quinta-feira, 14 de abril de 2011

ADORÁVEL PESCARIA E OTS.

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Bía <casada@pop.com.br>

Em março deste ano, no intuito de ver uma lancha para comprar, um sonho de consumo antigo do meu marido Marcel , resolvi acompanhá-lo numa viagem para Barra Bonita, interior de São Paulo, com Beto e um amigo de Beto que vou chamar Claudinho, dono da lancha. Como ele também possui uma casa lá e propagou para todos que a cidade, além de ser literalmente bonita, era maravilhosa para a prática de esportes náuticos e, também, para uma bela pescaria (esportes que Marcel adora), resolvemos que iríamos para passar o final de semana. 
O engraçado  é que, inicialmente, iam apenas os três, depois de me fazer de difícil, na última hora e
atendendo aos pedidos, topei ir com eles. Na verdade eu estava é bem louquinha para fazer companhia para aqueles gatos e meu maridão logo
percebeu das minhas más intenções.
Como combinado, saímos no sábado pela manhã, por sinal um lindo dia.
Como sempre, não perdi a oportunidade de colocar em prática o meu lado exibicionista e embora Claudinho avisasse que sua casa, onde ficaríamos hospedados, era muito rústica, assim como uma espécie de rancho na beira de uma linda represa, coloquei um short jeans bem cavado (cortei praticamente na metade da bunda) e uma pequena
camiseta bem coladinha ao corpo.
Durante a viagem, mesmo sentada na frente com meu marido, ficava provocando os meninos com algumas insinuações e gestos sensuais, mas como era dia a estrada estava muito movimentada não deu para fazer nada, além disso. A expectativa e as provocações só ajudaram a acender o nosso tesão.
Chegamos ao rancho por volta das 11 horas. A casa realmente era rústica, mas muito bonita, uma típica decoração de homens, a sala com vários detalhes em madeira, uma lareira e um belo bar, para completar sua vista era para represa de águas azuis o que formava um visual maravilhoso.  Logo, os meninos se arrumaram, aprontaram as tralhas e
me chamaram para segui-los. Com a desculpa que aproveitaria para pegar um bronzeado coloquei um dos menores biquínis que tenho, escolhido a dedo para aquela pescaria, ou seja, mínimo pano em cima,quase nada na frente e uma pequena tirinha de pano atrás. Quando saí do quarto Marcel sorriu e Beto sem disfarçar disse: "Minha nossa" o  que é isso?". E eu provoquei: Pena que preferem peixes, né? Todos riram e saímos. No curto caminho para chegar a beira da represa me livrei da camiseta que usava por cima e procurei caminhar na frente
deles com o intuito de me exibir e provocá-los. Marcel caminhando ao meu lado, disse que os meninos não tiravam os olhos de mim e da minha
bunda, a informação me fez ficar molhadinha entre as pernas.
Chegamos ao local onde a lancha estava ancorada, na verdade era praticamente no quintal da casa, eles armaram uma pequena barraca para nos proteger do sol, descarregaram alguns equipamentos e bebidas e foram verificar a tal máquina que tanto fascinava o meu gato.
Estendi uma toalha no chão e disse que ia pegar um sol. Antes que eles se afastassem, perguntei se alguém poderia me ajudar com o bronzeador, Beto e Claudinho olharam para Marcel esperando sua
reação, ciente das minhas intenções deu a deixa dizendo: Acho que o Beto e o Cláudio podem fazer esse serviço. Sem titubear os dois vieram em minha direção, imediatamente percebi o grande volume que se formou dentro de suas bermudas. Peguei o bronzeador e lambuzei as mãos dos dois. Então começou a brincadeira, enquanto Cláudio passava aquele líquido na frente Beto se esbaldava passando na parte de trás.
Acho até que ele achou a minha bunda muito branca, pois na maior parte do tempo passava o bronzeador nela. Não preciso dizer que quase
tive um orgasmo sendo massageada por aqueles dois machos já bastante excitados também. Como já relatei em outras experiências anteriores,
nestes momentos, rapidamente perco a noção do perigo, pudor ou medo.
Suportei aquilo um pouco mais de quinze minutos e retirei a parte de cima do biquíni. Pedi para Cláudio passar bronzeador em meios seios.
Eles olharam novamente para Marcel como pedindo permissão e percebendo seu consentimento Beto foi mais além e provocou: "E pra mim não vai tirar nada Bía? Por que tirou só a parte de cima? Aqui é seguro, não teria nenhum problema se retirasse o resto também". Quem
me conhece sabe que não precisa insistir muito, então, ainda em pé, desfiz os laços da minha tanga e a deixei cair no chão. Como dois escravos fazendo reverência os dois caíram de joelhos aos meus pés, Cláudio a minha frente e Beto atrás, começaram a beijar minhas pernas e coxas, Beto estava me deixou maluca mordiscando a minha bunda, mas realmente perdi o controle quando senti a língua de Claudinho invadir minha boceta. Marcel não agüentando mais ficar na platéia, veio me beijar o pescoço e a boca, ao sentir aquelas três línguas penetrando todos os meus orifícios de prazer gozei pela primeira vez.
Cada vez mais alucinada e completamente louca passei a curtir um mundo de coisas que passava pela minha cabeça, eu tinha mais uma vez três machos só pra mim, todos nus a céu aberto, o medo gostoso de aparecer alguém, pensava na esposa de Beto que é minha amiga e nem sonha que seu gato adora trepar comigo, pensei no meu marido que ama me ver levando rola de outros machos, naquele cenário aberto que deixava a situação parecida com um estupro, enfim, tudo aquilo colaborava para o meu tesão aumentar e tornar-se praticamente insaciável. Cláudio deitou-se no chão e segurando sua bela vara como
se levanta uma bandeira pediu que eu cavalgasse nele, de joelhos eu me coloquei sobre ele e ficando de quatro fui descendo para que minha boceta engolisse aquilo tudo. Meu gato, que estava em pé, veio pela frente e colocou a sua rola em minha boca. Beto, que desde a primeira vez que trepou comigo se diz apaixonado pelo meu rabo não vacilou e preparou-se para tomar posse do que me restou vazio, colocou-se de joelhos atrás de mim e carinhosamente lubrificou-me com seu próprio
líquido e enterrou a sua rola inteirinha em meu cuzinho faminto.
Enquanto rebolava desesperadamente na vara de Claudinho sentia as bolas de Beto batendo em meu rabo. Aquele tesão fazia com que eu mordesse a rola de Marcel.
Trepamos muito na beira daquele rio, eles se revezavam o tempo todo em meus buraquinhos e nem por um minuto paravam de meter em mim que gozava como cadela de raça. Depois de mais ou menos uma hora levando rola senti aquela cachoeira de porra jorrando em mim, primeiro Beto encheu minha boca com seu prazer, depois, quase juntos, Marcel e Cláudio encheram meu cuzinho e minha boceta, ambos já ardidos e
esfolados de levar tanta pica.
Por alguns minutos pensei que ia desmaiar de fraqueza, os meninos também deitaram ao meu lado para repor as energias, realmente parecia
um estupro e eu fiquei ali largada no chão, com a bunda pra cima, com as pernas abertas e sentindo uma enorme quantidade de porra escorrendo de dentro mim. Aquele intervalo durou bem pouco, alguns minutos depois eles foram dar um mergulho e eu fiquei ali quase desmaiada.
Quase não deram atenção para aquela lancha, nem meia hora se passou e voltaram para mim. Durante toda daquele sábado a brincadeira continuou, daí em diante eu não fiquei mais de quinze minutos
sozinha, sempre tinha um ou dois me fodendo gostoso a céu aberto.
Quando ia começar a cair a tarde eles me pegaram no colo e me levaram para um passeio na lancha. No meio daquela represa os três, novamente, me curraram pra valer até gozarem bastante novamente.
Aquela noite e madrugada foram maravilhosas pra mim, depois de um belo banho e um merecido descanso dispensamos os quartos e resolvemos
deitar todos naquela sala linda. Depois de algumas taças de vinho eles começaram tudo de novo. Não preciso narrar nada mais, tudo que fizeram comigo na represa repetiram no tapete daquela sala. Nem
lembro quando apaguei, só sei que já era meio dia quando despertei do sono, estava nua e toda lambuzada de porra, assim como o tapete
peludo. Meu marido acabou comprando aquela lancha, sem querer adquiri um grande carinho por ela, pois sempre que a vejo eu morro de tesão
ao lembrar da data de sua compra. Já combinamos uma nova pescaria e eles disseram que não tem mais graça pescar sem mim. Acho que a única
coisa diferente é que quando eu participo das pescarias eles pegam somente piranha, não sei por que.
Desta vez, infelizmente, o Marcel não levou uma maquina fotográfica para registrar sua putinha se divertindo. Beijos para todos.
Bía/SP

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BORRACHARIA
autor desconhecido

Sou uma mulher executiva de vendas, separada já algum tempo do meu marido.
Nos dez anos de casamento sempre tivemos todo o conforto e liberdade que certamente a grande maioria das mulheres casadas gostariam de poder usufruir. Acostumada a freqüentar os melhores lugares, bem como viajar constantemente mas,
jamais pude imaginar que um dia iria fazer o que vou relatar a seguir, embora sempre passou pelo meu imaginário.
Um dia resolvi a equipar melhor o meu carro. Fui em uma loja de acessórios e comprei dois jogos de rodas de liga-leve para ele. Eu precisava trocá-las já que a loja que as vendeu estava com uma fila enorme e eu sem muita paciência para esperar.
Fui para casa e após uma revigorante ducha de água fria e ter-me secado e passado um refrescante creme hidratante por todo o corpo, como fazia muito calor naquele final de tarde de quinta-
feira, decidi vestir uma roupa bem leve e confortável.
Como de costume, vesti uma calcinha cuja parte de trás fica completamente enterrada no meu bumbum e a da frente só cobre meus pelinhos porque sempre são aparados.
Escolhi um conjuntinho jeans formado por um minúsculo top que mal cobria meus pequenos e firmes seios e um pequenino short que deixava transparecer na sua parte de trás as dobras do meu
bumbum. Nos pés, um lindo par de sandálias de saltos sete e meio com tiras amarradas nas pernas. Como dizem vestida para matar.
Aliás nem sei porque coloquei isso já que ia a um local no minimo não apropriado essa vestimenta. 
Nos meus carnudos lábios, passei um cremoso batom marrom, cor que combinava perfeitamente com a do esmalte das minhas unhas os pés e das mãos. Nos cabelos loiros, cujo comprimento vai um pouco abaixo do ombro, dei uma bela escovada.
Óculos escuros, bolsa pendurada no ombro, celular numa das mão e as chaves na outra, entrei no carro e saí em procura de uma borracharia.
Pouco tempo depois, estacionava o veículo quase dentro do estabelecimento. A loja parecia vazia, não tinha nimguém. Dei uma buzinada e já
estava pensando em sair, quando vi o homem vindo em minha direção: um moreno tom bem escuro, quase um negrão, alto, sem camisa, suado, forte com um belo sorriso que mostrava uma dentição perfeita.
Ao aproximar-se da janela do carro e visualizar meu tesudo par de pernas, o borracheiro ficou, verdadeiramente, de boca aberta e queixo caído.
Ai perguntou:
- E ai madame o que manda? E eu expliquei.
Estranhamente, não senti repulsa alguma por ele depois daquele olhar que parecia tirar a minha roupa, muito ao contrário, senti-me desejada e cobiçada por aquele simples trabalhador.
Ele me disse que eu poderia permanecer dentro do carro, pois não atrapalharia o seu serviço.
Eu tenho a impressão que ele queria mesmo era que eu ficasse la dentro porque a cada parafuso que ele tirava da roda levantava e olhava para mim.
Coloquei um CD para tocar, fumando, eu via pelo retrovisor aquele homem com seu peito peludo e forte.
Aquilo foi me dando um tesão enorme e resolvi provocá-lo para ver qual seria sua reação.
Vendo que ele começava a levantar o carro do meu lado, para retirar a roda traseira esquerda, após acender um cigarro, sem tirar o óculos escuros, muito sacana abri o botão do short fazendo com que o zíper também abrisse um pouco.
Como vestia um minúsculo top, parte dos seios apareciam, minha barriga ficava completamente exposta.
Com a abertura intencional do short, sabia que, ao descer do carro, estaria tentadoramente provocante.
E foi o que fiz. Desci do veículo e fiquei bem próxima ao borracheiro que, para falar comigo, tinha de virar a cabeça para cima.
Só que, ao fazer tal movimento, ele dava de cara com o meu tesudo par de coxas e com o lindo espetáculo que o tesudo short proporcionava à sua visão.
Enquanto trabalhava, ele me disse que se chamava André, tinha 32 anos, era casado com uma comerciária de 25 anos e que, por estar desempregado,
havia decidido abrir aquela borracharia para poder sobreviver.
Sua história me comoveu, porque ele disse que tinha o segundo grau completo e que, inclusive, havia feito um curso completode computação. Enquanto prosseguia conversando com André, coloquei o pé esquerdo no estribo da porta.
Esse movimento deixou a parte do fundo do meu short totalmente escancarada na sua cara.
Já demostrando um certo desejo indisfarçável por mim, quando me dirigia a palavra olhava diretamente na direção da minha boceta. Esse seu olhar guloso e tarado me deixou completamente
tesuda e excitada e comecei a sentir que minha bocetinha ficava toda melada.
- Ai, que tesão!
Sem que André percebesse, abri mais ainda o zíper do short, deixando um pouquinho da minha tanguinha à mostra, e comecei a andar pela borracharia, procurando ficar sempre de
costas, porque, assim, sabia que ele teria uma ampla visão das dobras do meu bumbum.
Que delícia provocar alguem assim! Como é gostoso ser admirada.
Num determinado momento, deixei cair meu isqueiro e, ao apanhá-lo, ainda de costas, abaixei-me como se estivesse executando um exercício de alongamento.
Foi o que faltava demais! André havia visualizado meu bumbum como eu queria.
Ao virar-me rapidamente, flagrei-o com seu olhar guloso grudado no meu traseiro, parado me olhando com a chave de rodas na mao.
Acho que ele ficou meio sem graça, mas dei-lhe um belo sorriso, como se estivesse gostando de vê-lo olhando para minha bunda, e fiquei mais excitada ainda.
Voltei para o carro, aumentei o volume do som do carro e, acompanhando o ritmo da música, passei a mexer e remexer o corpo, com meu pequenino short quase que totalmente aberto. Ele ficava
admirando. Não trabalhava mais.
Só depois de algum tempo é que me dei conta dos vários pôsters de mulheres colados pelas paredes da borracharia.
Um deles mostrava uma loira que, por incrível coincidência, era muito parecida comigo e, para maior surpresa ainda, vestia-se como eu estava porém de top less.
Era o que eu precisava para a deixa!
— Nossa, André, como a loira deste pôster se parece comigo!
- Além disso, ela tá vestida igualzinha a mim, não está? Falei fazendo beicinho, ao mesmo tempo que me virava para ele.
— Veja, até o short dela é curtinho como o meu!
- Você gosta? Completei, passando a mão no bumbum e dando-lhe uma piscadela.
Andre disse.
- Nossa é mesmo! Quase igual! Só tem uma pequena diferença.
- Ela esta sem nada em cima disse sorrindo.
- Eu respondi. Não seja por isso!  E soltei o top mostrando o meus seios.  
André não resistiu mais e agarrou-me ali mesmo, dando-me um beijo violento. 
Como foi gostoso! Era o que eu esperava de um homem como ele. Afastei-me, servi um pouco de café de uma garrafa térmica que estava sobre uma bancada e, pedindo que me acompanhasse, dirigi-me até o carro.
Sentei-me no banco da frente com as pernas para fora e coloquei o copo quase quente sobre o painel.
André se aproximou e eu imediatamente dirigi as mãos para a sua cintura.
Então abri o zíper da calça dizendo sorrindo:
- Deixe eu ver esse negocio que esta tão saliente ai e retirei para fora um belo e reluzente cacete marrom-chocolate.
- Que pau maravilhoso! disse.
Não pensei duas vezes, peguei o copo com o café, sorvi um enorme gole, abocanhei a vara e, quando a cabeçorra arroxeada teve contato com o café dentro da minha boca, André não agüentou e
exclamou:
- Aiii, você vai me queimar, sua gostosa.
- Mas, Vai continue, vamos , me chupa gostoso assim.
Passei a chupar o pau daquele borracheiro com muita vontade e um incontrolável tesão, ao mesmo tempo que carros passavam em alta velocidade na avenida.
Tentava abocanhar sua vara inteira, mas não conseguia, pois era muito maior do que todos que ja tinha visto.
Bem que falavam que o negrões tem um cacetão e eu achava que era um pouco de lenda.
Beijava, lambia, chupava e cheirava seu cacete, como se fosse um suculento pedaço de picanha ao ponto. Que gostoso!
O gosto do café na minha boca não impediu que sentisse o cheiro do seu cacete suado, salgadinho.
Isso me deixava ainda mas excitada. Passei a chupar sua vara com mais vontade ainda, fazendo movimentos de vaivém com a boca.
Eu, sentada no banco do carro; o André, do lado de fora, em pé, com a calça totalmente aberta. Era uma depravação só!
Depois de ficar chupando aquela maravilhosa tora de carne, nervos e veias dilatadas, percebendo que André estava para gozar na minha boca, parei e levantei e Disse:
- vamos la para o fundo!  E segurando-o pelo pau, conduzi-o para o  interior da borracharia, onde, deitada sobre dois pneus,pedi-lhe que tirasse meu short e a tanguinha.
Sem perda de tempo, André me atendeu e passou a lamber-me dos pés até chegar nos meus sempre sedosos e aparados pentelhos,perfumados com Boucheron, um aroma verdadeiramente irresistível!
André me lambia como uma gata lambe seus filhotes e me chupava com força e vontade, parecendo que queria arrancar meu útero,
de tanta força que demonstrava com a boca. Que maravilha!
Ai ele me fez ficar em pé, posicionou-me de costas para ele e debruçou-me sobre uma outra pilha de pneus.
Então ele agachou-se e, de cócoras, ficou enterrando a língua no meu cuzinho, enquanto abria minhas nádegas com as mãos fortes e
calejadas.
Que delícia! Mostrando saber proporcionar um belo tesão e prazer a uma mulher elegante, tesuda e de fino trato, como eu, André, além de enfiar sua língua no meu cuzinho, passou a enfiar seu enorme dedo indicador no buraquinho da minha boceta, que estava completamente melada de tanta excitação.
Sentia-me uma puta de beira de estrada. Não demorou muito e gozei feito uma cadela, latindo, gemendo e delirando de prazer com aquela língua entrando e saindo do meu cuzinho e o dedão dentro da minha boceta. Foi uma delícia!
- Não pare.. vai.. continue.. estou quase..aaaiii e gozei molhando mais ainda o dedo dele.
Andre tirou o dedo e colocou na sua boca para apreciar o gosto do meu prazer.
Ainda mole de gozar, virei-me, abaixei-me na frente de para ele e, de uma maneira despudorada e depravada, voltei a chupar-lhe o enorme cacete que estava duríssimo e enorme.
Depois, fiquei de quatro em cima dos pneus.
Nem precisava falar ele, entendendo o que eu queria, passou a me rasgar e a me dilacerar a boceta com a sua bela e reluzente pica.
Que sensação maravilhosa!
Ao mesmo tempo que me estocava sua vara na boceta, rasgando-me sem dó nem piedade, eu gritava e delirava de prazer na vara do borracheiro.
Sentindo que André estava para gozar, metendo-me daquele jeito, fiz com que saísse daquela posição e fiquei massageando suas bolas,
ao mesmo tempo que beijava a cabeça da sua pica, que agora tinha o cheiro de cacete suado misturado ao cheiro maravilhoso do líquido da
minha boceta.
Pedi a ele que deitasse no chão.
- Quero calvagar exclamei.  E cavalguei como uma amazona cavalga o seu garanhão.
André gemia e urrava de prazer, enquanto lhe proporcionava um luxuoso sobe-e-desce com a boceta completamente melada na sua vara
de tamanho descomunal.
Ele me fazia deitar sobre seu corpo e beijava meus seios mordiscando levemente os bicos intumescidos.
Estava adorando trepar com aquele homem aparentemente rude, ali no
chão da borracharia.
Meu caríssimo perfume francês já se havia misturado ao cheiro do seu
suor e de sexo.
Eu subia com a boceta até o meio do seu pau, parava e ali ficava
mordendo com os músculos vaginais a vara de André, que gemia como
se estivesse sentido uma deliciosa dor.
Para aumentar mais o meu tesão, enquanto continuava meu delirante
sobe-e-desce na sua pica, ele, muito sacana, simplesmente
enfiou o dedo no meu cu.
Aí foi demais! Gritei, berrei e delirei de prazer, ao mesmo tempo
que, juntamente com ele, atingi um louco e desvairado orgasmo,
de uma intensidade a qual nunca havia sentido e experimentado antes.
Foi demais! André me inundou a boceta com tanta porra que, misturada
ao meu líquido, passou a escorrer-me pela dobras do meu bumbum e
pelas minhas pernas.
Foi maravilhoso o prazer que senti trepando ali com o borracheiro.
Para despedir-me, virei em direção ao seu enorme cacete e o
abocanhei sorvendo com os lábios as últimas gotas de porra que
teimavam em sair da sua vara.
Foi muito delicioso! Quando dei por mim, já passavam das cinco e
meia da tarde.
Despedi-me de André e deixei-lhe minha minúscula calcinha de
recordação.
Ao chegar em casa toda suja, que até deixei minha empregada
assustada, disfarcei e corri para o banheiro, onde voltei a tomar
uma nova e revigorante ducha de água fria.
Foi demais!

*

ACONTECEU NO ÚLTIMO SABADO

di3

autor desconhecido 
venho me comunicando com um casal,começou
pela internete,depois passamos a nos falar por
telefone.
ela uma gatinha,branquinha,seios fartos e
bi,mandou fotinhus q me deixou com agua na
boca,falava q ia me chupar todinha,fazer eu gozar na
boukinha dela,e quando eu nao aguentasse mais ia
enfiar o pau do marido bem duro na minha
xoxotinha,eu ja estava q naum me aguentava
mais,sempre quando eu ia tranzar com o meu marido
ficava imaginando,e meu leitinhu jorrava.
combinamos algumas vzs de nos encontrar,mas
por temer algo eu sempre dava uma desculpa,mas no
ultimo sabado combinamos,ela me convidou pra ir
tomar um vinho na casa deles,e nos conhecermos sem
nenhum compromoisso ,imaginem ne.
sai de casa muito nervosa,mas com a
xaninha,molhadinha de tesao,tomei um banho bem
demorado,deixei ela bem lisinha,passei creme pelo
corpo todo,haaaa,tava prontinha,peguei o carro e
fui,sai as 9 horas da noite.quase me perdi ,mas
consegui chegar,com meu coraçao a mil,pois era a
primeira vez q saia sozinha assim.
ela uma gatinha como ja falei,foi me receber
no portao so sorriso.
uma boca carnuda,um sorriso lindo e
safado,tao menina e tao safadinha.
comprimentei o marido q estava dentro de
casa,um moreno claro peludo,muito gostoso.mas meu
interece maior era por ela,pois queria esprimentar
esta safadinha q dizia q sabia fazer uma mulher
gozar sem igual.
sentei no sofa ,ficamos batendo papo,e
tomando um vinho branco,seco q é meu predileto,me
deixa com um tesao...,eu ja estava toda molhadinha,q
naum me aguentava mais,foi quando ela sentou ao meu
lado e começou passar a mao nas minha pernas q
estavam a mostra,pois estava com um vestido,q é uma
segunda pele,deixa o contorno dos seios a mostra e
uma calcinha minuscula.ela me puxou e me deu um
beijo na boca,e q boca,ele so olhando,dava pra notar
a tesao no olhar dele ....e por baixo do calçao ja
dava pra se notar o volume.
o espaço tava ficando pequeno para nos,ele
nos levou para o quarto,olhei aquela cama imensa ,e
imaginei é hoje....so de estar aqui reatando esta
noite ja estou toda molhada....
deitamos na cama
Cientes do que queríamos, passamos à ativa.
e passei a beijar seus seios até chegar aos
mamilos, enormes e caroçudos, de cor de rosa e
branquinhus sua pele. Estavam enrijecidos por
completo como meus toques e beijos. Senti sua
respiração sôfrega e, ao apertar minha boca contra
seus seios, passei a mordiscá-los levemente,
fazendo-a se remexer toda. Pus a mão direita em sua
xana e passei a alisá-la com movimentos circulares e
aumentando a velocidade progressivamente. Que prazer
eu sentia em proporcionar tesão àquela criatura
linda! Senti meus dedos melados de sua vontade e o
cheiro no ar estava demais. Puxei-a com força pelos
braços e a pus sentada de frente para mim, no meu
colo, como se estivesse cavalgando alguém.
Esfregando minha xana na dela, pudemos nos beijar
várias vezes mais, e como beijava bem a danadinha!
Sentada, ela no meu colo, puxava seus cabelos para
trás e dava de cara com aqueles seios maravilhosos,
caindo de boca neles novamente. ela miava como uma
gata no cio e pedia mais, coisas do tipo "morde,
vai, morde mais". naquele amasso gostoso, e sentindo
que ainda havia fôlego para mais. Ela abriu minhas
pernas e introduziu os dedos em minha xana, tava
perdendo o controle do meu corpo  , que tremia todo.
Ela percebendo isso, e gostando muito, segurou minha
bunda com as duas mãos para obter mais firmeza e
enterrou a língua no meu buraquinho lisinho Meus
gritos só a excitavam mais ainda, e fez com q
eladiminuísse o intervalo entre uma lambida e outra,
aumentando o ritmo. Sua língua parecia uma lixa me
torturando. ela de quatro me chupando, com a
bundinha enorme empinadinha e, logo acima, meu
corpo, da barriga para cima, com os cabelos sobre os
ombros e, nossa, como meus seios estavam inchados!
Pareciam inflar com as estocadas que aquela boquinha
deliciosa dava em mim. Ela saboreava minha buceta
como um faminto a um prato de comida, com força e
vontade. Suas mãos completavam o serviço, deslizando
por sobre minha barriga, pernas e seios,
apertando-os nos bicos, me deixando maluca! Tanto
tesão ao meu redor não podia dar em outra coisa:
gozei, gozei muito na cara desta gatinha, que pôde
sentir todo meu suquinho escorrendo por seus lábios.
nos amamos muitas vezes, em diversas posições, de
modo que uma pudesse explorar ao máximo o prazer uma
da outra. ele ali com o mastro duro q nem ferro
emquanto ela me chupava eu obsorvia aquele pau todo
dentro da minha boca,lambusando passando a
lingua,explorando,seu pau já estava flamejando de
tanto tesão então ele colocou sem pena ele todinho
dentro da minha bucetinha foi quando eu dei um
gemido bem gostoso. Começou a me fuder  com toda a
força, eu  gritava de prazer, ele me bombando e ela
chupando minha bucetinha umida com aquele mastro
entrando e saindo.
fiquei de 4 e cima dele,dava pra ver ele
entrando e saindo,e ela ja chupando meus seios,q
estao ate agora doloridos ,pois ela devorou eles  .
ele era incansavel,me comeu gostoso,ele
tirou a camisinha daquele pau duro e comeu a esposa
de 4 ela gritava de tesao,gozamos os tres,ate as 3
horas da madruga,tiramos fotinhus,q ficaram muito
tesao.
vim pra casa com a bucetinha inchada,e os
peitos latejando,a boca vermelha de tanto
chupar......estou loca pra repetir a
dose.............

di14

Quatro Garotos me Comendo 

Fui criada em uma cidadezinha pequena no interior do Rio de Janeiro
e sempre gostei de andar pelas redondezas, descobrir novas
cachoeiras, lugares com vistas bonitas e ficar horas só curtindo a
paisagem. Quando eu tinha 18 anos, num desses passeios, cheguei numa
cachoeira super escondida que nunca tinha visto.Ouvi o barulho da
água e fui chegando perto quando, de repente, pude avistar a
cachoeira e ouvir uns gemidos estranhos.Assustada fui andando bem
devagar até poder ver o que estava acontecendo. Três garotos, amigos
meus, e mais um que eu nunca tinha visto antes estavam pelados de pé
na margem. Chegando um pouco mais perto pude ver que tinha uma garota
juntos deles e eu não acreditei quando vi que um dos meninos estava
comendo ela por trás e os outros três olhando. A garota gemia de
prazer e o garoto dizia que ela tinha uma bundinha muito gostosa, que
ele ia gozar tudo nela e que ela não ia embora sem dar pra ele de
novo . Nisso um outro garoto mandou ela chupar o pau dele porque
> ele seria o próximo e queria foder ela bem forte. Ela, já levando
um pau na bunda, olhou pra ele e começou a chupar, pedindo pra ele
ficar bem grande, dizendo que ela gostava de sentir um pau gostoso
bem lá no fundo e que adorava dar pra eles. Quando o garoto que
estava comendo ela gozou e tirou o cacete do seu cuzinho ela se virou
e foi a vez do segundo começar a enfiar o caralho naquela bundinha
melada. Como tinha um pau bem maior que o primeiro ele foi enfiando
devagar e a garota pedindo mais, dizia que o pau dele era muito
gostoso e que queria tudo dentro dela, o que não demorou pra
acontecer. Agora os outros dois pediram para ela chupar o cacete
deles ao mesmo tempo e a garota pegava os dois com a mão e chupava um
e outro. Parecia que ela não estava agüentando de tesão e gozou
soltando um gritinho e chupando os dois paus que estavam ali na sua
frente. Vendo tudo isso eu senti uma sensação estranha. Minha
xoxotinha virgem estava molhada e começou a escorrer pela calcinha, eu
> sentia que queria estar lá fazendo tudo aquilo mas tinha medo
porque nunca tinha ficado com ninguém e achava que ia doer. Continuei
quieta só olhando. O segundo garoto metia forte nela e os dois
gozaram juntos. Ela gemendo e pedindo mais , dizia que tava louca de
tesão, que queria dar mais, queria gozar de novo ...Um dos garotos
que estavam na sua frente começou a meter no seu cuzinho mais melado
ainda. Seu pau escorregou rápido pra dentro dela e ele começou a
meter devagar, pondo e tirando até ela não agüentar e pedir pra ele
meter mais forte enquanto ela chupava o pau do último garoto, que eu
não conhecia e que a pegava pelo cabelo e metia seu pau quase inteiro
na sua boca. Ela mal conseguia dar conta e gemia enquanto era fodida
por trás .. A essa altura eu já não agüentava mais de vontade e fui
descendo até onde eles estavam pra ver mais de perto, quando um dos
garotos me viu e me chamou. Eu não sabia se corria ou se esperava mas
já estava sentindo muito tesão e a verdade é que
> eu queria ser comida mas tava com muito medo. O garoto chegou até
onde eu estava e disse que agora que eu já tinha visto eu teria que
fazer tudo e ficar despreocupada que ninguém iria saber de nada. Ele
começou me beijando e passando as mãos nos meus peitinhos e eu ia
ficando cada vez mais excitada, mas morrendo de medo. Ele me dizia
que só ia fazer o que eu quisesse mas que eu ia gostar e começou a
tirar a minha blusa .Enquanto isso, a garota gemia alto e continuava
dando conta dos dois paus, um na boca e outro na bunda . O outro
menino chegou perto de mim e, enquanto o primeiro chupava os meus
peitinhos, ele tirou o meu short e começou a me lamber no cuzinho.
Senti um tesão enorme e uma vontade de dar pra ele na mesma hora. Foi
quando ele me perguntou se podia pôr o seu pau duro em mim, devagar,
pois disse que não ia doer e que se eu quisesse ele parava. Já sem
conseguir pensar em mais nada eu disse que podia, mas só na bundinha
porque eu era virgem e não podia dar a bocetinha
> ...Ele então colocou o pau na minha portinha e começou a empurrar,
eu morria de tesão, não imaginava que pudesse ser tão gostoso, eu
nunca tinha dado mas agora queria muito sentir aqueles moleques todos
me comendo. O pau dele foi entrando devagar e ele começou a meter em
mim dizendo que o meu cu era uma delícia e que não ia demorar pra ele
gozar tudo lá dentro. Eu tava arrepiada de tesão e o outro garoto me
agarrava pela frente, chupava os meus peitinhos e meu
pescoço ...Comecei a pegar no pau dele, que estava duro e era enorme
e me abaixando um pouco comecei a chupar, lamber, passava ele no meu
rosto e sentia ao mesmo tempo aquele pinto gostoso comendo a minha
bunda, entrando e saindo com carinho mas cada vez mais no fundo até
que eu senti as bolas dele se encostando na minha bunda e pude sentir
um pau inteiro me comendo pela primeira vez. Meu tesão só aumentava,
mas eu ainda não tinha gozado. Quando senti um leitinho quente lá no
fundo, o garoto tinha gozado na minha bundinha e a
> sensação era indescritível. Eu me sentia uma mulher que podia
satisfazer aquele garoto; ele tinha gozado me comendo e isso me fez
muito bem. Me virei e fiquei beijando a sua a boca, agradecida pelo
seu carinho e pela forma que ele tinha tirado a minha virgindade. A
minha bundinha ardia mas queria mais. O outro garoto encostou seu pau
em mim e começou a enfiar na minha bundinha, enquanto eu continuava
beijando o seu amigo. Sem parar ele foi me abrindo ainda mais e
metendo cada vez mais forte mas o pinto dele não entrava inteiro,
então ele me pediu pra ficar de quatro e começou a me enrabar até que
o meu cuzinho abriu pra ele e sugou seu pau inteiro pra dentro. Ele
metia diferente, se mexia de um jeito que seu pau me arregaçava cada
vez mais e meu tesão foi aumentando até que meu gozo veio forte e me
deixou com as pernas moles, eu mal conseguia ficar de quatro mas o
garoto continuou metendo ainda por mais uns 5 minutos até que eu
senti de novo uma gozada no meu cu, foi uma delícia mas
> meu cuzinho a essa altura tava doendo bastante. Os outros dois
garotos e a outra menina estavam nadando na cachoeira e eu me vesti e
fui embora, morrendo de vergonha, mas satisfeita e pensando se um dia
eu ia encontrar com eles ali novamente, o que aconteceu uma semana
depois. A garota não estava, só os quatro nadando peladinhos, fiquei
um pouco escondida olhando e quando eles saíram da cachoeira eu morri
de tesão de lembrar tudo o que tinha acontecido no outro dia e desci
até eles, que me fizeram a maior festa e disseram que estavam
torcendo pra eu aparecer.Dessa vez era só eu e os quatro. Tirei a
minha roupa toda, ficando peladinha com quatro garotos me devorando
com os olhos na minha frente. Não sabia o que fazer mas comecei a
beijar um a um e, enquanto beijava um, ia passando a mão no pau dos
outros que iam se esfregando em mim, passando a mão pelo corpo todo e
me deixando excitada demais. Eles diziam que queriam comer minha
bocetinha mas eu dizia que não, me abaixei na frente
> deles e comecei a chupar o pau de cada um, enfiando tudo na boca e
sentindo o pau deles crescendo e ficando duros pra mim. Aquilo me
realizava, eu adorava saber que aqueles garotos morriam de tesão por
mim e isso me deixava melada. Minha bocetinha pulsava de desejo e eu
chupava um pau atrás do outro, pegava em dois com outro na boca,
deixava eles passarem no meu rosto .... Os quatro já estavam de pau
duro e um dos dois garotos que ainda não tinham me comido veio por
trás e começou a meter aquele pau gostoso na minha bunda. Me sentindo
cada vez mais desejada eu me entregava, deixava ele meter tudo em mim
enquanto me deliciava com o pinto dos outros três. Naquele dia eu dei
pros quatro garotos, chupei o pau de todos eles e dois gozaram na
minha boca, mas eles ainda não estavam satisfeitos e queriam a minha
bocetinha, o que não concordei porque tinha muito medo. Um deles
então disse que queria me chupar a boceta, que eu ia gostar e ia
gozar diferente. Morrendo de tesão eu me deitei de
> costas, abri a perna e disse que só deixava se os quatro me
chupassem ao mesmo tempo. Não ouvi ninguém dizer nada e só pude
sentir aquela invasão de línguas me devorando. Eles me chupavam
inteirinha, os peitinhos, a barriga, o pescoço, a boceta, cada um em
um pedacinho do meu corpo sedento de prazer. Não demorou e gozei
gemendo e me contorcendo de tesão porque eles não paravam de me
chupar, os quatro estavam me querendo demais e eu a eles. Gozei mais
duas vezes e meu corpo se entregou vez. Eu tava amortecida e comecei
a chupar o pau de um deles enquanto os outros me lambiam e chupavam
inteirinha. Não dava mais pra agüentar e eu pedi pra eles me comerem
a bocetinha. Eu queria sentir como era ter um pau dentro de mim. O
primeiro veio por cima e com seu pau duro começou a me abrir, metendo
aos poucos o que me fez delirar de tesão.Eu não agüentei de vontade,
puxei ele pra dentro de mim e senti o pau dele inteiro me comendo, o
garoto fazia uma carinha de tesão que me excitava ainda mais
> e os outros olhavam aquilo com uma vontade que me fez pedir pra
todos me comerem um pouquinho de cada vez. O segundo veio e meteu
tudo de uma só vez, bombando forte aquela pica enorme dentro da minha
boceta. O terceiro já estava dentro de mim enquanto eu chupava o pau
de dois outros. Rapidinho, ele gozou lá dentro e o quarto veio meter
em mim. Minha bocetinha tava querendo mais e, quando ele entrou, já
puxei ele forte em meu encontro e o pau dele escorregou inteiro pra
dentro, me abrindo de vez e me fazendo gozar de puro prazer. Nessa
hora eu não acreditei quando um deles me disse que agora eles iam me
comer a boceta e o cuzinho ao mesmo tempo e me pediu pra sentar de
quatro em cima do pau dele, o que eu fiz com o maior prazer. Fui
sentando devagarinho, sentindo ele entrando até que apertei bastante
e ele entrou inteiro. Meu cuzinho estava virado pra cima e não
demorou pra receber outro pau gostoso dentro. Agora eu tava sentindo
mais tesão ainda e comecei a me mexer em cima do
> garoto e a receber um pau enorme na bunda ao mesmo tempo. Comecei
a pegar no pau dos outros dois e um deles enfiou o pau na minha boca,
mexendo como se tivesse comendo a minha boceta enquanto eu pegava no
pau do outro com a mão... Eu trocava toda hora, chupando um e pegando
no outro enquanto os outros dois me comiam a boceta e o
cuzinho.Quando o que estava me comendo o cu gozou os outros dois
tinham acabado de gozar na minha boca e eu pude cavalgar mais forte
em cima do que estava comendo a minha boceta. Não demorou e nós dois
gozamos juntos. Eu estava inteira melada, minha bunda e a minha
boceta ardiam, mas eu me sentia a mulher mais desejada do mundo e
devia aquilo aos quatro garotos que me comeram pra valer e me fizeram
gozar mais de dez vezes em uma tarde. Amanhã eu vou me encontrar com
os quatro de novo, já faz uns dois anos que a gente não se vê e nós
vamos acampar durante as férias. E só vamos levar uma cabana, já dá
pra imaginar o que vai rolar e eu estou morrendo de tesão
desde agora. Depois das férias eu conto pra vocês o que aconteceu.
Até lá !

di15

Colegiais precisando de uma boa nota
By: Jullyjoy

Eu havia acabado de terminar com meu namorado e estava a uma semana sem transar.Eu e minha amiga Carol (uma loira de olhos azuis,seios grandes e muito gostosa) estavamos na aula de filosofia e não conseguimos terminar o trabalho que éra para ser entregue naquele dia. então conversamos com o professor Paulo (ele tem 42 anos,alto olhos verdes e um corpo bem malhado) e ele nos disse que o trabalho precisava ser entregue naquele dia mesmo,então propos que nós fossemos até a casa dele mais tarde para entrega-lo. Eu e Carol temos mais ou menos o mesmo corpo,mas eu sou morena de olhos azuis e ela loira,ela tem 16 anos e eu 15. Ela veio até minha casa para nos arrumarmos e irmos juntas até a casa do professor. Eu ví que ela veio muito provocante,quando ela entrou eu a beijei no rosto e disse:Nossa que gata ein? e ela sorriu. ela estava com uma blusa preta bem degotada que aparecia seus seios grandes e gostosos,uma minisaia jeans bem curta e uma sandalha bem alta. então eu fui tomar um
banho,e ela ficou me esperando em meu quarto. Quando saí do banheiro enrrolada em uma toalha,Carol me disse que eu éra muito bonita,e eu disse obrigado e a elogiei também.senti um olhar diferente no rosto de Carol,então tirei a toalha e pedi que ela me ajudasse a escolher uma roupa. Carol sugeriu uma roupa bem provocante,disse que éra prá mim vestir uma sainha bem curta porque iríamos nos divertir aquela noite. Então eu vesti uma blusa branquinha bem fininha e transparente sem sutiã. eu iria vestir uma calcinha,quando carol me surpreendeu e levantou sua minuscula sainha e disse: Assim é mais fácil! ela estava sem calcinha,tinha uma bucetinha bem depilada. eu disse: sua safadinha! e vesti uma sainha bem curta,quase aparecendo tudo,e uma sandalha. já éram 19:00 horas,então saímos. no elevador,estávamos nós duas e um homem de uns 30 anos. ele comecou a puxar assunto,perguntou a quanto tempo moravamos no prédio e disse que adoraria fazer uma festinha com a gente.ví que Carol ficou
ecxitada e disse a ele que éra só marcar o dia. o elevador parou,e ele deu um beijo na boca de Carol já com a mão nos seios dela. ele me disse: eu quero um beijo seu também gatinha e eu o beijei e ele passou uma mão em minha bunda e outra em meus seios também. eu e Carol saímos e fomos até a casa do professor Paulo. no corredor do prédio em que ele mora,eu passei a mão em baixo da saia da Carol esfregando os dedos em sua gostosa bucetinha e disse a ela que queria ve-la dando ao professor Paulo.ela muito ecxitada apertou meus seios e disse: eu vou dar só se voce também dér. nós rimos e batemos na porta dele. Ele abriu a porta e ficou de boca aberta quando viu a gente daquele jeito. Eu disse a ele que viémos entregar o trabalho que não conseguimos terminar na escola e ele nos convidou para entrar.eu perguntei se a mulher dele não estava em casa e ele disse que ele é divorciado e mora com seu filho. ele chamou o filho dele para nos apresentar,o Carlinhos,ele tem 18 anos moreno de olhos
verdes,um espetaculo. Carlinhos sentou-se do meu lado,e colocou seu braco por tras de mim. eu achei estranho,mas senti um certo tesão,eu ví que ele não tirava os olhos dos meus seios. então o professor ofereceu uma bebida e a gente aceitou. éra uma sexta feira,conversamos e bebemos até umas 23:00 horas,então dissemos a eles que já estava tarde e iríamos embora. foi quando Carlinhos me disse que a festa nem tinha comecado. Carol pediu para ir ao banheiro,e eu fiquei com os dois na sala. Carlinhos comecou a passar a mão nas minhas pernas e me disse que eu éra muito linda. então ele me deitou no sofá e me beijou.eu como estava de saia abri bem as pernas e mostrei minha bucetinha ao professor Paulo. o professor veio em minha direcão e enfiou a mão na minha buceta e comecou a esfrega-la. eu apenas gemia. então Carlinhos tirou minha blusa e comecou a chupar meus seios. eu sentia muito tesão vendo pai e filho me assediando.então Carol chegou do banheiro e disse: voces vão me deixar de
fora? e o professor disse prá que ela tirasse a blusa e viesse participar também. Ela levantou a blusa e mostrou aqueles enormes e deliciosos seios dela. eu não resisti e os chupei.eram deliciosos,então o professor e o seu filho comecaram a chupar cada um,um dos meus seios enquanto eu chupava os de Carol.eu levantei a saia dela e esfreguei a mão naquela bucetinha gostosa dela.eu a beijei na boca,e esfreguei minha buceta na cara do professor.ele chupou de um jeito tão gostoso,que eu sentia sua língua ir prá lá e prá cá.então Carlinhos tirou seu pau super gostoso pra fora e Carol comecou a chupa-lo.eu sugeri ao professor que fizessemos um 69 e ele aceitou.enquanto eu chupava o penis do professor Paulo e ele minha buceta,Carlinhos éra chupado por Carol,e me olhava com muito tesão.ai fizemos uma troca,eu chupava o pau delicioso do Carlinhos e Carol o do professor.ai o Carlinhos disse que queria me comer,e eu disse: Então me come vai!me fode todinha! ele se sentou no sofá e eu sentei na
pika dele.comecei a cavalgar,enquanto o professor apertava meus seios e fudia a boquinha da Carol.o professor dizia a ela: vai sua putinha vai! chupa meu pau aumento sua nota vai! puta! chupa gostoso! e ela dizia a ele: come a buceta da sua aluninha putinha... eu dou tudo prá voce vai! fode sua putinha gostosa! o professor jogou a Carol no sofá e abriu as pernas dela,então ela disse:Enfia esse cacete gostoso! O professor meteu com muita forca na buceta dela,que na hora ela até gritou e comecou a gemer e o professor comia a bucetinha dela,bombava bem gostoso e apertava meus seios enquanto Carlinhos comia minha bucetinha,me dizia que adorava comer uma putinha,me chamava de vadia e eu cavalgava no pau dele,e eu dizia que adorava dar a buceta então ele gozou,deixou minha bucetinha toda cheia de porra,então Carlinhos tirou seu pau de dentro de mim e eu sentei encima de Carol para que ela chupasse minha buceta enquanto o professor a fudia. Carol me chupava e o professor apertava meus
seios,então o professor disse que queria me comer também e eu disse:Eu também quero!me fode gostoso! e ele tirou o pau dele da buceta da Carol e me comeu de quatro,agora eu chupava a Carol enquanto ele me comia.Carlinhos estava ao lado,já com o pau duro de novo,então ele pegou a Carol e comecou a enfiar os dedos na buceta dela,e ela batia uma punheta pra ele. Ele dizia que queria deixar a buceta dela toda gozada como fez com a minha então Carol ficou de quatro e abriu bem sua bucetinha pra ele meter. E o professor que estava me fodendo dizia que estava adorando foder uma puta peituda e gostosa e que queria me deixar toda fudida.então ele me disse que ia gozar,e eu disse: Goza bem gostoso na minha buceta! goza !! e ele apertou com forca meus seios e gozou. ele estava morto,caiu pro lado e ficou ali. e Carlinhos comia a Carol,e eu comecei a chupar os seios dela,Carlinhos disse a Carol que iria gozar,então ela comecou a fazer movimentos mais fortes com a buceta e ele gozou. ele também
estava super cansado e se deitou do nosso lado. Eu e Carol comecamos a nos beijar e enfiar os dedos uma na outra,eu estava com muito tesão,eu chupava os seios da Carol enquanto enfiava o dedinho na bucetinha dela,e ela enfiava na minha.então eu gozei na mão dela,eu continuei a esfregar o dedo nela,eté que ela gozou.nós tomamos um banho lá,o professor disse que poderíamos voltar quando quisessemos e dissemos que com certeza voltaríamos.então fomos pra casa.a nossa nota eu só vou contar no outro conto!! ;)
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transei na escola
By: Jullyjoy

Olá pessoal,este eh o meu primeiro conto.tenho 15 anos,sou morena,olhos azuis,bunda e seios grandes sem nenhuma gordura localizada. As aulas comecaram,e encontrei um cara,com quem eu tinha ficado a uns dois anos atras,alto,cabelos castanhos cacheados ateh o ombro e olhos castanhos.eu durante um bom tempo me masturbava pensando nesse cara.ele me perguntou se eu ainda era virgem,e eu contei que tinha perdido a virgindade com 14 anos.combinamos de ficar atras do colegio depois do intervalo.la eh muito escuro e nunka vai ninguem.tinhamos 40 minutos pra ficar juntos.entao na hora dos amassos,eu ja estava completamente molhada,e ele de pau duro,ele comecou a passar uma mao na minha buceta,enquanto a outra apertava meus seios.nessa altura eu soh pensava em transar com ele,entao ele abriu minha blusa,que era com botoes,e comecou a chupar meus seios,e eu comecei a passar a mao no pau dele por cima da calca.ele chupou muito meus seios,e depois abriu o ziper da minha calca e comecou a enfiar o
dedo em minha bucetinha.ele perguntou porque ela estava tao molhadinha e eu respondi que era culpa dele.eu entao fiz o mesmo,abri a calca dele e comecei a tocar uma punheta naquele pau delicioso.ele disse: se eu te pedir vc faz uma coisa? e eu disse faco!! ele disse: chupa ele vai? e entaum eu me agachei e comecei a chupar aquela pika.chupei muito,e ele estava muito louco.entao ele me disse que queria me foder todinha,e que sempre sentiu tesao por mim,nesse momento eu delirei,entao ele me beijou,me virou de costas e me disse para abrir bem as pernas e empinar o bumbum,porque ele iria enfiar o pau dele na minha buceta,e eu fiz.ele enquanto me fodia,apertava meus seios com forca e dizia que sempre quis fazer aquilo.era demais,aquele penis de uns 18 cm + ou - entrando em mim; entao ele me disse que ia gozar,e pediu pra gozar na minha boca,entao eu me abaichei e ele gozou.eu nao engoli,mas limpei bem o pau dele.oqoe era pra durar 40 minutos,acabou levando uma hora e vinte.entao ele me
disse que adorou ficar comigo,e nós rimos juntos do que aconteceu,porque poderia ter chego alguem lá a qualquer momento.e se pegassem-nos poderiamos ser expulsos do colegio.ateh hoje ainda ficamos,mas nunca mais transamos na escola.no outro dia ele veio ateh minha casa,oque vou contar em outro conto.

Um comentário:

Conte sua fantasia