa, olhar para aquele homem e sentir sua mão esfregando meu clitóris, e beliscando meus lábios vaginais me deixou completamente delirante, eu tremia, sorria para ele e gemia. Subitamente ele se ajoelhou na minha frente, mordeu minha barriga e feroz com bicho no cio ele arranca minha calcinha com os dentes. Minha calcinha molhada e rasgada cai no chão e olhando para mim, Raul suspendeu uma das minhas pernas e enterrou seu rosto na minha bucetinha.

Com maestria ele foi percorrendo minha xaninha com sua língua quente e felina, mordendo os lábios da minha xoxota, ele sugava meu grelinho como se estivesse tomando um néctar dos deuses. A essa altura eu já estava louca, pouco me importava se o porteiro do meu prédio ou alguém me flagrasse naquela situação. Como uma putinha eu gemia, acariciava meus seios e rebolava gostoso na boca de Raul. Não demorou muito e eu gozei, ele sugava meu gozo que era tanto que pude senti-lo escorrer em minhas pernas. Apertando meu corpo ele levantou-se e olhou profundamente para mim, pude notar que seus lábios e queixo estavam molhados pelo liquido de meu prazer. Beijei-o com sofreguidão. Sem aparente explicação fui tomada por um sentimento estranho, o que era tesão transformou-se em medo, em culpa. Empurrei-o com força e sai correndo em direção ao meu edifício. Ele gritava meu nome, mas não pude olhar para trás.

Cheguei em casa assustada, uma mistura de prazer e receio tomava conta de mim. Não pude dormir nessa noite, Raul tornou-se uma lembrança para mim, não nos vimos mais. Confesso que às vezes me dava arrependimento de não ter ido até o fim ficava imaginando como teria sido ter ele dentro de mim, algumas vezes transava com meu namorado pensando nele, outras me masturbava deliciosamente relembrando aquele dia e fantasiando como poderia ter acabado.

Três anos se passaram e essa aventura caiu no esquecimento. Ate que num dia abri meu email e para minha surpresa Raul havia me escrito, na mensagem ele dizia que se lembrava muito de mim, que mesmo depois de tanto tempo ele gostaria de retomar nossa amizade. Fiquei paralisada, na hora toda aquela sensação há tempos adormecida voltou à tona. Naquela noite dormi mal, com medo de deixar escapar alguma coisa e meu namorado perceber. No banho, me masturbei muito pensando nele, durante alguns dias fiquei refletindo se deveria responder aquela mensagem ou ignorar e seguir minha vida. Conversei com alguns amigos próximos e todos me disseram que eu deveria pagar para ver.

Cheguei em casa sentei-me e comecei a escrever aquele email:

Oi,

Como está indo a vida por ai Raul? Sabe também penso em você, tenho saudades das nossas conversas, brincadeiras... rsrsrsr

Nesse feriado você vem para cá? Me liga, vamos sair, colocar a conversa em dia, tomar um chopp aproveitando o calor. Vou esperar você me ligar.

Bjs e saudades.

A partir desse dia, verificava meu email de meia em meia hora, deixava o celular ligado o tempo todo, parecia uma adolescente. Finalmente ele deu sinal de vida, me ligou e com a voz toda animada, me disse que já estava na cidade e adoraria me encontrar naquele final de tarde. Combinamos de nos encontrarmos no mesmo bar que nos vimos da última vez. Fui decidida a ir até o fim, sabia que quando olhasse para ele saberia se aquele fogo ainda existia. Caprichei no visual, coloquei uma saia justa, uma blusa frente única decotada e, lógico, uma calcinha pequenininha, bem provocante.

Quando cheguei ao bar ele já estava lá, de camiseta e bermuda. Percebi que estava mais forte, com os braços ainda mais definidos, os cabelos com um corte diferente e a barba por fazer, estava com mais cara de macho, simplesmente delicioso. No nosso primeiro olhar senti minhas pernas tremerem, quando o abracei senti meu coração bater mais forte, eu ainda desejava aquele homem. Conversamos por uns trinta minutos até que um silêncio deu-se entre nós, nossos olhos fixaram-se um no outro e como que por instinto nos beijamos. Mais uma vez um beijo lento, profundo, nossas línguas serpenteavam, sentíamos o gosto um do outro como um anuncio do que estava por vir.

Saímos dali e fomos para o hotel em que ele estava hospedado, começamos a nos agarrar no corredor, entramos no quarto e fomos logo tirando nossas roupas. Lembrei que naquele dia ele havia me feito gozar com uma chupada deliciosa, mesmo depois de tanto tempo resolvi retribuir. Beijei com força sua boca, e fui mordiscando seu queixo, seu pescoço, seu tórax, beijava e lambia aquele corpo forte, peludo, sentia o sabor picante de sua pele quente. Fui passeando com minha língua por sua barriga, seu umbigo, seu púbis. Pude sentir o cheiro do seu sexo, um ordor hipnotizante, forte, cheiro de macho. Percebi que seu pau já explodia dentro da cueca, lambi suas virilhas e com as mãos libertei seu pinto da cueca. Fiquei maravilhada, era um pau grosso, cabeçudo, grande, com veias protuberantes ele brilhava de tanto tesão. Com as pontas dos dedos toquei a cabeça grande e vermelha de seu pau, senti as pernas dele tremerem, olhando fixamente para ele fui lambendo toda extensão do seu mastro. Segurava suas bolas, lambia-as uma de cada vez, enterrava minha face em suas carnes. Fui sorvendo seu pau com paixão, engoli-o o máximo que podia, ele urrava, acariciava meus cabelos, me perguntava algumas coisas e o fato de eu tentar responde-lo com seu pau na boca deixava-o mais excitado. Sua loucura era tanta que ele começou literalmente a fuder minha boca. Ele forçava seu pintão e eu o enlaçava com meus lábios. Sugava aquele mastro divino como se não houvesse amanhã. Com a boca eu o chupava e com uma das mão eu me tocava, minha xaninha latejava de tanto tesão. Seus movimentos foram tornando-se mais agressivos e seu gemido mais ostensível.

De uma só vez ele gozou, sentir aquela porra quente inundar minha boca me deixou mais tesuda, sorvi seu esperma com sofreguidão, aproveitando seu calor, degustando seu sabor como se fosse um elixir do prazer. Engoli tudo sem perder nada, fui lambendo seu pau e o deixei limpinho, molhado, mas limpinho. Ele me levantou e me deu um beijo gostoso. Carregou-me e me jogou na cama. Mamou em meus seios como um bebê faminto, suas mão massageavam minha barriga. Virou-me de bruços e mordiscava minha nuca, acariciava meus cabelos:

- Como você é cheirosa. Cheiro bom de mulher gostosa. Passei muito tempo lembrando de você sabia?

- Verdade? E pensava em que?

- No seu corpo, no gosto bom da sua bucetinha... Nossa toquei muita punheta pensando naquele dia.

- Não precisa mais lembrar, hoje estou aqui todinha para você.

- Gostosa, vou comer você todinha, te fazer gozar gostoso.

Raul foi beijando minhas costas, minhas coxas, segurou meu pezinho e chupou cada um dos meus dedinhos, mordia o calcanhar, sentou-se e alisava sua pica com meus pés. Eu já estava enlouquecida, mas ele judiava de mim. Recomeçou com seus beijos e lambidas e chegou em meu bumbum. Apertou com força minhas nádegas, mordeu meu bumbum e enterrou seu rosto em minhas carnes. Lambia toda minha xana, levemente esfregava meu grelinho, sentia meu tesão aumentar cada vez mais, sua face com a barba por fazer arranhava minha buceta, sua língua brincava na entradinha dela e rodeava meu cuzinho. Eu empinava minha bundona e pressionava seu pau, pude senti-lo crescer, endurecer, tentei me virar ele não permitiu.

- Fica quientinha, minha putinha. Quero que você me lambuze com o caldinho gostoso que sai dessa buceta lisinha e carnuda. Gostosa!

- Safado, você esta me deixando louca. Chupa gostoso que eu gozo só para você!

Ouvindo isso Raul socava incessantemente os dedos em minha xoxota, enquanto sugava meu clitóris, não resisti muito tempo e gozei com ele esfregando meu grelo.

- Isso puta, goza para o seu macho. Me lambuza com esse mel, safada, tesuda.

Ainda em êxtase, ele me virou na cama e se encaixou entre minhas pernas, segurei seu pau e fui passando-o entre os lábios de minha xoxota, ele olhava extasiado, segurava o peso do seu corpo nos braços. Direcionei sua pica na entrada da minha bucetinha e fui empurrando meus quadris em direção aquele mastro e senti a cabeçona entrar toda em mim. Ele recuou e em seguida soltou todo o seu peso, a penetração foi rápida e forte, senti um choque na base da coluna. Soltei as pernas e dei um grito alto forte, ele assustou-se:

- Te machuquei lindinha?

- Ao contrário, foi a penetração mais gostosa que já tive. Quero você assim dentro de mim forte, feroz.

Ele começou a estocar, primeiro num ritmo lento, tirando quase o pau todo e enterrando com força. Sentia sua piroca bater fundo dentro de mim. Ficamos nessa dança da cópula, sentia seus movimentos aumentarem o ritmo. Ele se levantou e disse:

- Amor, fica de quatro para mim, quero comer você assim bem gostoso.

Fui para a beirada da cama e empinei bem a bundinha, ele foi penetrando lentamente alargando minha xoxota, bombava gostoso, foi aumentando o ritmo, me fez gozar naquela pica quente, pude sentir meu gozo escorrer por entre minhas pernas. Raul socava intensamente, os gemidos se transformaram e urros, ele dava fortes tapas em meu bumbum, e gozou, gozou muito, no fundo da minha bucetinha que ainda latejava. Ele largou minha cintura e eu cai mole, lerda na cama, o corpo cansado mas querendo mais. Ele se deitou ao meu lado, beijou minha boca. Mergulhei meus dedos em minha xaninha e eles saíram sujos de porra, não resisti e chupei-os, que delicia o sabor da minha xoxota misturado ao gosto forte da porra de Raul. Hummmm....

Ele me olhava admirando a cena, sorrindo maliciosamente, segurou em seu pau e começou a punhetá-lo, caímos num transe louco nos masturbando ali lado a lado. Logo nos reanimamos, beijei sua boca e calmamente subi em seu corpo. Agachei-me sobre seu rosto colocando toda a extensão de minha xana no rosto dele. Ele começou a me chupar novamente, agora devido à posição podia sentir sua língua entrar fundo em minha vagina, meu grelinho intumescido era sugado como uma bala de sabor incomparável. Fui me deitando sobre Raul e cheguei até sua pica, ele já estava em ponto de bala, chupei, lambi suas bolas, acariciei e fui escorregando sobre seu corpo, de costas para ele. Esfregava minha buceta em seu peito, em sua barriga esfreguei minha xoxota em seu pau e só com isso quase gozei. Segurei firme seu pau e o direcionei para a entrada do meu cuzinho. Percebendo minhas intenções ele disse:

-Uau gostosa você tem certeza que quer isso?

- Quero fazer tudo com você. Quero dar meu rabinho para você. Será que você dá conta?

- Ai sua safada, vou meter gostoso nesse rabo, te fazer subir pelas paredes.

Direcionei seu pau e fui escorregando calmamente, podia sentir ele me rasgando, me preenchendo toda. O pau firme e grosso dele entrou todo pude sentir suas bolas baterem em mim. Fiquei imóvel por alguns instantes, me acostumando com aquele mastro dentro de mim. Comecei uma cavalgada lenta, leve, sentindo e aproveitando cada centímetro do Raul. Ele segurava firme minha cintura e bombava gostoso.

Fui lentamente me desmontando dele, me agachei e montei novamente nele agora de frente, enquanto cavalgava. Raul segurava firmes meus seios, me apertava, batia em meu bumbum, me puxava contra seu corpo, sua pica agora era enterrada em meu rabinho, sem dificuldade, estávamos num ritmo alucinante, só nos interessava gozar. Ele bombava e eu rebolava, de súbito me abaixei e beijei sua boca, mordi com força sua língua e gozei. Tive um orgasmo como poucos, meu corpo parecia ser alvo de uma corrente elétrica que entrava na através de minha xoxota percorria meu tronco e terminava em minha cabeça. Não podia parar de gozar, e sem querer mordi fortemente a língua e os lábios de Raul, a mordida foi tão intensa que pude sentir gosto de sangue e simultaneamente senti sua porra explodir mais uma vez dentro de mim num gozo profundo em minhas entranhas.

Ficamos cansados, exaustos, mas com o desejo satisfeito, pelo menos momentaneamente. Deixei-o deitado, e fui tomar um longo e revigorante banho. Quando sai do banho, limpa e novamente vestida, ele ainda dormia profundamente, deixei um bilhete agradecendo e minha calcinha como lembrança. Ainda trocamos algumas mensagens, retomamos nossa amizade e sempre que ele vem para a cidade damos um jeito de nos encontrar. Nas próximas postagens eu conto tudo.

Beijos gostosos a todos.

Luanna.

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