quinta-feira, 31 de março de 2011

ÔNIBUS-LEITO*

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*By Daniel*
Meu nome é Eduardo. Tenho dezessete anos e moro em Curitiba com meus pais.
Quero dizer, não moro o tempo todo, pois desde o começo do ano sou calouro
da USP, em Sampa. Então, durante as aulas, eu fico numa república com mais
três caras e só vou pra casa a cada duas semanas.
O que eu vou contar aconteceu na semana passada, no ônibus-leito São
Paulo-Curitiba. Meu companheiro do lado era uma garota, devia ter uns vinte
e poucos anos. Um rostinho lindo, quando eu sentei ela abriu o maior sorriso
pra mim. Só tinha um problema: ela era meio gorduchinha. O braço da poltrona
que divide os assentos estava levantado. Não que ela estivesse ocupando o
meu espaço, mas estava no limite.
Peguei uma manta e um travesseiro no porta-bagagem e sentei. Olhei para o
lado, ela continuava sorrindo para mim.
– Estás com frio?
– Agora não, mas esfria bastante na viagem, você vai ver. Você é portuguesa?
– Moçambicana. Estou de férias e juntei minhas economias para viajar pelo
Brasil. Sempre quis conhecer a vossa terra. Meu nome é Alexandra, e tu como
te chamas?
E ficamos alguns minutos trocando abobrinhas. Ela tinha um sotaque muito
carregado e algumas das coisas que falava não estavam no meu vocabulário. O
chato é que à medida que ela ficava mais à vontade, ia se esparramando no
assento e seu braço já estava colado no meu. Ela era muito bonita, mas eu
não estava afim de dormir espremido.
Enfim o ônibus saiu, as luzes se apagaram e eu joguei o encosto todo para
trás e me cobri com a manta. Ela fez o mesmo mas não se cobriu. As luzes da
cidade permitiam que eu desse uma olhada mais detalhada na garota. Ela usava
uma um vestido desses de abotoar na frente de cima a baixo e bastante curto.
Os seios eram fartos e suas coxas bem feitas se apertavam uma com a outra.
Eu pretendia dormir, mas estava difícil tirar os olhos daquelas coxas
roliças. Enfiei a mão dentro do moleton e encontrei o peru já meio rígido.
Eu nunca viajo de cueca, é uma peça que só atrapalha. Normalmente, logo que
o ônibus sai da rodoviária, eu fico brincando com o pau e quando sinto que a
hora está chegando, vou ao banheiro e mato o tesão numa punheta. Depois, é
um sono só até o fim da viagem.
E foi assim dessa vez, também, só que mais rápido. Comecei a fantasiar com a
menina, nós numa cama, ela de pernas arreganhadas e me convidando a mamar
nos seu peitões... depois encaixar o pau entre eles, ela chupando a cabeça
da minha piroca enquanto espremia o cacete entre as tetas gostosas... quando
eu me imaginei dizendo "abre as pernas meu amor", joguei a manta para o alto
e saí correndo.
Por sorte, o banheiro estava livre e eu escapei de emporcalhar o moleton.
Foi a melhor bronha rodoviária da minha vida, graças àquela gorduchinha.
"Tomara que ela continue grudada em mim. Quem sabe..."
Quando voltei, ela já estava coberta e dormindo. Fiquei meio frustrado e
resolvi dormir também. Já estávamos na estrada, eu acendi a luz de leitura,
deitei virado para ela e fiquei olhando. Ela dormia serena e cada vez mais
eu a achava bonita. Mesmo aquela gordurinha, eu comecei a observar, estava
muito bem distribuída. Pena que ela estava enrolada na manta... não dava pra
ver mais nada.
De repente eu percebi que estava com as mãos dentro da calça, dando corda no
pau duro. Encostei nela e dei uma sopradinha no seu ouvido, mas ela nem se
mexeu. Tentei baixar a manta, mas estava presa por baixo do seu corpo. Então
resolvi que o melhor era dormir também. Duas punhetas em meia hora não era
uma boa. Vamos ver se ela acorda no meio da noite...
E não deu outra. Lá pelas tantas, senti uma mão fria no meu rosto e a voz
dela:
– Eduardo, desculpa... eu preciso falar com você. Acorda, Eduardo...
Abri os olhos e ela começou a gaguejar um pedido de desculpas por me
acordar.
– Tem nada não. Que foi?
– Eu estou morta de frio e não tenho nenhum agasalho aqui. Será que dá para
pedir outra manta ao motorista?
O ônibus não estava lotado. Era só pegar no porta-bagagem, não precisava
pedir nada a ninguém. Resolvia o problema dela, mas não era uma boa solução
para mim.
– Olha, vamos fazer uma coisa. Nós pegamos as mantas e esticamos em cima de
nós. Aí ficam dois agasalhos mais o calor dos nossos corpos. Que é que você
acha?
– Vais me abraçar?
– Creio que é bom pra te aquecer. Algum mal?
– Acho que não. Sente as minhas mãos, como estão frias.
Enquanto ela falava, se desvencilhava da manta e eu fazia o mesmo. Depois
que acabei de cobrir os nossos corpos, peguei suas mãos. Estavam geladas
mesmo. Levantei a blusa e coloquei-as sobre meu peito. Ela esfregou com mais
força do que seria de se esperar, mas eu atribuí esse entusiasmo ao frio que
ela sentia.
– Assim está bom. Tens um peito bem cabeludo para a idade. Ah, desculpa, não
te aborreças comigo. Eu quis dizer que já és um homem feito. Está tão
gostoso... estou a te incomodar com as mãos?
Eu queria dizer que ela estava é me deixando maluco de tesão mas não sabia
como falar. Mas era minha noite de sorte, ela resolveu por mim.
– Está tão gostoso, tão quentinho... é o lugar mais quente do teu corpo,
pois não?
– Não, tem mais calor aqui.
Peguei a mãos dela e coloquei entre as minhas coxas, quase no alto. Ela não
se encabulou. Continuou me alisando da mesma maneira que estava fazendo no
peito. Tive medo de gozar naquele momento mesmo.
– É mesmo, tens razão. E quanto mais para cima, mais quente... iiiiii... vê
só... ai, que rico...
Uma das mãos dela tinha escapado e estava segurando meu pau, por cima do
tecido da calça. Deu um risinho.
– Bem que eu disse. Mais para cima, mais, quente... estou a te incomodar?
– Nnnnnnnão!!! tá bom... tá ótimo mesmo... não pára não... deixa eu baixar a
calça... é... fica mais quentinho...
Ela riu como quem diz "a quem pensas que enganas?". Mas continuou a farsa.
Eu me levantei ligeiramente e ela arriou o moleton até os meus joelhos.
– Ai, que lindo... mesmo sem ver, eu sei que é lindo... com as mãos dá para
sentir como ele é... tão grande, tão grosso... e tão quente... sabes? meu
frio acabou... vê só...
Pegou minha mão e a colocou sobre o seu seio nu. A sacana tinha aberto o
vestido sem que eu percebesse. Eu não precisava de iluminação para saber que
estava segurando um tesouro. Minha mão é grande mas não conseguia cobrir
aquele monumento. Eu tinha dúvidas se conseguiria me segurar. Devia ter
tocado aquela segunda punheta... ajudava a descarregar um pouco...
E é o que ela estava fazendo agora. Sua mão subia e descia num ritmo
delicioso. Eu sentia o polegar acariciando o alto da cabeça, me fazendo
perder o controle.
– Pára um pouquinho, amor, eu não posso gozar aqui. Vou sujar tudo...
– Não vai não. Deixa com a tua Xaninha...
Xaninha? isso mesmo. Depois ela explicou que era o seu apelido, lá na terra
dela.
Ela se ajeitou na poltrona e baixou a cabeça, engolindo meu pau. Céus, que
loucura! Mordi os lábios para não gritar. Se me deixasse levar, acordava o
ônibus inteiro... ela era demais, eu nunca senti nada parecido. Já ganhei
boquetes de algumas namoradinhas, mas agora estava com uma professora. A
língua dela lambendo a cabeça do meu pau era mais rápida do que a de uma
cobra.
Ao mesmo tempo que tentava pensar em outras coisas para prolongar a chupeta,
eu avançava com a mão em seus seios, com a outra mão segurava sua cabeça
numa tentativa inútil de ditar o ritmo.
Até que ele veio. Enquanto eu explodia em sua boca, ela sugava meu leite
como um neném faminto. E sua língua continuava trabalhando, como se
estivesse procurando provocar um segundo orgasmo. As mãos apertavam
levemente meu saco, tentando ajudar a empurrar o esperma para fora...
Até que ela levantou a cabeça.
– Pronto, não precisas nem ir ao WC. Está mais limpinho do que após o banho.
Que tal? Gostaste?
– Puxa... que pergunta... não deu pra sentir? me derreti todo... minha
cachopa gostosa... ah... em Moçambique também se diz cachopa?
Ela ignorou a pergunta.
– Oh meu lindinho, tu é que me derretes, com esse músculo enorme... olha só
como estou... agora quero que faças em mim... com o dedinho...
– Tira a calcinha.
– Estou sem ela desde que foste ao WC.
Eu estava me perguntando quem seduziu quem. Naquele jogo de xadrez ela
estava sempre dez lances à minha frente. Mas isso era o que menos importava.
Ela estava deitada de barriga para cima, o vestido desabotoado de alto a
baixo. Em resumo: estava nua no ônibus escuro!
Debrucei-me sobre ela e comecei a chupar seus seios lindos. Ela tremia e
soltava gemidos abafados. Estiquei a mão e encontrei sua xota encharcada de
tesão. De siririca eu entendo. Nunca encontrei uma namorada que não ficasse
doidinha com o meu dedo esperto. O grelinho duro recebeu uma massagem da
qual não vai esquecer nunca, eu tenho certeza. Ela rebolava alucinada e eu a
vi levar a mão à boca tentando manter os gemidos dentro dos limites da nossa
poltrona. Baixinho, ela dizia:
– Morde os biquinhos, meu lindo. Ai que coisa mais doida... enfia os
dedinhos... estou bem aberta para ti... enfia, lindinho gostoso...
Seus quadris se levantavam pedindo mais que uns simples dedos, mas eu achei
que seria muita audácia tentar comê-la ali mesmo. As luzes podiam se acender
de repente... alguém acordar e resolver ir ao banheiro... além do mais, ia
ser muito desajeitado a gente se encaixar naquele espaço. Ela ia se
satisfazer assim mesmo, se quisesse gozar.
Finalmente ela gozou. Não com aquele entusiasmo que eu esperava, mas pus a
culpa na conjuntura, que a obrigava a ser comedida em suas reações. Depois,
pegou a mão que a masturbava e lambeu os dedos molhados do seu próprio gozo.
Agarrou minha cabeça e enfiou a língua na minha boca, chupando com avidez.
Eu estava doido de tesão novamente.
Nesse momento, o ônibus fez a segunda parada. Saltamos para comer alguma
coisa e a primeira coisa que vi foi um motelzinho de beira de estrada.
– Vamos? de manhã a gente pega outro ônibus.
– Eu adorava, meu lindo, mas tenho hora marcada em Curitiba. Vou ficar lá
alguns dias, ainda vais me ver bastante.
– Puxa... olha só como eu estou... você é demais...
Ela sorriu com ternura.
– Vamos comer alguma coisa. Estou com fome... no ônibus tu me serves a
sobremesa... essa banana enorme... a engulo de uma vez só...
E assim foi. No último percurso, ela ainda se serviu de duas bananas com
bastante leite. Mal acabei de gozar a primeira vez e já queria mais...
Já na Rodoviária encontrei meus pais e Alexandra tomou seu caminho. Mas
fiquei com o telefone do hotel dela.
Acabei de fazer a barba e agora estou de saída para encontrar a minha
cachopa, meu amor que vai ser eterno até o fim da semana...
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Daniel
e-mail: danidani71@gmail.com
msn: danidani71@hotmail.com

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