sexta-feira, 20 de maio de 2011

INOCÊNCIA?

autor desconhecido

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Sou médico, tenho em torno de 40 anos, sou separado e tenho 3 filhos já adolescentes...
trabalho em hospitais e em consultório e nunca antes disso tinha me envolvido com pacientes, embora sentisse que em algumas vezes principalmente na hora do exame físico em que a paciente se despe, quando tocamos e apalpamos alguns pontos, algo acontecia, principalmente com a paciente, eu notava que a respiração se tornava mais rápida, a voz trêmula, a face ruborizava, o suor começava a brotar do corpo e em alguns casos até a calcinha ficava com uma mancha de umidade denunciando que ela estava excitada....
mas eu sempre fiquei na minha e procurei não demonstrar, mesmo quando esse clima todo também me contagiava, assumindo uma postura profissional... Um belo dia em que eu atendia no consultório, entrou uma paciente adolescente com 17 anos acompanhada por sua mãe, uma senhora dos seus quarenta e poucos anos……. Ao olhar para as duas notava-se facilmente que havia um parentesco entre as duas, mas pela jovialidade da mãe passavam por irmãs facilmente. ………..A garota, chamava-se Alessandra, apesar de adolescente, já tinha um corpo de mulher, porém sem perder as características de menina, loira, cabelos lisos, compridos, olhos bem verdes, a boca carnuda, com um sorriso que não sei definir se inocente, ou propositadamente provocante, com um olhar, que já no primeiro momento me deixou desconfortável, porém não era possível definir se era malicioso ou simplesmente natural. Seu corpo já bem feito e sua maneira de vestir também eram provocantemente inocentes... ..Com shortinho bem curto entrando no bumbum, blusa com a barriguinha de fora, bem agarrada no corpo e um sutiã tipo meia taça dando a impressão que os seios estavam saltando para fora do decote………. Sua mãe, também muito bonita vestia-se de maneira mais sóbria, porém não deixava de ser provocante, pois a roupa permitia que se notasse a marca do sutiã e da calcinha do tipo fio dental entrando também na bunda…… Mas o que mais chamava a atenção nela era o seu olhar... daquele tipo meio que distante... um pouco triste... meio que pedindo para que você dissesse algo que fizesse nascer um sorriso, que imagino seria lindo... Bem, as duas entraram e sentaram-se na frente da minha mesa e a Alessandra, totalmente desembaraçada e à vontade, começou a contar o motivo pelo qual a tinha feito me procurar... ela disse que sentia com alguma freqüência, a noite, uma dor, seguida de aperto no peito, que seu coração começava a bater forte como se fosse saltar pela boca, junto com falta de ar, sentia também um desconforto na região do abdome, também mal definida e não conseguia dormir quando isso acontecia……… Fiz as perguntas de praxe sobre doenças prévias, na família, mas nada positivo……….. A mãe pouco interferiu, até mesmo porque Alessandra dominava a situação. Terminada essa primeira fase, pedi que ela se despisse, que ficasse apenas de sutiã e calcinha e deitasse no divã para que eu pudesse examina-la……… Com uma naturalidade quase infantil ela despiu-se, deixando aparecer ainda mais aquele corpo bonito de menina moça, ainda sem demonstrar a maturidade de mulher, mas que deixava claro, que não era mais criança…….. Já um pouco abalado mas ainda dominando meus sentimentos, afinal eu tenho uma filha quase da mesma idade e pensei: Que ridículo... a garota é uma criança inocente... você fica aí fantasiando essas besteiras todas.... tarado depois de velho???? Me aproximei do divã e primeiramente medi sua pressão e tomei sua pulsação que estavam normais, coloquei o estetoscópio nos ouvidos e comecei a auscuta…….. Percebi que assim que a toquei ela ficou toda arrepiada, os biquinhos dos seio se entumeceram instantaneamente e ela começou a respirar mais forte, quando olhei para o seu rosto, ela estava me encarando com um sorriso sacana (será que estou fantasiando? pensei), como que me pedindo para continuar, mas não a examina-la, mas sim a bolina-la... Fiquei gelado, paralisado.... nunca me vi numa situação igual, totalmente desarmado e sem saber o que fazer.... A mãe dela a poucos centímetros de nós, às minhas costas, felizmente nada podia ver, senão teria percebido a minha perturbação……. Esforçando-me, tentei manter o controle e meio que desajeitadamente prossegui o exame, mas toda a minha postura profissional já tinha ido por terra e o pior foi que ela percebeu e parecia divertir-se com isso…… Parecia que ela tinha certeza que eu tentava manter a pose mas não tomaria nenhuma atitude de parar com o jogo dela, o que seria o correto.... e que ela poderia prosseguir porque eu já estava totalmente seduzido. …..Nesse momento, ela pegou a minha mão e dizendo que ia mostrar onde doía, colocou por debaixo do sutiã em cima do biquinho do seio e começou a fricciona-lo. Pude ver então aquele biquinho rosado totalmente entumecido e arrepiado.... ela sorria, mordendo o lábio inferior me encarando com aquela expressão de tesão totalmente estampada no rosto.... Eu já estava totalmente excitado... já começava a ficar preocupado em como eu iria me recompor e sentar-me e encarar a mãe dela sem que ela percebesse a minha total perturbação, que já estava visível no volume da calça... Tentei interromper o exame, mas ela me impediu dizendo que eu não tinha visto a dor que ela sentia no ventre e novamente me pegou pela mão e a colocou na região do umbigo e disse que doía e se irradiava para baixo... e foi levando a minha mão, por debaixo da calcinha, para a região do púbis, até a portinha da sua vagina... percebi que ela estava totalmente encharcada com um liquido viscoso... ela começou a massagear o seu clitóris com a mão sobre a minha.... vi que não dava mais pra continuar desse jeito... tirei bruscamente a minha mão, fingi que tinha terminando o exame para que ela também se recompusesse e consegui disfarçar e sentar-me de volta à minha mesa.... Pra falar a verdade nem sei como terminou a consulta.... lembro que pedi alguns exames de rotina e as orientei que marcassem o retorno quando estivessem prontos... ela saiu propositadamente por último e ainda me olhou com aquele mesmo sorriso inocente com o olhar sacana.... aguardei alguns minutos antes de atender a próxima paciente pois não tinha a mínima condição de prosseguir... Daquele dia em diante, ela não saía mais do meu pensamento... ficava fantasiando mil situações entre nós, mas consciente, acho, que tudo não passava de uma brincadeira e que quando ela voltasse eu retomaria as rédeas da situação e colocaria um fim naquilo, mas por dentro eu não sabia como iria agir, pois eu começava a enfrentar uma batalha interna entre culpa e desejo... Eu já estava separado há alguns anos e não tinha nenhuma namorada fixa, tinha me dedicado ao trabalho exaustivamente e o sexo tinha meio que adormecido dentro de mim... Essa garota tinha despertado todo aquele desejo reprimido dentro de mim, me fazendo sentir jovem novamente, um verdadeiro adolescente aos quarenta anos de idade.... Os dias foram se passando e eu não conseguia tira-la da cabeça... Até que finalmente ela compareceu ao retorno... Pra minha surpresa, ela veio sozinha, sem a mãe... estava vestida com um vestido de alcinha curtinho extremamente provocante... logo que ela entrou eu perguntei sobre a mãe, e com o mesmo sorriso maroto, ela disse simplesmente que ela não pode vir... Abri os exames e estavam todos normais e que iria receitar um calmante natural, leve pois o quadro era muito sugestivo de ser apenas ansiedade e talvez um pouco de stress... nisso ela disse que a dor tinha mudado de lugar e queria que eu visse.... ainda tentei resistir explicando que era assim mesmo, que a dor podia mudar de local ou irradiação, mas não adiantou... ela levantou-se e sentou-se no divã e foi desabotoando a sua blusa... levantei-me e quando me aproximei, ela novamente pegou minha mão e a colocou sobre o seu peito e com a mão sobre a minha ela apertava e soltava... com a outra mão, ela começou a acariciar o meu braço, enterrando suas unhas e gemendo... nunca havia me sentido assim, tão excitado até então... ela percebeu e me puxou para um beijo demorado e molhado.... com a outra mão ela levantou o vestido... tirou então minha mão do seu seio e colocou sobre a sua bucetinha totalmente molhada, ainda com a boca colada na minha, afastou para o lado a calcinha e expôs aquela buceta molhada me pedindo para mexer gostoso... fui mexendo, me envolvendo, com a outra mão ela começou a acariciar e apertar o meu pinto por sobre a calça... ele estava tão duro que chegava a doer.... fui aumentando o ritmo dos carinhos e quando tentei introduzir um pouco o meu dedo ela pediu totalmente ofegante que não... porque ela era virgem.... aquilo me fez cair em mim... e tirei então a mão, me afastei me desvencilhando do seu abraço.... e disse que não podia acontecer, que não estava certo... que ela compreendesse que não podia acontecer nada entre nós, principalmente ali dentro, que a secretaria podia entrar a qualquer momento.... Ela sempre sorrindo, disse que morria de tesão por mim.... que me queria a qualquer preço... Ela tentou aproximar-se novamente, mas já recomposto a afastei... e pedi para que saísse e não voltasse mais pois ela não tinha doença nenhuma... acho que não fui muito convincente, pois a desejava muito... Mas, ela resolveu ir embora e saiu olhando pra trás com o mesmo sorriso maroto.... Esse episódio me tirou totalmente do sério, já não conseguia trabalhar direito, não conseguia dormir direito... estava sempre no mundo da lua.... pensando nela, no seu cheiro, que ficou impregnado na minha mão... no que poderia ter acontecido se eu fosse em frente... até um sonho erótico eu tive com ela... e olha que desde a adolescência e não tinha esse tipo de sonho.... acordei todo melado, suado, com a respiração ofegante... tinha gozado dormindo... Alguns dias se passaram e mais uma vez consegui controlar-me e dominar os meus impulsos... Uma noite, quando eu saía do consultório, notei que ela estava lá fora, do outro lado da rua... quando a notei, ela percebeu e novamente sorriu pra mim... fiz que não percebi, entrei no carro e me fui... senti um misto de excitação e de medo, pois eu percebi que ela começava a me assediar.... mesmo preocupado, me convenci que era só eu não dar atenção que ela acabaria se cansando como qualquer adolescente.... Mas logo eu percebi que estava enganado.... Meu telefone começou a tocar a noite... a principio ela nada falava, mas depois ela se identificou e dizia que estava apaixonada, que morria de tesão por mim. No começo, eu desligava, mas como ela insistia, eu resolvi conversar com ela, no inicio tentava argumentar, mas nada funcionava, ameacei dizendo que iria ligar pra mãe dela e contar tudo, mas ela disse que contaria que era o contrário, que ela diria que eu tinha abusado dela e passado a mão e tentado aproveitar-me dela no retorno que ela tinha ido sozinha. Eu sabia que seria a palavra dela contra a minha, mas se um escândalo fosse armado seria péssimo e no final acho que eu realmente me culpava por ter cedido, deixado acontecer e realmente algo tinha acontecido, eu a tinha tocado... se no primeiro dia eu não a tivesse encorajado nada teria acontecido... Fiquei muito bravo e nervoso, desliguei o telefone, não atendia mais as suas ligações, mas ela deixava mensagens na secretaria eletrônica, quando eu desliguei a secretária, não sei como, mas ela descobriu o meu celular e começou a me ligar, deixar mensagens na caixa postal, sempre dizendo que não iria me dar sossego até que eu voltasse a conversar com ela... Eu estava me sentindo encurralado, sem saber o que fazer, mas no fundo, a minha vaidade estava a mil, a sua insistência me dava um estranho prazer.... Quando vi, depois de alguns dias, que aquilo não teria fim, atendi o telefone e disse que gostaria de conversar com ela, pois aquilo era uma loucura... Cancelei o consultório numa tarde e marquei um encontro com ela, em um lugar público, numa praça próxima. No dia marcado, passei em casa, troquei de roupa, pus uma calça jeans, camisa também de jenas esporte, de manga comprida e fui meio que com medo do que poderia acontecer, meio que excitado com a situação, imaginado todas as possibilidades do que poderia acontecer... ensaiei vários discursos, mas no fundo, estava inseguro comigo mesmo, não sabia se conseguiria manter o controle da situação, aquela garota me excitava, me atraía... eu a desejava como nunca desejei mulher nenhuma, estava totalmente seduzido.... Quando cheguei, ela já estava sentada num banco, me esperando.... quando me viu, abriu aquele sorriso maroto e sem dar tempo de qualquer reação da minha parte, saltou e me abraçou pelo pescoço e começou a me beijar.... No começo tentei resistir, me desvencilhar, depois, como não conseguia, fiquei parado, sem reagir e depois comecei a corresponder... primeiro sentindo o gosto da sua boca, dos seus lábios carnudos, quentes, molhados, da sua lingua que insistia em invadir a minha boca, daquele corpo colado no meu, daqueles seios duros sendo amassados contra o meu peito... minhas mãos antes paradas inertes, começaram a acariciar suas costas, depois desceram para aquela bunda durinha... e conforme eu a apertava ela se contraia, gemia baixinho, com a voz rouca, dizia que estava morrendo de tesão e me apertava cada vez mais... Percebi que as pessoas que passavam ficavam olhando... então num esforço consegui afasta-la um pouquinho e disse para ela se controlar que estávamos em público... ela soltou uma gargalhada e disse que tudo bem, que eu poderia leva-la para onde eu quisesse... Sugeri uma sorveteria e ela disse que não... falei de uma lanchonete e ela também disse que não... pedi então que ela sugerisse, e ela disse que queria ir para um motel! Gelei na hora... mas o único argumento que me veio à mente foi que ela era menor de idade e que era perigoso... ela sorriu novamente e disse que queria ficar a sós comigo... não importava onde... eu já tinha tentado de tudo... acho.... mas já não estava mais agüentando de tesão... e finalmente entreguei os pontos.... falei que iríamos para o meu apartamento, mas que ela se comportasse até entrarmos em casa... ela deu outra risada gostosa e me agarrou e me beijou novamente.... Entramos no carro, eu estava com as pernas bambas, não acreditando na loucura que estava prestes a cometer... ela agarrada no meu pescoço, começou a me beijar e passar a mão no meu pau, dizendo que não via a hora de agarra-lo e fazer mil carinhos nele... Dessa vez, eu nada fiz para impedi-la, meu carro tem os vidros bastante escuros, com insufilm e as pessoas não conseguem ver o que acontece do lado de dentro... nessas alturas meu pinto estava totalmente duro... ela abriu o ziper e tirou-o para fora... ele já estava todo molhado de tesão e ela começou a massagea-lo, passando a pontinha do dedo na cabecinha, fazendo movimentos circulares... quase bati o carro umas duas vezes até o caminho de casa... e olha que era perto. Quando chegamos, parei o carro na garagem, no sub-solo torcendo para que ninguém nos visse. Como era de tarde o prédio estava vazio e subimos sem problemas. Quando finalmente fechei a porta atras de nós, senti uma mistura de alívio e de excitação.... Alessandra estava radiante, entrou e explorou com curiosidade e entusiasmo todo o apartamento, como se fosse um brinquedo novo. Passada a empolgação inicial, ela veio até a mim, colou o seu corpo no meu e começou a me beijar... senti uma onda de calor invadir todo o meu corpo... beijei a sua boca, seu pescoço, sua orelha, enquanto minhas mãos deslizavam pelas suas costas, cintura, bunda... ela gemia se contorcia, se esfregava toda em mim.... com os dentes eu prendi a alcinha do seu vestidinho e deixei cair pelos seus ombros, revelando novamente o seu peitinho com o biquinho já durinho... beijei, lambi, mordi o biquinho, bem devagar e sem pressa... ela gemia e me apertava de encontro ao seu seio... eu podia sentir perfeitamente o rítmo de sua respiração ofegante e o seu coração batendo cada vez mais rápido e forte.... nisso, encontrei o ziper nas costas do vestido e fui abrindo e deslizando meus dedos ao mesmo tempo... senti o seu corpo todo se arrepiar e ela soltar um gemido de tesão.... Como num passe de mágica, o vestido todo deslizou, e caiu sobre os seus pés... Que visão mais linda, a do seu corpo seminu, só de calcinha e sandália... as curvas perfeitas, os seios durinhos, a bundinha empinada.... Peguei-a no colo e a levei para o quarto... quando eu quis deita-la na cama, ela resistiu e disse que queria tirar a minha roupa... Delicadamente ela foi desabotoando a minha camisa, beijando o meu peito, abrindo-a e puxando-a para as minhas costas, para descobrir os meus ombros, nisso os meus punhos ficaram presos na manga da camisa, tentei liberta-los, mas ela pediu para que eu ficasse assim: preso e agora ela seria a minha dona pra fazer o que quisesse de mim... ela começou então a beijar os biquinhos do meu peito que ficaram tão duros que chegavam a doer.... com as mãos agora ela cravava as unhas e arranhava minhas costas me trazendo uma sensação indescritível de prazer e de dor.... foi me beijando, descendo ao meu umbigo, meu abdome... eu senti arrepiar-me todo quando ela deslizava a boca, hora me beijando, hora me lambendo, hora me mordendo.... sem parar um só instante, ela desafivelou meu cinto, desbotou minha calça, desceu o ziper e puxou com força minha calça junto com minha cueca para baixo... senti uma dor forte, pois o meu pinto estava totalmente duro e ficou preso na cueca quando ela a puxou para baixo... quanto mais dor eu sentia, mais prazer também eu sentia.... já estava feito louco quando ela ajoelhada na minha frente, colocou o meu pau na boquinha.... primeiro ela lambeu e depois começou a chupar só a cabecinha como se estivesse mamando.... pedi para ela colocar meu pau todo dentro da boca, mas ela disse que não cabia... que adorava chupar assim, só a cabecinha e continuou assim lambendo chupando e mordendo a cabecinha que já estava toda vermelha e inchada de tanto tesão. Foi então que ela me empurrou e eu caí com as mãos presas às costas na cama. Ela desceu a calcinha e veio por cima de mim e pegando no meu pau começou a esfrega-lo na sua bucetinha que já estava toda melada... a sensação da fricção da cabeça naquela buceta molhadinha com alguns pelinhos foi indescritível... comecei a gemer e me contorcer, o que a deixava com mais tesão ainda e a fazia esfregar mais rápido ainda... Sem aguentar mais, rasguei as mangas da minha camisa, libertei minhas mãos e a agarrei pela cintura, pronto para penetra-la... nisso, ela se contraiu assustada e falou que não queria que a penetrasse... eu perguntei por que.... se ela estava com medo de engravidar... que eu tinha preservativos... mas ela permaneceu irredutível, mas quando viu que não tinha saida, ela confessou que não queria perder a virgindade e estava com medo de que me contando eu achasse que ela seria imatura demais e me desinteressaria por ela... Pelo contrário, isso me deu mais tesão ainda... joguei-a de costas na cama, abri bem as suas pernas e comecei a lambe-la bem devagarzinho... primeiro os grandes lábios, rechonchudos, fofinhos, com pelinhos loiros bem ralinhos, depois os pequenos lábios que saltavam para fora como se fossem pétalas de uma flor escondida no rachinho pequeno daquela buceta deliciosa... lambi e mordi o clitoris que era pequenino, mas estava durinho.... nisso ela começou a fazer um movimento de vai e vem compassado, mas cada vez mais rápido e forte enquanto ela gemia a sussurrava palavras que eu não conseguia compreender... comecei a explorar então a sua bucetinha com a lingua... senti o seu cabacinho.... uma pelezinha bem macia que a ponta da lingua alcançava lá no fundo... senti que começou a brotar um liquido espesso e viscoso, com um cheiro inebriante, enquanto ela já começava a gritar e se contorcer feito louca... aproveitando o seu gozo, com o polegar fui começando a massagear o seu cuzinho... senti que ela não se retraiu, pelo contrário, ela se abria mais e empurrava a bunda de encontro a ele até que entrasse totalmente naquele buraquinho quente e apertado, gemendo e rebolando... tirei o dedo e fui subido até ficar sobre ela e com o pau sobre a sua bucetinha deslizando e se esfregando no seu grelinho e no cuzinho eu disse que queria gozar dentro dela, que estava morrendo de tesão e que queria comer seu cú... Senti que ela estava muito excitada mas repentinamente se retraiu... Perguntei se ela também era virgem no cuzinho... Ela me contou que apenas permitira carinhos e que seus namorados pusessem apenas o dedo... Continuei os carinhos, falando no seu ouvido como ia ser gostoso... que eu iria lubrificar bem gostoso o buraquinho e prometi que pararia se estivesse doendo... embora no íntimo eu soubesse que essa era uma promessa que eu não poderia cumprir.... Fui ao banheiro e peguei então um vidro com óleo de amendoas que eu tinha para outras finalidades, mas que serviria muito bem também a esse propósito, pois eu já o havia usado em outra ocasião... Pedi que ela deitasse de bruços e abrisse bem as pernas... lambuzei meu dedo médio e comecei a massagear lentamente, com movimentos circulares em torno do buraquinho, depois introduzindo a pontinha do dedo, sempre movimentando, e a cada volta enterrando um pouquinho mais... Ela começou a rebolar e a gemer... senti que o cuzinho foi relaxando mais e mais... quando consegui colocar dois dedos juntos sem ela reclamar, senti que era a hora de tentar colocar o meu pau... Coloquei-a de quatro na cama, lubrifiquei bem o meu pau que já estava totalmente duro... e pedi para que ela o colocasse na portinha.... ela empinou o corpo, pegou o meu pau e encaixou a cabecinha na portinha do cú... comecei a pressionar e dei umas três ou quatro estocadas de leve.... senti que ele foi laceando, cedendo, e a cabeça, que já estava totalmente inchada foi penetrando aquele buraco apertado... quando, finalmente passou e se alojou... Senti um aperto muito forte no pescoço do meu pau e ela soltou um gemido de dor... quando comecei a tentar entrar mais, ela gemendo de dor pediu para que eu tirasse, que estava doendo, que não iria aguentar, que era muito grosso e duro... Quanto mais ela gemia, mais aumentava o meu tesão.... abracei-a forte por trás, passando os meus braços sob as axilas, amassando seus peitinhos e segurando os seus ombros firmemente com as duas mãos, e com força, empurrei e meti tudo em três estocadas... ela agora gritava, gemia, chorava respirava como uma cadelinha... esperei o meu pau se acomodar dentro do cú dela e quando finalmente ela relaxou um pouco o aperto que dava no talo do meu pau, comecei a fazer um movimento de vai e vem bem compassado e lento... aos poucos fui sentindo que ela foi relaxando e começou também a mexer os quadris, inicialmente bem de leve e depois muito depressa... o que era gemido de dor, transformou-se em tesão... conforme ela mexia os quadris, forçando o meu pau cada vez mais pra dentro do cú... soltei então o abraço e comecei a acariciar, suas costas, seus peitinhos com os biquinhos cada vez mais durinhos, afastei as nádegas e pude assistir a cena que mais me deu tesão em toda a minha vida, que foi ver o meu pau entrando todo dentro daquele buraquinho... tirei o pau e pude ver o cú todo arrombado, comecei a colocar e tirar a cabecinha... ela já suplicava para eu meter mais fundo, para foder gostoso o cú... Coloquei a mão por baixo e senti a sua buceta totalmente tão molhada que chegava a pingar.... Tirei o meu pau e a deitei de costas com as nádegas apoiadas sobre dois travesseiros.... lubrifiquei mais ainda o pau, abri bem as suas pernas e comecei a comer o cuzinho pela frente... ela cada vez gemia mais de tesão... comecei a massagear o seu grelinho, a bucetinha com os dois polegares, enquanto eu metia forte... ela gemia e se contorcia feito louca.... e pela respiração, senti que ela começava a gozar de novo, agora pelo cú... Nisso eu também não aguentei mais, deitei-me sobre ela, procurei a sua boca e assim totalmente grudados, gozei como nunca tinha gozado antes... senti o meu pau tremer em espasmos cada vez mais intensos... senti a minha porra, passando pelo canal do pênis e sendo despejada bem fundo naquele cú maravilhoso.... Ficamos assim grudados, nos beijando por algum tempo... fui sentindo o pau amolecer e numa contração, ela o expulsou de dentro dela.... Já estava escurecendo quando nos levantamos, tomamos um banho juntos... levei-a de carro até próximo à casa dela, onde nos despedimos com um longo e apaixonado beijo.... Sim, eu estava totalmente apaixonado por ela... Desde então, minha vida virou de cabeça para baixo, fiquei obcecado por ela a ponto de comprometer meu trabalho, relação com filhos e amigos, por influencia ou armação da parte dela, me envolvi também com a sua mãe, acabamos indo os três para a cama juntos, uma verdadeira loucura e depois de algumas vezes, eu também tirei a sua virgindade... mas não se comparou à intensidade e à emoção dessa nossa primeira vez.... Se vocês um dia quiserem que eu conte o resto, posso continuar... Mas minha intenção é saber se vocês me condenam pelo que fiz.... se teriam feito diferente.... Será que faltei com a ética? Será que cometi um crime? Será que apesar da idade, ela era inocente a ponto de não saber ou ser responsável pelos seus atos? Seduzi ou fui seduzido? Sou algoz ou vítima? Será que sou um monstro? Vivo atormentado entre o remorso e o desejo de querer mais... entre a culpa e o medo de sempre não resistir à próxima vez... Já tentei me afastar, procurar outras mulheres, mas não consigo nem me aproximar direito, sentir um tesão igual... Nenhuma me atrai... Será que outra mulher poderia me tirar desse rodamoinho ao qual estou preso? ... Será que não vou conseguir nunca me libertar desta situação?

Um comentário:

  1. Ah doutor, como queria ser sua paciente! Sinto um tesão enorme quando sou examinada por um médico. Queria ter a coragem dessa menina!

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