terça-feira, 24 de maio de 2011

Strip poker

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AUTOR DESCONHECIDO 

Naquele dia de marco, um forte temporal tirou da rotina a maioria das Pessoas da cidade. Eu certamente não seria uma exceção. As pessoas do escritório já tinham cumprido um dia normal de trabalho e apenas eu e meu Chefe continuávamos alem do horário a fim de resolver problemas pendentes E porque, como aquela tempestade, seria imprudência tentar qualquer caminho De volta prá casa. Certamente iríamos ficar presos num transito horrível. Terminamos o serviço e como a chuva ainda estava intensa, sugeri, lembrando De um baralho que minha colega sempre guardava na gaveta e o usava para jogar paciência no tempo que lhe sobrava da hora de almoço, que passássemos o tempo numa partida de poker. Ele achou a idéia ótima, e como poker e o tipo de jogo que não tem a menor graça se não houver qualquer tipo de aposta, eu propus Que apostássemos um almoço. Depois de algumas mãos, todas equilibradas, o saldo a meu favor era de 2 almoços, 3 barras de chocolate. Estava no meu dia de sorte Foi entao que ele sugeriu que apostássemos algo mais valioso, porque Chocolates e almoços poderíamos facilmente pagar. Eu deixei ele expor a Idéia e não acrescentei nada a proposta dele. Ele propôs que a cada partida Quem perdesse, tiraria uma peca de roupa... Confesso que a idéia me excitava muito. O fato de estar jogando as minhas Roupas contra as dele me atraia. O risco do jogo me atraia. Naquela hora, Não havia perigo de que alguém entrasse na sala dele. Seria divertido Poder arrancar as roupas dele daquela forma Aceitei e as cartas foram Cuidadosamente embaralhadas, num clima de tensão e sórdida curiosidade. Claro que o risco de eu perder as minhas roupas era evidente, mas que Diabos Eu estava no meu dia de sorte E gosto da sensação de perigo... Ele cumpria o trato com algum pudor. A cada partida, as cartas pareciam Melhores para mim. Ganhei as 3 primeiras facilmente. Vi ele tirar a camisa, Os sapatos, as meias. Eu havia perdido somente os sapatos. Enquanto as Cartas eram manipuladas, eu olhava o seu peito de pelos fartos, os músculos Que se contraiam e relaxavam a cada movimento dos seus braços. Aquilo era realmente excitante...a sensação de estar vencendo era Deliciosa. Ele estava quase despido, sem graça, e o ar serio e tradicional Que ele durante o expediente usava tanto, aos poucos ia se desfazendo. Nessa mão, ele exibiu uma bela trinca de ases. Percebi seu olhar sacana, porque agora quem tiraria uma peca de roupa seria eu. Eu só tinha a blusa e a saia, e tirar a blusa no meu caso, era diferente do que ele tirar a camisa. Fiquei sem saber direito o que fazer, mas eu tinha que cumprir minha parte no trato. Ele esperava por isso... Sentia os olhos dele fixos em mim, e seus sentidos captando minhas reações. Só escutei ele dizer: "tira". Todo movimento das minhas mãos em cada botão da minha blusa era deliciado por ele. Na face, ele tinha estampada a expressão sacana de quem perdera ate aquele momento por que assim planejara. O maior troféu dele, não era a minha blusa, mas sim, a minha nudez, o constrangimento que eu revelava enquanto me despia para ele. Essa era sua idéia. Novas cartas foram dadas, nos sabíamos que, o próximo perdedor, ficaria praticamente nu diante do outro. Perdi novamente. Tirei a saia sem levantar da cadeira, e sem olhar para ele. Como um caçador que reúne seus prêmios, ele pediu que eu passasse para ele, todas as pecas que eu tinha tirado ate então. Pegou das minhas mãos as roupas. Primeiro a blusa, depois os sapatos e por ultimo, a recem conquistada saia. Faltavam duas partidas, porque havíamos combinado um total de 6 mãos, perfazendo o total das pecas de roupas que dispúnhamos. Perdi também o sutiã. Sentia o olhar dele percorrer demoradamente as partes expostas do meu corpo, como se alem da aposta, ele tivesse também ganho o direito de ver o quanto quisesse. E podia mesmo. Eu não poderia evitar isso, mas que era constrangedor, era. Para meu azar, ou por muita habilidade dele, perdi a ultima peca que faltava. A calcinha... Eu estava nua na frente dele, e não tinha conseguido arrancar-lhe mais nenhuma peca. Ele disse calmamente como e de seu costume: vamos jogar mais três rodadas. Se você ganhar duas delas, devolvo-lhe as suas roupas. Se você perder duas, você será minha, aqui e agora, do jeito que eu quiser. "e um grande risco" - pensei - "mas, a sorte dele não pode durar para sempre, bolas Se eu perder, não vai ser tão mal assim... E posso deixa-lo nu também, e posso ganhar o direito de fazer a proposta, de mudar a aposta... E o melhor do jogo, a parte mais emocionante e o risco... Afinal O que eu tenho a perder?" Aceitei a aposta. As cartas planavam e caiam perante mim. Eu escolhia a melhor alternativa. Vieram as novas que dependendo da sorte, haveriam de me dar uma boa combinação. Ótimo Eu tinha uma trinca de 10 e um par de reis Ótimo jogo Ele tinha dois pares. Ganhei essa. Ele tirava as calcas agora... Eu dava as cartas agora. Fiz as trocas. Meu jogo era péssimo. Ele ganha mais essa. Agora, era a ultima jogada. Suspirei fundo, tinha um jogo bom, quadra de damas. As chances dele ganhar eram pequenas. Abri o jogo. Ele colocou as cartas uma a uma, mostrando uma quadra de ases. Fiquei ali olhando as cartas, vencida, e tentando entender como funciona a sorte, procurando dissimular a humilhação de perder o corpo num jogo, e experimentando pela primeira vez, a excitação de aceitar um risco alto. Minha respiração já estava alterada, pela ansiedade da espera do que se seguiria nos momentos seguintes. Ele se levantou e eu pude ver que toda a situação já tinha provocado nele uma excitação. Veio em minha direção, e ficou atras de minha cadeira. Senti seus dedos passarem em toda extensão da minha coluna, fazendo minha pele arrepiar visivelmente. Vindas de baixo para cima, as mãos dele recolheram meus cabelos que caiam sobre os ombros, deixando meu pescoço inteiramente a disposição dele... Fechei os olhos e senti o calor e a maciez da língua dele subindo pela minha pele, e explorando as partes internas da minha orelha... Aquilo era delicioso, e eu percebia a umidade do meu tesão no meio das minhas pernas vir em ondas. Decidi me levantar e assim mesmo, ainda de costas, as mãos dele me envolveram pela cintura, puxando meu corpo contra o dele. Ele apertava seu membro duríssimo contra minha bunda e se mexia de maneira sacana, encaixando, esfregando numa dança excitante, sedutora. Eu procurava acompanhar todos os movimentos dele deixando o tesão que eu estava sentindo aflorar em todos os meus poros. Suas mãos subiam pela lateral de minhas coxas, alisando minha pele arrepiada, passavam de um lado para outro, numa deliciosa exploração dos meus segredos mais erógenos. Subiam para procurar os bicos dos meus seios, que já estavam duros de prazer. Ele arrancava de mim gemidos incontroláveis, pensamentos obscenos e provocava mais e mais vontades... De repente, ele me virou de frente e conduziu meu corpo para trás, e percebi que ele queria que eu sentasse na mesa. Sentou-se na cadeira que estava diante de mim, abriu minhas pernas, me puxou pelas coxas, apoiando-as nos ombros dele meus pés no encosto da cadeira. Com os dedos, afastou os pelos que cobriam a entrada da minha vagina, abriu os lábios, e meteu ali sua língua exploradora e quente, buscando dentro de mim, o liquido do meu prazer. Estremeci em cima da mesa de tanto tesão Ele percebia meu tesão crescer e aumentava o ritmo da língua dentro de mim, eu me contorcia de prazer... Sentia ele alternar a língua lambendo freneticamente meu grelinho, sabendo que eu não conseguiria segurar o orgasmo com aquela habilidade toda. Gozei demoradamente e ele ainda ficou algum tempo me lambendo ate perceber que eu já estava com tesão novamente, e queria gozar mais. Fez com que eu descesse da mesa e ficasse debruçada sobre ela. Senti aquele cacete imenso e duro me penetrar de uma vez, abrindo minhas entranhas sedentas por ele, fazendo com que eu pedisse mais, gritasse e gemesse como cadela no cio. O cheiro de homem que ele emanava preenchia minhas narinas e mesmo com os olhos fechados, eu pintava na mente a cena onde ele me possuía. Eu via na mente a imagem, como se eu estivesse olhando como espectadora Eu "via" ele me comer, com os olhos da imaginação. Varias vezes ele parava de mexer ou diminuía o ritmo para retardar o seu gozo e também o meu, e isso deixava alucinada. Foi então, que ele deitou-me no chão, e levantando minhas pernas na altura do seu ombro, me penetrou mais uma vez, mexendo em círculos, apertando seu corpo contra o meu, dando estocadas profundas, que arrancavam de mim gritos de prazer. Senti a explosão dele dentro de mim, um orgasmo intenso que me inundava por dentro e misturava nossas químicas por igual. A sala decorada sobriamente, ganhava agora o cheiro característico do sexo, de suores matizados, de corpos que acabavam de se satisfazer. Ele ficou em cima de mim, beijando-me suavemente, esperando a respiração acalmar e seu pênis amolecer. Eu contraia os músculos da minha vagina, e ele sentindo isso, respondia da mesma forma com seu cacete, como se ambos os órgãos estivessem conversando secretamente.

Levantei depois de algum tempo, peguei minhas roupas e fui ao banheiro. Lavei-me com a ajuda de um copo descartavel que havia por lá, penteei os cabelos e pelo som que vinha do banheiro ao lado ele provavelmente estaria fazendo o mesmo que eu, se recompondo. Pensei em como encararíamos isso no dia seguinte. Passávamos a maior parte do tempo trabalhando juntos, e tinha certeza de que toda vez que nos olhássemos, lembraríamos daquela tarde. Sai do banheiro e lá estava ele inteiramente nu, sentado em cima da mesa brincando com seu pênis entre os dedos, me olhando com a mesma cara de safado e assim que me viu parada na porta com ar de surpresa disse: "a chuva continua... Vem ca, vem..." Cheguei mais perto dele o suficiente para que ele me pegasse pela nuca passando a me beijar loucamente. Eu estava toda vestida de novo, mas ele sabia lidar também com botões e zíper. Foi colocando suas mãos por dentro da minha roupa, alisando minha bunda. Sua língua reconhecia o interior da minha boca, e aos poucos ele foi me despindo novamente. Tirou meus seios para fora, e chupou-os um a um, dando o mesmo tratamento tesudo aos dois. Eu me sentei na cadeira que estava na sua frente, ficando com o seu cacete a altura de minha boca. Peguei-o com as mãos e passei a minha língua em toda extensão daquela delicia. Ele se contorcia de tesão, me dava prazer vê-lo assim. Demorava gentilmente na cabeça do pau dele, e ele delirava com isso. De repente, ele puxou minha cabeça para trás, e fez com que eu deitasse em cima da mesa. Ele continuou de pé, me puxou pelas pernas ate a beirada, segurando minhas coxas no ar meteu seu pau todo dentro de mim, e continuou mexendo num ritmo cada vez maior, ate perceber meus orgasmos seguidos de gemidos e minha boceta encharcar o cacete dele com meu gozo. Logo depois, ele gozava da mesma maneira intensa, deixando transparecer através dos seus sons, todo tesão que estava sentindo. Depois de uma volta necessária ao banheiro, olhei pela janela e vi que a chuva já tinha acalmado, e que o transito apresentava sinais de normalidade. Nos despedimos, desta vez de maneira diferente da habitual, e sabíamos que no dia seguinte teríamos problemas intrincados a resolver, e talvez no almoço poderíamos comentar o que nos aconteceu. Saímos para o corredor que dava acesso aos elevadores, e tivemos tempo de nos beijar ate chegar a garagem do prédio. Era obvio que nosso tesão não pararia por ai, e comentamos o quanto um jogo pode se tornar interessante. Arriscar, pode ser um bom negocio e pode nos levar a deliciosas descobertas como essa. Em tardes quentes, quando as nuvens começam a se formar espessas e escuras, olhamo-nos secretamente e a mesma pergunta paira um instante no ar, no mesmo clima de desejo que envolve a nos dois... "será que chove hoje?"

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