sábado, 23 de abril de 2011

CONTOS

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Vi quando e como fiquei corno

autor desconhecido

Quem não gostaria de ser uma mosca para ver o que seu(a) companheiro esta fazendo????

Virei uma mosca e agora sei como Ela se comporta com outro homens,descobri como são safadas espertas, seu jeito de fazer, como são tímidas com você, querem fazer tudo que não fazem com você......

Eu (Ari) trabalho numa empresa com filiais em vários outros municípios, todo o final de mês Eu o gerente e um colega temos que
dar uma passada nas filiais para ajustar relatórios e efetuar backup
de programas, sempre saímos por volta das oito horas e retornamos as
onze da noite.
Vou contar o que aconteceu ano passado em dezembro pertinho do final
de ano.
Sou casado com Flavia faz oito anos não temos filhos, Ela trabalha
num escritório de contabilidade, vive reclamando do seu chefe, O
chefe (Jorge) é mal educado, sem-vergonha, mulherengo, nojento,
etc...isso ele diz tudo dia.
  Naquele dia tomando café Ela me perguntou a que horas ira voltar?
a de sempre respondi as onze da noite, respondi, saímos para o
trabalho encontrei os colegas a viajamos, como tudo deu certo
retornamos mais cedo, os oito da noite, me deixaram na esquina de
casa.
Quando vou caminhando em direção de casa, quem vejo saindo do corro
no outro lado da rua? o Jorge, fiquei escondido, olhando, ele vai e
taca a campainha da minha casa, a Flavia vem a abre o portão, e eles
entram.
Fiquei desconfiado, tudo que Ela falava dele, convidando para
visitar nossa casa.
Entrei pela garagem fui até a lavanderia,eles estavam na sala, dava
para ver bem os dois sentados no sofá.
Flavia minha esposa estava usando uma saia, uma blusa bem decotada,
sem sutiã, com o cabelo preto longo ainda molhado do banho, Ela tem
1,74 de altura e pesa 56Kg tem um par de cochas, meu Deus, uma bunda
de parar o transito, seios médios, xutinha sempre limpinha sem
pelinhos.
Bem o Jorge não vou comentar é o tipo comedor que quer comer
todas!!!!!!
Eles levantam e vem para a cozinha, Ela pega um copo de água  e toma
encostada na pia, Jorge chega e a beija Ela corresponde e passa a
mão no seu cabelo e nuca nas costas, Ele a segura pelo pescoço com
uma mão e outra vai deslizando pelas costas na cintura e desse na
bunda, param de se beijar e ficam se olhando, Ela fala >quero ver se
você é tudo que as outra do escritório falam de você!!!!
Ele sem falar nada pega os seio e tira da blusa e começa e mamar e
lamber, a mão já estava erguendo a saia, tirou a blusa e tirou a
saia, Ela estava usando a calcinha da nossa preferência pequena
branca tipo fio dental super sexy, que da um formato muito especial
para a xaninha, quando Ela ta afim de um sexo bem legal sempre se
veste com essa roupa.
Pois bem vamos aos fatos, Ele tirou sua roupa ficando só de cueca,
com um volume médio, Ela com uma perna sobre a cadeira, Ele
ajoelhado na sua frente lambendo sou imbico e foi descendo passando
e língua com cochas, tira a calcinha, Ela toda excitada os seios
duros a xaninha molhada escorrendo, Ele lambe, lambe, lambe a
xaninha e Ela grita > ai no botão, ai no botão, segura a cabeça dele
e afirma contra a xaninha e goza.
Esse gozo eu já tinha visto varias vezes, Eu já tinha imaginado como
seria ver a esposa dando para outro homem, mas não imaginei que Ela
fosse com tanta naturalidade, estava com a pau duro quase me
acabando.
Ele falou > vou levar essa calcinha de recordação, Nunca disse Ele
essa calcinha é a favorita do Ari, pegou a calcinha, a saio e a
blusa e colocou no cesto na lavanderia bem perto de mim, que estava
escondido atrás de uma toalha.
Foram para a sala no sofá, Ela sentou Ele de pe enfrente, Ela  tirou
a pau de da cueca estava meio, meio, iniciou um buguete bem de leve
e foi fazendo, Ela aproveitando ia se masturbando coisa que ela
nunca fez comigo, que sempre pedia para ela fazer dizia que tinha
vergonha, Ele já bem excitado, pede para Ele colocar a camisinha e
sentar no braço do sofá, encaixa a xaninha no pau e pega na cintura
dele e mete como só Ela sabe mete naquela posição deixa qualquer um
louco, naquela posição da para perceber que chega estar tam molhado
que escorre um liquido pelas pernas dela,  Ele não se agüenta mais e
goza, Ela da mais umas reboladas e também goza.
Como não sou de ferro, peguei a calcinha e a saia, e pensei em levar
para ver e que Ela iria alegar, não resolvi fazer algo que a poderia
deixar pensativa ou intrigada, peguei a calcinha  e acabei nela,
deixei toda cheia de porá. Quando Ela chupava e se masturbava, e
quando Ela pegou o Jorge no braço do sofá não resisti gozei na saia,
deixei no cesto.
Flavia foi no quarto vestiu um roupa, Jorge deitado no sofá como um
bêbado não consegui nem se alevantar. Flavia perguntou > o que achou
vai falar para as outras que não agüentou a morena gostosa do
escritório??Jorge responde > não vou falar nada e não quero que você
comente algo, certo.
Jorge se vestiu e saiu, Flavia entrou e se deita no sofá e começa a
rir como se fosse uma criança, saio de fininho e vou fazer um
lanche, as onze horas chego em casa como se não tivesse visto nada,
sou recebido como sempre beijos abraço, vou tomar um banho, percebo
que a roupa dela esta como deixei no cesto, tomo o banho e vamos
dormir, peso que Ele vista a roupa das nossas noites, Flavia fala >
esta no cesto vou pegar, fico olhando, quando Ela pega a blusa e
veste, pega a saia cheia de para, pega e calcinha toda cheia de pora
fresquinha, Ela fica paralisada, tremendo, só imaginando como isso
pode ter acontecido.
Tivemos varias momentos de porá magia e sexo.
Ela ficou mais convencida, que é gostosa.

Quer ser um mosca??
Quando desconfiar vai que é .

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AS PRIMAS! 

autor desconhecido

Meu nome é Gislane,tinha 17 anos,na época que ocorre o fato,sou loira,cabelos lisos,cortados tipos chanel,minha prima é Juliana e tinha 15 anos,morena,cabelos pretos e longos,e olhos azuis. Morávamos em uma cidade pequena do interior de Minas Gerais,até quando fiz l5 anos,mudamos eu e minha família para cidade grande,deixando Juliana com seus pais,naquela cidade pequena do interior. Sempre nos comunicávamos por carta ou telefone,nossa amizade era muito grande uma pela outra,amizade inocente naquela época.Passados dois anos sem nos vermos,resolvi nas férias ir a sua casa;quando lá cheguei beijos e abraços apertados cheios de saudades.notei que Juliana tinha crescido,se desenvolvido bastante para sua idade,estava linda,elogiei sua beleza e ela a minha pois eu também tinha me desenvolvido bem.Deixamos os elogios de lado,e falei que gostaria de matar as saudades do sitio,já tinha dois anos que lá não ia,Juliana então me falou que seus pais tinham acabado de viajar,e que o sitio estava a nossa vontade,sem ninguém por lá.

Achei espetacular,pois eu amava Juliana em segredo,nunca tinha tido a coragem de lhe revelar,mas desta vez eu lhe revelaria que aquela nossa amizade tão grande era também amor,então estava tudo a meu favor ,meus tios viajando,sitio vazio,sem mingúem não poderia perder essa oportunidade e abrir o jogo .Tudo combinado aquela noite passamos na cidade,sem nada acontecer,só colocando que dia nossas conversas. Na manhã seguinte,pegamos o primeiro ônibus que por lá passa,durante a rápida viagem,eu ia fazendo meus planos de como lhe falar. Chegando ao sitio,abrimos a porta da sala,e levamos nossa mochilas para o quarto,afim de colocar uma roupinha mais leve,nosso passeio ia ser na cachoeira,Juliana tirou suas roupas e ficou nua a minha frente e não pude de admirar o belo corpo de minha prima,olhei de cima a baixo,estava linda,inclusive os poucos pelos em sua bucetinha,peitinhos redondinhos e durinhos,ela estava mais linda do que nunca,o que mais me animou ainda,Juliana vestiu um short tão pequeno que deixava suas polpinhas para fora,um camisão e nada mais,coloquei também um short só que um pouco maior,calcinha,e um camisão também.

Fomos para a varanda admirar a paisagem que estava linda,alguns minutos depois,fiquei de costas no parapeito da varanda,bem a frente de Juliana,passei as mãos em seus cabelos,e os elogie olhando-a dentro daqueles olhos azuis lindos,passei as mãos para seu pescoço e a puxei para junto de mim,dando-lhe um beijo em sua boca,á principio ela se retraiu mas em seguida se soltou e me retribui o beijo.Então lhe falei o quanto lhe amava de corpo e alma,que nunca tinha falado a ela por não saber sua reação,ela também me falou praticamente o mesmo,que tinha de fato receio de não ser compreendida.Tornamos a nos beijar,agora já com mais intimidade,coloquei minha língua em sua boca,e ela fez o mesmo comigo,roçamos nossos peitinhos uns nos outros e passamos nossas mãos uma na bucetinha da outra,estávamos nos entrosando mesmo. Dei-lhe a mão e saímos a caminhar em direção a cachoeira,como um lindo casalzinho,ás vezes deixa ela passar a minha frete para admirar seu lindo corpinho,sua bundinha arrebitada,estava linda mesmo. Chegando a cachoeira paramos em cima de uma pedra,me acheguei a ela e nos abraçamos,nos beijando,louca e freneticamente,língua com língua,lábios com lábios,peitinhos roçando em peitinhos,estava uma loucura.Minhas mãos tocaram seus seios,estavam durinhos,os mamilos pareciam que iam furar a sua blusa,alisava-os e apertava as pontinhas com meus dedos,tirei-lhe seu camisão e vi aqueles peitinhos lindos a minha disposição,abaixei minha cabeça e passei a beija-los,passando minha língua para todos os lados deles,e ela soltava uns gemidos de satisfação enquanto se declarava a mim o quanto me amava e o tempo que perdemos.Sua mãozinha me suspendia o camisão e alisavam meus peitinhos que estavam durinhos de tanto tesão,me tirou o camisão e não cansava de elogiar meu corpo,ficamos só de short,alisando nossos corpos uma na outra,desabotoei seu short,e deixei-o cair na pedra,vi sua bucetinha surgir a minha frente com poucos pelos,que visão magnífica,voltei a abraça-la com muito carinho,amor e paixão,beijei sua boca,seus olhos,seus ouvido,seu pescoço,seus peitinhos chupava-os e mordiscava-os enquanto ela soltava gritinhos de prazer,continuei minha descida,lambendo-a,mordendo-a,cheguei a sua barriquinha a onde avistei uma trilhazinha de pelos que conduzia a sua grutinha de amor,pedia a ela para deitar-se na pedra,ela deitou e comecei a lamber a sua bucetinha,enfiar minha língua entre aqueles lábios rosados e puros,descobri seu grelinho ,pequenininho,beijei-o,mordisquei-o,Juliana já se contorcia de prazer e tesão,alisava meus cabelos,e me dizia o quanto me amando,satisfeita com estas palavras,eu queria lhe dar prazer que nunca sentira antes,levantei suas pernas e vi seu cuzinho,roxinho,lambuzei meu dedo na bucetinha e devagar enfiei e ela se deliciou,me disse que estava sentindo uma coisa esquisita, parecia que ia voar de tanta felicidade,era o orgasmo que estava chegando e ela não sabia,deixei meu dedo no seu cuzinho e continuei a chupar sua buceta para que gozase,queria eu me lambuzar com aquele liquido do orgasmos dela pela primeira vez,ela achou que estivesse fazendo xixi mas expliquei rapidamente que não era,que podia continuar,foi quando deixou em minha boca o seu primeiro gozo virginal,qua me lambuzou meu rosto e encheu minha boca.Tirei o dedo do seu cuzinho,e comecei a subir lambendo todo seu corpo,eu estava tarada em minha prima,beijei seus seios e chequei a a boquinha onde a fiz sentir o seu primeiro gozo,beijamo-nos loucamente,línguas que entravam e saiam,e juras ditas entre sussurros.

Deitei-me para o lado e coloquei meu braço para que descansasse nele.Tiramos um rápido sono,quando acordei com ela me beijando a minha boca com sua língua atrevida,foi bom demais falei acordar deste modo,retribui o beijo,e ela começou a fazer a mesma caminha de descida que eu lhe fizera,parou em meus peitinhos,chupo-os,mordeu-os,mordisco-os,e eu gemia de prazer,era a minha amada que estava me proporcionando este prazer inigualável,largou de beijar meus seios e continuou parando na minha barriquinha,beijou meu umbigo,alisou os pelinhos dourados que tenho no caminho da minha bucetinha,que com as mão já a alisava,com os dedos abriu os lábios também rosados de minha buceta ,enfiou sua língua como se quisesse me estuprar,eu jão não me agüentava mais de tanto desejo e tesão,passei minhas mãos sobre seu pescoço e forcei seu rosto contra minha buceta,e ela chegou a meu grelo,masturbando-o,com sua boquinha,pedia a ela que chupasse mais minha buceta,e assim ela fez,mas antes levantou minhas pernas,beijou meu cuzinho e enfiou seu dedo nele,naquela hora quase morri de tanto prazer,já não agüentando mais suas chupadas ,prendi seu rosto em minha buceta e falei que queria gozar em sua boca e gozei,mas que gozo,me contorci toda,enchia a boca de Juliana com todos meu orgasmo,e ela me secou e trouxe em minha boca o gosto do meu gozo. Juliana ,acho que devemos tomar uma banho no lago,e irmos para á casa. Sim Gislene meu eterno amor,vamos nos banhar,que hoje teremos uma noite toda nossa. Nos banhamos entre brincadeiras com água,e muitos beijos,vestimos nossas roupas com os corpos molhados que ficarão uma visão deslumbrante para cada uma,depois daquela nossa primeira transa. 
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FANTASIAS NO DENTISTA!

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autor desconhecido

Droga de dente. Já era a terceira vez que a restauração caía. O dentista de Kátia já havia alertado que restaurações nos molares eram difíceis de segurar. Lá estava ela, de novo, tendo que cancelar a saída com a turma no final do expediente para voltar com o Dr. Custódio, o dentista, para resolver aquela situação. Kátia era o tipo de mulher pra cima, independente, segura e bonita. Chefiava o setor de cadastro de uma companhia telefônica. Morava só, desde que havia mudado de sua cidadezinha para fazer faculdade na capital. Conseguiu logo um bom emprego e, com isso, a possibilidade de cuidar de sua vida. Afetivamente as coisas não tinham dado tão certo assim. Rompera o namoro de muitos anos com um cara de sua cidade, justamente pelo fato de não ver perspectivas naquela relação. Josias tinha sido seu primeiro namorado sério, e o único com quem transara até aquele momento. Apesar do rompimento definitivo, Josias não se conformara com a decisão de Kátia, telefonando algumas vezes e, até mesmo, procurando-a na capital. Durante a última visita de Josias, com direito a sexo e tudo, Kátia pôde ter a absoluta certeza de que não queria o ex de volta em hipótese alguma. Página virada, Kátia estava realmente disposta a investir mais em sua vida afetiva e, principalmente, viver sua sexualidade com mais paixão, coisa que vinha buscando há um bom tempo. As saídas com a turma do trabalho pareciam ser uma ótima opção na busca de um novo companheiro, daí a razão de ter ficado tão frustrada com a urgência de resolver o problema do dente. Ligou para o Dr. Custódio que, para seu desespero, estava de saída para o aeroporto, pois iria participar de um Congresso. A atendente, percebendo ser uma situação emergencial, disse à Kátia que Dr. Luciano iria ficar atendendo os pacientes de urgência do Dr. Custódio, e que se ela quisesse, poderia vir às 18:30. Kàtia não pensou duas vezes. Determinada como era, não gostava de deixar nada para o dia seguinte. Lavou o rosto escovou os cabelos e rumou para o consultório. Era uma mulher exuberante. Aos 25 anos de idade, demonstrava uma segurança incomum às jovens, despertando nos homens um magnetismo intenso. Tinha 1,70m, corpo bem feito, os cabelos claros na altura dos ombros e adotava um jeito sóbrio de vestir, tipo executivo, mas extremamente sexy. Naquela tarde usava uma camisa de mangas, com botões na frente, uma saia justa comportada, mas com uma fenda generosa atrás que permitia que os olhares masculinos mais gulosos penetrassem, alcançando a visão daquele par de coxas perfeitas e bem torneadas. Kátia seguia, no metrô, com sua seriedade e magnetismo costumeiros, sacudindo, de vez em quando os cabelos sedosos e brilhantes, tornando aquele visual ainda mais atraente. Ao chegar no consultório, a atendente cumprimentou-a, já com a bolsa na mão dizendo que teria que sair logo, mas que o Dr. Luciano já estava com as fichas dos pacientes daquele início de noite. Kátia agradeceu e sentou-se no sofá da sala de espera, aliviada por perceber que seria a próxima a ser atendida, já que não havia outra pessoa por ali. Neste momento, abre a porta do consultório um homem jovem, vestido de branco, com uma máscara na boca. Retirando a máscara e olhando para a ficha em sua mão, perguntou se ela era Kátia. Kátia, impressionada com a beleza daquele homem alto, de cabelos escuros, pele bronzeada contrastando com a roupa branca, quase gaguejou ao responder afirmativamente. Então aquele tesão de homem era o substituto do Dr. Custódio, pensou. Ele, que a essa altura já tinha feito uma avaliação de Kátia, sorriu pedindo que ela aguardasse, pois seria a próxima a ser atendida. Nesse instante entra na sala de espera uma senhora dos seus 50 anos, dizendo que estava ali para ser atendida pelo Dr. Luciano, também. De modo simpático, o dentista disse à ela que aguardasse um pouco. Por volta de 5 minutos o senhor que estava sendo atendido despediu-se e saiu, quando Luciano pediu à velha senhora que entrasse. Kátia deu um pulo na cadeira, sem compreender, pois ela sim deveria seria a próxima, pela ordem de chegada. De modo carinhoso - e irresistível - o doutor explicou que só iria fixar um dente na prótese daquela senhora e então poderia fazer sua restauração, que, certamente seria algo mais demorado. Sem estar convencida com a explicação, Kátia conformou-se, de certo modo excitada pela idéia de logo ter a boca examinada por aquele homem. De fato, o serviço na boca da velha foi rápido. Parecia que o doutorzinho queria se livrar dela. Quando enfim estavam a sós, Luciano disse: - Vamos lá? Você é a última paciente do dia. Concordando, Kátia levantou-se e foi seguindo explicando o porque de sua consulta de urgência. Luciano disse à ela para que não falasse nada, pois ele iria aproveitar para fazer uma avaliação completa em sua boca, para ver se era apenas o problema da restauração. Kátia sentou-se tensa na cadeira, por sentir-se visivelmente atraída pelo dentista. Ele por sua vez, embora aparentasse agir com profissionalismo, demonstrava um ligeiro nervosismo. Pegou os instrumentos, examinou arcada superior, inferior, e começou a trabalhar. Colocou um lenço com uma corrente em volta do pescoço de Kátia, esbarrando sua mão nos seios desta, que já começavam a arfar. Parecia que o Dr. Não encontrava uma posição correta, pois passava de um lado para o outro da cadeira, e nesses movimentos, sempre encostava nas pernas de Kátia, que já estavam descobertas até as coxas, devido à posição da cadeira. Luciano começou a falar, para ganhar intimidade, que tinha sido uma sorte substituir Dr. Custódio, principalmente para fechar um longo dia de trabalho atendendo alguém como Kátia. Nesse momento, pediu que ela fechasse e abrisse a boca várias vezes para ver se a nova restauração havia ficado boa. Kátia obedeceu, com a respiração totalmente irregular. Luciano sentou-se no braço da cadeira e, inesperadamente pousou a mão sobre a coxa de Kátia dizendo: "Vamos esperar um pouco para sedimentar bem este dente." O toque daquela mão fez Kátia ruborizar de prazer, começando a ficar excitada e molhada. O safado, que estava bem atento a todos os sinais, inclusive aos bicos dos seios de Kàtia, que pareciam querer furar o sutiã e blusa, ficou com a mão ali, bancando o ingênuo. Passados alguns segundos, Luciano perguntou como estava a restauração. Kátia, saindo de sua passividade, reclamou dizendo que estava com um pouco de excesso, incomodando o dente da lateral. Luciano pediu que mostrasse à ele qual o dente a incomodava. Kátia segurou a mão do doutorzinho, que já estava sem luvas, puxou o indicador e colocou em sua boca, roçando nos dedos da arcada superior dizendo: "É aqui, ó!" Luciano, ainda sentado no braço da cadeira, mas muito, muito próximo do corpo de Kátia, começou a passear com seu indicador levemente por todos os dentes daquela mulher, num gesto muito mais sensual do que técnico. Aquele ato sensual despertou nos dois um intenso prazer, resultando numa ereção poderosa em Luciano, e numa calcinha completamente encharcada de prazer em Kátia. Esta, dominada pelo desejo de arriscar algo com aquele dentista que, provavelmente não veria mais, passou a língua pelo dedo de Luciano, que nesse momento começou a fazer uns movimentos suaves na coxa da gata, por cima da saia.. Kàtia, instintivamente, abriu um pouco as pernas, como num convite à Luciano ousar mais nas carícias. O doutorzinho esperto, entendendo os sinais, começou a subir pelas coxas por baixo da saia, enquanto Kátia começava a chupar o indicador do Luciano com extrema volúpia. Luciano, num tom de voz rouco, sussurrou: - Tive a impressão que você gostou de eu ter me livrado da velha, também, não foi? Tava na cara que a gente podia ter um momento muito gostoso aqui, não é? Nossa... tá toda arrepiadinha. Deixa eu ver esse peitinho, vai... Como que hipnotizada por aquele homem sedutor, Kátia parou de chupar aquele dedo e, aprumando-se na cadeira, começou a desabotoar sua blusa, jogando longe o lencinho preso ao pescoço. O tarado, que a essa altura estava com as duas mãos massageando a parte interna das coxas da gata disse: - Vou mamar muito nesses biquinhos durinhos... biquinho de fêmea louca pra dar, loucar pra gozar... Tua cara tá estampada de tesão reprimido... Diz que não quer que eu te coma, diz... Kátia, a essa altura, gemia, com os dedos do Luciano penetrando pelo elástico da calcinha. Ela não tinha o que falar. Só queria curtir muito o tesão daquele cara ali, disposto a dar todo o prazer que ela tava a fim. Reclinando-se no braço da cadeira, Luciano começou a lamber os bicos dos peitos dela por cima da renda do sutiã chupando e molhando tudo com sua saliva. Por fim, arrancou a peça rendada, deixando aqueles seios maravilhosos livres. Ficou de pé, puxou a saia de Kátia, que continuava na cadeira, tirou-lhe a calcinha minúscula e começou a lamber sua barriga, sua virilha, fazendo com que ela sentisse um tesão louco, antes da língua dele tocar sua xaninha. Kátia logo constatou que aquele dentista era ótimo de boca. Lambia e sorvia toda a bucetinha dela, com uma vontade louca. Andréa se contorcia na cadeira, e enfim começou a gemer cada vez mais alto, dizendo "Me chupa, me lambe, vem, eu quero derreter na tua língua... Aaaaaai... Aquela mulher maravilhosa tava ali, gozando na boca do Dr. Luciano, que segurava os quadris e a bunda perfeita dela com as mãos, começando a usar os dedos pra explorar o ânus da loirinha... Ela, deitadinha na cadeira, fazia todos os movimentos que pudessem facilitar o trabalho do dentista tarado. Foi quando ele ordenou que ela virasse de costas na cadeira. Luciano arriou a calça e a cueca, deixando aquele pau duro, gostoso, pular pra fora, já todo melado. Começou então a sessão de tortura para Kátia: Luciano "pincelava " a bundinha empinada da Kátia, passava a cabeça do pau na entrada da xoxota, melando naquela xana encharcada. Kátia empinava a bunda, como quem dança um "funk". Luciano louco com aquela fêmea, puxou ela pelos cabelos, dizendo: "Agora não, putinha. Só vai ser comida depois de chupar bem esse pau." Louca para sentir o gosto do pau do seu dentista, Kátia, sentou-se na cadeira, com a perna aberta e começou a chupar o Luciano, primeiro devagar, depois aumentando a pressão, deixando o cara transtornado. Enquanto a fêmea chupava, a taradinha esfregava a xoxota no couro da cadeira, melando tudo, sentido o maior tesão. Nesse momento, o doutorzinho tirou o pau da boquinha da Kátia e gozou, espalhando o sêmem no peito dela todo. Kátia, com a mão na vagina, começou a gemer, fazendo beicinho pedindo: "Me come, meu tesão, vem meu gostoso, que eu quero teu pau lá dentro." Como uma puta, virou a bundinha quase na cara do Luciano, abriu a bucetinha com os dedos, alisando o grelhinho, implorando. "me fode agora, vem..." Luciano, de uma estocada só meteu o pau duro fundo na xana da Kátia, começando a mexer, primeiro devagar, depois acelerando, acelerando, apertando os peitos dela, até explodir num gozo alucinante. Aquele tesão de mulher estava insaciável. Nunca, nem na mais ousada transa com Josias ela havia gozado daquele jeito. Luciano, por sua vez, estava extasiado pela ousadia de, pela primeira vez, levar a frente a fantasia de comer uma paciente. E que paciente! Mas aquela sessão de foda deliciosa, aquela afinidade sexual perfeita não podia acabar ali. Kátia, vestida apenas com sua saia levantada até a cintura e calçada com os sapatos de salto alto, empurrou delicadamente Luciano na cadeira dizendo à ele: - Deita, doutor. Agora eu assumo o comando. Aquele mulherão, determinada e tarada, louca pra descobrir todas as suas possibilidades de gozo, colocou os braços de Luciano para trás da cabeça do doutor, tirou as calças brancas dele, abriu os botões de sua camisa, dizendo: - Você não pode me tocar até eu mandar. Começou a beijar o tórax do dentista, mordiscando de leve os bicos do peito dele, causando um arrepio. Lambeu o peito cabeludo do doutor, subindo nos quadris do cara, esfregando a xoxota melada na barriga dele. Esfregava, ronronava, se oferecia como uma vadia, segurando os braços dele sempre pra trás. Incrível o potencial de gozo daquela mulher, que abria a boca de tesão, só de esfregar o grelo na pele do doutor... Gemendo, Kátia pediu que ele pegasse seus peitos. Torturado pela ordem anterior sem poder apalpar, alisar e amassar aquele monumento, o doutor apertou os seios de Kátia com vontade, o pau já completamente endurecido. Kátia ergueu os quadris, encaixou a cabeça do pau de Luciano na portinha da xana, segurou-se no suporte da luza da cadeira odontológica, descendo devagarinho naquele cacete. - Que delícia... aahhh, tesão de homem.... - gemia Kátia. Luciano nunca tinha experimentado uma penetração tão alucinante! Kátia, ainda pendurando-se ao suporte de luz, subia e descia, cavalgando aquele mastro, deslizando louca, totalmente melada pelo seu prazer, esfregando o clitóris no pau do Luciano, sentindo um prazer duplo: da penetração e do esfrega-esfrega do grelinho. - Puta merda! Me mata de tesão, sua gostosa! Luciano estava louco. Mexia sua bunda para cima e para baixo, como se quisesse arrombar a buceta de Kátia com vigor, socando tudo naquela xoxota voraz... O gozo dela vinha chegando e ele, não conseguindo mais segurar, explodiu de prazer, enchendo a bucetinha com sua porra quente. "Aahhh...." Ela gozou um pouquinho depois, mexendo sem parar, quase fazendo com que Luciano desmaiasse, pela hipersensibilidade que estava sentindo no pênis. Nunca havia gozado desta maneira... Nunca uma mulher havia controlado tanto o seu prazer. Kátia era uma verdadeira fêmea, que ele tivera a felicidade de identificar, por trás de toda aquela aparência de executiva séria e compenetrada. Aliás, ela era absolutamente fantástica quando era "penetrada". Abraçados, os dois descansaram um pouco no consultório antes de decidirem sair dali. Luciano imaginou que talvez eles pudessem continuar se encontrando para outras fodas fantásticas. Kátia prometeu manter contato, mas aquele início de noite tinha marcado profundamente seu desejo sexual. Daquele dia em diante, Kátia passaria a exercer o maravilhoso jogo da sedução com os mais diversos profissionais que tivesse contato. A idéia de conviver entre os dois mundos - profissional competente e puta avassaladora - agradou bastante aquela mulher séria e decidida. Luciano havia sido o primeiro, mas certamente não seria o único a fazer parte de sua redescoberta sexual...

terça-feira, 19 de abril de 2011

DOIS CONTOS

EU E AQUELE NEGRO TARADO
autor desconhecido


Olá, sou loira, alta, cabelos encaracolados a altura do ombro e, como toda loira tenho uma historia com um mulato inesquecível. Nos conhecemos no trabalho, Carlos e o seu nome, alto, magro, porem forte, uma lábia de mulato inigualável, um charme ao falar do tipo de excitar-me só com umas palavrinhas safadas no ouvido....... Mas, no entanto muito cachorro, do estilo "traco todas", inumeras foram suas investidas comigo, e eu como sempre o desprezava pois era do tipo muito mais romantismo do que prazer e além disso na época ele namorava uma garota da mesma empresa. Confesso que não foi fácil dizer não a aquele negro gostoso, ate que um dia apos muito tempo sem v-lo pois, havia saído da empresa e perdemos o contato tive uma surpresa. Estava num barzinho com algumas amigas de faculdade quando de repente avisto em uma mesa aquele homem novamente, como sempre muito bem vestido, estava acompanhado de alguns amigos, nossos olhares em todo o tempo se cruzaram então como um filme em minha mente, comecei a recordar de loucos beijos em minha sala, aquela mão percorrendo sobre meu corpo, sua língua me sulgando completamente, e o soluçar daquele mulato sarado em meu ouvido: você já é minha, não adianta você fugir, um dia eu vou te ter inteirinha so pra mim, ainda em extase, senti uma mão em minha nuca, que descia pelas minhas costas decobertas, e mais uma vez aquela voz sussurrando em meu ouvido: minha loira continua uma delicia. Como se acordasse assustada, virei-me e timidamente: Carlos ! A quanto tempo não nos vemos!!! Convidei-o para sentar-se a mesa, apresentei-o para minhas amigas que logo se entrozaram com seus colegas, o que proporcionou-me a oportunidade de ficarmos a sos na mesa...... Em todo o tempo olhava-me no fundo de meus olhos, e por baixo da mesa percorria suas mãos entre minhas pernas, de mansinho encostou bem próximo de meu ouvido e como sempre num tom de safadeza e desejo disse-me: não disse que um dia você seria minha, não nos encontramos por acaso, seus olhos pedem-me o tempo todo para que eu te beije, te chupe todinha, sua pele suplica o toque de minhas mãos, sua boca quer dizer que você morre de vontade de me ter..... Diz que quer ser minha esta noite....... Eu tremula, sem resposta alguma, apenas susurrei: Carlos, muitas coisas mudaram, hoje eu namoro, como você sabe sou fiel, você sabe que sempre achei você atraente mas também muito cachorro e safado, creio que você ainda namora também, e como sempre a verdade e que você nao suporta ouvir um não de uma mulher, e é melhor encerrarmos esta noite por aqui. Levantei-me apressadamente, paguei minha conta, despedi-me rapidamente de minhas amigas e sai a procura desesperadamente de um taxi. Mais uma vez fui surpreendida por aqueles braços fortes que me seguravam com tanta forca, quando dei por mim Alexandre me beijava loucamente, ah como foi bom sentir novamente o gosto daquele beijo, aquela mão descendo sobre meu corpo, sua língua em meu ouvido, seu corpo tão junto ao meu...... E aquela voz: tem coragem agora de ir embora? Diz que o que você quer de verdade minha loira gostosa..... Sem pensar em mais nada, esquecendo-me de meu namorado que tanto amava, confessei bem baixinho em seu ouvido: Carlos, eu quero ser sua, tem que ser esta noite, eu quero sentir finalmente este seu instrumento gostoso e sarado na minha xaninha, quero que você me faça gozar como nunca meu namorado me fez, quero ter o orgasmo que sempre sonho quando faço amor como ele..... Imediatamente entramos em seu carro, fomos para seu apartamento, ao entrarmos, Carlos como sempre muito fogoso, já foi logo me pegando no colo, ele sabia que eu gostava destas coisas, me levou ao seu quarto, tirou minhas sandálias e deixou-me deitada na cama, enquanto buscava uma garrafa de vinho, quando entrou no quarto novamente encontrou-me toda fogosa e brincou: Você esta mudada minha loira, nem parece aquela tímida e indefeza, entao eu jogando-o na cama, disse olhando em seus olhos, hoje você ira conhecer a mulher que ha em mim, sai de cima dele, liguei o aparelho de som, ao som de uma agradável melodia comecei a despir-me, usava um vestidinho preto com as costas a mostra, coladinho no corpo, preso por um laço no pescoço, virei de costa para ele, percorria minhas mãos sobre meus cabelos e descia ate o bumbum, num ritmo gostoso descia rebolando, de frente para meu negro gostoso encarava-o enquanto desatava o laço jogando meus cabelos, já com seios prontos para serem vistos e desejados, descia lentamente o vestido, enquanto massageava meus seios, eles são de tamanho médio, claros, marcados pelo sol, firmes, pontudos, gostosos, vendo meu homem cheio de tesão decidi deixa-lo mais louco ainda, sentei-me numa cadeira, deixando as coxas a mostra e descendo cada vez mais meu pretinho, ate que de costas para ele tirei-o completamente o que restara era apenas meu bumbum, (que por sinal meu namorado adora), envolvido por uma calcinha preta minuscula enfiada no reguinho, envolvida pela musica, peguei o vestido do chão e lentamente apos tirar a roupa de Carlos passava o vestido sobre seu corpo, tirei toda sua roupa e ele como um cachorrinho obediente olhava-me o tempo todo e seu pau duro feito pedra pedia uma deliciosa chupada, enquanto deslisava o vestido sobre seu corpo pedia a ele que sentisse meu cheiro, e como um bicho selvagem viesse me devorar, e,e claro que aquele homem tezudo e safado logo segurou-me pelos cabelos, deslizando sua língua sobre as minhas costas, ele sabia de todos os meus pontos erógenos, pedia para que eu relaxasse e me entregasse, ate que deitou-me na cama, deixou-me numa posição bastante agradável e lentamente passei a sentir aquela língua quente sob meus pescoço, descendo ate meus seios, ele os chupava tão gostoso, ate que não aguentou e disse, quero realizar meu maior desejo, chupar sua xaninha loira, pede pra eu te chupar, e eu sem exito algum gemia, sussurrava e pedia, chupa minha xaninha meu negro, chupa, chupa....Em poucos segundos pude sentir aquela mão tirando minha calcinha, que a essas alturas ja estava ensopada por meu desejo e tesão, fechei meus olhos e pude sentir o que tanto desejara por muito tempo, ser chupada por aquele mulato! Era uma mistura de gelo com fogo sobre meu corpo, ele dizia o tempo todo mas que xana gostosa, que lindo estes pelinhos loiros, goza na minha boca, geme pra mim, e em poucos minutos sendo sulgada por aquele homem, explodi um gozo como nunca havia tido antes, anestesiada, e querendo mais e mais joguei-me sobre aquele corpo moreno, ssentei-me naquele cacete grosso e comprido (dizem que todo negão é assim, bom, confesso que é bem maior de que o meu namorado), virei o bumbum para ele e cavalgava naquele pau gostoso, o movimento o deixava louco, ate que ele pediu que queria gozar comigo de quatro, então veio por traz me penetrando e segurando em meus cabelos, mordendo minhas costas, penetrando com muita forca, ate que gozei mais uma vez, ele escutando o grito de meu gozo, e sentido minha xana toda molhada pelo meu prazer, foi entrando cada vez mais forte e dizia que delicia entrar em você, você tava louca pra sentir este cacete entrando em você, por que falou não por tanto tempo minha loira, não adianta você já e minha, e eu concordava, sim meu cachorro safado eu sempre quis ter você, e rebolava sobre aquele pau maravilhoso, como seu pênis era muito grande e eu não estava acostumada pedi que parasse um pouco, ele não exitou e então eu louca para deixar aquele homem mais louco, peguei aquele vinho tinto joguei sobre seu corpo, fui chupando-o vagarosamente ate chegar em seu membro avantajado e cai de boca naquele cacete gostoso , sugando e mordiscando com muito gosto e ate faze-lo gozar loucamente gemer de prazer.......Apos gozarmos, nos recompomos e já começamos tudo de novo..... Foi uma noite maravilhosa, embora não passasse de uma noite e nada mais, no entanto curtimos o momento e obedecemos cegamente aos nossos desejos mais secretos, só preciso encontrar agora uma boa cara de pau ao ver meu namorado, afinal, o amo.
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A minha prima Portuguesa


meu nome é Solange e sou uma Brasileira de olhos claros e peitões grandes, segundo minha prima sou uma puta bem gostosa. Minha família foi sempre muito pobre e quando morreram meus pais num acidente meu irmão não tinha condição de me deixar ficar na sua casa. Assim a solução foi vir para Portugal para casa de uns tios muito ricos. Quando cheguei a Portugal era Inverno e achei tudo muito frio e escuro. Meus tios e sua única filha vieram me pegar no aeroporto.
Não os via desde os meus 5 anos, quando foram passar férias no Rio e minha prima Carla tinha agora 23 anos e eu 21.
Levaram-me para sua casa e eu fiquei surpresa com tanta riqueza. Casa assim só tinha visto em filme. Tinha até piscina.
Minha prima me levou para aquele que seria o meu quarto, pegado no dela e com porta de ligação entre os dois e me disse com um ar safado que eu não entendi na hora que era bom assim para eu não me sentir tão sozinha naquela casa estranha.
Descemos e conversei bastante com os meus tios que me disseram que no dia seguinte iriam viajar para assistir ao casamento de uns familiares que moravam noutra cidade.
Como sairiam logo cedo ficaríamos só eu e Carla na casa todo o final de semana.
Nos despedimos e subimos para o quarto. Estava arrasada e fui tomar um duche antes de dormir. Tudo estava bem até que sinto alguém no banheiro. Espio e vejo minha prima com maior ar de safada e com um toalhão na mão. "Terminou?" .Eu não entendi e disse que sim e ela então me disse para sair do boxe que iria me enchugar.
Minha cabeça estava rodando. Não estava a perceber nada mas lá saí, envergonhada.
Minha prima me envolveu com a toalha e começou a me enchugar e a acariciar o corpo ao mesmo tempo. Quando ela tocou em meus seios ia protestar mas antes que pudesse abrir minha boca levei um tapa na cara e uma repreensão: "esta casa é de meus pais e minha e se quer se dar bem é bom que faça o que lhe mando e nem reclame". Comecei a perceber as suas intenções e a ficar em pânico. Ali estava eu, numa casa desconhecida, com pessoas que já não via há anos, sem grana e sem saída. Decidi não reagir e esperar o que rolava.
Carla me pegou pela mão e fez eu deitar na cama que seria a minha dali em frente.
Aí deu uma ordem: "Se toca, bate uma siririca para mim!". Muito á toa coloquei minha mão na xoxota e comecei bolinando. Nova ordem: "Abre bem as pernas que quero ver sua xota inteira!". Abri bem minhas pernas e com um gesto bruto ela as afastou ainda mais. E ali estava eu, me bolinando em frente a Carla que começou mexendo e lambendo meus peitões. Por incrível que possa parecer aquela situação me deixou um pouco louca e o medo misturava-se com algum tesão. "Agora me diz, com quantos homens você já transou?". Quando respondi com dois levei novo tapa "Puta mentirosa, você pensa que não estou vendo sua buceta toda aberta de levar rola e seu cuzinho também!". Nesse momento já metia dois dedos no meu cuzinho enquanto continuava chupando meus peitos. Aí não teve jeito senão confessar que já tinha transado com 4 caras e que com o ultimo tinha metido muito na xota e no cú. "E com mulher, você já transou?". Respondi que nunca tinha transado com mulher e ela me disse que nunca era tarde para começar e sem aviso colocou sua buceta em cima da minha cara para eu chupar. Eu não sabia como fazer e estava com um pouco de nojo, mas enquanto não fiz como ela queria levei beliscão nos bicos de meus peitões e tapas na cara. Finalmente ela começou a rebolar e a dizer que eu era uma puta das boas e que aprendia bem rapidinho.
Ficamos assim a noite toda ela lambendo minha buceta e metendo todo o tipo de vibrador e eu só chupando aquela xota quente e molhada. Depois de me habituar ao sabor até que estava gozando com a situação.
Mas o pior ainda estava para vir. No dia seguinte só acordamos tarde e depois de um café da manha reforçado continuamos a "lição". Segundo ela eu já estava ficando mestra em putaria e com a minha língua fazia ela se vir bem rápido. Descemos para jantar, eu com um vibrador enfiado na xota e outro no cu.
No final do jantar ela me mandou tomar um banho que iríamos sair. No final do banho ela me disse para vestir o que estava em cima da cama, praticamente nada. Apenas um mini vestido vermelho que mal cobria meus peitos e buceta e um sapato muito alto também vermelho. Quando perguntei por minha calcinha levei um baita tapa: "Puta não usa roupa interior". Saímos para um bar e Carla foi conduzindo com uma mão e me bolinando com a outra. Quando entramos vi que era um lugar pequeno com muita gente, já todos bem altos da bebida e bem descontraídos. Havia já vários casais se acariciando e garotas só em calcinha, nos cantos mais escondidos. Percebi que ali devia rolar muita putaria. Carla me puxou pelo braço e me levou para uma mesa onde tinha três garotos bem bonitinhos e aí ela me apresentou "Essa é minha prime Sô. Aquela de quem eu tinha falado" e sorriram todos. João e Renato fizeram questão que me sentasse entre eles e Carla pediu dois dinques e me mandou beber. Depois pediu mais dois e a conversa já ia solta, com muita putaria á mistura. Foi quando comecei a sentir uma mão a subir nas minhas pernas e chegando na minha buceta já molhada começou a me bolinar. Pela cara percebi que era o Renato. Entretanto João começa a passar a mão em meus peitões dizendo "Nossa como eles são grandes e durinhos".Fernando a esta hora beijava Carla (só depois soube que era o seu namorado) que já muito louca por também estar sendo bolinada por ele lhes disse "Fodam essa puta agora". João puxou meu vestido e deixou meus dois peitões expostos. Entretanto já havia gente em volta. Renato já tinha tirado seu pinto para fora puxou minha cabeça para ele e me disse que queria uma chupeta. João continuou a tirar meu vestido e não tardou nada já estava nua em cima do banco, fazendo uma chupeta e levando rola na buceta. Carla tirou uma câmara do saco e ficou gravando eu levando rola de todas as formas com toda aquela gente olhando, aplaudindo, dando risada e até sugestões. De vez em quando sentia uma mão estranha me tocando e tive até que fazer um boquete no namorado de Carla e no dono do bar, que tinha uma rola bem grande e quase me sufocou com tanta porra que tive de engolir. No final vi Carla ficando para trás e Renato e João lhe dando uma grana. Entrei no carro e fui até casa sendo fodida no cu por Fernando.
Enquanto Carla se divertia com Fernando fui tomar um duche e no final Carla foi ter comigo dizendo que tinha sido uma boa puta e que deveria continuar sendo, caso contrário colocaria o filme que tinha feito na Internet. Eu chorei e pedi para ela não fazer isso. Ela prometeu que não o faria se eu fosse sempre uma putinha obediente. A medo lhe perguntei que grana era aquela que os meninos lhe haviam dado e ela me respondeu que puta em Portugal era paga pelo trabalho que fazia e que eu tinha de pagar as roupas que compraríamos no dia seguinte e que me seriam muito úteis no meu novo trabalho.
Hoje Carla está viajando e me deixou como tarefa escrever este conto para ela ler enquanto está longe de mim. Deixou ainda uma outra tarefa que foi pegar gente que estivesse interessado em sexo virtual, dar sugestões para novas putarias para ela me fazer ou até serem nossos "amigos"… fico a aguardar seu e-mail - solangepoloni@mail.pt

sexta-feira, 15 de abril de 2011

MEU MARIDO E EU

rosediniz2004@bol.com.br by Rose Diniz

Resolvi contar para voces uma experiencia que tivemos, meu marido e eu , a alguns anos atras, quando estávamos iniciando nossas loucuras sexuais. Meu marido naquela época trabalhava em uma empresa multinacional e deveria participar de uma convenção no Rio Grande do Sul ( a propósito sou gaucha) onde estariam presentes os executivos de diversos estados brasileiros, como também de outros países, sendo ele o único enviado daqui de São Paulo. Vimos nessa viagem a possibilidade de colocarmos em prática algumas de nossas fantasias. Como a empresa não permitia que os executivos levassem suas esposas ou acompanhantes decidimos ligar para o Hotel e ver se estavam aceitando reservas, fingindo não sabermos da convenção. Recebendo um ok do Hotel fiz minha reserva. Meu marido viajaria em avião fretado pela empresa na quinta-feira a noite, então fomos juntos para o aeroporto e eu embarquei num voo comercial uma hora antes do vôo dele. Cheguei em Porto Alegre, peguei um taxi e rumei para o Hotel. Muito bom estar de volta a terra natal! já nem me lembrava como os homens gauchos são afoitos em termos de sexo. No aeroporto fui tão assediada que logo estava louquinha de tesão. É claro que a estas alturas eu já havia dado asas a minhas fantasias e atravessando o saguão do aeroporto rebolava provocativamente com a real intensão de atrair os olhares de todos os homens que lá estavam. Usava um conjunto de saia e blusa brancos. A saia tinha um comprimento normal não era curta, mas tinha um favorável e enorme ziper na frente que abria de baixo para cima até a altura da cintura e é claro que eu havia deixado aberto até uma altura que pudesse deixar a mostra minhas coxas grossas e maravilhosas. A blusa bem justa e com decote bem avantajado permitia que meus seios ficassem bem expostos. Evidentemente que usava sandálias de saltos bem altos de amarrar nos tornozelos. Para ser sincera estava um tesão e homem nenhum ño dever de suas faculdades mentais deixaria uma loira linda e gostosa como eu estava, passar sem come-la com os olhos. Meu marido, no aeroporto em São Paulo ,ficou tão excitado quando eu voltei do banheiro com o ziper bem mais aberto que saira de casa que imediatamente teve uma ereção precisando disfarçar carregando sua bagagem de mão na frente do corpo. Fui conduzida ao meu apartamento no terceiro andar. Tinha mais ou menos uma hora até que meu marido chegasse juntamente com todos os outros participantes da convenção. Desfiz minha mala, tomei um whisky com gelo, retoquei a maquiagem passei um batom bem vermelho e desci para o bar do Hotel no andar térreo junto a recepção. Minha chegada foi acompanhada de muitos olhares, pois no bar, estavam alguns hóspedes e alguns dos executivos que trabalham no estado do Rio Grande do Sul que já haviam chegado. Escolhi um lugar bem visível pois queria que meu marido me visse assim que chegasse, então sentei-me com as pernas cruzadas deixando minhas coxas bem a mostra, como adoro fazer. Fiz meu pedido e fiquei bebendo meu whisky satisfeita por ver que qualquer homem daqueles adoraria ter um caso comigo, como nos meus velhos tempos de solteira podia escolher quem eu quisesse.. Foram chegando cada vez mais pessoas, haviam algumas mulheres que também usavam o crachá da empresa, mas eram em numero bem reduzido comparadas com a quantidade de homens no local. Levantei e me dirigi ao banheiro, com a intensão apenas de chamar a atenção daqueles que haviam perdido minha entrada trinfal no ambiente e com o propósito de me exibir evidentemente. Retornei logo em seguida e rebolando me dirigi para meu lugar cruzando provocativamente minhas pernas ,deixando que minha saia levantasse mais que o necessário, e possibilitando uma visão da minha calcinha para aqueles que me acompanharam com o olhar até minha mesa. Adoro fazer isso... Eu já havia pedido mais um whisky quando meu marido chegou e quando nossos olhares se cruzaram reparei que ele estava com muito tesão de me ver sentada daquele jeito com as coxas bem a mostra e atraindo em minha direção os olhares da maioria dos homens que acabavam de chegar. Percebi que alguns comentavam entre eles sobre mim, e eu fingia nada perceber. Meu marido subiu para o apartamento dele, então esperei mais um pouco e subi para o meu, liguei para o celular dele e passei o numero do meu quarto. Rapidamente ele subiu para meu andar e nos abraçamos cheios de cumplicidade e tesão, e ele me chamando de safadinha beijou-me deliciosamente passando as mãos pelas minhas coxas tocou em minha calcinha que a estas alturas estava muito molhada. Depois deste amasso gostoso já estavamos ambos excitadissimos e foi necessário nos afastarmos porque caso contrário iriamos gozar ali mesmo em pé na porta do apartamento. Foram necessários alguns minutos para ele se recompor pois seu cacete muito duro latejava de desejos por mim. Ele foi se trocar para o jantar que seria servido dali a pouco, combinamos de nos encontrar no salão, mas que não ficariamos juntos pois não desejavamos que ninguem soubesse que éramos casados para não afastar os admiradores e futuros pretendentes. Decidi permanecer com o mesmo conjunto que viajara por ser sensual e de fácil acesso, apenas optei por tirar a calcinha e prender os cabelos , deixando meu pescoço e nuca a mostra,sugerindo um desejo de serem beijados e acariciados. Adoro beijos nesta região, fico toda arrepiadinha e meus bicos enormes ficam logo rígidos e salientes na roupa. Caprichei na maquiagem, mais um pouco de perfume e então resolvi dar mais um tempinho antes de descer, tomei mais uma dose de whisky e ao me olhar no espelho aprovei o visual que vi. Estava maravilhosa e com certeza faria ainda mais sucesso. Quando entrei no salão estava muito cheio e o garçon me acompanhou a uma mesa pequena e mais reservada próxima do bar. Não preciso dizer que atraí todos os olhares de homens e também das mulheres que estavam no local. Demorou um pouco para eu ver meu marido que estava numa mesa com mais tres homens. Ele me comeu com os olhos e fez um gesto de aprovação. Percebi que os outros tres homens que estavam com ele comentaram alguma coisa entre eles quando me viram. Somente me dirigi para o buffet montado no centro do restaurante quando vi que meu marido e seus acompanhantes se dirigiram para lá. Comecei a me servir pelo lado oposto ao que estava o meu marido e é claro que ao me abaixar para me servir eu exagerava no movimento com o propósito de deixar meus seios bem a mostra não só para ele como também para os outros homens. Tenho certeza que ele estava curtindo muito presenciando minhas cenas de exibicionismo explicito. Voltei para minha mesa com aquele andar de quem sabe que está fazendo sucesso e provocando a cobiça da ala masculina. Terminei rapidamente meu jantar, afinal eu não viajei de tão longe para ficar comendo, queria outras atividades. Sai para o terraço e não demorou muito para que meu marido viesse ao meu encontro. Fingimos estar nos conhecendo naquele momento (muito excitante por sinal esta brincadeirinha) e então voltamos juntos para a mesa que ele estava ocupando para tomarmos um cafezinho. Ele me apresentou com outro nome para os tres caras que estavam com ele. Fiquei sabendo que cada um viera de um lugar diferente e depois de algumas conversas de apresentação inicial eu me levantei e disse que precisava dar uns telefonemas e então meu marido se apresseou em me convidar para acompanhá-los mais tarde em um drinque Agradeci e me dirigi para o terraço. Fingindo olhar para baixo me debrucei mais que o necessário para que todos pudessem ver que eu estava sem calcinha arrebitando bem minha bundinha. Reparei que um loiro alto, tesudo que não tirava os olhos de mim e querendo incentivá-lo a se aproximar eu sorri para ele, que imediatamente aceitou o convite e se aproximou e depois das conversas iniciais co nvidou-me para tomar alguma coisa no piano bar. Era um ambiente bem mais aconchegante e com menos iluminação, então sentamos em um lugar bem sossegado e ele logo estava todo animado, segurou minha mão, me elogiou e depois de me abraçar beijou-me na boca. Fui ficando com muito tesão. A possibilidade de meu marido estar vendo me deixava muito excitada, além do mais o cara tinha 1,90 de altura e logo ficou visível que tudo nele era grande. Ve-lo com ereção era muito motivador e depois do segundo beijão de lingua que me deu eu não resisti e passei a mão naquele volume que se formara em suas calças . Fui ficando louca de tesão, havia me segurado o máximo e agora eu queria sexo, suas mãos passeavam por minhas coxas, e agora já bem mais atrevido subiu a mão até minha xaninha e ao ver que eu estava totalmente nua por baixo da saia não perdeu tempo e pude sentir seus dedos passeando p ela minha bucetinha meladinha de tesão. Eu estava muito curiosa de ver aquele membro enorme e ent ão abri sua calça para libertar aquele gigante de cabeça grande. Fiquei masturbando-o por baixo da mesa enquanto ele me enfiava seus dedos arrancando-me arrepios de prazer. Gozei com os dedos dele e ele não demorou para encher minha mão de porra quente. Agora já estava aumentando o numero de pessoas neste ambiente, disfarçadamente limpei minha mão no lenço que ele me emprestou terminei minha bebida e resolvi procurar meu marido. Ele me acompanhaou até a porta do terraço e depois pediu licença para ir cumprimentar alguns amigos, meu marido me vendo se aproximou de mim e me chamando de cadelinha safada (como gosto) perguntou-me o que eu andara aprontando, então eu o puxei para um canto mais escuro e conduzi a mão dele para a abertura da minha saia e mandei que ele passasse seus dedos por minha bucetinha, agora muito mais melada. Estava tão encharcada do meu liquido quente que ele deve ter imaginado que era po rra de algum cara. Ficou tão excitado que me convidou para subirmos para o apartamento, mas eu me afastando disse que era muito cedo e que bem mais tarde eu o encontraria para o drinque junto com os amigos dele na boate. Dei mais umas voltas me exibindo e decidi subir e colocar uma roupa especial para ir encontrá-lo na boate. A estas alturas eu já estava bem altinha de tanto whisky que havia tomado, fui para o apartamento passei pelo chuveiro para me acalmar e não resistindo a água quente que caia pelo meu corpo me masturbei gostoso no chuveiro pensando naquele membro enorme que havia masturbado no piano bar, querendo sentir tudo aquilo na minha bundinha, até então só do meu marido. Coloquei um vestido agarrado no corpo que marcava todas as minhas urvas, curto e decotado. Sinceramente estava parecendo uma garota de programa, mas pouco me importava estava realizando mais uma de nossas fantasias e afinal de contas ninguem me conhecia naquele local. Usei um scarpim de saltos bem altos, soltei os cabelos e é lógico que bebi mais um pouco para me encher de coragem de sair vestida daquele jeito.Devo ter demorado em torno de uma hora e imaginei que meu marido pudesse estar preocupado então desci. Não preciso falar q que recebi cantadas de tudo que foi jeito, e os rapazes da recepção devem ter ficados todos de pau duro quando fui entregar minha chave porque até gaguejaram quando falei com eles. Entrei na boate e me dirigi ao bar e pedi uma bebida ficando alí até me acostumar com o escuro. Vi meu marido sentado num sofá conversando com uns caras e mais duas moças que os acompanhavam. Então peguei meu copo e me dirigi para lá... Ele quase teve um troço quando me viu vestida daquele jeito e quando se levantou para me deixar passar pude perceber que ele estava em ponto de bala, pronto foi suficiente para me deixar toda excitada e passei por ele esfregando minha bunda naquele pintão que tanto adoro. O cara que ficou sentado do meu lado direito também não estava conseguindo disfarçar o tesão e meio sem graça cruzou rapidamente as pernas. Feitas as apresentações pude perceber que todos ali já estavam bem altos de tanta bebida e que a conversa já corria bem descontraida. Então convidei meu marido para dançar. Fomos para a pista de dança e aproveitamos a ocasião para nos esfregar um pouco, dando um showzinho para os amigos dele que não tiravam os olhos de nós e principalmente de minha bundinha gostosa e minhas pernas deliciosas. Voltamos para a mesa e ai eu aproveitei para dar mais uma provocadinha no carra que estava sentado do meu lado direito e fingindo ter sido sem querer me apoiei nas pernas dele na hora de sentar. O cara me comia com os olhos e eu não perdia uma oportunidade de me exibir, cruzava as pernas deixando minhas coxas bem a mostra, me abaixava mais que o necessário para exibir bem meus seios no decote, então meu marido percebendo que o cara estava muito interessado disse que iria ao banheiro, e eu puxei conversa com ele, me insinuando toda, afinal ninguem sabia que eu e meu marido eramos casados, e logo ele já estava todo animado me tocando quando falava comigo. Quando meu marido voltou o cara me convidou para dançar e quando passei pelo meu marido agarrei o pinto dele disfarçadamente para provocá-lo ainda mais. O cara já estava muito animado, e suas mãos passeavam por minhas costas chegando quase na minha bunda, e foi me puxando para junto dele aos poucos e logo eu podia sentir seu membro latejando junto a mim, e sua respiração ofegante na minha orelha e pescoço. Quando decidi que queria ir sentar o cara me acompanhou até a mesa e foi para o banheiro, acredito que se masturbar, pois não conseguia mais disfarçar o tesão. Na mesa estavam meu marido e mais um cara, as outras pessoas haviam ido dançar ou haviam ido embora, ao me sentar do lado do meu marido ele me deu um beijo de lingua de tirar o folego enquanto suas mãos passeavam por meu corpo, deixando o cara que ficara com ele de boca aberta e cheio de tesão, então ele me oferecendo feito uma puta perguntou se o cara também queria ir dançar comigo, ao que ele respondeu que preferia vir sentar ao meu lado, e assim fez e foi logo passando suas mãos pelas minhas pernas enquanto meu marido todo animado me beijava. Era impossível permanecer na boate, os animos estavam bem altos e então meu marido perguntou se queríamos subir e tomar mais um aperitivo no apartamento, é claro que nosso amigo aceitou imediatamente. Eu estava com tanto tesão e tanta vontade de transar com dois machos tesudos por mim que não estava mais nem preocupando com qual seria, queria sexo, muito sexo. Quando estávamos saindo da boate encontrei com o cara de 1,90 de cacete enorme que eu havia masturbado no piano bar, então dando oi para ele lhe dei um beijo e percebi que ele teve outra ereção quando me viu vestida daquele jeito, ainda muito mais gostosa do que estava antes, e é claro que aquela vontade de ser enrabada por aquele pinto enorme tomou conta de mim, mas meu marido e o amigo me aguardavam na porta do elevador, então falei para o cara que nos encontrariamos no dia seguinte... Subimos os tres e ao entrarmos no apartamento nos agarramos foi loucos., e o primeiro a enfiar seu pinto em mim foi meu marido que latejava de tesão, arrancando de mim gemidos de prazer. Nosso amigo tratou logo de se liverar das roupas e acabou me surpreendendo com um pinto bem avantajado o que me deu logo vontade de abocanhar. Chupava nosso amigo enquanto meu marido metia com vontade em minha bucetinha, dai eles resolveram enverter as situações e foi a vez de nosso amigo vir enfiar em minha bucetinha enquanto meu marido me oferecia seu pintão para eu chupar. Estava uma delícia mas eu queria mesmo era ser comida por traz, queria dar meu cuzinho e pedi para meu marido vir meter em mim enquanto nosso amigo chupava minha bucetinha. Quando senti meu marido enfiando tudo na minha bundinha eu gemi de prazer e de dor porque ele me arrombou de uma vez só e daí eu comecei a rebolar como cadela no cio e gozei quanse imediatamente, seguida por meu marido que não aguentava mais segurar. Nosso amigo então quis se deliciar na minha bundinha arrombada , colocou uma camisinha e enfiou todo seu pinto de uma só vez no meu cuzinho cheio de porra do meu marido., me fazendo estremecer de tanto prazer. Ao ver esta cena meu marido rapidamente se recuperou e de pinto duro novamente, se enfiou por baixo de mim e me ofereceu aquele mastro para eu cavalgar. E assim comida pelos dois sentindo dois membros pulsantes dentro de mim gozei alucinadamente com orgasmos múltiplos, enquanto um esporrava na minha buceta e outro no meu rabo. Uma sensação maravilhosa da dupla Penetração. E assim totalmente satisfeita,desmaiei, bem mais tarde quando acordei meu marido dormia do meu lado e nosso amigo já tinha ido embora, voltei a dormir e só acordei a uma hora da tarde, meu marido havia descido para a sala de conferencias onde deveriam estar todos da convenção, então pedi um café no quarto e logo me vi pensando ,desejando e cobiçando aquele cacete enorme do loiro de 1,90, queria mesmo ser enrrabada por ele, decidi descer e ver como estavam as coisas e talvez quem sabe encontra-lo e marcar alguma coisa para mais tarde....

quinta-feira, 14 de abril de 2011

ADORÁVEL PESCARIA E OTS.

8

Bía <casada@pop.com.br>

Em março deste ano, no intuito de ver uma lancha para comprar, um sonho de consumo antigo do meu marido Marcel , resolvi acompanhá-lo numa viagem para Barra Bonita, interior de São Paulo, com Beto e um amigo de Beto que vou chamar Claudinho, dono da lancha. Como ele também possui uma casa lá e propagou para todos que a cidade, além de ser literalmente bonita, era maravilhosa para a prática de esportes náuticos e, também, para uma bela pescaria (esportes que Marcel adora), resolvemos que iríamos para passar o final de semana. 
O engraçado  é que, inicialmente, iam apenas os três, depois de me fazer de difícil, na última hora e
atendendo aos pedidos, topei ir com eles. Na verdade eu estava é bem louquinha para fazer companhia para aqueles gatos e meu maridão logo
percebeu das minhas más intenções.
Como combinado, saímos no sábado pela manhã, por sinal um lindo dia.
Como sempre, não perdi a oportunidade de colocar em prática o meu lado exibicionista e embora Claudinho avisasse que sua casa, onde ficaríamos hospedados, era muito rústica, assim como uma espécie de rancho na beira de uma linda represa, coloquei um short jeans bem cavado (cortei praticamente na metade da bunda) e uma pequena
camiseta bem coladinha ao corpo.
Durante a viagem, mesmo sentada na frente com meu marido, ficava provocando os meninos com algumas insinuações e gestos sensuais, mas como era dia a estrada estava muito movimentada não deu para fazer nada, além disso. A expectativa e as provocações só ajudaram a acender o nosso tesão.
Chegamos ao rancho por volta das 11 horas. A casa realmente era rústica, mas muito bonita, uma típica decoração de homens, a sala com vários detalhes em madeira, uma lareira e um belo bar, para completar sua vista era para represa de águas azuis o que formava um visual maravilhoso.  Logo, os meninos se arrumaram, aprontaram as tralhas e
me chamaram para segui-los. Com a desculpa que aproveitaria para pegar um bronzeado coloquei um dos menores biquínis que tenho, escolhido a dedo para aquela pescaria, ou seja, mínimo pano em cima,quase nada na frente e uma pequena tirinha de pano atrás. Quando saí do quarto Marcel sorriu e Beto sem disfarçar disse: "Minha nossa" o  que é isso?". E eu provoquei: Pena que preferem peixes, né? Todos riram e saímos. No curto caminho para chegar a beira da represa me livrei da camiseta que usava por cima e procurei caminhar na frente
deles com o intuito de me exibir e provocá-los. Marcel caminhando ao meu lado, disse que os meninos não tiravam os olhos de mim e da minha
bunda, a informação me fez ficar molhadinha entre as pernas.
Chegamos ao local onde a lancha estava ancorada, na verdade era praticamente no quintal da casa, eles armaram uma pequena barraca para nos proteger do sol, descarregaram alguns equipamentos e bebidas e foram verificar a tal máquina que tanto fascinava o meu gato.
Estendi uma toalha no chão e disse que ia pegar um sol. Antes que eles se afastassem, perguntei se alguém poderia me ajudar com o bronzeador, Beto e Claudinho olharam para Marcel esperando sua
reação, ciente das minhas intenções deu a deixa dizendo: Acho que o Beto e o Cláudio podem fazer esse serviço. Sem titubear os dois vieram em minha direção, imediatamente percebi o grande volume que se formou dentro de suas bermudas. Peguei o bronzeador e lambuzei as mãos dos dois. Então começou a brincadeira, enquanto Cláudio passava aquele líquido na frente Beto se esbaldava passando na parte de trás.
Acho até que ele achou a minha bunda muito branca, pois na maior parte do tempo passava o bronzeador nela. Não preciso dizer que quase
tive um orgasmo sendo massageada por aqueles dois machos já bastante excitados também. Como já relatei em outras experiências anteriores,
nestes momentos, rapidamente perco a noção do perigo, pudor ou medo.
Suportei aquilo um pouco mais de quinze minutos e retirei a parte de cima do biquíni. Pedi para Cláudio passar bronzeador em meios seios.
Eles olharam novamente para Marcel como pedindo permissão e percebendo seu consentimento Beto foi mais além e provocou: "E pra mim não vai tirar nada Bía? Por que tirou só a parte de cima? Aqui é seguro, não teria nenhum problema se retirasse o resto também". Quem
me conhece sabe que não precisa insistir muito, então, ainda em pé, desfiz os laços da minha tanga e a deixei cair no chão. Como dois escravos fazendo reverência os dois caíram de joelhos aos meus pés, Cláudio a minha frente e Beto atrás, começaram a beijar minhas pernas e coxas, Beto estava me deixou maluca mordiscando a minha bunda, mas realmente perdi o controle quando senti a língua de Claudinho invadir minha boceta. Marcel não agüentando mais ficar na platéia, veio me beijar o pescoço e a boca, ao sentir aquelas três línguas penetrando todos os meus orifícios de prazer gozei pela primeira vez.
Cada vez mais alucinada e completamente louca passei a curtir um mundo de coisas que passava pela minha cabeça, eu tinha mais uma vez três machos só pra mim, todos nus a céu aberto, o medo gostoso de aparecer alguém, pensava na esposa de Beto que é minha amiga e nem sonha que seu gato adora trepar comigo, pensei no meu marido que ama me ver levando rola de outros machos, naquele cenário aberto que deixava a situação parecida com um estupro, enfim, tudo aquilo colaborava para o meu tesão aumentar e tornar-se praticamente insaciável. Cláudio deitou-se no chão e segurando sua bela vara como
se levanta uma bandeira pediu que eu cavalgasse nele, de joelhos eu me coloquei sobre ele e ficando de quatro fui descendo para que minha boceta engolisse aquilo tudo. Meu gato, que estava em pé, veio pela frente e colocou a sua rola em minha boca. Beto, que desde a primeira vez que trepou comigo se diz apaixonado pelo meu rabo não vacilou e preparou-se para tomar posse do que me restou vazio, colocou-se de joelhos atrás de mim e carinhosamente lubrificou-me com seu próprio
líquido e enterrou a sua rola inteirinha em meu cuzinho faminto.
Enquanto rebolava desesperadamente na vara de Claudinho sentia as bolas de Beto batendo em meu rabo. Aquele tesão fazia com que eu mordesse a rola de Marcel.
Trepamos muito na beira daquele rio, eles se revezavam o tempo todo em meus buraquinhos e nem por um minuto paravam de meter em mim que gozava como cadela de raça. Depois de mais ou menos uma hora levando rola senti aquela cachoeira de porra jorrando em mim, primeiro Beto encheu minha boca com seu prazer, depois, quase juntos, Marcel e Cláudio encheram meu cuzinho e minha boceta, ambos já ardidos e
esfolados de levar tanta pica.
Por alguns minutos pensei que ia desmaiar de fraqueza, os meninos também deitaram ao meu lado para repor as energias, realmente parecia
um estupro e eu fiquei ali largada no chão, com a bunda pra cima, com as pernas abertas e sentindo uma enorme quantidade de porra escorrendo de dentro mim. Aquele intervalo durou bem pouco, alguns minutos depois eles foram dar um mergulho e eu fiquei ali quase desmaiada.
Quase não deram atenção para aquela lancha, nem meia hora se passou e voltaram para mim. Durante toda daquele sábado a brincadeira continuou, daí em diante eu não fiquei mais de quinze minutos
sozinha, sempre tinha um ou dois me fodendo gostoso a céu aberto.
Quando ia começar a cair a tarde eles me pegaram no colo e me levaram para um passeio na lancha. No meio daquela represa os três, novamente, me curraram pra valer até gozarem bastante novamente.
Aquela noite e madrugada foram maravilhosas pra mim, depois de um belo banho e um merecido descanso dispensamos os quartos e resolvemos
deitar todos naquela sala linda. Depois de algumas taças de vinho eles começaram tudo de novo. Não preciso narrar nada mais, tudo que fizeram comigo na represa repetiram no tapete daquela sala. Nem
lembro quando apaguei, só sei que já era meio dia quando despertei do sono, estava nua e toda lambuzada de porra, assim como o tapete
peludo. Meu marido acabou comprando aquela lancha, sem querer adquiri um grande carinho por ela, pois sempre que a vejo eu morro de tesão
ao lembrar da data de sua compra. Já combinamos uma nova pescaria e eles disseram que não tem mais graça pescar sem mim. Acho que a única
coisa diferente é que quando eu participo das pescarias eles pegam somente piranha, não sei por que.
Desta vez, infelizmente, o Marcel não levou uma maquina fotográfica para registrar sua putinha se divertindo. Beijos para todos.
Bía/SP

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BORRACHARIA
autor desconhecido

Sou uma mulher executiva de vendas, separada já algum tempo do meu marido.
Nos dez anos de casamento sempre tivemos todo o conforto e liberdade que certamente a grande maioria das mulheres casadas gostariam de poder usufruir. Acostumada a freqüentar os melhores lugares, bem como viajar constantemente mas,
jamais pude imaginar que um dia iria fazer o que vou relatar a seguir, embora sempre passou pelo meu imaginário.
Um dia resolvi a equipar melhor o meu carro. Fui em uma loja de acessórios e comprei dois jogos de rodas de liga-leve para ele. Eu precisava trocá-las já que a loja que as vendeu estava com uma fila enorme e eu sem muita paciência para esperar.
Fui para casa e após uma revigorante ducha de água fria e ter-me secado e passado um refrescante creme hidratante por todo o corpo, como fazia muito calor naquele final de tarde de quinta-
feira, decidi vestir uma roupa bem leve e confortável.
Como de costume, vesti uma calcinha cuja parte de trás fica completamente enterrada no meu bumbum e a da frente só cobre meus pelinhos porque sempre são aparados.
Escolhi um conjuntinho jeans formado por um minúsculo top que mal cobria meus pequenos e firmes seios e um pequenino short que deixava transparecer na sua parte de trás as dobras do meu
bumbum. Nos pés, um lindo par de sandálias de saltos sete e meio com tiras amarradas nas pernas. Como dizem vestida para matar.
Aliás nem sei porque coloquei isso já que ia a um local no minimo não apropriado essa vestimenta. 
Nos meus carnudos lábios, passei um cremoso batom marrom, cor que combinava perfeitamente com a do esmalte das minhas unhas os pés e das mãos. Nos cabelos loiros, cujo comprimento vai um pouco abaixo do ombro, dei uma bela escovada.
Óculos escuros, bolsa pendurada no ombro, celular numa das mão e as chaves na outra, entrei no carro e saí em procura de uma borracharia.
Pouco tempo depois, estacionava o veículo quase dentro do estabelecimento. A loja parecia vazia, não tinha nimguém. Dei uma buzinada e já
estava pensando em sair, quando vi o homem vindo em minha direção: um moreno tom bem escuro, quase um negrão, alto, sem camisa, suado, forte com um belo sorriso que mostrava uma dentição perfeita.
Ao aproximar-se da janela do carro e visualizar meu tesudo par de pernas, o borracheiro ficou, verdadeiramente, de boca aberta e queixo caído.
Ai perguntou:
- E ai madame o que manda? E eu expliquei.
Estranhamente, não senti repulsa alguma por ele depois daquele olhar que parecia tirar a minha roupa, muito ao contrário, senti-me desejada e cobiçada por aquele simples trabalhador.
Ele me disse que eu poderia permanecer dentro do carro, pois não atrapalharia o seu serviço.
Eu tenho a impressão que ele queria mesmo era que eu ficasse la dentro porque a cada parafuso que ele tirava da roda levantava e olhava para mim.
Coloquei um CD para tocar, fumando, eu via pelo retrovisor aquele homem com seu peito peludo e forte.
Aquilo foi me dando um tesão enorme e resolvi provocá-lo para ver qual seria sua reação.
Vendo que ele começava a levantar o carro do meu lado, para retirar a roda traseira esquerda, após acender um cigarro, sem tirar o óculos escuros, muito sacana abri o botão do short fazendo com que o zíper também abrisse um pouco.
Como vestia um minúsculo top, parte dos seios apareciam, minha barriga ficava completamente exposta.
Com a abertura intencional do short, sabia que, ao descer do carro, estaria tentadoramente provocante.
E foi o que fiz. Desci do veículo e fiquei bem próxima ao borracheiro que, para falar comigo, tinha de virar a cabeça para cima.
Só que, ao fazer tal movimento, ele dava de cara com o meu tesudo par de coxas e com o lindo espetáculo que o tesudo short proporcionava à sua visão.
Enquanto trabalhava, ele me disse que se chamava André, tinha 32 anos, era casado com uma comerciária de 25 anos e que, por estar desempregado,
havia decidido abrir aquela borracharia para poder sobreviver.
Sua história me comoveu, porque ele disse que tinha o segundo grau completo e que, inclusive, havia feito um curso completode computação. Enquanto prosseguia conversando com André, coloquei o pé esquerdo no estribo da porta.
Esse movimento deixou a parte do fundo do meu short totalmente escancarada na sua cara.
Já demostrando um certo desejo indisfarçável por mim, quando me dirigia a palavra olhava diretamente na direção da minha boceta. Esse seu olhar guloso e tarado me deixou completamente
tesuda e excitada e comecei a sentir que minha bocetinha ficava toda melada.
- Ai, que tesão!
Sem que André percebesse, abri mais ainda o zíper do short, deixando um pouquinho da minha tanguinha à mostra, e comecei a andar pela borracharia, procurando ficar sempre de
costas, porque, assim, sabia que ele teria uma ampla visão das dobras do meu bumbum.
Que delícia provocar alguem assim! Como é gostoso ser admirada.
Num determinado momento, deixei cair meu isqueiro e, ao apanhá-lo, ainda de costas, abaixei-me como se estivesse executando um exercício de alongamento.
Foi o que faltava demais! André havia visualizado meu bumbum como eu queria.
Ao virar-me rapidamente, flagrei-o com seu olhar guloso grudado no meu traseiro, parado me olhando com a chave de rodas na mao.
Acho que ele ficou meio sem graça, mas dei-lhe um belo sorriso, como se estivesse gostando de vê-lo olhando para minha bunda, e fiquei mais excitada ainda.
Voltei para o carro, aumentei o volume do som do carro e, acompanhando o ritmo da música, passei a mexer e remexer o corpo, com meu pequenino short quase que totalmente aberto. Ele ficava
admirando. Não trabalhava mais.
Só depois de algum tempo é que me dei conta dos vários pôsters de mulheres colados pelas paredes da borracharia.
Um deles mostrava uma loira que, por incrível coincidência, era muito parecida comigo e, para maior surpresa ainda, vestia-se como eu estava porém de top less.
Era o que eu precisava para a deixa!
— Nossa, André, como a loira deste pôster se parece comigo!
- Além disso, ela tá vestida igualzinha a mim, não está? Falei fazendo beicinho, ao mesmo tempo que me virava para ele.
— Veja, até o short dela é curtinho como o meu!
- Você gosta? Completei, passando a mão no bumbum e dando-lhe uma piscadela.
Andre disse.
- Nossa é mesmo! Quase igual! Só tem uma pequena diferença.
- Ela esta sem nada em cima disse sorrindo.
- Eu respondi. Não seja por isso!  E soltei o top mostrando o meus seios.  
André não resistiu mais e agarrou-me ali mesmo, dando-me um beijo violento. 
Como foi gostoso! Era o que eu esperava de um homem como ele. Afastei-me, servi um pouco de café de uma garrafa térmica que estava sobre uma bancada e, pedindo que me acompanhasse, dirigi-me até o carro.
Sentei-me no banco da frente com as pernas para fora e coloquei o copo quase quente sobre o painel.
André se aproximou e eu imediatamente dirigi as mãos para a sua cintura.
Então abri o zíper da calça dizendo sorrindo:
- Deixe eu ver esse negocio que esta tão saliente ai e retirei para fora um belo e reluzente cacete marrom-chocolate.
- Que pau maravilhoso! disse.
Não pensei duas vezes, peguei o copo com o café, sorvi um enorme gole, abocanhei a vara e, quando a cabeçorra arroxeada teve contato com o café dentro da minha boca, André não agüentou e
exclamou:
- Aiii, você vai me queimar, sua gostosa.
- Mas, Vai continue, vamos , me chupa gostoso assim.
Passei a chupar o pau daquele borracheiro com muita vontade e um incontrolável tesão, ao mesmo tempo que carros passavam em alta velocidade na avenida.
Tentava abocanhar sua vara inteira, mas não conseguia, pois era muito maior do que todos que ja tinha visto.
Bem que falavam que o negrões tem um cacetão e eu achava que era um pouco de lenda.
Beijava, lambia, chupava e cheirava seu cacete, como se fosse um suculento pedaço de picanha ao ponto. Que gostoso!
O gosto do café na minha boca não impediu que sentisse o cheiro do seu cacete suado, salgadinho.
Isso me deixava ainda mas excitada. Passei a chupar sua vara com mais vontade ainda, fazendo movimentos de vaivém com a boca.
Eu, sentada no banco do carro; o André, do lado de fora, em pé, com a calça totalmente aberta. Era uma depravação só!
Depois de ficar chupando aquela maravilhosa tora de carne, nervos e veias dilatadas, percebendo que André estava para gozar na minha boca, parei e levantei e Disse:
- vamos la para o fundo!  E segurando-o pelo pau, conduzi-o para o  interior da borracharia, onde, deitada sobre dois pneus,pedi-lhe que tirasse meu short e a tanguinha.
Sem perda de tempo, André me atendeu e passou a lamber-me dos pés até chegar nos meus sempre sedosos e aparados pentelhos,perfumados com Boucheron, um aroma verdadeiramente irresistível!
André me lambia como uma gata lambe seus filhotes e me chupava com força e vontade, parecendo que queria arrancar meu útero,
de tanta força que demonstrava com a boca. Que maravilha!
Ai ele me fez ficar em pé, posicionou-me de costas para ele e debruçou-me sobre uma outra pilha de pneus.
Então ele agachou-se e, de cócoras, ficou enterrando a língua no meu cuzinho, enquanto abria minhas nádegas com as mãos fortes e
calejadas.
Que delícia! Mostrando saber proporcionar um belo tesão e prazer a uma mulher elegante, tesuda e de fino trato, como eu, André, além de enfiar sua língua no meu cuzinho, passou a enfiar seu enorme dedo indicador no buraquinho da minha boceta, que estava completamente melada de tanta excitação.
Sentia-me uma puta de beira de estrada. Não demorou muito e gozei feito uma cadela, latindo, gemendo e delirando de prazer com aquela língua entrando e saindo do meu cuzinho e o dedão dentro da minha boceta. Foi uma delícia!
- Não pare.. vai.. continue.. estou quase..aaaiii e gozei molhando mais ainda o dedo dele.
Andre tirou o dedo e colocou na sua boca para apreciar o gosto do meu prazer.
Ainda mole de gozar, virei-me, abaixei-me na frente de para ele e, de uma maneira despudorada e depravada, voltei a chupar-lhe o enorme cacete que estava duríssimo e enorme.
Depois, fiquei de quatro em cima dos pneus.
Nem precisava falar ele, entendendo o que eu queria, passou a me rasgar e a me dilacerar a boceta com a sua bela e reluzente pica.
Que sensação maravilhosa!
Ao mesmo tempo que me estocava sua vara na boceta, rasgando-me sem dó nem piedade, eu gritava e delirava de prazer na vara do borracheiro.
Sentindo que André estava para gozar, metendo-me daquele jeito, fiz com que saísse daquela posição e fiquei massageando suas bolas,
ao mesmo tempo que beijava a cabeça da sua pica, que agora tinha o cheiro de cacete suado misturado ao cheiro maravilhoso do líquido da
minha boceta.
Pedi a ele que deitasse no chão.
- Quero calvagar exclamei.  E cavalguei como uma amazona cavalga o seu garanhão.
André gemia e urrava de prazer, enquanto lhe proporcionava um luxuoso sobe-e-desce com a boceta completamente melada na sua vara
de tamanho descomunal.
Ele me fazia deitar sobre seu corpo e beijava meus seios mordiscando levemente os bicos intumescidos.
Estava adorando trepar com aquele homem aparentemente rude, ali no
chão da borracharia.
Meu caríssimo perfume francês já se havia misturado ao cheiro do seu
suor e de sexo.
Eu subia com a boceta até o meio do seu pau, parava e ali ficava
mordendo com os músculos vaginais a vara de André, que gemia como
se estivesse sentido uma deliciosa dor.
Para aumentar mais o meu tesão, enquanto continuava meu delirante
sobe-e-desce na sua pica, ele, muito sacana, simplesmente
enfiou o dedo no meu cu.
Aí foi demais! Gritei, berrei e delirei de prazer, ao mesmo tempo
que, juntamente com ele, atingi um louco e desvairado orgasmo,
de uma intensidade a qual nunca havia sentido e experimentado antes.
Foi demais! André me inundou a boceta com tanta porra que, misturada
ao meu líquido, passou a escorrer-me pela dobras do meu bumbum e
pelas minhas pernas.
Foi maravilhoso o prazer que senti trepando ali com o borracheiro.
Para despedir-me, virei em direção ao seu enorme cacete e o
abocanhei sorvendo com os lábios as últimas gotas de porra que
teimavam em sair da sua vara.
Foi muito delicioso! Quando dei por mim, já passavam das cinco e
meia da tarde.
Despedi-me de André e deixei-lhe minha minúscula calcinha de
recordação.
Ao chegar em casa toda suja, que até deixei minha empregada
assustada, disfarcei e corri para o banheiro, onde voltei a tomar
uma nova e revigorante ducha de água fria.
Foi demais!

*

ACONTECEU NO ÚLTIMO SABADO

di3

autor desconhecido 
venho me comunicando com um casal,começou
pela internete,depois passamos a nos falar por
telefone.
ela uma gatinha,branquinha,seios fartos e
bi,mandou fotinhus q me deixou com agua na
boca,falava q ia me chupar todinha,fazer eu gozar na
boukinha dela,e quando eu nao aguentasse mais ia
enfiar o pau do marido bem duro na minha
xoxotinha,eu ja estava q naum me aguentava
mais,sempre quando eu ia tranzar com o meu marido
ficava imaginando,e meu leitinhu jorrava.
combinamos algumas vzs de nos encontrar,mas
por temer algo eu sempre dava uma desculpa,mas no
ultimo sabado combinamos,ela me convidou pra ir
tomar um vinho na casa deles,e nos conhecermos sem
nenhum compromoisso ,imaginem ne.
sai de casa muito nervosa,mas com a
xaninha,molhadinha de tesao,tomei um banho bem
demorado,deixei ela bem lisinha,passei creme pelo
corpo todo,haaaa,tava prontinha,peguei o carro e
fui,sai as 9 horas da noite.quase me perdi ,mas
consegui chegar,com meu coraçao a mil,pois era a
primeira vez q saia sozinha assim.
ela uma gatinha como ja falei,foi me receber
no portao so sorriso.
uma boca carnuda,um sorriso lindo e
safado,tao menina e tao safadinha.
comprimentei o marido q estava dentro de
casa,um moreno claro peludo,muito gostoso.mas meu
interece maior era por ela,pois queria esprimentar
esta safadinha q dizia q sabia fazer uma mulher
gozar sem igual.
sentei no sofa ,ficamos batendo papo,e
tomando um vinho branco,seco q é meu predileto,me
deixa com um tesao...,eu ja estava toda molhadinha,q
naum me aguentava mais,foi quando ela sentou ao meu
lado e começou passar a mao nas minha pernas q
estavam a mostra,pois estava com um vestido,q é uma
segunda pele,deixa o contorno dos seios a mostra e
uma calcinha minuscula.ela me puxou e me deu um
beijo na boca,e q boca,ele so olhando,dava pra notar
a tesao no olhar dele ....e por baixo do calçao ja
dava pra se notar o volume.
o espaço tava ficando pequeno para nos,ele
nos levou para o quarto,olhei aquela cama imensa ,e
imaginei é hoje....so de estar aqui reatando esta
noite ja estou toda molhada....
deitamos na cama
Cientes do que queríamos, passamos à ativa.
e passei a beijar seus seios até chegar aos
mamilos, enormes e caroçudos, de cor de rosa e
branquinhus sua pele. Estavam enrijecidos por
completo como meus toques e beijos. Senti sua
respiração sôfrega e, ao apertar minha boca contra
seus seios, passei a mordiscá-los levemente,
fazendo-a se remexer toda. Pus a mão direita em sua
xana e passei a alisá-la com movimentos circulares e
aumentando a velocidade progressivamente. Que prazer
eu sentia em proporcionar tesão àquela criatura
linda! Senti meus dedos melados de sua vontade e o
cheiro no ar estava demais. Puxei-a com força pelos
braços e a pus sentada de frente para mim, no meu
colo, como se estivesse cavalgando alguém.
Esfregando minha xana na dela, pudemos nos beijar
várias vezes mais, e como beijava bem a danadinha!
Sentada, ela no meu colo, puxava seus cabelos para
trás e dava de cara com aqueles seios maravilhosos,
caindo de boca neles novamente. ela miava como uma
gata no cio e pedia mais, coisas do tipo "morde,
vai, morde mais". naquele amasso gostoso, e sentindo
que ainda havia fôlego para mais. Ela abriu minhas
pernas e introduziu os dedos em minha xana, tava
perdendo o controle do meu corpo  , que tremia todo.
Ela percebendo isso, e gostando muito, segurou minha
bunda com as duas mãos para obter mais firmeza e
enterrou a língua no meu buraquinho lisinho Meus
gritos só a excitavam mais ainda, e fez com q
eladiminuísse o intervalo entre uma lambida e outra,
aumentando o ritmo. Sua língua parecia uma lixa me
torturando. ela de quatro me chupando, com a
bundinha enorme empinadinha e, logo acima, meu
corpo, da barriga para cima, com os cabelos sobre os
ombros e, nossa, como meus seios estavam inchados!
Pareciam inflar com as estocadas que aquela boquinha
deliciosa dava em mim. Ela saboreava minha buceta
como um faminto a um prato de comida, com força e
vontade. Suas mãos completavam o serviço, deslizando
por sobre minha barriga, pernas e seios,
apertando-os nos bicos, me deixando maluca! Tanto
tesão ao meu redor não podia dar em outra coisa:
gozei, gozei muito na cara desta gatinha, que pôde
sentir todo meu suquinho escorrendo por seus lábios.
nos amamos muitas vezes, em diversas posições, de
modo que uma pudesse explorar ao máximo o prazer uma
da outra. ele ali com o mastro duro q nem ferro
emquanto ela me chupava eu obsorvia aquele pau todo
dentro da minha boca,lambusando passando a
lingua,explorando,seu pau já estava flamejando de
tanto tesão então ele colocou sem pena ele todinho
dentro da minha bucetinha foi quando eu dei um
gemido bem gostoso. Começou a me fuder  com toda a
força, eu  gritava de prazer, ele me bombando e ela
chupando minha bucetinha umida com aquele mastro
entrando e saindo.
fiquei de 4 e cima dele,dava pra ver ele
entrando e saindo,e ela ja chupando meus seios,q
estao ate agora doloridos ,pois ela devorou eles  .
ele era incansavel,me comeu gostoso,ele
tirou a camisinha daquele pau duro e comeu a esposa
de 4 ela gritava de tesao,gozamos os tres,ate as 3
horas da madruga,tiramos fotinhus,q ficaram muito
tesao.
vim pra casa com a bucetinha inchada,e os
peitos latejando,a boca vermelha de tanto
chupar......estou loca pra repetir a
dose.............

di14

Quatro Garotos me Comendo 

Fui criada em uma cidadezinha pequena no interior do Rio de Janeiro
e sempre gostei de andar pelas redondezas, descobrir novas
cachoeiras, lugares com vistas bonitas e ficar horas só curtindo a
paisagem. Quando eu tinha 18 anos, num desses passeios, cheguei numa
cachoeira super escondida que nunca tinha visto.Ouvi o barulho da
água e fui chegando perto quando, de repente, pude avistar a
cachoeira e ouvir uns gemidos estranhos.Assustada fui andando bem
devagar até poder ver o que estava acontecendo. Três garotos, amigos
meus, e mais um que eu nunca tinha visto antes estavam pelados de pé
na margem. Chegando um pouco mais perto pude ver que tinha uma garota
juntos deles e eu não acreditei quando vi que um dos meninos estava
comendo ela por trás e os outros três olhando. A garota gemia de
prazer e o garoto dizia que ela tinha uma bundinha muito gostosa, que
ele ia gozar tudo nela e que ela não ia embora sem dar pra ele de
novo . Nisso um outro garoto mandou ela chupar o pau dele porque
> ele seria o próximo e queria foder ela bem forte. Ela, já levando
um pau na bunda, olhou pra ele e começou a chupar, pedindo pra ele
ficar bem grande, dizendo que ela gostava de sentir um pau gostoso
bem lá no fundo e que adorava dar pra eles. Quando o garoto que
estava comendo ela gozou e tirou o cacete do seu cuzinho ela se virou
e foi a vez do segundo começar a enfiar o caralho naquela bundinha
melada. Como tinha um pau bem maior que o primeiro ele foi enfiando
devagar e a garota pedindo mais, dizia que o pau dele era muito
gostoso e que queria tudo dentro dela, o que não demorou pra
acontecer. Agora os outros dois pediram para ela chupar o cacete
deles ao mesmo tempo e a garota pegava os dois com a mão e chupava um
e outro. Parecia que ela não estava agüentando de tesão e gozou
soltando um gritinho e chupando os dois paus que estavam ali na sua
frente. Vendo tudo isso eu senti uma sensação estranha. Minha
xoxotinha virgem estava molhada e começou a escorrer pela calcinha, eu
> sentia que queria estar lá fazendo tudo aquilo mas tinha medo
porque nunca tinha ficado com ninguém e achava que ia doer. Continuei
quieta só olhando. O segundo garoto metia forte nela e os dois
gozaram juntos. Ela gemendo e pedindo mais , dizia que tava louca de
tesão, que queria dar mais, queria gozar de novo ...Um dos garotos
que estavam na sua frente começou a meter no seu cuzinho mais melado
ainda. Seu pau escorregou rápido pra dentro dela e ele começou a
meter devagar, pondo e tirando até ela não agüentar e pedir pra ele
meter mais forte enquanto ela chupava o pau do último garoto, que eu
não conhecia e que a pegava pelo cabelo e metia seu pau quase inteiro
na sua boca. Ela mal conseguia dar conta e gemia enquanto era fodida
por trás .. A essa altura eu já não agüentava mais de vontade e fui
descendo até onde eles estavam pra ver mais de perto, quando um dos
garotos me viu e me chamou. Eu não sabia se corria ou se esperava mas
já estava sentindo muito tesão e a verdade é que
> eu queria ser comida mas tava com muito medo. O garoto chegou até
onde eu estava e disse que agora que eu já tinha visto eu teria que
fazer tudo e ficar despreocupada que ninguém iria saber de nada. Ele
começou me beijando e passando as mãos nos meus peitinhos e eu ia
ficando cada vez mais excitada, mas morrendo de medo. Ele me dizia
que só ia fazer o que eu quisesse mas que eu ia gostar e começou a
tirar a minha blusa .Enquanto isso, a garota gemia alto e continuava
dando conta dos dois paus, um na boca e outro na bunda . O outro
menino chegou perto de mim e, enquanto o primeiro chupava os meus
peitinhos, ele tirou o meu short e começou a me lamber no cuzinho.
Senti um tesão enorme e uma vontade de dar pra ele na mesma hora. Foi
quando ele me perguntou se podia pôr o seu pau duro em mim, devagar,
pois disse que não ia doer e que se eu quisesse ele parava. Já sem
conseguir pensar em mais nada eu disse que podia, mas só na bundinha
porque eu era virgem e não podia dar a bocetinha
> ...Ele então colocou o pau na minha portinha e começou a empurrar,
eu morria de tesão, não imaginava que pudesse ser tão gostoso, eu
nunca tinha dado mas agora queria muito sentir aqueles moleques todos
me comendo. O pau dele foi entrando devagar e ele começou a meter em
mim dizendo que o meu cu era uma delícia e que não ia demorar pra ele
gozar tudo lá dentro. Eu tava arrepiada de tesão e o outro garoto me
agarrava pela frente, chupava os meus peitinhos e meu
pescoço ...Comecei a pegar no pau dele, que estava duro e era enorme
e me abaixando um pouco comecei a chupar, lamber, passava ele no meu
rosto e sentia ao mesmo tempo aquele pinto gostoso comendo a minha
bunda, entrando e saindo com carinho mas cada vez mais no fundo até
que eu senti as bolas dele se encostando na minha bunda e pude sentir
um pau inteiro me comendo pela primeira vez. Meu tesão só aumentava,
mas eu ainda não tinha gozado. Quando senti um leitinho quente lá no
fundo, o garoto tinha gozado na minha bundinha e a
> sensação era indescritível. Eu me sentia uma mulher que podia
satisfazer aquele garoto; ele tinha gozado me comendo e isso me fez
muito bem. Me virei e fiquei beijando a sua a boca, agradecida pelo
seu carinho e pela forma que ele tinha tirado a minha virgindade. A
minha bundinha ardia mas queria mais. O outro garoto encostou seu pau
em mim e começou a enfiar na minha bundinha, enquanto eu continuava
beijando o seu amigo. Sem parar ele foi me abrindo ainda mais e
metendo cada vez mais forte mas o pinto dele não entrava inteiro,
então ele me pediu pra ficar de quatro e começou a me enrabar até que
o meu cuzinho abriu pra ele e sugou seu pau inteiro pra dentro. Ele
metia diferente, se mexia de um jeito que seu pau me arregaçava cada
vez mais e meu tesão foi aumentando até que meu gozo veio forte e me
deixou com as pernas moles, eu mal conseguia ficar de quatro mas o
garoto continuou metendo ainda por mais uns 5 minutos até que eu
senti de novo uma gozada no meu cu, foi uma delícia mas
> meu cuzinho a essa altura tava doendo bastante. Os outros dois
garotos e a outra menina estavam nadando na cachoeira e eu me vesti e
fui embora, morrendo de vergonha, mas satisfeita e pensando se um dia
eu ia encontrar com eles ali novamente, o que aconteceu uma semana
depois. A garota não estava, só os quatro nadando peladinhos, fiquei
um pouco escondida olhando e quando eles saíram da cachoeira eu morri
de tesão de lembrar tudo o que tinha acontecido no outro dia e desci
até eles, que me fizeram a maior festa e disseram que estavam
torcendo pra eu aparecer.Dessa vez era só eu e os quatro. Tirei a
minha roupa toda, ficando peladinha com quatro garotos me devorando
com os olhos na minha frente. Não sabia o que fazer mas comecei a
beijar um a um e, enquanto beijava um, ia passando a mão no pau dos
outros que iam se esfregando em mim, passando a mão pelo corpo todo e
me deixando excitada demais. Eles diziam que queriam comer minha
bocetinha mas eu dizia que não, me abaixei na frente
> deles e comecei a chupar o pau de cada um, enfiando tudo na boca e
sentindo o pau deles crescendo e ficando duros pra mim. Aquilo me
realizava, eu adorava saber que aqueles garotos morriam de tesão por
mim e isso me deixava melada. Minha bocetinha pulsava de desejo e eu
chupava um pau atrás do outro, pegava em dois com outro na boca,
deixava eles passarem no meu rosto .... Os quatro já estavam de pau
duro e um dos dois garotos que ainda não tinham me comido veio por
trás e começou a meter aquele pau gostoso na minha bunda. Me sentindo
cada vez mais desejada eu me entregava, deixava ele meter tudo em mim
enquanto me deliciava com o pinto dos outros três. Naquele dia eu dei
pros quatro garotos, chupei o pau de todos eles e dois gozaram na
minha boca, mas eles ainda não estavam satisfeitos e queriam a minha
bocetinha, o que não concordei porque tinha muito medo. Um deles
então disse que queria me chupar a boceta, que eu ia gostar e ia
gozar diferente. Morrendo de tesão eu me deitei de
> costas, abri a perna e disse que só deixava se os quatro me
chupassem ao mesmo tempo. Não ouvi ninguém dizer nada e só pude
sentir aquela invasão de línguas me devorando. Eles me chupavam
inteirinha, os peitinhos, a barriga, o pescoço, a boceta, cada um em
um pedacinho do meu corpo sedento de prazer. Não demorou e gozei
gemendo e me contorcendo de tesão porque eles não paravam de me
chupar, os quatro estavam me querendo demais e eu a eles. Gozei mais
duas vezes e meu corpo se entregou vez. Eu tava amortecida e comecei
a chupar o pau de um deles enquanto os outros me lambiam e chupavam
inteirinha. Não dava mais pra agüentar e eu pedi pra eles me comerem
a bocetinha. Eu queria sentir como era ter um pau dentro de mim. O
primeiro veio por cima e com seu pau duro começou a me abrir, metendo
aos poucos o que me fez delirar de tesão.Eu não agüentei de vontade,
puxei ele pra dentro de mim e senti o pau dele inteiro me comendo, o
garoto fazia uma carinha de tesão que me excitava ainda mais
> e os outros olhavam aquilo com uma vontade que me fez pedir pra
todos me comerem um pouquinho de cada vez. O segundo veio e meteu
tudo de uma só vez, bombando forte aquela pica enorme dentro da minha
boceta. O terceiro já estava dentro de mim enquanto eu chupava o pau
de dois outros. Rapidinho, ele gozou lá dentro e o quarto veio meter
em mim. Minha bocetinha tava querendo mais e, quando ele entrou, já
puxei ele forte em meu encontro e o pau dele escorregou inteiro pra
dentro, me abrindo de vez e me fazendo gozar de puro prazer. Nessa
hora eu não acreditei quando um deles me disse que agora eles iam me
comer a boceta e o cuzinho ao mesmo tempo e me pediu pra sentar de
quatro em cima do pau dele, o que eu fiz com o maior prazer. Fui
sentando devagarinho, sentindo ele entrando até que apertei bastante
e ele entrou inteiro. Meu cuzinho estava virado pra cima e não
demorou pra receber outro pau gostoso dentro. Agora eu tava sentindo
mais tesão ainda e comecei a me mexer em cima do
> garoto e a receber um pau enorme na bunda ao mesmo tempo. Comecei
a pegar no pau dos outros dois e um deles enfiou o pau na minha boca,
mexendo como se tivesse comendo a minha boceta enquanto eu pegava no
pau do outro com a mão... Eu trocava toda hora, chupando um e pegando
no outro enquanto os outros dois me comiam a boceta e o
cuzinho.Quando o que estava me comendo o cu gozou os outros dois
tinham acabado de gozar na minha boca e eu pude cavalgar mais forte
em cima do que estava comendo a minha boceta. Não demorou e nós dois
gozamos juntos. Eu estava inteira melada, minha bunda e a minha
boceta ardiam, mas eu me sentia a mulher mais desejada do mundo e
devia aquilo aos quatro garotos que me comeram pra valer e me fizeram
gozar mais de dez vezes em uma tarde. Amanhã eu vou me encontrar com
os quatro de novo, já faz uns dois anos que a gente não se vê e nós
vamos acampar durante as férias. E só vamos levar uma cabana, já dá
pra imaginar o que vai rolar e eu estou morrendo de tesão
desde agora. Depois das férias eu conto pra vocês o que aconteceu.
Até lá !

di15

Colegiais precisando de uma boa nota
By: Jullyjoy

Eu havia acabado de terminar com meu namorado e estava a uma semana sem transar.Eu e minha amiga Carol (uma loira de olhos azuis,seios grandes e muito gostosa) estavamos na aula de filosofia e não conseguimos terminar o trabalho que éra para ser entregue naquele dia. então conversamos com o professor Paulo (ele tem 42 anos,alto olhos verdes e um corpo bem malhado) e ele nos disse que o trabalho precisava ser entregue naquele dia mesmo,então propos que nós fossemos até a casa dele mais tarde para entrega-lo. Eu e Carol temos mais ou menos o mesmo corpo,mas eu sou morena de olhos azuis e ela loira,ela tem 16 anos e eu 15. Ela veio até minha casa para nos arrumarmos e irmos juntas até a casa do professor. Eu ví que ela veio muito provocante,quando ela entrou eu a beijei no rosto e disse:Nossa que gata ein? e ela sorriu. ela estava com uma blusa preta bem degotada que aparecia seus seios grandes e gostosos,uma minisaia jeans bem curta e uma sandalha bem alta. então eu fui tomar um
banho,e ela ficou me esperando em meu quarto. Quando saí do banheiro enrrolada em uma toalha,Carol me disse que eu éra muito bonita,e eu disse obrigado e a elogiei também.senti um olhar diferente no rosto de Carol,então tirei a toalha e pedi que ela me ajudasse a escolher uma roupa. Carol sugeriu uma roupa bem provocante,disse que éra prá mim vestir uma sainha bem curta porque iríamos nos divertir aquela noite. Então eu vesti uma blusa branquinha bem fininha e transparente sem sutiã. eu iria vestir uma calcinha,quando carol me surpreendeu e levantou sua minuscula sainha e disse: Assim é mais fácil! ela estava sem calcinha,tinha uma bucetinha bem depilada. eu disse: sua safadinha! e vesti uma sainha bem curta,quase aparecendo tudo,e uma sandalha. já éram 19:00 horas,então saímos. no elevador,estávamos nós duas e um homem de uns 30 anos. ele comecou a puxar assunto,perguntou a quanto tempo moravamos no prédio e disse que adoraria fazer uma festinha com a gente.ví que Carol ficou
ecxitada e disse a ele que éra só marcar o dia. o elevador parou,e ele deu um beijo na boca de Carol já com a mão nos seios dela. ele me disse: eu quero um beijo seu também gatinha e eu o beijei e ele passou uma mão em minha bunda e outra em meus seios também. eu e Carol saímos e fomos até a casa do professor Paulo. no corredor do prédio em que ele mora,eu passei a mão em baixo da saia da Carol esfregando os dedos em sua gostosa bucetinha e disse a ela que queria ve-la dando ao professor Paulo.ela muito ecxitada apertou meus seios e disse: eu vou dar só se voce também dér. nós rimos e batemos na porta dele. Ele abriu a porta e ficou de boca aberta quando viu a gente daquele jeito. Eu disse a ele que viémos entregar o trabalho que não conseguimos terminar na escola e ele nos convidou para entrar.eu perguntei se a mulher dele não estava em casa e ele disse que ele é divorciado e mora com seu filho. ele chamou o filho dele para nos apresentar,o Carlinhos,ele tem 18 anos moreno de olhos
verdes,um espetaculo. Carlinhos sentou-se do meu lado,e colocou seu braco por tras de mim. eu achei estranho,mas senti um certo tesão,eu ví que ele não tirava os olhos dos meus seios. então o professor ofereceu uma bebida e a gente aceitou. éra uma sexta feira,conversamos e bebemos até umas 23:00 horas,então dissemos a eles que já estava tarde e iríamos embora. foi quando Carlinhos me disse que a festa nem tinha comecado. Carol pediu para ir ao banheiro,e eu fiquei com os dois na sala. Carlinhos comecou a passar a mão nas minhas pernas e me disse que eu éra muito linda. então ele me deitou no sofá e me beijou.eu como estava de saia abri bem as pernas e mostrei minha bucetinha ao professor Paulo. o professor veio em minha direcão e enfiou a mão na minha buceta e comecou a esfrega-la. eu apenas gemia. então Carlinhos tirou minha blusa e comecou a chupar meus seios. eu sentia muito tesão vendo pai e filho me assediando.então Carol chegou do banheiro e disse: voces vão me deixar de
fora? e o professor disse prá que ela tirasse a blusa e viesse participar também. Ela levantou a blusa e mostrou aqueles enormes e deliciosos seios dela. eu não resisti e os chupei.eram deliciosos,então o professor e o seu filho comecaram a chupar cada um,um dos meus seios enquanto eu chupava os de Carol.eu levantei a saia dela e esfreguei a mão naquela bucetinha gostosa dela.eu a beijei na boca,e esfreguei minha buceta na cara do professor.ele chupou de um jeito tão gostoso,que eu sentia sua língua ir prá lá e prá cá.então Carlinhos tirou seu pau super gostoso pra fora e Carol comecou a chupa-lo.eu sugeri ao professor que fizessemos um 69 e ele aceitou.enquanto eu chupava o penis do professor Paulo e ele minha buceta,Carlinhos éra chupado por Carol,e me olhava com muito tesão.ai fizemos uma troca,eu chupava o pau delicioso do Carlinhos e Carol o do professor.ai o Carlinhos disse que queria me comer,e eu disse: Então me come vai!me fode todinha! ele se sentou no sofá e eu sentei na
pika dele.comecei a cavalgar,enquanto o professor apertava meus seios e fudia a boquinha da Carol.o professor dizia a ela: vai sua putinha vai! chupa meu pau aumento sua nota vai! puta! chupa gostoso! e ela dizia a ele: come a buceta da sua aluninha putinha... eu dou tudo prá voce vai! fode sua putinha gostosa! o professor jogou a Carol no sofá e abriu as pernas dela,então ela disse:Enfia esse cacete gostoso! O professor meteu com muita forca na buceta dela,que na hora ela até gritou e comecou a gemer e o professor comia a bucetinha dela,bombava bem gostoso e apertava meus seios enquanto Carlinhos comia minha bucetinha,me dizia que adorava comer uma putinha,me chamava de vadia e eu cavalgava no pau dele,e eu dizia que adorava dar a buceta então ele gozou,deixou minha bucetinha toda cheia de porra,então Carlinhos tirou seu pau de dentro de mim e eu sentei encima de Carol para que ela chupasse minha buceta enquanto o professor a fudia. Carol me chupava e o professor apertava meus
seios,então o professor disse que queria me comer também e eu disse:Eu também quero!me fode gostoso! e ele tirou o pau dele da buceta da Carol e me comeu de quatro,agora eu chupava a Carol enquanto ele me comia.Carlinhos estava ao lado,já com o pau duro de novo,então ele pegou a Carol e comecou a enfiar os dedos na buceta dela,e ela batia uma punheta pra ele. Ele dizia que queria deixar a buceta dela toda gozada como fez com a minha então Carol ficou de quatro e abriu bem sua bucetinha pra ele meter. E o professor que estava me fodendo dizia que estava adorando foder uma puta peituda e gostosa e que queria me deixar toda fudida.então ele me disse que ia gozar,e eu disse: Goza bem gostoso na minha buceta! goza !! e ele apertou com forca meus seios e gozou. ele estava morto,caiu pro lado e ficou ali. e Carlinhos comia a Carol,e eu comecei a chupar os seios dela,Carlinhos disse a Carol que iria gozar,então ela comecou a fazer movimentos mais fortes com a buceta e ele gozou. ele também
estava super cansado e se deitou do nosso lado. Eu e Carol comecamos a nos beijar e enfiar os dedos uma na outra,eu estava com muito tesão,eu chupava os seios da Carol enquanto enfiava o dedinho na bucetinha dela,e ela enfiava na minha.então eu gozei na mão dela,eu continuei a esfregar o dedo nela,eté que ela gozou.nós tomamos um banho lá,o professor disse que poderíamos voltar quando quisessemos e dissemos que com certeza voltaríamos.então fomos pra casa.a nossa nota eu só vou contar no outro conto!! ;)
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transei na escola
By: Jullyjoy

Olá pessoal,este eh o meu primeiro conto.tenho 15 anos,sou morena,olhos azuis,bunda e seios grandes sem nenhuma gordura localizada. As aulas comecaram,e encontrei um cara,com quem eu tinha ficado a uns dois anos atras,alto,cabelos castanhos cacheados ateh o ombro e olhos castanhos.eu durante um bom tempo me masturbava pensando nesse cara.ele me perguntou se eu ainda era virgem,e eu contei que tinha perdido a virgindade com 14 anos.combinamos de ficar atras do colegio depois do intervalo.la eh muito escuro e nunka vai ninguem.tinhamos 40 minutos pra ficar juntos.entao na hora dos amassos,eu ja estava completamente molhada,e ele de pau duro,ele comecou a passar uma mao na minha buceta,enquanto a outra apertava meus seios.nessa altura eu soh pensava em transar com ele,entao ele abriu minha blusa,que era com botoes,e comecou a chupar meus seios,e eu comecei a passar a mao no pau dele por cima da calca.ele chupou muito meus seios,e depois abriu o ziper da minha calca e comecou a enfiar o
dedo em minha bucetinha.ele perguntou porque ela estava tao molhadinha e eu respondi que era culpa dele.eu entao fiz o mesmo,abri a calca dele e comecei a tocar uma punheta naquele pau delicioso.ele disse: se eu te pedir vc faz uma coisa? e eu disse faco!! ele disse: chupa ele vai? e entaum eu me agachei e comecei a chupar aquela pika.chupei muito,e ele estava muito louco.entao ele me disse que queria me foder todinha,e que sempre sentiu tesao por mim,nesse momento eu delirei,entao ele me beijou,me virou de costas e me disse para abrir bem as pernas e empinar o bumbum,porque ele iria enfiar o pau dele na minha buceta,e eu fiz.ele enquanto me fodia,apertava meus seios com forca e dizia que sempre quis fazer aquilo.era demais,aquele penis de uns 18 cm + ou - entrando em mim; entao ele me disse que ia gozar,e pediu pra gozar na minha boca,entao eu me abaichei e ele gozou.eu nao engoli,mas limpei bem o pau dele.oqoe era pra durar 40 minutos,acabou levando uma hora e vinte.entao ele me
disse que adorou ficar comigo,e nós rimos juntos do que aconteceu,porque poderia ter chego alguem lá a qualquer momento.e se pegassem-nos poderiamos ser expulsos do colegio.ateh hoje ainda ficamos,mas nunca mais transamos na escola.no outro dia ele veio ateh minha casa,oque vou contar em outro conto.