terça-feira, 24 de maio de 2011

Strip poker

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AUTOR DESCONHECIDO 

Naquele dia de marco, um forte temporal tirou da rotina a maioria das Pessoas da cidade. Eu certamente não seria uma exceção. As pessoas do escritório já tinham cumprido um dia normal de trabalho e apenas eu e meu Chefe continuávamos alem do horário a fim de resolver problemas pendentes E porque, como aquela tempestade, seria imprudência tentar qualquer caminho De volta prá casa. Certamente iríamos ficar presos num transito horrível. Terminamos o serviço e como a chuva ainda estava intensa, sugeri, lembrando De um baralho que minha colega sempre guardava na gaveta e o usava para jogar paciência no tempo que lhe sobrava da hora de almoço, que passássemos o tempo numa partida de poker. Ele achou a idéia ótima, e como poker e o tipo de jogo que não tem a menor graça se não houver qualquer tipo de aposta, eu propus Que apostássemos um almoço. Depois de algumas mãos, todas equilibradas, o saldo a meu favor era de 2 almoços, 3 barras de chocolate. Estava no meu dia de sorte Foi entao que ele sugeriu que apostássemos algo mais valioso, porque Chocolates e almoços poderíamos facilmente pagar. Eu deixei ele expor a Idéia e não acrescentei nada a proposta dele. Ele propôs que a cada partida Quem perdesse, tiraria uma peca de roupa... Confesso que a idéia me excitava muito. O fato de estar jogando as minhas Roupas contra as dele me atraia. O risco do jogo me atraia. Naquela hora, Não havia perigo de que alguém entrasse na sala dele. Seria divertido Poder arrancar as roupas dele daquela forma Aceitei e as cartas foram Cuidadosamente embaralhadas, num clima de tensão e sórdida curiosidade. Claro que o risco de eu perder as minhas roupas era evidente, mas que Diabos Eu estava no meu dia de sorte E gosto da sensação de perigo... Ele cumpria o trato com algum pudor. A cada partida, as cartas pareciam Melhores para mim. Ganhei as 3 primeiras facilmente. Vi ele tirar a camisa, Os sapatos, as meias. Eu havia perdido somente os sapatos. Enquanto as Cartas eram manipuladas, eu olhava o seu peito de pelos fartos, os músculos Que se contraiam e relaxavam a cada movimento dos seus braços. Aquilo era realmente excitante...a sensação de estar vencendo era Deliciosa. Ele estava quase despido, sem graça, e o ar serio e tradicional Que ele durante o expediente usava tanto, aos poucos ia se desfazendo. Nessa mão, ele exibiu uma bela trinca de ases. Percebi seu olhar sacana, porque agora quem tiraria uma peca de roupa seria eu. Eu só tinha a blusa e a saia, e tirar a blusa no meu caso, era diferente do que ele tirar a camisa. Fiquei sem saber direito o que fazer, mas eu tinha que cumprir minha parte no trato. Ele esperava por isso... Sentia os olhos dele fixos em mim, e seus sentidos captando minhas reações. Só escutei ele dizer: "tira". Todo movimento das minhas mãos em cada botão da minha blusa era deliciado por ele. Na face, ele tinha estampada a expressão sacana de quem perdera ate aquele momento por que assim planejara. O maior troféu dele, não era a minha blusa, mas sim, a minha nudez, o constrangimento que eu revelava enquanto me despia para ele. Essa era sua idéia. Novas cartas foram dadas, nos sabíamos que, o próximo perdedor, ficaria praticamente nu diante do outro. Perdi novamente. Tirei a saia sem levantar da cadeira, e sem olhar para ele. Como um caçador que reúne seus prêmios, ele pediu que eu passasse para ele, todas as pecas que eu tinha tirado ate então. Pegou das minhas mãos as roupas. Primeiro a blusa, depois os sapatos e por ultimo, a recem conquistada saia. Faltavam duas partidas, porque havíamos combinado um total de 6 mãos, perfazendo o total das pecas de roupas que dispúnhamos. Perdi também o sutiã. Sentia o olhar dele percorrer demoradamente as partes expostas do meu corpo, como se alem da aposta, ele tivesse também ganho o direito de ver o quanto quisesse. E podia mesmo. Eu não poderia evitar isso, mas que era constrangedor, era. Para meu azar, ou por muita habilidade dele, perdi a ultima peca que faltava. A calcinha... Eu estava nua na frente dele, e não tinha conseguido arrancar-lhe mais nenhuma peca. Ele disse calmamente como e de seu costume: vamos jogar mais três rodadas. Se você ganhar duas delas, devolvo-lhe as suas roupas. Se você perder duas, você será minha, aqui e agora, do jeito que eu quiser. "e um grande risco" - pensei - "mas, a sorte dele não pode durar para sempre, bolas Se eu perder, não vai ser tão mal assim... E posso deixa-lo nu também, e posso ganhar o direito de fazer a proposta, de mudar a aposta... E o melhor do jogo, a parte mais emocionante e o risco... Afinal O que eu tenho a perder?" Aceitei a aposta. As cartas planavam e caiam perante mim. Eu escolhia a melhor alternativa. Vieram as novas que dependendo da sorte, haveriam de me dar uma boa combinação. Ótimo Eu tinha uma trinca de 10 e um par de reis Ótimo jogo Ele tinha dois pares. Ganhei essa. Ele tirava as calcas agora... Eu dava as cartas agora. Fiz as trocas. Meu jogo era péssimo. Ele ganha mais essa. Agora, era a ultima jogada. Suspirei fundo, tinha um jogo bom, quadra de damas. As chances dele ganhar eram pequenas. Abri o jogo. Ele colocou as cartas uma a uma, mostrando uma quadra de ases. Fiquei ali olhando as cartas, vencida, e tentando entender como funciona a sorte, procurando dissimular a humilhação de perder o corpo num jogo, e experimentando pela primeira vez, a excitação de aceitar um risco alto. Minha respiração já estava alterada, pela ansiedade da espera do que se seguiria nos momentos seguintes. Ele se levantou e eu pude ver que toda a situação já tinha provocado nele uma excitação. Veio em minha direção, e ficou atras de minha cadeira. Senti seus dedos passarem em toda extensão da minha coluna, fazendo minha pele arrepiar visivelmente. Vindas de baixo para cima, as mãos dele recolheram meus cabelos que caiam sobre os ombros, deixando meu pescoço inteiramente a disposição dele... Fechei os olhos e senti o calor e a maciez da língua dele subindo pela minha pele, e explorando as partes internas da minha orelha... Aquilo era delicioso, e eu percebia a umidade do meu tesão no meio das minhas pernas vir em ondas. Decidi me levantar e assim mesmo, ainda de costas, as mãos dele me envolveram pela cintura, puxando meu corpo contra o dele. Ele apertava seu membro duríssimo contra minha bunda e se mexia de maneira sacana, encaixando, esfregando numa dança excitante, sedutora. Eu procurava acompanhar todos os movimentos dele deixando o tesão que eu estava sentindo aflorar em todos os meus poros. Suas mãos subiam pela lateral de minhas coxas, alisando minha pele arrepiada, passavam de um lado para outro, numa deliciosa exploração dos meus segredos mais erógenos. Subiam para procurar os bicos dos meus seios, que já estavam duros de prazer. Ele arrancava de mim gemidos incontroláveis, pensamentos obscenos e provocava mais e mais vontades... De repente, ele me virou de frente e conduziu meu corpo para trás, e percebi que ele queria que eu sentasse na mesa. Sentou-se na cadeira que estava diante de mim, abriu minhas pernas, me puxou pelas coxas, apoiando-as nos ombros dele meus pés no encosto da cadeira. Com os dedos, afastou os pelos que cobriam a entrada da minha vagina, abriu os lábios, e meteu ali sua língua exploradora e quente, buscando dentro de mim, o liquido do meu prazer. Estremeci em cima da mesa de tanto tesão Ele percebia meu tesão crescer e aumentava o ritmo da língua dentro de mim, eu me contorcia de prazer... Sentia ele alternar a língua lambendo freneticamente meu grelinho, sabendo que eu não conseguiria segurar o orgasmo com aquela habilidade toda. Gozei demoradamente e ele ainda ficou algum tempo me lambendo ate perceber que eu já estava com tesão novamente, e queria gozar mais. Fez com que eu descesse da mesa e ficasse debruçada sobre ela. Senti aquele cacete imenso e duro me penetrar de uma vez, abrindo minhas entranhas sedentas por ele, fazendo com que eu pedisse mais, gritasse e gemesse como cadela no cio. O cheiro de homem que ele emanava preenchia minhas narinas e mesmo com os olhos fechados, eu pintava na mente a cena onde ele me possuía. Eu via na mente a imagem, como se eu estivesse olhando como espectadora Eu "via" ele me comer, com os olhos da imaginação. Varias vezes ele parava de mexer ou diminuía o ritmo para retardar o seu gozo e também o meu, e isso deixava alucinada. Foi então, que ele deitou-me no chão, e levantando minhas pernas na altura do seu ombro, me penetrou mais uma vez, mexendo em círculos, apertando seu corpo contra o meu, dando estocadas profundas, que arrancavam de mim gritos de prazer. Senti a explosão dele dentro de mim, um orgasmo intenso que me inundava por dentro e misturava nossas químicas por igual. A sala decorada sobriamente, ganhava agora o cheiro característico do sexo, de suores matizados, de corpos que acabavam de se satisfazer. Ele ficou em cima de mim, beijando-me suavemente, esperando a respiração acalmar e seu pênis amolecer. Eu contraia os músculos da minha vagina, e ele sentindo isso, respondia da mesma forma com seu cacete, como se ambos os órgãos estivessem conversando secretamente.

Levantei depois de algum tempo, peguei minhas roupas e fui ao banheiro. Lavei-me com a ajuda de um copo descartavel que havia por lá, penteei os cabelos e pelo som que vinha do banheiro ao lado ele provavelmente estaria fazendo o mesmo que eu, se recompondo. Pensei em como encararíamos isso no dia seguinte. Passávamos a maior parte do tempo trabalhando juntos, e tinha certeza de que toda vez que nos olhássemos, lembraríamos daquela tarde. Sai do banheiro e lá estava ele inteiramente nu, sentado em cima da mesa brincando com seu pênis entre os dedos, me olhando com a mesma cara de safado e assim que me viu parada na porta com ar de surpresa disse: "a chuva continua... Vem ca, vem..." Cheguei mais perto dele o suficiente para que ele me pegasse pela nuca passando a me beijar loucamente. Eu estava toda vestida de novo, mas ele sabia lidar também com botões e zíper. Foi colocando suas mãos por dentro da minha roupa, alisando minha bunda. Sua língua reconhecia o interior da minha boca, e aos poucos ele foi me despindo novamente. Tirou meus seios para fora, e chupou-os um a um, dando o mesmo tratamento tesudo aos dois. Eu me sentei na cadeira que estava na sua frente, ficando com o seu cacete a altura de minha boca. Peguei-o com as mãos e passei a minha língua em toda extensão daquela delicia. Ele se contorcia de tesão, me dava prazer vê-lo assim. Demorava gentilmente na cabeça do pau dele, e ele delirava com isso. De repente, ele puxou minha cabeça para trás, e fez com que eu deitasse em cima da mesa. Ele continuou de pé, me puxou pelas pernas ate a beirada, segurando minhas coxas no ar meteu seu pau todo dentro de mim, e continuou mexendo num ritmo cada vez maior, ate perceber meus orgasmos seguidos de gemidos e minha boceta encharcar o cacete dele com meu gozo. Logo depois, ele gozava da mesma maneira intensa, deixando transparecer através dos seus sons, todo tesão que estava sentindo. Depois de uma volta necessária ao banheiro, olhei pela janela e vi que a chuva já tinha acalmado, e que o transito apresentava sinais de normalidade. Nos despedimos, desta vez de maneira diferente da habitual, e sabíamos que no dia seguinte teríamos problemas intrincados a resolver, e talvez no almoço poderíamos comentar o que nos aconteceu. Saímos para o corredor que dava acesso aos elevadores, e tivemos tempo de nos beijar ate chegar a garagem do prédio. Era obvio que nosso tesão não pararia por ai, e comentamos o quanto um jogo pode se tornar interessante. Arriscar, pode ser um bom negocio e pode nos levar a deliciosas descobertas como essa. Em tardes quentes, quando as nuvens começam a se formar espessas e escuras, olhamo-nos secretamente e a mesma pergunta paira um instante no ar, no mesmo clima de desejo que envolve a nos dois... "será que chove hoje?"

sexta-feira, 20 de maio de 2011

INOCÊNCIA?

autor desconhecido

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Sou médico, tenho em torno de 40 anos, sou separado e tenho 3 filhos já adolescentes...
trabalho em hospitais e em consultório e nunca antes disso tinha me envolvido com pacientes, embora sentisse que em algumas vezes principalmente na hora do exame físico em que a paciente se despe, quando tocamos e apalpamos alguns pontos, algo acontecia, principalmente com a paciente, eu notava que a respiração se tornava mais rápida, a voz trêmula, a face ruborizava, o suor começava a brotar do corpo e em alguns casos até a calcinha ficava com uma mancha de umidade denunciando que ela estava excitada....
mas eu sempre fiquei na minha e procurei não demonstrar, mesmo quando esse clima todo também me contagiava, assumindo uma postura profissional... Um belo dia em que eu atendia no consultório, entrou uma paciente adolescente com 17 anos acompanhada por sua mãe, uma senhora dos seus quarenta e poucos anos……. Ao olhar para as duas notava-se facilmente que havia um parentesco entre as duas, mas pela jovialidade da mãe passavam por irmãs facilmente. ………..A garota, chamava-se Alessandra, apesar de adolescente, já tinha um corpo de mulher, porém sem perder as características de menina, loira, cabelos lisos, compridos, olhos bem verdes, a boca carnuda, com um sorriso que não sei definir se inocente, ou propositadamente provocante, com um olhar, que já no primeiro momento me deixou desconfortável, porém não era possível definir se era malicioso ou simplesmente natural. Seu corpo já bem feito e sua maneira de vestir também eram provocantemente inocentes... ..Com shortinho bem curto entrando no bumbum, blusa com a barriguinha de fora, bem agarrada no corpo e um sutiã tipo meia taça dando a impressão que os seios estavam saltando para fora do decote………. Sua mãe, também muito bonita vestia-se de maneira mais sóbria, porém não deixava de ser provocante, pois a roupa permitia que se notasse a marca do sutiã e da calcinha do tipo fio dental entrando também na bunda…… Mas o que mais chamava a atenção nela era o seu olhar... daquele tipo meio que distante... um pouco triste... meio que pedindo para que você dissesse algo que fizesse nascer um sorriso, que imagino seria lindo... Bem, as duas entraram e sentaram-se na frente da minha mesa e a Alessandra, totalmente desembaraçada e à vontade, começou a contar o motivo pelo qual a tinha feito me procurar... ela disse que sentia com alguma freqüência, a noite, uma dor, seguida de aperto no peito, que seu coração começava a bater forte como se fosse saltar pela boca, junto com falta de ar, sentia também um desconforto na região do abdome, também mal definida e não conseguia dormir quando isso acontecia……… Fiz as perguntas de praxe sobre doenças prévias, na família, mas nada positivo……….. A mãe pouco interferiu, até mesmo porque Alessandra dominava a situação. Terminada essa primeira fase, pedi que ela se despisse, que ficasse apenas de sutiã e calcinha e deitasse no divã para que eu pudesse examina-la……… Com uma naturalidade quase infantil ela despiu-se, deixando aparecer ainda mais aquele corpo bonito de menina moça, ainda sem demonstrar a maturidade de mulher, mas que deixava claro, que não era mais criança…….. Já um pouco abalado mas ainda dominando meus sentimentos, afinal eu tenho uma filha quase da mesma idade e pensei: Que ridículo... a garota é uma criança inocente... você fica aí fantasiando essas besteiras todas.... tarado depois de velho???? Me aproximei do divã e primeiramente medi sua pressão e tomei sua pulsação que estavam normais, coloquei o estetoscópio nos ouvidos e comecei a auscuta…….. Percebi que assim que a toquei ela ficou toda arrepiada, os biquinhos dos seio se entumeceram instantaneamente e ela começou a respirar mais forte, quando olhei para o seu rosto, ela estava me encarando com um sorriso sacana (será que estou fantasiando? pensei), como que me pedindo para continuar, mas não a examina-la, mas sim a bolina-la... Fiquei gelado, paralisado.... nunca me vi numa situação igual, totalmente desarmado e sem saber o que fazer.... A mãe dela a poucos centímetros de nós, às minhas costas, felizmente nada podia ver, senão teria percebido a minha perturbação……. Esforçando-me, tentei manter o controle e meio que desajeitadamente prossegui o exame, mas toda a minha postura profissional já tinha ido por terra e o pior foi que ela percebeu e parecia divertir-se com isso…… Parecia que ela tinha certeza que eu tentava manter a pose mas não tomaria nenhuma atitude de parar com o jogo dela, o que seria o correto.... e que ela poderia prosseguir porque eu já estava totalmente seduzido. …..Nesse momento, ela pegou a minha mão e dizendo que ia mostrar onde doía, colocou por debaixo do sutiã em cima do biquinho do seio e começou a fricciona-lo. Pude ver então aquele biquinho rosado totalmente entumecido e arrepiado.... ela sorria, mordendo o lábio inferior me encarando com aquela expressão de tesão totalmente estampada no rosto.... Eu já estava totalmente excitado... já começava a ficar preocupado em como eu iria me recompor e sentar-me e encarar a mãe dela sem que ela percebesse a minha total perturbação, que já estava visível no volume da calça... Tentei interromper o exame, mas ela me impediu dizendo que eu não tinha visto a dor que ela sentia no ventre e novamente me pegou pela mão e a colocou na região do umbigo e disse que doía e se irradiava para baixo... e foi levando a minha mão, por debaixo da calcinha, para a região do púbis, até a portinha da sua vagina... percebi que ela estava totalmente encharcada com um liquido viscoso... ela começou a massagear o seu clitóris com a mão sobre a minha.... vi que não dava mais pra continuar desse jeito... tirei bruscamente a minha mão, fingi que tinha terminando o exame para que ela também se recompusesse e consegui disfarçar e sentar-me de volta à minha mesa.... Pra falar a verdade nem sei como terminou a consulta.... lembro que pedi alguns exames de rotina e as orientei que marcassem o retorno quando estivessem prontos... ela saiu propositadamente por último e ainda me olhou com aquele mesmo sorriso inocente com o olhar sacana.... aguardei alguns minutos antes de atender a próxima paciente pois não tinha a mínima condição de prosseguir... Daquele dia em diante, ela não saía mais do meu pensamento... ficava fantasiando mil situações entre nós, mas consciente, acho, que tudo não passava de uma brincadeira e que quando ela voltasse eu retomaria as rédeas da situação e colocaria um fim naquilo, mas por dentro eu não sabia como iria agir, pois eu começava a enfrentar uma batalha interna entre culpa e desejo... Eu já estava separado há alguns anos e não tinha nenhuma namorada fixa, tinha me dedicado ao trabalho exaustivamente e o sexo tinha meio que adormecido dentro de mim... Essa garota tinha despertado todo aquele desejo reprimido dentro de mim, me fazendo sentir jovem novamente, um verdadeiro adolescente aos quarenta anos de idade.... Os dias foram se passando e eu não conseguia tira-la da cabeça... Até que finalmente ela compareceu ao retorno... Pra minha surpresa, ela veio sozinha, sem a mãe... estava vestida com um vestido de alcinha curtinho extremamente provocante... logo que ela entrou eu perguntei sobre a mãe, e com o mesmo sorriso maroto, ela disse simplesmente que ela não pode vir... Abri os exames e estavam todos normais e que iria receitar um calmante natural, leve pois o quadro era muito sugestivo de ser apenas ansiedade e talvez um pouco de stress... nisso ela disse que a dor tinha mudado de lugar e queria que eu visse.... ainda tentei resistir explicando que era assim mesmo, que a dor podia mudar de local ou irradiação, mas não adiantou... ela levantou-se e sentou-se no divã e foi desabotoando a sua blusa... levantei-me e quando me aproximei, ela novamente pegou minha mão e a colocou sobre o seu peito e com a mão sobre a minha ela apertava e soltava... com a outra mão, ela começou a acariciar o meu braço, enterrando suas unhas e gemendo... nunca havia me sentido assim, tão excitado até então... ela percebeu e me puxou para um beijo demorado e molhado.... com a outra mão ela levantou o vestido... tirou então minha mão do seu seio e colocou sobre a sua bucetinha totalmente molhada, ainda com a boca colada na minha, afastou para o lado a calcinha e expôs aquela buceta molhada me pedindo para mexer gostoso... fui mexendo, me envolvendo, com a outra mão ela começou a acariciar e apertar o meu pinto por sobre a calça... ele estava tão duro que chegava a doer.... fui aumentando o ritmo dos carinhos e quando tentei introduzir um pouco o meu dedo ela pediu totalmente ofegante que não... porque ela era virgem.... aquilo me fez cair em mim... e tirei então a mão, me afastei me desvencilhando do seu abraço.... e disse que não podia acontecer, que não estava certo... que ela compreendesse que não podia acontecer nada entre nós, principalmente ali dentro, que a secretaria podia entrar a qualquer momento.... Ela sempre sorrindo, disse que morria de tesão por mim.... que me queria a qualquer preço... Ela tentou aproximar-se novamente, mas já recomposto a afastei... e pedi para que saísse e não voltasse mais pois ela não tinha doença nenhuma... acho que não fui muito convincente, pois a desejava muito... Mas, ela resolveu ir embora e saiu olhando pra trás com o mesmo sorriso maroto.... Esse episódio me tirou totalmente do sério, já não conseguia trabalhar direito, não conseguia dormir direito... estava sempre no mundo da lua.... pensando nela, no seu cheiro, que ficou impregnado na minha mão... no que poderia ter acontecido se eu fosse em frente... até um sonho erótico eu tive com ela... e olha que desde a adolescência e não tinha esse tipo de sonho.... acordei todo melado, suado, com a respiração ofegante... tinha gozado dormindo... Alguns dias se passaram e mais uma vez consegui controlar-me e dominar os meus impulsos... Uma noite, quando eu saía do consultório, notei que ela estava lá fora, do outro lado da rua... quando a notei, ela percebeu e novamente sorriu pra mim... fiz que não percebi, entrei no carro e me fui... senti um misto de excitação e de medo, pois eu percebi que ela começava a me assediar.... mesmo preocupado, me convenci que era só eu não dar atenção que ela acabaria se cansando como qualquer adolescente.... Mas logo eu percebi que estava enganado.... Meu telefone começou a tocar a noite... a principio ela nada falava, mas depois ela se identificou e dizia que estava apaixonada, que morria de tesão por mim. No começo, eu desligava, mas como ela insistia, eu resolvi conversar com ela, no inicio tentava argumentar, mas nada funcionava, ameacei dizendo que iria ligar pra mãe dela e contar tudo, mas ela disse que contaria que era o contrário, que ela diria que eu tinha abusado dela e passado a mão e tentado aproveitar-me dela no retorno que ela tinha ido sozinha. Eu sabia que seria a palavra dela contra a minha, mas se um escândalo fosse armado seria péssimo e no final acho que eu realmente me culpava por ter cedido, deixado acontecer e realmente algo tinha acontecido, eu a tinha tocado... se no primeiro dia eu não a tivesse encorajado nada teria acontecido... Fiquei muito bravo e nervoso, desliguei o telefone, não atendia mais as suas ligações, mas ela deixava mensagens na secretaria eletrônica, quando eu desliguei a secretária, não sei como, mas ela descobriu o meu celular e começou a me ligar, deixar mensagens na caixa postal, sempre dizendo que não iria me dar sossego até que eu voltasse a conversar com ela... Eu estava me sentindo encurralado, sem saber o que fazer, mas no fundo, a minha vaidade estava a mil, a sua insistência me dava um estranho prazer.... Quando vi, depois de alguns dias, que aquilo não teria fim, atendi o telefone e disse que gostaria de conversar com ela, pois aquilo era uma loucura... Cancelei o consultório numa tarde e marquei um encontro com ela, em um lugar público, numa praça próxima. No dia marcado, passei em casa, troquei de roupa, pus uma calça jeans, camisa também de jenas esporte, de manga comprida e fui meio que com medo do que poderia acontecer, meio que excitado com a situação, imaginado todas as possibilidades do que poderia acontecer... ensaiei vários discursos, mas no fundo, estava inseguro comigo mesmo, não sabia se conseguiria manter o controle da situação, aquela garota me excitava, me atraía... eu a desejava como nunca desejei mulher nenhuma, estava totalmente seduzido.... Quando cheguei, ela já estava sentada num banco, me esperando.... quando me viu, abriu aquele sorriso maroto e sem dar tempo de qualquer reação da minha parte, saltou e me abraçou pelo pescoço e começou a me beijar.... No começo tentei resistir, me desvencilhar, depois, como não conseguia, fiquei parado, sem reagir e depois comecei a corresponder... primeiro sentindo o gosto da sua boca, dos seus lábios carnudos, quentes, molhados, da sua lingua que insistia em invadir a minha boca, daquele corpo colado no meu, daqueles seios duros sendo amassados contra o meu peito... minhas mãos antes paradas inertes, começaram a acariciar suas costas, depois desceram para aquela bunda durinha... e conforme eu a apertava ela se contraia, gemia baixinho, com a voz rouca, dizia que estava morrendo de tesão e me apertava cada vez mais... Percebi que as pessoas que passavam ficavam olhando... então num esforço consegui afasta-la um pouquinho e disse para ela se controlar que estávamos em público... ela soltou uma gargalhada e disse que tudo bem, que eu poderia leva-la para onde eu quisesse... Sugeri uma sorveteria e ela disse que não... falei de uma lanchonete e ela também disse que não... pedi então que ela sugerisse, e ela disse que queria ir para um motel! Gelei na hora... mas o único argumento que me veio à mente foi que ela era menor de idade e que era perigoso... ela sorriu novamente e disse que queria ficar a sós comigo... não importava onde... eu já tinha tentado de tudo... acho.... mas já não estava mais agüentando de tesão... e finalmente entreguei os pontos.... falei que iríamos para o meu apartamento, mas que ela se comportasse até entrarmos em casa... ela deu outra risada gostosa e me agarrou e me beijou novamente.... Entramos no carro, eu estava com as pernas bambas, não acreditando na loucura que estava prestes a cometer... ela agarrada no meu pescoço, começou a me beijar e passar a mão no meu pau, dizendo que não via a hora de agarra-lo e fazer mil carinhos nele... Dessa vez, eu nada fiz para impedi-la, meu carro tem os vidros bastante escuros, com insufilm e as pessoas não conseguem ver o que acontece do lado de dentro... nessas alturas meu pinto estava totalmente duro... ela abriu o ziper e tirou-o para fora... ele já estava todo molhado de tesão e ela começou a massagea-lo, passando a pontinha do dedo na cabecinha, fazendo movimentos circulares... quase bati o carro umas duas vezes até o caminho de casa... e olha que era perto. Quando chegamos, parei o carro na garagem, no sub-solo torcendo para que ninguém nos visse. Como era de tarde o prédio estava vazio e subimos sem problemas. Quando finalmente fechei a porta atras de nós, senti uma mistura de alívio e de excitação.... Alessandra estava radiante, entrou e explorou com curiosidade e entusiasmo todo o apartamento, como se fosse um brinquedo novo. Passada a empolgação inicial, ela veio até a mim, colou o seu corpo no meu e começou a me beijar... senti uma onda de calor invadir todo o meu corpo... beijei a sua boca, seu pescoço, sua orelha, enquanto minhas mãos deslizavam pelas suas costas, cintura, bunda... ela gemia se contorcia, se esfregava toda em mim.... com os dentes eu prendi a alcinha do seu vestidinho e deixei cair pelos seus ombros, revelando novamente o seu peitinho com o biquinho já durinho... beijei, lambi, mordi o biquinho, bem devagar e sem pressa... ela gemia e me apertava de encontro ao seu seio... eu podia sentir perfeitamente o rítmo de sua respiração ofegante e o seu coração batendo cada vez mais rápido e forte.... nisso, encontrei o ziper nas costas do vestido e fui abrindo e deslizando meus dedos ao mesmo tempo... senti o seu corpo todo se arrepiar e ela soltar um gemido de tesão.... Como num passe de mágica, o vestido todo deslizou, e caiu sobre os seus pés... Que visão mais linda, a do seu corpo seminu, só de calcinha e sandália... as curvas perfeitas, os seios durinhos, a bundinha empinada.... Peguei-a no colo e a levei para o quarto... quando eu quis deita-la na cama, ela resistiu e disse que queria tirar a minha roupa... Delicadamente ela foi desabotoando a minha camisa, beijando o meu peito, abrindo-a e puxando-a para as minhas costas, para descobrir os meus ombros, nisso os meus punhos ficaram presos na manga da camisa, tentei liberta-los, mas ela pediu para que eu ficasse assim: preso e agora ela seria a minha dona pra fazer o que quisesse de mim... ela começou então a beijar os biquinhos do meu peito que ficaram tão duros que chegavam a doer.... com as mãos agora ela cravava as unhas e arranhava minhas costas me trazendo uma sensação indescritível de prazer e de dor.... foi me beijando, descendo ao meu umbigo, meu abdome... eu senti arrepiar-me todo quando ela deslizava a boca, hora me beijando, hora me lambendo, hora me mordendo.... sem parar um só instante, ela desafivelou meu cinto, desbotou minha calça, desceu o ziper e puxou com força minha calça junto com minha cueca para baixo... senti uma dor forte, pois o meu pinto estava totalmente duro e ficou preso na cueca quando ela a puxou para baixo... quanto mais dor eu sentia, mais prazer também eu sentia.... já estava feito louco quando ela ajoelhada na minha frente, colocou o meu pau na boquinha.... primeiro ela lambeu e depois começou a chupar só a cabecinha como se estivesse mamando.... pedi para ela colocar meu pau todo dentro da boca, mas ela disse que não cabia... que adorava chupar assim, só a cabecinha e continuou assim lambendo chupando e mordendo a cabecinha que já estava toda vermelha e inchada de tanto tesão. Foi então que ela me empurrou e eu caí com as mãos presas às costas na cama. Ela desceu a calcinha e veio por cima de mim e pegando no meu pau começou a esfrega-lo na sua bucetinha que já estava toda melada... a sensação da fricção da cabeça naquela buceta molhadinha com alguns pelinhos foi indescritível... comecei a gemer e me contorcer, o que a deixava com mais tesão ainda e a fazia esfregar mais rápido ainda... Sem aguentar mais, rasguei as mangas da minha camisa, libertei minhas mãos e a agarrei pela cintura, pronto para penetra-la... nisso, ela se contraiu assustada e falou que não queria que a penetrasse... eu perguntei por que.... se ela estava com medo de engravidar... que eu tinha preservativos... mas ela permaneceu irredutível, mas quando viu que não tinha saida, ela confessou que não queria perder a virgindade e estava com medo de que me contando eu achasse que ela seria imatura demais e me desinteressaria por ela... Pelo contrário, isso me deu mais tesão ainda... joguei-a de costas na cama, abri bem as suas pernas e comecei a lambe-la bem devagarzinho... primeiro os grandes lábios, rechonchudos, fofinhos, com pelinhos loiros bem ralinhos, depois os pequenos lábios que saltavam para fora como se fossem pétalas de uma flor escondida no rachinho pequeno daquela buceta deliciosa... lambi e mordi o clitoris que era pequenino, mas estava durinho.... nisso ela começou a fazer um movimento de vai e vem compassado, mas cada vez mais rápido e forte enquanto ela gemia a sussurrava palavras que eu não conseguia compreender... comecei a explorar então a sua bucetinha com a lingua... senti o seu cabacinho.... uma pelezinha bem macia que a ponta da lingua alcançava lá no fundo... senti que começou a brotar um liquido espesso e viscoso, com um cheiro inebriante, enquanto ela já começava a gritar e se contorcer feito louca... aproveitando o seu gozo, com o polegar fui começando a massagear o seu cuzinho... senti que ela não se retraiu, pelo contrário, ela se abria mais e empurrava a bunda de encontro a ele até que entrasse totalmente naquele buraquinho quente e apertado, gemendo e rebolando... tirei o dedo e fui subido até ficar sobre ela e com o pau sobre a sua bucetinha deslizando e se esfregando no seu grelinho e no cuzinho eu disse que queria gozar dentro dela, que estava morrendo de tesão e que queria comer seu cú... Senti que ela estava muito excitada mas repentinamente se retraiu... Perguntei se ela também era virgem no cuzinho... Ela me contou que apenas permitira carinhos e que seus namorados pusessem apenas o dedo... Continuei os carinhos, falando no seu ouvido como ia ser gostoso... que eu iria lubrificar bem gostoso o buraquinho e prometi que pararia se estivesse doendo... embora no íntimo eu soubesse que essa era uma promessa que eu não poderia cumprir.... Fui ao banheiro e peguei então um vidro com óleo de amendoas que eu tinha para outras finalidades, mas que serviria muito bem também a esse propósito, pois eu já o havia usado em outra ocasião... Pedi que ela deitasse de bruços e abrisse bem as pernas... lambuzei meu dedo médio e comecei a massagear lentamente, com movimentos circulares em torno do buraquinho, depois introduzindo a pontinha do dedo, sempre movimentando, e a cada volta enterrando um pouquinho mais... Ela começou a rebolar e a gemer... senti que o cuzinho foi relaxando mais e mais... quando consegui colocar dois dedos juntos sem ela reclamar, senti que era a hora de tentar colocar o meu pau... Coloquei-a de quatro na cama, lubrifiquei bem o meu pau que já estava totalmente duro... e pedi para que ela o colocasse na portinha.... ela empinou o corpo, pegou o meu pau e encaixou a cabecinha na portinha do cú... comecei a pressionar e dei umas três ou quatro estocadas de leve.... senti que ele foi laceando, cedendo, e a cabeça, que já estava totalmente inchada foi penetrando aquele buraco apertado... quando, finalmente passou e se alojou... Senti um aperto muito forte no pescoço do meu pau e ela soltou um gemido de dor... quando comecei a tentar entrar mais, ela gemendo de dor pediu para que eu tirasse, que estava doendo, que não iria aguentar, que era muito grosso e duro... Quanto mais ela gemia, mais aumentava o meu tesão.... abracei-a forte por trás, passando os meus braços sob as axilas, amassando seus peitinhos e segurando os seus ombros firmemente com as duas mãos, e com força, empurrei e meti tudo em três estocadas... ela agora gritava, gemia, chorava respirava como uma cadelinha... esperei o meu pau se acomodar dentro do cú dela e quando finalmente ela relaxou um pouco o aperto que dava no talo do meu pau, comecei a fazer um movimento de vai e vem bem compassado e lento... aos poucos fui sentindo que ela foi relaxando e começou também a mexer os quadris, inicialmente bem de leve e depois muito depressa... o que era gemido de dor, transformou-se em tesão... conforme ela mexia os quadris, forçando o meu pau cada vez mais pra dentro do cú... soltei então o abraço e comecei a acariciar, suas costas, seus peitinhos com os biquinhos cada vez mais durinhos, afastei as nádegas e pude assistir a cena que mais me deu tesão em toda a minha vida, que foi ver o meu pau entrando todo dentro daquele buraquinho... tirei o pau e pude ver o cú todo arrombado, comecei a colocar e tirar a cabecinha... ela já suplicava para eu meter mais fundo, para foder gostoso o cú... Coloquei a mão por baixo e senti a sua buceta totalmente tão molhada que chegava a pingar.... Tirei o meu pau e a deitei de costas com as nádegas apoiadas sobre dois travesseiros.... lubrifiquei mais ainda o pau, abri bem as suas pernas e comecei a comer o cuzinho pela frente... ela cada vez gemia mais de tesão... comecei a massagear o seu grelinho, a bucetinha com os dois polegares, enquanto eu metia forte... ela gemia e se contorcia feito louca.... e pela respiração, senti que ela começava a gozar de novo, agora pelo cú... Nisso eu também não aguentei mais, deitei-me sobre ela, procurei a sua boca e assim totalmente grudados, gozei como nunca tinha gozado antes... senti o meu pau tremer em espasmos cada vez mais intensos... senti a minha porra, passando pelo canal do pênis e sendo despejada bem fundo naquele cú maravilhoso.... Ficamos assim grudados, nos beijando por algum tempo... fui sentindo o pau amolecer e numa contração, ela o expulsou de dentro dela.... Já estava escurecendo quando nos levantamos, tomamos um banho juntos... levei-a de carro até próximo à casa dela, onde nos despedimos com um longo e apaixonado beijo.... Sim, eu estava totalmente apaixonado por ela... Desde então, minha vida virou de cabeça para baixo, fiquei obcecado por ela a ponto de comprometer meu trabalho, relação com filhos e amigos, por influencia ou armação da parte dela, me envolvi também com a sua mãe, acabamos indo os três para a cama juntos, uma verdadeira loucura e depois de algumas vezes, eu também tirei a sua virgindade... mas não se comparou à intensidade e à emoção dessa nossa primeira vez.... Se vocês um dia quiserem que eu conte o resto, posso continuar... Mas minha intenção é saber se vocês me condenam pelo que fiz.... se teriam feito diferente.... Será que faltei com a ética? Será que cometi um crime? Será que apesar da idade, ela era inocente a ponto de não saber ou ser responsável pelos seus atos? Seduzi ou fui seduzido? Sou algoz ou vítima? Será que sou um monstro? Vivo atormentado entre o remorso e o desejo de querer mais... entre a culpa e o medo de sempre não resistir à próxima vez... Já tentei me afastar, procurar outras mulheres, mas não consigo nem me aproximar direito, sentir um tesão igual... Nenhuma me atrai... Será que outra mulher poderia me tirar desse rodamoinho ao qual estou preso? ... Será que não vou conseguir nunca me libertar desta situação?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Danielle dentro do carro e na cama da mãe

                                                                                                    By: Terence 
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Transar com a mãe e as duas filhas parece fato impossível, imaginação fértil. Só depois que isto acontece, percebemos como somos animais e que não há limites para sexo. Dividir estes momentos é uma forma de relembrar. Volto a contar uma aventura sobre elas: Silvia, minha namorada, poderosa na cama, suas filhas Danielle 16 anos e Claudia 15. Já contei como rolou a primeira vez..como foi intenso,gostoso e inesquecível,tirar a virgindade das duas garotas, principalmente com a mãe sabendo. Minha tesão, já revelei, será transar com as duas de uma só vez. Por enquanto uma não sabe da outra, apesar de desconfiarem. Agora vou contar de uma transa com Danielle de 16 anos, cerca de 40 dias depois da noite no chalé...já contei a passagem no (comi a mãe gostosa e as duas filhas virgens) Danielle de 16 pra recordar como ela é: cabelo claro e médios, boca carnuda, peito arrebitado e grande, um olhar safadinho e sensual, andar gingadinho muito gostosa !!! Depois daquela Noite Silvia me pediu que parasse que eu havia gozado dentro de Danieele e que poderia engravida-la. Danielle passou algumas semanas com vergonha de que havia acontecido, andava me desviando. Não falava sobre o assunto nem mesmo com a mãe. Numa noite, Silvia me ligou para buscar as meninas na casa de amigas, estava chovendo e ela não voltaria a tempo. Fui busca-las. Danielle chegou de sobrinha, disse oi entrou no banco de trás do carro e ficamos esperando Claudi. Claudia veio um pedaço do caminho e voltou, esqueceu alguma coisa. Neste interim, olhei para Danielle e perguntei..estava boa a festinha, ela disse.. ótima! mas rindo acrescentou pena que tinha quase só mulher. Ela estava de vestido preto colado no corpo, cabelo todo preso com gél. Meu sangue subiu, ferveu com aquela frase..muita mulher..trocamos algumas frases esperando Claudia..lá fora chovia..arrisquei dizer..ainda lembra daquela noite no chalé com tua mãe?..ela demorou um pouquinho..pensei vai largar os cachorros e brigar comigo. Pelo contrário...não sei se havia bebido algo..Daielle abriu um sorriso e olhando se não vinha ninguém... falou ainda sinto no meu corpo aquela loucura, tenho vergonha até de pensar como consegui fazer aquilo...aproveitei para dizer. eu também ainda sinto..e me masturbo pensando em você. Danielle tentou mudar de assunto e disse a Claudia não vem mais..é capaz de ficar dançando. Pegou a sobrinha e voltou lá.. alguns mintos retornou no carro e disse, ela vai dormir aqui na Jordana, você me leva?...claro respondi! Danielle agora sentou no banco da frente não evitei olhar o vestido na metade das coxas, coladinho. Os seios grandes, sozinhos..meu a tesão...sobe a cabeça. trocamos algumas palavras e voltei ..puxar assunto..queria cantar aquela gostosinha de todo jeito. Disse..Danielle, transar com tua mãe é bom, mas aquela vez com você foi como estar no paraíso..e você parece que não gostou? Ela me olhou séria e disse: não foi certo o que fizemos, não é que não tenha gostado. Estavamos chegando na casa dela, meu pau estava pulando feito bagual, ao mesmo tempo sabia que mesmo tendo transado uma vez, não podia forçar. Entrei com o carro na garagem, por causa da chuva. Dise e agora, vai ficar sozinha, tua mãe pode demorar... Danielle abriu a porta do carro..e dfoi dizendo..acho que a mãe não demora..segurei em sua mão e pedi..fica mais um pouquinho...ela sentou...comecei a elogiar o vestido..o cabelo..segurava sua mão arranhando de leve.. passava até o braço..ela as vezes dizia..não podemos~ficar aqui juntos, você namora minha mãe. Tocando em sua cintura pelo lado e subindo de leve pelas costas minha mão e o braço disse..Danielle sensualidade...desejo..não dá pra controlar..tua mãe sabe que sempre te desejei...a gente não tem culpa se é bom se tocar...sentir..Ela já estava bem pertinho de mim ..passei a mão pelo pescoço..nos ombros..você está linda Danielle..enquanto falava beijei de leve sua orelhinha..com um brinco azul.. ela estava em transe..eu pior..estava nas nuvens..passei com beijinhos no pescoço no seu rostinho perfumado..nos ombros..ela dizia baixinho..pare não podemos...A chuva caia mais forte neste momento..a porta voltou a encostar..aquela menina moça me hipnotizava..estava mais uma vez me tornando um cafajeste conquistado..lembrava de como foi na primeira noite..ao beijar seu rosto com beijinhos rocei em seus lábios..fiquei beijando seu nariz toquei em seus labios de leve com a língua...ela dizia pare...pare...senti que ela queria..quando minhas mão chegaram em seus peitos devagarinho minha boca estava em seu queixo com a línha deslizando no pescoçinho...ela oltou um gemidinho e me beijou..que bei..de língua..animal. nos beijamos por muito tempo..desci pelo colo até os peitinhos, afastei o vestido..que mamilos..durinhos.. Danielle se retorcia com a cabeça no banco.. enquanto mamava e mordiscava minhas mãos passeavam acariciando as pernas...subi o vestido e entrei na barriguinha..com a língua no umbigo pelos lados da cíntura..beijava de leve e passva a língua..Danielle se retorcia e levantava a cintura..estava de tanguinha branca..cavada..desci...beijando até perto da calcinha....voltei para sua boca beijando forte coloquei a mão na bucetinha..toda molhada..levei sua mão no meu pau...tirei ele pra fora todo lambuzado. eu já tinha gozado....ela começou a punhetar não aguentava mais....abri o cinto baixei a calça..ela dizia ..meu deus.. a mãe pode chegar... peguei ela pela cintura e trouxe encima do pau..ela se ajeitou..bateu na buzina..um susto..não parei..fui trazendo ela ..beijando com força..ela descia..na cabeça do pau..ela disse ..sem camisinha.. nem respondi. Aquela hora não dava mais tempo. Meu pau foi entrando..ela gemia baixinho..o som saia pelo nariz porque nossa bocas se engoliam..foi descendo mexendo cada vez mais rápido..ela sentou tudo..e fodia..eu com toda aquela tesão levantava fodendo de baixo para cima. Danielle depois de algum tempo estremeceu..gozando ..Eu Gozei também, com aquela bucetinha apertada...mesmo tendo gozado a pouco tempo inundei .assim abraçados e exautos pelo local apertado ela me disse..Meu Deus..posso engravidar.. falei..é dificil Danielle..não se preocupe. Ela saiu do carro..o vestido estava com marcas de porra..disse que precisava me limpar para sair..Entramos na casa..fui no banheiro social e ela na suite da mãe..quando voltou estava de camiseta e moleton..falei vou embora antes que tua mãe chegue..Danielle vermelha ainda disse ..mais uma vez..que loucura..chuguei pertinho e abracei..foi muito bom..você é gostosa.. ela esgorou a cabeça em meu ombro..sentia os seios no meu peito..meu pau cresceu de novo..comecei a beijar seu pescoço e ela sentiu o volume bater forte no moleton..dizia não não..falava meu nome.isso não.Fiquei tarado puxei pelo braço para a cama de casal e dizendo só um pouquinho....coloquei ela de bruço na cama e coloquei o pau por tráz ela abriu um puco as pernas e numa tacada..penetrou levantei ela de quatro na cama e fodia ..bombava todo aquele pauzão..fodia..ela gemia..aí..aí que gostoso..voltou a gozar..eu disse na bundinha..deixa eu comer tua bundinha pra gozar de novo ela não. A bundinha não! tirei o pau e pedi pra ela chupar..ela não quiz..pedi..me ajuda..ela começou a punhetar e gozei...que transa..fui embora com as pernas bambas de ter faturado Danielle pela segunda vez....

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Consolando Uma Ninfeta

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autor desconhecido

Conheci Rosi por intermédio da minha sobrinha Cláudia, que ao apresentá-la foi logo dizendo: - Tio, console esta gata: ela está triste porque brigou com o namorado. Olhando para Rosi, eu disse: Não fique triste, menina, homem existe aos montes, e logo você encontrará outro. E passei a mão em seus longos e lindos cabelos pretos e em seu rosto macio. Pouco depois, me respondi e fui embora. No dia seguinte, passando novamente onde minha sobrinha trabalhava, vi com surpresa que Rosi estava lá e Cláudia foi logo dizendo que a magia estava morrendo de saudades. Olhei Rosi, que abaixou os olhos, encabulada. Peguei suas mãos e garanti-lhe mataríamos aquelas saudades, e fui caminhando para o carro. Rosi segui-me sem dizer uma palavra. Mal chegamos ao carro, a garota se atirou em meus braços, dizendo que estava louca por mim contou que, depois que eu havia passado as mãos em seus cabelos e rosto, algo havia acontecido com ela. Pensara toda a noite em mim e não importava se eu era casado, nem que eu tivesse quarenta anos e ela, vinte. Queria ser minha. Como meu tempo era curto, precisava ir logo para casa, pois minha esposa tem ciúmes de até da sombra, procurei rapidamente encontrar um lugar. E mesmo antes de chegarmos, Rosi já estava abraçando e beijando. Disse-lhe para manter a calma, pois estava dirigindo. Assim que encontrei um lugar conveniente, parti para o ataque, pois do jeito que a garota estava, não precisava de rodeios. Comecei a beijá-la e fui tratando de tirar sua blusa. E aí surgiram dois belos e pequenos seios. Ela estava sem sutiã. Comecei a chupar, ou melhor, a engolir seus peitinhos, pois de tão pequenos, quase cabiam em minha boca. Rosi se espremia toda e se encarregou de ir tirando seu short, ficando só de calcinha, tão pequena que estava toda dentro do rego. A bunda dela era bem grande. Eu continuava os beijos e chupações nos seios, pescoço, barriga. E quando coloquei a língua em seu umbigo, percebi que a gata chegava ao seu primeiro orgasmo, gemendo e se contorcendo. Ainda estava vestido, e Rosi pedia para ver meu pau assim que este apareceu, ela foi logo pegando e acariciando. Achou-o grande e pedi que o chupasse. Ela disse que nunca havia feito isso. Mas que eu a ensinasse, chuparia com todo o prazer. Deixei a aula de chupada para outro dia, pois tinha que ir embora. No dia seguinte, no local e hora marcada, lá estava ela: linda, estonteante, de preto, encantadora. Levei-a ao melhor motel da cidade. Rosi ficou encantada. Nunca havia estado num motel. Enquanto ela admirava o quarto, fui tirando a roupa e, em seguida, passeia a despi-la. Primeiro a blusa, descobrindo os peitinhos, que passei a abocanhar, ao mesmo tempo em que tentava tirar-lhe a calça. Assim que ficou só de calcinha, lentamente, aos poucos, foi surgindo uma vasta mata que cobria toda a sua boceta. Comecei a abrir a densa selva de pêlos que cobria a gruta do amor. Rosi era pequena mas tinha uma grande boceta. Ataquei de boca e comecei a chupar os grandes lábios vaginais. Com a língua, procurava penetrar-lhe a boceta. Rosi gemia, gritava, agarrando-me pêlos cabelos, forçando minha cabeça de encontro a sua vagina quente, sempre dizendo que aquilo era bom demais e que nunca seu namorado havia feito isso com ela. Aos poucos, fiz com que se deitasse. Sentei-me por cima e coloquei meu pau em sua boca. Disse-lhe para abrir bem a boca e comecei o movimento de vaivém. Meu pau ia até sua garganta. Senti que ia gozar logo, mas não gozei dentro de sua boca. Tirei o pau e a porra jorrou em seus lindos seios, escorrendo pelo corpo. Peguei Rosi no colo, toda lambuzada de porra, e levei-a ao banheiro para tomarmos um banho recuperarmos as forças. Enquanto a ensaboava, vi melhor a bela bunda que ela tinha, bem grande para seu tamanho, e que por certo escondia um apetitoso cuzinho. Abraçados, fomos direto para a cama e comecei a enxugá-la com minha língua, gota a gota. Rosi queria subir pelas paredes, e achei que estava na hora de sentir o prazer daquela enorme boceta. Abri suas pernas e direcionei meu pau para o centro e comecei a penetração. Mesmo tendo achado meu pau grande, aquela gulosa vagina foi engolindo tudo com a maior facilidade. E ela começou a rebolar a bunda como se fosse uma peneira vibratória. Eu quase não conseguia manter o pau lá dentro. Se a moça não sabia chupar pau, tinha grande prática com sua xana. Procurei levantar suas pernas para cima, tipo franco assado, e desferi violentas estocadas que foram ao fundo. Logo começou a gozar, mais umas estocadas e chegamos juntos ao gozo. Rosi gritava tanto que cheguei a me assustar. Disse-me que tinha sido o seu melhor orgasmo. Saímos mais umas duas vezes sem que ela me deixasse comer seu cuzinho. Tempos depois, ela mudou-se para o Paraná, mas me escrevia e me telefonava sempre. Até que um dia me contou que ia se casar e nunca mais tive notícias suas. Minhas cartas não tiveram resposta e seu cuzinho ficou só na saudade.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

FANTASIAS NO DENTISTA!

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Droga de dente. Já era a terceira vez que a restauração caía. O dentista de Kátia já havia alertado que restaurações nos molares eram difíceis de segurar. Lá estava ela, de novo, tendo que cancelar a saída com a turma no final do expediente para voltar com o Dr. Custódio, o dentista, para resolver aquela situação. Kátia era o tipo de mulher pra cima, independente, segura e bonita. Chefiava o setor de cadastro de uma companhia telefônica. Morava só, desde que havia mudado de sua cidadezinha para fazer faculdade na capital. Conseguiu logo um bom emprego e, com isso, a possibilidade de cuidar de sua vida. Afetivamente as coisas não tinham dado tão certo assim. Rompera o namoro de muitos anos com um cara de sua cidade, justamente pelo fato de não ver perspectivas naquela relação. Josias tinha sido seu primeiro namorado sério, e o único com quem transara até aquele momento. Apesar do rompimento definitivo, Josias não se conformara com a decisão de Kátia, telefonando algumas vezes e, até mesmo, procurando-a na capital. Durante a última visita de Josias, com direito a sexo e tudo, Kátia pôde ter a absoluta certeza de que não queria o ex de volta em hipótese alguma. Página virada, Kátia estava realmente disposta a investir mais em sua vida afetiva e, principalmente, viver sua sexualidade com mais paixão, coisa que vinha buscando há um bom tempo. As saídas com a turma do trabalho pareciam ser uma ótima opção na busca de um novo companheiro, daí a razão de ter ficado tão frustrada com a urgência de resolver o problema do dente. Ligou para o Dr. Custódio que, para seu desespero, estava de saída para o aeroporto, pois iria participar de um Congresso. A atendente, percebendo ser uma situação emergencial, disse à Kátia que Dr. Luciano iria ficar atendendo os pacientes de urgência do Dr. Custódio, e que se ela quisesse, poderia vir às 18:30. Kàtia não pensou duas vezes. Determinada como era, não gostava de deixar nada para o dia seguinte. Lavou o rosto escovou os cabelos e rumou para o consultório. Era uma mulher exuberante. Aos 25 anos de idade, demonstrava uma segurança incomum às jovens, despertando nos homens um magnetismo intenso. Tinha 1,70m, corpo bem feito, os cabelos claros na altura dos ombros e adotava um jeito sóbrio de vestir, tipo executivo, mas extremamente sexy. Naquela tarde usava uma camisa de mangas, com botões na frente, uma saia justa comportada, mas com uma fenda generosa atrás que permitia que os olhares masculinos mais gulosos penetrassem, alcançando a visão daquele par de coxas perfeitas e bem torneadas. Kátia seguia, no metrô, com sua seriedade e magnetismo costumeiros, sacudindo, de vez em quando os cabelos sedosos e brilhantes, tornando aquele visual ainda mais atraente.
Ao chegar no consultório, a atendente cumprimentou-a, já com a bolsa na mão dizendo que teria que sair logo, mas que o Dr. Luciano já estava com as fichas dos pacientes daquele início de noite. Kátia agradeceu e sentou-se no sofá da sala de espera, aliviada por perceber que seria a próxima a ser atendida, já que não havia outra pessoa por ali. Neste momento, abre a porta do consultório um homem jovem, vestido de branco, com uma máscara na boca. Retirando a máscara e olhando para a ficha em sua mão, perguntou se ela era Kátia. Kátia, impressionada com a beleza daquele homem alto, de cabelos escuros, pele bronzeada contrastando com a roupa branca, quase gaguejou ao responder afirmativamente. Então aquele tesão de homem era o substituto do Dr. Custódio, pensou. Ele, que a essa altura já tinha feito uma avaliação de Kátia, sorriu pedindo que ela aguardasse, pois seria a próxima a ser atendida. Nesse instante entra na sala de espera uma senhora dos seus 50 anos, dizendo que estava ali para ser atendida pelo Dr. Luciano, também. De modo simpático, o dentista disse à ela que aguardasse um pouco. Por volta de 5 minutos o senhor que estava sendo atendido despediu-se e saiu, quando Luciano pediu à velha senhora que entrasse. Kátia deu um pulo na cadeira, sem compreender, pois ela sim deveria seria a próxima, pela ordem de chegada. De modo carinhoso - e irresistível - o doutor explicou que só iria fixar um dente na prótese daquela senhora e então poderia fazer sua restauração, que, certamente seria algo mais demorado.
Sem estar convencida com a explicação, Kátia conformou-se, de certo modo excitada pela idéia de logo ter a boca examinada por aquele homem. De fato, o serviço na boca da velha foi rápido. Parecia que o doutorzinho queria se livrar dela. Quando enfim estavam a sós, Luciano disse: - Vamos lá? Você é a última paciente do dia. Concordando, Kátia levantou-se e foi seguindo explicando o porque de sua consulta de urgência. Luciano disse à ela para que não falasse nada, pois ele iria aproveitar para fazer uma avaliação completa em sua boca, para ver se era apenas o problema da restauração. Kátia sentou-se tensa na cadeira, por sentir-se visivelmente atraída pelo dentista. Ele por sua vez, embora aparentasse agir com profissionalismo, demonstrava um ligeiro nervosismo. Pegou os instrumentos, examinou arcada superior, inferior, e começou a trabalhar. Colocou um lenço com uma corrente em volta do pescoço de Kátia, esbarrando sua mão nos seios desta, que já começavam a arfar. Parecia que o Dr. Não encontrava uma posição correta, pois passava de um lado para o outro da cadeira, e nesses movimentos, sempre encostava nas pernas de Kátia, que já estavam descobertas até as coxas, devido à posição da cadeira. Luciano começou a falar, para ganhar intimidade, que tinha sido uma sorte substituir Dr. Custódio, principalmente para fechar um longo dia de trabalho atendendo alguém como Kátia. Nesse momento, pediu que ela fechasse e abrisse a boca várias vezes para ver se a nova restauração havia ficado boa. Kátia obedeceu, com a respiração totalmente irregular. Luciano sentou-se no braço da cadeira e, inesperadamente pousou a mão sobre a coxa de Kátia dizendo: "Vamos esperar um pouco para sedimentar bem este dente." O toque daquela mão fez Kátia ruborizar de prazer, começando a ficar excitada e molhada. O safado, que estava bem atento a todos os sinais, inclusive aos bicos dos seios de Kàtia, que pareciam querer furar o sutiã e blusa, ficou com a mão ali, bancando o ingênuo. Passados alguns segundos, Luciano perguntou como estava a restauração. Kátia, saindo de sua passividade, reclamou dizendo que estava com um pouco de excesso, incomodando o dente da lateral. Luciano pediu que mostrasse à ele qual o dente a incomodava. Kátia segurou a mão do doutorzinho, que já estava sem luvas, puxou o indicador e colocou em sua boca, roçando nos dedos da arcada superior dizendo: "É aqui, ó!" Luciano, ainda sentado no braço da cadeira, mas muito, muito próximo do corpo de Kátia, começou a passear com seu indicador levemente por todos os dentes daquela mulher, num gesto muito mais sensual do que técnico. Aquele ato sensual despertou nos dois um intenso prazer, resultando numa ereção poderosa em Luciano, e numa calcinha completamente encharcada de prazer em Kátia. Esta, dominada pelo desejo de arriscar algo com aquele dentista que, provavelmente não veria mais, passou a língua pelo dedo de Luciano, que nesse momento começou a fazer uns movimentos suaves na coxa da gata, por cima da saia.. Kàtia, instintivamente, abriu um pouco as pernas, como num convite à Luciano ousar mais nas carícias. O doutorzinho esperto, entendendo os sinais, começou a subir pelas coxas por baixo da saia, enquanto Kátia começava a chupar o indicador do Luciano com extrema volúpia. Luciano, num tom de voz rouco, sussurrou: - Tive a impressão que você gostou de eu ter me livrado da velha, também, não foi? Tava na cara que a gente podia ter um momento muito gostoso aqui, não é? Nossa... tá toda arrepiadinha. Deixa eu ver esse peitinho, vai... Como que hipnotizada por aquele homem sedutor, Kátia parou de chupar aquele dedo e, aprumando-se na cadeira, começou a desabotoar sua blusa, jogando longe o lencinho preso ao pescoço. O tarado, que a essa altura estava com as duas mãos massageando a parte interna das coxas da gata disse: - Vou mamar muito nesses biquinhos durinhos... biquinho de fêmea louca pra dar, loucar pra gozar... Tua cara tá estampada de tesão reprimido... Diz que não quer que eu te coma, diz... Kátia, a essa altura, gemia, com os dedos do Luciano penetrando pelo elástico da calcinha. Ela não tinha o que falar. Só queria curtir muito o tesão daquele cara ali, disposto a dar todo o prazer que ela tava a fim. Reclinando-se no braço da cadeira, Luciano começou a lamber os bicos dos peitos dela por cima da renda do sutiã chupando e molhando tudo com sua saliva. Por fim, arrancou a peça rendada, deixando aqueles seios maravilhosos livres. Ficou de pé, puxou a saia de Kátia, que continuava na cadeira, tirou-lhe a calcinha minúscula e começou a lamber sua barriga, sua virilha, fazendo com que ela sentisse um tesão louco, antes da língua dele tocar sua xaninha. Kátia logo constatou que aquele dentista era ótimo de boca. Lambia e sorvia toda a bucetinha dela, com uma vontade louca. Andréa se contorcia na cadeira, e enfim começou a gemer cada vez mais alto, dizendo "Me chupa, me lambe, vem, eu quero derreter na tua língua... Aaaaaai... Aquela mulher maravilhosa tava ali, gozando na boca do Dr. Luciano, que segurava os quadris e a bunda perfeita dela com as mãos, começando a usar os dedos pra explorar o ânus da loirinha... Ela, deitadinha na cadeira, fazia todos os movimentos que pudessem facilitar o trabalho do dentista tarado. Foi quando ele ordenou que ela virasse de costas na cadeira. Luciano arriou a calça e a cueca, deixando aquele pau duro, gostoso, pular pra fora, já todo melado. Começou então a sessão de tortura para Kátia: Luciano "pincelava " a bundinha empinada da Kátia, passava a cabeça do pau na entrada da xoxota, melando naquela xana encharcada. Kátia empinava a bunda, como quem dança um "funk". Luciano louco com aquela fêmea, puxou ela pelos cabelos, dizendo: "Agora não, putinha. Só vai ser comida depois de chupar bem esse pau." Louca para sentir o gosto do pau do seu dentista, Kátia, sentou-se na cadeira, com a perna aberta e começou a chupar o Luciano, primeiro devagar, depois aumentando a pressão, deixando o cara transtornado. Enquanto a fêmea chupava, a taradinha esfregava a xoxota no couro da cadeira, melando tudo, sentido o maior tesão. Nesse momento, o doutorzinho tirou o pau da boquinha da Kátia e gozou, espalhando o sêmem no peito dela todo. Kátia, com a mão na vagina, começou a gemer, fazendo beicinho pedindo: "Me come, meu tesão, vem meu gostoso, que eu quero teu pau lá dentro." Como uma puta, virou a bundinha quase na cara do Luciano, abriu a bucetinha com os dedos, alisando o grelhinho, implorando. "me fode agora, vem..." Luciano, de uma estocada só meteu o pau duro fundo na xana da Kátia, começando a mexer, primeiro devagar, depois acelerando, acelerando, apertando os peitos dela, até explodir num gozo alucinante. Aquele tesão de mulher estava insaciável. Nunca, nem na mais ousada transa com Josias ela havia gozado daquele jeito. Luciano, por sua vez, estava extasiado pela ousadia de, pela primeira vez, levar a frente a fantasia de comer uma paciente. E que paciente! Mas aquela sessão de foda deliciosa, aquela afinidade sexual perfeita não podia acabar ali. Kátia, vestida apenas com sua saia levantada até a cintura e calçada com os sapatos de salto alto, empurrou delicadamente Luciano na cadeira dizendo à ele: - Deita, doutor. Agora eu assumo o comando. Aquele mulherão, determinada e tarada, louca pra descobrir todas as suas possibilidades de gozo, colocou os braços de Luciano para trás da cabeça do doutor, tirou as calças brancas dele, abriu os botões de sua camisa, dizendo: - Você não pode me tocar até eu mandar. Começou a beijar o tórax do dentista, mordiscando de leve os bicos do peito dele, causando um arrepio. Lambeu o peito cabeludo do doutor, subindo nos quadris do cara, esfregando a xoxota melada na barriga dele. Esfregava, ronronava, se oferecia como uma vadia, segurando os braços dele sempre pra trás. Incrível o potencial de gozo daquela mulher, que abria a boca de tesão, só de esfregar o grelo na pele do doutor... Gemendo, Kátia pediu que ele pegasse seus peitos. Torturado pela ordem anterior sem poder apalpar, alisar e amassar aquele monumento, o doutor apertou os seios de Kátia com vontade, o pau já completamente endurecido. Kátia ergueu os quadris, encaixou a cabeça do pau de Luciano na portinha da xana, segurou-se no suporte da luza da cadeira odontológica, descendo devagarinho naquele cacete. - Que delícia... aahhh, tesão de homem.... - gemia Kátia. Luciano nunca tinha experimentado uma penetração tão alucinante! Kátia, ainda pendurando-se ao suporte de luz, subia e descia, cavalgando aquele mastro, deslizando louca, totalmente melada pelo seu prazer, esfregando o clitóris no pau do Luciano, sentindo um prazer duplo: da penetração e do esfrega-esfrega do grelinho. - Puta merda! Me mata de tesão, sua gostosa! Luciano estava louco. Mexia sua bunda para cima e para baixo, como se quisesse arrombar a buceta de Kátia com vigor, socando tudo naquela xoxota voraz... O gozo dela vinha chegando e ele, não conseguindo mais segurar, explodiu de prazer, enchendo a bucetinha com sua porra quente. "Aahhh...." Ela gozou um pouquinho depois, mexendo sem parar, quase fazendo com que Luciano desmaiasse, pela hipersensibilidade que estava sentindo no pênis. Nunca havia gozado desta maneira... Nunca uma mulher havia controlado tanto o seu prazer. Kátia era uma verdadeira fêmea, que ele tivera a felicidade de identificar, por trás de toda aquela aparência de executiva séria e compenetrada. Aliás, ela era absolutamente fantástica quando era "penetrada". Abraçados, os dois descansaram um pouco no consultório antes de decidirem sair dali. Luciano imaginou que talvez eles pudessem continuar se encontrando para outras fodas fantásticas. Kátia prometeu manter contato, mas aquele início de noite tinha marcado profundamente seu desejo sexual. Daquele dia em diante, Kátia passaria a exercer o maravilhoso jogo da sedução com os mais diversos profissionais que tivesse contato. A idéia de conviver entre os dois mundos - profissional competente e puta avassaladora - agradou bastante aquela mulher séria e decidida. Luciano havia sido o primeiro, mas certamente não seria o único a fazer parte de sua redescoberta sexual...

quarta-feira, 4 de maio de 2011

DEPOIS DO EXPEDIENTE!

09

Roberta era uma garota de 17 anos. Resultado da mistura de raças, a qual o Brasil é um privilegiado, Roberta era da cor de canela. Cabelos negros e compridos, rosto retângulas, olhos pretos, corpo escultural, seios pequenos, pernas compridas, tornando-a bem alta. O que chamava a atenção nela não era sua beleza; mas o corpo escultural como um todo e o seu jeito de ser. Ela era uma garota alegre, sorridente e inteligente; uma pessoa com a qual a conversa se torna agradável; uma garota que atrai um homem tanto sexualmente quanto intelectualmente.
Gustavo era um homem bem mais velho. Pele clara, cabelos pretos, olhos grandes e castanhos escuros, rosto redondo destacando o nariz, estatura um pouco abaixo da média nacional. Era do tipo que não despertava o interesse feminino.
Talvez o que destacava nele fosse sua maneira tranqüila de ser, sua visão otimista, seu bom humor e sua inteligência aguçada. Não havia praticamente quase nada em comum entre Roberta e Gustavo; a não ser que trabalhavam no mesmo lugar - na mesma sala - e estão sempre em contato um com o outro. Ele já trabalha ali há algum tempo, mas ela faz apenas alguns poucos meses.
Já se conheciam anteriormente, pois ela era filha de uma empregada doméstica que trabalhou na casa ao lado a que ele morava. Então acontecia de se encontrarem esporadicamente. E Gustavo começou a reparar nela assim que a conheceu.

Ela devia ter uns 13 ou 14 anos naquela época, quando seu corpo começava a tomar forma de mulher. Certo dia aconteceu de pegarem o mesmo ônibus. Foram conversando durante o trajeto. Havia apenas um banco desocupado, ela se sentou e ele ficou de pé na frente dela. Ela usava um vestido longo de alças. Ao olhar para baixo, viu os pequeninos seios da menina por baixo do vestido. Ficou desconsertado, porque um forte desejo de toca-los e mordisca-los foi tomando conta dela. Ficou tenso e não conseguia desviar os olhos de tão bela imagem. Contudo, a viagem terminou e ele desceu com aquela visão em sua cabeça. Quando voltou para casa ainda estava excitado e com os pensamentos nos belos e pequeninos seios da menina. Trancou-se no banheiro e masturbou-se possuindo Roberta em pensamentos. Contudo, o tempo passou e sempre que ele via Roberta ficava imaginando os seios da menina; seios esses que já havia crescido. Não só os seios, mas o corpo ia ficando escultural e tomando forma de mulher. Gustavo ficou surpreso quando chegou ao escritório e encontrou Roberta. Indagou curiosamente sobre o que ela estava fazendo ali e acabou por descobrir que havia sido contratada. Cumprimentou-a e lhe deu boas vindas ao novo emprego, desejou-lhe muita sorte e se ofereceu para ajuda-la no que fosse possível. Ela agradeceu tamanha gentileza e assim passou a trabalhar numa mesa próxima à que ele trabalhava. Sempre que precisava de alguma ajuda recorria a ele.
O tempo foi passando e se tornaram bons amigos. Gustavo, porém, não conseguia tirar aquela menina dos pensamentos. Não que a amasse; nada disso. Sentia tão somente um desejo ardente de possui-la algum dia. Sabia que os seios dela não eram mais dois botões de rosa. Pela beleza talvez fosse desejada por muitos homens e era bem provável que algum sortudo a tivesse deflorado. Mas isso tudo não o interessava. Simplesmente não conseguia livrar-se do desejo de possui-la. E por isso mesmo a tratava com a maior afabilidade, com muito donaire.

Naquela sexta-feira Gustavo precisava ficar até mais tarde no escritório. Os colegas foram saindo um por um e Roberta sentiu pena de deixar Gustavo sozinho e resolveu fazer-lhe companhia. Não estava com pressa de ir para casa.
-- Você não vai embora? - perguntou ele
-- Já terminei, mas vou ficar aqui mais um pouco te fazendo companhia.
-- Não precisa. Se quiser pode ir para casa - disse ele. A bem da verdade estava lisonjeado com o gesto dela.
- Já estou quase terminando. Daqui a pouco vou embora.
-- Não tenho nada para fazer em casa.
-- Então, fique a vontade.
Roberta sentou na cadeira próxima a que ele estava sentado e ficou vendo ele terminar suas anotações. De repente Gustavo teve uma idéia. Não sabia se daria certo, mas não custava nada tentar. Abriu a gaveta e retirou uma edição da revista Caros Amigos e uma pequena brochura contendo um conto erótico; colocou-o dentro da revista sem que ela visse. Em seguida, ofereceu a revista para ela ler.
-- Toma! Fique dando uma olhada enquanto eu termino - disse ele. -- Obrigada. - Roberta pegou a revista. Roberto continuou com suas anotações. Ele, porém, não conseguia fazer o trabalho com a mesma atenção dantes. Ela não dava tento, ele prestava mais atenção nela folheando a revista do que nos seus afazeres. Aguardava ansiosamente que ela encontrasse o conto e começasse a lê-lo. E foi o que aconteceu seguidamente. Roberta virou e página e a pequena brochura escorregou.
Ela pegou e o olhou e leu o título. Era um conto escrito por ele mesmo. O nome do conto era "A Primeira Vez". Narrava com todos os detalhes o defloramento duma menina de 13 anos por um rapaz de 25 anos. A sensualidade com que o conto descrevia o ato, deixava qualquer leitor excitadíssimo. Ela interessou-se pelo conteúdo e fechou a revista, e colocou sobre as pernas cruzadas, e começou a lê-lo. Gustavo percebeu que a narrativa prendia a atenção dela. Pensou no que ela ia achar de encontrar um conto tão pornográfico como aquele em suas coisas. "Acho que ela está caindo na minha armadilha... Ainda bem que estou usando um pseudônimo e ela não vai descobrir que fui eu quem o escreveu...", pensou ele pouco depois.
Naquele dia, Roberta calçava tênis, usava calça jeans apertada e blusa com botões na frente. Os dois primeiros botões estavam desabotoados deixando a mostra as rendas do sutiã cor de rosa. Tal qual ela, ele também usava calça jeans, calçava um sapato marrom e vestia uma camisa cinza com detalhes. Passou-se alguns instantes. Nesse ínterim Gustavo arrumou os papeis sobre a mesa, aproximou-se de Roberta e, pondo as mãos carinhosamente sobre os ombros dela, perguntou:
-- Aposto como você já está excitada? - Alisou delicadamente o pescoço dela com uma das mãos.
-- Que safadeza! - exclamou ela. Imediatamente ela sentiu um calafrio.
-- Eh! Isso responde a minha pergunta - opinou ele.
Roberta estava lendo a última página do conto.
-- Esse aí deve ter aprendido comigo a fazer amor com uma garota.
-- Por quê? - inquiriu ela.
-- Porque uma boa parcela dos homens não sabem dar prazer a uma mulher. Pensam que é só deitar com a parceira na cama, fazer algumas carícias, enfiar a pica e gozar.
-- Isso lá é verdade - concordou ela.
Aquelas palavras induziram Gustavo a acreditar que ela já havia passado por essa experiência. "Pra ela falar isso só pode já ter acontecido com ela", pensou ele.
-- Não sabem que muitas mulheres levam mais tempo para ficarem excitadas, para chegarem ao orgasmo. Não sabem que elas precisam de muita carícia para que isso aconteça.
-- É mesmo - disse ela, terminando de ler o conto. - Principalmente os garotos.
Nisso ela sentiu os lábios dele na sua orelha direita, os braços em volta dos seus ombros e a ponta dum dedo alisando as bordas do sutiã. Novamente um calafrio percorreu-lhe todo o corpo e os bicos dos seios se enrijeceram.
-- Deixa eu te mostrar como dar prazer a uma mulher? - sugeriu ele, sussurrando bem baixinho no ouvido dela e mordicando-lhe a orelha em seguida. Ela hesitou por alguns instantes.
-- E se chegar alguém? - quis saber.
-- Não vai chegar ninguém - afirmou ele categoricamente. - Todos já foram embora e eu vou trancar a porta, minha gata.
- Os olhos deles se cruzaram e Gustavo foi abaixando lentamente a cabeça até que os lábios dele tocaram aos dela. Então ele fechou os olhos e se beijaram intensamente. Gustavo se sentiu um Betinho beijando Capitu diante do espelho, quando ela estava se penteando. Um desejo tão intenso tão intenso brotou de dentro dele que não era mais capaz de pensar em outra coisa a não ser em possuir aquela mocinha tão desejada em outros tempos. Enquanto se beijavam, a mão de Gustavo escorregou por dentro da roupa dela até encontrar o hirto seio. Como se fosse comandada por um impulso elétrico, a mão dele fechou e abriu apalpando o delicado monte. E Gustavo sentiu toda a rigidez do mamilo dela. Roberta envolveu o pescoço dele com seus braços e apertou ainda mais seus lábios contra os dele. Foi um beijo longo e ardente.
-- Vem cá! - chamou ele, puxando-a pelo braço. - Levanta!
-- Tranca a porta - pediu ela mais uma vez.
Levantou-se, encostou de costas na mesa e ficou olhando-o trancar a porta. Ao voltar, parou de frente para ela, encostou-se seu corpo no dela, levou as mãos aos botões da blusa e foi desabotoando um por um. Sentiu que o desejo ardia-lhe por dentro como uma fogueira. Seus olhos pareciam que iriam saltar em direção aos seios arfantes dela. Seu coração, assim como o dela, batia aceleradamente provocando um calor intenso. "Ela deve estar toda molhadinha..., doidinha para sentir minha pica dentro dela... Vou enfiar tudinho... Vou fazer ela gozar até não agüentar mais... Ela não vai esquecer dessa foda nunca mais...", pensou ele. Não era somente ele que se perdia em pensamentos libidinosos. Ela também estava envolvida por tais pensamentos. "Que homem mais afoito... Se ele for que nem o cara da história vai me deixar louca... Já estou ficando encharcada... Ah!, como eu quero o pau dele dentro de mim!...", também pensava ela. Gustavo retirou-lhe a blusa e a jogou para o lado. Em seguida, beijou-lhe o seio, onde o sutiã não cobria, passou lentamente a língua pela borda do fino vestuário e foi descendo em direção ao umbigo. Ela contraiu a barriga, afagou-lhe o cabelo e deu um longo suspiro quando a ponta da língua penetrou a redonda cicatriz. Instantes depois, ele voltou a subir repetindo o mesmo ritual. Suas inquietas mãos procuraram as alças do branco sutiã e as puxou para baixo fazendo-as cair pelos braços. Não satisfeitas, elas saíram em busca da abotoadura, envolvendo aquele corpo tão belo e jovial. Mesmo não tendo olhos, as mãos dele encontraram o que procuravam e com destreza, feito experiente desatador de nós, desprenderam a atadura. O sutiã se soltou, escorregou e ficou pendido pelos braços dela. Imediatamente os olhos dele se esbugalharam aos ver tão belos e esculpidos seios descobertos. Por dentro de suas vestes, sua masculinidade estremeceu feito um terremoto. Um terremoto provocado pelas visões daquelas íngremes e redondas montanhas. Montanhas essas, tão belas, tão perfeitas que nem mesmo a morada de Zeus se igualava à tamanha perfeição. Talvez fosse exagero fazer tal comparação; contudo, ele jamais havia visto escultura tão bem moldada como aqueles seios. Então ele salivou feito um cão faminto e tomando por uma atração invisível e sobre-humana, sem que pudesse se conter, aproximou os lábios do mamilo esquerdo e o sugou. Ela o apertou fortemente contra seu corpo e gemeu num grande enlevo. Aquilo o incentivou a continuar. Então começou a contornar o seio com os lábios e a lhe perpassar a língua umedecida e passou a mordiscar suavemente o mamilo. A outra mão imediatamente encontrou o que fazer e tratou logo de envolver o outro seio e a aperta-lo feito mão de padeiro. Naquele momento, ela estava sentindo tanto desejo quanto ele. Ela suspirava, gemia e balbuciava palavras incompreensíveis. Suas mãos espremiam a cabeça dele contra seus seios como se ela quisesse introduzi-los por inteiro na boca dele. Não fazia mais que um minuto que sentia os lábios e a mão dele neles. Ela já não agüentava mais de exaltação. Nunca um homem havia lhe provocado tamanho deleite. O momento não permitia que ela pensasse no que havia dito com relação ao conto, mas ele estava realmente mostrando que não havia mentido. Gustavo mordeu-lhe os peitos várias vezes, e mesmo assim ela pedia mais; queria que ele continuasse mordendo. Ele também não tinha vontade de parar. Seus lábios nunca haviam tocado seios tão perfeitos e delicados. Além do mais, ele não queria só transar com ela; queria excita-la ao máximo; queria fazer sentir prazer como nunca; queria faze-la descobrir a sensualidade e o êxtase de uma relação sexual; e principalmente, queria mostrar-lhe que o mais importante era o jogo de sedução e as carícias preliminares. O ato em si era, tão somente, a consumação de todo aquele jogo. Se ela compreendesse isso, seria fatalmente uma mulher que enlouqueceria qualquer homem na cama. E quanto mais lhe mordia o pequeno e duro seio, mais excitado ele ficava. Parou de acaricia-la por alguns instantes. Tempo suficiente para tirar sua camiseta e desabotoar a calça dela. Suas mãos tremiam de desejos. Abriu o zíper e com a ajuda dela foi abaixando a calça. Seus negros olhos faiscavam ao vê-la meneando os quadris para que a veste soltasse com mais facilidade e lentamente ir surgindo a calcinha cor de rosa. Desatou o cadarço do tênis do pé esquerdo. Ela dobrou levemente a perna e ele retirou o calçado e a branca meia. A seguir, repetiram-se os mesmos gestos para retirar o outro calçado. Então Gustavo acabou de livra-la da calça jeans. Jogou-a sobre a mesa sem a menor preocupação onde iria cair, pois seus olhos estavam paralisados no meio das pernas dela. Foi assim que ele viu que ela estava molhada no centro, como se brotasse água daquela fenda. Instantaneamente um leve cheiro penetrou em suas narinas, atiçando ainda mais seu instinto animalesco. Roberta também estava por demais excitada com aquele jogo de sedução. E sentiu seu desejo aumentar deveras quando viu Gustavo desabotoar a calça dele, puxar o zíper para baixo e algo se tornar mais volumoso por dentro da peça íntima. Viu também que ele estava molhando, pois uma mancha escura na parte mais íngreme da veste dele. Estava muito curiosa, queria saber o tamanho, o formato, a espessura e a cor daquele objeto de desejos. Já havia saído com outros rapazes, mas todos da sua idade e nenhum com um falo tão desenvolvido como aquele parecia ser. E o desejo temperado a curiosidade fez com que ela tomasse a iniciativa e levasse suas mãos à borda da única peça de roupa que ainda restava nele e a empurrasse para baixo. Quando viu aquele mastro enorme diante de seus olhos não resistiu. Levou-lhe a mão e o acariciou delicadamente, fazendo suaves movimentos para trás e para frente. "Que pau mais lindo... é de enlouquecer qualquer mulher...", pensou ela.
-- Que pau grande! - exclamou ela. -- Não exagere. Ele não é tão grande assim. Tem o tamanho normal.
-- É que nunca experimentei um assim - disse ela com a maior naturalidade.
-- Pois você vai poder fazer de tudo com esse, sua safada!
-- Então eu quero que você me enfie ele todinho na minha xoxotinha. Quero que me foda todinha, meu tesão gostoso... - disse ela, apertando fortemente o órgão dele.
-- Calma, meu amor! Vamos brincar um pouquinho mais.
-- Mas eu não estou agüentando! - implorou ela. - estou pegando fogo. Quero sentir ele se mexendo dentro de mim... Quero ser tua. Gustavo, mais que rapidamente, levou as mãos à borda da calcinha dela e a foi empurrando lentamente para baixo. Ela escorregou suavemente pernas abaixo até o tornozelo. Roberta apoiou uma das mãos na mesa e levantou a perna para que ele acabasse de retirar a fina peça de roupa, em seguida fez o mesmo com a outra e então ela estava inteiramente despida. Ainda agachado de joelhos, ele ergueu um pouco a cabeça e fitou maravilhado aquele triângulo negro que partia do meio das pernas dela. Como ficou encantado com aquela pradaria, cuja vegetação era formada por um único tipo de arbusto. Seus olhos, porém, logo em seguida, prenderam-se na grande fenda que havia um pouco mais em baixo. Era dali que minava um liquido viscoso e incolor e o qual exalava um aroma afrodisíaco. E a beleza daqueles campos e o perfume daquela fenda o atraíram feito ímã puxando um pedaço de metal. Então seus sedentos lábios tocaram aqueles pelos e foi escorregando em direção à úmida fenda. Quando eles chegaram no início dela tiveram que parar porque não conseguiram avançar mais. O rosto dele havia encontrado o bloqueio das coxas dela. Na ânsia de querer chegar ao seu destino, sua língua escorregou para fora e penetrou na grande greta, feito tatu em sua toca. Roberta sentiu a áspera língua lhe penetrar. Levou as mãos à cabeça dele e abrir as pernas para que ele pudesse avançar mais, ir mais fundo. E ele foi. A posição, aliás, era por demais incômoda para ambos. Então ele se afastou e disse:
-- Deita aqui na minha mesa. - Ele se levantou. Rapidamente juntou de forma desordeira os papeis e os colocou de qualquer jeito na outra mesa.
- Vou te chupar todinha, minha xoxotinha gostosa! Roberta sentou-se à mesa e foi deitando lentamente. Ele a ajudou a se deitar com cuidado. Em seguida ela dobrou as pernas apoiando os pés sobre a mesa e abriu as pernas feito um leque. Ele ficou vendo com os olhos quase a se soltar a grande fenda se abrir, os grandes lábios vermelhos escuro se afastarem e revelar a caverna mais fantástica que já tinha visto. Foi uma visão mágica, magnífica, uma visão que não poderia ser descrita. Não podendo resistir àquele encanto ele levou um braço a cada perna dela, as abraçou, aproximou sua boca faminta daqueles lábios e sua inquieta língua tocou o clitóris dela. Aquela jovem tão bela e provocante se contorceu de prazer.
-- Me chupa mais... mais... Aaaaiiiii... não tô agüentando mais... - sussurrou ela, acariciando os próprios seios com suas mãos. Ela os apertava e movimentava os mamilos para todos os lados. Para lhe dar mais prazer, ele mordeu-lhe suavemente os grandes lábios. Ela gemia e gemia aspirando sons lânguidos. Isso o fazia perpassar cada vez com mais rapidez a língua pela protuberância dela, o que a levava a gemer e respirar em intervalos cada vez menores. Sem que ela notasse, ele levou a mão à ensopada vulva dela, umedeceu o dedo médio e o introduziu lentamente na bocetinha daquela menina. Ela se contornava de prazer e uivava. Gustavo percebeu que estava conseguindo atingir seus objetivos: fazer aquela jovem sentir prazer como nunca tinha sentido em toda a sua vida. A seguir, depois de movimentar o dedo inúmeras vezes para frente e para trás, ele retirou o dedo banhado pelas secreções dela, escorregou-o até o outro orifício um pouco mais embaixo e passou a unta-lo. Suas intenções estava claras, iria introduzi-lo no anus dela. E aquele escorregar do dedo dele provocou novas sensações de prazer nela.
-- Aaaiii!!!!... não tô agüentando mais... - balbuciou ela, mexendo seu corpo de forma que ele parecia formar uma onda. - Por favor, me foda..., me coma todinha..., sou tua putinha... vem...
Gustavo levantou um pouco a cabeça e olhou para a face dela. Viu-lhe a expressão de volúpia estampados nos olhos. Era como se fosse uma verdadeira puta em abstinência sexual. Então resolveu perguntar:
-- Não está agüentando mais não, putinha safada? - Seu dedo voltou escorregar-se entre os grandes lábios das entranhas dela. -- Não!... Me faça gozar...
-- Ainda quero quer você implore mais - ele afirmou. Novamente seu dedo escorregou de volta para baixo até encontrar a abertura do pequeno orifício.
- Você gosta dele passando assim no seu cuzinho?
-- Aaaiiiii, adoro!...
-- Então experimenta isso.
Antes mesmo de ouvir ele terminar de dizer a frase, ela sentiu o teso dedo forçar a entrada. Os músculos daquela abertura se expandiram e a parte da mão dele deslizou suavemente para dentro. A sensação de ter um corpo estranho dentro de si fez com que aquele apertado orifício reagisse espremendo aquele corpo como se quisesse expulsá-lo. Contudo, os movimentos circulares e de vai-e-vem que Gustavo fazia com o dedo e o roçar da língua áspera dele em seu sensível clitóris, causaram tanto prazer à Roberta que sua respiração se tornou mais rápida, os movimentos de seu corpo se tornaram mais bruscos e os gemidos mais intensos. De repente, ela apertou fortemente a cabeça dele contra seu sexo, como se fosse introduzi-la dentro de si, e então explodiu:
-- Vou gozar... Com as contrações dos músculos pélvicos dela e o êxtase do orgasmo, ele sentiu uma grande quantidade de secreções escorrer abundantemente até sua boca. Então ele sorveu aquele liquido gostoso, como se estivesse sorvendo o mais fino e raro dos licores produzidos até então. E aquilo também era demais para ele. Era querer demais dele vê-la extasiada e não querer procurar o seu próprio gozo. Ele também queria sentir as sensações que ela estava sentindo. Por isso ele levantou a cabeça e disse:
-- Essa só foi a primeira. Agora vou te fazer gozar no meu pau.
-- Então faz, meu gostoso, que eu quero mais...
-- Vou te fazer sentir o poder desse mastro - falou ele, levantando-se. Agora você vai sentar em cima dele. -- Sento. Faço o que você quiser. -- Então vem cá - chamou ele, ajeitando uma cadeira. Depois pegou na mão dela e a puxou para ajuda-la a se levantar. Roberta sentou sobre a mesa, desceu, ficou de pé e olhou para o mastro ereto de Gustavo e pensou: "Que pau delicioso!... Vou enterrar ele todinho dentro de mim... Também vou fazer ele sentir muito prazer...". Gustavo sentou na cadeira e acariciou seu pênis com a mão direita. O efeito daquilo foi como atirar álcool a uma fogueira. O fogo subiu pelas veias dela como se estivesse sendo queimada pela Santa Inquisição. Então ela se aproximou de frente para ele.
-- Senta aqui, putinha gostosa! Sem dizer palavra alguma ela se aproximou do lado direito dele, apoiou-lhe as mãos sobre o ombro e abriu as pernas fazendo com que sua perna direita passasse por cima das dele até o outro lado. Ele a segurou pelos quadris para que ela não perdesse o equilíbrio.
-- Vou te enfiar ele até o talo.
-- Devagar que dói - disse ela, levando a mão ao o teso falo e ajeitando-o na entrada da grelha dela. Contudo, ao invés de acabar de sentar para que ele entrasse, ela o balançou para frente e para trás, como se quisesse brincar com ele entre os lábios da úmida e ardente vulva. Na verdade, ela só queria sentir a glande acariciando o seu clitóris. Sabia o quanto isso era prazeroso, já que estava com o controle da situação, não perdeu a chance. Além do mais era um motivo a mais para deixa-lo mais úmido do que já estava. Aquela brincadeira com o seu falo, deixou Gustavo doido de desejos. Isso fez com que ele avançasse como um cão raivoso nos rígidos seios dela e os mordesse com certa força; aliás, era isso que ele queria mesmo, morde-la, faze-la sentir dor como forma de vingança por está-lo deixando tão ardentemente louco de volúpias.
-- Aí!, não morde com força - reclamou ela.
-- Então senta logo, sua vaca safada - mandou ele, com expressão de raiva. Mas ele não estava com raiva, só queria possui-la e não agüentava mais. Ela obedeceu. Roberta empurrou o pênis dele um pouquinho para trás e foi soltando levemente seu corpo. E o peso do corpo dela fez com que o teso e nervoso órgão dele fosse escorregando para dentro de si. Aquilo provocou uma sensação maravilhosa tanto nela quanto no parceiro. E naquele instante, apesar de todas as diferenças possíveis entre eles, estavam sentindo o mesmo prazer. Ele o prazer de adentrar por uma caverna tão deliciosa como nunca havia experimentado; e ela o prazer de estar sendo penetrada por um instrumento tão grande, capaz de leva-la a loucura. Naquele momento nem mesmo o medo de que aquele instrumento fosse grande demais e lhe causasse dor passou pela cabeça dela. Estava muito quente naquela sala toda fechada. E Roberta estava com o corpo todo banhado de suor. Para um macho, o corpo todo molhado da fêmea tende a atiçar ainda mais os instintos do macho. E com Gustavo estava acontecendo justamente isso. Ao sentir aquele corpo todo molhado, como se ela estivesse acabado de sair do banho, em cima de si, com aqueles seios úmidos e brilhando, ele não seria capaz de resistir por muito tempo. Ainda mais quando se sentiu inteiramente dentro dela, com aqueles grandes lábios apoiados em sua virilha.
-- Mete, putinha safada, no teu macho... Soca tua bocetinha gostosa na minha pica... Vou te deixar arrombada, piranhazinha, sua cadelazinha no cio - murmurou ele, empurrando os quadris dela para baixo e depois puxando para cima.
-- Vou meter mesmo!... Vou esfolar esse teu pau todo... - disse ela, levantando e socando seu corpo contra o dele. De repente, uma das mãos dele escorregou até o seio direito dela e principiou a aperta-lo e a amassa-lo feito um padeiro amassando sua massa. Sua mão apertada deslizava freneticamente no seio molhado dela, enquanto sua boca tomava conta do outro. Ora Gustavo mordia-lhe o mamilo, ora perpassava a ponta da língua contornando a circunferência do seio e do mamilo; e ora mordia com mais pressão as bordas do seio, deixando pequenas marcas avermelhadas que não tardariam desaparecer. Pouco tempo depois, não resistindo, ele escorregou a outra mão até as nádegas dela e começou a dar leves tapas.
-- Me soca com mais força, minha putinha, senão vai apanhar mais... - disse ele, dando-lhe mais tapinhas nas nádegas. E ela fez o que ele pediu: levantava e socava seu corpo sobre o dele com toda a sua força. Isso fazia com que fosse penetrada profundamente causando uma sensação de prazer inefável. De repente seu corpo começou a ficar cada vez mais quente, sua respiração ofegante se tornou mais rápida, os batimentos de seu coração aumentaram e novamente algo explodiu em seu cérebro. Ela deu outro gemido de êxtase quando atingiu o clímax. Estava tendo o segundo orgasmo. Aqueles movimentos do corpo dela provocaram as mesmas sensações no corpo dele. Os gritos de prazer dela não lhe passaram despercebido, apesar dele estar tão compenetrado em atingir o seu também. Pelo contrário, ao ouvi-los as reações também lhe aconteceram em seu corpo, e instantes depois ele soltou seus gritos, como se aquilo estivesse preso dentro de si por milhares de anos; gritos esses de desespero, de imensurável prazer; gritos que foram acompanhado de movimentos bruscos em seu desesperado falo, que resultaram em longos jatos nas profundezas da caverna dela. Foi como expulsar uma força maligna de seus corpos. Pouco depois ambos jaziam sem forças sobre a cadeira. Roberta ainda permanecia sentada sobre o companheiro e ouvia-se tão somente a respiração ofegante deles e o balé arfante dos seios dela. Balé este que ele só não achava mais belo, porque jazia ali saciado, sem forças. Não saciado de completo, mas já não possuía mais aqueles desejos de minutos atrás. Passou-se alguns minutos. Foi tempo suficiente para que ele percebesse de que ainda queria mais. Lembrou-se da promessa que fizera antes de tudo começar, que iria lhe dar prazer como ela jamais tinha sentido. A bem da verdade, já havia cumprido o prometido, porque ela se sentia realizada; mas ele não sabia disso, pensava que ainda precisava fazer mais alguma coisa. Então ele inquiriu:
-- Está cansadinha?
-- Estou.
-- Eh!? Mas ainda não acabou.
-- Mas eu já não agüento mais.
-- Agüenta sim! - afirmou ele, categoricamente.
- Sabe o que vou fazer com você agora?
-- Não! O quê? - quis saber ela.
-- Levanta. Roberta se levantou. -- O que você pretende fazer seu safado, tarado? - quis saber ela de novo.
-- Vire de frente para a mesa e segure nela - explicou ele, levantando-se da cadeira.
- O resto deixa por minha conta. Roberta ainda sentia as pernas meio bambas, mas estava curiosa para saber o que ele ia lhe fazer. Então se aproximou da mesa, curvou o tronco e apoiou as mãos nas beiradas laterais da mesa. "No mínimo ele vai querer foder a minha bocetinha por trás", pensou ela. Gustavo aproximou-se, agachou atrás dela, levou-lhe as mãos às nádegas e as afastou. Rapidamente, aproximou os sedentos lábios bem no meio das duas partes, e começou a acariciar o pequeno anus dela. Aqueles movimentos com a língua reacenderam o desejo nela. Como aquilo era gostoso, como lhe dava prazer. E seu prazer aumentou quando ele ajeitou a ponta da língua bem no meiozinho e a forçou para dentro, fazendo com que ela entrasse um pouquinho. Aquele lugar ainda era feito uma caverna inexplorada. Jamais algum explorador havia penetrado por aquele local. Alguns até que tentaram, mas Roberta temerosa, jamais permitiu. Mas naquele instante, sentindo a língua dele roçar-lhe a portinha tão docilmente, tão carinhosamente, provocando-lhe um tipo de sensação que ela ainda não havia sentindo, não seria capaz de lhe negar a tentativa, se realmente Gustavo assim desejasse.
-- Nossa! Que Delícia! - exclamou ela, pouco depois.
-- Está gostoso, está? - perguntou ele, se levantando.
-- Está - respondeu ela, balançando a cabeça. - Faz mais, continua! - suplicou ela. Gustavo não deu importância as súplicas dela. Pegou seu membro que ainda permanecia ereto e aproximou dos grandes lábios dela e o introduziu lentamente na encharcada vagina. Fez dois movimentos para trás e para frente, retirou-o e o colocou bem na entrada do orifício dela, onde havia introduzido a ponta da língua instante antes. Roberta compreendeu as intenções dele e ficou com um pouco de medo. Isso era perfeitamente natural, afinal de contas nunca havia feito aquilo e sempre ouviu dizer que a introdução era dolorida. A lembrança da mãe recomendando que a filha nunca devia deixar que homem algum fizesse aquilo com ela, porque iria machuca-la e ela ia ficar com o bumbum arreganhado e não ia conseguir se segurar quando tivesse vontade de ir ao banheiro. Ela sabia que a mãe havia exagerado, mas mesmo assim estava com medo. Lentamente ele forçou para frente. Ela levou se corpo para frente como se estivesse com medo de ser penetrada, mas ele a segurou pelos quadris.
-- Devagar que dói. Nunca fiz isso - disse ela, sentindo a glande forçar seus músculos para abrir passagem. -- Pode deixar. Não vou te machucar. O momento mais dolorido da penetração anal era exatamente quando a glande abria a passagem e avançava lentamente. Não só porque era ela a responsável por esticar os músculos dela e aumentar o diâmetro do orifício, mas também porque a expectativa e o medo inicial da dor. Passado esse primeiro momento, a dor dava lugar a uma grande sensação de prazer. Prazer este que muitas vezes levava ao orgasmo anal. Orgasmo que alguns dizem ser mais intenso que o vaginal. De pouco em pouco, a glande foi rompendo as barreiras e avançando vagamente, sem pressa, feito uma escavadeira. A cada pequeno avanço dele, Roberta sentia um pouco de dor, semicerrava os olhos e contraia os músculos da face e enrijecia as paredes do estreito túnel. Gustavo sentiu a pressão em seu falo, contudo, não estava com pressa e aguardou até que ela voltou a relaxar.
-- Está doendo? - perguntou -- Está! - respondeu ela -, só um pouco.
-- Quer que eu pare?
-- Não! Já está passando. Gustavo moveu os quadris para trás e retirou o órgão de dentro dela. Posteriormente o lubrificou novamente introduzindo-o na vagina dela. E novamente voltou a introduzi-lo no orifício agora com mais de facilidade. Roberta sentiu as pequenas pontadas de seus músculos sendo alargado. A dor, porém, não era tão intensa como da outra vez. Pouco a pouco ela sentia aquele objeto misterioso deslizar para dentro de si. De súbito, ela sentiu os pêlos pubianos dele roçarem em suas nádegas. E aquilo lhe deu prazer. E o prazer aumentou ainda mais quando ela deu conta de que a pelve dele encostou e espremeu suas redondas nádegas. Ele a havia penetrado profundamente. Imediatamente isso a fez esquecer a sensação dolorida. Esta foi lentamente sendo substituída, a cada movimento dos quadris dele para frente e para trás, por uma sensação de deleite. Então ela já não queria mais que ele parasse e nem que fosse tão delicado. Queria que ele segurasse fortemente seus quadris e socasse violentamente seu corpo contra o dela. E foi isso que aconteceu.
-- Isso! Faz com mais força! - ordenou ela, segurando-se fortemente na mesa que vez ou outra era arrastada para frente ou para trás, acompanhado o movimento dos corpos deles.
-- Eu faço, minha putinha; eu faço - disse ele, socando-a com mais força, como se ela fosse um grande pilão. Ele levou uma das mãos ao meio das pernas dela, introduziu-o entre os inchados lábios e passou a acariciar a pequena saliência.
-- Me ama com vontade, meu macho gostoso! - murmurou ela, soltando gemidos de prazer.
-- Ah! Que delícia!... Que cuzinho mais apertadinho e delicioso!... - falou ele, movimentando cada vez mais rápidos seus quadris para frente e para trás.
-- É todo seu!... Aaiiii!.... Não estou agüentando mais!... Me arregaça todinha!... - implorava ela, em tom de desespero.
- Soca tua pica todinha no meu cuzinho!...
-- Hummm... Humm... Sinta ele te arrombando todinha, minha puta gostosa. - Gustavo gemia de prazer. Sabia que estava chegando ao ápice e não tardaria em explodir dento daquela menina.
-- Sou tua putinha... Hããã... Humm... Vou gozaaarrr... - disse ela, e explodiu num gozo maravilhoso, como nunca havia experimentado antes. Aquela sensação dela gozando, dos músculos anais dela contraindo e relaxando em descompasso fez com que ele também explodisse. Socou com o que ainda restava de suas forças seus corpo quase a rasgando ao meio. Seu pênis entrou profundo, como ainda não havia penetrado e esguichou o liquido branco nas profundezas dela. Ele gemeu de prazer e subitamente caiu por cima dela com as pernas bambas.
-- Que loucura! - exclamou. Seu corpo ofegava abundantemente. -- Nunca senti prazer assim em toda a minha vida - disse ela, quieta e ainda segurando-se na mesa. Gustavo levantou seu corpo e o moveu para trás, soltando-se de dentro dela.
-- Eu não disse que ia te dar tanto prazer quando o cara daquele conto - comentou ele, sentando-se na cadeira que haviam usado minutos antes. - Não tenho forças para mais nada. Roberta levantou o dorso e exausta, sem forças, procurou uma cadeira para se sentar. -- E conseguiu. Nunca imaginei que um cara baixinho e tão comportado assim como você fosse capaz de enlouquecer uma mulher desse jeito. -- Qual nada! Não sou tudo isso. É você quem me fez ficar assim. Se você não fosse tão gostosa e não fizesse amor tão bem não teria conseguido. Ficaram conversando ali por mais alguns instantes. Pouco depois Roberta sentiu que algo saia do meio de suas nádegas e resolveu ir até o banheiro.
- Vou me limpar que está escorrendo tudo aqui. Senão vou acabar melando a cadeira. - E se levantou.
-- Também vou. E assim foram os dois ao banheiro se limparem. Alguns minutos mais tarde vestiram suas roupas e saíram. Aquele encontro acabou por despertar novos sentimentos entre eles. Uma vontade de se verem e ficar juntos foi lentamente se abatendo sobre eles. Quando chegava o fim de semana sentiam falta um do outro. Não tardou para que arrumassem uma desculpara para se falarem ao telefone. Um mês depois já estavam namorando. Casaram-se um ano e dois meses depois daquele dia.