terça-feira, 8 de março de 2011

VARIOS CONTOS

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DRIKA
AUTOR DESCONHECIDO

Meu nome é Erik, sou branco, moreno, tenho 1,85 metro e sou formado em Educação Física. Na época em que esta história ocorreu, estava deixando de ser atleta profissional e começava a trabalhar como técnico e dirigente esportivo.
fomos convidados a participar de um grande evento desportivo da categoria mirim, que seria realizado em Buenos Aires. Nossa delegação era composta por mim, como chefe, por uma técnica, uma assistente técnica e doze atletas selecionadas para representar nosso estado no evento.
Por razões econômicas, a viagem foi programada para ser feita de ônibus até Foz do Iguaçu e lá pegaríamos um avião, no lado argentino, que nos levaria até a capital portenha.
Devido a minha atividade, convivia naturalmente com as atletas e desfrutava de grande prestígio entre elas, afinal eu era um atleta relativamente bem sucedido, algo como um modelo a ser seguido. Porém, apesar de exercer certa atração sobre as meninas, nunca havia me passado pela cabeça qualquer envolvimento com as mesmas, principalmente em razão da diferença de idade que nos separava. Encarava os olhares e sorrisos das meninas como paixões infantis, nada que devesse ser levado a sério.
Entre as atletas havia uma linda morena chamada Drika, de longas e bem torneadas pernas, coxas generosas, seios que floresciam e se insinuavam fartos, uma bundinha redonda, rosto perfeito, cabelos curtos, sorriso ingênuo, uma verdadeira promessa de mulher que se sobressaía em meio àquele harém. Era impossível não reparar em tamanha beleza, contudo jamais me passara pela cabeça envolver-me com ela, ao menos naquele momento.
Iniciamos nossa viagem com muitas brincadeiras e jogos, coisas comuns neste tipo de atividade. Com o passar do tempo e o avançar da hora, as meninas começaram a se aquietar em seus bancos e a dormir.
Devido a ser um pouco grande, fiquei em um banco exatamente no centro do microônibus que nos foi concedido, o que me permitia deixar minhas pernas estendidas, e assim seguia viagem.
Não demorou muito para Drika levantar-se e vir ao meu encontro dizendo que, por também ser grande, queria deitar-se no corredor do ônibus, sob minhas pernas. Não estranhei pois isto era algo normal durante viagens.
Após algum tempo deitada naquela posição senti um pequeno toque em minhas pernas. Julguei ser algo acidental. Porém, de leve o toque tornou-se consistente, a menina começava a apalpar minhas pernas por tesão. Gelei com essa idéia em minha cabeça.
Olhei em volta e todas as outras meninas pareciam dormir. Apesar de assustado, comecei a sentir um grande tesão com aquela situação. Eu estava de bermudas e procurei facilitar ao máximo a brincadeira da menina. Ela que fizesse o que quisesse.
Durante um bom tempo ela ficou alisando minhas pernas e eu fiquei curtindo aquela situação, com o pau latejando de tesão, mas não acreditava que ela fosse além daqueles carinhos.
Porém, como eu estava entregue, ela foi-se tornando mais atrevidinha, avançando aquelas mãozinhas de veludo sobre minhas coxas. Fiquei desesperado, desnorteado. Tentei me recompor mas o desejo foi mais forte, resolvi entregar-me totalmente à situação.
Drika deteve-se algum tempo em minhas coxas, mas a menina estava decidida a curtir muito naquela viagem, e suas mãos seguiram o caminho até meu pau, que já pingava de tesão.
Com uma das mãos, ficou punhetando meu cajado por algum tempo. A posição era incômoda, desconfortável, mas o que era um pouco de dor em meio àquele êxtase?
Pensei em deitar-me ao seu lado e fodê-la ali mesmo, mas me contive, ainda conseguia raciocinar.
No meio da penumbra, pude perceber que ela se masturbava. Fiquei imaginando aquela mãozinha brincando naquela bocetinha. Os dedinhos no grelinho, o néctar que devia estar escorrendo daquela grutinha...
Durante todo este tempo ela continuava brincando com meu cacete, às vezes lentamente, às vezes rapidamente, parecia estar se divertindo com um brinquedo novo.
Em determinado momento ela passou os dedinhos bem na cabecinha de meu pau, umedeceu-os com meu leitinho, e levou os dedos aos lábios para provar meu sabor. Aquilo me deixou extasiado. Fiquei com receio de me exceder, de gemer, de descontrolar-me e deitar ao lado dela, chupar aquela boceta virgem, fodê-la, não sei, tudo era irreal.
Ela voltou a brincar com meu cacete, eu sentia que logo iria gozar. Procurei ajeitar-me da melhor maneira possível e, quando a ejaculação chegou, ajudei-a a direcionar meu pau para baixo, na direção dela, brindando-a com toda a porra que pude, afinal, ela era a razão de tudo o que jorrava de meu pau.
Depois que gozei ela ainda permaneceu brincando com minha pica, parecia encantada pela porra, esfregava sua mãozinha em meu saco e em minhas coxas, continuando a masturbar-se até gozar. Após gozar ajeitou-se como pode e dormiu, inocente como uma criança.
Durante algum tempo permaneci acordado, observando todos naquele ônibus, pensando em tudo o que havia acontecido. Concluí que ninguém havia percebido nada. Comecei a colocar as idéias em ordem, afinal eu acabara de gozar nas mãos de uma aluna minha. Decidi encarar o fato sem culpas - se ela queria dar para alguém, por que não eu?
Com este pensamento na cabeça, dormi o sono dos justos e sonhei com os 10 dias que passaríamos na Argentina.
O amanhecer trouxe consigo todo o sentimento de culpa que eu pensara que não sentiria. Eu havia permitido um contato sexual com aquela linda menina, minha aluna, que estava sob minha responsabilidade. Parecia que todos sabiam, que todos me lançavam olhares acusadores, sentia-me mal com aquilo, sentia-me mal comigo mesmo.
Drika, no entanto, agia como se nada tivesse acontecido, brincava alegremente com suas amigas, com as técnicas e mesmo comigo. Ao pararmos para o desjejum, portava-se com tanta naturalidade que parecia estar em casa.
Apoiado na convicção de que ninguém realmente percebera nada, comecei a relaxar e a apreciar a beleza daquela menina. Aquela tez branca, divinamente bronzeada, aqueles olhos cor de mel, uma boca pequena, com lábios carnudos, enfeitada com dentes brancos, tudo em perfeita simetria, que menina linda. Os óculos redondo e o aparelho nos dentes davam-lhe ainda mais feição de criança, de pureza. Aquele corpo em formação magnetizava meu olhar, mesmo sob o agasalho podia-se vislumbrar toda a beleza daquelas formas. Como alguém podia deixar uma menina tão jovem usar uma tanguinha tão pequena, tão provocante?
Senti meu pau enrijecer-se, arrancando alguns pentelhos em sua busca por espaço. Creio que a dor trouxe-me à realidade. Estava ali, no meio daquelas crianças, com a "barraca armada" e babando feito o lobo mau. Respirei fundo, precisava me controlar ou aquela viagem poderia terminar comigo, com minha profissão, com meu futuro.
Acalmei-me. Desviei minha atenção para o evento de que participaríamos, divaguei, e assim a viagem transcorreu seu quaisquer incidentes até chegarmos em Buenos Aires. De lá, fomos conduzidos para uma província do interior, cujo nome já não me recordo.
Fomos recebidos com muita festa. Como de praxe em eventos desta natureza, nossas atletas foram alojadas nas casas das atletas locais, enquanto eu e as técnicas fomos hospedados em um hotel. Após o almoço fomos descansar, as atividades somente se iniciariam no dia seguinte. Sozinho no hotel, com meus pensamentos, fiquei feliz, da maneira como as coisas estavam nada poderia acontecer.
À noite, aos descer para o jantar, comunicaram-me que duas atletas não conseguiram se adaptar nas casas onde foram instaladas e que, por isso, foram também hospedas no hotel. Estremeci! Seria Drika uma delas? Sim, ela agora estava hospedada no mesmo hotel que eu, e ali qualquer coisa poderia acontecer sem que ninguém percebesse. Essa idéia me excitava e atemorizava, sentia-me dividido em minhas emoções.
No restaurante do hotel pude revê-la, estava deslumbrante. Havia abandonado o tradicional agasalho e usava um vestido branco, fino, cujo contraste com sua pele bronzeada era de uma beleza indescritível. Contra a luz, aquele tecido transparente permitia observar uma silhueta provocante, insinuante. Drika usava uma tanga diminuta, branca como o vestido, mas facilmente perceptível sob aquele pedacinho de pano diáfano. Como os pais dela podiam permitir que uma menina usasse uma roupa tão provocante? Ao sentar-se conosco, não consegui tirar os olhos de seus fantásticos seios, que mal se acomodavam sob aquele delicado tecido, pareciam ter vida própria, pareciam querer saltar dali, exporem-se, serem admirados, tocados, beijados...
Comecei a pensar em política, economia, mas nada adiantou. Não consegui controlar-me. Meu pau começou a crescer sob a calça, e dessa vez não houve pentelho arrancado que me trouxesse à razão. Ofegava, sentia o cheiro de minhas secreções, estava convicto de que haveria um escândalo ali, que eu seria execrado naquele momento pelos presentes, mas continuava alucinado de tesão, minha cabeça girava, já não entendia mais nada do que era dito à mesa, só tinha olhos, ouvidos, boca, presença enfim, para Drika. Sentia escorrer pela minha perna toda a excitação que brotava de meu pau. Sorri! Pensei se estaria babando também!?!. Comecei a relaxar, a recobrar a consciência, ninguém percebera meu estado alucinado.
A conversa fluía sobre futilidades. Em determinado momento, Drika falou:
- Quero aproveitar esta viagem para descobrir coisas novas, para me conhecer melhor e, é claro, brincar bastante.
Disse isso olhando para mim. Novamente, fiquei esperando qualquer ato de censura, mas nada ocorreu. Para os demais presentes aquela frase soara perfeitamente normal.
Findo o jantar, fui para meu quarto, entrei e fechei a porta com a chave. Tremia, sentia o coração bater forte, um gosto amargo tomou conta de minha boca, estava apavorado com a idéia de permitir um envolvimento com aquela menina. Sentia-me dividido, como em "O médico e o monstro", metade de mim queria trancar a porta e dormir, a outra metade queria viver aquela luxúria em toda sua plenitude. Como sempre, a metade animal venceu. Destranquei a porta e sentei-me, vestindo apenas o calção do pijamas.
Não sei quanto tempo se passou até a porta se abrir. Drika entrou, trajava ainda o mesmo vestido que usara durante o jantar.
"Oiii!" , disse-me, com tanta naturalidade que me desconcertou. Aquele sorriso inocente, o branco virginal daquele vestido, aquele perfume de mulher, o cheio de sexo que impregnava o ambiente, tudo deixava-me em êxtase. Já não tinha mais consciência de nada, qualquer controle, qualquer pudor.
Levantei-me e fui em direção daquela presença etérea. Parei em frente a ela, senti sua respiração ofegante, vislumbrava seus seios fantásticos movimentando-se sob aquele tecido translúcido. Passei os dedos em sua sobrancelhas, com as mãos, afaguei seus cabelos. Ela fechou os olhos, deixando a boca entreaberta, aguardando por meu beijo. Inclinei-me em direção a ela, abracei-a, mas não a beijei. Envolvi-a em meus abraços e a tomei em meu colo. Pude, então, finalmente sentir o calor de seu corpo em contato com o meu.
Caminhei lentamente em direção à cama e a coloquei, suavemente, sobre o colchão. A beleza daquela visão deixou-me extasiado: aquele corpo bronzeado, desabrochando, envolto por um tecido branco que nada escondia, que apenas fazia com que aquela menina parecesse mística, angelical, aquela visão faria mortos levantarem da tumba, imaginem então o que fazia com meu pau.
Sentei-me ao seu lado e passei a acariciar seu rosto, fechei os olhos, inclinei-me e beijei suavemente aquela boca maravilhosa, só deixando haver o contato entre os lábios e depois, lentamente, buscando sua língua. Ela não retribuiu meu beijo.
Abri os olhos e vi seus braços postados ao lado do corpo, as mãos contraídas, todo o corpo tenso. Agora, ela estava apovarada. A jogo que ela começara havia ido longe demais. Deitei-me ao lado dela e disse-lhe:
- Minha lindinha, vamos fazer uma brincadeira diferente. Vou me vendar e fazer de conta que estou amarrado na cama. Não soltarei as mãos da cama e nem tirarei a venda a não ser que você mande. Descubra aquilo que você quiser. Faça aquilo que você quiser. Aproveite e divirta-se.
Fiquei em decúbito dorsal, coloquei uma fronha no rosto e deixei as mãos segurando o encosto da cama. Por algum tempo, que me pareceu uma eternidade, nada aconteceu. Depois, pude senti-la movimentando-se ao meu lado.
Suas mãos começaram a percorrer meu corpo, tocando meu peito, barriga, detendo-se por longo tempo em minhas coxas, subindo então, vagarosamente, por dentro do ensopado calção, baixando-o e retirando-o, liberando completamente meu pau, que há muito suplicava por aquilo.
Passaram-se longos minutos e ela nada fez. Aquilo me enlouquecia. Tinha ímpetos de loucura. Queria beijá-la, abraçá-la, agarrá-la e penetrá-la, mas sabia que se fizesse qualquer ato brusco poderia perdê-la para sempre. Permaneci imóvel, com o cacete latejando, implorando por um carinho, um aconchego.
Ela então começou a tocar meu saquinho, primeiramente com os dedos, analisando a textura e a consistência, depois com uma mão e, finalmente com as duas. Passou a brincar com meu caralho, iniciando uma lenta e deliciosa punheta. Eu sentia aquelas mãos delicadas me tocando, brincando com meu pau, eu tinha contorções de prazer, era algo que nunca havia sentido.
Seus movimentos eram descontinuados, lentos, pareciam explorar aquele brinquedo que pulsava em suas mãos. Às vezes para o movimento, mantendo as mãos sobre meus pentelhos, deixando a glande totalmente exposta, outras vezes passava os dedos sobre ela, lambuzando-se com meus líquidos e esfregando as mãos em minhas coxas, meu peito, meu rosto, por todoo meu corpo.
Depois afastou-se de mim. Por quanto tempo, não sei, há muito perdera qualquer noção de realidade. Para mim, tudo girava em função do prazer, intenso e estranho, que sentia.
Senti seus movimentos novamente na cama. Ela deitou-se ao meu lado, notei que havia se livrado do vestido. Deveria estar nua, divinamente nua. Contorcia-me de tesão sentindo aquele corpo colado ao meu, imaginava-a nua, sentia que salivava, suava, vivia sensações indescritíveis.
Drika sentou-se sobre minhas coxas e passou a pincelar meu cacete em seu clitóris. Pela primeira vez, senti o calor úmido daquela grutinha. Ela estava tão excitada quanto eu, meu pau parecia nadar em meio àqueles lábios vaginais ensopados.
Com muito cuidado, para evitar uma penetração indesejada, ela brincava com meu caralho na portinha de sua boceta, esfregandopo de um lado para o outro.
Passou, então, a cavalgar sobre meu membro, esfregando-o ora em seu clitóris, ora colocando-o no rego daquela bunda maravilhosa. Mas havia também a sensação daquelas coxas que abraçavam as minhas, contraindo-se em seus movimentos de vai e vem, além do prazer de ouvir seus gemidos de satisfação, seus suspiros mais profundos, seus risinhos a cada nova descoberta, o cheiro de nossas secreções.
Era inacreditável a quantidade de sensações que aquela situação me provocava. Parecia que, por não poder tocar nem ver, meu corpo desenvolvia novos sentidos, novas formas de prazer. Eu não falava nada, apenas arfava e gemia, não queria fazer qualquer coisa que pudesse inibi-la. Além do mais, eu estava adorando aquela experiência.
Para pincelar meu pau em sua bocetinha de outro modo, ela inclinou-se sobre mim, tocando seus seios sobre meu peito. Fiquei ensandecido quando senti aqueles bicos entumecidos em contato com minha pele, ela percebeu e passou a brincar, simultaneamente, com meu pau na portinha de sua grutinha, e com seus seios em contato com meu peito. Não agüntei, comecei a gemer e a tentar penetrá-la com movimentos de quadrís. Rapidamente ela saiu de cima de mim, eu estragara tudo. Fiquei desconsolado, meu pau começou a amolecer.
Para minha surpresa, ela posicionou-se sobre meu peito e, lentamente, suspendeu a fronha de minha cabeça, deixando minha boca exposta. Delicadamente, inclinou seu corpo em minha direção, passando suavemente aquele biquinho durinho em meus lábios, em movimentos pendulares. Eu tentava, em vão, beijá-los, prendê-los entre meus lábios, mas Drika não permitia, apenas brincava comigo, divertia-se com meu tesão.
Após algum tempo nesta tortura, ela levantou-se e deixou a cama. Senti o peito encharcado no local onde ela estava, aquela bocetinha estava se derretendo de tanto tesão. Só então voltei a lembrar que eu tinha um pau, senti meus testículos doloridos devido a toda aquela tortura, eu queria, eu necessitava de gozar.
Drika voltou para a cama e posicionou-se com as coxas entre minha cabeça. Exultei por pensar que ela iria oferecer aquela bocetinha maravilhosa para meu deleite. Ao aproximar aquela grutinha de meu rosto, percebi, pelo odor, que ela havia ido ao banheiro para lavar sua xaninha. Vá saber o que se passara por aquela cabecinha de menina?!? Lamentei aquela atitude infantil, afinal, sua grutinha estava deliciosamente encharcada e perfumada por suas secreções de mulher, e tudo o que eu mais queria era sorver aquele melzinho, direto na fonte, porém, sabia que daquela fonte sairia muito mais.
Ela deixou sua bocetinha na altura exata para que eu brincasse com seu clitóris. Passei a tamborilar minha língua naquela bocetinha cheirosa, que abria-se para mim, convidando-me a descobri-la. Chupei-a como pude, concentrando-me naquele clitóris absurdamente intumescido, ela pareceu gozar algumas vezes, haja vista seus berros e suspiros longos. Em dado momento, inclinou-se para frente, na direção de pau. Exultei ao pensar que iria chupá-lo, mas ela não o fez.
Simplesmente recomeçou a punhetar meu cajado, que não precisou de muitos movimentos para brindá-la com uma forte ejaculação. Senti que gozava aos borbotões, toda a porra acumulada ao longo de toda aquela brincadeira era, agora, liberada em golfadas e mais golfadas, que sentia cair sobre meu corpo.
Extenuado, quase desfaleci. Apesar de haver gozado, ela continuou a manipular meu cacete, que gradativamente foi amolecendo em suas mãos, até tornar-se inerte, incapaz de qualquer reação. Ela permaneceu brincando com ele, parecia divertir-se com aquela minhoquinha murcha, que antes parecia pulsar com vida própria.
Ficamos algum tempo naquela brincadeira pós-gozo, Drika divertindo-se com tudo aquilo que tinha experimentado. Em momento algum eu tirara a fronha dos olhos, tão pouco tirara as mãos do encosto da cama.
Ao levantar-se para ir para seu quarto, beijou-me de forma tão terna e sussurrou um "obrigado, professor" tão inocente em meu ouvido, que quase chorei de emoção, ou tesão, ou sei lá o que.
Todas as noites em que ficamos na Argentina brincamos da mesma forma. Deixei que ela explorasse e conduzisse suas descobertas da maneira que ela quisesse. Houve algumas evoluções em nossas brincadeiras, mas não a penetrei em momento algum, ela deixou bem claro que não sentia-se preparada para aquilo.
Voltamos para o Brasil, para nossas cidades, e vivemos ainda outras aventuras. Hoje, por motivos profissionais, estamos distantes um do outro, mas mantemos nossa amizade por meio de correspondências, e-mail e telefonemas. Representamos muito um para o outro, aprendemos muito juntos e, espero, ainda desfrutaremos muitas coisas da vida juntos.

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KÁTIA

autro desconhecido

Esta história se passou há alguns anos. Já havia abandonado a Educação Física e o mundo desportivo e estava cursando Direito. Como bons acadêmicos, passávamos mais tempo nos botecos que rodeavam a faculdade do que na faculdade. Foi num desses botecos que iniciou-se esta aventura.
Discutíamos alegremente tentando resolver os problemas do mundo. O grupo reunido era grande, com alunos de vários cursos e períodos. A galera bebia muito e a paquera corria solta, havia cantadas de todos os tipos. Eu não estava azarando ninguém, estava mais preocupado em defender minhas opiniões sobre um assunto que sequer lembro o que era. Engraçado como coisas maravilhosas acontecem em situações assim.
As conversas adentraram a madrugada, casais foram se formando e se então o clima foi-se criando, o tom da conversa foi diminuindo, os olhares foram ficando mais insinuantes, os movimentos começaram a parecer serem feitos em câmara lenta, a oportunidade se fez...
Lentamente fomos nos aproximando, segurei levemente seu rosto enquanto a envolvia, ela aninhou-se e seu pequeno corpo desapareceu em meu abraço.
Nossos olhos se fecharam e nos entregamos em um beijo longo e sensual, enquanto nossos corpos se esfregavam, as mãos de um percorriam o corpo do outro, buscando o conhecimento mútuo.
Aquela mulher, com corpo de menina, parecia um vulcão prestes a entrar em erupção. Mordia-me levemente os lábios enquanto me beija. Arranhava minhas costas, minha nuca, esfregava seus mamilos entumecidos em meu corpo, gemia e dizia palavras desconexas, e estávamos apenas nas preliminares...
Fiquei com tesão redobrado sentindo a fera cujo corpo se contorcia colado ao meu... Sentia cada pedacinho de seu corpo malhado em contato com o meu. Fui beijando seu pescoço, sua nuca, chegando ao seu ouvido, deixando-a arrepiada, arrancando-lhe sussurros e gemidos que soavam como música para meus ouvidos. Nem lembro como fomos parar no chão, sobre aquele aconchegante tapete de pele.
Beijávamo-nos e buscávamo-nos mutuamente com um tesão incrível. Aquelas pequeninas mãos mostraram-se extremamente habilidosas, despindo-me rapidamente, e passaram a brincar com meu pau, deixando-o ainda mais duro.
Ainda me beijando, ela iniciou uma punheta maravilhosa, ora com as duas mãos envolvendo meu cacete, ora apenas com uma fazendo movimentos lentos e ritmados de vai e vem, e com a outra massageando meus testículos.
Sem parar aquela punheta fantástica, ela foi descendo seus beijos por meu pescoço, meu peito, ombros, barriga, lentamente, sempre brincando comigo, deixando-me cada vez mais excitado.
Tentei tirar-lhe o vestido. Suas mãos largaram meu pau e seguraram, com uma firmeza impressionante, meus braços, deitando-os ao lado de meu corpo. Ela deixara claro que estava no comando. Não me fiz de rogado, fechei meus olhos e entreguei-me àquela bela mulher que a cada ato surpreendia-me.
Ela voltou a beijar, lamber e chupar meu corpo, deixando-me arrepiado. Deixei-me levar por um turbilhão de sensações indescritíveis. Pareceu-me passar uma eternidade até sentir aquela língua quente e úmida tocar minhas bolas.
Lentamente ela continuava a punhetar-me, sibilando a língua aveludada em meu saco, alternando as bolas, mordiscando-as levemente, engolindo-as. Sua língua abriu passagem entre meu rego e passou a brincar com meu ânus, estremeci e arrepiei-me ainda mais, ondas de prazer deixavam-me extasiado enquanto aquela boca percorria os caminhos mais íntimos de meu corpo. Nunca havia recebido tal carícia. Aquela pequenina mulher mostrava-se uma mestra no sexo oral, e eu, fã incondicional da modalidade, entreguei-me completamente a ela.
Após uma eternidade naquela "tortura", Kátia voltou a brincar intensamente com meu saco, dirigindo, a seguir, aquela boquinha mágica para a base de meu pau. Enquanto apertava firmemente a glande com os dedos, passava a língua felina de cima a baixo do meu mastro, mordia-o, e lambia-o, controlando absolutamente todos os movimentos, permitindo que minhas secreções fluíssem abundantemente, mas evitando facilmente que eu ejaculasse.
Depois de deixar completamente babado e melado, Kátia começou a massagear delicadamente meu ânus com o dedo. Antes que eu esboçasse qualquer reação, passou a lamber-me a glande, intocada até então por aquela boca fantástica, fazendo com que eu me entregasse completamente ao seu domínio.
Enquanto uma mão comprimia com firmeza meu pau, aquela língua fantástica tamborilava em minha glande e seus hábeis dedinhos massageavam minha bunda e meu ânus.
Eu urrava de tesão e prazer, tremia, me retesava, não sabia o que fazer, perdi a noção do tempo, de tudo, entregue àquela deusa do sexo oral. Enebriado, sentia que às vezes ela introduzia a falange de seu dedo em meu cu, mas ao mesmo tempo abocanhava meu pau com tamanha pressão que parecia sugar minha força vital. Ela dominava aquela arte com tamanha perfeição que nada mais importava-me, apenas o prazer que sentia, apenas o tesão, apenas a expectativa de gozar...
Minutos, horas, não sei quanto tempo se passou. Uma avalanche de prazer dominou meus sentidos, eu nada fazia, apenas urrava, babava, gritava, completamente ensandecido por aquela pequenina gueixa, que parecia sentir tanto prazer em dominar-me através do sexo oral quanto eu tinha em receber suas carícias.
Meus músculos estavam tão tesos que comecei a sentir os primeiros sinais de fadiga muscular, ela também percebeu e decidiu fazer-me gozar. Vagarosamente massageando meu ânus, volta e meia introduzindo delicadamente seu dedinho em meu cu, ela começou a mais lenta e maravilhosa punheta de minha vida, sem deixar de sugar a cabeça de meu pau em momento algum...
Lentamente, sempre lentamente, durante minutos que me pereceram séculos, ela continuou com aqueles movimentos, que me pareciam um ritual orgasmático...
Nem mesmo quando percebeu que eu iria gozar ela alterou o ritmo, e quando finalmente sentiu que eu iria ejacular ela apertou firmemente a cabeça de meu pau entre os dedos, aumentou a potência de sua sucção, em seguida soltou minha glande e passou a massagear meus testículos, sugando voluptuosamente a cabeça de meu pau, buscando dentro de mim toda a porra acumulada por horas daquela "tortura" magnífica. Eu urrava e me contorcia enquanto ela sugava sem parar tudo o que podia de dentro de mim. Nunca havia gozado tão intensamente, jamais havia sentido tamanho prazer.
Não sei o que houve, se transcendi, se desmaiei, não sei... Só sei que quando voltei à terra percebi que estava em decúbito dorsal, com Kátia posicionada entre minhas pernas, ainda mamando meu combalido pintinho, que para minha surpresa permanecia semi-rígido em sua boquinha.
Aquele rostinho angelical com belos olhinhos amendoados parecia brilhar, sorrindo para mim. Aqueles longos cabelos negros jogados sobre minhas pernas...
Pela primeira vez percebi que ela havia se despido e que estava apenas de calcinha. Senti que meu pau começava a insuflar-se de vida dentro daquela boquinha extraordinária e eu desejava retribuir a ela ao menos uma parcela de todo o prazer que ela me proporcionara...
Posicionei minha mão em sua nuca e carinhosamente a puxei em minha direção, beijando-a delicadamente, agradecendo por estar ali, por estar desfrutando de sua companhia, de sua intimidade. Deitada sobre meu corpo, pude mensurar como realmente ela era pequenina em comparação a mim.
- "Vamos para o quarto", ela sussurrou-me com uma voz lânguida que me fez sentir um calafrio subindo pela coluna.
Não tive dificuldades em levantar-me com ela agarrada em meu corpo, as pernas entrelaçadas em minha cintura. Como uma louca, beijando-me, mordendo-me, arranhando-me, ela foi-me apontando o caminho do quarto.
Lá chegando deixei-nos cair sobre a cama, posicionando-me sobre ela. Imobilizando-a entre minhas pernas, segurei seus braços abertos por sobre sua cabeça, podia vê-la inteira a minha mercê, aquele corpo magro, aqueles seios pequenos, os mamilos entumecidos...
Meu pau pulsava sobre sua barriga, gostei daquela visão e resolvi massageá-la com o cecete. Esfreguei-o lentamente naquela linda barriguinha, fui subindo, detive-me por longos minutos nos pequeninos seios, com uma mão eu rolava meu meu membro sobre aqueles montinhos, circulava-o em volta dos mamilos enrijecidos... continuei subindo até posicionar-me sentado sobre seu peito. Passei a esfregar meu pau em seu pescoço, suas orelhas, sobre seus lábios, seus olhos, virei-a de costas e passei a massagear por vários minutos sua nuca e suas costas, dando também pequenas batidas com o membro em seus ombros...
Fui descendo, descendo... posicionei-a em decúbito dorsal, era chegada a hora de despi-la da minúscula calcinha e eu queria vê-la de frente para mim...
Lentamente fui puxando aquele pedacinho de pano para abaixo. Na medida em que a calcinha ia se enrolando por aquelas coxinhas, permitia-me ver uma púbis que deixou-me encantado, Kátia tinha ralos e longos pentelinhos, que quase nada encobriam daquela maravilhosa grutinha...
Ao livrá-la da pequena peça de roupa pude observar em toda plenitude aquela pequena rachinha que exalava um cheiro maravilhoso, que deixa-me como que embriagado...
Afastei delicadamente suas pernas e direcionei minha boca para aquela bocetinha que parecia chamar-me. Beijei-a, beijei-a, beijei-a, comecei a passar a língua naqueles lábios vaginais, com os dedos fui abrindo aquela grutinha, passando a fazer lentos movimentos circulares com a língua ao redor de seu clitóris, aos poucos fui aumentando o ritmo de minhas lambidas, cada vez mais rápido, minha língua e aquele pequenino clitóris pareciam duelar. Kátia prendeu com as coxas minha cabeça entre suas pernas e começou a serpentear, parecia estar tendo convulsões. Passei a chupar-lhe o clitóris e comecei a massagear-lhe o ânus... Ela contorcia-se, berrava palavras desconexas, puxava minha cabeça de encontro a sua bocetinha, parecia estar em transe... Continuei desfrutando de sua grutinha em minha boca por vários minutos, até que aos poucos ela foi se acalmando, aproximava-se a hora de penetrá-la.
Posicionei meu pau na entrada daquela xaninha, Kátia segurou-o e passou a masturbar seu clitóris com meu cajado, freneticamente, cada vez mais rápido...
Eu mantinha-me de joelhos, apoiado nos cotovelos, evitando a penetração. Ela passou as pernas sobre minha cintura, envolvendo-me, e passou a enfiar a cabeça de mau pau em sua boceta, enfiava e tirava, suspendendo-se da cama. Aquela mulher deixava-me alucinado. Durante vários minutos fiquei apenas sustentando nossos corpos, enquanto ela controlava a penetração. Alucinadamente, ela começou a berrar, dizendo "vem, vem, enfia tudo em mim"...
Simplesmente soltei o peso de meu corpo sobre o dela, penetrando-a completamente. Ela berrou como se tivesse sido partida ao meio. Assustei-me, pensei que a tivesse machucado, mas aquela cadelinha começou a mexer-se mais e mais sob mim, contorcendo-se, uivando, berrando, definitivamente ela parecia estar em transe... Não havia como não ficar empolgado com uma mulher como aquela...
Passamos a copular freneticamente, urrando feito dois malucos. Passei a tirar quase todo o pau de dentro dela, deixando apenas a cabeça guardadinha, enterrando-me novamente naquelas entranhas quentes, fiz isso algumas vezes, mas depois, quando eu me afastava, ela se enfiava em mim... suas pernas prendiam-na a mim como uma cadelinha, ela enterrava aquela boceta fantástica em meu pau em um ritmo cada vez mais rápido. Assistir aquela bocetinha linda sugando meu pau para dentro de si era um privilégio, um prazer à parte...
Não havia mais como controlar, percebi que não iria demorar muito para gozar e decidi ficar me deliciando com aquela mulher, vendo-a, literalmente, me foder...
Ela sabia que eu estava prestes a gozar e passou a colocar apenas a cabeça de meu pau em sua boceta, comprimindo a glande, num ritmo alucinante, aquilo foi-me causando um calor intenso, uma sensação de desvario, algo inusitado, pensei que iria morrer ali... até que explodi em um gozo alucinante, parecia que meu cérebro estava saindo através da ejaculação... a impressão que eu tinha é que não haveria espaço para tanta porra naquela bocetinha e que meu pau iria estourar, e aquela verdadeira putinha continuava alucinada a se mexer com meu pau entalado em sua boceta...
Caí sobre ela e ficamos abraçados, podia sentir as contrações daquela vagina tendo um orgasmo, sugando, massacrando meu pau... Sem sair de dentro dela, deitamos lado a lado, acho que desmaiei...
Houve várias outras trepadas, cada uma mais incrível do que a outra. Continuamos juntos por um bom tempo, até que mudei de cidade. Tentei manter contato por carta e telefone, mas a distância é sempre cruel... Espero poder reencontrá-la em breve e novamente aprender alguns segredinhos sobre o sexo com aquela japonesinha safada, talvez ensinar alguma coisa também...
   60- Tesão de Condução
Todos os dias vou ao trabalho de ônibus. Fico muito excitada logo de manhã quando o ônibus está super lotado, principalmente no verão, pois adoro sair de mini-saia, blusinha colada, sandália alta e cabelos molhados. Percebo logo vários olhares masculinos me comendo. Finjo nem perceber e nem dou bola. Mal sabem que enxarcam minha calcinha.
Um dia, acordei com um tesão além dos limites, resolvi esquecer de colocar minha calcinha, só para ver se algum taradão do ônibus percebesse e, ficando com um tremendo tesão, teria a ousadia de pelo menos me passar as mãos ao invés de ficar só me olhando. Fico excitadíssima de lembrar aquele dia de puta que tive. Tudo foi muito além do que eu estava imaginando. Foi só sair sem calcinha e as coisas rolaram sem eu fazer mais nada. Logo no primeiro ônibus, fiquei em pé mas, como estava muito lotado, as pessoas ficavam circulando no corredor do meio, com pressa para descer, e isso ia me pressionando para a frente. Estava muito gostoso pois um homem, sentando no banco na minha frente, estava com sua mão segurando no banco da frente dele, e minha buceta nuazinha ficava roçando seus braços. Claro que ele podia sentir meus pelinhos e ficava forçando discretamente seu cotovelo contra minha buceta. O pau dele estava ficando enorme. Ninguém estava percebendo nada e até eu fingia não perceber.
Até que esse desconhecido pegou sua outra mão, como se fosse cruzar os braços e começou me foder com seu dedo médio, e meu tesão escorria pelas pernas. Com o balanço do ônibus e a vibração de seu dedo, fui à loucura, gozei intensamente, dei sinal e desci no próximo ponto sem nem olhar para ele. Estava morrendo de vergonha mas ainda louca de desejo. Queria mais. Chegando no serviço, resolvi contar essa façanha para o ascensorista e percebi que ele ficou tarado. Pediu a minha buceta na maior cara de pau. Eu não podia nem pensar em ceder, mas o desejo de um pau me fodendo era maior do que qualquer coisa. Ele conseguiu parar o elevador e, sentado em seu banquinho, dei um jeito para minha buceta ficar da altura de sua boca. Ele lambeu toda aquela porra que escorria, delicadamente, como se chupasse um sorvete delicioso. Finalmente, pôs seu enorme pau pra fora do zíper, virei de costas e sentei. Ele enlouqueceu, chegou até me machucar, de tanto que me comeu. Depois que jorrou toda aquela
porra lá dentro da minha bucetinha, seu pau continuou duro e ainda me comia. Pior que eu estava sem calcinha e a minha maior preocupação era aquilo continuar escorrendo lá no
escritório. E foi o que aconteceu, eu estava no meio de uma reunião, meia dúzia de homens e uma mulher e não sei se foi aquele cheiro de sexo que eu exalava, mas um dos participantes tomou a iniciativa e todos toparam. Nessa hora, fui praticamente estuprada, pois me colocaram em cima da mesa, dois ficavam segurando minhas pernas bem abertas, minha colega ficava me chupando enquanto todos se preparavam e, em fila, todos me comeram. Já nem sei mais o que sentia. Minha buceta doía de tanto pau. O estranho é que meu tesão não passava. Eu gemia loucamente e todos gozaram intensamente. Todos eram cúmplices, eu não era a única culpada. Ninguém da empresa ficou sabendo.
E para acabar o dia, na volta foi um passa mão e roça roça geral no ônibus e quando cheguei em casa, meu marido me comeu como nunca havia me comido antes. Parecia até que ele desconfiava de alguma coisa...
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   Um Amor de Aluna

autor desconhecido


Sou professor universitário e tenho tido, ao longo do tempo, a oportunidade de enfrentar situações extremamente interessantes, nem sempre com o desfecho desejado.
Ora é uma aluna mais safada que, de saia curta, senta bem à frente e fica mostrando a calcinha (ou a bocetinha); ora é aquela aluna que, ciente do dotes físicos que possui, resolve oferecer uma contraprestação por uma orientação pessoal e prestada em caráter particular.
No último semestre ministrei aulas para duas turmas, totalizando quase cem alunos. Muitas garotas jovens e bonitas integravam as duas turmas.
Desde o início do semestre uma delas, no entanto, se mostrou bem interessada em se aproximar de mim e me pedir explicações sobre temas desenvolvidos nas aulas. Era uma garotinha que me lembra muito a minha amiga Roberta. Pernas grossas, bem torneadas, bundinha arrebitada, cheinha, sem exageros, seios médios, rostinho bonitinho, jeitinho de safada. Cabelos negros, pouco abaixo dos ombros.
Diversas vezes ela permaneceu depois da aula e me interpelava sobre temas variados. O que me deixava embaraçado era que a garota sempre ficava muito próximo de mim, e exagerava nos toques. Às vezes segurava o meu braço, a minha mão, e ficava falando.
Trajando quase sempre uma roupa sensual (mini-saia ou vestido curto), ela me perturbava e acho que percebia isso. Fazia isso, em verdade, de propósito.
Percebendo que a intenção dela era ter algo mais, passei a retribuir-lhe os afagos e a tocá-la. Ora segurava-lhe o braço e a acariciava disfarçadamente. Ora as costas.
Um determinado dia ela me pediu uma apostila para fotocopiar e eu estava com o material no meu carro. Convidei-a para ira até ela e ela me acompanhou. Como ela conversava muito e parava às vezes, enlacei-a pelas costas, dizendo-lhe, em tom de brincadeira: "deixe-me rebocá-la, senão náo chegaremos hoje ao carro" - assim dizendo, puxei-a para perto de mim e pude sentir o calor de seu corpo.
Ela me olhou, sorrindo de modo maroto e retribuiu o meu abraço. Saímos abraçados, como se fossemos íntimos.
O meu membro àquela altura estava extremamente indócil. Completamente duro, pulsava dentro da cueca desejando ser libertado e atacar aquela tenra e deliciosa bocetinha.
A garota trajava, naquele dia, um vestidinho curto porém folgado que descia pelo seu corpo e o modelava. Estava deliciosa e eu já não tolerava mais aquele tesão e a tentação que ela me proporcionava.
Chegamos ao meu carro, em um local pouco iluminado. Coloquei-a na minha frente e a conduzi até a porta do carro. Posicionado logo trás da garota, segurando-lhe a cintura com as duas mãos, olhei para a sua bundinha empinada e não me contive mais. Puxei-a, para que ela parasse, e encostei-me nela, fazendo com que o monte formado pelo meu membro rijo tocasse sua traseirinha. Ela não se fez de rogada e não adotou qualquer postura que mostrasse não estar desejando aquela situação. Pelo contrário, me puxou para mais perto de si e comprimiu o seu corpo contra o meu.
A situação saiu completamente de controle. Passei a beijar-lhe o pescoço, a nuca, os lábios. As minhas mãos, com um tesão voraz, simplesmente subiam e desciam por todo o seu corpo. Acariciava a barriguinha, os peitinhos e bem devagar desceram para a bocetinha, ainda tendo o vestido no caminho.
Pressionado contra a sua bundinha, o membro apreciava ela rebolar sensualmente, demonstrando que o seu desejo era o de vê-lo em posição mais confortável, completamente enterrado naquele vale do amor.
Levantei o vestidinho da garota e levei a minha mão à sua bocetinha. Surpreso, constatei que ela nada usava por baixo, estava, a putinha, sem calcinha. Acho que ela naquele já premeditara me "comer".
O meu tesão apenas foi amplificado com aquela constatação e, sem mais demoras, virei-a de frente para mim, empurrei-a contra o carro, abri minha calça e saquei o meu mastro duro e empinado.
Beijando a sua boca de forma ardente, línguas duelando, abri-lhe as pernas e procurei o túnel de sua vulva que, àquela altura, estava completamente úmida, desejando ser penetrada.
Levei o membro à bocetinha de minha deliciosa aluna e o esfreguei levemente para cima e para baixo, tornando-o mais lubrificando e proporcionando-lhe um delicioso contato com a carne quente de minha parceira.
Ela gemia e tremia de tesão, murmurando palavras desconexas, sem sentido, mas sempre pedindo para ser possuída. Ela queria ser penetrada, ser fodida, ser comida. Quase implorava isso, enquanto arremetia os seus quadris para a frente como que querendo penetrar-se. Eu recuava e não deixava isso acontecer, fazendo o seu tesão aumentar.
Mas a minha própria situação já não me permitia esperar mais. Queria a todo custo invadir-lhe a xaninha e meter fundo o meu membro naquela grutinha quente e molhadinha.
Posicionei-o na entrada e fui metendo devagar. A bocetinha de minha aluna era apertada, quente, úmida. Enfim, deliciosa.
Meti-lhe o membro até o fundo e abraçando-a forte e beijando a boca de forma ardente, iniciei movimentos de vai-e-vem que se prolongaram por menos de dois minutos, pois o nosso tesão não permitia esperar mais. Gozamos profundamente e enchi-lhe a bocetinha com o meu esperma quente, tornando-a ainda mais molhadinha.
O gozo foi tão profundo e delicioso, que ficamos sem qualquer ação por alguns minutos, apenas nos abraçando forte e sentindo a sensação que nos era proporcionada por aquele contato.
Afagando-lhe os cabelos de modo carinhoso, passei a beijá-la com mais calma e mais carinho. O meu membro continuou duro dentro de sua bocetinha. Reiniciamos tudo.
Naquela noite, ainda transamos duas vezes no estacionamento. Depois convidei-a para ir a um motel. Fomos e passamos a noite juntos.
A partir daquele dia, além de aluna a garota passei a ter uma deliciosa namoradinha, por quem tenho muito carinho e uma atenção especial.
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Professor e aluna

autor desconhecido]


Meu nome é Gérson, tenho 34 anos. Sou professor de Física há 6 anos. Modéstia à parte, me considero um homem bonito e atraente. Faço cooper todos os dias e musculação aos finais de semana. Minha esposa tem um ciúme doentio de mim e faz o possível e o impossível para me agradar, na cama e em todos os lugares. Mas não estou escrevendo para falar dela, e sim de uma ex-aluna, que conviveu comigo durante todo o ano .
Ana Cláudia sempre foi uma aluna exemplar. Inteligente, voluntariosa, expansiva, caprichosa e muito, mas muito gostosa. 17 anos, cabelos compridos, sedosos, castanhos. Corpo perfeito, curvilíneo. Um rostinho delicado, olhos verdes. Um par de seios empinados, insinuantes, capazes de enlouquecer qualquer um. Bundinha arrebitada e volumosa.
Naquele ano tinha sido eleita Rainha da Escola. Eu sentia uma grande atração por ela, mas me controlava e tudo correu normalmente até meados de setembro.
Comecei a notar suas provocações quando percebi que somente no dia das minhas aulas ela vinha sem sutiã. Durante a aula, seus peitos pareciam querer saltarem para fora da camiseta e virem ao meu encontro. Além disso, ela me olhava de uma forma estranha, parecia sempre querer me dizer algo.
Eu já tinha quase certeza que aquela gostosinha estava louquinha por mim, quando obtive a confirmação. Num certo dia, ainda muito antes do início da aula, vindo da secretaria e quase entrando na sala, ouvi duas garotas conversando baixinho. Parei e fiquei ouvindo escondido aquele papo. Era Ana Cláudia e uma amiga. Transcrevo na íntegra:
“_Pô, Ana, ele é casado, sério, nunca vai querer nada com você!”
“_Ah, Dani, eu não consigo deixar de pensar nele. Eu chego em casa e me masturbo pensando nele, acordo à noite sonhando que tô beijando ele. Não sei o que faço...”
“_Se é assim, querida, chega logo e fala. Se ele for macho mesmo, não vai desfazer de você não, tenho certeza!”
Quando ouvi aquilo, saí devagar, excitado e pensativo. Tudo bem, ela era um tesão, talvez ainda virgem, enfim tudo o que um homem poderia querer. Só que era minha aluna e o pior: menor de idade. Durante alguns dias, estive observando mais atentamente o comportamento de Ana Cláudia. Ela continuava com seus olhares convidativos e safados. Passou a vir de mini-saia nas minhas aulas e sempre que possível, me falava coisas indiscretas e reveladoras de sua atração por mim.
Tudo aconteceu numa sexta-feira. Era dia de prova, última aula. Todos entregavam a prova e iam embora. Por coincidência (até parece, né?), Ana Cláudia foi a última. Estava uma noite linda, estrelada, clima agradável. Ainda faltavam cerca de 15 minutos para o final da aula.
Ana Cláudia estava gostosíssima. Um perfume enlouquecedor, uma blusinha decotada, uma meia-calça escura muito sensual e uma saia justíssima, com a calcinha bem enfiadinha no reguinho.
Ela se sentou perto de mim, cruzou as pernas e me pediu uma explicação sobre nem sei o quê. Não havia como me controlar. Mandei secretamente esposa, escola, escrúpulos e todo o resto para a casa do caralho. Aquela pilantrinha merecia levar uma surra de pica.
Enquanto alisava suave e delicadamente suas coxas branquinhas e lisas, perguntei o queria saber. Ana Cláudia não se conteve, pulou em meu colo, me beijando com um fervor e uma volúpia própria de adolescente apaixonada.
Naquela sala de aula só havia nós dois. Ouvia-se um burburinho na rua. Era o resto da turma, bebendo e se divertindo num barzinho em frente à escola. “Quem vai se divertir agora sou eu”, pensei. Pedi a ela que esperasse um pouco. Fui até à porta e encostei-a. Agarrei-a com força e passei a despi-la. Tirei sua blusinha e beijei seus peitinhos com toda a delicadeza do mundo. Arranquei a saia e a calcinha preta e rendada. Quando a deitei em minha mesa, Ana Cláudia pediu que apagasse a luz. Era visível seu nervosismo e inexperiência. Fiz o que ela pediu, afinal a noite estava clara e enluarada.
Abri suas pernas devagar e visualizei sua xoxotinha. Era linda, pequena, pelos eriçados e aparentava estar bastante úmida. Além disso exalava um aroma fantástico, comum a todas as ninfetas. Passei a chupá-la com vontade, lambendo tanto os grandes quanto os pequenos lábios, além do clitóris. Ana Cláudia respirava fundo, se contraía, gemia de prazer e loucura. Senti-a chegar ao orgasmo em minha boca, me puxando contra sua xoxota. “Te quero dentro de mim agora”, disse baixinho.
Mandei que relaxasse bastante, pois era chegada a hora da penetração. Eu estava só de cueca e meu pau de 19,5 cm exigia participar da brincadeira também. Passei a alisar sua xana com a cabecinha, para deixá-la cada vez mais ansiosa e excitada. Penetrei-a devagarinho, saboreando cada centímetro daquela grutinha ainda inexplorada, jamais sentida por nenhum outro homem. Sua bucetinha era apertadíssima, dificultando um pouco a penetração. Resolvi forçar mais, só que ela tentou recuar. “Ai, pára, pára, eu não tô agüentando, professor!”, gritou.
“Toda ação provoca uma reação, vagabunda! Não presta atenção na aula, não?”, disse-lhe.
No escuro daquela sala de aula, apenas se viam nossas sombras projetadas no quadro-negro. Excitadíssimo como eu estava, de posse daquela ninfeta safadinha, desvirginando-a, decidi ir até o fim e mostrar àquela putinha todo meu vigor de macho provocado. Joguei todo o peso do meu corpo sobre ela, prendendo seus braços com os meus. Ana Cláudia se debatia, tentando escapar da minha vara grossa e invasora. Mas não havia saída. Enterrei todo meu cacete, sentindo seu hímem se rompendo, enquanto ela rompia em lágrimas de dor, prazer e tensão. Abafei seu choro com um beijo carinhoso e relaxante.
Com o pau sujo de sangue, passei a bombar com força. Sua buceta já estava mais dilatada, relaxada. No princípio fiz movimentos circulares e depois estoquei fortemente, acompanhado pela sincronia dos quadris de Ana Cláudia, que agora parecia estar adorando ser fodida. “Isso, rebola pra eu te arregaçar, vadia”, disse-lhe no ouvido. Sua resposta foi uma cravada de unhas em meus braços e costas. Metia cada vez mais com força naquela buceta recém-descabaçada, dominado por um instinto selvagem que Ana Cláudia correspondia maravilhosamente, num ritmo alucinado e desprovido de qualquer cuidado, onde ela levantava o quadril ao máximo, me apertando com as coxas e depois escancarando a vagina, para poder levar tudo, até o talo. Ela gemia profundamente, respirava fundo, suava e pedia que não parasse nunca mais, se desfazendo de prazer em meu caralho duro e impiedoso.
Dali a pouco, sentindo que iria gozar, tirei rapidamente meu pau e esporrei em seus seios e barriga, enquanto ela alisava carinhosamente aquele cacete que acabara de arregaçá-la.
Ainda sentia meu pau duro, pedindo mais. Puxei uma cadeira, me sentei e coloquei aquela bonequinha no colo, de costas para mim. Enquanto Ana Cláudia subia e descia vagarosamente em minha vara, eu mordia suas lindas costas, lambia sua nuca, orelhas e apertava suavemente suas tetinhas durinhas de tesão. Dessa vez, gozei dentro de sua buceta, sentindo um tesão tão incontrolável, que mordi violentamente suas costas, mais uma vez arrancando sangue daquele corpinho totalmente entregue às minhas taras e caprichos.
Tive vontade de comer seu cuzinho também, só que não dava mais tempo, afinal já era tarde e o inspetor estava para passar fechando as classes. (Acabei enrrabando-a 2 semanas depois, em minha casa, num domingo em que minha esposa saiu para visitar a mãe).
Nos vestimos rapidamente e saímos devagar, um por vez, mas não sem antes nos beijarmos com muito tesão, enquanto eu acariciava os fofos e tesudos peitos de Ana Cláudia.
Ainda passei pelo barzinho onde meus alunos bebiam e conversavam animadamente. Quando tomava um chopinho gelado, um deles me perguntou o que eu estava fazendo até aquela hora na escola. “Pô, você ainda pergunta! Corrigindo as besteiras que vocês escreveram na prova!”, respondi cinicamente.
No outro dia, ao entrar na sala de aula, vi Ana Cláudia. Estava radiante, sorridente, parecia estar muito feliz. Linda e gostosa como sempre. Ela me encarou rapidamente, com um discreto risinho. Retribuí com uma também discreta piscadinha.
Ao abrir o livro de chamadas, me deparei com um bilhetinho marcado de batom e com a seguinte frase:
“ GOSTOSO, QUERO MAIS...”

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