sexta-feira, 13 de maio de 2011

Consolando Uma Ninfeta

di3

autor desconhecido

Conheci Rosi por intermédio da minha sobrinha Cláudia, que ao apresentá-la foi logo dizendo: - Tio, console esta gata: ela está triste porque brigou com o namorado. Olhando para Rosi, eu disse: Não fique triste, menina, homem existe aos montes, e logo você encontrará outro. E passei a mão em seus longos e lindos cabelos pretos e em seu rosto macio. Pouco depois, me respondi e fui embora. No dia seguinte, passando novamente onde minha sobrinha trabalhava, vi com surpresa que Rosi estava lá e Cláudia foi logo dizendo que a magia estava morrendo de saudades. Olhei Rosi, que abaixou os olhos, encabulada. Peguei suas mãos e garanti-lhe mataríamos aquelas saudades, e fui caminhando para o carro. Rosi segui-me sem dizer uma palavra. Mal chegamos ao carro, a garota se atirou em meus braços, dizendo que estava louca por mim contou que, depois que eu havia passado as mãos em seus cabelos e rosto, algo havia acontecido com ela. Pensara toda a noite em mim e não importava se eu era casado, nem que eu tivesse quarenta anos e ela, vinte. Queria ser minha. Como meu tempo era curto, precisava ir logo para casa, pois minha esposa tem ciúmes de até da sombra, procurei rapidamente encontrar um lugar. E mesmo antes de chegarmos, Rosi já estava abraçando e beijando. Disse-lhe para manter a calma, pois estava dirigindo. Assim que encontrei um lugar conveniente, parti para o ataque, pois do jeito que a garota estava, não precisava de rodeios. Comecei a beijá-la e fui tratando de tirar sua blusa. E aí surgiram dois belos e pequenos seios. Ela estava sem sutiã. Comecei a chupar, ou melhor, a engolir seus peitinhos, pois de tão pequenos, quase cabiam em minha boca. Rosi se espremia toda e se encarregou de ir tirando seu short, ficando só de calcinha, tão pequena que estava toda dentro do rego. A bunda dela era bem grande. Eu continuava os beijos e chupações nos seios, pescoço, barriga. E quando coloquei a língua em seu umbigo, percebi que a gata chegava ao seu primeiro orgasmo, gemendo e se contorcendo. Ainda estava vestido, e Rosi pedia para ver meu pau assim que este apareceu, ela foi logo pegando e acariciando. Achou-o grande e pedi que o chupasse. Ela disse que nunca havia feito isso. Mas que eu a ensinasse, chuparia com todo o prazer. Deixei a aula de chupada para outro dia, pois tinha que ir embora. No dia seguinte, no local e hora marcada, lá estava ela: linda, estonteante, de preto, encantadora. Levei-a ao melhor motel da cidade. Rosi ficou encantada. Nunca havia estado num motel. Enquanto ela admirava o quarto, fui tirando a roupa e, em seguida, passeia a despi-la. Primeiro a blusa, descobrindo os peitinhos, que passei a abocanhar, ao mesmo tempo em que tentava tirar-lhe a calça. Assim que ficou só de calcinha, lentamente, aos poucos, foi surgindo uma vasta mata que cobria toda a sua boceta. Comecei a abrir a densa selva de pêlos que cobria a gruta do amor. Rosi era pequena mas tinha uma grande boceta. Ataquei de boca e comecei a chupar os grandes lábios vaginais. Com a língua, procurava penetrar-lhe a boceta. Rosi gemia, gritava, agarrando-me pêlos cabelos, forçando minha cabeça de encontro a sua vagina quente, sempre dizendo que aquilo era bom demais e que nunca seu namorado havia feito isso com ela. Aos poucos, fiz com que se deitasse. Sentei-me por cima e coloquei meu pau em sua boca. Disse-lhe para abrir bem a boca e comecei o movimento de vaivém. Meu pau ia até sua garganta. Senti que ia gozar logo, mas não gozei dentro de sua boca. Tirei o pau e a porra jorrou em seus lindos seios, escorrendo pelo corpo. Peguei Rosi no colo, toda lambuzada de porra, e levei-a ao banheiro para tomarmos um banho recuperarmos as forças. Enquanto a ensaboava, vi melhor a bela bunda que ela tinha, bem grande para seu tamanho, e que por certo escondia um apetitoso cuzinho. Abraçados, fomos direto para a cama e comecei a enxugá-la com minha língua, gota a gota. Rosi queria subir pelas paredes, e achei que estava na hora de sentir o prazer daquela enorme boceta. Abri suas pernas e direcionei meu pau para o centro e comecei a penetração. Mesmo tendo achado meu pau grande, aquela gulosa vagina foi engolindo tudo com a maior facilidade. E ela começou a rebolar a bunda como se fosse uma peneira vibratória. Eu quase não conseguia manter o pau lá dentro. Se a moça não sabia chupar pau, tinha grande prática com sua xana. Procurei levantar suas pernas para cima, tipo franco assado, e desferi violentas estocadas que foram ao fundo. Logo começou a gozar, mais umas estocadas e chegamos juntos ao gozo. Rosi gritava tanto que cheguei a me assustar. Disse-me que tinha sido o seu melhor orgasmo. Saímos mais umas duas vezes sem que ela me deixasse comer seu cuzinho. Tempos depois, ela mudou-se para o Paraná, mas me escrevia e me telefonava sempre. Até que um dia me contou que ia se casar e nunca mais tive notícias suas. Minhas cartas não tiveram resposta e seu cuzinho ficou só na saudade.

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