sábado, 23 de abril de 2011

CONTOS

gifs_speed_322

Vi quando e como fiquei corno

autor desconhecido

Quem não gostaria de ser uma mosca para ver o que seu(a) companheiro esta fazendo????

Virei uma mosca e agora sei como Ela se comporta com outro homens,descobri como são safadas espertas, seu jeito de fazer, como são tímidas com você, querem fazer tudo que não fazem com você......

Eu (Ari) trabalho numa empresa com filiais em vários outros municípios, todo o final de mês Eu o gerente e um colega temos que
dar uma passada nas filiais para ajustar relatórios e efetuar backup
de programas, sempre saímos por volta das oito horas e retornamos as
onze da noite.
Vou contar o que aconteceu ano passado em dezembro pertinho do final
de ano.
Sou casado com Flavia faz oito anos não temos filhos, Ela trabalha
num escritório de contabilidade, vive reclamando do seu chefe, O
chefe (Jorge) é mal educado, sem-vergonha, mulherengo, nojento,
etc...isso ele diz tudo dia.
  Naquele dia tomando café Ela me perguntou a que horas ira voltar?
a de sempre respondi as onze da noite, respondi, saímos para o
trabalho encontrei os colegas a viajamos, como tudo deu certo
retornamos mais cedo, os oito da noite, me deixaram na esquina de
casa.
Quando vou caminhando em direção de casa, quem vejo saindo do corro
no outro lado da rua? o Jorge, fiquei escondido, olhando, ele vai e
taca a campainha da minha casa, a Flavia vem a abre o portão, e eles
entram.
Fiquei desconfiado, tudo que Ela falava dele, convidando para
visitar nossa casa.
Entrei pela garagem fui até a lavanderia,eles estavam na sala, dava
para ver bem os dois sentados no sofá.
Flavia minha esposa estava usando uma saia, uma blusa bem decotada,
sem sutiã, com o cabelo preto longo ainda molhado do banho, Ela tem
1,74 de altura e pesa 56Kg tem um par de cochas, meu Deus, uma bunda
de parar o transito, seios médios, xutinha sempre limpinha sem
pelinhos.
Bem o Jorge não vou comentar é o tipo comedor que quer comer
todas!!!!!!
Eles levantam e vem para a cozinha, Ela pega um copo de água  e toma
encostada na pia, Jorge chega e a beija Ela corresponde e passa a
mão no seu cabelo e nuca nas costas, Ele a segura pelo pescoço com
uma mão e outra vai deslizando pelas costas na cintura e desse na
bunda, param de se beijar e ficam se olhando, Ela fala >quero ver se
você é tudo que as outra do escritório falam de você!!!!
Ele sem falar nada pega os seio e tira da blusa e começa e mamar e
lamber, a mão já estava erguendo a saia, tirou a blusa e tirou a
saia, Ela estava usando a calcinha da nossa preferência pequena
branca tipo fio dental super sexy, que da um formato muito especial
para a xaninha, quando Ela ta afim de um sexo bem legal sempre se
veste com essa roupa.
Pois bem vamos aos fatos, Ele tirou sua roupa ficando só de cueca,
com um volume médio, Ela com uma perna sobre a cadeira, Ele
ajoelhado na sua frente lambendo sou imbico e foi descendo passando
e língua com cochas, tira a calcinha, Ela toda excitada os seios
duros a xaninha molhada escorrendo, Ele lambe, lambe, lambe a
xaninha e Ela grita > ai no botão, ai no botão, segura a cabeça dele
e afirma contra a xaninha e goza.
Esse gozo eu já tinha visto varias vezes, Eu já tinha imaginado como
seria ver a esposa dando para outro homem, mas não imaginei que Ela
fosse com tanta naturalidade, estava com a pau duro quase me
acabando.
Ele falou > vou levar essa calcinha de recordação, Nunca disse Ele
essa calcinha é a favorita do Ari, pegou a calcinha, a saio e a
blusa e colocou no cesto na lavanderia bem perto de mim, que estava
escondido atrás de uma toalha.
Foram para a sala no sofá, Ela sentou Ele de pe enfrente, Ela  tirou
a pau de da cueca estava meio, meio, iniciou um buguete bem de leve
e foi fazendo, Ela aproveitando ia se masturbando coisa que ela
nunca fez comigo, que sempre pedia para ela fazer dizia que tinha
vergonha, Ele já bem excitado, pede para Ele colocar a camisinha e
sentar no braço do sofá, encaixa a xaninha no pau e pega na cintura
dele e mete como só Ela sabe mete naquela posição deixa qualquer um
louco, naquela posição da para perceber que chega estar tam molhado
que escorre um liquido pelas pernas dela,  Ele não se agüenta mais e
goza, Ela da mais umas reboladas e também goza.
Como não sou de ferro, peguei a calcinha e a saia, e pensei em levar
para ver e que Ela iria alegar, não resolvi fazer algo que a poderia
deixar pensativa ou intrigada, peguei a calcinha  e acabei nela,
deixei toda cheia de porá. Quando Ela chupava e se masturbava, e
quando Ela pegou o Jorge no braço do sofá não resisti gozei na saia,
deixei no cesto.
Flavia foi no quarto vestiu um roupa, Jorge deitado no sofá como um
bêbado não consegui nem se alevantar. Flavia perguntou > o que achou
vai falar para as outras que não agüentou a morena gostosa do
escritório??Jorge responde > não vou falar nada e não quero que você
comente algo, certo.
Jorge se vestiu e saiu, Flavia entrou e se deita no sofá e começa a
rir como se fosse uma criança, saio de fininho e vou fazer um
lanche, as onze horas chego em casa como se não tivesse visto nada,
sou recebido como sempre beijos abraço, vou tomar um banho, percebo
que a roupa dela esta como deixei no cesto, tomo o banho e vamos
dormir, peso que Ele vista a roupa das nossas noites, Flavia fala >
esta no cesto vou pegar, fico olhando, quando Ela pega a blusa e
veste, pega a saia cheia de para, pega e calcinha toda cheia de pora
fresquinha, Ela fica paralisada, tremendo, só imaginando como isso
pode ter acontecido.
Tivemos varias momentos de porá magia e sexo.
Ela ficou mais convencida, que é gostosa.

Quer ser um mosca??
Quando desconfiar vai que é .

__________________
AS PRIMAS! 

autor desconhecido

Meu nome é Gislane,tinha 17 anos,na época que ocorre o fato,sou loira,cabelos lisos,cortados tipos chanel,minha prima é Juliana e tinha 15 anos,morena,cabelos pretos e longos,e olhos azuis. Morávamos em uma cidade pequena do interior de Minas Gerais,até quando fiz l5 anos,mudamos eu e minha família para cidade grande,deixando Juliana com seus pais,naquela cidade pequena do interior. Sempre nos comunicávamos por carta ou telefone,nossa amizade era muito grande uma pela outra,amizade inocente naquela época.Passados dois anos sem nos vermos,resolvi nas férias ir a sua casa;quando lá cheguei beijos e abraços apertados cheios de saudades.notei que Juliana tinha crescido,se desenvolvido bastante para sua idade,estava linda,elogiei sua beleza e ela a minha pois eu também tinha me desenvolvido bem.Deixamos os elogios de lado,e falei que gostaria de matar as saudades do sitio,já tinha dois anos que lá não ia,Juliana então me falou que seus pais tinham acabado de viajar,e que o sitio estava a nossa vontade,sem ninguém por lá.

Achei espetacular,pois eu amava Juliana em segredo,nunca tinha tido a coragem de lhe revelar,mas desta vez eu lhe revelaria que aquela nossa amizade tão grande era também amor,então estava tudo a meu favor ,meus tios viajando,sitio vazio,sem mingúem não poderia perder essa oportunidade e abrir o jogo .Tudo combinado aquela noite passamos na cidade,sem nada acontecer,só colocando que dia nossas conversas. Na manhã seguinte,pegamos o primeiro ônibus que por lá passa,durante a rápida viagem,eu ia fazendo meus planos de como lhe falar. Chegando ao sitio,abrimos a porta da sala,e levamos nossa mochilas para o quarto,afim de colocar uma roupinha mais leve,nosso passeio ia ser na cachoeira,Juliana tirou suas roupas e ficou nua a minha frente e não pude de admirar o belo corpo de minha prima,olhei de cima a baixo,estava linda,inclusive os poucos pelos em sua bucetinha,peitinhos redondinhos e durinhos,ela estava mais linda do que nunca,o que mais me animou ainda,Juliana vestiu um short tão pequeno que deixava suas polpinhas para fora,um camisão e nada mais,coloquei também um short só que um pouco maior,calcinha,e um camisão também.

Fomos para a varanda admirar a paisagem que estava linda,alguns minutos depois,fiquei de costas no parapeito da varanda,bem a frente de Juliana,passei as mãos em seus cabelos,e os elogie olhando-a dentro daqueles olhos azuis lindos,passei as mãos para seu pescoço e a puxei para junto de mim,dando-lhe um beijo em sua boca,á principio ela se retraiu mas em seguida se soltou e me retribui o beijo.Então lhe falei o quanto lhe amava de corpo e alma,que nunca tinha falado a ela por não saber sua reação,ela também me falou praticamente o mesmo,que tinha de fato receio de não ser compreendida.Tornamos a nos beijar,agora já com mais intimidade,coloquei minha língua em sua boca,e ela fez o mesmo comigo,roçamos nossos peitinhos uns nos outros e passamos nossas mãos uma na bucetinha da outra,estávamos nos entrosando mesmo. Dei-lhe a mão e saímos a caminhar em direção a cachoeira,como um lindo casalzinho,ás vezes deixa ela passar a minha frete para admirar seu lindo corpinho,sua bundinha arrebitada,estava linda mesmo. Chegando a cachoeira paramos em cima de uma pedra,me acheguei a ela e nos abraçamos,nos beijando,louca e freneticamente,língua com língua,lábios com lábios,peitinhos roçando em peitinhos,estava uma loucura.Minhas mãos tocaram seus seios,estavam durinhos,os mamilos pareciam que iam furar a sua blusa,alisava-os e apertava as pontinhas com meus dedos,tirei-lhe seu camisão e vi aqueles peitinhos lindos a minha disposição,abaixei minha cabeça e passei a beija-los,passando minha língua para todos os lados deles,e ela soltava uns gemidos de satisfação enquanto se declarava a mim o quanto me amava e o tempo que perdemos.Sua mãozinha me suspendia o camisão e alisavam meus peitinhos que estavam durinhos de tanto tesão,me tirou o camisão e não cansava de elogiar meu corpo,ficamos só de short,alisando nossos corpos uma na outra,desabotoei seu short,e deixei-o cair na pedra,vi sua bucetinha surgir a minha frente com poucos pelos,que visão magnífica,voltei a abraça-la com muito carinho,amor e paixão,beijei sua boca,seus olhos,seus ouvido,seu pescoço,seus peitinhos chupava-os e mordiscava-os enquanto ela soltava gritinhos de prazer,continuei minha descida,lambendo-a,mordendo-a,cheguei a sua barriquinha a onde avistei uma trilhazinha de pelos que conduzia a sua grutinha de amor,pedia a ela para deitar-se na pedra,ela deitou e comecei a lamber a sua bucetinha,enfiar minha língua entre aqueles lábios rosados e puros,descobri seu grelinho ,pequenininho,beijei-o,mordisquei-o,Juliana já se contorcia de prazer e tesão,alisava meus cabelos,e me dizia o quanto me amando,satisfeita com estas palavras,eu queria lhe dar prazer que nunca sentira antes,levantei suas pernas e vi seu cuzinho,roxinho,lambuzei meu dedo na bucetinha e devagar enfiei e ela se deliciou,me disse que estava sentindo uma coisa esquisita, parecia que ia voar de tanta felicidade,era o orgasmo que estava chegando e ela não sabia,deixei meu dedo no seu cuzinho e continuei a chupar sua buceta para que gozase,queria eu me lambuzar com aquele liquido do orgasmos dela pela primeira vez,ela achou que estivesse fazendo xixi mas expliquei rapidamente que não era,que podia continuar,foi quando deixou em minha boca o seu primeiro gozo virginal,qua me lambuzou meu rosto e encheu minha boca.Tirei o dedo do seu cuzinho,e comecei a subir lambendo todo seu corpo,eu estava tarada em minha prima,beijei seus seios e chequei a a boquinha onde a fiz sentir o seu primeiro gozo,beijamo-nos loucamente,línguas que entravam e saiam,e juras ditas entre sussurros.

Deitei-me para o lado e coloquei meu braço para que descansasse nele.Tiramos um rápido sono,quando acordei com ela me beijando a minha boca com sua língua atrevida,foi bom demais falei acordar deste modo,retribui o beijo,e ela começou a fazer a mesma caminha de descida que eu lhe fizera,parou em meus peitinhos,chupo-os,mordeu-os,mordisco-os,e eu gemia de prazer,era a minha amada que estava me proporcionando este prazer inigualável,largou de beijar meus seios e continuou parando na minha barriquinha,beijou meu umbigo,alisou os pelinhos dourados que tenho no caminho da minha bucetinha,que com as mão já a alisava,com os dedos abriu os lábios também rosados de minha buceta ,enfiou sua língua como se quisesse me estuprar,eu jão não me agüentava mais de tanto desejo e tesão,passei minhas mãos sobre seu pescoço e forcei seu rosto contra minha buceta,e ela chegou a meu grelo,masturbando-o,com sua boquinha,pedia a ela que chupasse mais minha buceta,e assim ela fez,mas antes levantou minhas pernas,beijou meu cuzinho e enfiou seu dedo nele,naquela hora quase morri de tanto prazer,já não agüentando mais suas chupadas ,prendi seu rosto em minha buceta e falei que queria gozar em sua boca e gozei,mas que gozo,me contorci toda,enchia a boca de Juliana com todos meu orgasmo,e ela me secou e trouxe em minha boca o gosto do meu gozo. Juliana ,acho que devemos tomar uma banho no lago,e irmos para á casa. Sim Gislene meu eterno amor,vamos nos banhar,que hoje teremos uma noite toda nossa. Nos banhamos entre brincadeiras com água,e muitos beijos,vestimos nossas roupas com os corpos molhados que ficarão uma visão deslumbrante para cada uma,depois daquela nossa primeira transa. 
______________


FANTASIAS NO DENTISTA!

gifs_speed_220

autor desconhecido

Droga de dente. Já era a terceira vez que a restauração caía. O dentista de Kátia já havia alertado que restaurações nos molares eram difíceis de segurar. Lá estava ela, de novo, tendo que cancelar a saída com a turma no final do expediente para voltar com o Dr. Custódio, o dentista, para resolver aquela situação. Kátia era o tipo de mulher pra cima, independente, segura e bonita. Chefiava o setor de cadastro de uma companhia telefônica. Morava só, desde que havia mudado de sua cidadezinha para fazer faculdade na capital. Conseguiu logo um bom emprego e, com isso, a possibilidade de cuidar de sua vida. Afetivamente as coisas não tinham dado tão certo assim. Rompera o namoro de muitos anos com um cara de sua cidade, justamente pelo fato de não ver perspectivas naquela relação. Josias tinha sido seu primeiro namorado sério, e o único com quem transara até aquele momento. Apesar do rompimento definitivo, Josias não se conformara com a decisão de Kátia, telefonando algumas vezes e, até mesmo, procurando-a na capital. Durante a última visita de Josias, com direito a sexo e tudo, Kátia pôde ter a absoluta certeza de que não queria o ex de volta em hipótese alguma. Página virada, Kátia estava realmente disposta a investir mais em sua vida afetiva e, principalmente, viver sua sexualidade com mais paixão, coisa que vinha buscando há um bom tempo. As saídas com a turma do trabalho pareciam ser uma ótima opção na busca de um novo companheiro, daí a razão de ter ficado tão frustrada com a urgência de resolver o problema do dente. Ligou para o Dr. Custódio que, para seu desespero, estava de saída para o aeroporto, pois iria participar de um Congresso. A atendente, percebendo ser uma situação emergencial, disse à Kátia que Dr. Luciano iria ficar atendendo os pacientes de urgência do Dr. Custódio, e que se ela quisesse, poderia vir às 18:30. Kàtia não pensou duas vezes. Determinada como era, não gostava de deixar nada para o dia seguinte. Lavou o rosto escovou os cabelos e rumou para o consultório. Era uma mulher exuberante. Aos 25 anos de idade, demonstrava uma segurança incomum às jovens, despertando nos homens um magnetismo intenso. Tinha 1,70m, corpo bem feito, os cabelos claros na altura dos ombros e adotava um jeito sóbrio de vestir, tipo executivo, mas extremamente sexy. Naquela tarde usava uma camisa de mangas, com botões na frente, uma saia justa comportada, mas com uma fenda generosa atrás que permitia que os olhares masculinos mais gulosos penetrassem, alcançando a visão daquele par de coxas perfeitas e bem torneadas. Kátia seguia, no metrô, com sua seriedade e magnetismo costumeiros, sacudindo, de vez em quando os cabelos sedosos e brilhantes, tornando aquele visual ainda mais atraente. Ao chegar no consultório, a atendente cumprimentou-a, já com a bolsa na mão dizendo que teria que sair logo, mas que o Dr. Luciano já estava com as fichas dos pacientes daquele início de noite. Kátia agradeceu e sentou-se no sofá da sala de espera, aliviada por perceber que seria a próxima a ser atendida, já que não havia outra pessoa por ali. Neste momento, abre a porta do consultório um homem jovem, vestido de branco, com uma máscara na boca. Retirando a máscara e olhando para a ficha em sua mão, perguntou se ela era Kátia. Kátia, impressionada com a beleza daquele homem alto, de cabelos escuros, pele bronzeada contrastando com a roupa branca, quase gaguejou ao responder afirmativamente. Então aquele tesão de homem era o substituto do Dr. Custódio, pensou. Ele, que a essa altura já tinha feito uma avaliação de Kátia, sorriu pedindo que ela aguardasse, pois seria a próxima a ser atendida. Nesse instante entra na sala de espera uma senhora dos seus 50 anos, dizendo que estava ali para ser atendida pelo Dr. Luciano, também. De modo simpático, o dentista disse à ela que aguardasse um pouco. Por volta de 5 minutos o senhor que estava sendo atendido despediu-se e saiu, quando Luciano pediu à velha senhora que entrasse. Kátia deu um pulo na cadeira, sem compreender, pois ela sim deveria seria a próxima, pela ordem de chegada. De modo carinhoso - e irresistível - o doutor explicou que só iria fixar um dente na prótese daquela senhora e então poderia fazer sua restauração, que, certamente seria algo mais demorado. Sem estar convencida com a explicação, Kátia conformou-se, de certo modo excitada pela idéia de logo ter a boca examinada por aquele homem. De fato, o serviço na boca da velha foi rápido. Parecia que o doutorzinho queria se livrar dela. Quando enfim estavam a sós, Luciano disse: - Vamos lá? Você é a última paciente do dia. Concordando, Kátia levantou-se e foi seguindo explicando o porque de sua consulta de urgência. Luciano disse à ela para que não falasse nada, pois ele iria aproveitar para fazer uma avaliação completa em sua boca, para ver se era apenas o problema da restauração. Kátia sentou-se tensa na cadeira, por sentir-se visivelmente atraída pelo dentista. Ele por sua vez, embora aparentasse agir com profissionalismo, demonstrava um ligeiro nervosismo. Pegou os instrumentos, examinou arcada superior, inferior, e começou a trabalhar. Colocou um lenço com uma corrente em volta do pescoço de Kátia, esbarrando sua mão nos seios desta, que já começavam a arfar. Parecia que o Dr. Não encontrava uma posição correta, pois passava de um lado para o outro da cadeira, e nesses movimentos, sempre encostava nas pernas de Kátia, que já estavam descobertas até as coxas, devido à posição da cadeira. Luciano começou a falar, para ganhar intimidade, que tinha sido uma sorte substituir Dr. Custódio, principalmente para fechar um longo dia de trabalho atendendo alguém como Kátia. Nesse momento, pediu que ela fechasse e abrisse a boca várias vezes para ver se a nova restauração havia ficado boa. Kátia obedeceu, com a respiração totalmente irregular. Luciano sentou-se no braço da cadeira e, inesperadamente pousou a mão sobre a coxa de Kátia dizendo: "Vamos esperar um pouco para sedimentar bem este dente." O toque daquela mão fez Kátia ruborizar de prazer, começando a ficar excitada e molhada. O safado, que estava bem atento a todos os sinais, inclusive aos bicos dos seios de Kàtia, que pareciam querer furar o sutiã e blusa, ficou com a mão ali, bancando o ingênuo. Passados alguns segundos, Luciano perguntou como estava a restauração. Kátia, saindo de sua passividade, reclamou dizendo que estava com um pouco de excesso, incomodando o dente da lateral. Luciano pediu que mostrasse à ele qual o dente a incomodava. Kátia segurou a mão do doutorzinho, que já estava sem luvas, puxou o indicador e colocou em sua boca, roçando nos dedos da arcada superior dizendo: "É aqui, ó!" Luciano, ainda sentado no braço da cadeira, mas muito, muito próximo do corpo de Kátia, começou a passear com seu indicador levemente por todos os dentes daquela mulher, num gesto muito mais sensual do que técnico. Aquele ato sensual despertou nos dois um intenso prazer, resultando numa ereção poderosa em Luciano, e numa calcinha completamente encharcada de prazer em Kátia. Esta, dominada pelo desejo de arriscar algo com aquele dentista que, provavelmente não veria mais, passou a língua pelo dedo de Luciano, que nesse momento começou a fazer uns movimentos suaves na coxa da gata, por cima da saia.. Kàtia, instintivamente, abriu um pouco as pernas, como num convite à Luciano ousar mais nas carícias. O doutorzinho esperto, entendendo os sinais, começou a subir pelas coxas por baixo da saia, enquanto Kátia começava a chupar o indicador do Luciano com extrema volúpia. Luciano, num tom de voz rouco, sussurrou: - Tive a impressão que você gostou de eu ter me livrado da velha, também, não foi? Tava na cara que a gente podia ter um momento muito gostoso aqui, não é? Nossa... tá toda arrepiadinha. Deixa eu ver esse peitinho, vai... Como que hipnotizada por aquele homem sedutor, Kátia parou de chupar aquele dedo e, aprumando-se na cadeira, começou a desabotoar sua blusa, jogando longe o lencinho preso ao pescoço. O tarado, que a essa altura estava com as duas mãos massageando a parte interna das coxas da gata disse: - Vou mamar muito nesses biquinhos durinhos... biquinho de fêmea louca pra dar, loucar pra gozar... Tua cara tá estampada de tesão reprimido... Diz que não quer que eu te coma, diz... Kátia, a essa altura, gemia, com os dedos do Luciano penetrando pelo elástico da calcinha. Ela não tinha o que falar. Só queria curtir muito o tesão daquele cara ali, disposto a dar todo o prazer que ela tava a fim. Reclinando-se no braço da cadeira, Luciano começou a lamber os bicos dos peitos dela por cima da renda do sutiã chupando e molhando tudo com sua saliva. Por fim, arrancou a peça rendada, deixando aqueles seios maravilhosos livres. Ficou de pé, puxou a saia de Kátia, que continuava na cadeira, tirou-lhe a calcinha minúscula e começou a lamber sua barriga, sua virilha, fazendo com que ela sentisse um tesão louco, antes da língua dele tocar sua xaninha. Kátia logo constatou que aquele dentista era ótimo de boca. Lambia e sorvia toda a bucetinha dela, com uma vontade louca. Andréa se contorcia na cadeira, e enfim começou a gemer cada vez mais alto, dizendo "Me chupa, me lambe, vem, eu quero derreter na tua língua... Aaaaaai... Aquela mulher maravilhosa tava ali, gozando na boca do Dr. Luciano, que segurava os quadris e a bunda perfeita dela com as mãos, começando a usar os dedos pra explorar o ânus da loirinha... Ela, deitadinha na cadeira, fazia todos os movimentos que pudessem facilitar o trabalho do dentista tarado. Foi quando ele ordenou que ela virasse de costas na cadeira. Luciano arriou a calça e a cueca, deixando aquele pau duro, gostoso, pular pra fora, já todo melado. Começou então a sessão de tortura para Kátia: Luciano "pincelava " a bundinha empinada da Kátia, passava a cabeça do pau na entrada da xoxota, melando naquela xana encharcada. Kátia empinava a bunda, como quem dança um "funk". Luciano louco com aquela fêmea, puxou ela pelos cabelos, dizendo: "Agora não, putinha. Só vai ser comida depois de chupar bem esse pau." Louca para sentir o gosto do pau do seu dentista, Kátia, sentou-se na cadeira, com a perna aberta e começou a chupar o Luciano, primeiro devagar, depois aumentando a pressão, deixando o cara transtornado. Enquanto a fêmea chupava, a taradinha esfregava a xoxota no couro da cadeira, melando tudo, sentido o maior tesão. Nesse momento, o doutorzinho tirou o pau da boquinha da Kátia e gozou, espalhando o sêmem no peito dela todo. Kátia, com a mão na vagina, começou a gemer, fazendo beicinho pedindo: "Me come, meu tesão, vem meu gostoso, que eu quero teu pau lá dentro." Como uma puta, virou a bundinha quase na cara do Luciano, abriu a bucetinha com os dedos, alisando o grelhinho, implorando. "me fode agora, vem..." Luciano, de uma estocada só meteu o pau duro fundo na xana da Kátia, começando a mexer, primeiro devagar, depois acelerando, acelerando, apertando os peitos dela, até explodir num gozo alucinante. Aquele tesão de mulher estava insaciável. Nunca, nem na mais ousada transa com Josias ela havia gozado daquele jeito. Luciano, por sua vez, estava extasiado pela ousadia de, pela primeira vez, levar a frente a fantasia de comer uma paciente. E que paciente! Mas aquela sessão de foda deliciosa, aquela afinidade sexual perfeita não podia acabar ali. Kátia, vestida apenas com sua saia levantada até a cintura e calçada com os sapatos de salto alto, empurrou delicadamente Luciano na cadeira dizendo à ele: - Deita, doutor. Agora eu assumo o comando. Aquele mulherão, determinada e tarada, louca pra descobrir todas as suas possibilidades de gozo, colocou os braços de Luciano para trás da cabeça do doutor, tirou as calças brancas dele, abriu os botões de sua camisa, dizendo: - Você não pode me tocar até eu mandar. Começou a beijar o tórax do dentista, mordiscando de leve os bicos do peito dele, causando um arrepio. Lambeu o peito cabeludo do doutor, subindo nos quadris do cara, esfregando a xoxota melada na barriga dele. Esfregava, ronronava, se oferecia como uma vadia, segurando os braços dele sempre pra trás. Incrível o potencial de gozo daquela mulher, que abria a boca de tesão, só de esfregar o grelo na pele do doutor... Gemendo, Kátia pediu que ele pegasse seus peitos. Torturado pela ordem anterior sem poder apalpar, alisar e amassar aquele monumento, o doutor apertou os seios de Kátia com vontade, o pau já completamente endurecido. Kátia ergueu os quadris, encaixou a cabeça do pau de Luciano na portinha da xana, segurou-se no suporte da luza da cadeira odontológica, descendo devagarinho naquele cacete. - Que delícia... aahhh, tesão de homem.... - gemia Kátia. Luciano nunca tinha experimentado uma penetração tão alucinante! Kátia, ainda pendurando-se ao suporte de luz, subia e descia, cavalgando aquele mastro, deslizando louca, totalmente melada pelo seu prazer, esfregando o clitóris no pau do Luciano, sentindo um prazer duplo: da penetração e do esfrega-esfrega do grelinho. - Puta merda! Me mata de tesão, sua gostosa! Luciano estava louco. Mexia sua bunda para cima e para baixo, como se quisesse arrombar a buceta de Kátia com vigor, socando tudo naquela xoxota voraz... O gozo dela vinha chegando e ele, não conseguindo mais segurar, explodiu de prazer, enchendo a bucetinha com sua porra quente. "Aahhh...." Ela gozou um pouquinho depois, mexendo sem parar, quase fazendo com que Luciano desmaiasse, pela hipersensibilidade que estava sentindo no pênis. Nunca havia gozado desta maneira... Nunca uma mulher havia controlado tanto o seu prazer. Kátia era uma verdadeira fêmea, que ele tivera a felicidade de identificar, por trás de toda aquela aparência de executiva séria e compenetrada. Aliás, ela era absolutamente fantástica quando era "penetrada". Abraçados, os dois descansaram um pouco no consultório antes de decidirem sair dali. Luciano imaginou que talvez eles pudessem continuar se encontrando para outras fodas fantásticas. Kátia prometeu manter contato, mas aquele início de noite tinha marcado profundamente seu desejo sexual. Daquele dia em diante, Kátia passaria a exercer o maravilhoso jogo da sedução com os mais diversos profissionais que tivesse contato. A idéia de conviver entre os dois mundos - profissional competente e puta avassaladora - agradou bastante aquela mulher séria e decidida. Luciano havia sido o primeiro, mas certamente não seria o único a fazer parte de sua redescoberta sexual...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia