segunda-feira, 2 de maio de 2011


BRINCADEIRA AO AR LIVRE


Não havia muito tempo que eu havia conhecido Carina. Todavia, não
demorou para que ficássemos bastante íntimos, no decorrer do nosso
recente namoro. Carina era uma gata um pouco mais alta que eu, branca,
de seios médios, quadris desenhados numa sensual curva, além de longos
cabelos negros, escorridos pelos ombros. Numa ocasião em que estávamos
em sua casa, ela anunciou que iria tomar um banho, pois fazia muito
calor. Na saída do banheiro, ainda de toalha, e totalmente nua por
baixo, surpreendi Carina, ao puxá-la de volta ao banheiro, enquanto
dava-lhe um beijo na boca. Sem se conter, ela deixou escapar que
estava totalmente excitada com aquela surpresa. Eu, então, resolvi
puxar a sua toalha, enquanto acariciava sua xana totalmente molhada!
Carina me confidenciou que sua xaninha latejava de tanto tesão.
Resolvi então, resolver aquela situação ali mesmo. Nosso cio era
intenso. Me agachei, com ela nuazinha à minha frente. Fiz com que
Carina colocasse uma de suas pernas em meus ombros, de forma que sua
xana depilada ficasse ainda mais exposta. Iniciei uma ávida lambida no
meio de suas pernas, enquanto ela assistia à tudo. Não tardou para que
Carina gozasse gostoso em minha boca, enquanto se contorcia, encostada
na parede do banheiro, quase perdendo as forças daquela sua perna que
ainda a mantinha em pé. Suguei todo seu suco com vontade, mordiscando
seus lábios, suavemente. Carina me disse nunca ter sentido tanto
prazer! Ao se dar conta da situação, ela me empurrou, e resolvemos
marcar um encontro em outro lugar. Afinal, alguém podia entrar de
repente, e nos ver ali. Mesmo assim, não me dei por satisfeito, e
comecei a acariciar seus seios rosados. Antes de sair, ainda trocamos
outro beijo. Carina se trocou rápido, vestiu um vestido vermelho bem
coladinho, e ao cruzar comigo no corredor que dava acesso ao banheiro,
ergueu sua saia, revelando que estava sem calcinhas. Logo depois, ela
me chamou para dar uma volta, e claro, eu fui! Andando alguns
quarteirões, encontramos um terreno baldio cheio de árvores, com uma
mesa de tábua e bancos ao redor. Eu olhei para ela e ela para mim. O
local era perfeito para o que estávamos prestes a fazer. Antes de
iniciarmos nossa brincadeira, eu lhe disse que iria lhe fazer gozar
como nunca. Carina pareceu adorar o que ouviu! Eu a deitei sobre a
mesa, arranquei-lhe o vestido, e comecei a lamber todo o seu corpo.
Mamei de forma ávida e intensa cada seio rosado de Carina, que gemia
de tanto tesão! Eu, então, introduzi um dedo em sua xana úmida, ao
mesmo tempo que, me agachando na altura da mesa, comecei a passar
minha língua em sua bundinha, fazendo pressão com minha língua, vez
por outra. Depois, fizemos um , aonde ela sugava meu pau e eu lambia e
chupava sua xaninha. Ficamos naquela posição por um bom tempo, até que
Carina começou a gozar, enquanto eu lambia tudo! Aquilo me deixou
louco! Eu, sem agüentar mais, querendo pôr meu pau dentro dela, a
levantei e comi sua xana molhadinha por trás, dando-lhe fortes
estocadas. Senti que seu corpo cambaleava de tanto tesão! Mas cada
minuto era excitante. Eu lhe dava vários tapas na bundinha, enquanto
dizia o quão gostosa era ela. Vendo a bundinha de Carina piscar de
desejo, tirei meu pau de dentro de sua xana, e enfiei profundamente
minha língua em sua bunda. Carina rebolava sem parar em meu rosto.
Voltei a penetrá-la ainda de quatro. Metia meu pau nela, e ela gritava
de prazer! Nem nos demos conta que se alguém passasse por ali naquele
momento, nos veria em meio aquela sacanagem. Finalmente, meu gozo veio
em fortes jatos dentro da xana de Carina. Senti o quanto gozei, pois
meu leite escorria pela parte inferior de suas coxas, e também de sua
xana. Nos recompomos e fomos embora. Ao chegarmos em casa, encontramos
as demais pessoas já dormindo. Tomamos um banho juntos. Como ainda
estávamos muito acesos, resolvemos dormir na mesma cama. Carina acabou
adormecendo com meu dedo em sua xaninha, depois de gozar uma vez mais,
antes de dormir.

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