quinta-feira, 7 de abril de 2011

VÁRIOS CONTOS

Creampie_Surprise

Me meti onde eu não devia
autor desconhecido

Me chamo Marcia, tenho 20 anos, baixinha, nao sou bonita e nem gostosa como todos aqui dizem. Mas tambem nao tenho o corpo ruim nao, consigo ate despertar a atenção dos homens quando coloco uma sainha ou shortinho apertado. Resolvi contar a minha unica aventura sexual ate hoje. Queria ter tido mais, pena que ainda nao tive outra oportunidade de revelar a fera que tem dentro de mim. Eu estava sem namorado a quase um ano. Eu estava trabalhando na limpeza de um edificio comercial no centro da cidade. Todos os dias subia e descia todos os 13 andares daquele predio, coletando os sacos de lixo. Alguns empresarios ate me davam cantadas, mas eu tinha nojo deles. Nao faziam meu tipo, quase sempre velhos feios e gordos. Sem enrolar demais, vou direto ao fato. Eu ja tinha ido ate o 13º andar, mas me lembrei que teria que voltar ao 11º, pois a porta da lixeira tinha ficado trancada. Como o elevador de serviço demorava muito, resolvi descer de escada. Ai que a sorte apareceu pra mim. Quando eu estava no 12º andar, ouvi vozes e gemidos,, seguidos de alguns tapas. Como qualquer um faria, fiquei curiosa e fui descendo bem devagarinho. Consegui ver por uma quina um senhor de terno esfregando seu pinto enorme na bundinha de uma garota que estava de costas com as maos espalmadas na escada. Ele colocava e tirava, abria a bunda da garota, dava tapas nas polpinhas gordas da bunda dela e parecia que tentava enfiar o pinto na bunda dela, porque ela choramingava e recuava quando ele forçava a entrada. Eu nao conseguia escutar bem o que ele dizia pra ela, pois a casa das maquinas do elevador fazia muito barulho. Eu nao conhecia nem ele nem ela, e achei estranho aquela garota ali. Ela devia ser bem novinha apesar de ter um corpo bem mais bonito e maior do que o meu. Eu estava com tesao vendo aquilo e pensava num jeito de me aproximar mais, mas o medo nao deixava eu dar um passo a frente. Sem querer me desequilibrei e dei um passo a frente, aparecendo para os dois. Ficou quente de vergonha, minha cara estava vermelha como pimneta. Minha perna ficou bamba de medo. Pedi mil desculpas, gaguejando e ofegando muito e subi correndo as escadas. Cheguei la no 13º andar, procurei um canto para me esconder e abri a janela para respirar um pouco. Nao demorou nem 2 minutos e o homem apareceu la em cima, me procurando com ar de preocupado e nervoso. Nao ia ter jeito, ele iria me achar ali. Voltei a ficar com as pernas bambas e com o rosto quente, com muito medo de perder o emprego, de ter que me explicar para meus chefes... Quando ele me encontrou, me puxou pelo braço e mandou acompanha-lo: -"A senhorita nao sabe que é feio ficar bisbilhotando? O que voce tava fazendo ali, garota? Ta querendo perder o emprego por justa causa? Voce vai ter que explicar direitinho o que tava fazendo ali e tudo que voce viu. Vamos descer la embaixo pra voce pedir desculpas pra menina, sua abusada! Quem é seu chefe? Onde posso encontra-lo? O cara estava bravo mesmo e eu super nervosa e assustada com todo aquele terror que ele estava me fazendo. Falei quem era meu chefe e pedi por favor que ele nao me entregasse, me desculpei mais com ele, falei que nao tinha visto nada demais, mas ele nao aceitou nao: -"Nao me interessa voce nao moça, agora vai ter que me escutar muito bem e fazer tudo muito direitinho, senao eu nao sei do que sou capaz de fazer, hein!" Ele conseguiu me intimidar mesmo, descemos as escadas com ele me puxando pelo braço com força e chegamos la no mesmo lugar onde ele transava com a menina. Ela ainda estava la, sentadinha no canto da escada tambem muito assustada. O velho falou pra ela se acalmar, pois ja tinha me dado um sermao: -"Calma Isabel, essa filha da puta nao vai contar nada de voce nao, pode deixar que eu vou dar um jeito nela. Se ela nao ficar caladinha, vai perder o emprego e ainda sou capaz de dar umas porradas nela" Eu estava muito nervosa e percebi que eles tambem estavam com medo de mim, pois eu poderia contar pra alguem o que vi e deixar eles mal falados. O homem falou que eu teria que fazer um favor pra ele e pra Isabel. Eu teria que ficar ali pertinho deles enquanto ele continuava o que fazia com a menina. Eu, que nao sou nenhuma santinha, suspirei ao saber que isso era tudo que eu precisava fazer pra me livrar dele. Me sentei no cantinho e fiquei observando ele alisar a menina, tentando voltar ao clima que estavam antes. Ela nao se incomodava com a minha presença, parece ate que gostava, pois todo hora olhava pra ver se eu estava olhando ela. Em 5 minutos os dois ja se beijavam alucinadamente, gemendo e roçando seus corpos. Ele em nenhum minuto disse seu nome, e nao tirava o terno pra nada. Olhava pra mim como se tivesse me convidando a participar, e eu desviava o olhar, muito constrangida apesar de molhadinha de tesao. Ele nao aguentou muito tempo e pedia para mim se aproximar e abrir seu ziper. A menina deu um sorrisinho sadico. Eu disse que nao queria. Ele chegou perto e me deu um tapinha no rosto, dizendo pra mim ir embora entao e pegar minhas coisas, pois seria demitida naquele dia mesmo. Eu fiquei assustada com aquele tapa na cara e com as ameaças e pedi pra ficar so olhando. Dessa vez ele parou tudo e disse: -"Voce esta me deixando muito puto garota, se nao quiser fazer o que eu to pedindo entao vai pra sua casa e amanha passe aqui pra falar com seu chefe e assinar sua demissao. Escolhe agora, voce nao ta com essa bola toda nao!" Eu vi que nao teria jeito e abri o ziper do homem. Dentro de sua calça pulava um pinto duro, que eu ja tinha visto de longe como era. A menina puxou ele pra fora da cueca e exibiu-o pra mim. Ela punhetava ele com cuidado me mostrando de cima a baixo. Isabel colocou o pinto na boca e engoliu quase tudo, sempre olhando pra minha cara. Depois tirou da boca e ofereceu pra mim fazer o mesmo. Olhei pros lados assustada com tudo aquilo, mas como nao tinha jeito, comecei a por na boca. O homem riu e disse que eu estava sendo uma boa menina. Isabel veio pra tras de mim e soltou meus cabelos, abriu o feixo do meu uniforme e me despiu quase toda. O homem com um gesto mandou a menina se virar de costas. Ela se apoiou na escada do jeitinho que estava antes e ele introduziu de uma so vez seu pau na buvcetinha da menina. Ela gemeu gostoso de tesao e jogava o corpo pra tras pra pica entrar. Eu me sentei no canto de novo, toda sem graça, mas admirando a cena bem de pertinho como eu queria antes. Ele mandou eu me aproximar mais e pediu pra mim chupa-lo toda vez que tirasse o pau da buceta dela. Ele metia e tirava pra mim chupar toda hora e eu ja estava querendo sentir aquela pica dentro de mim. Ele me levantou e mandou eu ficar de costas. Foi alisando minha bunda com a ajuda da menina e forçava seu dedo em meu cuzinho. Eu sempre dava a bunda, sempre gostei desse tipo de caricia, mas tava assutada pelo tamanho da pica dele. Aceitei seu dedo sem reclamar, e sua lingua tambem invadia minha bunda com força. Quase gozei sendo chupada ali. A menina pedi pra provar, e eu tive que concordar depois do olhar ameaçador do cara. Eu nunca tinha transado com mulheres, mas ate que 5 minutos depois de ficar sentindo a linguinha dela passeando por tras de mim, comecei a achar gostoso e ja gemia bem baixinho. Ele disse que Isabel estava ali tentando dar a bundinha pra ele quando eu cheguei pra atrapalhar, e que agora eu tambem teria que dar pra ele. Eu disse que nao aguentaria, que ele nao precisava fazer isso comigo, e ele começou a me xingar e dar tapas na minha bunda. A menina ja tava a vontade ali atras e enfiava dois dedinhos no meu anelzinho. O cara foi se posicionando atras de mim e tentando enfiar no meu cu. Eu pedia pra ela nao fazer isso, pra ele nao colocar atras, mas cada vez que eu falava, mais ele empurrava. Fiquei quietinha esperando o inevitavel. Estava doendo, mas eu sabia que ia parar a dorzinha e eu curtiria uma enrrabada gostosa que a muito tempo nao fazia.. Isabel assitia de pertinho e tambem começou a me xingar de piranha, vadia, vagabunda, etc... A dor ja tinha passado e eu ja me jogava em cima da pica do cara. Quando tava ficando perto de eu gozar, ele parou e disse que era a vez da Isabel. Ela estava tranquila, e abriu a bunda se expondo toda pro cara. Ele foi forçando e ela gemendo, estava visivelmente dificil aquela penetração. Com muitos tapas naquela bundinha e comigo alisando seu clitoris, a cabeça da pica passou. Isabel ficou calada com os olhos fechados esperando o cu se acostumar. Ela mesma começou a se mover pra tras tentando engolir um pouco mais de pica..5 minutos depois o cara bombava na sua bunda e ela gritava baixinho de tesao. Ele tirou o pau da bunda da menina e avisou que ia gozar. Juntou nossa cara e gozou tudo em cima. Isabel me lambia, tentava me beijar, e eu sem experiencia me esquivava. Ele pediu para nós duas que estivesse amanha cedo na garagem, num local onde tinha umas tubulações. Eu sabia onde era e perguntei o que ele queria. Ele riu e disse que queria continuar o que tava fazendo. Que de agora em diante eu teria que ajudar os dois em todas as transas e que se eu fosse bozinha eu seria comida tambem no final. Isabel riu e saiu com ele. Fiwuei ali na escada de emergencia sentada por uns 30 minutos tentando entender no que eu havia me metido. Eu sei que aquele cara sabia fuder como ninguem, mas nao fui acostumada a ser tratada assim. Nao sabia se pedia demissao ou se aceitava os caprichos daquele casal safado. Descobri que a menina era uma estagiaria que trabalhava no terreo e o cara era um empresario que trabalhava no 8º andar e ja tinha assediado varias amigas minha de trabalho. Se elas imaginassem o que eu fiz :-)). Eu coinsegui parar e conversar com a Isabel no final do dia e ela me contou como conheceu o safado. Disse que tinha me adorado e que seria gostoso pra mim aparecer la no local combinado amanha. Eu fui pra casa e nem dormi aquela noite. Pensei em contar pro meu namorado e sumir de cidade, mas meu lado sexual super ativo nao permitiu.
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Mestre de Obras 
autor desconhecido

      Meu nome é Márcia, abaixo relato um vídeo q fizemos relatando mais ou menos a forma como conheci Renato, meu amor, meu Dono e Senhor... "Sou uma engenheira q vai fazer uma visita numa obra. Começo a conversar com o mestre-de-obra e vejo q ele começa a me olhar de uma maneira sacana. Aliás, isso eu já tinha percebido das outras vezes q tinha ido lá.Faço e estilo recatada. O mestre-de-obras, q se chama Renato, me diz q quer me mostrar algo lá na laje da cobertura. Entramos no elevador de serviço, dakeles q parece uma gaiola, todo aberto. Qdo entramos, o cara para o elevador entre dois andares e começa a me agarrar. Tento lutar contra, mas ele me dá um tapa q me deixa meio desacordada no elevador. Ele aproveita para me deixar nua... coloca o elevador novamente em movimento e me leva para a cobertura. Nisso pega um dakeles comunicadores, e chama alguém lá debaixo. Pede para q reúna os trabalhadores e traga tb os dois cães de guarda. Acordo e me vejo com mordaça e amarrada na posição de frango assado. Tento desesperadamente me soltar, mas é impossível... nisso vejo Renato já nú, reparo no seu pau e vejo q é enorme. O mesmo se aproxima e diz q a festa vai começar... Vejo os outros peões chegarem e assim q me vêm nakela posição em cima de uma mesa, já vão tirando suas vestes... o cara simplesmente me puxa mais prá beirada da mesa, coloca seu pau na minha buceta e sem nenhum tipo de preparo, começa e enviar akele baita instrumento dentro de mim... choro de dor...ele belisca meus seios, akela situação toda começa a mexer comigo e qdo me dou conta, estou arfando, estou mexendo meus quadris, estou molhada de tesão... ele percebe e isso o deixa mais louco ainda... e daí diz: BEM Q EU SABIA Q VC ERA UMA PUTINHA RAMPEIRA!! OLHA COMO ELA REBOLA NO MEU PAU PESSOAL!!! e estoca com mais força, tirando de mim suspiros abafados pela mordaça. Alguém vem e tira a mordaça da minha boca e enfia o pau para eu degustar, dizendo: VAMOS VER SE ESSA PUTINHA SABE CHUPAR UM PAU... todos presentes se masturbam vendo akela cena... minhas amarras vão sendo tiradas e cada uma de minhas mãos manipulam um pau diferente, ouço: Q PUTA GOSTOSA!!! ESSA ENGENHEIRA SEMPRE ESNOBAVA A GENTE PESSOAL!! VAMOS DAR UMA SURRA DE PAU NESSA VAGABUNDA PARA ELA APRENDER!!! E VAMOS EXIGIR Q CADA VEZ Q ELA VENHA AKI DÊ PARA TODOS NÓS NOVAMENTE!! ELA VAI FICAR VICIADA EM PICA!!!... Renato resolve mandar um dos peões deitar na mesa. Faz eu sentar sobre o pau do cara e depois q o pau está devidamente dentro da minha buceta, me faz ir um pouco prá frente com o corpo, deixando meu rabinho exposto. Daí ele com o pau ainda lubrificado pelos meus fluídos, coloca a ponta no meu rabinho e estoca com violência... grito!!! nossa!! é pau na minha boca, é pau na minha buceta, é pau no meu rabo... Renato avisa q vai gozar, intensifica as estocadas tirando de mim urros de dor e prazer e sinto sua porra inundar meu rabinho... o de baixo tb goza e logo em seguida sinto a porra na minha boca... trocam-se os peões, e começa um revezamento louco... eles são no total de 12, então, é um revezamento 3 por 4... por fim, qdo estou com porra saindo por todos meus buraquinhos, o mestre-de-obras já refeito, traz os dois cachorros filas... quero escapar, qdo sinto várias mãos me agarrando.Renato me dá um tapa na minha cara e ordena: QUIETA!!! Ele coloca primeiro os cachorros para me lamberem, limpando-me o rabinho, a buceta... vou à loucura e gozo intensamente ao sentir akelas linguas grossas me invadirem... depois, ele me coloca de 4, feito cadela, e o maior dos cachorros se aproxima para me enrabar... tento novamente fugir, mas fico presa por todas akelas mãos... o cachorro tem dificuldade de acertar meu rabinho, mas de repente consegue... nossa!!!! Renato diz: É UMA CADELA PERFEITA MESMO!!! OLHA COMO ELA ESTÁ GOSTANDO PESSOAL!!! OLHA O PAU DESSE CACHORRO RASGANDO O RABINHO DESSA CADELA!!!! sinto algo crescer dentro de mim, me rasgando literalmente e é o Nó do pau do cachorro... fico engatada nele durante pelo menos 15 minutos... enqto isso, o outro cachorro vem nos lamber... o cachorro q está engatado reage, quer brigar, late nervosamente, isso faz com q ele dê solavancos q me fazem berrar muito... uma loucura... Renato, vem se deitar em baixo de mim e preenche minha buceta com seu pau... agora sinto o pau do cachorro engatado no meu rabo e a pau do cara na minha buceta... nossa!!! outro pau volta a se posicionar na minha boca... gozo intensamente... Renato diz: ISSO MINHA PUTINHA, REBOLA NO MEU PAU!!! ISSO SUA CADELINHA!!! DEIXA ESSE CACHORRO FUDER SEU RABO GOSTOSO!!! VC AGORA É MINHA E VAI FAZER TUDO O Q EU MANDAR OUVIU?? respondo: SIM, MEU MACHO GOSTOSO... SOU INTEIRINHA SUA!!! AI Q PAU GOSTOSO!!! ASSIM VC ME MATA DE TESÃO!!! o cachorro desentala e o outro cachorro vem lamber a porra q escapa do meu rabo... e os peões o coloca prá copular comigo tb... e lá estou eu novamente duplamente engatada... gozo q desfaleço de prazer... Qdo acordo, estou aparentemente limpa e vestida... até parece q foi um sonho da minha parte, só sei q não foi pq estou com a buceta e o rabo arregaçados!!!o mestre-de-obras está lá de pé me olhando... aproxima-se de mim e me beija, correspondo apaixonadamente... percebo pela primeira vez, q ele é um homem bonito... daí ele me diz no meu ouvido: VC PENSA Q EU ESTAVA BRINCANDO QDO DISSE Q VC AGORA É MINHA?? POIS NÃO ESTAVA NÃO... VC É MINHA E EU VOU FAZER COM VC O Q EU QUISER, QDO QUISER E VC NÃO VAI TER DIREITO DE QUESTIONAR, SÓ VAI TER Q ME OBEDECER, ESTÁ OUVINDO?? nisso puxa-me pelos cabelos, prá mostrar q não está brincando... digo: SIM, EU QUERO SER SUA... e ele diz: VC QUER SER MINHA O Q MESMO?? respondo: QUERO SER SUA PUTINHA, SUA CADELINHA... e procuro os lábios dele para beijá-lo novamente... sinto-me totalmente presa a akele homem... seus lábios são exigentes, agressivos... e ele diz: A MINHA PUTINHA ESTÁ EXCITADA NOVAMENTE?? balbucio: SIM...ele enfia a mão dentro da minha calcinha e a sente novamente molhada, encharcada... então, diz ele, vou lhe dar um presente. Pega o rádio e pede para q alguém mande o CRIOULO subir. Continuamos nesse amasso, qdo, de repente, chega um negão de quase 2 metros de altura e pergunta se ele o chamou. O meu dono diz, faça o serviço completo nessa dona aki. O negão abre um sorriso enorme e tira prá fora um pau descomunal... me deita na mesa, puxa minha calcinha fora, me puxa de encontro com sua geba e enfia tudo de uma vez... sinto-me partida ao meio... ele estoca, estoca, estoca... de repente Renatp diz: AGORA METE NO RABO DESSA CADELA!! SABE Q ESSA PUTA ADORA DAR O RABO!! eu digo q não vou aguentar, mas ele diz: ISSO NÃO É UM PEDIDO, É UMA ORDEM!!! o pau dele começa a forçar o meu rabo q apesar de laceado, resiste a akela envergadura... aos poucos ele vai entrando tudo e depois começa a estocar com vigor... tira de mim gemidos, gritos, berros... meu dono, tira o pau e coloca na minha boca e começo a mamá-lo... o negão avisa q vai gozar e sinto rios de porra me inundar, gozo intensamente, meu corpo entra numa erupção orgásmica... sinto a porra do meu dono inundar minha boca tb... meu rabo tem porra, misturado com sangue, com tudo... quero me lavar, mas meu novo amo diz: VC VAI DESSE JEITO PRÁ CASA... QUERO Q VC SINTA O CHEIRO DO SEXO DENTRO DO SEU CARRO... QUERO Q VC SE SINTA A MAIS RAMPEIRA DAS RAMPEIRAS... QUERO Q VC VEJA QTO Q É VAGABUNDA... QUERO Q LEMBRE DE QUEM É SEU DONO AGORA... VC VAI TER Q FAZER TUDO O Q EU MANDAR, EM COMPENSAÇÃO TERÁ MUITO PRAZER NESSA SUA VIDA... e sela tudo isso com um beijo... Ele ordena depois q eu me mude lá para o canteiro. E todos os dias fazemos uma orgia sexual depois do expediente, mas agora ele é meu cafetão, isso é, cobra de quem quer transar comigo... estou cada dia mais apaixonada pelo meu DONO..."

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Sozinha em Casa 
autor desconhecido

Este é mais um relato VERÍDICO, mais uma de minhas aventuras eróticas que venho contar para vocês. Tudo começou há uns três anos, mais ou menos... Eu moro em um edifício de 5 andares, meu apartamento fica no 4º e havia um homem que morava no 3º andar, sozinho. Mais tarde (bem mais tarde), descobri que ele era noivo e se casaria em breve. Bem, nos conhecemos através de uma prima dele, a Sueli. Ela me disse que ele se sentia muito só, e tal, e nos apresentou como se ele fosse solteiro da Silva. Nós nos conhecemos, ele era um rapaz muito legal, com seus 25 anos, e eu com 16 achava ele o máximo! Sempre conversávamos, até que um dia eu cheguei mais cedo da escola e percebi que estava sozinha em casa. Nesse dia, ele não tinha ido trabalhar. Ao me ver subir (não tem elevador no prédio), ele me chamou e perguntou se eu não queria ver as fotos de Natal, sua cidade. Eu, querendo ser simpática, aceitei, claro. Deixei minhas coisas em casa e voltei para o seu apartamento. Ao chegar lá, ele estava somente com um shortinho de tactel, desses bem folgados, e eu estava com uma bermuda de lycra e uma camiseta de alcinha que usava sempre para ir à escola por baixo da blusa do uniforme, porque minha blusa era muito transparente. Bem, chegando lá, ele me mostrou o álbum e colocou uma música bem baixinha, lenta, e me ofereceu algo para beber. Eu aceitei um copo de suco, que ele me deu na hora. Ao me ver bebendo o suco, acho que algo de estranho aconteceu: ele tirou o copo da minha mão com certa violência e começou a beijar minha boca, meu pescoço, meu rosto... eu não entendi nada, mas também não evitei. Ele tirou minha camiseta e começou a me admirar, acariciar e beijar meus seios, e nesse ponto eu já estava tão excitada que tirei seu short e comecei a punhetá-lo. Ele me pegou no colo e me levou para seu quarto, deitou-me na sua cama, tirou a minha bermuda e me deu uma bela chupada, que me fez gozar tão forte que minhas pernas tremiam! Eu quis retribuir, mas ele não deixou. Fomos para o banheiro, onde ele me deu um banho, me massageou todinha, me fez tudo o que vocês possam imaginar e mais alguma coisa. Eu, então, disse que era injustiça isso, e ele finalmente concordou. Voltamos para o quarto e eu o deitei na cama; pela 1ª vez realizei minha grande fantasia, que é amarrar os braços do meu homem na cama e torturá-lo com beijos e provocações. Pois bem, depois que o amarrei, ele ficou com medo do que eu faria, pois ele estava nú. Mas ele se surpreendeu... Eu coloquei uma música mais dançante, e fiquei rebolando na frente dele, até que ele gritou e disse que não agüentava mais. Eu respondi que ele ficasse quieto, que eu nem tinha começado! Aí me ajoelhei aos pés da cama, fui beijando seus dedinhos dos pés, a batata da perna, o joelho, a coxa, pulei para a barriga, o umbigo, subi até chegar ao ouvido e à testa. Aí fui direto no saco: lambi, beijei, mordi de levinho, coloquei as bolas na boca (uma de cada vez) e chupei com vontade. Ele só sabia gemer! Eu comecei a beijar a base do seu pau, subindo até a cabeça, lambendo ele todo, até que coloquei a pontinha na boca e devorei aquele mastro de 20cm! Depois que ele gozou e que eu engoli tudinho, deitei em cima dele, em posição de 69, e pedi que ele me chupasse enquanto eu fazia seu pau ficar em forma de novo, o que ele na hora aceitou. Depois de uns 7 minutos, eu saí dessa posição e sentei com jeitinho naquele pau. No começo fui devagar, mas quando entrou tudo, eu aumentei os movimentos, até que comecei a pular em cima dele. Um pouco antes dele gozar, eu desamarrei suas mãos, e ele me abraçou forte e gozou, me enchendo da sua porra. Só que dessa vez o pinto não ficou mole, não! Vendo que o bichinho estava pronto para a guerra de novo, ele me colocou de 4 na cama e encheu meu cú do seu gozo que escorria das minhas pernas. Ele começou a enfiar a cabeça e eu gritava de dor, porque nunca tinha dado o cu pra ninguém; ele parou, me beijou muito e disse que parava, se eu quisesse, mas se eu desse ele seria muito carinhoso. Eu, então, pedi paciência, e fui chegando minha bunda para trás. Ele viu que eu tava doida com aquilo, e começou a meter, só que mais devagar. Quando eu me acostumei, ele aumentou o ritmo até que viu que eu estava me masturbando enquanto isso. Aí ele me pôs em pé, me abraçou e enfiou de uma vez só na buceta. Eu levantei a perna, pus por trás dele, prendendo-o, e ele aumentou o ritmo até que nós dois gozamos. Então, fomos tomar mais um banho... Só que dessa vez foi só banho mesmo, pois eu tinha que ir embora... mas ele me disse que sempre que eu chegasse cedo fosse procurá-lo, para que pudéssemos conversar; e até hoje, mesmo depois de 3 anos, continuamos nos encontrando. Hoje ele é casado, eu estou noiva, mas nada conseguiu diminuir o tesão que sentimos um pelo outro.

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ME COME GROSSÃO
autor desconhecido

Trabalhei quando era novo como trocador de ônibus numa linha que ia do Posto Seis, Copacabana, à Praça Quinze, no Centro do Rio, no turno da noite. Eram os dois corações do mundo gay carioca, o trajeto ideal para a prática do meu esporte predileto, comer cu de viado. Eu azarava um cara e aí quando chegava no ponto final era só ir para a Via Appia, as ruas desertas perto da Praça Quinze, ponto gay tradicional, ou para o canto da praia, em frente ao Forte de Copacabana, onde as amendoeiras fazem uma boa sombra e a gente podia foder à vontade ao ar livre, sob a lua e as estrelas. Eram dezenas de casais, às vezes grupinhos, todos entendidos, e no silêncio da noite só se ouvia o gemido dos enrabados e o grunhido dos machos gozando. Uma festa.
Tinha um garoto, o Laurinho, que morava no posto 6 e pegava o ônibus voltando de um curso noturno. Ele era cismado comigo, chegava perto e dizia baixinho:
-- Me come, Grossão.
-- Sai pra lá garoto, tu é de menor e eu não quero encrenca.
O viadinho era insistente, estava sempre no meu pé com aquele "me come Grosão", dava nos nervos, ainda mais que ele tinha um rostinho lindo, acabou virando um ator de novela de muito sucesso. Nunca comi um garoto menor, sou contra. Mas de tanto ele insistir, um dia eu disse:
-- Olha aqui vamo fazer um trato. Você pára de encher o meu saco e no dia que você fizer 18 anos eu como você. Com uma condição.
-- Qual?
-- Você vai guardar seu cabaço pra mim.
-- Oba, negócio fechado!
Dois anos se passaram e eu já tinha esquecido aquilo quando uma noite o Laurinho pega o ônibus e senta no banco de trás com a maior cara de felicidade. Piscava o olho pra mim e ria sozinho. "Que porra", pensei, "lá vem essa bichinha me encher de novo, sabendo que eu não como menino novo". Quando descemos no ponto final ele veio todo alegre me mostrar a carteira de identidade:
-- Olha Grossão, fiz 18 aninhos hoje. Você vai me dar o meu presente?
E foi pegando no meu pau, o safadinho.
-- Aqui não porra, vamo lá pra praia.
Ele foi saltitando na minha frente, parecia Chapeuzinho Vermelho correndo pela estrada a fora pra cair na boca do Lobo Mau. Reparei na bundinha linda que ele rebolava e já deixava animado o Grossão, meu cacete negro, um colosso. Paramos embaixo das árvores e agarrei ele pela bunda, que cabia todinha nas minhas mãos, enquanto lhe dava um chupão. Mas ele não queria saber de beijo, queria cair de boca no Grossão. Ajoelhou-se e esfregou a cara no volume que crescia embaixo do pano das calças. Foi desabotoando feito um louco a minha braguilha (nessa época zipper era raro).
-- Calma garoto a gente tem a noite toda.
O putinho arrancou com os dentes os dois últimos botões e puxou o Grossão pra fora. O cacete saltou batendo com força na cara dele. Ficou paralizado de susto e desejo.
-- Minha nossa! Sabia que era grande mas nunca imaginei que fosse tanto!
Agarrei a cabeça dele e colei o queixinho no saco. O Grossão subia pela cara dele, até bem acima da testa do garoto, que olhava pro alto, vesgo, hipnotizado por aquela tora negra latejante. Da boquinha aberta, a língua saiu lambendo a base do Grossão e foi subindo até a cabeça. Puxei a pele do prepúcio liberando a coroa majestosa da glande e ele lambeu em volta, até enfiar a linguinha no buraco e colher uma gota de mel, que sugou avidamente.
Mas por mais que o Laurinho abrisse a boca, a cabeça não entrava. Além da inexperiência e do nervosismo dele, havia mesmo uma impossibilidade física. A essa altura o Grossão já estava decidido a penetrar naquela carne branca e virgem e se não dava pra ser pela frente, ia ser por trás. Tirei-lhe as calças e levantei-o segurando pela bunda até o meu colo, ele me agarrou pelo pescoço e cercou minha cintura com as pernas, cruzando os pés pra se firmar. Apoiei as costas dele na amendoeira pra dar mais firmeza e meti o Grossão entre as coxinhas brancas e macias do garoto. Ele se sentou na tora e ficou esfregando o reguinho pra frente e pra trás. Quando vi que ele ia gozar enchi a mão com a porra dele e enfiei no cuzinho pra lubrificar. Com um dedo, dois, três, fui abrindo o buraquinho e enfiando porra pra dentro, até ficar bem lambuzado. Encaxei o cabeção na entrada e empurrei. Ele veio vindo, a cabeça já dentro, e gemeu:
-- Ai meu macho, guardei meu cabaço pra você. Me descabaça meu Grossão.
Fiquei botando e tirando a cabeça, plop! plop! plop! plop!, dilatando o anelzinho de couro do Laurinho, que logo virou uma cinta larga e frouxa, deixando passar o resto da pica. De uma vez só cravei o Grossão até o talo e ele gozou de novo, melando minha barriga e jogando a cabeça pra trás. Mordi o pescoço branquinho dele e chupei-lhe o gogó, até deixar a marca dos meus dentes, enquanto ele gritava:
-- Tá tudo dentro, tudo dentro! O Grossão agora é meu!
Ele parecia um potrinho corcoveando, saltando com meu cacete enterrado até o fundo. Perdi o controle e fudi aquele cu furiosamente, como um animal, até enchê-lo de porra. Ele gozou pela terceira vez, o ânus em espasmos mamando os meus jatos quentes, uivando feito uma gata no cio. Nunca vi um garoto virgem gostar tanto de ser enrabado e aprender tão depressa a satisfazer o macho.
Tirei o Grossão com um PLOP! mais alto e uma cachoeira de porra rolou pelas coxas dele. Laurinho se ajoelhou, lambendo o Grossão até deixá-lo limpinho. Me olhava agradecido, as lágrimas de felicidade rolando pelo rostinho bonito.
-- O Grossão achou a casinha dele e nunca mais vou deixar ele sair.
-- Vamo com calma que eu não tenho dono, não tem essa não.
Ele era insaciável, toda noite a gente ia pra debaixo da amendoeira, e ele queria experimentar todas as posições, de quatro, frango assado, sentado em cima, o diabo. Depois de duas semanas eu já estava cansado do Laurinho. Gosto de novidade, e nunca mais foi tão bom quanto da primeira vez. Bolei um plano pra me livrar dele. Eu conhecia um soldado do Forte que também gostava de comer cu, o Carlão. Combinei encontrar o Laurinho uma noite, embaixo da amendoeira, mas quem apareceu foi o Carlão.
-- Oi você é o Laurinho?
-- Sou, como é que você sabe?
-- O Grossão me contou. Ele teve um problema e não pode vir, daí vim eu.
O Carlão era campeão de musculação, superforte e com um caralho quase tão grande quanto o meu. Ele me contou que o Laurinho adorou ser enrabado por ele e descobriu que gostava de apanhar. E o Carlão gostava de bater, o que não é a minha. Logo um soldado puxou outro e o Laurinho acabou indo pra dentro do quartel, onde era passado de mão e mão, ou melhor, de pica em pica. De madrugada levavam ele pra fora e deixavam caído no chão, acabado, não conseguia se por de pé. Ficava de quatro, que nem uma pata choca, sorrindo para a lua com a cara toda lambuzada, o cu frouxo que nem buceta de égua velha, esguichando litros de porra de 15 ou 20 soldados. Laurinho nunca foi tão feliz.

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Eu e Juliana, uma Noite Maravilhosa 
conto de Gostosinha
bemgostosinhaa@bol.com.br

Meu nome é Luana, tenho 20 anos e sou estudante de direito em Minas Gerais, vou contar para vocês uma experiência maravilhosa que tive no início desse ano e que mudou completamente a minha vida sexual. Eu sou noiva, nós estamos juntos a sete anos e eu jamais tinha traído o meu noivo antes de conhecer Juliana, uma linda morena de 1,70m de 23 anos que estuda comigo na universidade, sempre tive curiosidade de saber como era sexo entre duas mulheres, mas faltava coragem de experimentar, até que um dia sem mais nem menos Juliana perguntou se eu gostaria de ir numa festa com ela, disse que era uma festa muito animada, mas que teria que sair naquele mesmo momento, que nós estávamos largando da faculdade, eu a segui de carro até a festa e não demorou muito para me sentir muito à vontade, dançamos até às 2h da madrugada, quando ela perguntou se eu não poderia dormir na casa dela, como os pais dela estavam viajando, eu não estranhei o convite, ela falou que seria como na época da escola que a gente dorme na casa das amiguinhas. Chegando lá, Juliana propôs tomarmos um vinho tinto e dançar mais um pouco porque era muito cedo, foi quando eu comecei a perceber um olhar diferente, me deu um pouco de medo, mas a vontade era muito maior, rimos muito e ela resolveu tirar o vestido e ficar só de calcinha dançando como uma louca, ela falou no meu ouvido bem baixinho, tira a roupa, estou doida para ver você nuazinha, fiquei toda arrepiada e tirei a roupa, mas fiquei brincando na hora de tirar a calcinha, ela não agüentou se abaixou e tirou com a boca, me levou até uma mesa que tinha na sala, pediu para mim sentar e vendou meus olhos com o vestido suado e com o delicioso cheiro dela, começou lamber minha xaninha bem devagar, depois chupar, eu apertei a bunda dela e pedi para irmos para o sofá, onde nós fizemos um clássico e delicioso 69, eu gostava de fazer sexo com meu noivo, mas ela me levou as alturas, foi a primeira vez que tive um orgasmo, depois que nós estávamos bem molhadinhas começamos a esfregar as xaninhas e passar um grelinho no outro, só de pensar já fico excitada. A noite continuou com muito vinho e muito sexo, nos esfregando eu já estava quase atingindo o orgasmo, mas Juliana disse que queria me enlouquecer e começou a mordiscar minha orelha, depois colocou um dedo dentro de mim e lambia meu clitóris e foi aumentando o ritmo, não agüentei gozei muito, mais ainda estava animada e coloquei ela sentada no sofá e chupei até ela gozar no meu rosto, foi uma delicia, agora para família e para nossos respectivos namorados nós somos amigas, ninguém acha estranho, mas eu sei bem como acaba minhas noites!!! Se você gostou escreve para mim... bemgostosinhaa@bol.com.br! Vou ficar esperando! 

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