sexta-feira, 6 de maio de 2011

FANTASIAS NO DENTISTA!

13396

Droga de dente. Já era a terceira vez que a restauração caía. O dentista de Kátia já havia alertado que restaurações nos molares eram difíceis de segurar. Lá estava ela, de novo, tendo que cancelar a saída com a turma no final do expediente para voltar com o Dr. Custódio, o dentista, para resolver aquela situação. Kátia era o tipo de mulher pra cima, independente, segura e bonita. Chefiava o setor de cadastro de uma companhia telefônica. Morava só, desde que havia mudado de sua cidadezinha para fazer faculdade na capital. Conseguiu logo um bom emprego e, com isso, a possibilidade de cuidar de sua vida. Afetivamente as coisas não tinham dado tão certo assim. Rompera o namoro de muitos anos com um cara de sua cidade, justamente pelo fato de não ver perspectivas naquela relação. Josias tinha sido seu primeiro namorado sério, e o único com quem transara até aquele momento. Apesar do rompimento definitivo, Josias não se conformara com a decisão de Kátia, telefonando algumas vezes e, até mesmo, procurando-a na capital. Durante a última visita de Josias, com direito a sexo e tudo, Kátia pôde ter a absoluta certeza de que não queria o ex de volta em hipótese alguma. Página virada, Kátia estava realmente disposta a investir mais em sua vida afetiva e, principalmente, viver sua sexualidade com mais paixão, coisa que vinha buscando há um bom tempo. As saídas com a turma do trabalho pareciam ser uma ótima opção na busca de um novo companheiro, daí a razão de ter ficado tão frustrada com a urgência de resolver o problema do dente. Ligou para o Dr. Custódio que, para seu desespero, estava de saída para o aeroporto, pois iria participar de um Congresso. A atendente, percebendo ser uma situação emergencial, disse à Kátia que Dr. Luciano iria ficar atendendo os pacientes de urgência do Dr. Custódio, e que se ela quisesse, poderia vir às 18:30. Kàtia não pensou duas vezes. Determinada como era, não gostava de deixar nada para o dia seguinte. Lavou o rosto escovou os cabelos e rumou para o consultório. Era uma mulher exuberante. Aos 25 anos de idade, demonstrava uma segurança incomum às jovens, despertando nos homens um magnetismo intenso. Tinha 1,70m, corpo bem feito, os cabelos claros na altura dos ombros e adotava um jeito sóbrio de vestir, tipo executivo, mas extremamente sexy. Naquela tarde usava uma camisa de mangas, com botões na frente, uma saia justa comportada, mas com uma fenda generosa atrás que permitia que os olhares masculinos mais gulosos penetrassem, alcançando a visão daquele par de coxas perfeitas e bem torneadas. Kátia seguia, no metrô, com sua seriedade e magnetismo costumeiros, sacudindo, de vez em quando os cabelos sedosos e brilhantes, tornando aquele visual ainda mais atraente.
Ao chegar no consultório, a atendente cumprimentou-a, já com a bolsa na mão dizendo que teria que sair logo, mas que o Dr. Luciano já estava com as fichas dos pacientes daquele início de noite. Kátia agradeceu e sentou-se no sofá da sala de espera, aliviada por perceber que seria a próxima a ser atendida, já que não havia outra pessoa por ali. Neste momento, abre a porta do consultório um homem jovem, vestido de branco, com uma máscara na boca. Retirando a máscara e olhando para a ficha em sua mão, perguntou se ela era Kátia. Kátia, impressionada com a beleza daquele homem alto, de cabelos escuros, pele bronzeada contrastando com a roupa branca, quase gaguejou ao responder afirmativamente. Então aquele tesão de homem era o substituto do Dr. Custódio, pensou. Ele, que a essa altura já tinha feito uma avaliação de Kátia, sorriu pedindo que ela aguardasse, pois seria a próxima a ser atendida. Nesse instante entra na sala de espera uma senhora dos seus 50 anos, dizendo que estava ali para ser atendida pelo Dr. Luciano, também. De modo simpático, o dentista disse à ela que aguardasse um pouco. Por volta de 5 minutos o senhor que estava sendo atendido despediu-se e saiu, quando Luciano pediu à velha senhora que entrasse. Kátia deu um pulo na cadeira, sem compreender, pois ela sim deveria seria a próxima, pela ordem de chegada. De modo carinhoso - e irresistível - o doutor explicou que só iria fixar um dente na prótese daquela senhora e então poderia fazer sua restauração, que, certamente seria algo mais demorado.
Sem estar convencida com a explicação, Kátia conformou-se, de certo modo excitada pela idéia de logo ter a boca examinada por aquele homem. De fato, o serviço na boca da velha foi rápido. Parecia que o doutorzinho queria se livrar dela. Quando enfim estavam a sós, Luciano disse: - Vamos lá? Você é a última paciente do dia. Concordando, Kátia levantou-se e foi seguindo explicando o porque de sua consulta de urgência. Luciano disse à ela para que não falasse nada, pois ele iria aproveitar para fazer uma avaliação completa em sua boca, para ver se era apenas o problema da restauração. Kátia sentou-se tensa na cadeira, por sentir-se visivelmente atraída pelo dentista. Ele por sua vez, embora aparentasse agir com profissionalismo, demonstrava um ligeiro nervosismo. Pegou os instrumentos, examinou arcada superior, inferior, e começou a trabalhar. Colocou um lenço com uma corrente em volta do pescoço de Kátia, esbarrando sua mão nos seios desta, que já começavam a arfar. Parecia que o Dr. Não encontrava uma posição correta, pois passava de um lado para o outro da cadeira, e nesses movimentos, sempre encostava nas pernas de Kátia, que já estavam descobertas até as coxas, devido à posição da cadeira. Luciano começou a falar, para ganhar intimidade, que tinha sido uma sorte substituir Dr. Custódio, principalmente para fechar um longo dia de trabalho atendendo alguém como Kátia. Nesse momento, pediu que ela fechasse e abrisse a boca várias vezes para ver se a nova restauração havia ficado boa. Kátia obedeceu, com a respiração totalmente irregular. Luciano sentou-se no braço da cadeira e, inesperadamente pousou a mão sobre a coxa de Kátia dizendo: "Vamos esperar um pouco para sedimentar bem este dente." O toque daquela mão fez Kátia ruborizar de prazer, começando a ficar excitada e molhada. O safado, que estava bem atento a todos os sinais, inclusive aos bicos dos seios de Kàtia, que pareciam querer furar o sutiã e blusa, ficou com a mão ali, bancando o ingênuo. Passados alguns segundos, Luciano perguntou como estava a restauração. Kátia, saindo de sua passividade, reclamou dizendo que estava com um pouco de excesso, incomodando o dente da lateral. Luciano pediu que mostrasse à ele qual o dente a incomodava. Kátia segurou a mão do doutorzinho, que já estava sem luvas, puxou o indicador e colocou em sua boca, roçando nos dedos da arcada superior dizendo: "É aqui, ó!" Luciano, ainda sentado no braço da cadeira, mas muito, muito próximo do corpo de Kátia, começou a passear com seu indicador levemente por todos os dentes daquela mulher, num gesto muito mais sensual do que técnico. Aquele ato sensual despertou nos dois um intenso prazer, resultando numa ereção poderosa em Luciano, e numa calcinha completamente encharcada de prazer em Kátia. Esta, dominada pelo desejo de arriscar algo com aquele dentista que, provavelmente não veria mais, passou a língua pelo dedo de Luciano, que nesse momento começou a fazer uns movimentos suaves na coxa da gata, por cima da saia.. Kàtia, instintivamente, abriu um pouco as pernas, como num convite à Luciano ousar mais nas carícias. O doutorzinho esperto, entendendo os sinais, começou a subir pelas coxas por baixo da saia, enquanto Kátia começava a chupar o indicador do Luciano com extrema volúpia. Luciano, num tom de voz rouco, sussurrou: - Tive a impressão que você gostou de eu ter me livrado da velha, também, não foi? Tava na cara que a gente podia ter um momento muito gostoso aqui, não é? Nossa... tá toda arrepiadinha. Deixa eu ver esse peitinho, vai... Como que hipnotizada por aquele homem sedutor, Kátia parou de chupar aquele dedo e, aprumando-se na cadeira, começou a desabotoar sua blusa, jogando longe o lencinho preso ao pescoço. O tarado, que a essa altura estava com as duas mãos massageando a parte interna das coxas da gata disse: - Vou mamar muito nesses biquinhos durinhos... biquinho de fêmea louca pra dar, loucar pra gozar... Tua cara tá estampada de tesão reprimido... Diz que não quer que eu te coma, diz... Kátia, a essa altura, gemia, com os dedos do Luciano penetrando pelo elástico da calcinha. Ela não tinha o que falar. Só queria curtir muito o tesão daquele cara ali, disposto a dar todo o prazer que ela tava a fim. Reclinando-se no braço da cadeira, Luciano começou a lamber os bicos dos peitos dela por cima da renda do sutiã chupando e molhando tudo com sua saliva. Por fim, arrancou a peça rendada, deixando aqueles seios maravilhosos livres. Ficou de pé, puxou a saia de Kátia, que continuava na cadeira, tirou-lhe a calcinha minúscula e começou a lamber sua barriga, sua virilha, fazendo com que ela sentisse um tesão louco, antes da língua dele tocar sua xaninha. Kátia logo constatou que aquele dentista era ótimo de boca. Lambia e sorvia toda a bucetinha dela, com uma vontade louca. Andréa se contorcia na cadeira, e enfim começou a gemer cada vez mais alto, dizendo "Me chupa, me lambe, vem, eu quero derreter na tua língua... Aaaaaai... Aquela mulher maravilhosa tava ali, gozando na boca do Dr. Luciano, que segurava os quadris e a bunda perfeita dela com as mãos, começando a usar os dedos pra explorar o ânus da loirinha... Ela, deitadinha na cadeira, fazia todos os movimentos que pudessem facilitar o trabalho do dentista tarado. Foi quando ele ordenou que ela virasse de costas na cadeira. Luciano arriou a calça e a cueca, deixando aquele pau duro, gostoso, pular pra fora, já todo melado. Começou então a sessão de tortura para Kátia: Luciano "pincelava " a bundinha empinada da Kátia, passava a cabeça do pau na entrada da xoxota, melando naquela xana encharcada. Kátia empinava a bunda, como quem dança um "funk". Luciano louco com aquela fêmea, puxou ela pelos cabelos, dizendo: "Agora não, putinha. Só vai ser comida depois de chupar bem esse pau." Louca para sentir o gosto do pau do seu dentista, Kátia, sentou-se na cadeira, com a perna aberta e começou a chupar o Luciano, primeiro devagar, depois aumentando a pressão, deixando o cara transtornado. Enquanto a fêmea chupava, a taradinha esfregava a xoxota no couro da cadeira, melando tudo, sentido o maior tesão. Nesse momento, o doutorzinho tirou o pau da boquinha da Kátia e gozou, espalhando o sêmem no peito dela todo. Kátia, com a mão na vagina, começou a gemer, fazendo beicinho pedindo: "Me come, meu tesão, vem meu gostoso, que eu quero teu pau lá dentro." Como uma puta, virou a bundinha quase na cara do Luciano, abriu a bucetinha com os dedos, alisando o grelhinho, implorando. "me fode agora, vem..." Luciano, de uma estocada só meteu o pau duro fundo na xana da Kátia, começando a mexer, primeiro devagar, depois acelerando, acelerando, apertando os peitos dela, até explodir num gozo alucinante. Aquele tesão de mulher estava insaciável. Nunca, nem na mais ousada transa com Josias ela havia gozado daquele jeito. Luciano, por sua vez, estava extasiado pela ousadia de, pela primeira vez, levar a frente a fantasia de comer uma paciente. E que paciente! Mas aquela sessão de foda deliciosa, aquela afinidade sexual perfeita não podia acabar ali. Kátia, vestida apenas com sua saia levantada até a cintura e calçada com os sapatos de salto alto, empurrou delicadamente Luciano na cadeira dizendo à ele: - Deita, doutor. Agora eu assumo o comando. Aquele mulherão, determinada e tarada, louca pra descobrir todas as suas possibilidades de gozo, colocou os braços de Luciano para trás da cabeça do doutor, tirou as calças brancas dele, abriu os botões de sua camisa, dizendo: - Você não pode me tocar até eu mandar. Começou a beijar o tórax do dentista, mordiscando de leve os bicos do peito dele, causando um arrepio. Lambeu o peito cabeludo do doutor, subindo nos quadris do cara, esfregando a xoxota melada na barriga dele. Esfregava, ronronava, se oferecia como uma vadia, segurando os braços dele sempre pra trás. Incrível o potencial de gozo daquela mulher, que abria a boca de tesão, só de esfregar o grelo na pele do doutor... Gemendo, Kátia pediu que ele pegasse seus peitos. Torturado pela ordem anterior sem poder apalpar, alisar e amassar aquele monumento, o doutor apertou os seios de Kátia com vontade, o pau já completamente endurecido. Kátia ergueu os quadris, encaixou a cabeça do pau de Luciano na portinha da xana, segurou-se no suporte da luza da cadeira odontológica, descendo devagarinho naquele cacete. - Que delícia... aahhh, tesão de homem.... - gemia Kátia. Luciano nunca tinha experimentado uma penetração tão alucinante! Kátia, ainda pendurando-se ao suporte de luz, subia e descia, cavalgando aquele mastro, deslizando louca, totalmente melada pelo seu prazer, esfregando o clitóris no pau do Luciano, sentindo um prazer duplo: da penetração e do esfrega-esfrega do grelinho. - Puta merda! Me mata de tesão, sua gostosa! Luciano estava louco. Mexia sua bunda para cima e para baixo, como se quisesse arrombar a buceta de Kátia com vigor, socando tudo naquela xoxota voraz... O gozo dela vinha chegando e ele, não conseguindo mais segurar, explodiu de prazer, enchendo a bucetinha com sua porra quente. "Aahhh...." Ela gozou um pouquinho depois, mexendo sem parar, quase fazendo com que Luciano desmaiasse, pela hipersensibilidade que estava sentindo no pênis. Nunca havia gozado desta maneira... Nunca uma mulher havia controlado tanto o seu prazer. Kátia era uma verdadeira fêmea, que ele tivera a felicidade de identificar, por trás de toda aquela aparência de executiva séria e compenetrada. Aliás, ela era absolutamente fantástica quando era "penetrada". Abraçados, os dois descansaram um pouco no consultório antes de decidirem sair dali. Luciano imaginou que talvez eles pudessem continuar se encontrando para outras fodas fantásticas. Kátia prometeu manter contato, mas aquele início de noite tinha marcado profundamente seu desejo sexual. Daquele dia em diante, Kátia passaria a exercer o maravilhoso jogo da sedução com os mais diversos profissionais que tivesse contato. A idéia de conviver entre os dois mundos - profissional competente e puta avassaladora - agradou bastante aquela mulher séria e decidida. Luciano havia sido o primeiro, mas certamente não seria o único a fazer parte de sua redescoberta sexual...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia