sexta-feira, 18 de março de 2011

DIVERSOS CONTOS

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A MEXICANA DO INTERCAMBIO

*By: tempestade *
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* Deixa me apresentar primeiro: sou paranaense, uma mistura de italianos com índios, pele clara mas não branca, olhos castanhos cabelos encaracolados,
não sou linda, mas recebo elogios de homens e mulheres por onde passo, porém sou na minha, com formação universitária procuro manter me neutra em várias situações pois onde vivo é pequeno e as pessoas adoram falar. Havia terminado um relacionamento de quase 4 anos, o fim de ano tinha sido aquela monotonia, pensava na ex todos os dias, mas sabia q não tinha volta, recebia algumas cantadas, mas ainda não estava preparada pra envolver-me novamente,
Um casal de amigos notando minha tristeza convidou-me pra jantar num restaurante bacana da cidade onde moram. Fui por educação, já que a tristeza era tanta, q já nem sentia mais fome, curtia a depre total. 
No restaurante pediram um vinho uma pizza, enquanto esperava o pedido aproveitei pra dar uma olhadinha em
volta, o ambiente era muito bom, um excelente restaurante, havia pessoas de todos os tipos, famílias, casais de namorados, há três mesas a minha frente
comecei reparar uma morena, de uns 30 anos tbm estava com um casal de meia idade conclui que deveriam ser seus pais, logo veio uma garotinha q
atracou-se em seu pescoço, conclui que era a filha, bem melhor não olhar muito, como diz uma amiga mulher casada tem cheiro de chumbo rsrs.
Meus olhos continuaram pelo restaurante, na mesa bem a minha frente, o q parecia uma família, mas eu só via a careca de um senhor q estava de costas e uma
senhora q estava sentada a sua frente mas um pouco ao lado, havia mais pessoas na mesa, inclusive a garota q fez meus olhos brilharem, ela estava bem a frente do senhor careca por isso não a tinha visto antes. Minha nossa ela era linda, falava e sorria sem parar, mas era difícil vê-la com aquela careca obstruindo minha visão, virei a cadeira um pouquinho q vista maravilhosa, bem ela chamou me a atenção não apenas por ser linda, mas por parecer-se muito com alguém que tinha namorado na adolescência.
Era só uma paquera estava lá com meus amigos e depois iria sair dali com eles. Mas fiquei lá admirando, o vinho que apesar do preço não era dos meus preferidos, gosto de tinto, aquele era seco acabou, meu amigo pediu outra garrafa.
Resolvi ir ao banheiro, meus dentes são juntinhos e preciso de fio dental a cada refeição, então levantei e dirigi-me ao banheiro passei o fio dental e fiquei lá uns segundos parada olhando para o espelho, tudo era
motivo pra lembrar de minha ex... acordei do transe com a porta abrindo, pelo espelho vi entrar a moça q paquerava lá fora, ela me deu um sorrisinho e me perguntou se o wc estava ocupado, no sotaque mais gostoso que já ouvira, respondi sim e continuei lá parada, não sabia se saia ou ficava, fiquei, a moça saiu do banheiro e encostou-se ao meu lado na pia. Então veio a coragem e perguntei-lhe se era daqui, ela disse me q não, era mexicana, fazia intercambio pelo Rotary, perguntei se estava gostando, ela disse q sim, muito as pessoas eram simpáticas os brasileiros eram muito acolhedores.
Me perguntou o que fazia, quando disse q era professora de historia a garota mostrou-me o sorriso mais lindo do mundo e pediu meu telefone, ditei o numero e dirigi-me a porta, antes de sair ela perguntou se poderia ligar. Eu disse claro q sim, confesso q não sai empolgada, meu pensamento ainda era minha ex, voltei a mesa acabamos o vinho e antes de sair dei um aceno pra
mexicana. Voltamos pra casa, meu amigo foi para o pc, a esposa para o quarto ler e eu fiquei na sala.
Já fui pra cama era bem tarde, antes de deitar fui olhar as horas, no cel duas chamadas não atendida, olhei o numero, não conhecia, já eram 3 da manha, melhor não ligar. No outro dia de manha fui pra aula, Curso pós graduaçao aos fins de semana, ao meio dia quando sai
resolvi ligar pra saber de quem era o numero. Aquela voz q conheci na noite anterior antendeu muito simpática:
_____ oi vc me ligou ontem, desculpe não estava com o cel, ela disse tudo bem, me desculpe tê-la incomodando. Bem marcamos um almoço, em menos de 15 minutos ela me pegava na porta da escola.
Fomos a um restaurante pertinho, conversamos sobre historia, sobre a formação do país, uma conversa agradável, falamos de política papo de gente
cabeça, eu adorei a guria,.ela me convidou pra ir a casa onde estava hospedada ver fotos. Bem não era nem duas da tarde, meu ônibus so saia as 6.
aceitei, qdo chegamos a casa estava vazia Andressa me tomou pela mão e me levou ao quarto,pegou um monte de fotos e começou a me mostrar, explicar cada uma, as vezes eu ria pq não entendia bem seu portunhol. Em certo momento ela ficou por sobre meu ombro me explicando as fotos, sua respiração ao meu ouvido e perfume suave estava me embriagando, mas permaneci com os olhos nas fotos, então uma das fotos Andressa aparecia abraçada com uma moça, perguntei ser era irmã ela disse não és minha novia.
Disse isso e passou as mãos em meu cabelo, puxando os fios q caia sobre os ombros para trás, arrepiei, dei um pulo, ela deu risada, pediu calma, disse q não ia me
violentar, ai eu que ri, eu sei não vai mesmo. Sentei novamente, e ela voltou a posição anterior, eu dei novamente uma esquivada, ela disse q estava tudo bem, comecei a perguntar de sua vida, ela me disse q era universitária no México, contou me das dificuldades do país, aproveitei e fiz lhe algumas perguntas sobre a política mexicana, então perguntei de que mais ela sentia saudades. Seus olhos perderam o brilho, disse me q sentia saudades da namorada, pois crescera com a avó q já morrera os pais eram separados e a namorada era tudo que tinha, disse q entendia. Andressa pediu que esperasse, foi a cozinha e voltou com um licor, me ofereceu, era bom, mas bebida doce sobe num instante, tomei duas doses e já comecei a rir a
toa. Andressa bebia muito mais rápido que eu foi chegando próximo, o hálito doce misturado ao perfume suave acabou de me embriagar. Começamos num beijo
suave, os lábios grossos da guria era macios como pêssego, suas mãos grandes tbm era macias, ficamos em pé num beijo gostoso, Andressa segurava minhas
mãos, mais uma vez mandou eu esperar, minha cabeça já estava rodando, não sabia se saia correndo ou me entregava aquela mexicana. Ela ligou o som, nem
lembro a musica, tomou me pelas mãos novamente e me convidou a bailar, eu estava sentada na ponta da cama, Andressa ajoelhou-se entre minhas pernas,
tocou meu rosto com carinho, tocou meus joelhos, desceu até meus pés e retirou meus tênis, levantou pegou me pelas mãos e disse vem bailar, comecei
a rir, perguntei se estava com medo de eu pisar-lhes os pés, ela riu gostoso, dizendo: nao tenho medo de vc fugir. Voltamos a dançar, nos perdemos na dança, em beijos hora apaixonados, ora suaves, Andressa foi
conduzindo me a cama, seu joelho entre minhas pernas, prendendo meu corpo embaixo do seu. Nos beijávamos enquanto uma despia a outra. Suas mãos eram carinhosas, exploravam meu corpo enquanto seus lábios mordiscavam meus lábios, suas mãos acariciavam maus seios, meus dedos exploravam seu corpo, alcancei sua gruta molhada, seu clitóris tornava-se maior ao contato com meus dedos, nossos corpos já se desejavam, fomos nos encaixando de maneira q nossos clitóris fizessem contato, gemíamos, mexíamos, foi o primeiro
orgasmo. Voltamos a nos beijar com mais sofreguidão, nos viramos e passamos a um 69 gostoso, enquanto eu mordiscava, lambia, chupava seu grelo Andressa
fazia o mesmo, seus lábios macios chupavam meu grelo, mordiscava meus grandes lábios, intensificávamos e diminuíamos o ritmo ao mesmo tempo o que
fez com que nosso gozo chegasse ao mesmo tempo, Andressa subiu até mim, abraçou-me, beijou-me com carinho, então virou de costas fiquei com o corpo
coladinho ao seu, ela segurava minha mão, fazendo carinho no meu braço q estava por cima de seu ombro. Eu fazia lhe carinho na nuca, beijava-lhe os
ombros, mordiscava sua orelha, Andressa começou a mexer, encaixando seu corpo ao meu, sua bunda massageava minha gruta, incitando-me, comecei a
mexer gostoso, meu grelo massageando seu bumbum, andressa conduziu minha mão até sua fenda, então enquanto esfregava sua bunda em meu grelo, massageava gostoso seu grelo, Andressa gemia baixinho intensifiquei o ritmo, Andressa gemia algo, e esfregava com força a bunda em meu grelo. Gozamos gostoso,
nossos corpos suados, tentei levantar, mas ela pediu q ficasse, continuei lá deitada enlaçada a ela, ouvindo sua respiração. Meus pensamentos vagavam peguei no sono. Rsrsrs perdi o ônibus e por poucos minutos não fomos pegas na cama pelos anfitriões de Andressa. Acho que arrumei uma namorada Mexicana, estamos juntas, vamos passar o Carnaval na Ilha do Mel perto de Curitiba, logo conto o que rolar por lá! *

*
APENAS DOIS CORPOS
autor desconhecido 

Dois corpos se entregaram a uma paixão ao cair da
noite...      Era assim que podia desccrever meu encontro com você. Tudo que menos podria imagianar é que nos encotrassemos novamente uma situção totalmente confusa e ao mesmo tempo excitante... Eram quase sete horas da noite eu estava chegando em casa da academia quando me deparei com você em
minha porta me esperando. Na hora perguntei assustadao que fazia ali? Sua resposta foi única vim por sua causa. Pedi que entrasse que me esperasse
que não iria demorar afinal tinha chegado aquele momento da academia. Como de costume você foi até o rádio e colocou a nossa música. Eu a ouvia do banheiro e pensava em tudo que ja havia acontecido ali ao som daquela música era mágico. Sai do banheiro me sequei coloquei uma roupa fresquinha pois o dia estava muito quente. Ao chegar na sala nossa música já havia
>acabado, você me veio com um cálice de vinho e muito provocante começou a me olhar. Sentou-se no sofá e  pediu que dançasse para ele aquela música. Imediatamente me veio na cabeça um striper.... A música tocava e eu rebolava dançava sensualmente
>para ele.E a cada novo movimento era uma peça de roupa que tirava a cada movimemento dele ela uma insinuação que eu fazia... Sentei-me na mesa
completamente nua, a música toca e eu me masturbava pra ele eu me tocava e ele no sofá só me olhava....   Eu colocava meu dedo dentro do cálice do vinho e o lambia, passando-o pelo meu corpo inteiro... E ele quase sem resistir mais me chamou pra junto dele. Eu apenas com um sapato de salto completamente nua totalmente excitada cheguei perto dele quando senti seu pau bem duro enconstar em minhas coxas. Aquela coisa quente latenjando em minhas coxas...   Segurei bem firme e me ajoelhei, como uma louca eu
chupava, eu lambia, eu mordia com uma vontade imensa de que ele gozasse em minha boca pra sentir novamente a sensação de que ele era meu... Ele não
resistiu , passou a mão do meu cabelo o puxou com força e fez com que engolisse todo seu pau de uma forma meio violenta, mas eu gostei do que ele fazia comigo. Depois de gozar feito um louco dentro de minha boca, ele me colocou de quatro e começou a me
penetrar eu não estava mais quentando de tanto tesão e de tanta vontade de sentir ele meter novamente em mim... Eu gritava: Me fode... Me fode... Vai me faz tua mulher novamente... Me mata de prazer.. Me mata.... E ele obedecia cada vez em que eu gritava ele metia mais forte ele fazia meu corpo tremer.... Teve uma hora que ele me virou de frente e começou a me
chupar e eu como uma louca brigava com ele o empurrava, mas ele me segurava e colocava o gelo com as mãos e ia lambendo devagarinho... Eu contiuava
gritando para ele parar , mas de nada adiatva.... E ele mais uma vez com força meteu tudinho dentro de mim... e eu gozei de uma vez só com a mistura
do gelo e seu pau quente dentro de mim.... Gozamos várias vezes juntos...  
E por algumas horas achei que era impossivel haver uma sensação melhor do que aquela...

*
AVENTURA COM UMA DELICIOSA JAPONESA

autor desconhecido

Tudo aconteceu após a festa de confraternização da empresa em que trabalho. Sou casado há sete anos com Silvana, uma mulher sensacional que me satisfaz completamente. Porém, no começo de 2001 uma nova e maravilhosa executiva foi contratada pela empresa e chamava a atenção de todos, por seu jeito despojado, sua imensa simpatia, disposição para o trabalho e, claro, por seus belos atributos físicos.

Kátia é uma nipo-brasileira de longos cabeludos escuros, rosto sacana e uma bunda redonda e arrebitada. Logo nos tornamos amigos e por vezes, ao final do trabalho, íamos a algum bar e ficávamos conversando sobre diversos assuntos, inclusive sobre nossas fantasias sexuais - dentre elas, meu tesão por asiáticas e seu desejo de transar com dois homens ao mesmo tempo. Com o tempo, percebi que Kátia apresentava pouca resistência ao álcool e ficava alegre com duas tulipas de chope.

No final do ano, próximo à data de confraternização da minha empresa, Silvana teve que ir a um congresso em Belém. Eu ia ficar sozinho por quase uma semana. "Temendo pelo pior", anunciei que não poderia comparecer à festa, porém Kátia insistiu para que eu fosse, pois queria se despedir dos amigos em grande estilo, já que seria transferida para outra filial. Fui. Kátia estava linda, com um vestido cavado nas costas que insinuava a curva de sua bunda. Ao ver-me no salão, ela correu em minha direção, dando-me um longo beijo. Após algum tempo e várias doses de álcool, ela pediu-me para ajuda-la na tarefa de arrumar seu escritório. Achei estranho, mas resolvi acompanha-la assim mesmo.

No elevador, mais beijos, desta vez com mais tesão: não tive como controlar meu pênis, que ficou imediatamente duro. Colada em meu corpo, ela percebeu meu estado e sorriu, dizendo-me que ela seria meu presente de amigo oculto. Não conseguia acreditar que Kátia estava a ponto de realizar minha fantasia de transar com uma "japonesa". O escritório era amplo, com uma longa mesa de reunião, poltronas e uma espreguiçadeira. Nem bem fechamos a porta do escritório, passamos a nos despir vorazmente e ela rapidamente encostou-me na parede, ajoelhou-se à minha frente, pegou meu membro e pôs-se a chupa-lo com volúpia. Ela abocanhava todo meu pênis e com maestria lambia toda a extensão de meu cacete: não agüentei e gozei em sua boca e ela, sedenta, engoliu todo meu esperma.

Mesmo com as pernas bambas, acabei de tirar suas roupas e pude ver seus lindos seios médios. Comecei a sugá-los como uma criança faminta. Sentei-a na mesa de reunião, mordisquei suas orelhas, nuca e fui descendo pelos seus seios, até que cheguei em sua xoxota incrivelmente cheirosa, de pêlos negros e bem aparados. Reclinei-a na mesa e após beijar a xoxota, passei a explorá-la com minha língua, lambendo seus lábios vaginais. Kátia gemia a cada toque de minha língua em seu grelinho rosado; aproveitei sua lubrificação, enfiei dois dedos em sua xoxota e comecei a massagear seu ponto G. Ela se contorcia e respirava de maneira cada vez mais ofegante e, antes que gozasse, virei-a de costas, coloquei-a de quatro e comecei a morder sua bunda e a chupar seu cuzinho delicioso.

Ainda ofegante e incrivelmente suada, ela me puxou até a espreguiçadeira, pôs-se de quatro e pediu para que a penetrasse com força. Comecei a introduzir lentamente meu cacete em sua xoxota, mas ela empurrou seu corpo para trás, me fazendo penetrá-la de uma única vez e fazendo-nos soltar longos gemidos. Fodi aquela buceta como talvez jamais tenha fodido nenhuma outra. Urrava como um louco chamando-a de minha puta e ela, percebendo que eu estava quase gozando, mudou de posição, mordeu meus lábios, deitou-se de costas na espreguiçadeira e colocou meu cacete novamente em sua buceta, fazendo-me fodê-la bem devagar, pois queria ver meu rosto enquanto eu comia aquele monumento de mulher, além de prolongar ainda mais meu gozo.

Ficamos assim um tempo e, novamente quando já quase não agüentava mais, virei-a de bruços, coloquei uma almofada sob seu corpo e penetrei sua xoxota por trás, violentamente, praticamente gozando em suas coxas e gritando muito alto.

Dormimos um pouco (eu ainda dentro dela) e acordamos com o barulho de batidas em sua porta. Kátia perguntou quem era e a pessoa se identificou: era Carlos, um amigo com quem conversara na festa. Ela então se levantou e caminhou até a porta, abriu-a (ainda nua) e puxou Carlos para dentro escritório conduzindo-o até a poltrona. Carlos apenas me observava imaginando o que acontecera antes de sua chegada. Neste momento, Kátia sentou-se na poltrona, abriu o zíper de Carlos e começou a chupa-lo. Sem dizer nada ela apenas o fez sentar-se na poltrona e encaixou o membro de Carlos em sua buceta. Após algum tempo cavalgando aquele cacete ela se virou, e sorrindo, disse-me que agora era o momento de eu foder seu cuzinho, pois queria ser duplamente penetrada. Kátia contraía seus músculos e massageava dois cacetes ao mesmo tempo. Eu e Carlos a fodíamos com vigor, chamando-a de vagabunda e Kátia gemia e pedia mais e mais e mais. Ela parecia estar alucinada quando Carlos gozou em sua buceta, enquanto que eu enchia seu cu com minha porra quente.

Após alguns minutos, Carlos levantou-se, vestiu-se e voltou para a festa enquanto eu e Kátia permanecemos em sua sala extremamente cansados. Quando o dia amanheceu, transamos mais uma vez e desde então nunca mais nos vimos. Confesso que sinto saudades dela, mas até hoje ainda me excito ao lembrar-me dos detalhes da maravilhosa transa que tive com minha fogosa japonesa...

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