quinta-feira, 3 de março de 2011

VÁRIOS CONTOS AUTORES DESCONHECIDOS

0809095836

A MADRASTA. 

autor desconhecido

Meu pai é viuvo há 6 anos, arrumou uma companheira para morar em casa, Renata, nem dei muita idéia, uma pessoa bem aparentada, bons modos, discreta, mas que ficava na sua, nunca me incomodou. Meu pai tinha uma vida amorosa meio devagar, pela idade e pelo trabalho que  tomava seu tempo todo, ele viajava muito. Até aí tudo bem, Uma noite eu tinha ido a uma boite dançar com uma amiga minha e uns amigos, quando cheguei lá vi o Marcus, amigo de faculdade com uma mulher muito bem vestida, toda produzida, quando me aproximei mais do Marcus, ele me viu e veio falar comigo, me dar boa noite e apresentar sua nova amiga. Quando dei por mim, vi que era a Renata, num bata papo muito descontraído com Marcus, quando ela me viu parou, ficou muda, seu semblante mudou na hora, eu fiquei na minha e levei a conversa numa boa, mais tarde Marcus veio me dizer que estava quase levando Renata a para casa dele. Não disse nada e fui embora, quando cheguei em casa, Renata estava me esperando querendo se explicar mas nem dei bola, fui dormir. No outro dia ela foi tomar banho de piscina de manhã, acordei e fui para a piscina também, chegando lá vi Renata nadando e comecei a reparar mais nela, entrei e fui tomar café da manhã.
Meu pai voltou de viagem e não ficou sabendo de nada, na mesa ela mal me olhava quando almoçávamos. Quando meu pai viajou eu fiquei sem namorada na mesma época, aí me veio Renata na cabeça sem mais nem menos....
Ela chegou do shopping, me trouxe um presente, uma camiseta de malha muito bonita, agradeci e fui para o quarto. Aí pensei, se ela faz com meu amigo porque não faria comigo? Entrei em seu quarto e disse que contaria ao meu pai sobre o incidente. Ela ficou apavorada pois não trabalhava e não tinha renda, pediu pelo amor de Deus para ele não ficar sabendo....
Aí que eu dei a cartada, e disse: Só depende de você, está na sua mão, pense e me fale até o jantar. No jantar ela não tocou no assunto, cheguei perto dela, coloquei minha mão na perna dela, ela pediu para que eu tirasse, eu coloquei mais para cima e apertei, já com um tesão louco por Renata, o tesão era comer uma mulher que estava morando conosco e era mulher de meu pai, o perigo, o proibido era gostoso....
Ela me olhou nos meus olhos e disse que isso era impossível, mas eu disse também que com Marcus também era e tentei dar um beijo nela, ela virou o rosto, eu segurei em seu queixo e falei que se ela colaborasse seria mais fácil. Levei-a para o sofá e comecei a tirar seu hobby devagar, ela relutava mas deixava meio contrariada, quando ela ficou só de calcinha pedi que se levantasse, ela se levantou e eu tirei com os dentes, ela continuava parada, sentei-a no sofá e comecei a chupar seus seios, um de cada vez....depois chupava os seios e passava a mão penas coxas, apertava e chupava, fui chegando até a virilha, quando percebi que Renata estava molhada, puxei suas pernas abrindo-as e joguei seu tronco para trás....
Comecei a chupar aquela bucetinha molhada, quente, cheirosa, ela se segurava para não gemer ou ter qualquer reação. Quando enfiei um dedo na buceta de Renata ela não resistiu, gemeu baixo mas com tesão, aí eu disse: Pode se soltar pois vou te comer de qualquer jeito, gostando ou não, não é que a puta sorriu para mim e disse: então manda ver pois seu pai foi embora e nem me comeu antes....
Aí não agüentei, joguei Renata no tapete e pincelei meu cacete na porta de sua linda bucetinha, num vai e vem delicioso e fui entrando devagar, quando entrei tudo ela sorriu, gemeu e falou no meu ouvido baixinho que queria ser fodida pelo filho do pai mas tinha medo, não sabia se eu aceitaria, sabia que era mais que proibido, mas agora que o cacete entrou, que se foda, e foda bastante....
Foi uma foda ardente, ela gemia alto, pedia para mudar de posições, fazia cara de safada, até que fiz Renata gozar, comendo ela de 4 e passando a mão em sua bucetinha....ela gemeu, tremeu toda e pediu que eu desse muita porra para ela...perguntei onde gostaria que gozasse, ela respondeu que queria na boca, quando estava quase chegando, virei ela e coloquei-a deitada de barriga para cima, na hora que ela sentiu me cacete inchar e ficar mais duro disse: Vem, me dá essa porra quente e gostosa, meu filhinho, me dá...aí esguichei tudo naquela boca sedosa, ela bebia tudo......lambia todo meu cacete, engolia todo até o talo, me chupou até ele ficar limpinho.....
Fomos dormir juntos, fodemos mais uma vez......até de manhã. Quando meu pai chegou, não suspeitou de nada. As vezes eu a comia enquanto ele tomava banho, era aquela foda rápida, tipo põe em pé escorada na mesa, com a bundinha empinada e come por trás na frente, quando ia gozar, ela se virava rápido, ajoelhava e bebia toda minha porra, eu delirava com aquilo.... Certa vez comi Renata na cozinha enquanto ela preparava um lanche para ele, que esperava na sala assistindo TV, eu lanchava sua mulher com muito tesão, ela também adorava.....
Uma vez ela acordou de noite, foi ao meu quarto, entrou devagar, levantou meu lençol, e começou a me chupar, foi maravilhoso, quando comecei a gozar ela abocanhou ele todo, sugando tudo, depois me lambia até ficar limpo e ia dormir....contente..... Ela já me acordou assim também dizendo depois de engolir minha porra toda: Adoro te acordar e te fazer gozar logo de manhã, se seu pai não tivesse aí te chuparia de novo, adoro sua porra......Tenha um ótimo dia.... Já fazem 2 anos que transamos e ninguém sabe.....
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UM CONTO QUE EU CONTO 

0809095177
autor desconhecido

Meu nome é Julian Alcohol, e essa aconteceu esses dias.
Acordei como todos os dias (de ressaca) de manhã e fui
trabalhar.
  O meu serviço é basicamente controlar materiais que entram e saem do
almoxarifado de uma empresa de telefonia. Nada muito excitante como vocês podem perceber. A sala em que trabalho tem ridículos 2x3 e nenhuma janela, sabe o que é isso, nenhuma janela!! Sem contar que fui abençoado com 1,92m e a altura da minha sala não tem muito mais que isso. Então fico no bronzeamento artificial a base de luzes florescentes durante umas 10 horas por dia, ninguém merece isso. Sentei em minha mesa, e abri o Messenger. Estava lendo alguns e-mails quando a caixinha de mensagens abriu (com seu barulhinho característico). A mensagem dizia:
  -- Oie.
  -- Oi. eu respondi.
Era uma das mulheres que trabalham lá na frente. Aquelas que
estão sempre de uniformezinho que as deixam um tesão de mulher. Acho que aquelas roupas são testadas na frente de um monte de cara com um sensor no pau. E quando a maioria ficar de pau duro com as modelos desfilando a roupa esta aprovada.
  -- Nossa, vi você passar de bicicleta. Fiquei excitadíssima.
  -- A é? Por quê?
  -- Sei lá. Gosto destes caras que são meio metidos a artistas.
  -- A é. Você gosta de caras assim é?
  -- Adoro, sempre quis dar pra um de vocês. Ser currada sabe?
Até ai eu achava que era brincadeira. Daí resolvi fazer um teste.
  -- então faz o seguinte meu bem. Vou ai na frente passar um fax (fax
mesmo, não este que você esta pensando) e te espero na porta dos banheiros ok?
  -- OK estou indo lá.
Levantei da minha mesa. Peguei os papéis de fax e fui com a
maior cara de bunda com ressaca. Passei por uns caras que estavam escondidos fazendo firula e comentando o salário do pessoal.
  -- É porque o carequinha aquele, ganha uma grana pra não fazer nada.
Eu é que tenho que fazer o serviço dele.
  -- Pois é cara é que ele é o nosso patrão, ele tem as costas quentes. Não
vai pra rua nunca.
Passei por uma das mulheres lá da frente. Estava gostosissima,
com a calça do uniforme, que não deixava nem tudo apertado e nem solto de mais, mas dava pra ver todas as curvinhas.
– Nossa, pensei, Se
a mulher que gosta de artista e quer ser currada não estiver lá, eu vou sentar no vaso e me masturbar. Duas vezes. Cheguei até a maquina de fax e fiquei brigando com ela pra fazer funcionar por uns 4 minutos, já tinha até esquecido da mulher dali da frente que queria ser currada no banheiro. Foi quando ELA passou. Nossa estava muito gostosa. Era a mulher do carequinha que os caras estavam comentando, ela estava muito mais gostosa do que o de costume. Passou me olhou no olho e disse “Oie”, nossa meu pau ficou duro na hora. Chegava estar doendo. Ela se dirigiu até o banheiro. E eu atrás, minha calça quase explodindo. Quando ela fez a curva deu uma olhadela pra mim. Eu pensei é ela. Vou currar essa puta. Fiz a curva a mais ou menos um metro atrás dela. Quando estávamos a sós fiz um psiu... Ela se virou e eu acertei a primeira bofetada no lado da cara dela e quis gritar e eu a sufoquei com um beijo.
Ela estava tentando resistir. Então a soltei e quando ela pegou ar dei outra bofetada e outro beijo. Então ela não resistiu mais. Abri o zíper e baixei a calça dela. Ela se virou e agarrou-se no vaso sanitário. Enchi o rabo dela de porra.
Quando sai, sai com as pernas bambas. Ela demorou um pouco
mais pra sair. Confirmei o fax  voltei até minha sala. Chegando na minha mesa, vi a caixinha do Messenger piscando.
Sentei em minha mesa respirei fundo e li:
  -- Ué cadê você, fiquei uns 15 minutos esperando você lá no banheiro da
frente, está brincando comigo?               Minha cabeça rodou, muita pergunta e muito susto quando vi que tinha comido a mina errada.
Quando estava saindo para o almoço. Passei pela esposa do
carequinha, nunca tinha visto ela tão feliz. Seu sorriso irradiava.
  Cumprimentou-me.
  -- Oie.
  -- Oi eu respondi.
  E fui pra casa almoçar.

--

A VERDADE 
autor desconhecido

0809095317

  Sou ruiva, 1.55m, 33 anos, casada há 8 anos, ele é nissei, e vivemos
super bem.
  Ele não foi o primeiro homem de minha vida mas, foi um dos que mais
conseguiram me realizar na cama.
  Por isso mesmo, nunca tinha me passado pela cabeça um dia trai-lo
mas, em um momento de fraqueza isso acabou acontecendo e ele acabou descobrindo.
  Ficamos separados por quase um mês e eu ligava para ele todos os dias
implorando que ele voltasse pois, ainda o amava e amo muito.
  Expliquei que tinha sido uma tremenda bobeira minha e que prometia
nunca mais procurar pelo outro.
  Fiquei super mal, até emagreci, tive que tomar remédio e tudo.
  Depois de muita insistência ele cedeu mas, com um condição, ele queria
saber de todos os detalhes dessa relação.
  Pois não queria ouvir de outra pessoa algo que eu mesma não contasse
como foi.
  Falei que não teria coragem de contar todos os detalhes olhando nos
olhos dele.
  Então ele teve a idéia de sugerir que eu escrevesse essa experiência e
depois eu lhe mostrasse o que escrevi.
  Falei que ia tentar e ele mandou que eu fosse sincera e que me abrisse
nas palavras que iriam narrar meus momentos de fraqueza.Falou-me que queria um relato de coração aberto.
  Aqui está:
  Tudo começou quando resolvi fazer um curso de especialização em
direito do trabalho.
  Tínhamos um professor, de uns 45 anos, separado, ele não era bonito
mas, muito simpático e atraente.
  Tinha uma voz rouca, tipo locutor de radio.
  Nunca tinha me chamado a atenção a não ser por esse detalhe.
  Um dia, no banheiro, as meninas estavam falando sobre ele.
  Comecei a prestar atenção na conversa e umas delas estava comentando
que fazia uns 02 dias que ela não vinha para a aula pois, tinha saído com ele, e que ele tinha um pau enorme, e que tinha sido tão bom e que a noite tinha sido tão intensa que ela não conseguiu levantar no outro dia vir para a aula.
  Precisou de uns 02 dias para se recuperar.
  Chegou a mostrar com as mãos o tamanho do membro do professor e
todas nós rimos pois ela devia estar brincando.
  Achei aquilo um exagero mas, fiquei um tanto curiosa.
  A partir daí, toda vez que ele encostava em minha carteira para explicar
alguma coisa e encostava em mim, sentia um frio na espinha e um tesão enorme pensando no que as meninas tinham comentado.
  Isso foi aumentando e chegou a um ponto que bastava ele fazer isso e eu
já sentia um calor no meio das pernas.
  Desde que me casei eu nunca tinha sentido nada parecido.  Era um verdadeiro absurdo, mas eu só pensava nos comentários e dava
asas a minha imaginação.
  Um dia tive que sair da sala e ir ao banheiro me masturbar pensando
nele.
  Nunca fiz uma coisa dessas, nem para o meu marido na época que
estava apaixonada.
  Sempre almoçávamos juntos com esse professor, ele e uma tropa de
alunos, inclusive eu.
  Num determinado dia, choveu muito, um verdadeiro temporal e quase
ninguém foi para a aula.
  No final da aula, acabamos indo só nos dois almoçar.
  Ele devia ter notado minha atração por ele, não conseguia disfarçar.
  Olhava-me nos olhos quando conversava comigo, olhava meu decote e
sempre sorria quando eu o encarava.
  Tomamos um chopp e como sou fraca para bebida, já fiquei meio alta.   Ele me ofereceu outro e tomei.
  Na hora de ir embora, fomos juntos ate o estacionamento que ficava no
sub-solo do prédio onde tínhamos aula e ele fez a gentileza de ir comigo ate o meu carro.
  Eu estava estava na frente dele e na hora dele me ajudar a abrir a porta
do carro, ele encostou na minha bunda, de propósito.
  Foi coisa de um segundo, mas acho que ele já tinha notado meu estado,
minha curiosidade, sei lá???
  Ele então me encoxou forte no segundo seguinte e eu fechei os olhos e
deixei, sem entrar ainda no carro.
  Fiquei parada sentindo o corpo dele atrás do meu e imaginando as
piores besteiras que uma mulher casada pode imaginar, não quero nem contar aqui.
  Quis chorar e ao mesmo tempo gemer de tão bom que foi esse contato.
  Mas eu casada, não devia, não estava preparada prá uma coisa assim.
  Ele pegou minha cintura e quis me virar de frente prá ele.
  Não agüentei, virei e demos um longo beijo de lingua.
  Minha cabeça girava.Minha boca se abria e ele enfiava a lingua dentro e
me chupava e mordia meus lábios me deixando zonzinha.
  Quando dei por mim já estava dentro do carro dele e entrando em um
motel que tinha perto dali.
  Meu coração estava apertado pois como falei, sempre amei meu marido,
mas ao mesmo tempo eu queria viver aquela aventura.
  Mal entramos no motel e já fomos nos beijando e ele foi tirando as
minhas roupas. Fiquei só de calcinha.
  Meu marido sempre gostou que eu vestisse calcinhas cavadas, pequenas,
e nesse dia eu estava com uma que deu até vergonha...uma azulzinha tipo tanguinha e além de tudo bem transparente.
  Parecia que eu estava me oferecendo.
  Ele me jogou de costas na beirada da cama, com as pernas para fora, se
ajoelhou no meio da minhas pernas, afastou a calcinha para o lado e começou a me chupar de uma forma maravilhosa.
  Falou que sempre notou que eu só usava calcinhas pequenas e que
sempre me desejou.
  Eu não sabia o que dizer.
  Só sentia aquele homem me lambendo e falando coisas lindas com
aquela voz maravilhosa.
  Hora, ele passava a língua por toda a extensão da minha bucetinha,
hora enfiava a língua como se fosse um pau, hora colocava meu clitóris todo na boca e sugava como se fosse o bico do seio.
  Isso me levou a loucura e gozei gostosamente na boca dele.
  Fazia tempo que eu não sentia outra boca me dando esse tipo de
carinho.
  Só mesmo meu marido depois que casei.
  Depois de gozar assim rapidinho, fiquei mais acalmada.
  Em retribuição sentei-o na mesma posição que eu estava, abri o zíper da
calca, puxei a cueca para baixo e fiquei pasma com o que vi.
  Era um pau de tamanho assustador, nunca tinha visto nada igual, nem
nos filmes pornográficos que meu marido gosta de pegar para assistirmos.
  Aquilo saltou fora da cueca, apontando para o teto, tentei pegar com as
mãos e eu não conseguia fechar os dedos em torno dele de tão grosso.
  No comprimento também era assombroso, estava com as duas mãos e o
que sobrava era maior que o pau inteiro do meu marido.
  Ele percebendo o meu deslumbramento e a paralisia, puxou a minha
cabeça ao encontro do pau.
  Tentei coloca-lo na boca mas, estava difícil ate para abocanhar a cabeça
do pau.
  Com muito esforço entrava a cabeça e um pouco mais mas, nem
chegava ate a metade.
  Conseguia bater uma punheta para ele com as duas mãos no resto de
pau que sobrava.
  Minha mãos sacudiam prá cima e prá baixo aquele membro enorme e a
pele deslizava sobre a massa de nervos endurecida.
  Juro que nesse momento o comparei a um cavalo tamanha era a
grossura e o tamanho.
  O cheiro era divino, parecia perfumado, um cheiro que enlouqueceria
qualquer mulher.
  O gosto dele era salgado, um gosto forte e por vezes difícil de definir.
  Comecei a passar a língua por toda a extensão do pau ate as bolas.
  Era uma verdadeira viagem.
  Enchia minha boca e me dava um sentimento absurdo de tentar
coloca-lo todo em mim, mas era impossível.
  Fiquei fazendo carinhos com a boca e mãos.De vez em quando tirava da
boca e ficava chacoalhando aquilo tudo e vendo como era grande.
  Confesso que dava medo, fechava os olhos e continuava mamando.
  Senti ele pulsando nas palmas de minhas mãos e em minha boca.
  Achava que iria gozar quando ele dava umas tremidas e já esperava de
boca aberta o resultado.
  Mas ele se segurava e eu
ali...punhetando...apertando...soltando...segurando...esfregando em meu rosto...em minha boca...passando a cabeçona em meus seios...chupando de novo...
  Fiquei nisto uns 15 minutos e estava com a boca e a língua ate doendo
de tanto esforço.
  Meu maxilar começou a dar cãimbras.
  Ele percebeu isso, me puxou para a cama, tirou o resto da roupa dele e a
minha , e me colocou de costas na cama.
  Entrou no meio das minhas pernas, de joelhos, puxou as minhas pernas
e colocou-as sobre os seus ombros.
  Eu estava totalmente exposta, com as pernas totalmente abertas.
  Me deu uma baita vergonha de estar assim prá um outro homem que
não era o meu marido.
  Além da vergonha veio o receio de receber aquilo tudo em mim.
  Lembrei da menina que tinha contado a história no banheiro.
  O corpo dela era parecido com o meu...acho que eu sou mais baixinha
que ela, mas se ela tinha conseguido eu também conseguiria.
  Ele começou a pincelar a cabeça do pau na minha bucetinha, parou na
entrada da vagina e forçou aquela cabeça enorme de pau contra o meu buraquinho.
  Senti uma dor e recuei.
  Só então acordei do meu estagio letargico e me dei conta que ele era
extremamente dotado e desproporcional para o meu tamanho.
  Ele percebeu o meu recuo e disse para eu relaxar, que se doesse ele
pararia, colocou as minhas pernas de volta na cama e deitou-se sobre mim, me beijando na boca, chupando as orelhas, o meu pescoço, os seios, enquanto esfregava o pau por sobre a minha buceta, como se estive me masturbando.
  Meu clitoris começou a entrar em espasmos.
  Estava durinho, eu podia sentir o pau dele roçando em meu grelinho
naquela esfregação doida que ele fazia por cima de mim.
  Relaxei novamente, totalmente e já estava entrando em novo orgasmo
quando, de repente sinto algo me rasgando por dentro, como se tivessem me enfiando um ferro em brasa no meio das pernas.
  Dei um grito tão alto que deve ter sido ouvido longe.
  Ele parou.
  Eu relaxei, achei que ele não ia enfiar mais.Respirei fundo.  Ele se aproveitou do meu momento de distração para enfiar aquela pica
enorme.
  Senti outro pedaço sumindo dentro de minha boceta e me contorci na
cama para deixar entrar sem dor.
  Entrou outro tanto.
  Ele estava parado, esperando eu me acostumar com aquilo, eu que já
estava quase gozando, não agüentei e comecei a estremecer em múltiplos orgasmos, não parava mais de gozar.
  Nunca tinha tido uma experiência dessas.
  Sempre achei meu marido bom de cama, mas esse cara era melhor, não
tenho nem palavras prá descrever.
  Eu curtia, não vou mentir, nunca havia gozado desse jeito.
  Ele se aproveitou disso para começar a empurrar o resto do pau.   Não acabava nunca, estava começando a ficar preocupada.
  Quando senti uma pressao no fundo do meu útero, tambem senti o saco
dele encostar na minha bunda.
  Ele começou um movimento lento, tirando ate a cabeça e empurrando
novamente ate o talo.
  Sem tirar o pau de dentro, ele voltou a posição inicial, com as minhas
pernas em cima dos ombros dele.
  Olhei minha situação: podia ver meu garanhão me fudendo toda
daquele jeito.
  Nessa posição eu ficava totalmente exposta e a mercê das vontades
daquele homem.
  Foi quando ele começou a me fuder de verdade.
  Ele tinha o comando de todos os movimentos e ações.
  Hora ele mexia devagar, hora aumenta o ritmo. Era uma loucura.   Sentia a minha buceta extremamente preenchida e arrombada.
  Nunca tinha sentido algo do tipo.
  Doía e era bom ao mesmo tempo.Eu erguia a cabeça para olhar ele me
fudendo.
  O pau dele era tão grosso que sentia ele muito próximo do meu clitóris e
cada vez que ele enfiava, repuxava toda a pele em volta da vagina para dentro.
  Isso fazia com que o clitóris ficasse em contato com o pau dele enquanto
ele empurrava o pau para dentro da buceta.
  Isso me levava a loucura e eu não parava mais de gozar.
  Eu estava toda suada, meus músculos estavam doendo de tanto que eu
me contorcia em gozos, um atrás do outro.
  Por incrível que pareça eu já tinha gozado uma dezena de vezes e ele
nada ainda.
  Perdi a noção.
  Ele me virava de um lado pro outro.Mandava eu ir por cima, por baixo,
de lado, de pé, de 4, cavalgando.Fez um tudo comigo.  Isso já tinha passado umas 02 horas que ele estava me trepando.
  Houveram pequenos intervalos onde eu pedia prá ele me deixar respirar
ou então minha respiração voltar ao normal.
  Ele ia no frigobar, tomava uma cerveja e trocava a camisinha e
perguntava se eu já estava pronta de novo.
  Eu queria morrer!
  Minha boceta toda inchada e vermelha.Mas eu não queria
decepcioná-lo.
  Então eu abria as pernas e perguntava que posição que ele queria e lá
íamos de novo.
  Teve uma hora que acabaram as camisinhas e ele me perguntou se ele
podia telefonar prá recepção do Motel prá pedir umas.
  Falei que ele que sabia pois nem me entendia como gente mais naquela
altura dos acontecimentos.
  Sei que ele não pediu e continuou metendo em mim agora sem
camisinha mesmo.
  Eu que estava passada fiquei mais louca ainda de ver aquele pau me
comendo sem proteção alguma.
  Era o fim eu estar deixando ele me fazer isso, mas eu não parava prá
pensar de tão bom que aquilo tudo estava.
  Já não estava mais agüentando de tanto gozar quando ele começou a
mexer mais rápido e começou a gozar dentro de minha boceta.
  Ele me segurou forte e falou que ia gozar logo logo, se eu queria que ele
tirasse o pau fora ou não.
  Quis morrer!
  Era muita responsabilidade prá mim.
  Ele mandou eu decidir rápido pois já estava soltando a porra pelo pau!
  Comecei a gozar no pau dele e falei prá ele deixar dentro!!!!
  Nunca esqueço esse momento.
  Era um caminhão de porra, senti escorrendo pelo meu rego quando ele
tirava o pau e sentia ele esguichando quando ele enfiava de volta.
  Só então caí na real e mandei ele tirar fora, mas já era.
  Não adiantava mais, já tinha esporrado tudo.
  Ele foi diminuindo os movimentos e eu tirei rápido o pau da minha
buceta e fiquei segurando aquele pau melado nas mãos.
  Que gostoso.Fiquei punhetando e ele mandando eu apertar que ainda
estava gotejando porra.
  O pau melado estava pegando fogo nas minhas mãos, tudo cheirava e
parecia estar impregnado da porra dele.
  Meus dedos grudavam uns nos outros.Muita putaria.
  Senti ele amolecendo nas minhas mãos.Continuava grande depois de
mole, mas já não era mais o mesmo.
  Peguei com carinho.Punhetei devagarinho prá sentir as ultimas gotas
saindo e pingando em cima de meu corpo.
  Juro que me sentia fora de mim, uma outra mulher.
  E como recompensa para o meu herói, me abaixei no corpo dele e limpei
aquele membro com a língua ate a ultima gota de esperma. Como se estive limpando um troféu.
  E olha que eu não gostava disso, nunca deixei meu marido ou
namorados gozarem na minha boca ou por o pau na minha boca depois de terem metido em mim e gozado.
  Eu estava exausta e precisava voltar para casa pois, logo o meu marido
chegaria do trabalho.
  Bateu aquela sensação de culpa e eu queria sumir dali na hora.  Nem tomei banho.
  Coloquei a calcinha e sentia que a porra ainda lambuzava ela.
  Veio um misto de remorso e a sensação de vitória por eu ter conseguido
aguentar aquele homem em mim.
  Ele riu de meu desespero e saímos.
  Quando nos despedimos ele falou no meu ouvido que na próxima
queria o meu cuzinho.
  Protestei e falei que era a última vez, que eu era casada e que mesmo
que eu quisesse, eu não agüentaria.
  Ele riu e falou que eu ainda iria pensar muito nisso.
  Eu estava apavorada, ainda não assimilava direito o que eu tinha
acabado de fazer.
  Quando cheguei em casa, tirei calcinha, molhada de porra e coloquei
sobre o nariz para sentir o cheiro daquele homem.
  Guardei aquela calcinha daquele jeito em um lugar que meu marido não
iria encontrar e fui tomar um banho.
  So então percebi que minha boceta estava muito vermelha e inchada.
  Por dentro do lábios vaginais eu estava esfolada e dolorida.
  Naquela noite e nas 02 seguintes meu marido me procurou e eu disse
que estava menstruada e que não queria.
  Estava mesmo e com ela totalmente esfolada, mal conseguia andar e
sentar.
  Agora podia entender o comentário da menina da escola e dar razão a
ela.
  Não resisti.
  Voltamos a nos encontrar outras vezes, mas isso eu conto em outra
parte. So posso adiantar que ele conseguiu comer o meu cuzinho.
  Sei que a hora que meu marido ler este relato pode não querer voltar prá
mim, mas juro que contei todos os detalhes.  beijos: Fabiana 

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CÁSSIA 
autor desconhecido  

Era uma tarde de sábado eu estava à espera de um grande amigo que algum tempo atrás tinha insinuado que queria algo mais que uma amizade, mas na época como tinha um namorado firme nem dei bola.
Tínhamos marcado para ir assistirmos um filme que eu estava morrendo de vontade de assistir.
Já prevendo que alguma coisa um pouco mais quente pudesse acontecer me arrumei de modo que pudesse atrai-o mais ainda.
Um vestido um pouco curto, mas não muito exagerado uma blusa decotada e não coloquei sutien e uma bota comprida.
Coloquei um perfume discreto, mas delicioso. Ele chegou e estava bonitão. Fazia tempo que não o via e ele me pareceu ainda mais bonito do que eu lembrava. Ele não morava muito longe de onde moro, mas dificilmente a gente se encontrava devido nossos horários nunca
coincidirem.
Ao sairmos ele notou que a camisa dele estava manchada e falou:
- Acho que vou trocá-la! Não tinha notado que ela estava assim, vamos passar lá em casa primeiro?
- Legal.. Vamos lá, mas não vai demorar muito senão perderemos o filme.
- Vai ser vap-vup. Respondeu ele.
No caminho fomos colocando as novidades em dia. Onde estávamos estudando, trabalhando, aquele papo bem tradicional.
- Vamos entrar um pouco enquanto eu troco a camisa?
- Vamos! Respondi.
Entramos pelo corredor que dava direto na cozinha. Notei que não tinha ninguém na casa e perguntei.
- Todos saíram? Ele responde e complementa.
- Meu irmão foi levar mamãe no supermercado na hora que eu saí Eles devem demorar um pouco para voltar, fique a vontade.
Sentei, naquele banco alto, um tamborete, cruzei as pernas de modo que as minhas coxas ficassem aparecendo.
Eu estava desconfiado que essa história de camisa tivesse segundas intenções e ainda mais agora que não tinha ninguém em casa.
Ele foi para o quarto e depois de um tempinho veio ao meu encontro na cozinha com vestido com uma nova camisa, mas ainda aberta.
Olhe para aquele tronco meio desnudo, um pouco cabeludo e comecei a ficar excitada.
Ele ao me ver sentada daquele modo disse:
- Puxa que pernas lindas! Você esta uma tentação sabia?
Sorri e imaginei. Será que só agora que ele viu?
Respondi:
- Obrigada! E você também esta lindo com essa camisa aberta e olhava para ele com um olhar como quem pedindo me agarra.
Ele se aproximou abaixou.. E falou bem baixinho no ouvido:
- E está um tesão, e esta me deixando doidinho. Ele abaixou um pouco me segurou pelo queixo e me beijou. Um beijo delicioso.
Fazia tempo que não era beijada e ainda mais daquele modo. Claro que o calor subiu na hora. Vários beijos se seguiram. Eu sentada e ele em pé. No começo somente os lábios, mas logo as línguas já estavam se encontrando. Ele entrava e saia com a língua como estivesse
transando.  Deu para notar que ele já estava todo armado, pois não dava para ele esconder a excitação.
Então ele me levantou e continuamos a beijar em pé. Ele me apertava eu sentia o pau dele duro encostando-se à minha coxa. A mão dele segurava na minha bunda.
Vários beijos depois ele então ele me puxou pela mão e disse:
- Vamos lá ao quarto. Lá é mais confortável. E me segurou pelas mãos e me levou até o quarto dele sem esperar uma resposta minha.
Chegando lá ele sentou na cama e mandou.
-Venha. Sente aqui.
Sentei e ele se se jogou em cima de mim me fazendo deitar. Deitou do meu lado e continuamos a beijar só que agora ele já estava com uma das mãos mexendo nas minhas coxas. Alisava-me. Subia e descia essa
mão nas partes internas até quase chegar à minha virilha.
Falava coisas lindas no meu ouvido.
- Você é deliciosa.. Maravilhosa.. Tesão.. Você me deixa doido.
Ele deitou em cima de mim e levantou um pouco a minha blusa e me beijava na barriga.
Brincava com a língua no meu umbigo. Eu podia sentir o pau por cima da roupa e pude sentir quanto estava duro. Como ele estivesse entrando na minha xaninha. A boca dele descia lentamente em direção a parte de baixo.
Eu estava toda excitada e já molhando a calcinha e ele claro e visível também. Não agüentei mais então sentei na cama tirei a bota e ele também o sapato e em seguida puxou a minha blusa deixando meus seios de fora e eu retirei a camisa dele jogando na cama. Eu beijava
os peitos dele enquanto com as mãos ele brincava com os meus seios.
Bolinava como estivesse mexendo com um cristal, de leve, devagarzinho..
Uma delicia. Os biquinhos estavam durinhos.
Então ele começou a mamá-los.. E que língua gostosa.. Ele na minha frente assim abri a calça dele tirando aquele pau lindo..durinho apontando para mim. Eu pegava nele e mexia na cabeçinha.. e comecei a masturbá-lo.
Ai ele tirou a minha saia me deixando só de calcinha e se
imediatamente se livrou da calça ficando de cueca e com o pau para fora. Eu continuava beijando-o passando a língua em todo seu peito,De novo deitamos na cama só que ele deitou com a cabeça nas minhas pernas. Afastava a minha calcinha e com os dedos mexia no meu
clitóris. Como ele pegava..
Aí que delicia! Tirava e colocava o dedo dentro de mim que já estava ensopada.
O pau dele dura bem na minha frente, e eu brincando com ele até que não resisti à tentação e dei um beijo nele. Em seguida passei a língua de cima a baixo. Ele seguindo meu exemplo, colocou a língua na minha xaninha e me penetrou com ela. Aquela língua quente entrando, sugando o meu liquido..
Eu também coloquei o pau dele na boca e o masturbava Com a cabeça dentro da minha boca, e a língua dando um passeio na cabecinha.
Sentia que ele tremia de tesão e assim como eu estava toda arrepiada.
Ele parou tirou o pau da minha boca tirou a minha calcinha, jogou a cueca num canto e foi até a calca dele e pegou uma camisinha. Rasgou com a boca a embalagem e a colocou. Abriu minhas pernas e me penetrou devagazinho. Entrou a cabecinha, tirou.. Colocou de novo.
Empurrou foi assim ate.. Enfiar tudo,
Foi extremamente delicado. A gente olhava nos olhos e ele me disse
- Te amo. Você é maravilhosa e deliciosa. Que bucetinha gostosa minha gata.
E mexia entrava e saia. Beijava-me e repetia com a língua na minha boca os mesmos movimentos do pênis na minha xaninha.
Eu gozei uma vez e tremia toda. Contorcia-me ele continuava mexendo
Pare. Pedi está uma delicia, mas não vai ainda, quero experimentar outras maneiras..
Eu fique de quatro e ele veio por trás, e me penetrou novamente com aquele pausão que deliciosamente continuava duro.
Ele entrava saia dentro da xaninha e voltava e ainda com um dedo mexia no meu cuzinho. Depois me deitou e me penetrava de ladinho e gozei mais uma vez.. a intensidade menor que a anterior, mas deliciosamente igual
- Estou quase gozando disse ele.. mas quero gozar sem a camisinha
- Na sua boca.. Pode? E tirou o pau de dentro de mim, tirou a camisinha e sem esperar a minha resposta veio com aquele pau brilhante na direção da minha boca. Eu nunca tinha feito isso, mas como ele me fez gozar tão gostoso que achei que poderia atendê-lo.
Coloquei na boca ele mexia como estivesse me comendo e eu ainda mexendo nas bolas dele. Então ele parou de mexer e eu iniciei uma masturbação nele segurando o pau  mas a cabeça dentro da minha boca.
A minha língua mexia na pontinha. Não demorou muito ele explodiu dentro da minha boca. Segurei para não engolir tudo, mas parte desceu goela abaixo. As pernas dele tremiam e adorei o ver sentir esse prazer. Ele caiu cansado de lado na cama.
Peguei a minha calcinha caída no lado e cuspi nela restinho de porra da boca.
- Adorei querido.. Foi maravilhoso e beijei-o demoradamente.
Passado um tempo para recuperar as forças levantamos nos arrumamos.
Ele disse:
- Eu sabia que um dia isso iria acontecer, mas eu não armei nada para acontecer hoje viu.
- Hahahaa. Respondi! Vou fingir que acredito você planejou tudo e muito bem.
- Vamos sair porque daqui a pouco pode chegar à turma. O cinema acha que perdemos.
- Vamos respondi.. Mas amanha domingo vamos ter uma planejada?
- claro.. Amanhã terá uma repetição.

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*MINHA CUNHADA -

0608090590
autor desconhecido 

Mesmo no sábado eu gosto de acordar cedo. Talvez para ter mais tempo de nãofazer nada... Normalmente, depois do café, a Landa vai ao supermercado fazer compras,
enquanto eu me estico no sofá e leio o jornal.
– Amor, já vou. Você olha a Déa de vez em quando? Ela só deve acordar daqui a uma hora, mas não é bom facilitar. Faz isso pra mim?
"Hehe (riso sinistro), a raposa vai tomar conta do galinheiro"... – Claro, vai tranqüila.
– Ta bem. Ah, não esquece da tua promessa. Só toma conta dela, não precisa pôr a mão...
– Bobinha, eu já tenho a minha mulher gostosa...
Beijei sua boca, com cuidado de não encostar nela. Não queria que ela percebesse que estava de pau duro...

Mal ouvi o barulho do carro saindo da garagem, fui em direção à suíte. Nunca eu iria imaginar que minha mulher me deixaria sozinho com a irmã dela... não tive tempo de planejar nada e nem sabia o que iria fazer com a princesinha adormecida... antes de mais nada, ver seus seios, chupá-los... a boceta também... eu ainda não tinha visto direito... botar o pau em sua boca... talvez até gozar... não, ela podia engasgar... na hora de gozar, o melhor
seria encostar o pau no cuzinho dela... ou entre suas coxas carnudas...

Quando entrei no quarto, minha fantasia desabou. A cama dela estava vazia e a porta do banheiro, fechada. Bem, se tem de ser assim...

Bati na porta e abri, sem esperar resposta. Ela estava de pé, enrolada na toalha de banho.

– Oi, Déa, desculpe entrar assim, mas fiquei assustado. A Landa falou... você sabe... eu fiquei preocupado...

– Com outra tentativa? hahaha... nem pensa nisso, Gabriel. Estou muito bem, pode crer. Cadê minha irmã? quase você me pega pelada... "Foi um atraso imperdoável...", pensei.

– Ela deve chegar daqui a pouco, foi fazer umas comprinhas. Veste alguma coisa que eu vou preparar um café pra você.

Em poucos minutos, estávamos sentados à mesa na copa. Acho que ela não estava contando vantagem quando disse que estava bem. Ainda tinha olheiras,
mas quase imperceptíveis. E já olhava de frente para mim, já esboçava
um sorriso... era hora de começar a conversar...

– Déa, desculpe mesmo a entrada no banheiro. É que a Landa disse que você ia dormir até umas dez horas... e ainda são nove... eu pensei que talvez você tivesse se sentido mal...

– Não esquenta com isso... na verdade, sabe o que acontece? é que eu costumo acordar nessa hora mesmo, todos os dias. Mas aí fico pensando "pra que é que
eu vou sair da cama? minha irmã está ocupada com o serviço da casa e
meu cunhado já foi trabalhar..." aí acabo morcegando mais um pouco... por isso é que a Landa pensa que eu durmo até as dez...

– Ah, entendi... é que ela falou que esse remédio que você toma derruba até um elefante...

– É verdade mesmo... sabe, eu estava até esperando uma oportunidade pra falar com vocês sobre isso... eu fico muito constrangida de estar atrapalhando a vida íntima de vocês dois... bem, eu queria dizer... não quero que vocês se preocupem com a minha presença no quarto... você entende,
não?
Eu entendi perfeitamente, mas resolvi brincar de gato e rato com ela. No mínimo, isso nos aproximaria mais.

– Não estou entendendo muito bem. Explica melhor.
– Eu fico encabulada, Gabriel. Posso te chamar de Gabi também?
Onde é que eu ia arrumar coragem para dizer  pra esse tesão de mulher que odeio o apelido?

– Claro que pode. Mas não há porque ficar inibida... nós somos adultos... com que idade você está?

– Trinta e oito. E você?

– Dez anos a mais... Mas fala logo, você está me enrolando...

– Não estou não... o que eu quero dizer é que eu durmo muito pesado mesmo... então, se vocês quiserem transar, não se preocupem comigo... é como se eu não estivesse no quarto... podem até gritar que eu não estou nem aí pra
isso... durmo como uma pedra...

Fiquei quieto alguns segundos procurando a melhor resposta. Ela me olhava ansiosa e eu estava gostando de deixá-la assim. Meu pau começou a enrijecer dentro da bermuda.

– Bem, pra te falar a verdade... a gente transa, sabe... todas as noites... a Landa me disse isso... que você não ia nem perceber nada... então, logo que você dorme, a gente tira a roupa e... já sabe...

– Puxa, que alívio... isso estava me incomodando... mas Gabi... todas as noites??? olha, me desculpa se estou sendo indiscreta, mas a Landa uma vez comentou comigo que a coisa entre vocês era bem rala...

– E era mesmo. Mas mudou depois que você veio para cá... – Agora quem não está entendendo nada sou eu...

– Olha, eu acho melhor deixar pra Landa conversar com você... eu até podia te contar, mas tenho medo que você fique furiosa comigo...

– Juro que não fico... pode contar... com todas as letras... por favor, Gabi, é a primeira vez em muito tempo que tenho oportunidade de conversar assim com alguém... que não é médico, apenas amigo... você é meu amigo, não
é?

– Claro que sou... "E quero ser mais que isso, sua gostosinha...". Por mais que me esforçasse, não conseguia desviar por muito tempo os olhos das suas coxas. Ela usava apenas um minúsculo short e uma camisa tipo social, amarrada bem acima do umbigo. Dava para perceber que não usava sutiã, pois a cada movimento, seus pequenos seios balançavam.

– Então conta.

– Está bem, eu conto. Mas depois não reclama...

E comecei a despejar tudo que tinha acontecido nos últimos dias. Falei do tesão que a presença dela no quarto tinha me despertado, de como ela fez renascer meu apetite sexual... disse também que sua irmã tinha percebido tudo e também se deixou contagiar... que nós estávamos trepando como loucos, graças ao fato de ela estar no nosso quarto...

– Puxa, Gabi... que legal... adorei... pelo menos pra isso eu servi... conta mais... conta...

Ela estava visivelmente excitada e eu concluí que isso só podia levar a alguma coisa boa... então contei o resto... como a Landa deixou que eu visse o seu corpo, como ela tirou sua calcinha...

– Então você me viu nua...

– Não toda... só a bunda... as coxas... você tem um corpo lindo...

– Obrigada... e a Landa não ficou com ciúmes?

– Claro que não, ela sabe que só olhar não tira pedaço... e eu não toquei em você... nem uma vez... você está zangada?

– Um pouquinho... afinal, eu estou sendo um objeto do desejo de vocês... um brinquedinho... mas sabe? no fundo eu estou gostando de ser parte da satisfação de vocês... estou feliz com isso...

– Déa, você não comenta nada com a Landa, está bem? eu acho que ela ia ficar muito encabulada.

– Tudo bem, mas eu quero uma coisa, eu quero ver vocês transando... você
deixa?
– De jeito nenhum, meu bem. Isso pode até te fazer mal. Você não pode interromper os remédios. Deixa você ficar melhor, aí a gente vê... de qualquer modo, tem muito tempo pela frente... você ainda vai dormir muitas
noites no nosso quarto...

Ela baixou os olhos, meio encabulada.

– Desculpa, eu não devia ter pedido... não quero me meter na intimidade de vocês... mas é que eu...

– Sente tesão não é?

– Por favor, Gabi... não me encabula...

A porta da frente estava se abrindo. Em poucos segundos, Landa estaria conosco.

– Tua irmã chegou. Eu ainda não vi teus peitinhos. Mostra pra mim... depressa...

Ela deu um sorriso matreiro, abriu a blusa e saiu correndo para o banheiro social.

Estava mesmo sem sutiã...

–––––––––––

À noite, antes de terminar o noticiário da tv, Déa foi para o quarto. – Gente, eu estou morta de sono, vocês vão me desculpar...

Em menos de dez minutos, nós dois também estávamos nus na cama. Landa foi logo abocanhando meu pau e eu toquei de leve no ombro dela. – Não se esqueceu de nada?

E apontei para a Déa. Landa se levantou, tirou sua calcinha e já ia voltar para a cama quando eu falei.

– Vai ser no cu de novo, minha putinha?

– Ah, não... por favor... come a minha boceta...

– Tudo bem... é que a tua irmã está de bunda pra cá... eu pensei que era isso que estava querendo... então vira ela, me mostra a bocetinha dela... isso... agora solta a alça da camisola dela. Eu quero ver esses peitinhos. Isso... agora vem pra cá, cadelinha... vamos foder...

Montei nela e começamos a rolar pela cama. Landa me agarrava, me mordia, gemia, urrava... eu sabia que a estava deixando louca de tesão e tinha consciência que a responsável por eu estar assim tão gostoso era a visão da nudez da irmã dela, cada vez mais perto do meu rosto. Sim, porque sem que a minha mulher sentisse, nós estávamos rodando nossos corpos pela cama, de
modo que a uma certa altura a boceta da minha cunhadinha estava ao
alcance da minha mão. Era só esticar o braço, mas a Landa percebeu.

– Ta vendo a minha maninha bem de perto não é, seu sacana... pode olhar pra queca dela, mas vai foder é a minha... meu garanhão gostoso... mete tudo, meu amor... me fode... aiaiai... eu não consigo parar de gozar... que
gostoso...

Quando acabamos de gozar, ela não me deixou sair de cima. Nem de dentro.
Ficamos assim abraçados, esperando aquela calma chegar para embalar o
nosso sono. Mas não foi isso que aconteceu. As mãos da minha mulher nos meus
cabelos, seu hálito perfumado, a visão da bocetinha gorda da irmã dela... meu pau continuava duro, pedindo mais...

– Mmmmm... que gostoso... meu macho pirocudo... vai dar mais leite pra minha quequinha... isso, meu amor... mexe mesmo... meu gostoso... aiiii eu não parei de gozar... você me mataaaaa...

Nem eu acreditava... todo mundo diz "eu dei duas, eu dei três sem tirar"... pra mim isso era lenda, eu achava que era impossível... e estava acontecendo comigo, pela primeira vez, quase aos cinqüenta anos de idade... que
loucura...

Céus, como eu queria que a Déa estivesse nos olhando... um garanhão de verdade, fodendo a irmã dela... acorda, Déinha, já tem um macho novo pra você... olha só como a tua irmã goza... vem gozar também...

E gozamos de novo. No meu delírio, minha cunhada nos observava, com uma das mãos alisando minhas costas e a outra entre as próprias coxas, se masturbando furiosamente. Como ia ser bom...

Mas a mão nas minhas costas era da minha mulher, mais uma vez me impedindo de sair de cima dela.

– Fica mais um pouco... – Agora vamos dormir.

– Amanhã é domingo, amor... fica mais... tua piroca é tão gostosa... – Landa, não força a barra... não dá mais... – Não faz mal... só ficar assim já está bom... de pau mole mesmo, não tem problema... você ainda está olhando pra bocetinha da Déa... ela é gostosa não é?

– É, você sabe muito bem.

– Poe a mão nela.

Será que ouvi direito?

– Que foi que você falou?

– Isso mesmo que você ouviu. Toca na boceta da Déa. É só esticar o braço... vamos, meu amor... só não sai de cima de mim... pode mexer nela...

Não esperei que ela repetisse. Minha mão tocou a parte interna das coxas da minha cunhadinha e foi subindo, até chegar à entrada da vagina. Apesar de suas coxas estarem quase juntas, consegui penetrá-la com o dedo, graças à umidade intensa em sua vulva.

Ei, peraí... mulher dopada fica molhada assim?

Calma, Gabriel, ela pode estar sonhando. Afinal, depois daquele papo na copa... ela ficou bastante excitada, lembra?

Pode ser que ela esteja apagada... mas vai ter que provar... Tirei o dedo da xotinha e encostei no nariz da Landa. Depois, nos lábios.
Ela passou a língua e deu um sorriso malicioso, entendendo também a
minha dúvida. Minha mulher não é a mais esperta do mundo, mas quando se trata de
sacanagem... Fiz um sinal para ela e fui me levantando.

– Landinha meu amor, deixa eu levantar. Eu tenho que chupar a bocetinha dela.

– Ta bem, pode ir. Afinal ela está dormindo mesmo... nem vai saber...

Fui para o pé da cama de solteiro e abri as coxas da Déa. Comecei a lamber seus joelhos e fui subindo. Quando cheguei na xota, ela estava completamente
encharcada. Landa, que acompanhava atentamente, espremia os
próprios seios e gemia de tesão. Segurou meu pau, que já estava duro novamente.

Empurrei-a e disse.

– Depois eu te dou pica. Agora vamos tratar dessa putinha. Chupa os peitinhos dela.

Enquanto minha mulher fazia o que eu mandei, coloquei o grelo da Déa na boca e lambi, chupei, suguei... a mão de Landa pressionava minha cabeça de encontro à boceta da irmã, quase me sufocando.

– Tá gostando da bocetinha da mana? depois eu vou querer também... há tanto tempo eu não sinto essa língua no meu grelinho... faz ela gozar dormindo, meu amor... você quer meter nela?

Assim era demais... foder a garota... demais, demais...

Eu nem disse nada, apenas parei de chupá-la e me posicionei para a foda. Foi o quanto bastou para tudo explodir. Sem mais nem menos, a Déa abriu os olhos
e gritou.

– Porque parou? Gabi, continua a me chupar, tava tão bom... chupa, Gabi... Landa, manda ele chupar... por caridade, eu estava quase gozando... manda
ele me chupar...

Nós estávamos estupefatos. Eu olhava para Landa e ela para mim, com cara de idiotas. A putinha tinha nos enganado. Landa não pensou mais tempo.

Montou na barriga dela e começou a esbofeteá-la.

– Puta! cadela! estava passando a gente pra trás, sua vagabunda! fingindo que estava dormindo... para sua irmã! toma, safada, você vai aprender a não me sacanear...

Era um tapa atrás do outro. Fiquei com medo dela machucar de verdade a irmã e segurei suas mãos.

– Chega, Landa, pára um pouco.

– Deixa eu bater, Gabi. Essa vagabunda merece.

Déa chorava como uma criança sendo castigada. A situação podia ser dramática, mas meu tesão aumentava a cada segundo. Depois de ver minha mulher mamar nos peitinhos da irmã e em seguida espancá-la... a cunhadinha chorando e pedindo clemência... dava vontade de parar tudo e usar as duas mulheres... foder as duas...

– Déinha, eu não vou deixar ela te bater, mas quero que você pare de chorar e me fale uma coisa: ha quanto tempo você finge que está dormindo?

– Foi só hoje, Gabi, eu juro. Juro pra você também, Landa... eu sou tua irmã, não me maltrata... tem pena de mim... Gabi, depois daquela nossa conversa de hoje de manhã eu fiquei louca de tesão. Tentei me masturbar mas
não consegui gozar. Pelo contrário, fiquei pior ainda. Então resolvi não tomar os remédios para dormir. Foi só isso, acredita em mim...

– E você agüentou ficar de olhos fechados, só ouvindo a gente?

– Não, pelo som de vocês dava pra perceber quando vocês estavam virados para o outro lado, aí eu aproveitava para olhar. Eu cheguei até a me tocar e
vocês não perceberam... só não consegui evitar ficar molhada... foi muito tesão ver como vocês trepam legal... como gozam...vocês são demais...

Landa também tinha lágrimas nos olhos e eu soltei suas mãos. Aos poucos, ela se curvou sobre o rosto da irmã e começou a beijá-la, na testa, no rosto...
até que Déa escancarou a boca e pôs a língua para fora. Num instante, as duas estavam se chupando e se esfregando como se fosse um casal.

Então, minha mulher se levantou lentamente e me empurrou na direção da irmã. – Vai, amor, fode ela. Fode muito, ela está precisando...

–––––––-

Isto aconteceu há seis anos.

No dia seguinte, minha mulher saiu cedo e comprou uma cama que ocupa quase todo o quarto.

A Déa jogou fora todos os seus remédios e agora suas únicas crises são de tesão.

E eu? até agora não consigo entender como é que um cara da minha idade e com o meu passado fica de pau duro só de ouvir a voz de uma das minhas mulheres.
Desde então, somos um "casal de três", que sacia sua volúpia a cada dia.

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