sábado, 20 de agosto de 2011

Oi, gente, hoje eu queria agradecer e indicar.



Quero agradecer a minha amiga Lady Vivi do blog La Comtesse, pela força e pelo carinho de ter inserido no espaço dela , alguns vídeos que eu lhe enviei,com o nome de Vídeos do Narciso. Fiquei muito feliz e estou indicando prá vocês, darem uma passadinha por lá..


Além dos vídeos que envio, Vivi posta muitos vídeos legais, contos e dicas, é um blog de muito bom conto e muito excitante. Vocês vão gostar. O endereço é http://lacomtesseladyvivi.blogspot.com/


Divirtam-se !

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

FÉRIAS NO SWING..e OUTROS CONTOS

 

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CONTOS QUE RECEBI POR EMAIL,DE AUTORES DESCONHECIDOS ..

FÉRIAS EM SÃO PAULO , FÉRIAS NO SWING..

Autor Desconhecido

Somos casados a mais de seis anos, somos baianos mas moramos em Aracaju e como aqui no NE não é muito frequente as festas para casais, aproveitamos as férias do ano passado e fomos a São Paulo. Era uma fantasia minha participar de um swing e foi duro convencer minha esposa mas, após muito trabalho, ela decidiu ir comigo nas ferias. Fomos a uma casa noturna - Neffertiti, e lá com aquele clima de prazer no ar, começamos a entender o que significa a palavra swing... fomos conhecendo a casa até chegarmos nos quartos coletivos onde conhecemos outro casal também iniciante e bem parecidos com agente, mesma idade e outras afinidades. Ficamos assistindo o sexo por quase uma hora sem que ninguem tivesse a ação de chamar o outro, mas o tezão falou mais alto e eu trouxe minha mulher pra beira da cama, ela começou a me chupar e eu a acaricia-la quando o outro casal sentou ao nosso lado. A princípio, achei que não teria coragem de participar tampouco minha mulher, mas fomos nos  deixando levar pelo momento. Loucos de tezão sugeri que elas duas começassem a brincar e minha mulher apesar de achar estranho este pedido, concordou e as duas começaram a se beijar. A loucura começou, apos alguns beijos e caricias, elas ficaram num 69 enquanto começamos a estocar devagar, cada um com a sua, mas era inevitavel que elas não chupassem nossos cacetes, eu parava de estocar e colocava a pica na boca de \"Rita\" e seu marido fazia o mesmo com minha \"Bia\", quando vi aquilo fui a loucura, ficamos assim quase 15 min até que elas deitaram uma ao lado da outra sem laragar suas bocas em um beijo frenetico, metemos e acariciamos uns aos outros por mais uns minutos e, apesar de querer meter na Rita, Bia não concordou em trocar de casal, quiz que ficassemos assim que estava mais exitante, então ela ficou de quatro e me pediu pra comer seu cuzinho. Pedi pro \"Romeu\" emprestar o KY mas ele mesmo pediu pra passar na bundinha da Bia e foi colocando o dedinho bem devagar.
Nesse momento Rita sentou na beira da cama e com a lingua na buceta de Bia quaze fez ela gozar... uma lingua gostosa com um dedinho no cu e uma pica na portinha da buceta é de \"lascar a tampa\". Meti em seu cuzinho enquanto Rita chupava a Buceta e Romeu pra não ficar parado, tratou de botar a vara na boca de Bia que aceitou normalmente. Ficamos assim muitos minutos até que elas voltaram a deitar uma ao lado da outra então, percebemos que haviam alguns casais nus observando, como se quizessem participar daquele momento, mas elas deitadas esperavam a hora da porra... perguntei se poderiamos trocar de lugar e Bia sem alternativa, aceitou, então fui pro outro lado e botei meu pau na boca de Rita assim como fez o Romeu, mas antes de gozar queria sentir a boca dela de novo então beijei novamente até proximo do gozo. Romeu gozou primeiro em minha mulher mas encheu a cara de Rita e até respingou em minha coxa dos jatos e, na minha ves não foi diferente, mas apontei pro rosto das  duas e gozei como um adolecente, deixando-as encharcadas de porra. Elas ainda tocaram um longo beijo deitadas na cama até que fomos tomar uma ducha e nos despedir deles com vontade de ficar alí o resto da noite....
Foi nossa primeira e unica experiencia com outro casal mas até hoje ainda sonhamos com aquele dia. Um beijo com carinho pra Romeu e Rita...

*  *  * 

SWING –TRES CASAIS

Autor Desconhecido .

Me chamo Rafael,moro no estado de Sao paulo.Sou noivo de uma linda mulher que se chama Luana.Temos dois casais de amigos que sempre saimos juntos.Raul e Denise e Lucio e diane.Denise uma loira muito bonita,peitos fartos ,barriga sarada com piercing,uma bela bunda,sem comentarios...
Diane,bela tambem,uma bunda volumosa, loira e muito atraente.Tudo começou em um dia no qual resolvemos fazer um churrasco,na casa de Raul e Denise,em Araçatuba-sp.Ja haviamos feito inumeros churrascos e nunca havia acontecido nem insinuaçoes sobre nada.
Luana e eu chegamos por volta das 11.00 horas ,na casa de Raul e Denise.Logo apos uns 10 min chegaram Lucio e diane.
  Começamos a tomarmos cerveja e a jogar baralho,La pelas 17.00 horas todos ja estavam muito alcolizados e fartos do jogo.Conversas e intimidades dos casais ,antes nunca trocadas por nos antes começaram a vir a tona...Descobrimos que Denise e Raul a algum tempo haviam frequentado uma casa de Swingers em Sao Paulo,,mas nao tiveram coragem de chegar aos finalmentes...
  Confesso aqui que ja havia me masturbado algumas vezes pensando em Denise e Diane.E aquele assunto na mesa tenho certeza que deixou a todos exitados.
  Bebida vai e bebida vem,assuntos cada vez mais calientes resolvemos fazer uma brincadeira:Iriamos jogar truco e cada casal que perdesse a partida teria que virar um copo de uisque juntos.Combinados entre todos a brincadeira nao durou 1 hora pois todos ja estavam caindo e o wisque terminou!
  Raul disse que buscaria mais,qdo Denise arriscou um tudo ou nada e sugeriu algo diferente...
  A proposta que o casal que perderia tiraria uma peça de roupa..
  Luana minha noiva disse que nao concordava,Lucio e Diane olharam meio que espantados,mas pelo estado de embriagues de todos,depois de algum tempo de conversa todos toparam...
  Fiquei mais que exitado,pois sempre imaginei Denise e Diane sem roupa ,e como em um passe de magica aquele sonho poderia se realizar.
  Começamos e o primeiro casal a perder foi justamente eu e Luana.Tirei a blusa e Luana apesar da vergonha e restriçao pela brincadeira ficou de sutiã.Confesso aqui que tenho muito ciumes da minha mulher e nunca imaginei ve la despida com outro homem ,mas o tesao era mais forte o que nao me deixava mais me preocupar com isso.Denise e Raul foram os proximos a perder e tiraram a parte superior tbem.Denise disse que tinha um probleminha...NAo estava de sutiã.Qdo tirou lentamente sua blusinha quase morri..Aqueles peitos eram tao grandes ,de formato empinados que lucio chegou ate passar mau.
  Combinamos que nao haveria a tercira rodada e que Lucio e diane teriam que tirar a parte de cima tbem...
  Diane estava de sutiã, mas deu para ver que tinha peitos lindos.Estava com um sutiã preto transparente deixando ver o bico de seus peito...
  Ja que estavamos todos "iguais"agora decidimos continuar o jogo.Quem perdeu dessa vex Foi Lucio e diane.
Diane estava com um Jeans preto bem colado com um pouco de vergonha tirou bem devagarzinho..Aos poucos revelavaum fio dental preto,cheio de rendinhas o que fez quase expliodir meu penis.Lucio so de cueca ja demonstrava uma forte ereçao,o que me fez perceber que Luana minha noiva toda recatada no inicio,agora nao tirava os olhos do penis de Luicio sob a cueca.
  O proximo casal a perder o jogo fomos eu e Luana.Luana para minha surpresa usava uma calcinha nova,na qual eu nao conhecia,um fio dental rosa bem pequenininho na frente e so uma tirinha atras.Cheguei a ver o penis de Lucio sair pra fora da cueca de tanto tesao de ver minha noiva daquele jeito.
  Nao precisou nem acabar o jogo que Raul e Denise ja estavam se despindo sozinhos..Denise usava um fio dental branco de lacinhos que quase me fez gozar.
  Estava tao louco com aquela visao da bunda de Denise que qdo olho para o meu lado,Lucio encosta em minha noiva Luana.
  Luana olha para mim meio que pedindo permissao mas sem dizer nada abaixa a cueca de Lucio e começa a chupar seu pau com muita vontade.
  Todos ficaram perplexos,pois Luana sempre recatada e que no inicio foi a unica que nao gostou da ideia da brincadeira era a primeira a começar a mamar o pau de outro homem.
  Denise colocou um pe em cima de um banquinho ao meu lado deixando sua buceta colada na minha cara,Puxei aquela tanguinha para o lado e chupei muito gostoso aquela buceta que ja estava molhada.,qdo senti alghem puxando minha cueca para baixo e senti uma boca bem macia chupando a cabeça do meu pau.Era diane que me fazia um boquete espetacular...
  No meio de todo aquele calor que se alastrava entre nos procurei minha noiva Luana.Nao sei bem exatamente o que senti qdo a vi sentada em cima da pica de lucio e fazendo um boquete para Raul.Coloquei entao Diane e Denise juntas para chupar o meu pau.Eu nao acreditava naquilo que via.Nem no melhor sonho conseguiria aquilo que se realizava na minha frente.
  Lucio veio repartir Denise comigo.Denise agora chupava o pau de lucio de quatro em cima de uma mesinha enquanto eu a penetrava em sua buceta.
  Luana chupa um pau muito bem o que fez Raul gozar rapidinho em sua boca .Diane me beijava a boca enquanto Denise começou a dizer que iria gozar .
  Gozou que nem uma vadia gritando e tomando esporradas de Lucio que gozava em sua boca.Tirei meu pau rapidinho e coloquei na boca de diane no qual dei meu primeiro jato em sua garganta e fiz ela engolir ate a ultima gota.
  Lucio ja esfregava o pau em Luana de novo qdo ela fez mais um pedido o que deixou todos pasmos.Pediu para que Lucio fudesse seu cuzinho..Fiquei atormentado qdo ouvi aquilo pois nunca me deu o cuzinho em casa dizendo que doia muito.
  Luana em pouco tempo rebolava com o pau de Lucio todo enterrado em seu rabo,confesso que me deixou com muito tesao.Depois foi a vez de Raul comer seu rabinho enquanto ela chupava a rola d Lucio.Depois que vi aquilo fiquei muito louco .Puxei Diane e Denise para dentro de um quarto e coloquei as duas em cima de uma cama com a bunda arrebitada para cima.Primeiro cuspi no cu de Daiane e fui colocando bem devagarzinho,Ate saiu um pouquiho de sangue..Comecei a comela la e ela batendo uma cirrica gozou muito .
  Tirei o pau,lavei e Denise implorava para que eu arrombasse seu cuzinho.Coloquei de uma so vez.Nao deu nem 3 minutos e Denise gozava muito gostoso em meu pau.Tirei o pau do rabo de Denise e agora as duas continuaram a me chupar .Denise engolia todo meu pau enquanto diane chupava minhas bolas.Gozei como nunca na garganta de Denise.Sai para fora da casa qdo me vi com algo que nunca imaginaria..Luana tomando rola no cu e na buceta ao mesmo tempo.Lucio comia sua buceta enquanto raul comia seu cuzinhoe ela gritava muito, o que me deixou de pau durissimo de novo.Completei o trio de machos e coloquei meu pqau dentro de sua boca.Gozamos todoas ao mesmo tempo e so eram corpos exalando sexo ...Ja eram 01.00 hora da manha qdo nos vestimos e fomos embora.Nunca mais fizemos isso novamente,e nem conversamos ,mas te digo com certeza que faria tudo de novo!

*  *  *

GOZEI GOSTOSO ….

Autor Desconhecido

Mais uma com o Gustavo, como disse sai muito tempo com ele e só o considerava um amigo, já que tinha liberdade para sair com outro se quisesse, então...
Um dia, como quem não quer nada, fui até a casa dele Nesse dia,
estava na casa dele,dentro do carro,mas eu estava muito afim, ainda
de ver, se aquele cara queria minha boca, pois eu estava com naqueles dias de tesão,estávamos conversando e provoquei, até que como o cara tinha namorada,era maus ficar ali,ele falou,sai daqui,vamos para outro lugar, eu não queria demorar com ele,e queria algo estilo aventura, queria só um peguinha, bem,saí com o carro, e perto da casa dele,tinha umas quebradas bem escuras e desertas,mas era muito perigoso até, e fiquei com medo, demos mais uma volta e fomos para uma avenida,não muito parada não, era até bem iluminada e passava carros sempre,mas como estava afim, acho que seria o ideal para o que procurava, parei o carro,e começou os pega,os amassos, as passadas de mão no peito, ele falava - ai que peitinho, macio, gostosos, nossa,eu adoro eles,e eu beijando e já com a mau no pau duro e esfregando por cima da calça ainda,quando ele caiu de boca nos meu peitos,e com a mão passava pela minha buceta, abrindo a calça e procurando um jeito de mexer com o dedo direto nela, até que encontrou e gemia,e eu também,já tinha tirado o pau dele pra fora e punhetava, ele começou a enfiar o dedo  em mim,que tava para lá de molhado e eu com os peito de fora, ele batia uma punheta pra mim com o dedo,e eu cada vez mais
excitada e me contorcia, toda, falava para ele mexer bem, mexe
gostoso, vai,me beija, beija meus peitos, as vezes algum carro
passava,e aquilo me excitava mais ainda, só em pensar que quem
passasse imaginasse o que estava acontecendo, ele mexia gostoso com o dedo e usava a língua nos bicos do peito,até que gozei,gozei gostoso.
Ele lambeu os dedos, pegou no pau dele,e mal pude me restabelecer,cai de boca no pau mais que duro e babava muito,ele se encostou no banco,e deixou eu fazer o serviço no capricho, chupei e chupei Gostoso,e falando,vau putinha,vai cadelinha,minha  boquetuda, ai que boca, você é foda, ai que delícia,e percebi que já se segurava no banco e logo gozou, senti aquele jato na boca, e engoli rapidamente,continuei a lamber, a chupar e deixei limpinho, sem precisar limpar nada. Acabou,levantei, olhei para a cara dele,dei uma risadinha, ele já se arrumou e eu também, e saímos dali em seguida, ele só falou,essa foi foda. Fui embora, mais aliviada,o tesão tinha acalmado. Mas, naquele dia percebi que eu queria era pau na xana mesmo, e pior já era tarde dia de semana, e não ia encontrar ninguém (algum rolo ou ex), fui embora e dormi era o que me restava

* * *

A COROA E O NEGÃO

Autor Desconhecido

Meu nome não irei revelar, usarei o nome de Antonia tenho 59 anos tenho um corpo muito bonito, mas por ciúmes de meu marido enquanto ele era vivo fui obrigada a escondê - lo.
Tudo começou logo após a sua morte, no início fui muito difícil, pois a gente se acostuma com coisa ruim. Ele (o falecido) era uma pessoa muito ruim não só para mim para minhas duas filhas também. Na cama já não acontecia mais nada por causa da bebida e, quando o seu pau ainda subia ele não sabia usá - lo era só trepar em cima e em 10 minutos tudo terminado era um sofrimento. Minha filha mais velha foi estudar em uma universidade e aproveitei e mandei a caçula para fazer o segundo grau na mesma cidade, pois a qualidade do ensino lá é superior a sua antiga escola com isso fiquei só . Foi aí que certa vez eu iria passar o fim de semana sozinho porque minhas filhas não viriam para casa que minha amiga de repartição pública me chamou para passar o fim de semana com ela e sua família em seu sitio, aceitei  e fui até uma loja para comprar um biquíni fui atendida por um rapaz fiquei muito constrangida pois tinha a todo momento a sensação de que meu marido entraria e faria um escândalo bobagem ele está morto.
O rapaz foi um amor me mostrou os maiôs que pedi, mas ele disse que eles eram para mulheres que queriam esconder o corpo e eu com o corpo bonito que eu tinha era de usar biquíni. Fiquei vermelha, branca mudei de cor várias vezes pensei que jamais seria cantada por um homem ainda mais um jovem como ele, aceitei e pedi uma sugestão ele me deu um verde bem claro no início estranhei pois era muito pequeno ele insistiu e experimentei não tive coragem de sair do provador , ele por traz da cortina perguntou se estava bom e se eu gostaria um número menor quando acabou de falar ele já estava dentro do provador. Fiquei sem reação, ele me olhou de baixo em cima e disse meu Deus e eu disse não entendi ele falou a Sra é muito gostosa. Achei um atrevimento e mandei ele sair mas comprei o
biaquíni.
Na sexta-feira minha amiga me pegou e fomos para o sítio dela. No Sábado a seu marido fez um churrasco veio alguns amigos de seu filho para a festa. Quando eu coloquei meu biquíni e sai senti que todos me olhavam e falavam coisas pelo cantos não entendi e não dei a mínima, mas entre os amigos de seu filho um me chamou a atenção era um negão de mais ou menos 1,80 peito e barriga bem definidas que ao ver aquilo tudo fiquei boquiaberta minha amiga brincando me mandou fechar a boca de tanta bandeira que eu dei, mas remendou e disse que já tinha até se masturbado e trepado feito uma louca com seu marido pensando nele. Ao sair me deu um tapinha nas costas e disse “ vai fundo”.
Nisso tudo minha parte de baixo do biquíni estava encharcada fui em direção a casa do sitio para buscar o bronzeador ao entrar na casa fui direto para o quarto que estava quando me abaixei para peguar o bronzeador senti a porta do quarto abrindo era ele meu negão que veio me perguntar pelo  banheiro apontei o quarto mesmo , ele entrou e minha cabeça foi a mil e disse seja o que Deus quiser.
Ao sair do banheiro ele se desculpou e se apresentou seu nome era Jonas falei o meu Antonia e ele se aproximou e para dar um beijo no rosto tremi dos pês a cabeça, ficamos conversando e eu não conseguia tirar o olhos de sua sunga , de repente ele me perguntou se eu havia gostado fiquei sem resposta, nesse instante ele já estava me beijando aquela língua dentro da minha boca o seu pau em contando no meu corpo me fez perder o juízo . naquele momento aguarei seu pau por cima da sunga e apertei o máximo que pude ele até gritou e enfiou a mão na minha buceta e apertou o meu clitóris, desci a sua sunga e arranquei a parte de baixo do meu biquíni não podia demorar muito pois alguém poderia vir atras da gente, joguei ele na cama e sentei de uma só vez no seu pau foi demais, aquela rola preta dentro de mim parei alguns instante para recuperar a respiração e comecei a cavalgar na  sua piroca, enquanto eu cavalgava ele tirou a parte de cima do biquíni e começou a massagear os meus peitos e levantou o corpo o suficiente para começar a chupá – los
Qquando eu gozei arranhei suas costas toda , ele como num movimento rápido me suspendeu da cama agarrada a ele sem tirar a pistola da minha boceta e me imprensou contra a parede e começou a bombar foi demais dentro de pouco tempo senti minha buceta encharcada de porra.
Jonas saiu do quarto como se nada tivesse acontecido, minha amiga estava na sala quando Jonas saiu foi até o quarto me ver e me encontrou deitada com as pernas abertas e perguntou se ele era mesmo bom de pistola eu não respondi
Somente ri e balancei a cabeça e pedi para ela sair pois iria dormir estava cansada.

***

di15

MARIDO SEM GRANA,ESPOSA COM TESÃO

Autor Desconhecido

Sou uma mulher com 39 anos,advogada, com um corpo bonito, estilo mulher brasileira,cintura fina, seios pequenos ,quadril largo 104cm, 1,68cm de altura,casada com um marido que sempre supriu financeiramente todas as necessidades de nossa casa, dois filhos e uma boa vida até quando por uma série de fatores, os negócios de meu marido deram uma guinada de 180 graus e começamos a passar varias dificuldades financeiras.
Depois de muita briga ele aceitou que eu voltasse a exercer minha profissão, no ,depois de muita luta consegui a conta de uma das maiores empresas de nossa cidade, o que garantia as despesas de nossa casa com relativo conforto, porem um ano depois, inexplicavelmente, fui chamada pela diretoria da empresa e dispensada da assessoria, o que me deixou arrassada, meu marido tentou me acalmar, dizendo que seus negócios já estavam melhorando, e que em breve estaria tudo normalizado, mas eu não me conformava, foi aí que ele sugeriu que passasse o fim de semana no sítio de um amigo, estaria só e poderia me recompor.
Após uns momentos de dúvida, acabei concordando e na quinta-feira de manhã estava indo, o sítio é bem próximo da cidade e qualquer coisa voltaria antes, chegando lá vi que realmente era lindo o local, com piscina, campo de futebol, um lindo lago, um pomar maravilhoso e muitas flores, o que adoro.
Quem cuidava do sítio era o senhor Manoel e Dona Margarida um casal da raça negra, com aproximadamente 50 anos, pelos quais senti uma empatia instantanea, e passei a ter longas conversa, principalmente com dona Margarida.
Depois de uma adoravel noite de sono, despertei as 5:00hs, e fui ao curral ver tirar o leite das poucas vacas, depois tomei o café na casa de D. Margarida e fiquei conversando com ela, quando deu 8:00hs, coloquei meu biquini e fui para a piscina, logo Sr.Manoel veio me trazer uma cerveja e tira gosto, e me pegou sem a parte de cima do biquini, mas de costa,deitada na  espreguiçadeira, aí como não tinha alternativa pedi a ele que amarrasse meu biquini, ao começar a amarrar as cordinhas, tocava em minhas costas, o que me fez ter um arrepio muito forte, ele notou na hora minha pele eriçada, parecendo uma lixa, e dei um profundo suspiro, ele que era um homem rude de pouquíssimas palavras, balbuciou bem próximo ao meu ouvido," eu sei o remédio para seu problema," e se afastou.
Aquilo me deixou zonza, não conseguia entender o que aconteceu comigo, mulher séria, religiosa, de criação austera, ter um arrepio daquele bem na presença de um estranho, mas passou e a tarde fui dar uma pescada no lago, seu Manoel arrumou tudo e lá fui eu, depois de alguns instantes pescando comigo, ele se afastou e foi para detrás de uma moita de bananeira, pelo som percebi que estava urinando, nisso eu mudo de possição, e de onde fico dá para visualizaar o sr Manoel urinando, que surpressa, ele tinha tirado de dentro daquela calça larga um membro cavalar, negro que  em repouso mostrava varias veias salientes, e um tamanho e grossura adormecido que com certeza era muito maior que o de meu marido em ereção completa, sem dizer na beleza, era uma vissão linda, aquele homem sem atrativos fisicos, baixo, de pele rude,cabelos raspados e roupas largas, era dotado de uma peça magnífica.
A minha primeira reação depois de sair do transe, foi de me virar e retornar a possição anterior, ali fiquei até ele retornar, só sentindo minha vagina se inundar em meus líquidos e se inchar, quando me excito ela fica inchadinha, o que é a maior alegria do meu marido, isso antes de todos esses problemas que estamos passando, pois hoje em dia ele nem me procura por longas temporadas.
Acabada a pescaria voltei para casa e passei a seguir seu Manoel com os olhos, ficava relembrando aquelas cenas, ele se curvando levemente para puxar aquela obra prima para fora das calças, o chacoalhar depois de urinar, era tão gigantesco, que imaginei ouvir o barulho dele  balançar, e por algumas vezes ele me pegava com o olhar fixo em suas calças, o pior foi quando D. Margarida me pegou com os olhos grudados em seu marido, gelei quando me chamou e falou com um tom austero, " D. Rosane nós estamos precissando ter uma convera ", quasse morri de vergonha, e ela me esperando na porta de um dos quartos, mal entrei e ela foi logo dizendo : " olha eu sei muito bem o porque da senhora não tira o olho do meu marido, a senhora viu né ? ela silenciou por alguns segundos, como que esperando eu responder, mas não consegui falar nada, estava atônita, assustada, apavorada, aí ela continuou : " bem se não quer falar tudo bem, mas eu conheço essa história e sei aonde a senmhora vai parar, só vou deixar bem claro para a senhora, como faço com todas, nem tente tirar o Manoel de mim, pode usar, mas depois coloque no lugar bem limpinho." Se retirou do quarto e eu fiquei por um bom tempo sentada sem entender o que ocorria comigo.
Ao entardecer o jantar estava  pronto,após a refeição fui para meu quarto, muito triste, planejando acordar bem cedo no sábado e ir embora, depois de arrumar minha mala fui para o banho, me lavava e ao passar a bucha pela xoxota tive um forte arrepio, um raio percorreu minha espinha e veio alojar na gordinha que escorreu uma quantidade de líquido nunca visto, minhas pernas tremeram e minha visão escureceu, só aparecendo aquela visão do penis de Manoel em minha mente, assim fiquei massageando levente minha cona e lembrando do "magnifico", até ter um orgasmo arrebatador, que sugou toda minha energia, nen terminei o banho e fui para a cama.
Após uma meia hora de repouso ouço algem bater a porta e falo para entrar, era Manoel, de short, camiseta e sandália de dedo, entrou e permaneci deitada só com a toalha sobre o corpo, ele se aproximou de mim muito mais que o necessário, ficou a pouco mais de um palmo e perguntou algo, que nem ouvi,não tirava os olhos de sua virilha, minha boca se encheu de agua, meu  coração disparado, e minhas mãos geladas, quando tivi um impulso irresistível, de fêmea no cio, e coloquei as duas mãos em seu short de elástico e puxei com toda a força para baixo, " nossa " , saltou aquela peça maravilhosa, ainda em meia ereção, maior que a tarde, e muito mais grossa, como era possível ficar mais grossa ?
Quando vi estava segurando aquele membro com as duas mãos e tentando chupar, mas não cabia em minha boca que é bem pequena e ele é da grossura de uma lata de cerveja,gigantesco, mas sugava como a uma laranja e seu Manoel começou a gemer e falar " aaaahhhh que delícia de boquinha, vai putinha safada, chupa meu cacete aaaahhhhh que delícia, chupa forte, assimmmmm, ummmmmmm, nossa que putinha mais sem vergonha, dando de santa mas chupa melhor que as outras," na verdade era tudo inspiração, pois não sou lá muito interessada em sexo, pelo menos não era, nem chupava meu marido todas as vezes, só quando ele pedia, alias nosso sexo se restringia ao abrir de pernas, meter bombar e gozar em 10 minutos no máximo, o famoso sexo reprodutivo, mas com aquele membro era diferente, só de chupar tive dois orgasamos violentíssimos, como nunca tinha tido, quando derepente, sou puxada pelo cabelo e colocada sentada na cama, " abra a boca sua putona, abra tudo vai, hummmm, vou gozar, hummm abra tudo , hummmmmmm , vai abre, " minha boca já doia de tanto abrir, parecia que ia rasgar, quando sinto o primeiro jato forte, quente que bate no céu da boca, e escorre para a garganta, depois vem mais um e mais um até quase encher minha boquinha de esperma, escorreu um pouco pelo canto da boca mas lambi e recuperei tudo, após alguns gritos muito forte, e muito alto, com certeza sua mulher escutou, Manoel acaba de gozar e se deita ao meu lado na cama.
Acordei depois de umas duas horas, já deveria passar das dez e Manoel ainda dormia, fiquei olhando aquele corpo sem gordura nenhuma, de pequeno porte, mas com algo maravilhoso, lógico que não ressisti e  comecei a passar só a ponta dos dedos sobre o cacete, foi como ligar uma chave, deu um salto na hora e seu dono acordou e me falou: " a putona ta querendo levar vara ?" aquele modo rude e ordinário de me tratar era muito gostoso, e ele sabia que eu gostava, comecei masturbar Manoel que logo chegou a ereção plena, fiquei admirando aquela peça, com muito cuidado pois não poderia faze-lo gozar, queria ser penetrada, mas fiquei muito tempo admirando, olhando e por fim chamei Manoel para me penetrar, abri suavemente as pernas, como boa madame, no que ele se aproximou, pegou minhas coxas com aquelas mãos grossas da lida diária e abriu ao máximo minhas pernas," a putona acha que aguenta meu cacete assim ? não guenta não , tem que ser égua boa para aguentar uma metido do Manelão rsrsrsr," nisso deu uma pincelada, com aquela cabeçona inchada, negra, dura, quase me levanta da cama de tanta grosseria, gemi forte, que vergonha, não conseguia me controlar,tentava catar os cacos de  dignidade mas não existia mais, estava dominada por aquele homem rude, sem instrução mas sabia como me tratar, me pegar e me fazer gozar, eu já tinha perdido as contas quantas vezes tinha gozado, alias, eu estava em estado de gozo permanente, meu corpo "formigava "inteiro quando vem o Manoel e trás um pote de creme, " é para sua buceta, se não você não me aguenta minha podrinha(filhote de égua novinha), retruquei na hora,
" vem seu Negro filho da puta, não precisso de creme porra nenhuma, mete esse cacete que eu aguento ", até eu assustei com o meu linguachar, mas era para me valorizar, pois ele me tratava como uma mulher fraca, uma incapaz. Ele deu uma olhadinha de canto de olho, jogou o creme no canto do quarto e possicionou aquela cabeçona bem na portinha, eu gelei, era muito cacete, pensei que ele ia me chupar, alias estava doida para levar uma chupada mas ele nada, aí acariciei seu braço que segurava minha perna para abri-la e pedi, "dá uma chupadinha ?" ele falou que  não chupava, que era reprodutor, que femeas vinham de longe para ser inchertadas por ele, e que a mulher aceitava numa boa, desde que ele não colocasse a boca em nenhuma, e que para ele estava ótimo, virei a cabeça para o lado e comecei a pensar no que ele queria dizer com " reprodutor", quando sinto uma dor enorme, minha xoxota estava sendo rasgada literalmente, era uma dor aguda e muito forte, era Manoel que havia dado a primeira estocada, e se deitou ao meu lado, fiquei com as pernas em cima das dele, bem abertas, dei um grito alto, e ele colocou dois dedos grossos em minha boca, que a entupiram toda, "calma putona, dou sempre uma primeira estocada forte, para entrar a cabeça,agora fica quietinha para ser alargada, que vou te fazer gozar como uma égua," era muito grosso, mas por incrível que pareça tinha entrado toda a cabeçona, e eu sentia ela pulsar dentro de mim, depois de ulguns minutos, que pareceram uma eternidade, fui me acostumando com a grossura, fui também  acalmando, soltando a musculatura e as pernas até repousaram sobre as dele, ai ele falou " já relaxou é , então está na hora de conhecer o paraíso, " e começou a se movimentar, bem devagarzinho, quase imperceptível, mas que me causava senssações indescritíveis, era gozo em cima de gozo, me molhava inteira, parecia que estava urinando, a cama estava toda molhada, e ele aumentava os movimentos circulares, não colocava mais, só procurava alargar mais ainda minha xoxota, que já estava tão alargada que chegava a brilhar nas bordas, mas ele buscou alargar o máximo, era muito gostozo, a dor passou e só ficou o contato daquele cabeção com meus labios vaginais carregados de sensores do tesão que nunca foram tão bem massageados, o cacete de manoel era enorme , mas macio, gentil, me arregaçava mas me fazia feliz, assim ficamos por uma meia hora, quando ele derepente dá uma segunda estocada, forte brutal, animalesca, urrei, gritei, cravei minhas unhas que estavam em seu peito, como  uma gata ferida, nossa eu vi estrela de tanta dor, mas que depressa fui com a mão em seu cacete, tentei tirar aquele invasor que tanta dor me fazia sentir, mas que nada, tinha entrado a metade daquele monstro, e ele novamente ficou parado, imóvel por alguns instantes, e eu sentindo agora não só a cabeça, mas a metade do seu membro, que sem dúvida era muito mais que o do meu marido,pulsando dentro de mim, se com a cabeça eu sentia sensações maravilhosas, com a metade daquele pau que me preenchia inteira era muito melhor,e assim ele repetiu o mesmo prcedimento, primeiro pulsou, depois foi fazendo leves movimentos de tirar e recolocar, sempre limitado ao que já tinha entrado, assim fiquei por muais meia hora levando aquela vara maravilhosa e gozando sem parar, até que ele dá a última estoca , tambem fortíssima, um verdadeiro estrupo, nossa como coube tudo, para onde foi tudo aquilo dentro de mim, me agarrei a ele e chorei muito, convulsivamente, num mixto de dor e emoção, aos  poucos a dor foi sumindo e ficando só a emoção, e eu continuava a chorar, deitada sem reação, bamba, com certeza não daria conta de me levantar e tentar correr daquele monstro, e nem queria,aí manoel começa a bombar levemente, com carinho, alisava meus cabelos, meu rosto, demonstrava carinho, quase paixão, e começou a aumentar os movimentos de cópula, era assustadoramente bom, ele já tirava a metade e recolocava, o barulho com certeza todos que estivessem na casa do agregado escutariam, eu tinha muito líquido, estava emsopada, e ele bombava agora com força e já tirava tudo , menos a cabeçona, eu me arregaçava toda, chorava e pedia pica, pedia para não parar, para me arregaçar, que era sua putona, e gritava como uma louca, e le se excitava mais com minhas atitudes, " vai Negão gostoso, pauzudo, vai me arregaça ....hummmmm,. nossa que pau, vaiiiiiii," que loucura, assim ficamos por muito tempo, até ele gozar fartamente em minha buceta arregaçada, nossa que foda, eu estava
toda fudida mesmo, essa era a palavra certa, FUDIDA,
Descansamos um pouco,quando ele se levantou e foi embora sem dizer palavra, eu adormeci até o sol nascer, quando vejo dona Margarida entrar em meu quarto com uma panela com líquido fumegante, tomo um susto, temo que ela me agrida, no que ela da um gostoso sorrisso," não se assuste, vim te ajudar, se não você não levanta," e se pôs a fazer compressas em minha xoxota, passado o susto, agradeci e comecei a conversar com ela, pergunto se não tem ciumes do marido, ela diz que morre de ciumes, mas com o passar do tempo viu que não aguentaria ser a única mulher dele, já que ele quer sexo todos os dias, e com aquelas dimenssões nenhuma mulher aguentaria ser a única, ela passou até a gostar das mulheres que a "ajudavam" na lida com o garanhão, ainda perguntei o que ele quiz dizer quando falou que era REPRODUTOR, ela me explicou que ele era descendente de um escravo que era um grande Reprodutor por ter um cacete tambem enorme, os antigos acreditavam ser melhor reprodutor o homem com o maior cacete, e com o tamanho corporal privilegiado e a força.
Assim após os "curativos", pegou minha mala colocou no carro e me desejou boa sorte, e me pediu para não comentar com nimguém sobre seu marido,principalmente com sua patroa, eu a tranquilizei e fui embora.
Cheguei em casa antes do almoço e nem quis comer, fui para cama, meu marido chegou, me viu dormindo e me deixou quieta.
A noite estava na cozinha preparando algo para as crianças quando ele chegou,me beijou,perguntou como foi o descanço e foi para o banho,assim que terminei fui para nosso quarto, entrei tranquei a porta e sentei na cama, cabisbaixa,chamei meu marido que saiu de toalha enrolada na cintura e se posicionou a minha frente e se pôs a me escutar, fui contando tudo que havia acontecido, quando estava nas partes mais picantes olho para ele e vejo uma suave ondulação na toalha, com certeza o corna estava tendo uma ereção" máxima," nem espera eu terminar e me ataca me jogando de costa na cama e tenta me penetrar, no que falo " nem pensar seu corno, estou fechada para balanço,só daqui 10 dias, foi dona Margarida que falou ", ele como todo bom corno se acomodou no seu novo posto, a cadeira em frente a cama.

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CASADA COM UM CORNO 

Autor Desconhecido

Somos casados a 20 anos,e de uns três anos para cá venho alimentando a fantasia de ver minha esposa com outro,ela só admite na hora que está transando,depois que goza não aceita nem que toque no assunto. Fomos passear sem os filhos no Rio de Janeiro, conhecer as maravilhas da cidade, ficamos em um hotel de copacabana e passamos a nos divertir, não podia deixar de notar que apesar de pequena,1,55 de altura,minha gata chamava muito a atenção dos homens na orla, pois tem um corpinho violão,coxas grossas bundinha arrebitada,e uns peitos duros e grandes apontando para o céu,graças a uma plastica muito bem feita. No segundo dia que estavamos na praia falei para ela que o seu biquini não estava na moda ,que as outras estavam usando um tamanho bem menor, ela mais que depressa retrucou " ah, se ta querendo me ver desfilando pros machos mostrando tudo é , pois muito bem, vamos já para a boutique do hotel, vi um lá que voce vai adorar ..e deu uma risada bem sacana. Pois chegamos a boutique e fiquei de fora pois era muito apertada,com pouco espaço, vi que ela foi atendida por um rapaz muito alto devia ter mais de 1,95 de altura e bem moreno,quase negro, apesar de suas feições finas,uma figura bem exótica,que desmunhecava um pouco,pois Tania ficou quase uma hora no provador,não me chamou para ver nada e saiu de camiseta e canga. Ao retornarmos a praia nossas cadeiras estavam desocupadas,era baixa temporada, ela tirou a blusa,quase tive um troço, não cobria nada, os seios muito duros e empinados estavam inteirinhos a mostra,só cobria os bicos que são pequenos em relação aos seios, mas o pior estava por vir, quando tirou a canga eu vi por que não me chamou,como sempre faz,para dar opinião, era a menor tanga da praia disparado,olha que estavamos em copacabana,só cobria a rachinha e dois fiozinhos no traxeirão. Tentei argumentar que ela tinha exagerado,que talvez fosse melhor nos trocarmos a peça,no que ela falou: " larga de ser lerdo o Carlinhos, voce  está se melando todo de tesão, tá doido para ver os machos me comerem com os olhos e com os cacetes e fica ai com pudores, olha da qui pra frente quem manda sou eu, voce vivi me pedindo para dar para outro não é ? pois agora eu quero, e quero muito, voce vai ser corno e bonzinho. " Foi um silencio por uns 30 segundos, até que ela resolveu fazer uma caminhada,saiu e eu fiquei, depois de alguns instantes achei melhor ir atrás, já que os primeiros que passaram já pegaram no seu braço e começaram a conversar, fiquei de longe observando e ela numa boa rindo com os rapazes, deviam ter no máximo 20 anos, loirinhos, mas bem atrevidos, ficaram alisando e conversando, com sungas bem apertadas, logo o volume estava enorme, mas logo ela seguiu em frente, sendo acariciada por passantes, e chamadas pelos que estavam sentados, e ela das mais solicitas, dava atenção a todos, e eu quase morrendo de tesão. Em um determinado momento fiquei preocupado,quase intervi , pois um cara muito forte  a parou e foi inconviniente,mas ela soube se safar,graças a Deus, pois tenho 1,60 e sou loirinho e bem francininho. Ao retornarmos ela falou que já estava na hora de ir embora, achei estranho, pois pela sua determinação, achei que ela ia sair dali direto para a cama com outro, e perguntei: O gata, não tá esquecendo nada ? ela mais que depressa: Calma corninho, o que voce tanto quer ver já esta no nosso quarto me esperando. Fiquei intrigado,fui o mais rápido possível para irmos embora,pedindo a conta,juntando tudo, no que ela começou a rir, e disse: você é um corno mesmo,nunca pensei que o ciumento do namoro ia virar um corninho tão manso, fiquei olhando e rindo sem graça,mas não retruquei para não correr o risco dela mudar de idéia. Ela confirmou as horas 18:30,e falou vamos que deve estar tudo pronto no nosso quarto, e fomos, chegando notei que a porta estava destrancada, e a chave não estava na bolsa de praia, no que ela logo falou, não se assuste meu corninho foi nosso  macho que abriu, e foi entrando, quando entrei vi deitado na nossa cama de lençol branquinho um Mulato muito grande, com um cacete maior ainda,apontando para o céu, e um sorrisso alvo, que foi logo dizendo: Nossa meu casal de pombinhos achei que não viessem mais, estou louco por vocês...Só aí reconheci o cara da Boutique, era ele, e ela tinha dado a chave para assim que ele terminasse seu turno viesse direto para o nosso quarto, ela foi logo se deitando do lado do Mulato e me deixou em pé admirando o contraste, como poderia dar certo uma transa com pessoas tão diferentes ? Taninha só deu para mim, um cara tambem pequeno, com um pinto que era a metade daquele no tamanho, e umas quatro vezes mais fino, achei que ela de novo exagerou e chamei-a no banheiro para uma conversa... Benzinho voce não acha que podemos escolher algo um pouco mais proporcional ? ela na hora retrucou: " corninho, enquanto estava experimentando os biquinis e voce lá fora esse cara me fez gozar 2 vezes  só com os dedos, que aliais são maiores que o seu pintinho, ele sabe fazer, ele é um homem liberal , experiente, que me deixou maluca de tesão, por isso nem pense em melar minha transa e cale a bouca, já te falei que de agora em diante quem manda na cama sou eu "... e voltou para a cama e eu fui caladinho atrás, sentando na poltrona nos pes da cama e fiquei admirando.
Mal ela deitou o mulato partiu para cima dela que cheguei a gelar..." ahhh mais que vontade eu estou de comer essa loirinha, um voce vai me dar gostoso, vai conhecer finalmente o que é um macho " e beijava muito a boquinha de Tania, que começou a esfregar a xoxota naquela cobra negra enorme, que continuava a crescer e inchar, não entendia como alguem poderia ter um pinto tão descomunal,tão grosso, mas ela não se intimidou e foi se abaixando e caiu de boca no cacete, que não conseguiu engolir mais que a metade da cabeça, já que sua boca simplismente era pequena para engolir algo tão grosso, dai partiu para a base do pau e para o saco, nossa que cena linda,ela branquinha pequenina, fazendo um 69 com o mulato, que com a lingua penetrava a xoxota de minha esposa, que até aquela hora só eu tinha penetrado, ela tentava chupa-lo mas era obrigada a parar a cada estocada que ele dava com a lingua em sua xoxota, foi indo até ela não aguentar e cair de lado com ele socando a lingua também enorme, alias era tudo desproporcional naquela relação, na xoxotinha de Tania. Ela gemia alto, pedia mais, que não parasse que ela ia gozar... mas ele parou e lea perguntou , que foi gostoso ? a gata eu quero ser chupado, ela me olhou e falou, O que está esperando corninho ? eu arregalei os olhos e ela ordenou Vai chupar nosso macho ? Sinceramente aquilo não fazia parte dos meus planos do consciente mas do inconsciente só Freud explica, fiquei paralizado, daí veio aquela ordem gritada em tom grosso e forte : Oh mané cai de boca aí meu ... era o mulatão bravo me mandando chupa-lo, só do susto fiquei em pé, e obedeci candidamente, peguei aquelo membro cavalar com as maõs trêmulas e geladas, com delicadeza e comecei a beija-lo, depois a sugar como a uma laranja, da base até a cabeça,nisso o mulato começou a gemer e falar ... nossa gata teu maridinho chupa muito bem, já deve ter experiência em mamar rola, tá me matando de tesão aiii... no que Taninha foi me perguntando " aonde voce aprendeu a chupar assim ? será que alem de corninho você é tambem viadinho ? e veio me beijar na boca, no que o mulato retrucou, Ohhh Gata não empata vai essa boca é só minha até o final da noitada rsrsrsrs"
E passamos uma meia hora, eu chupando o mulato, e agora já engolia a metade do cacete, e ele estocando a xoxota e o cuzinho de Tania com a lingua, que gozou umas três vezes, até que ele resolveu levantar e pegou Tania pela cintura e de costas, colocou de quatro, abriu bem as pernas dela e perguntou " tá confortavel gata, não abri muito tuas pernas, " ela mais que depressa falou " não gostoso,
assim eu tô aberta o máximo do conforto, pode metar a vara vai " é isso mesmo, apesar de ser estremamente grande, ele é muito delicacdo, gentil, amoroso, com as mulheres, mas comigo ele gritou que me deixou paralizado de novo " o mane por que não começou a chupar minha bunda ainda ? anda cara, se não não como tua esposinha rsrsrsrs. Mais que depressa me posicionei em suas costas , de onde tinha uma visão previlegiada do que ia acontecer, ele pegou aquele cacetão e pincelou na xoxotinha de Taninha, nossa que tesão aquela dunda branquinha com aquele cacetão negro, gozei quietinho sem gemer,só deixei a porra pingar para o chão, enquanto ele dava a primeira estocada, " aiii, nossa gostoso doeu muito...aiiiii, nossa que dor, " era Tania descobrindo a maluquice que tinha feito, mas agora como tirar aquele monstro de cima dela. Cale a boca sua puta, voce só pode gemer entendeu, reclamar não, e deu mais uma estocada com mais força, fazendo com que a cabeça, a parte mais grossa,
entrasse toda, " aiii,nossa que estrago,aaiiiiiii,nossssa é muito grosso....nossa aiii, que grossura, aiiiii tá me abrindo eu sinto minha buceta se abriri, como pode, é muito bom meu gostoso, mas não põe mais, deixa um pouco eu acostumar, vou rebolar, pode gostoso?" e ele " pode putinha rebola no cebolão, esse é o funk do mulatão rsrsrsrsr, vai goiana gostosa rebola no cebolão rsrsrsrs.
Enquanto isso eu lambia o bundão do cara, mas percebia que toda vez que aproximava do seu cuzinho ele gemia mais alto, aí, meu com medo me arrisquei, e dei uma linguada no seu cuzão, no que el reagiu imediatamente " ai seu putinho gostoso, que linguinha atrevida, huummm, mais vai, gostei, quero mais, e desmunhecou legal, era isso o cara era "BI", gosta de queimar a rosquinha, mas que depressa meti a lingua em teu rabo e chupei com gosto, e nunca tinha feito isso tambem, mas estava em transe de tanto tesão,e " a mulatona " rebolava na minha lingua e começou a se descontrolar de tesão e o pau a ficar mais duro , maior e mais grosso, para desespero de Taninha que custava a aguentar a cebolona na xoxota.
E o mulato começou a dar estocadas vigorosas, na terceira já estava pela metade a penetração e Taninha gemia como a maior galinha do terreiro,não conhecia mais minha esposa, como podia perder tão rapidamente o recato e o pudor,se arreganhava ao máximo para entrar mais, e o mulato estocava, mas já não empurrava mais,mantinha a metade dentro,como um limite que ele mesmo sentiu ser o máximo de minha esposa, apos alguns minutos de foda ela tatiou o trabuco do seu carrasco e gemeu " ah seu viado , você só colocou a metade, eu quero tudo anda soca tudo, to mandando..." eu não acreditei, a xoxota dela estava esticada,absolutamente expandida ao máximo,quando ele tirava um pouco de pau,vinha junto a pele que reveste a xoxota de Tania, e ela ainda queria mais, ele me falou e ai corno se acha que ela guenta tudo, eu parei um instante de meter a lingua em seu cú e falei, mete até os cocos nessa puta safada seu viado !
Foi uma loucura, em duas estocadas ele enterrou seus 28cm de rola grossa na buceta de Tânia,que gemeu baixinho mordendo o travesseiro, e quando sentiu as bolas e os pentelhos baterem em tua xana ela pediu que o mulato estasse bem rápido e com toda a força, foi animalesco, ele tirou ela da cama, ela ficou no ar, ele bombava muito forte, foram umas vintes estcadas fortíssimas e rápidas que a fizeram tremer inteirinha, por mais de um minuto na cama com a buceta arrombada, e o mulato tirou a camisinha e se deitou na possição de " frango assado", me mandou meter o cacete em seu cu, o que fiz com o maior prazer e rapidez, quando comecei a colocar, ele se masturbou com uma violência incrivel e quando enterrei meus 12cm ele gozou, jogando uma quantidade enorme de porra na minha cara, que gozei na hora e cai para o lado. Acordamos depois de uma hora,só vi Tânia ir até a porta e entregar para o mulato R$200,00 e agradecer e voltar para  a cama, aí eu perguntei" uai tem que pagar ? no que ela respondeu " de graça é só um pintinho como o seu rsarsrsrsrsr rimos juntos

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O NOVO AMIGO DO MEU MARIDO

by Elen Regina

Meu nome é Elen e meu marido se chama Rodrigo. Tenho 32 e ele 35 anos. Somos casados há l0 anos a temos duas lindas filhinhas. Nossa vida a dois sempre foi muito boa. Somos uma família muito feliz e nos damos muito bem com nossas filhas cunhados, pais, sogros, tios e tias. Pertencemos a uma família tradicional e a nossa relação a dois, é melhor ainda. Somos da "geração saúde". Rodrigo tem l,75 a pesa 80 quilos. São os 80 quilos mais bem malhados da cidade pois ele freqüenta uma academia três vezes por semana. Ele é lindo. Moreno, não usa barba ou bigodes, tem olhos pretos e cabelos mais pretos ainda, ligeiramente ondulados. Sou clara, bronzeadíssima, pois temos uma piscina de bom tamanho em casa, onde passo todas as manhãs. Sou um pouco menor. Tenho l,65 a peso 58 quilos. Meus cabelos ondulados são castanhos claros a cortados na altura dos ombros. Meus olhos são verdes e tenho seios médios e bem empinadinhos. Minha cintura é bem  marcada pois tenho ancas largas a uma bundinha bem saliente. Ela é a minha marca. Quando jovem, eu me sentia constrangida pelos olhares que despertava na rua, na escola e, até mesmo, na igreja. Sim... na igreja! Eu tive uma educação muito rígida. Meus pais, como todos descendentes de poloneses, eram católicos fervorosos e, todos os domingos tínhamos o ritual da missa. Minha mãe fazia para mim uns vestidos longos, folgados, enfeitados com fitas a tudo mais. Quando eu andava pela nave da igreja, na hora de receber a hóstia eu ia toda envergonhada pelos olhares que, eu percebia, eram lançados no meu traseiro. Eu e meu marido sempre tivemos toda a liberdade um com o outro. Na cama, o nosso relacionamento era aquilo que se poderia classificar como ótimo. Ele, que também vinha de uma família religiosa, era super respeitador e já tinha me ensinado tudo que sabia em matéria de sexo. Uma vez logo depois do nosso casamento, ele tentou praticar sexo anal comigo mas eu senti dor e  recusei. Depois daquele dia, talvez com receio de me deixar aborrecida, nunca mais insistiu no assunto. Fazíamos sexo praticamente todos os dias. Sempre começávamos pela boca. Nossas bocas famintas deslizavam sobre os nossos corpos a terminavam num clássico meia nove. Depois ele me penetrava com o seu lindo cacete de l7 centímetros de comprimento por 4 de diâmetro em todas as posições. A minha preferida era quando ele me pegava por trás, eu de joelhos bem separados e apoiados na cama, com o peito esmagado no colchão e com a boca, praticamente, dentro do travesseiro para poder sufocar os meus gritos de prazer. Nestas horas, ele se colocava ajoelhado atrás de mim e com as duas mãos apertando forte nas minhas nádegas me fodia como um louco, gozando dentro da minha bocetinha apertada ou, às vezes, tirando fora a esporrando na minha bunda a nas minhas costas. Entre uma transa e a outra, ficávamos nos beijando e nos excitando, falando um monte de sacanagens, um no ouvido do  outro e sempre pudemos manifestar todas as nossas fantasias. Uma das fantasias de meu marido que no início me deixou preocupada mas que, com o passar do tempo, passou a ser a "nossa" fantasia era a do ménage-a-trois. Aliás, venho notando através de conversas com minhas amigas, que essa é uma fantasia que a cada dia recebe mais a mais adeptos. Agora, entre fantasiar a realizar as nossas fantasias, vai uma grande distância... Aquilo vinha em nossas cabeças sempre que ficávamos excitados durante as nossas transas e sempre sussurávamos em nossos ouvidos como seria bom compartilhar a nossa cama e as nossas loucuras com uma terceira pessoa. Embora fantasiar um menage a trois nos levasse ao auge do tesão eu preciso esclarecer que sou uma mulher super ciumenta e que nunca aceitei, nem ao menos por fantasia ou brincadeira, que um dia pudéssemos compartilhar a nossa cama com uma outra mulher. Isto ficou bem claro na nossa relação desde o inicio. Muito menos, permitir que meu
marido saísse com outra para fazer qualquer tipo de programa que envolvesse sexo ou sentimentos amorosos. Neste ponto eu sou radical e aviso: Se acontecer, eu viro bicho.
Estávamos indo muito bem com esta maneira de condimentar as nossas relações até que conhecemos Cláudio numa palestra que estava sendo realizada no anfiteatro da universidade onde trabalho. O tema da palestra era "recuperação de pastagens", assunto que interessa muito ao meu marido que é pecuarista. Embora meu trabalho na universidade seja ligado ao departamento de química acompanhei o meu marido para participar do evento. Cláudio era um agrônomo que havia sido contratado por uma cooperativa da nossa cidade para implantar um novo sistema de vendas na empresa e estava ali representando a diretoria da mesma. Assim que chegamos, ele nos foi apresentado por uma de minhas colegas, a Leila, que era a chefe do departamento de zootecnia da universidade. Minha colega pediu-nos para ficarmos fazendo companhia para ele por alguns minutos pois ela estava muito atarefada com a organização do evento. Enquanto ficamos conversando com Cláudio, notei que ele não tirava os olhos de mim. Meu marido também percebeu e, depois que minha colega voltou para chamar o Cláudio para irem sentar-se em outro lugar, reclamou comigo dizendo que eu estava muito assanhada e que, enquanto ficara conversando com Cláudio mantive um sorriso constante e sacana do rosto. Respondi brincando que, afinal de contas, o cara era um "gato" e que eu não era de ferro. Para dar um "tchan" na conversa, eu lhe disse, com um sorriso e com uma voz bem sensual que, talvez, estivesse chegando a hora de passarmos das nossas fantasias para a prática. Notei que Rodrigo ficou preocupado com a minha resposta a me devolveu um olhar meio bravo, meio malandro e a conversa morreu por aí. A palestra terminou por volta de 23 horas a nós dois saímos dali com uma fome danada pois ainda não tínhamos jantado. Fomos direto para uma pizzaria.
Enquanto aguardávamos que o garçom nos atendesse, minha colega de trabalho adentrou ao recinto acompanhada por Cláudio e, ao nos verem, seguiram na direção da nossa mesa. Percebi um ligeiro desconforto em meu marido mas ele foi muito gentil. Levantou-se reorganizando nossos lugares e convidou-os para ficarem conosco. Fizemos os nossos pedidos e logo estávamos saboreando deliciosos pedaços de pizza, acompanhados por duas garrafas de um vinho branco super gelado. Meu marido, que a principio estava meio calado, foi se descontraindo conforme fomos conhecendo melhor o acompanhante de minha colega. Depois de alguns momentos de papo, ficamos sabendo que ele era primo de Leila e meu marido descobriu que ele e Cláudio tinham muitas coisas em comum. Ambos tinham nascido em S. José do Rio Preto e torciam pelo Palmeiras. O Cláudio que tinha morado no Rio de Janeiro durante os últimos 20 anos, dai o seu sotaque delicioso, também era flamenguista, time que é da simpatia do meu marido.
Ambos praticavam pesca submarina, gostavam de vôlei de praia e de filmes de aventuras. Além disso, ambos tinham uma coleção de armas. Cláudio nos disse que era solteiro, tinha 37 anos, e que tinha alugado um apartamento de cobertura num prédio recém construído em nossa cidade. Enquanto a conversa fluía e o vinho era degustado, a perna de Cláudio roçou na minha, por diversas vezes. Nas primeiras vezes, bati em retirada mas depois eu deixei rolar e foram muitas as vezes em que ele esfregou seu joelho direito na minha coxa esquerda, mal coberta pela mini saia que eu estava usando, sem contar as encaradas que ele me dava. Com medo que o meu marido percebesse alguma coisa, lembrei ao Rodrigo que já estava ficando tarde, que as nossas filhas estavam sozinhas em casa a que a gente devia continuar o papo num outro dia. Na saída, ao nos despedirmos, já nos dirigindo para os nossos carros, Cláudio nos convidou para jantar na semana seguinte. Rodrigo entrou no automóvel e dirigiu calado até chegarmos em casa. Já deitados, começamos a falar sobre a noite e, de repente, ele me perguntou se eu tinha sentido algum tesão pelo Cláudio. Fiquei meio assustada mas, não sei se foi porque eu estava meio de pilequinho, respondi que sim. Que, pra falar a verdade, eu tinha ficado molhadinha de tesão por aquele homem. Ele era do mesmo porte que o meu marido, claro, olhos azulados, bronzeado de praia e devia estar acostumado com um tipo de vida totalmente diferente da vidinha que a gente levava no interior. Aproveitando o embalo, disse também que eu tinha ficado muito excitada com o interesse que ele havia demonstrado por mim. Enquanto eu ia falando, fui me enroscando nele a acabamos tendo uma transa deliciosa.
Naquela noite, Cláudio foi o parceiro da nossa suruba imaginária. Rodrigo deve ter gostado muito porque, surpreendentemente, conseguiu dar duas, uma atrás da outra, sem tirar o pau de dentro de mim, o que não era comum. Três dias depois, Leila me ligou
dizendo que o Cláudio tinha se simpatizado muito conosco a que ele havia pedido o número do nosso telefone para nos convidar para jantar na próxima sexta-feira, dia em que ela, infelizmente, teria que estar viajando para Campinas, onde faz o seu mestrado na UNICAMP. À noite, ele ligou e conversou muitos minutos com Rodrigo. A conversa deve ter sido alegre pois Rodrigo deu boas risadas. Depois ele anotou o endereço e o telefone de Cláudio a ficou de confirmar se haveria condições da gente estar na cidade no dia do jantar. Quando desligou, notei que Rodrigo ficou meio estranho e acabou ligando para Leila. Após sondar, discretamente, a vida do Cláudio ele desligou e não falou nada comigo sobre o assunto. Fiquei na minha. No dia marcado para o jantar, Rodrigo me ligou do escritório perguntando se eu estava a fim de irmos jantar no apartamento de Cláudio. Eu respondi que sim. Que não via nenhum inconveniente e que poderia até ser divertido conhecer gente nova. Às 2l horas
daquela sexta-feira nós estávamos entrando na cobertura de Cláudio. Rodrigo foi vestindo um jeans e um blazer. Eu caprichei um pouco mais. Vesti um vermelho, até aos joelhos, feito com um tecido bem macio e fino, com a cintura bem marcada por um lacinho preso atrás e que, além da semitransparência, tinha um decote que realçava bastante as minhas tetinhas e, ainda, deixava minhas costas quase que totalmente nuas. Por baixo, apenas uma calcinha da mesma cor, bem cavada e transparente, quase um fio-dental. Arrematei tudo isso com um salto bem fino e bem alto que deixava o meu já saliente bumbum mais empinado ainda, marcando bem a minha calcinha. O vestido tinha um traspasse a partir da cintura, do lado direito e, se eu desse um passo um pouco maior, este traspasse começava a abrir de baixo para cima e, quanto maior o passo, mais a minha perna direita ficaria exposta. Para se ter uma idéia, se eu desse um passo de 30 cm, minha coxa ficaria exposta um palmo para cima do joelho.
Era uma roupa extremamente sexy. Assim que chegamos, fiquei surpresa ao verificar que nós estávamos sozinhos e que nós éramos os únicos convidados para o jantar. Fiquei até meio intimidada mas depois do primeiro cálice de vinho branco eu já estava solta a rindo de tudo que falávamos. Rodrigo e Cláudio logo se entrosaram e conversavam muito. Estavam tão entusiasmados com o papo que eu fui até ao terraço e fiquei um longo tempo sozinha admirando a cidade vista do alto. Uma meia hora depois, Cláudio nos chamou para a mesa que estava colocada na sala de jantar. Ele mostrou-se um excelente anfitrião. A mesa estava muito bem posta e ele revelou ser um grande cozinheiro. Serviu-nos um peixe delicioso que foi acompanhado por três garrafas de um famoso vinho alemão. Depois do jantar o clima já estava totalmente descontraído e nós fomos todos para uma confortável e ampla sala de estar, decorada com extremo bom gosto e onde havia um enorme espelho de cristal que tomava uma parede quase inteira. Foi neste espelho que vi que o meu rosto estava afogueado. Realmente, eu estava ansiosa e excitada por estar ali com dois homens que, eu sabia, estavam a fim de me foder. Deixei-me cair em um macio sofá, Rodrigo sentou-se numa poltrona e Cláudio colocou um CD orquestrado e bem romântico para rodar. Depois encheu nossos copos com mais vinho e sentou-se na outra ponta do sofá. O assunto, cada vez mais descontraído, logo resvalou para a vida do homem solteiro. Cláudio sorriu e disse que era uma barra. Às vezes a solidão batia doído mas que até então, não tinha encontrado a sua alma gêmea. Rodrigo, meio irônico, perguntou-lhe o que seria uma alma gêmea para ele. Ele, sem titubear, olhou bem para mim a disse: "-Em primeiro lugar, ela teria que ser linda, charmosa a sexy como a Elen e, depois, teria que acompanhar todas as minhas loucuras" Eu fiquei rubra e meu marido, sorrindo, quis saber quais seriam essas loucuras. - Bem," ele disse, - Eu estou solteiro até  hoje porque ainda não encontrei uma fêmea que, ao mesmo tempo em que fosse tudo isso que eu já falei, ainda tivesse os mesmos ideais que eu. Ideais de liberdade que, acredito, tornariam o casamento muito mais atraente. "-Como assim?", quis eu saber, - Quais seriam esses tão misteriosos ideais de liberdade?" - Olha!," ele começou a explicar, - O casamento, tal como está organizado hoje, é uma chatice. O sentimento de posse que um cônjuge desenvolve em cima do outro, o ciúme e a rotina, acabam com o tesão. Depois de pouco tempo ficam os dois amargando suas frustrações e enrustindo seus desejos mais secretos." Eu troquei um rápido olhar com meu marido e vi que ele continuava sorrindo. Criei coragem e disse - Cláudio!, eu e o Rodrigo não somos assim não, sabe? nós temos consciência de que é preciso apimentar a nossa relação para não cairmos na rotina e não temos essa de ficar pegando um no pé do outro, não." Ele, olhando para o Rodrigo, disse: - Dá pra perceber que vocês formam um casal feliz, realizado a liberado..." Bem," disse Rodrigo, - Não é bem assim não. A Elen está dizendo apenas que a gente tem essa consciência mas, na verdade, ainda não conseguimos colocar a teoria na prática. Veja você que a nossa cidade é bastante provinciana, Aqui a gente não tem com quem compartilhar esse tipo de liberdade. Infelizmente, não estamos no Rio de Janeiro, meu caro. - Isso eu compreendo, Cláudio emendou, - Estou aqui há uns 6 meses e já deu pra notar a marcação do pessoal - Pois é, disse eu, - Imagine a gente, com uma família do tipo da nossa... na boca do povo." Cláudio sorriu e disse: É isto aí!, gente como a gente tem que se unir, se proteger e se respeitar. Fiquei muito feliz em conhecer vocês e espero que essa nossa amizade prospere sempre." - Então, meu amigo", disse meu marido, - Por que você não abre outra garrafa pra gente selar a nossa amizade?" Todos nós rimos e Cláudio se levantou para ir até a geladeira. Enquanto ele foi cuidar de buscar mais vinho, meu marido veio até mim e, me erguendo do sofá, enlaçou-me pela cintura dando início a uma dança bem lenta. Quando Cláudio voltou nós estávamos enroscados um no outro, quase parados. Eu pendurada no seu pescoço e ele me segurando quase na altura das nádegas. Eu, querendo me exibir, dava uns passos ousados, fazendo meu vestido abrir ate à metade da coxa. Cláudio tornou a encher os nossos copos que estavam abandonados num aparador e, sentando-se no sofá ficou olhando para nós. Acho que quando foi buscar o vinho, ele deve ter mexido em algum tipo de controle pois eu tive a impressão que a iluminação tinha ficado mais suave... mais erótica, sei lá!... Enquanto nos movíamos lentamente pelo espesso carpete, meu marido sussurrava em meu ouvido: "- Dessa vez, você não vai conseguir escapar". E eu sorria e sussurrava no dele: " - Querido, quem disse pra você que eu quero escapar de alguma coisa? " Ao ouvir isso meu marido beijou-me a fez as suas  mãos deslizarem até ao meu traseiro e começou um movimento circular, com as duas mãos, fazendo o tecido leve do vestido escorregar sobre minha calcinha. Eu podia sentir o seu cacete totalmente duro entre as minhas pernas e ele foi descendo a sua boca pelo meu pescoço e pelo meu colo, quase fazendo um dos meus seios saltarem para fora do vestido. Entreabri os meus olhos e notei que Cláudio estava se alisando por cima da roupa a que o seu membro já estufava a sua calça. Foi neste instante que o CD chegou ao final. " - Que pena... agora que estava ficando gostoso" eu disse sorrindo para eles. Meu maridinho me olhou cheio de tesão e disse: " - Por isso não!, se é isso que você quer, deixa comigo..." e partiu em direção ao equipamento para colocar um novo CD. Eu fui até ao aparador a tomei mais um pouco de vinho. Voltando para o centro da sala, eu chutei os meus sapatos para um canto a fiquei dançando ao som de uma música imaginária, gingando sensualmente os meus quadris na  frente de Cláudio que continuava a alisar o imenso volume que se formara em sua roupa. Quando o som voltou a invadir o ambiente eu estendi os meus braços na sua direção e disse: "- Vem que agora é sua vez de me fazer ficar doidinha..." Ele olhou na direção de Rodrigo a eu vi que o meu marido fez aquele clássico sinal de "positivo" para ele. Então, sem tentar disfarçar a sua ereção, Cláudio veio na minha direção e, tomando-me delicadamente em seus braços, começou a me embalar, ao som de "Smile", com Nat King Cole, super romântico, que meu maridinho havia escolhido para nós. Fui aos céus e imediatamente abracei-o pelo pescoço com as duas mãos entrelaçadas em sua nuca e o puxei para encaixar todo aquele volume no meio de minhas pernas ao mesmo tempo que ergui o meu joelho direito pela lateral de seu corpo, deixando minha coxa totalmente liberada para os seus olhos e mãos. Senti um verdadeiro dilúvio em minha calcinha quando ele também me deu "aquela juntada" com a sua mão  esquerda, por baixo de minha roupa, segurando-me, diretamente pela bunda, fazendo-me sentir pequena em seus braços. Fiquei com medo da reação de Rodrigo, pois não tínhamos combinado nada sobre a possibilidade de um envolvimento concreto com Cláudio. Até ali a gente tinha trabalhado apenas com as nossas mentes. Nenhum de nós tinha, ainda, pensado na possibilidade de trabalhar com os nossos corpos. Então, meio com medo, entreabri os meus olhos a vi um Rodrigo super excitado, que se dirigia para o sofá, que estava tirando o pau para fora da calça e que, se acomodando por entre as almofadas, dava início a uma bela e lenta punheta. Fui à loucura. Desprendi a mão direita da nuca de Cláudio e comecei a abrir os botões da sua camisa enquanto ele, muito delicadamente, começou a puxar para os lados as alças do meu vestido que foi, lentamente, escorregando pelo meu corpo. Primeiro ele enroscou na cintura e Cláudio olhou, encantado, para os meus seios durinhos que destacavam a marca  do top do meu minúsculo biquíni. Ao mesmo tempo em que ele começou a chupar os meus mamilos, ele levou uma de suas mãos para soltar o lacinho que prendia o vestido em minha cintura. Aí, completamente sem sustentação, o meu vestido começou a descer de vez. Conforme a gente ia se esfregando um no outro ele foi escorregando ate cair e ficar enroscado em meus pés. Eu, simplesmente, chutei-o na direção do meu marido que sorriu para mim, enquanto o pegava e levava ao rosto para sentir o meu perfume. Depois, com o olhar totalmente esgazeado, colocou-o estendido no encosto do sofá. Eu, só de calcinhas, continuei enroscada em Cláudio que, agora, debruçado em meus ombros, se esfregava em meus seios a com as mãos já enfiadas dentro de minha calcinha, alisava a minha bundinha empinada. Ao mesmo tempo que comprimia minha xoxota contra o seu cacete, apoiada pelas suas duas mãos em minha bunda, arqueei o corpo para trás e fui acabando de tirar a sua camisa. Depois, comecei a abrir o seu  cinto e o zíper de sua calça. Quando o zíper ameaçou enroscar, endireitei o meu corpo e comecei a beijar o seu peito cabeludo, mordiscando-lhe os mamilos e fui descendo com a minha boca, na medida em que ia me ajoelhando à sua frente. Já de joelhos no chão, terminei de abrir a sua calça e a desci junto com a cueca. Imediatamente, um imenso caralho saltou para fora e, praticamente, me deu uma chicotada no rosto. Eu, que até então conhecia somente o pau do meu marido, fiquei maravilhada com aquela ferramenta, bem maior que a do Rodrigo. Muito tempo depois, fiquei sabendo as suas medidas: 20 X 5 de carne dura. Parecia uma obra de arte. Abri bem a minha boca e, com as duas mãos, guiei aquela linda peça até que a senti tocando no fundo da minha garganta. Depois, enquanto mamava como uma bezerrinha faminta, utilizando apenas a mão direita, livrei Cláudio de toda a sua roupa, inclusive os sapatos e as meias. Foi enquanto eu tirava a roupa de Cláudio que percebi duas outras mãos  entrando no jogo. Senti um arrepio quando vi que o meu marido tinha se aproximado por trás de mim e que estava enroscando os seus dedos, suavemente, no elástico da minha calcinha. Lentamente, ele foi puxando a pecinha para baixo e aos poucos, a minha bundinha foi ficando exposta. Senti que Rodrigo estava beijando minhas nádegas e caprichei ainda mais na mamada que eu estava dando no cacete de Cláudio. Levantei meus joelhos, um após o outro, ajudando meu marido a me livrar da calcinha que, naquele momento, tinha se tornado supérflua. Ao terminar de tirá-la, Rodrigo deu-me uma mordida na nuca, o que me deixou super tesuda e arrepiada. Gemi de prazer. Gemido que foi abafado pelo pau de Cláudio em minha boca. Notei que o meu marido voltou para o sofá e recomeçou a sua masturbação, ora cheirando a minha calcinha, ora envolvendo com ela o seu cacete. Quando Cláudio já estava totalmente nu, puxei-o para o chão e ele deitou-se com as costas sobre o carpete ficando com o cacete bem  duro, lustroso pela minha saliva, bem apontado para cima. Eu segurei aquele lindo mastro entre os meus dedos da mão esquerda, apoiei-me com a mão direita no peito musculoso de Cláudio e, de cócoras, fui encaixando seu caralho dentro da minha boceta. Eu estava de costas para o meu marido mas conseguia vê-lo através do imenso espelho que compunha a decoração do ambiente. Rodrigo, ainda acariciando o seu próprio pau, não perdia um só lance. Quando eu percebi que a cabeça do pau do nosso amigo estava encaixada bem na portinha da minha boceta eu, apoiada na ponta dos pés, levei a mão esquerda também para o peito de Cláudio e fui rebolando e descendo a minha bunda, bem devagarzinho, fazendo questão de deixá-la bem empinada, forçando o cacete de Cláudio para trás, de maneira que o meu rego ficasse bem aberto, expondo-me ao máximo ao olhar transfigurado de meu marido. Demorei mais de 3 minutos para engolir toda aquela cobra. Quando senti as bolas de seu saco encostadas na minha  bunda, comecei um lento movimento no sentido contrário. O sacana no Cláudio, percebendo o espetáculo que estávamos proporcionando ao meu maridinho, pegou-me pelas duas nádegas a abriu a minha bunda até onde pode. Esticou um dedo até alcançar a minha boceta e, depois de lambrecá-lo bastante na minha umidade viscosa, levou-o até ao meu cuzinho e ficou brincando com ele, bem delicadamente. Embora eu não estivesse acostumada com aquele tipo de carinho, confesso que senti uma sensação muito boa. Como eu já disse, a nossa experiência em sexo anal tinha se resumido a uma fraca abordagem por parte de Rodrigo, no inicio do nosso casamento. Agora, eu estava começando a achar que tínhamos perdido alguma coisa. Mas, foi uma loucura. Eu fiquei naquele senta-levanta, engolindo e pondo para fora o imenso cacete de Cláudio na minha bocetinha, por mais de 25 minutos. Tinha momentos em que Cláudio me segurava em cima, deixando só a cabecinha de seu caralho encaixada na minha boceta a eu  ficava louca de vontade de tragar aquele cacete até ao talo. Nessa hora, gemendo, eu pedia pra ele com voz de choro: " - Não faz assim comigo... enterra este cacetão gostoso bem no fundo da minha bocetinha... não judia dela..." E, então, num solavanco, ele me puxava para baixo com força, ao mesmo tempo em que, arqueando o seu corpo, enterrava-se todo e de uma só vez bem no fundo de mim, entupindo completamente aquela xoxota que, até então, só conhecia o cacete do Rodrigo. A sensação de estar experimentando um pica diferente me deixava completamente alucinada. Perdi a vergonha. Gemia e gritava como uma louca. Esqueci que meu marido, ao qual eu tinha sido totalmente fiel até àquele dia, estava ali, logo atrás de mim, vendo eu me comportar como uma puta, devorando aquele lindo macho que eu nem conhecia direito. Fui acelerando os meus movimentos e, entre gritos e gemidos de ambas as partes, eu e Cláudio tivemos um orgasmo inesquecível. Foi um orgasmo de cinema. Esgotada,  arriei-me por cima de Cláudio e fui deitando-me ao seu lado. Estava tão relaxada e saciada que fui apagando. Acabei cochilando com a cabeça apoiada no braço daquele homem que me fizera gozar tão intensamente. Nem sei quanto tempo dormi. Quando acordei, me dei conta de que alguém havia colocado uma almofada sob minha cabeça e estendido um lençol sobre o meu corpo. Eu sentia que a minha boceta estava inchada e toda esporrada. Ouvi vozes. Enrolei-me no lençol a fui ver o que estava ocorrendo. Meus dois homens, já bem compostos, estavam sentados no terraço, conversando sobre seus assuntos preferidos. Eles já tinham tirado a mesa, empilhado a louça dentro da pia da cozinha e estavam tomando um licor. Fiquei um bom tempo olhando para eles, com muita ternura e me sentindo muito feliz por eles terem se dado tão bem e, porque não, fazendo mil planos para o futuro. Recolhi a minha roupa que já estava estendida no encosto de uma cadeira e fui ao banheiro onde tomei um reconfortante  banho.
Só depois de me arrumar, apareci no terraço para chamar Rodrigo para irmos embora. Eles ainda esticaram a conversa um pouco mais, mas logo se levantaram e começamos a nos despedir. Cláudio me deu um suave beijo nos lábios a me disse: "- Muito obrigado por tudo, princesa. Você é uma delícia" eu respondi "- Nós é que agradecemos a sua hospitalidade. Espero que você nos dê a oportunidade de retribuir, qualquer dia desses." Rodrigo entrou na conversa e, sorrindo, disse: - Podem marcar pra ontem, se quiserem, pois da próxima vez, eu não quero acabar na mão." Todos nós gargalhamos e eu e o meu maridinho fomos para casa felizes por termos realizado a nossa fantasia.