terça-feira, 19 de abril de 2011

DOIS CONTOS

EU E AQUELE NEGRO TARADO
autor desconhecido


Olá, sou loira, alta, cabelos encaracolados a altura do ombro e, como toda loira tenho uma historia com um mulato inesquecível. Nos conhecemos no trabalho, Carlos e o seu nome, alto, magro, porem forte, uma lábia de mulato inigualável, um charme ao falar do tipo de excitar-me só com umas palavrinhas safadas no ouvido....... Mas, no entanto muito cachorro, do estilo "traco todas", inumeras foram suas investidas comigo, e eu como sempre o desprezava pois era do tipo muito mais romantismo do que prazer e além disso na época ele namorava uma garota da mesma empresa. Confesso que não foi fácil dizer não a aquele negro gostoso, ate que um dia apos muito tempo sem v-lo pois, havia saído da empresa e perdemos o contato tive uma surpresa. Estava num barzinho com algumas amigas de faculdade quando de repente avisto em uma mesa aquele homem novamente, como sempre muito bem vestido, estava acompanhado de alguns amigos, nossos olhares em todo o tempo se cruzaram então como um filme em minha mente, comecei a recordar de loucos beijos em minha sala, aquela mão percorrendo sobre meu corpo, sua língua me sulgando completamente, e o soluçar daquele mulato sarado em meu ouvido: você já é minha, não adianta você fugir, um dia eu vou te ter inteirinha so pra mim, ainda em extase, senti uma mão em minha nuca, que descia pelas minhas costas decobertas, e mais uma vez aquela voz sussurrando em meu ouvido: minha loira continua uma delicia. Como se acordasse assustada, virei-me e timidamente: Carlos ! A quanto tempo não nos vemos!!! Convidei-o para sentar-se a mesa, apresentei-o para minhas amigas que logo se entrozaram com seus colegas, o que proporcionou-me a oportunidade de ficarmos a sos na mesa...... Em todo o tempo olhava-me no fundo de meus olhos, e por baixo da mesa percorria suas mãos entre minhas pernas, de mansinho encostou bem próximo de meu ouvido e como sempre num tom de safadeza e desejo disse-me: não disse que um dia você seria minha, não nos encontramos por acaso, seus olhos pedem-me o tempo todo para que eu te beije, te chupe todinha, sua pele suplica o toque de minhas mãos, sua boca quer dizer que você morre de vontade de me ter..... Diz que quer ser minha esta noite....... Eu tremula, sem resposta alguma, apenas susurrei: Carlos, muitas coisas mudaram, hoje eu namoro, como você sabe sou fiel, você sabe que sempre achei você atraente mas também muito cachorro e safado, creio que você ainda namora também, e como sempre a verdade e que você nao suporta ouvir um não de uma mulher, e é melhor encerrarmos esta noite por aqui. Levantei-me apressadamente, paguei minha conta, despedi-me rapidamente de minhas amigas e sai a procura desesperadamente de um taxi. Mais uma vez fui surpreendida por aqueles braços fortes que me seguravam com tanta forca, quando dei por mim Alexandre me beijava loucamente, ah como foi bom sentir novamente o gosto daquele beijo, aquela mão descendo sobre meu corpo, sua língua em meu ouvido, seu corpo tão junto ao meu...... E aquela voz: tem coragem agora de ir embora? Diz que o que você quer de verdade minha loira gostosa..... Sem pensar em mais nada, esquecendo-me de meu namorado que tanto amava, confessei bem baixinho em seu ouvido: Carlos, eu quero ser sua, tem que ser esta noite, eu quero sentir finalmente este seu instrumento gostoso e sarado na minha xaninha, quero que você me faça gozar como nunca meu namorado me fez, quero ter o orgasmo que sempre sonho quando faço amor como ele..... Imediatamente entramos em seu carro, fomos para seu apartamento, ao entrarmos, Carlos como sempre muito fogoso, já foi logo me pegando no colo, ele sabia que eu gostava destas coisas, me levou ao seu quarto, tirou minhas sandálias e deixou-me deitada na cama, enquanto buscava uma garrafa de vinho, quando entrou no quarto novamente encontrou-me toda fogosa e brincou: Você esta mudada minha loira, nem parece aquela tímida e indefeza, entao eu jogando-o na cama, disse olhando em seus olhos, hoje você ira conhecer a mulher que ha em mim, sai de cima dele, liguei o aparelho de som, ao som de uma agradável melodia comecei a despir-me, usava um vestidinho preto com as costas a mostra, coladinho no corpo, preso por um laço no pescoço, virei de costa para ele, percorria minhas mãos sobre meus cabelos e descia ate o bumbum, num ritmo gostoso descia rebolando, de frente para meu negro gostoso encarava-o enquanto desatava o laço jogando meus cabelos, já com seios prontos para serem vistos e desejados, descia lentamente o vestido, enquanto massageava meus seios, eles são de tamanho médio, claros, marcados pelo sol, firmes, pontudos, gostosos, vendo meu homem cheio de tesão decidi deixa-lo mais louco ainda, sentei-me numa cadeira, deixando as coxas a mostra e descendo cada vez mais meu pretinho, ate que de costas para ele tirei-o completamente o que restara era apenas meu bumbum, (que por sinal meu namorado adora), envolvido por uma calcinha preta minuscula enfiada no reguinho, envolvida pela musica, peguei o vestido do chão e lentamente apos tirar a roupa de Carlos passava o vestido sobre seu corpo, tirei toda sua roupa e ele como um cachorrinho obediente olhava-me o tempo todo e seu pau duro feito pedra pedia uma deliciosa chupada, enquanto deslisava o vestido sobre seu corpo pedia a ele que sentisse meu cheiro, e como um bicho selvagem viesse me devorar, e,e claro que aquele homem tezudo e safado logo segurou-me pelos cabelos, deslizando sua língua sobre as minhas costas, ele sabia de todos os meus pontos erógenos, pedia para que eu relaxasse e me entregasse, ate que deitou-me na cama, deixou-me numa posição bastante agradável e lentamente passei a sentir aquela língua quente sob meus pescoço, descendo ate meus seios, ele os chupava tão gostoso, ate que não aguentou e disse, quero realizar meu maior desejo, chupar sua xaninha loira, pede pra eu te chupar, e eu sem exito algum gemia, sussurrava e pedia, chupa minha xaninha meu negro, chupa, chupa....Em poucos segundos pude sentir aquela mão tirando minha calcinha, que a essas alturas ja estava ensopada por meu desejo e tesão, fechei meus olhos e pude sentir o que tanto desejara por muito tempo, ser chupada por aquele mulato! Era uma mistura de gelo com fogo sobre meu corpo, ele dizia o tempo todo mas que xana gostosa, que lindo estes pelinhos loiros, goza na minha boca, geme pra mim, e em poucos minutos sendo sulgada por aquele homem, explodi um gozo como nunca havia tido antes, anestesiada, e querendo mais e mais joguei-me sobre aquele corpo moreno, ssentei-me naquele cacete grosso e comprido (dizem que todo negão é assim, bom, confesso que é bem maior de que o meu namorado), virei o bumbum para ele e cavalgava naquele pau gostoso, o movimento o deixava louco, ate que ele pediu que queria gozar comigo de quatro, então veio por traz me penetrando e segurando em meus cabelos, mordendo minhas costas, penetrando com muita forca, ate que gozei mais uma vez, ele escutando o grito de meu gozo, e sentido minha xana toda molhada pelo meu prazer, foi entrando cada vez mais forte e dizia que delicia entrar em você, você tava louca pra sentir este cacete entrando em você, por que falou não por tanto tempo minha loira, não adianta você já e minha, e eu concordava, sim meu cachorro safado eu sempre quis ter você, e rebolava sobre aquele pau maravilhoso, como seu pênis era muito grande e eu não estava acostumada pedi que parasse um pouco, ele não exitou e então eu louca para deixar aquele homem mais louco, peguei aquele vinho tinto joguei sobre seu corpo, fui chupando-o vagarosamente ate chegar em seu membro avantajado e cai de boca naquele cacete gostoso , sugando e mordiscando com muito gosto e ate faze-lo gozar loucamente gemer de prazer.......Apos gozarmos, nos recompomos e já começamos tudo de novo..... Foi uma noite maravilhosa, embora não passasse de uma noite e nada mais, no entanto curtimos o momento e obedecemos cegamente aos nossos desejos mais secretos, só preciso encontrar agora uma boa cara de pau ao ver meu namorado, afinal, o amo.
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A minha prima Portuguesa


meu nome é Solange e sou uma Brasileira de olhos claros e peitões grandes, segundo minha prima sou uma puta bem gostosa. Minha família foi sempre muito pobre e quando morreram meus pais num acidente meu irmão não tinha condição de me deixar ficar na sua casa. Assim a solução foi vir para Portugal para casa de uns tios muito ricos. Quando cheguei a Portugal era Inverno e achei tudo muito frio e escuro. Meus tios e sua única filha vieram me pegar no aeroporto.
Não os via desde os meus 5 anos, quando foram passar férias no Rio e minha prima Carla tinha agora 23 anos e eu 21.
Levaram-me para sua casa e eu fiquei surpresa com tanta riqueza. Casa assim só tinha visto em filme. Tinha até piscina.
Minha prima me levou para aquele que seria o meu quarto, pegado no dela e com porta de ligação entre os dois e me disse com um ar safado que eu não entendi na hora que era bom assim para eu não me sentir tão sozinha naquela casa estranha.
Descemos e conversei bastante com os meus tios que me disseram que no dia seguinte iriam viajar para assistir ao casamento de uns familiares que moravam noutra cidade.
Como sairiam logo cedo ficaríamos só eu e Carla na casa todo o final de semana.
Nos despedimos e subimos para o quarto. Estava arrasada e fui tomar um duche antes de dormir. Tudo estava bem até que sinto alguém no banheiro. Espio e vejo minha prima com maior ar de safada e com um toalhão na mão. "Terminou?" .Eu não entendi e disse que sim e ela então me disse para sair do boxe que iria me enchugar.
Minha cabeça estava rodando. Não estava a perceber nada mas lá saí, envergonhada.
Minha prima me envolveu com a toalha e começou a me enchugar e a acariciar o corpo ao mesmo tempo. Quando ela tocou em meus seios ia protestar mas antes que pudesse abrir minha boca levei um tapa na cara e uma repreensão: "esta casa é de meus pais e minha e se quer se dar bem é bom que faça o que lhe mando e nem reclame". Comecei a perceber as suas intenções e a ficar em pânico. Ali estava eu, numa casa desconhecida, com pessoas que já não via há anos, sem grana e sem saída. Decidi não reagir e esperar o que rolava.
Carla me pegou pela mão e fez eu deitar na cama que seria a minha dali em frente.
Aí deu uma ordem: "Se toca, bate uma siririca para mim!". Muito á toa coloquei minha mão na xoxota e comecei bolinando. Nova ordem: "Abre bem as pernas que quero ver sua xota inteira!". Abri bem minhas pernas e com um gesto bruto ela as afastou ainda mais. E ali estava eu, me bolinando em frente a Carla que começou mexendo e lambendo meus peitões. Por incrível que possa parecer aquela situação me deixou um pouco louca e o medo misturava-se com algum tesão. "Agora me diz, com quantos homens você já transou?". Quando respondi com dois levei novo tapa "Puta mentirosa, você pensa que não estou vendo sua buceta toda aberta de levar rola e seu cuzinho também!". Nesse momento já metia dois dedos no meu cuzinho enquanto continuava chupando meus peitos. Aí não teve jeito senão confessar que já tinha transado com 4 caras e que com o ultimo tinha metido muito na xota e no cú. "E com mulher, você já transou?". Respondi que nunca tinha transado com mulher e ela me disse que nunca era tarde para começar e sem aviso colocou sua buceta em cima da minha cara para eu chupar. Eu não sabia como fazer e estava com um pouco de nojo, mas enquanto não fiz como ela queria levei beliscão nos bicos de meus peitões e tapas na cara. Finalmente ela começou a rebolar e a dizer que eu era uma puta das boas e que aprendia bem rapidinho.
Ficamos assim a noite toda ela lambendo minha buceta e metendo todo o tipo de vibrador e eu só chupando aquela xota quente e molhada. Depois de me habituar ao sabor até que estava gozando com a situação.
Mas o pior ainda estava para vir. No dia seguinte só acordamos tarde e depois de um café da manha reforçado continuamos a "lição". Segundo ela eu já estava ficando mestra em putaria e com a minha língua fazia ela se vir bem rápido. Descemos para jantar, eu com um vibrador enfiado na xota e outro no cu.
No final do jantar ela me mandou tomar um banho que iríamos sair. No final do banho ela me disse para vestir o que estava em cima da cama, praticamente nada. Apenas um mini vestido vermelho que mal cobria meus peitos e buceta e um sapato muito alto também vermelho. Quando perguntei por minha calcinha levei um baita tapa: "Puta não usa roupa interior". Saímos para um bar e Carla foi conduzindo com uma mão e me bolinando com a outra. Quando entramos vi que era um lugar pequeno com muita gente, já todos bem altos da bebida e bem descontraídos. Havia já vários casais se acariciando e garotas só em calcinha, nos cantos mais escondidos. Percebi que ali devia rolar muita putaria. Carla me puxou pelo braço e me levou para uma mesa onde tinha três garotos bem bonitinhos e aí ela me apresentou "Essa é minha prime Sô. Aquela de quem eu tinha falado" e sorriram todos. João e Renato fizeram questão que me sentasse entre eles e Carla pediu dois dinques e me mandou beber. Depois pediu mais dois e a conversa já ia solta, com muita putaria á mistura. Foi quando comecei a sentir uma mão a subir nas minhas pernas e chegando na minha buceta já molhada começou a me bolinar. Pela cara percebi que era o Renato. Entretanto João começa a passar a mão em meus peitões dizendo "Nossa como eles são grandes e durinhos".Fernando a esta hora beijava Carla (só depois soube que era o seu namorado) que já muito louca por também estar sendo bolinada por ele lhes disse "Fodam essa puta agora". João puxou meu vestido e deixou meus dois peitões expostos. Entretanto já havia gente em volta. Renato já tinha tirado seu pinto para fora puxou minha cabeça para ele e me disse que queria uma chupeta. João continuou a tirar meu vestido e não tardou nada já estava nua em cima do banco, fazendo uma chupeta e levando rola na buceta. Carla tirou uma câmara do saco e ficou gravando eu levando rola de todas as formas com toda aquela gente olhando, aplaudindo, dando risada e até sugestões. De vez em quando sentia uma mão estranha me tocando e tive até que fazer um boquete no namorado de Carla e no dono do bar, que tinha uma rola bem grande e quase me sufocou com tanta porra que tive de engolir. No final vi Carla ficando para trás e Renato e João lhe dando uma grana. Entrei no carro e fui até casa sendo fodida no cu por Fernando.
Enquanto Carla se divertia com Fernando fui tomar um duche e no final Carla foi ter comigo dizendo que tinha sido uma boa puta e que deveria continuar sendo, caso contrário colocaria o filme que tinha feito na Internet. Eu chorei e pedi para ela não fazer isso. Ela prometeu que não o faria se eu fosse sempre uma putinha obediente. A medo lhe perguntei que grana era aquela que os meninos lhe haviam dado e ela me respondeu que puta em Portugal era paga pelo trabalho que fazia e que eu tinha de pagar as roupas que compraríamos no dia seguinte e que me seriam muito úteis no meu novo trabalho.
Hoje Carla está viajando e me deixou como tarefa escrever este conto para ela ler enquanto está longe de mim. Deixou ainda uma outra tarefa que foi pegar gente que estivesse interessado em sexo virtual, dar sugestões para novas putarias para ela me fazer ou até serem nossos "amigos"… fico a aguardar seu e-mail - solangepoloni@mail.pt

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