quinta-feira, 31 de março de 2011

ÔNIBUS-LEITO*

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*By Daniel*
Meu nome é Eduardo. Tenho dezessete anos e moro em Curitiba com meus pais.
Quero dizer, não moro o tempo todo, pois desde o começo do ano sou calouro
da USP, em Sampa. Então, durante as aulas, eu fico numa república com mais
três caras e só vou pra casa a cada duas semanas.
O que eu vou contar aconteceu na semana passada, no ônibus-leito São
Paulo-Curitiba. Meu companheiro do lado era uma garota, devia ter uns vinte
e poucos anos. Um rostinho lindo, quando eu sentei ela abriu o maior sorriso
pra mim. Só tinha um problema: ela era meio gorduchinha. O braço da poltrona
que divide os assentos estava levantado. Não que ela estivesse ocupando o
meu espaço, mas estava no limite.
Peguei uma manta e um travesseiro no porta-bagagem e sentei. Olhei para o
lado, ela continuava sorrindo para mim.
– Estás com frio?
– Agora não, mas esfria bastante na viagem, você vai ver. Você é portuguesa?
– Moçambicana. Estou de férias e juntei minhas economias para viajar pelo
Brasil. Sempre quis conhecer a vossa terra. Meu nome é Alexandra, e tu como
te chamas?
E ficamos alguns minutos trocando abobrinhas. Ela tinha um sotaque muito
carregado e algumas das coisas que falava não estavam no meu vocabulário. O
chato é que à medida que ela ficava mais à vontade, ia se esparramando no
assento e seu braço já estava colado no meu. Ela era muito bonita, mas eu
não estava afim de dormir espremido.
Enfim o ônibus saiu, as luzes se apagaram e eu joguei o encosto todo para
trás e me cobri com a manta. Ela fez o mesmo mas não se cobriu. As luzes da
cidade permitiam que eu desse uma olhada mais detalhada na garota. Ela usava
uma um vestido desses de abotoar na frente de cima a baixo e bastante curto.
Os seios eram fartos e suas coxas bem feitas se apertavam uma com a outra.
Eu pretendia dormir, mas estava difícil tirar os olhos daquelas coxas
roliças. Enfiei a mão dentro do moleton e encontrei o peru já meio rígido.
Eu nunca viajo de cueca, é uma peça que só atrapalha. Normalmente, logo que
o ônibus sai da rodoviária, eu fico brincando com o pau e quando sinto que a
hora está chegando, vou ao banheiro e mato o tesão numa punheta. Depois, é
um sono só até o fim da viagem.
E foi assim dessa vez, também, só que mais rápido. Comecei a fantasiar com a
menina, nós numa cama, ela de pernas arreganhadas e me convidando a mamar
nos seu peitões... depois encaixar o pau entre eles, ela chupando a cabeça
da minha piroca enquanto espremia o cacete entre as tetas gostosas... quando
eu me imaginei dizendo "abre as pernas meu amor", joguei a manta para o alto
e saí correndo.
Por sorte, o banheiro estava livre e eu escapei de emporcalhar o moleton.
Foi a melhor bronha rodoviária da minha vida, graças àquela gorduchinha.
"Tomara que ela continue grudada em mim. Quem sabe..."
Quando voltei, ela já estava coberta e dormindo. Fiquei meio frustrado e
resolvi dormir também. Já estávamos na estrada, eu acendi a luz de leitura,
deitei virado para ela e fiquei olhando. Ela dormia serena e cada vez mais
eu a achava bonita. Mesmo aquela gordurinha, eu comecei a observar, estava
muito bem distribuída. Pena que ela estava enrolada na manta... não dava pra
ver mais nada.
De repente eu percebi que estava com as mãos dentro da calça, dando corda no
pau duro. Encostei nela e dei uma sopradinha no seu ouvido, mas ela nem se
mexeu. Tentei baixar a manta, mas estava presa por baixo do seu corpo. Então
resolvi que o melhor era dormir também. Duas punhetas em meia hora não era
uma boa. Vamos ver se ela acorda no meio da noite...
E não deu outra. Lá pelas tantas, senti uma mão fria no meu rosto e a voz
dela:
– Eduardo, desculpa... eu preciso falar com você. Acorda, Eduardo...
Abri os olhos e ela começou a gaguejar um pedido de desculpas por me
acordar.
– Tem nada não. Que foi?
– Eu estou morta de frio e não tenho nenhum agasalho aqui. Será que dá para
pedir outra manta ao motorista?
O ônibus não estava lotado. Era só pegar no porta-bagagem, não precisava
pedir nada a ninguém. Resolvia o problema dela, mas não era uma boa solução
para mim.
– Olha, vamos fazer uma coisa. Nós pegamos as mantas e esticamos em cima de
nós. Aí ficam dois agasalhos mais o calor dos nossos corpos. Que é que você
acha?
– Vais me abraçar?
– Creio que é bom pra te aquecer. Algum mal?
– Acho que não. Sente as minhas mãos, como estão frias.
Enquanto ela falava, se desvencilhava da manta e eu fazia o mesmo. Depois
que acabei de cobrir os nossos corpos, peguei suas mãos. Estavam geladas
mesmo. Levantei a blusa e coloquei-as sobre meu peito. Ela esfregou com mais
força do que seria de se esperar, mas eu atribuí esse entusiasmo ao frio que
ela sentia.
– Assim está bom. Tens um peito bem cabeludo para a idade. Ah, desculpa, não
te aborreças comigo. Eu quis dizer que já és um homem feito. Está tão
gostoso... estou a te incomodar com as mãos?
Eu queria dizer que ela estava é me deixando maluco de tesão mas não sabia
como falar. Mas era minha noite de sorte, ela resolveu por mim.
– Está tão gostoso, tão quentinho... é o lugar mais quente do teu corpo,
pois não?
– Não, tem mais calor aqui.
Peguei a mãos dela e coloquei entre as minhas coxas, quase no alto. Ela não
se encabulou. Continuou me alisando da mesma maneira que estava fazendo no
peito. Tive medo de gozar naquele momento mesmo.
– É mesmo, tens razão. E quanto mais para cima, mais quente... iiiiii... vê
só... ai, que rico...
Uma das mãos dela tinha escapado e estava segurando meu pau, por cima do
tecido da calça. Deu um risinho.
– Bem que eu disse. Mais para cima, mais, quente... estou a te incomodar?
– Nnnnnnnão!!! tá bom... tá ótimo mesmo... não pára não... deixa eu baixar a
calça... é... fica mais quentinho...
Ela riu como quem diz "a quem pensas que enganas?". Mas continuou a farsa.
Eu me levantei ligeiramente e ela arriou o moleton até os meus joelhos.
– Ai, que lindo... mesmo sem ver, eu sei que é lindo... com as mãos dá para
sentir como ele é... tão grande, tão grosso... e tão quente... sabes? meu
frio acabou... vê só...
Pegou minha mão e a colocou sobre o seu seio nu. A sacana tinha aberto o
vestido sem que eu percebesse. Eu não precisava de iluminação para saber que
estava segurando um tesouro. Minha mão é grande mas não conseguia cobrir
aquele monumento. Eu tinha dúvidas se conseguiria me segurar. Devia ter
tocado aquela segunda punheta... ajudava a descarregar um pouco...
E é o que ela estava fazendo agora. Sua mão subia e descia num ritmo
delicioso. Eu sentia o polegar acariciando o alto da cabeça, me fazendo
perder o controle.
– Pára um pouquinho, amor, eu não posso gozar aqui. Vou sujar tudo...
– Não vai não. Deixa com a tua Xaninha...
Xaninha? isso mesmo. Depois ela explicou que era o seu apelido, lá na terra
dela.
Ela se ajeitou na poltrona e baixou a cabeça, engolindo meu pau. Céus, que
loucura! Mordi os lábios para não gritar. Se me deixasse levar, acordava o
ônibus inteiro... ela era demais, eu nunca senti nada parecido. Já ganhei
boquetes de algumas namoradinhas, mas agora estava com uma professora. A
língua dela lambendo a cabeça do meu pau era mais rápida do que a de uma
cobra.
Ao mesmo tempo que tentava pensar em outras coisas para prolongar a chupeta,
eu avançava com a mão em seus seios, com a outra mão segurava sua cabeça
numa tentativa inútil de ditar o ritmo.
Até que ele veio. Enquanto eu explodia em sua boca, ela sugava meu leite
como um neném faminto. E sua língua continuava trabalhando, como se
estivesse procurando provocar um segundo orgasmo. As mãos apertavam
levemente meu saco, tentando ajudar a empurrar o esperma para fora...
Até que ela levantou a cabeça.
– Pronto, não precisas nem ir ao WC. Está mais limpinho do que após o banho.
Que tal? Gostaste?
– Puxa... que pergunta... não deu pra sentir? me derreti todo... minha
cachopa gostosa... ah... em Moçambique também se diz cachopa?
Ela ignorou a pergunta.
– Oh meu lindinho, tu é que me derretes, com esse músculo enorme... olha só
como estou... agora quero que faças em mim... com o dedinho...
– Tira a calcinha.
– Estou sem ela desde que foste ao WC.
Eu estava me perguntando quem seduziu quem. Naquele jogo de xadrez ela
estava sempre dez lances à minha frente. Mas isso era o que menos importava.
Ela estava deitada de barriga para cima, o vestido desabotoado de alto a
baixo. Em resumo: estava nua no ônibus escuro!
Debrucei-me sobre ela e comecei a chupar seus seios lindos. Ela tremia e
soltava gemidos abafados. Estiquei a mão e encontrei sua xota encharcada de
tesão. De siririca eu entendo. Nunca encontrei uma namorada que não ficasse
doidinha com o meu dedo esperto. O grelinho duro recebeu uma massagem da
qual não vai esquecer nunca, eu tenho certeza. Ela rebolava alucinada e eu a
vi levar a mão à boca tentando manter os gemidos dentro dos limites da nossa
poltrona. Baixinho, ela dizia:
– Morde os biquinhos, meu lindo. Ai que coisa mais doida... enfia os
dedinhos... estou bem aberta para ti... enfia, lindinho gostoso...
Seus quadris se levantavam pedindo mais que uns simples dedos, mas eu achei
que seria muita audácia tentar comê-la ali mesmo. As luzes podiam se acender
de repente... alguém acordar e resolver ir ao banheiro... além do mais, ia
ser muito desajeitado a gente se encaixar naquele espaço. Ela ia se
satisfazer assim mesmo, se quisesse gozar.
Finalmente ela gozou. Não com aquele entusiasmo que eu esperava, mas pus a
culpa na conjuntura, que a obrigava a ser comedida em suas reações. Depois,
pegou a mão que a masturbava e lambeu os dedos molhados do seu próprio gozo.
Agarrou minha cabeça e enfiou a língua na minha boca, chupando com avidez.
Eu estava doido de tesão novamente.
Nesse momento, o ônibus fez a segunda parada. Saltamos para comer alguma
coisa e a primeira coisa que vi foi um motelzinho de beira de estrada.
– Vamos? de manhã a gente pega outro ônibus.
– Eu adorava, meu lindo, mas tenho hora marcada em Curitiba. Vou ficar lá
alguns dias, ainda vais me ver bastante.
– Puxa... olha só como eu estou... você é demais...
Ela sorriu com ternura.
– Vamos comer alguma coisa. Estou com fome... no ônibus tu me serves a
sobremesa... essa banana enorme... a engulo de uma vez só...
E assim foi. No último percurso, ela ainda se serviu de duas bananas com
bastante leite. Mal acabei de gozar a primeira vez e já queria mais...
Já na Rodoviária encontrei meus pais e Alexandra tomou seu caminho. Mas
fiquei com o telefone do hotel dela.
Acabei de fazer a barba e agora estou de saída para encontrar a minha
cachopa, meu amor que vai ser eterno até o fim da semana...
--
Daniel
e-mail: danidani71@gmail.com
msn: danidani71@hotmail.com

SEDUÇÃO SEM DIALOGO
autor desconhecido

Meu nome é Márcio, tenho 25 anos, sou solteiro, acho que sou um rapaz muito simpático, digo isto pela grande quantidade de amigos que tenho, sou suspeito para dizer se sou bonito, mas não tenho recebido reclamações. Como sou assíduo leitor de sites de contos eróticos resolvi contar um caso que acontece comigo já há algum tempo, pode ser um caso para muitos, comum, mas eu considero uma situação muito excitante vocês verão porque. Há pouco tempo vim morar com uma tia, no Rio de Janeiro, a família é composta pelo casal e uma filha de 16 anos, o marido da minha tia trabalha na Marinha Mercante, po rtanto passa a maior parte do tempo viajando, seu nome é Julio minha tia se chama Selma e sua filha Michele. Ainda não estou bem ambientado a grande cidade, portanto não tenho muitas amizades ainda, quando não estou trabalhando, fico em casa lendo ou vendo tv. A casa é grande, tem dois pisos, o meu quarto é embaixo e fica ao lado da sala, os outros quartos ficam no andar de cima, o caso que vou contar vem acontecendo justamente nessas duas peças, sala e meu quarto. Começou numa Quarta feira, era feriado e sai cedo após o café para comprar um jornal, demorei um pouco pois fiquei conversando sobre futebol com o dono do barzinho, quando voltei para casa por volta das 09;00hs, minha prima estava na sala estudando com uma colega, uma garota acho que da mesma idade dela, porem muito bonita. Quando entrei, notei que a garota que chama Raquel estava sentada bem à vontade, pude ver bem suas coxas muito lindas, e também sua calcinha azul clara, pensei que por estarem somente as duas em casa aquilo era normal, fui apresentado a Raquel, e para meu desespero, eu voltei a olhar por baixo da mesa rapidamente e ela não mudara sua posição anterior. Pude deslumbrar um panorama muito bonito, alem das lindas pernas da ninfeta, sua calcinha bem recheada, caramba será que aquela menina não sabia o que estava acontecendo lá embaixo, claro que sabia, e foi ai que começou um jogo gostoso de sedução sem palavras. Sentei-me num sofá e comecei a olhar o jornal, de vez em quando, disfarçadamente olhava com o rabo do olho e ela continuava com as pernas bem abertas conversando com minha prima sobre os assuntos dos cadernos ali na mesa. Numa dessas olhadas eu olhei para o seu rosto, e para minha surpresa ela também me olhava, manteve os olhos nos meus, eu já estava de pau duro, já tinha pensado em sair dali colocando o jornal na frente para disfarçar o volume que se formara nas minhas calças, mas o certo é que não queria perder aquela linda visão. Quando senti seu olhar firme, baixei os me us olhos, não por vergonha, sou bastante safado para saber aproveitar uma oportunidade quando ela surge, baixei os olhos diretamente para o meio das pernas da garota. Olhei bastante, vi que podia ver até a divisão dos lábios de sua buceta, sob o fino tecido da calcinha, depois ergui novamente os olhos e novamente encontrei seu olhar firme. Caramba pensei, esta putinha sabe bem o que está fazendo, isto é me levando a loucura, meu pau mais parecia um ferro dentro das calças, e ainda por cima fazia já algum tempo que eu não transava, minha única diversão ultimamente era olhar minha prima no banheiro, e isto só quando minha tia não estava em casa, e isto era diferente, ela não sabia que estava sendo observada, agora não, ou eu estava muito enganado, ou aquela jovem gostava do que estava fazendo. Novamente olhei para a garota que falava com minha prima que não notava nada do que estava acontecendo pois se encontrava de costas para mim, e novamente encontrei seu olhar. Foi ai que res olvi ir mais longe naquele flerte estranho, coloquei o jornal como escudo, com medo de assustar a garota e coloquei uma mão por dentro das calças, com jeito comecei a fazer disfarçadamente movimentos com o pau, isto é comecei a me masturbar. Continuei olhando suas pernas e calcinha, e de vez em quando olhava e a garota estava firme, não demonstrava nenhum tipo de censura no olhar, comecei então deixar que ela visse o que eu estava fazendo, apesar de que ela já sabia, mas deixei que meus movimentos fossem denunciados pelo jornal, este subia e descia no ritmo dos movimentos que fazia com a mão dentro das calças, comecei a ficar com o semblante diferente, é claro, não queria mais disfarçar, queria demonstrar que estava adorando o que via por baixo da mesa. Minha prima escrevia e não tirava os olhos dos cadernos, num momento que falou olhando para a garota, esta desviou o olhar tão rápido que ela não desconfiou de nada, isto aumentou o meu tesão, eu estava quase gozando, tive que parar várias vezes de mexer no pau, queria aproveitar o Maximo aquela situação. Uma hora quando fui virar a pagina do jornal, propositadamente, não tirei a mão de onde estava, fiz tudo com a esquerda e deixei que ela visse onde estava à direita, olhei novamente e ela olhava até com um certo ar de tesão, quando dirigi o olhar para baixo da mesa, vi para minha felicidade que ela melhorara a posição, separara mais as pernas. Putinha queria mesmo me deixar louco, não pude resistir mais, mesmo tentando me conter, meu tesão foi maior e comecei a gozar, gozei olhando alternadamente da sua calcinha para o seu rosto, tentei não exagerar nos gestos, mas é impossível ficar normal, meu corpo teve alguns espasmos e fechei os olhos na hora e mordi forte os lábios, não podia emitir nenhum som suspeito devido à presença de Michele logo após quando olhei para a garota, notei um certo sorriso em seus lábios, quando olhei novamente em baixo da mesa, ela tinha fechado as pernas, não só isto eu notava que es fregava uma na outra, parou de me olhar e começou a dar mais atenção a minha prima. Deixei o jornal em cima do sofá e sai dali, fui dar uma volta novamente, aquelas cenas não me saiam da cabeça, será que aquela menina era uma dessas piranhasinhas fáceis, se fosse não teria graça nenhuma, já que logo transaria com ela e tudo perderia a graça. Que nada. Quando voltei para casa ela já tinha ido embora, minha tia já ia servir o almoço, depois conversando com Michele demonstrando pouco interesse disse: bonitinha aquela sua colega, como é mesmo o nome dela perguntei, claro que eu sabia seu nome, minha prima disse: é ela é bonitinha mas pode tirar os olhos, alem de ser uma menina pra você, Raquel é muito tímida, e muito séria também, na nossa turma é considerada a quadradinha, não sei se tu notaste nas roupas dela, não usa mini e nem blusa com decote. Ora Michele eu falei que ela é bonitinha de rosto, foi só no que prestei atenção disse eu rindo. Me engana que eu gosto, vocês homens são to dos iguais, conheço o tipo. A conversa ficou naquilo, e fiquei vários dias pensando no que ocorrera, mas não vi mais a garota lá na casa da tia. Até que num Sábado, eu havia recebido um convite de um rapaz que conhecera ali na nossa rua para bater uma pelada, e já me preparava para sair, quando apertaram a campainha e fui atender, era ela. Nossa meu coração disparou. Oi disse sorrindo, Michele está? Oi respondi também sorrindo, está sim, entra, que vou chama-la. Ainda bem que eu não havia falado a ninguém que pretendia sair, é claro que não sairia mais. Gritei para Michele avisando que tinha visitas, e procurei o jornal e me sentei no mesmo sofá e comecei a ler, fingindo não ver nada a minha volta. Logo Michele desceu, cheia de livros cadernos e outras coisas mais, Oi miga, tenho algo para te mostrar que descobri numa revista, olhei disfarçadamente e a minha ninfeta procurou sentar no mesmo lugar, posição que me deixava bem à vontade para ver tudo caso ela novamente quisesse que eu visse, ela queria, e como queria, minha prima começou a lhe mostrar algo numa revista, olhei ela olhava bem interessada, teciam comentários e até parecia que eu não estava ali. Com muito medo de quebrar a cara, pois pensara nesta possibilidade durante todo tempo em que não vi a garota, de não voltar a acontecer aquilo novamente, o que me deixaria muito triste , ou mesmo achar que deveria tentar algo com a garota, afinal ela tinha me dado bastante bola, olhei embaixo da mesa, que nada, ai que visão, sua calcinha agora cor de rosa, entrava nos lábios da buceta, devia ser muito pequena, olhei para ela e desta vez fiz questão de mostrar uma cara de tarado, demonstrar que aquilo me fazia muito bem, e ela sustentou olhar por uns longos segundos, até que novamente eu baixei o meu em direção aquele tesouro lá embaixo. Comecei novamente a me masturbar, agora sem nenhum cuidado para disfarçar, apenas de olho em Michele, porem esta interessada que estava na revista nem ligava pra mim. Ai me veio uma idéia repentina e feliz a cabeça, olhei para o meu quarto, que ficava ali ao lado, nele havia alem da cama, um guarda roupas grande, e neste uma porta com espelho grande, levantei-me me dirigi ao quarto, do local onde estava a garota não podia ver minha cama, mas abrindo a porta do guarda roupas talvez eu pudesse desfrutar daquele espetáculo mais a vontade e com maior segurança, caso Michele olhasse eu poderia fingir que escolhia alguma roupa. Resolvi por em prática meu plano imediatamente, me levantei e andando com uma certa dificuldade, pois meu pau estava muito duro e preso nas calças me causava um certo incomodo, não procurei mais disfarçar, pois só ela podia ver, e viu, olhou diretamente para o volume e mais uma vez notei um disfaçarçado sorriso. Entrei no quarto e abri a porta do guarda roupas, mexi na porta procurando uma posição, mas não deu, eu via a garota, mas só que de lado, e a minha prima na posição em que se encontrava, não permitia que eu desfrutasse da visão anterior. Andei de um lado para o ouro, e pensei, é não deu, foi ai que quando olhei novamente para o espelho, e para minha total felicidade, vi a garota mudando de posição, procurava olhando tambem no espelho uma posição onde pudese mostrar sua sensualidade. Ai que amor pensei, e ai fui para a cama onde fiquei enconstado na parede olhando diretamente pra ela. De repente lá estava novamente para deleite dos meus olhos e felicidade do meu pau, sua rachinha novamente a mostra, ai fui eu quem sorri, agradecendo. Minha prima alheia a tudo que se passava a sua volta, muito empolgada com sua descoberta que não sei o que era e nem estava interessado, conversava alegremente com sua tímida amiguinha. Foi quando tive mais uma idéia, esta bem mais ousada, abria as calças e colocando o pau para fora iniciei uma gostosa punheta, a visão da garota era a mesma que eu tinha, quando olhei para seu lindo rostinho, vi a sua grata surpresa, ela agora mordia o lábio inferior, sempre cuidan do a Michele, ela grudou os olhos no espelho, e mais uma vez abriu bem as perninhas, que loucura, eu muitas vezes fantasiava coisas assim, mas nunca vivera uma situação tão gostosa. Tenho um pau, muito grande, mesmo não sendo exagerado, tenho recebido muitos elogios da mulheres com quem tenha transado, são quase 20cm e muito grosso, pelo olhar da Raquel, esta também aprovara minha ferramenta, notava que seu olhar agora tinha um brilho diferente. Bem devagar continuei a me masturbar, meu pau estava tão duro que doía, assim com meus testículos as duas continuavam conversando, mas Raquel com certeza não prestava atenção numa só palavra que a minha prima dizia, foi até que eu não agüentando mais dei uma escandalosa gozada inclusive não pude me conter e dei um gemido e logo comecei a tossir como se tivesse me engasgado, para minha prima não perceber nada, tentei mas não consegui evitar de sujar todo lençol da cama, ainda bem que era a minha, depois com certeza iria escutar as piadinha s da minha tia, as vezes ela achava alguma mancha nos lençóis e fazia algumas gracinhas quando nos encontrávamos a sós. Descansei um pouco, quando olhei pela ultima vez o espelho, Raquel se encontrava sentada com as pernas fechadas numa posição correta e agora até que olhava com atenção para o que lhe mostrava a amiga. Sai do quarto, e falando para Michele que iria sair e que voltaria logo, ela pediu para que trouxesse um sorvete para as duas. Antes de sair tive mais uma prova do cinismo da minha amiguinha, pois minha prima lhe disse rindo: sabia que o meu primo te acha muito bonita? Nossa, obrigada, ele é muito gentil, e quando olhei para ela, estava corada. Que safadinha pensei, e sai. Voltei em seguida com um pote de sorvete de flocos, o preferido da minha prima, esta se derreteu toda em agradecimentos. O melhor mesmo aconteceu já no nosso quinto ou sexto encontro, minha tia saiu, como faz todos os dias, era também num lindo Sábado, Michele me perguntara cedo se eu não iria sa ir para aproveitar aquele dia lindo, e eu aproveitei para sondar, ver se sua amiguinha não iria aparecer, deu certo, perguntei porque ela também não saia e recebi a feliz resposta que estava esperando Raquel para juntas fazerem um trabalho do colégio. Fiquei a espreita, e assim que vi a garota se aproximar da nossa casa, corri para o meu quarto, torcendo para que tudo mais uma vez fosse como eu esperava. Ela vestia uma saia, xadrez muito bonita, bem abaixo dos joelhos e uma blusa dessas fechadas sem gola mas também sem decote, tinha os seios pequenos, mas eu nuca os tinha visto, e é outra coisa que me deixa louco de tesão, as vezes quando olhava minha prima no banho, ficava olhando sua bucetinha o tempo todo, mas na hora de gozar,instintivamente eu sempre subia os olhos para seus lindos e morenos seios. Peguei um livro e entrei em meu quarto, como da sala não dar para ver a cama que fica numa posição oposta a porta, esta está sempre aberta, e claro que se aparecesse alguém para fech a-la eu o mataria. Não abri ainda a porta do guarda roupas, esperando primeiro as duas se acomodarem, Raquel arrumou a mesinha e sentando-se no lugar de sempre, esperou a amiga chegar, e para minha felicidade ela não atrapalhava em nada minha visão, alem de ficar totalmente de costas para a porta do meu quarto. Começaram seu trabalho e eu o meu, abri a porta do armário direcionando o espelho para minha jovem musa, fui para minha posição e vi que estava tudo ok, quando olhei novamente Raquel estava com as pernas tão juntas que mais pareciam uma só. Tão acostumado eu já estava que tomei um susto, procurei olhar para seu rosto, faria um gesto para que entendesse minha aflição, nada, ela olhava para os cadernos. Porra o que estava acontecendo, aquela putinha não podia fazer isto comigo, foram dias de ansiedade esperando aquele momento. Com medo olhei novamente e tudo como antes. Porra pensei, não tenho muita sorte mesmo, sabia que não duraria muito, fiquei puto da vida de repente e pens ei até sair dali chutando tudo que encontrasse pela frente. Já ia fechar a porta do guarda roupas quando tive a maior e mais grata surpresa da minha vida, Raquel abrira finalmente as pernas, e quando procurei ver a cor das suas calcinhas, ai foi que quase cai duro, não pude ver, e nem poderia, ela estava sem calcinha.. Ai me surgiu outro problema, este agora bem mais grave, pois devido talvez ao susto, meu pau teimava em não ficar duro, meu coração disparou de uma maneira nunca vista e eu devo Ter ficado com uma tremenda cara de babaca. Olhei para o rosto da menina, que agora sim olhava para mim, e não sei explicar como a olhei, numa espécie de agradecimento por aquele gesto, vi sua bucetinha inchada e com ralos pelos, eu não podia acreditar naquilo, era um sonho, um lindo sonho, a garota colocou um dos pés na travessa da cadeira em que estava sentada Michele, de modo que sua bucetinha alem de ficar mais visível, ficou com os lábios mais separados, eu podia ver a rachinha vermelha, ou cor de rosa sei lá. Agora mais calmo meu pau atendeu meus apelos e ficou duro como um ferro, e comecei muito devagar a acaricia-lo, fazendo o tradicional movimento manual. Raquel em dado momento levou a mão por baixo da saia e também começou a acariciar sua linda bucetinha, quase colando o rosto a mesa onde minha prima escrevia, ficou olhando o caderno, mas eu tinha certeza que nada via, ou queria ver ali. Aquela garota queria me matar, continuei a melhor punheta da minha vida, queria que nunca mais terminasse, bem devagar, ela olhava meu pau vermelho com a cabeça brilhante pela saliva que eu ali colocara, continuamos assim, de repente ela pediu alguma coisa pra minha prima, vi esta se levantar pra subir até os quartos, temi que olhasse e visse o espelho, mas não seguiu correndo e subiu. Ai sim Raquel escancarou de vez as pernas, sempre olhando pra mim, e acelerou os movimentos do dedinho na rachinha, a vi levar a outra mão aos seios por cima da blusa, meu corpo todo tremia, tem ia que algo interrompesse nosso idílio, nisto ouvi e tomei um susto, a Michele gritar lá de cima que não conseguia encontrar não sei lá o que, Raquel com a voz diferente gritou pra que ela procurasse mais, precisariam daquilo, queria que a amiga ficasse lá em cima o Maximo de tempo possível. E antes que a minha prima decesse, Raquel começou a curvar o corpinho para a frente, seu corpo começou a dar pulinhos e vi que começara a Ter um orgasmos, nossa ali na minha frente e olhando eu me masturbar, era demais, minha prima novamente gritou algo que não consegui distinguir, pois também começara a gozar, e ouvi Raquel responder em voz muito alta e tremula algo também para ela, a safadinha falava com minha prima gozando, nisto ela olhando para a escada e vendo que minha prima continuava lá em cima, levantou a blusinha e pude gozar alternando o olhar da buceta para seus lindos, pequenos e duros peitinhos. Raquel terminou de gozar e colocou a cabeça sobre os braços em cima da mesa e assim permaneceu por uns segundos, depois a vi levantar a cabeça respirar fundo e arrumar a roupa, sentou-se novamente como uma dama, e aguardou a chegada da Michele, que logo descia as escadas gritando que achara o que queriam. Raquel folheava um caderno e ouvi minha prima falar qualquer coisa, como você está esquisita, o que houve? Ela respondeu que um dente estava começando a incomoda-la, mas que não era nada grave, minha prima lhe ofereceu um comprimido que foi recusado, Não estou bem, vamos continuar. Credo guria, você está tremendo, tem certeza que está bem perguntou preocupada Michele. Sim não foi nada, estou bem, neste momento eu sai do quarto em busca de um pano molhado para secar a sujeira que fizera no quarto, e minha prima me perguntou: Você não acha que a Raquel está pálida, ela está tremendo. Olhei para a garota e respondi, não noto palidez nenhuma, está bonita como sempre, claro que ela estava pálida, mas como eu sabia que, não havia doença nenhuma, e sim muito tezã o entrei rindo na cozinha em busca do pano. Dias depois eu recebi um convite através da Michele para os 15 anos de Raquel, não fui, não queria de modo algum assistir um monte de rapazes da sua idade lhe fazendo a corte. Eu a considerava minha, de uma maneira meio estranha, pois nunca trocamos uma palavra a respeito das nossas doces loucuras, e acho que é ai que está o verdadeiro encanto, que não quero por nada desse mundo quebrar. Até hoje continua nossas brincadeiras e torço para que possamos continuar, e inventar sempre novas, que ninguém descubra nada, e que todos continuem achando minha Raquelzinha, tímida e quadrada. Já pensaram se não fosse. Esta é uma história de sexo, sem penetrações, sem abraços ou mesmo sem palavras, mas que para mim está sendo a melhor que tive até hoje, e com certeza única em minha vida. Beijos.

sábado, 26 de março de 2011

Diversos Contos

06[1]

Edícula do Prazer
By: ::Dani::

Em uma edícula de dois andares com lavanderia e cozinha na parte de baixo e dois quartos e um banheiro na parte de cima, eu morava sozinha e fazia altas travessuras sexuais com meu namorado na época. Hoje é meu marido. Aos domingos a tarde sempre saíamos de casa, mas não nesse domingo que vou contar pra vocês. Resolvemos ficar em casa para nos curtir mais, fizemos um churrasquinho com algumas bebidas, só nos dois na casa. Bebíamos e dávamos muitas risadas quando que nos esquentou o corpo e a vontade de transar, então resolvemos ficar ali mesmo perto da churrasqueira que ficava na avaranda. Estávamos nos beijando, nos acariciando e a bebida nos tornando mais vulneráveis ao sexo e ficamos nus, estávamos somente nas preliminares, ele me tocando e roçando a minha buceta e eu fazendo uma deliciosa chupeta pra ele. Meus seios eram sugados e estavam com os bicos durinhos de tesão, a língua os roçavam e isso me deixava louca. Comecei a brincar de fugir dele engatinhando pela avaranda, e ele a me seguir também engatinhando atrás de mim, mas mordiscando minha bunda, lambendo minha xana e meu cuzinho, eu já estava com as pernas bambas e não conseguia mais fugir engatinhando. Deixei que me pegasse por trás, fiquei de quatro e ele me enrabando gostoso, enfiou seu cacete duro e quente na minha buceta num movimento tão picante de vai e vem que me senti uma cadela no cio. Ele me pediu pra dar o cuzinho também e eu não iria negar, mas fiz um docinho dizendo que ele teria que me pegar novamente, então me levantei e fui em direção a escada que dava para o segundo andar da casa, onde tinha cama e banheiro. Para subir as escadas me agachei e fui subindo de quatro rebolando minha bunda para provocá-lo ainda mais, empinando meu rabo pra ele ver meu cuzinho todo. Subindo de degrau em degrau dessa forma, ele estava ficando louco atrás, vendo tudo e me provocando com a língua, os dedos que não paravam de entrar na minha buceta e no cú, um cãozinho tarado podia se dizer, louco para fuder ainda mais. Ao fim dos degraus eu me sentei de pernas abertas e pedi um pouco mais de foda na minha xana que estava toda molhada e piscando, querendo vara, então ele me fodeu ali de novo, nossos corpos estavam suados e quentes mas não parávamos de meter, ele pedia insaciavelmente pelo meu cuzinho e eu adiando, pedi que ficasse de pé na minha frente enquanto eu ajoelhada fazia uma chupeta pra ele. O pau dele estava com o gosto da minha buceta, então chupei mais e mais até ficar só o gosto gostoso do pau dele. Ele estava quase gozando quando parei de chupar e decidi então dar o cú pra ele, fomos até a cama e me deitei de barriga pra baixo deixando minhas pernas abertas e bunda empinada pra ele fazer o que quisesse. Ele chupou e passou a língua no meu cuzinho para molhar um pouco e se pós em cima de mim me enrabando. Estocava tanto seu cacete no meu cú que quase não agüentei, gozou feito louco dentro do meu cú e ainda sobrou pra esporriar em minhas costas. Ficamos um pouco nos acariciando e fomos tomar um banho, afinal estava quente demais e estávamos com muita fome e tinha um churrasco nos esperando.  

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A NOITE EM QUE RESOLVI DAR, E DEI !!!
By: AmorTotal69 

Vocês já me conhecem de outros contos, já faz um tempo que não conto nada, mas agora eu voltei. Hoje vou contar uma noite inesquecível que tive em uma boate para casais em Curitiba. A Boate estava lotada, meu marido e eu nos acomodamos em uma mesa, já tinha todo um clima de tesão. Sexo já rolava em alguns cantos da boate. Quando os strippers entraram em cena, um deles veio até a mim e me tirou para dançar, claro que fui com muito gosto, foi uma loucura, durante a dança ele foi tirando toda minha roupa, as mãos dele iam passeando pelo meu corpo, até que fiquei totalmente sem roupa no meio da pista, meu marido vendo tudo, Ricardo , que é o nome do stripper foi além, suas mãos foram ao encontro da minha bucetinha que estava esperando ansiosa e molhada por alguma atenção, e ela teve, Ricardo enfiava seus dedos com muita vontade em minha buceta... nossa, uma loucura, eu, no meio da pista, com um monte de pessoas me assistindo, nua e com minha bucetinha sendo explorada, mal sabia eu que isso era só o começo. Depois do meu amasso com Ricardo, dei um beijo apaixonado em meu marido e coloquei minha mão em seu cacete que estava duro devido ao show que ele havia assistido de camarote, e pelo jeito havia gostado. Resolvemos então ir a um lugar mais reservado, porém não muito, pois onde quer que você vá sempre tem platéia. Era uma sala só para amassos, fui com a mão do meu marido na bunda até chegar lá, me virei e já fui abrindo a calça dele, e claro dei de cara com um cacete fenomenal, delicioso, chupei muito gostoso, ele sentou em um tipo de sofá que tinha lá, e eu fiquei chupando meu marido com a bunda para cima, havia algumas pessoas em volta, mas quem me chamou a atenção foi um casal, sendo ele um negro delicioso, fiquei ainda com mais tesão só de imaginar que meu sonho de consumo poderia se realizar ali, naquele instante, comecei a rebolar para ver se havia alguma reação, claro que tive, pois minha bunda é muito convidativa, senti a mão do meu deus de ébano vindo a minha procura, ele começou a me bulinar timidamente, empinei ainda mais a bunda para demonstrar minha aprovação, claro que assim ele tornou-se mais atrevido e logo achou o caminho da minha bucetinha e enquanto isso eu não parava de chupar meu marido, as caricias foram ficando mais ousadas, falei no ouvido de meu marido que iria finalmente dar para um negro gostoso e ele me falou para ir fundo, ouvindo isso, me virei para o cara, que nem sei o nome, ele já estava com aquele cacete ENORME para fora, que delícia, mau cabia na minha delicada boca, era muito grande, chupei com muita vontade, estava muito gostoso, ele falava que eu tinha uma boquinha gulosa, nem respondia por estar muito ocupada, enquanto eu chupava o negão, tentava fazer com que meu marido visse minha boca tentando engolir tudo aquilo, e eu só pensava em como seria receber tudo aquilo na minha bucetinha, ofereci uma camisinha para aquele homem, ingenuidade a minha achar que uma camisinha normal iria caber, ele me disse que tinha a dele, virei pro meu marido e comentei com muito mais tesão ainda sobre o tamanho do cacete que eu ia levar, me virei e empinei minha bunda para o negão, que abriu com delicadeza para direcionar seu cacete em mim, minha ansiedade era grande, eu chupava meu marido esperando tudo aquilo dentro de mim, até que fui sentindo, ai, que delícia, nem imaginava como é gostoso receber um cacete enorme na buceta, entrou com uma certa dificuldade e eu nem pensava em desistir, agora que estava ali, iria até o fim, e fui. Aquele cacete foi arregaçando minha bucetinha, quando estava todo lá dentro, ele começou aquele movimento de entra e sai, a princípio devagar, e aos poucos foi acelerando o ritmo, até meter com muito força, que sensação maravilhosa, minha buceta toda preenchida por um cacete enorme, eu chupava meu marido e de vez em quando fazia questão de falar no ouvido dele que eu estava com uma rola enfiada na buceta e o beijava muito, até que o negão gozou em mim, e eu percebendo que vinha vindo um gozo, gozei junto com ele e ainda por cima recebendo porra de meu marido na boca, foi muito bom sentir um cacete explodindo dentro de mim e outro na boca. Ele se despediu e foi embora, meu marido e eu continuamos ali, por incrível que pareça, eu ainda queria mais. Continuamos nos curtindo, foi quando apareceu um casal junto com um cara, eles estavam trocando algumas intimidades, a mulher não parecia muito a vontade, então eles se aproximaram da gente, eu estava de novo chupando meu marido, quando senti as mãos do dois caras na minha bunda, claro que empinei e dei uma reboladinha, o marido ficava falando para a esposa : olha como ela é gostosa, ela começou a passar a mão em mim, com um pouco de receio e meio sem intimidade, me virei os dois tiraram os cacetes da calça, peguei o do marido na mão e o do cara na boca, o marido foi enlouquecendo, queira que sua esposa participasse, mas ela parecia não querer muito, e eu, para deixa-los mais felizes passei minha mão no corpo dela, ela pareceu gostar mas demonstrou que queria ficar só vendo, então decidi me dedicar aos dois cacetes, chupando os dois ao mesmo tempo, ora chupando um e ora chupando outro enquanto estava sentada com o cacete do meu marido dentro de mim, depois de chupar bastante os dois cacetes, me virei e chupei meu marido, foi quando o cara que estava com o casal começou a meter em mim e o marido que estava sendo punhetado pela esposa nas minhas costas, pois estava de quatro, com um cacete na boca e outro na buceta, olhei pro meu marido e falei: estou com outro cacete na buceta, amor, ele ficou mais louco ainda e me respondeu: então dá sua buceta, gostosa. Estava uma loucura, o cara ficava narrando para esposa tudo que eu estava fazendo e comentava sempre que eu era muito gostosa. Foi nesse clima que comecei a gozar, seguida pelo cara que estava metendo em mim, e de quebra levei um gozada nas costas. Os dois caras parabenizaram meu marido pela esposa que tinha e foram embora, eu ainda queria mais, então subi e cavalguei alucinadamente no cacete do meu marido, onde gozamos gostoso. Ficamos mais um pouco e resolvemos ir embora. No caminho de casa, estávamos relembrando a noite louca que tivemos o clima foi esquentando de novo e resolvemos dar uma paradinha na estrada, meu marido deu a volta no carro abriu a minha porta, ficando de quatro, coloquei a bunda para fora e ele me comeu ali mesmo. Aquilo foi só para coroar a noite que tinha sido alucinantemente gostosa.

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Safada Mandona
By: Lan

Diariamente pego metrô no mesmo horário, a muito tempo vinha paquerando aquela menina, com olhos de mulher, e cara de anjinho rebelde. Ela tinha olhos graúdos e marcantes, que quando ela queria , fazia com que os tornassem indiscutivelmente hipinotizantes.. Na manhã da quinta feira, depois de troca de olhares por mais de cinco estações, tirei meu cartão da bolsa e dei pra ela. Nele continha meu email, meu celular e meu msn, era só ela querer, que tinha todos meus contatos. Qdo cheguei no escritorio, abri meu msn e logo vi, que uma tal de Lary queria me adicionar.. Lary era a garota do metrô, aquela menina linda, de pele clara, seios volumosos, olhos marcantes e cabelos cheirosos e sedutores tbm. Começamos então a conversar, eu nem acreditava, pq ela é linda demais, maravilhosamente uma beldade. Marcamos de tomar algo e conversarmos mais tranqüilas apos o expediente. Marquei no Vale, uma grande praça que tem aqui no centro da cidade, comprei duas garrafas de vinho e me dirigi até lá. Nos cumprimentamos, o ambiente era uma delicia, grama, arvores, grandes prédios ao nosso redor, ar puro, poucos transeuntes, lua cheia e ceu azul. Muitos goles foram tomados, e muitas conversas tbm rolaram, até que aquele olhar me enfeitiçou como sempre acontecia no metrô, e eu sem nem pensar fui beijar aquela boca delineada e macia. Mas ela nao deixou! Perguntou se eu achava que era ela facinho daquele jeito...perguntou se eu pensava que ela era qualquer uma. E rapidamente levantou-se meio que com raiva, e disse para irmos embora, eu meio que envergonhada e frustrada levantei e pedi desculpas somente. Ainda nem tínhamos tomado a segunda garrafa de vinho, mas eu ainda tava meio alta, mas nao queria ir embora, mas nao tinha o que fazer, ela nao queria, eu nao ia forçar. Comecei a me arrepender deste encontro. Mas no caminho de volta, em direção ao metrô, ela grudou no meu braço e entrou em um motel..sem dizer nada.. Pediu meu RG e deu juntamente com o dela ao recepcionista, pagou o período e sem nem um pio, ela praticamente me arrastou pelas escadas pra subirmos rapidamente. Abriu a porta do quarto, meu jogou na cama com força e perguntou se eu tava mesmo certa que queria aquilo.. Eu com ar de soldado em guerra afirmei categoricamente que QUERIA SIM...e queria ver do que ela era capaz! Eis meu erro.. Lary tinha na bolsa um arsenal.. Tirou minha blusa e meu sutian, soltou meus cabelos, pegou as algemas que trouxe na bolsa, e me prendeu rapidamente com as mãos a frente do corpo.. Tirou meus sapatos, minhas meias, minha calça, e quando foi tirar minha calcinha fio dental, ela o fez com os dentes. Lary era profissional, nao era possível.. Puxou com toda força e a arrancou de mim, encheu a banheira, enquanto eu esperava ali nua e presa deitada na cama.. Assim que encheu a banheira, ela fez mta espuma, me pegou pelos cabelos e me fez adentrar...fez com que eu tomasse banho com as mãos presas..eu até tentei, mas nao fui muito bem sucedida...Mas eu agüentava ali calada, eu ia pega-la..ela ia ver só.. Deixaria ela judiar o quanto quisesse pq depois seria minha vez.. Depois que tomei 'banho', ela me ergueu pelos braços trouxe a toalha, me enxugou e me deitou na cama, apagou todas as luzes, acendeu uma vela afrodisíaca, e começou a me torturar... Olhou friamente em meus olhos como se eu fosse um objeto sexual.. Segurou forte meus cabelos e desceu meu pescoço com sua língua quente e deliciosa, depois apertou bem meus seios com as duas maos, apertou-os, deixou só os mamilos de fora, e os mordeu, mas mordeu com força, e eu , ao invés de dor, senti foi tesão...tava sentindo tudo aquilo com mto gosto, logo eu, que sempre dominei minhas transas, mas com ela nao, ela mandava, e eu ia ver até onde ela ia.. Até entao ela tava calada, mas quando eu comecei a gemer com aquela boca em meus seios, ela puxou meus cabelos com mais força e mandou eu calar a boca, que se eu gemesse eu ia me arrepender, pq ela ia me espancar.. Senti um pouco de medo dela, eu juro, eu tava ali, algemada, nua, eu era sua, ela era minha dona, nao tinha jeito.. Tentei me calar..porem minha respiração ficou ofegante quando ela lentamente começou a descer minha barriga, e depois lambeu minas virilhas, eu via sua língua passando por toda extensão, ela subia e descia, e fazia questão de me fazer ver a língua dela. Ela se irritou com meus suspiros, abriu a bolsa novamente e pegou um lenço e me amordaçou.. Puta que pariu! Algemada e amordaçada, essa mina vai fazer o que quiser comigo agora...mas preferi relaxar e ver até onde ela ia, mas desta vez ia tentar me conter mais.. A cachorra, abriu bem meus lábios, mas deixou bem abertos mesmo, e passou sua lingua, desde meu rabinho, passando pela minha xana, e subiu para o clitóris e por fim pegou minha testa que é gordinha e deu uma mordida.. Caralho! que sensação é esta... Ela entao pegou travesseiros e me pois meio que sentada apoiada neles, pra eu ver tudo que ela fazia.. Fez uma sessão clitoriana somente..Lary chupava meu grelo como ninguem nunca chupou na vida, parecia conhece-lo a mto tempo, nao demorou mto, e um calor imenso começou a envolver minha xana, e esquentou mais e mais, e ela nao parava, e quando ela deu uma acelerada nas linguadas, eu gozei mto gostoso, mas me estremecia todinha de tesao, que lingua era essa...Ela ainda nao feliz, desceu até minha xaninha e lambeu tudinho, e ainda foi buscar mais melzinho dentro dela com sua lingua que entrava fundo e massageava toda parede de minha xaninha ardente.. Levantou entao a cabeça olhou pra mim com uma cara de puta, e perguntou se eu gostei.. Eu nao falei nada, só olhava pra ela , jurando que ia me vingar, isso nao ia ficar assim, eu nem toquei nela.nem senti aquele corpo maravilhoso, me contentava apenas com seu cheiro e com seu toque...nao ia ficar assim mesmo! Ela tirou o lenço de minha boca e perguntou se eu gostei.. Eu pra enfrenta-la, disse 'até foi bom mas acho que vc faz melhor'. Ela se enfureceu...virou uma fera no cio.. Eu ainda sentia as contrações na minha xana, quando ela pega uma vibrador maior, e um menor.. Eram grossos os dois.. Olhou com uma cara de maquiavélica pra mim..e veio me beijar.. Que beijo de cachorra, de safada, era o beijo da safada mandona, só ela dominava, só ela fazia e acontecia.. Lambeu meus labios, chupou minha lingua, sugou tudo que podia de mim.. E quando menos espero, a cachorra me poe o vibrador, e começa a socar ele na minha xaninha ainda sob efeito da ultima gozada, ela fodia tao forte que nao agüentei mais ficar com a boca na dela.. Eu tinha que gritar... Quando soltei o primeiro gemido, ela me tapou a boca, desta vez com uma mao, e com a outra começou a foder, e foder, e fodia mais forte, e mais fundo, e mais gostoso, eu me remexia inteira, e ela sorria.. ' Vc queria mais..entao toma!' Mesmo algemada consegui pegar nos seios dela, mas ela mordeu minha mao, me fazendo crer que eu nao poderia relar nela.. Me amordaçou novamente com o lenço, me pois de quatro, fez eu chupar aquele pau de plástico, o mais fino, e quando eu virei de bunda pra cima, ela colocou os dois de uma só vez. Um no meu rabo e outro na minha xaninha, ( estou escrevendo agora e minha xana já me pede mais..) Dupla penetração, ambas fortes, ambas profundas, ambas deliciosas.. Ela fodia demais.. Eu nao aguentei e gemi...gritei..meu grito ali abafado do lenço, mas meu tesao aflorava.. Lary era deliciosa demais, sabia o que uma mulher precisava sentir.. Tanto com sua lingua, como com seus assessórios.. Ela meteu tanto, mas tanto, que perdi a noçao de quantas vezes tive orgasmo, e nao era aqueles orgasmozinho que passa rapidamente nao, eram longos, eram gostosos demais, eram esplendidos e impossíveis de decifrar aqui... Quando nao aguentei mais, me deixei na cama...ela entendeu que era meu fim.. Me tirou as algemas, livrou minha boca, e disse.. ' Achava que fazia melhor gatinha, desculpa ai...eu fiz'... Filha da puta, eu tava extasiada, sem forças pra mais nada de tanto sentir prazer daquela safada mandona...me virei de frente e ela me deu um doce beijo e disse pra eu tomar outro banho que já íamos embora.. Eu neguei na hora... E ela disse que já era hora dela ir...e que se eu quisesse ela novamente, era só falar... Que pra ela, proporcionar prazer a alguém é tão prazeroso quanto sentir.. Tomei meu banho sim, mas ela nao ia mais apenas me proporcionar, eu ia pegar ela da próxima vez.. Marcamos outro encontro, este já direto no motel..e desta vez quem levou os acessórios fui eu...mas esta é outra historia que conto numa proxima oportunidade...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Quatro Garotos me Comendo 
autor desconhecido

Fui criada em uma cidadezinha pequena no interior do Rio de Janeiro e sempre gostei de andar pelas redondezas, descobrir novas cachoeiras, lugares com vistas bonitas e ficar horas só curtindo a paisagem. Quando eu tinha 18 anos, num desses passeios, cheguei numa cachoeira super escondida que nunca tinha visto.Ouvi o barulho da água e fui chegando perto quando, de repente, pude avistar a cachoeira e ouvir uns gemidos estranhos.Assustada fui andando bem devagar até poder ver o que estava acontecendo. Três garotos, amigos meus, e mais um que eu nunca tinha visto antes estavam pelados de pé na margem. Chegando um pouco mais perto pude ver que tinha uma garota
juntos deles e eu não acreditei quando vi que um dos meninos estava comendo ela por trás e os outros três olhando. A garota gemia de prazer e o garoto dizia que ela tinha uma bundinha muito gostosa, que ele ia gozar tudo nela e que ela não ia embora sem dar pra ele de novo . Nisso um outro garoto mandou ela chupar o pau dele porque  ele seria o próximo e queria foder ela bem forte. Ela, já levando um pau na bunda, olhou pra ele e começou a chupar, pedindo pra ele ficar bem grande, dizendo que ela gostava de sentir um pau gostoso bem lá no fundo e que adorava dar pra eles. Quando o garoto que estava comendo ela gozou e tirou o cacete do seu cuzinho ela se virou e foi a vez do segundo começar a enfiar o caralho naquela bundinha
melada. Como tinha um pau bem maior que o primeiro ele foi enfiando devagar e a garota pedindo mais, dizia que o pau dele era muito gostoso e que queria tudo dentro dela, o que não demorou pra acontecer. Agora os outros dois pediram para ela chupar o cacete deles ao mesmo tempo e a garota pegava os dois com a mão e chupava um e outro. Parecia que ela não estava agüentando de tesão e gozou soltando um gritinho e chupando os dois paus que estavam ali na sua frente. Vendo tudo isso eu senti uma sensação estranha. Minha xoxotinha virgem estava molhada e começou a escorrer pela calcinha, eu  sentia que queria estar lá fazendo tudo aquilo mas tinha medo porque nunca tinha ficado com ninguém e achava que ia doer. Continuei quieta só olhando. O segundo garoto metia forte nela e os dois gozaram juntos. Ela gemendo e pedindo mais , dizia que tava louca de tesão, que queria dar mais, queria gozar de novo ...Um dos garotos
que estavam na sua frente começou a meter no seu cuzinho mais melado ainda. Seu pau escorregou rápido pra dentro dela e ele começou a meter devagar, pondo e tirando até ela não agüentar e pedir pra ele meter mais forte enquanto ela chupava o pau do último garoto, que eu não conhecia e que a pegava pelo cabelo e metia seu pau quase inteiro na sua boca. Ela mal conseguia dar conta e gemia enquanto era fodida por trás .. A essa altura eu já não agüentava mais de vontade e fui descendo até onde eles estavam pra ver mais de perto, quando um dos garotos me viu e me chamou. Eu não sabia se corria ou se esperava mas
já estava sentindo muito tesão e a verdade é que  eu queria ser comida mas tava com muito medo. O garoto chegou até
onde eu estava e disse que agora que eu já tinha visto eu teria que
fazer tudo e ficar despreocupada que ninguém iria saber de nada. Ele  começou me beijando e passando as mãos nos meus peitinhos e eu ia ficando cada vez mais excitada, mas morrendo de medo. Ele me dizia que só ia fazer o que eu quisesse mas que eu ia gostar e começou a tirar a minha blusa .Enquanto isso, a garota gemia alto e continuava dando conta dos dois paus, um na boca e outro na bunda . O outro menino chegou perto de mim e, enquanto o primeiro chupava os meus peitinhos, ele tirou o meu short e começou a me lamber no cuzinho.
Senti um tesão enorme e uma vontade de dar pra ele na mesma hora. Foi quando ele me perguntou se podia pôr o seu pau duro em mim, devagar, pois disse que não ia doer e que se eu quisesse ele parava. Já sem conseguir pensar em mais nada eu disse que podia, mas só na bundinha porque eu era virgem e não podia dar a bocetinha  ...Ele então colocou o pau na minha portinha e começou a empurrar, eu morria de tesão, não imaginava que pudesse ser tão gostoso, eu nunca tinha dado mas agora queria muito sentir aqueles moleques todos me comendo. O pau dele foi entrando devagar e ele começou a meter em mim dizendo que o meu cu era uma delícia e que não ia demorar pra ele gozar tudo lá dentro. Eu tava arrepiada de tesão e o outro garoto me
agarrava pela frente, chupava os meus peitinhos e meu
pescoço ...Comecei a pegar no pau dele, que estava duro e era enorme e me abaixando um pouco comecei a chupar, lamber, passava ele no meu rosto e sentia ao mesmo tempo aquele pinto gostoso comendo a minha bunda, entrando e saindo com carinho mas cada vez mais no fundo até que eu senti as bolas dele se encostando na minha bunda e pude sentir um pau inteiro me comendo pela primeira vez. Meu tesão só aumentava,
mas eu ainda não tinha gozado. Quando senti um leitinho quente lá no fundo, o garoto tinha gozado na minha bundinha e a   sensação era indescritível. Eu me sentia uma mulher que podia
satisfazer aquele garoto; ele tinha gozado me comendo e isso me fez muito bem. Me virei e fiquei beijando a sua a boca, agradecida pelo seu carinho e pela forma que ele tinha tirado a minha virgindade. A minha bundinha ardia mas queria mais. O outro garoto encostou seu pau em mim e começou a enfiar na minha bundinha, enquanto eu continuava beijando o seu amigo. Sem parar ele foi me abrindo ainda mais e metendo cada vez mais forte mas o pinto dele não entrava inteiro, então ele me pediu pra ficar de quatro e começou a me enrabar até que o meu cuzinho abriu pra ele e sugou seu pau inteiro pra dentro. Ele metia diferente, se mexia de um jeito que seu pau me arregaçava cada vez mais e meu tesão foi aumentando até que meu gozo veio forte e me
deixou com as pernas moles, eu mal conseguia ficar de quatro mas o garoto continuou metendo ainda por mais uns 5 minutos até que eu senti de novo uma gozada no meu cu, foi uma delícia mas  meu cuzinho a essa altura tava doendo bastante. Os outros dois garotos e a outra menina estavam nadando na cachoeira e eu me vesti e fui embora, morrendo de vergonha, mas satisfeita e pensando se um dia eu ia encontrar com eles ali novamente, o que aconteceu uma semana depois. A garota não estava, só os quatro nadando peladinhos, fiquei um pouco escondida olhando e quando eles saíram da cachoeira eu morri de tesão de lembrar tudo o que tinha acontecido no outro dia e desci até eles, que me fizeram a maior festa e disseram que estavam torcendo pra eu aparecer.Dessa vez era só eu e os quatro. Tirei a minha roupa toda, ficando peladinha com quatro garotos me devorando
com os olhos na minha frente. Não sabia o que fazer mas comecei a beijar um a um e, enquanto beijava um, ia passando a mão no pau dos outros que iam se esfregando em mim, passando a mão pelo corpo todo e me deixando excitada demais. Eles diziam que queriam comer minha bocetinha mas eu dizia que não, me abaixei na frente  deles e comecei a chupar o pau de cada um, enfiando tudo na boca e sentindo o pau deles crescendo e ficando duros pra mim. Aquilo me realizava, eu adorava saber que aqueles garotos morriam de tesão por mim e isso me deixava melada. Minha bocetinha pulsava de desejo e eu chupava um pau atrás do outro, pegava em dois com outro na boca, deixava eles passarem no meu rosto .... Os quatro já estavam de pau duro e um dos dois garotos que ainda não tinham me comido veio por trás e começou a meter aquele pau gostoso na minha bunda. Me sentindo cada vez mais desejada eu me entregava, deixava ele meter tudo em mim enquanto me deliciava com o pinto dos outros três. Naquele dia eu dei pros quatro garotos, chupei o pau de todos eles e dois gozaram na minha boca, mas eles ainda não estavam satisfeitos e queriam a minha bocetinha, o que não concordei porque tinha muito medo. Um deles então disse que queria me chupar a boceta, que eu ia gostar e ia gozar diferente. Morrendo de tesão eu me deitei de  costas, abri a perna e disse que só deixava se os quatro me chupassem ao mesmo tempo. Não ouvi ninguém dizer nada e só pude sentir aquela invasão de línguas me devorando. Eles me chupavam inteirinha, os peitinhos, a barriga, o pescoço, a boceta, cada um em
um pedacinho do meu corpo sedento de prazer. Não demorou e gozei gemendo e me contorcendo de tesão porque eles não paravam de me chupar, os quatro estavam me querendo demais e eu a eles. Gozei mais duas vezes e meu corpo se entregou vez. Eu tava amortecida e omecei a chupar o pau de um deles enquanto os outros me lambiam e chupavam inteirinha. Não dava mais pra agüentar e eu pedi pra eles me comerem a bocetinha. Eu queria sentir como era ter um pau dentro de mim. O primeiro veio por cima e com seu pau duro começou a me abrir, metendo
aos poucos o que me fez delirar de tesão.Eu não agüentei de vontade, puxei ele pra dentro de mim e senti o pau dele inteiro me comendo, o garoto fazia uma carinha de tesão que me excitava ainda mais  e os outros olhavam aquilo com uma vontade que me fez pedir pra todos me comerem um pouquinho de cada vez. O segundo veio e meteu tudo de uma só vez, bombando forte aquela pica enorme dentro da minha
boceta. O terceiro já estava dentro de mim enquanto eu chupava o pau de dois outros. Rapidinho, ele gozou lá dentro e o quarto veio meter em mim. Minha bocetinha tava querendo mais e, quando ele entrou, já puxei ele forte em meu encontro e o pau dele escorregou inteiro pra dentro, me abrindo de vez e me fazendo gozar de puro prazer. Nessa hora eu não acreditei quando um deles me disse que agora eles iam me comer a boceta e o cuzinho ao mesmo tempo e me pediu pra sentar de quatro em cima do pau dele, o que eu fiz com o maior prazer. Fui
sentando devagarinho, sentindo ele entrando até que apertei bastante e ele entrou inteiro. Meu cuzinho estava virado pra cima e não demorou pra receber outro pau gostoso dentro. Agora eu tava sentindo mais tesão ainda e comecei a me mexer em cima do
garoto e a receber um pau enorme na bunda ao mesmo tempo. Comecei a pegar no pau dos outros dois e um deles enfiou o pau na minha boca, mexendo como se tivesse comendo a minha boceta enquanto eu pegava no pau do outro com a mão... Eu trocava toda hora, chupando um e pegando no outro enquanto os outros dois me comiam a boceta e o cuzinho.Quando o que estava me comendo o cu gozou os outros dois tinham acabado de gozar na minha boca e eu pude cavalgar mais forte em cima do que estava comendo a minha boceta. Não demorou e nós dois
gozamos juntos. Eu estava inteira melada, minha bunda e a minha
boceta ardiam, mas eu me sentia a mulher mais desejada do mundo e devia aquilo aos quatro garotos que me comeram pra valer e me fizeram gozar mais de dez vezes em uma tarde. Amanhã eu vou me encontrar com os quatro de novo, já faz uns dois anos que a gente não se vê e nós vamos acampar durante as férias. E só vamos levar uma cabana, já dá pra imaginar o que vai rolar e eu estou morrendo de tesão  desde agora. Depois das férias eu conto pra vocês o que aconteceu.
Até lá !

sexta-feira, 18 de março de 2011

DIVERSOS CONTOS

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A MEXICANA DO INTERCAMBIO

*By: tempestade *
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* Deixa me apresentar primeiro: sou paranaense, uma mistura de italianos com índios, pele clara mas não branca, olhos castanhos cabelos encaracolados,
não sou linda, mas recebo elogios de homens e mulheres por onde passo, porém sou na minha, com formação universitária procuro manter me neutra em várias situações pois onde vivo é pequeno e as pessoas adoram falar. Havia terminado um relacionamento de quase 4 anos, o fim de ano tinha sido aquela monotonia, pensava na ex todos os dias, mas sabia q não tinha volta, recebia algumas cantadas, mas ainda não estava preparada pra envolver-me novamente,
Um casal de amigos notando minha tristeza convidou-me pra jantar num restaurante bacana da cidade onde moram. Fui por educação, já que a tristeza era tanta, q já nem sentia mais fome, curtia a depre total. 
No restaurante pediram um vinho uma pizza, enquanto esperava o pedido aproveitei pra dar uma olhadinha em
volta, o ambiente era muito bom, um excelente restaurante, havia pessoas de todos os tipos, famílias, casais de namorados, há três mesas a minha frente
comecei reparar uma morena, de uns 30 anos tbm estava com um casal de meia idade conclui que deveriam ser seus pais, logo veio uma garotinha q
atracou-se em seu pescoço, conclui que era a filha, bem melhor não olhar muito, como diz uma amiga mulher casada tem cheiro de chumbo rsrs.
Meus olhos continuaram pelo restaurante, na mesa bem a minha frente, o q parecia uma família, mas eu só via a careca de um senhor q estava de costas e uma
senhora q estava sentada a sua frente mas um pouco ao lado, havia mais pessoas na mesa, inclusive a garota q fez meus olhos brilharem, ela estava bem a frente do senhor careca por isso não a tinha visto antes. Minha nossa ela era linda, falava e sorria sem parar, mas era difícil vê-la com aquela careca obstruindo minha visão, virei a cadeira um pouquinho q vista maravilhosa, bem ela chamou me a atenção não apenas por ser linda, mas por parecer-se muito com alguém que tinha namorado na adolescência.
Era só uma paquera estava lá com meus amigos e depois iria sair dali com eles. Mas fiquei lá admirando, o vinho que apesar do preço não era dos meus preferidos, gosto de tinto, aquele era seco acabou, meu amigo pediu outra garrafa.
Resolvi ir ao banheiro, meus dentes são juntinhos e preciso de fio dental a cada refeição, então levantei e dirigi-me ao banheiro passei o fio dental e fiquei lá uns segundos parada olhando para o espelho, tudo era
motivo pra lembrar de minha ex... acordei do transe com a porta abrindo, pelo espelho vi entrar a moça q paquerava lá fora, ela me deu um sorrisinho e me perguntou se o wc estava ocupado, no sotaque mais gostoso que já ouvira, respondi sim e continuei lá parada, não sabia se saia ou ficava, fiquei, a moça saiu do banheiro e encostou-se ao meu lado na pia. Então veio a coragem e perguntei-lhe se era daqui, ela disse me q não, era mexicana, fazia intercambio pelo Rotary, perguntei se estava gostando, ela disse q sim, muito as pessoas eram simpáticas os brasileiros eram muito acolhedores.
Me perguntou o que fazia, quando disse q era professora de historia a garota mostrou-me o sorriso mais lindo do mundo e pediu meu telefone, ditei o numero e dirigi-me a porta, antes de sair ela perguntou se poderia ligar. Eu disse claro q sim, confesso q não sai empolgada, meu pensamento ainda era minha ex, voltei a mesa acabamos o vinho e antes de sair dei um aceno pra
mexicana. Voltamos pra casa, meu amigo foi para o pc, a esposa para o quarto ler e eu fiquei na sala.
Já fui pra cama era bem tarde, antes de deitar fui olhar as horas, no cel duas chamadas não atendida, olhei o numero, não conhecia, já eram 3 da manha, melhor não ligar. No outro dia de manha fui pra aula, Curso pós graduaçao aos fins de semana, ao meio dia quando sai
resolvi ligar pra saber de quem era o numero. Aquela voz q conheci na noite anterior antendeu muito simpática:
_____ oi vc me ligou ontem, desculpe não estava com o cel, ela disse tudo bem, me desculpe tê-la incomodando. Bem marcamos um almoço, em menos de 15 minutos ela me pegava na porta da escola.
Fomos a um restaurante pertinho, conversamos sobre historia, sobre a formação do país, uma conversa agradável, falamos de política papo de gente
cabeça, eu adorei a guria,.ela me convidou pra ir a casa onde estava hospedada ver fotos. Bem não era nem duas da tarde, meu ônibus so saia as 6.
aceitei, qdo chegamos a casa estava vazia Andressa me tomou pela mão e me levou ao quarto,pegou um monte de fotos e começou a me mostrar, explicar cada uma, as vezes eu ria pq não entendia bem seu portunhol. Em certo momento ela ficou por sobre meu ombro me explicando as fotos, sua respiração ao meu ouvido e perfume suave estava me embriagando, mas permaneci com os olhos nas fotos, então uma das fotos Andressa aparecia abraçada com uma moça, perguntei ser era irmã ela disse não és minha novia.
Disse isso e passou as mãos em meu cabelo, puxando os fios q caia sobre os ombros para trás, arrepiei, dei um pulo, ela deu risada, pediu calma, disse q não ia me
violentar, ai eu que ri, eu sei não vai mesmo. Sentei novamente, e ela voltou a posição anterior, eu dei novamente uma esquivada, ela disse q estava tudo bem, comecei a perguntar de sua vida, ela me disse q era universitária no México, contou me das dificuldades do país, aproveitei e fiz lhe algumas perguntas sobre a política mexicana, então perguntei de que mais ela sentia saudades. Seus olhos perderam o brilho, disse me q sentia saudades da namorada, pois crescera com a avó q já morrera os pais eram separados e a namorada era tudo que tinha, disse q entendia. Andressa pediu que esperasse, foi a cozinha e voltou com um licor, me ofereceu, era bom, mas bebida doce sobe num instante, tomei duas doses e já comecei a rir a
toa. Andressa bebia muito mais rápido que eu foi chegando próximo, o hálito doce misturado ao perfume suave acabou de me embriagar. Começamos num beijo
suave, os lábios grossos da guria era macios como pêssego, suas mãos grandes tbm era macias, ficamos em pé num beijo gostoso, Andressa segurava minhas
mãos, mais uma vez mandou eu esperar, minha cabeça já estava rodando, não sabia se saia correndo ou me entregava aquela mexicana. Ela ligou o som, nem
lembro a musica, tomou me pelas mãos novamente e me convidou a bailar, eu estava sentada na ponta da cama, Andressa ajoelhou-se entre minhas pernas,
tocou meu rosto com carinho, tocou meus joelhos, desceu até meus pés e retirou meus tênis, levantou pegou me pelas mãos e disse vem bailar, comecei
a rir, perguntei se estava com medo de eu pisar-lhes os pés, ela riu gostoso, dizendo: nao tenho medo de vc fugir. Voltamos a dançar, nos perdemos na dança, em beijos hora apaixonados, ora suaves, Andressa foi
conduzindo me a cama, seu joelho entre minhas pernas, prendendo meu corpo embaixo do seu. Nos beijávamos enquanto uma despia a outra. Suas mãos eram carinhosas, exploravam meu corpo enquanto seus lábios mordiscavam meus lábios, suas mãos acariciavam maus seios, meus dedos exploravam seu corpo, alcancei sua gruta molhada, seu clitóris tornava-se maior ao contato com meus dedos, nossos corpos já se desejavam, fomos nos encaixando de maneira q nossos clitóris fizessem contato, gemíamos, mexíamos, foi o primeiro
orgasmo. Voltamos a nos beijar com mais sofreguidão, nos viramos e passamos a um 69 gostoso, enquanto eu mordiscava, lambia, chupava seu grelo Andressa
fazia o mesmo, seus lábios macios chupavam meu grelo, mordiscava meus grandes lábios, intensificávamos e diminuíamos o ritmo ao mesmo tempo o que
fez com que nosso gozo chegasse ao mesmo tempo, Andressa subiu até mim, abraçou-me, beijou-me com carinho, então virou de costas fiquei com o corpo
coladinho ao seu, ela segurava minha mão, fazendo carinho no meu braço q estava por cima de seu ombro. Eu fazia lhe carinho na nuca, beijava-lhe os
ombros, mordiscava sua orelha, Andressa começou a mexer, encaixando seu corpo ao meu, sua bunda massageava minha gruta, incitando-me, comecei a
mexer gostoso, meu grelo massageando seu bumbum, andressa conduziu minha mão até sua fenda, então enquanto esfregava sua bunda em meu grelo, massageava gostoso seu grelo, Andressa gemia baixinho intensifiquei o ritmo, Andressa gemia algo, e esfregava com força a bunda em meu grelo. Gozamos gostoso,
nossos corpos suados, tentei levantar, mas ela pediu q ficasse, continuei lá deitada enlaçada a ela, ouvindo sua respiração. Meus pensamentos vagavam peguei no sono. Rsrsrs perdi o ônibus e por poucos minutos não fomos pegas na cama pelos anfitriões de Andressa. Acho que arrumei uma namorada Mexicana, estamos juntas, vamos passar o Carnaval na Ilha do Mel perto de Curitiba, logo conto o que rolar por lá! *

*
APENAS DOIS CORPOS
autor desconhecido 

Dois corpos se entregaram a uma paixão ao cair da
noite...      Era assim que podia desccrever meu encontro com você. Tudo que menos podria imagianar é que nos encotrassemos novamente uma situção totalmente confusa e ao mesmo tempo excitante... Eram quase sete horas da noite eu estava chegando em casa da academia quando me deparei com você em
minha porta me esperando. Na hora perguntei assustadao que fazia ali? Sua resposta foi única vim por sua causa. Pedi que entrasse que me esperasse
que não iria demorar afinal tinha chegado aquele momento da academia. Como de costume você foi até o rádio e colocou a nossa música. Eu a ouvia do banheiro e pensava em tudo que ja havia acontecido ali ao som daquela música era mágico. Sai do banheiro me sequei coloquei uma roupa fresquinha pois o dia estava muito quente. Ao chegar na sala nossa música já havia
>acabado, você me veio com um cálice de vinho e muito provocante começou a me olhar. Sentou-se no sofá e  pediu que dançasse para ele aquela música. Imediatamente me veio na cabeça um striper.... A música tocava e eu rebolava dançava sensualmente
>para ele.E a cada novo movimento era uma peça de roupa que tirava a cada movimemento dele ela uma insinuação que eu fazia... Sentei-me na mesa
completamente nua, a música toca e eu me masturbava pra ele eu me tocava e ele no sofá só me olhava....   Eu colocava meu dedo dentro do cálice do vinho e o lambia, passando-o pelo meu corpo inteiro... E ele quase sem resistir mais me chamou pra junto dele. Eu apenas com um sapato de salto completamente nua totalmente excitada cheguei perto dele quando senti seu pau bem duro enconstar em minhas coxas. Aquela coisa quente latenjando em minhas coxas...   Segurei bem firme e me ajoelhei, como uma louca eu
chupava, eu lambia, eu mordia com uma vontade imensa de que ele gozasse em minha boca pra sentir novamente a sensação de que ele era meu... Ele não
resistiu , passou a mão do meu cabelo o puxou com força e fez com que engolisse todo seu pau de uma forma meio violenta, mas eu gostei do que ele fazia comigo. Depois de gozar feito um louco dentro de minha boca, ele me colocou de quatro e começou a me
penetrar eu não estava mais quentando de tanto tesão e de tanta vontade de sentir ele meter novamente em mim... Eu gritava: Me fode... Me fode... Vai me faz tua mulher novamente... Me mata de prazer.. Me mata.... E ele obedecia cada vez em que eu gritava ele metia mais forte ele fazia meu corpo tremer.... Teve uma hora que ele me virou de frente e começou a me
chupar e eu como uma louca brigava com ele o empurrava, mas ele me segurava e colocava o gelo com as mãos e ia lambendo devagarinho... Eu contiuava
gritando para ele parar , mas de nada adiatva.... E ele mais uma vez com força meteu tudinho dentro de mim... e eu gozei de uma vez só com a mistura
do gelo e seu pau quente dentro de mim.... Gozamos várias vezes juntos...  
E por algumas horas achei que era impossivel haver uma sensação melhor do que aquela...

*
AVENTURA COM UMA DELICIOSA JAPONESA

autor desconhecido

Tudo aconteceu após a festa de confraternização da empresa em que trabalho. Sou casado há sete anos com Silvana, uma mulher sensacional que me satisfaz completamente. Porém, no começo de 2001 uma nova e maravilhosa executiva foi contratada pela empresa e chamava a atenção de todos, por seu jeito despojado, sua imensa simpatia, disposição para o trabalho e, claro, por seus belos atributos físicos.

Kátia é uma nipo-brasileira de longos cabeludos escuros, rosto sacana e uma bunda redonda e arrebitada. Logo nos tornamos amigos e por vezes, ao final do trabalho, íamos a algum bar e ficávamos conversando sobre diversos assuntos, inclusive sobre nossas fantasias sexuais - dentre elas, meu tesão por asiáticas e seu desejo de transar com dois homens ao mesmo tempo. Com o tempo, percebi que Kátia apresentava pouca resistência ao álcool e ficava alegre com duas tulipas de chope.

No final do ano, próximo à data de confraternização da minha empresa, Silvana teve que ir a um congresso em Belém. Eu ia ficar sozinho por quase uma semana. "Temendo pelo pior", anunciei que não poderia comparecer à festa, porém Kátia insistiu para que eu fosse, pois queria se despedir dos amigos em grande estilo, já que seria transferida para outra filial. Fui. Kátia estava linda, com um vestido cavado nas costas que insinuava a curva de sua bunda. Ao ver-me no salão, ela correu em minha direção, dando-me um longo beijo. Após algum tempo e várias doses de álcool, ela pediu-me para ajuda-la na tarefa de arrumar seu escritório. Achei estranho, mas resolvi acompanha-la assim mesmo.

No elevador, mais beijos, desta vez com mais tesão: não tive como controlar meu pênis, que ficou imediatamente duro. Colada em meu corpo, ela percebeu meu estado e sorriu, dizendo-me que ela seria meu presente de amigo oculto. Não conseguia acreditar que Kátia estava a ponto de realizar minha fantasia de transar com uma "japonesa". O escritório era amplo, com uma longa mesa de reunião, poltronas e uma espreguiçadeira. Nem bem fechamos a porta do escritório, passamos a nos despir vorazmente e ela rapidamente encostou-me na parede, ajoelhou-se à minha frente, pegou meu membro e pôs-se a chupa-lo com volúpia. Ela abocanhava todo meu pênis e com maestria lambia toda a extensão de meu cacete: não agüentei e gozei em sua boca e ela, sedenta, engoliu todo meu esperma.

Mesmo com as pernas bambas, acabei de tirar suas roupas e pude ver seus lindos seios médios. Comecei a sugá-los como uma criança faminta. Sentei-a na mesa de reunião, mordisquei suas orelhas, nuca e fui descendo pelos seus seios, até que cheguei em sua xoxota incrivelmente cheirosa, de pêlos negros e bem aparados. Reclinei-a na mesa e após beijar a xoxota, passei a explorá-la com minha língua, lambendo seus lábios vaginais. Kátia gemia a cada toque de minha língua em seu grelinho rosado; aproveitei sua lubrificação, enfiei dois dedos em sua xoxota e comecei a massagear seu ponto G. Ela se contorcia e respirava de maneira cada vez mais ofegante e, antes que gozasse, virei-a de costas, coloquei-a de quatro e comecei a morder sua bunda e a chupar seu cuzinho delicioso.

Ainda ofegante e incrivelmente suada, ela me puxou até a espreguiçadeira, pôs-se de quatro e pediu para que a penetrasse com força. Comecei a introduzir lentamente meu cacete em sua xoxota, mas ela empurrou seu corpo para trás, me fazendo penetrá-la de uma única vez e fazendo-nos soltar longos gemidos. Fodi aquela buceta como talvez jamais tenha fodido nenhuma outra. Urrava como um louco chamando-a de minha puta e ela, percebendo que eu estava quase gozando, mudou de posição, mordeu meus lábios, deitou-se de costas na espreguiçadeira e colocou meu cacete novamente em sua buceta, fazendo-me fodê-la bem devagar, pois queria ver meu rosto enquanto eu comia aquele monumento de mulher, além de prolongar ainda mais meu gozo.

Ficamos assim um tempo e, novamente quando já quase não agüentava mais, virei-a de bruços, coloquei uma almofada sob seu corpo e penetrei sua xoxota por trás, violentamente, praticamente gozando em suas coxas e gritando muito alto.

Dormimos um pouco (eu ainda dentro dela) e acordamos com o barulho de batidas em sua porta. Kátia perguntou quem era e a pessoa se identificou: era Carlos, um amigo com quem conversara na festa. Ela então se levantou e caminhou até a porta, abriu-a (ainda nua) e puxou Carlos para dentro escritório conduzindo-o até a poltrona. Carlos apenas me observava imaginando o que acontecera antes de sua chegada. Neste momento, Kátia sentou-se na poltrona, abriu o zíper de Carlos e começou a chupa-lo. Sem dizer nada ela apenas o fez sentar-se na poltrona e encaixou o membro de Carlos em sua buceta. Após algum tempo cavalgando aquele cacete ela se virou, e sorrindo, disse-me que agora era o momento de eu foder seu cuzinho, pois queria ser duplamente penetrada. Kátia contraía seus músculos e massageava dois cacetes ao mesmo tempo. Eu e Carlos a fodíamos com vigor, chamando-a de vagabunda e Kátia gemia e pedia mais e mais e mais. Ela parecia estar alucinada quando Carlos gozou em sua buceta, enquanto que eu enchia seu cu com minha porra quente.

Após alguns minutos, Carlos levantou-se, vestiu-se e voltou para a festa enquanto eu e Kátia permanecemos em sua sala extremamente cansados. Quando o dia amanheceu, transamos mais uma vez e desde então nunca mais nos vimos. Confesso que sinto saudades dela, mas até hoje ainda me excito ao lembrar-me dos detalhes da maravilhosa transa que tive com minha fogosa japonesa...

terça-feira, 8 de março de 2011

VARIOS CONTOS

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DRIKA
AUTOR DESCONHECIDO

Meu nome é Erik, sou branco, moreno, tenho 1,85 metro e sou formado em Educação Física. Na época em que esta história ocorreu, estava deixando de ser atleta profissional e começava a trabalhar como técnico e dirigente esportivo.
fomos convidados a participar de um grande evento desportivo da categoria mirim, que seria realizado em Buenos Aires. Nossa delegação era composta por mim, como chefe, por uma técnica, uma assistente técnica e doze atletas selecionadas para representar nosso estado no evento.
Por razões econômicas, a viagem foi programada para ser feita de ônibus até Foz do Iguaçu e lá pegaríamos um avião, no lado argentino, que nos levaria até a capital portenha.
Devido a minha atividade, convivia naturalmente com as atletas e desfrutava de grande prestígio entre elas, afinal eu era um atleta relativamente bem sucedido, algo como um modelo a ser seguido. Porém, apesar de exercer certa atração sobre as meninas, nunca havia me passado pela cabeça qualquer envolvimento com as mesmas, principalmente em razão da diferença de idade que nos separava. Encarava os olhares e sorrisos das meninas como paixões infantis, nada que devesse ser levado a sério.
Entre as atletas havia uma linda morena chamada Drika, de longas e bem torneadas pernas, coxas generosas, seios que floresciam e se insinuavam fartos, uma bundinha redonda, rosto perfeito, cabelos curtos, sorriso ingênuo, uma verdadeira promessa de mulher que se sobressaía em meio àquele harém. Era impossível não reparar em tamanha beleza, contudo jamais me passara pela cabeça envolver-me com ela, ao menos naquele momento.
Iniciamos nossa viagem com muitas brincadeiras e jogos, coisas comuns neste tipo de atividade. Com o passar do tempo e o avançar da hora, as meninas começaram a se aquietar em seus bancos e a dormir.
Devido a ser um pouco grande, fiquei em um banco exatamente no centro do microônibus que nos foi concedido, o que me permitia deixar minhas pernas estendidas, e assim seguia viagem.
Não demorou muito para Drika levantar-se e vir ao meu encontro dizendo que, por também ser grande, queria deitar-se no corredor do ônibus, sob minhas pernas. Não estranhei pois isto era algo normal durante viagens.
Após algum tempo deitada naquela posição senti um pequeno toque em minhas pernas. Julguei ser algo acidental. Porém, de leve o toque tornou-se consistente, a menina começava a apalpar minhas pernas por tesão. Gelei com essa idéia em minha cabeça.
Olhei em volta e todas as outras meninas pareciam dormir. Apesar de assustado, comecei a sentir um grande tesão com aquela situação. Eu estava de bermudas e procurei facilitar ao máximo a brincadeira da menina. Ela que fizesse o que quisesse.
Durante um bom tempo ela ficou alisando minhas pernas e eu fiquei curtindo aquela situação, com o pau latejando de tesão, mas não acreditava que ela fosse além daqueles carinhos.
Porém, como eu estava entregue, ela foi-se tornando mais atrevidinha, avançando aquelas mãozinhas de veludo sobre minhas coxas. Fiquei desesperado, desnorteado. Tentei me recompor mas o desejo foi mais forte, resolvi entregar-me totalmente à situação.
Drika deteve-se algum tempo em minhas coxas, mas a menina estava decidida a curtir muito naquela viagem, e suas mãos seguiram o caminho até meu pau, que já pingava de tesão.
Com uma das mãos, ficou punhetando meu cajado por algum tempo. A posição era incômoda, desconfortável, mas o que era um pouco de dor em meio àquele êxtase?
Pensei em deitar-me ao seu lado e fodê-la ali mesmo, mas me contive, ainda conseguia raciocinar.
No meio da penumbra, pude perceber que ela se masturbava. Fiquei imaginando aquela mãozinha brincando naquela bocetinha. Os dedinhos no grelinho, o néctar que devia estar escorrendo daquela grutinha...
Durante todo este tempo ela continuava brincando com meu cacete, às vezes lentamente, às vezes rapidamente, parecia estar se divertindo com um brinquedo novo.
Em determinado momento ela passou os dedinhos bem na cabecinha de meu pau, umedeceu-os com meu leitinho, e levou os dedos aos lábios para provar meu sabor. Aquilo me deixou extasiado. Fiquei com receio de me exceder, de gemer, de descontrolar-me e deitar ao lado dela, chupar aquela boceta virgem, fodê-la, não sei, tudo era irreal.
Ela voltou a brincar com meu cacete, eu sentia que logo iria gozar. Procurei ajeitar-me da melhor maneira possível e, quando a ejaculação chegou, ajudei-a a direcionar meu pau para baixo, na direção dela, brindando-a com toda a porra que pude, afinal, ela era a razão de tudo o que jorrava de meu pau.
Depois que gozei ela ainda permaneceu brincando com minha pica, parecia encantada pela porra, esfregava sua mãozinha em meu saco e em minhas coxas, continuando a masturbar-se até gozar. Após gozar ajeitou-se como pode e dormiu, inocente como uma criança.
Durante algum tempo permaneci acordado, observando todos naquele ônibus, pensando em tudo o que havia acontecido. Concluí que ninguém havia percebido nada. Comecei a colocar as idéias em ordem, afinal eu acabara de gozar nas mãos de uma aluna minha. Decidi encarar o fato sem culpas - se ela queria dar para alguém, por que não eu?
Com este pensamento na cabeça, dormi o sono dos justos e sonhei com os 10 dias que passaríamos na Argentina.
O amanhecer trouxe consigo todo o sentimento de culpa que eu pensara que não sentiria. Eu havia permitido um contato sexual com aquela linda menina, minha aluna, que estava sob minha responsabilidade. Parecia que todos sabiam, que todos me lançavam olhares acusadores, sentia-me mal com aquilo, sentia-me mal comigo mesmo.
Drika, no entanto, agia como se nada tivesse acontecido, brincava alegremente com suas amigas, com as técnicas e mesmo comigo. Ao pararmos para o desjejum, portava-se com tanta naturalidade que parecia estar em casa.
Apoiado na convicção de que ninguém realmente percebera nada, comecei a relaxar e a apreciar a beleza daquela menina. Aquela tez branca, divinamente bronzeada, aqueles olhos cor de mel, uma boca pequena, com lábios carnudos, enfeitada com dentes brancos, tudo em perfeita simetria, que menina linda. Os óculos redondo e o aparelho nos dentes davam-lhe ainda mais feição de criança, de pureza. Aquele corpo em formação magnetizava meu olhar, mesmo sob o agasalho podia-se vislumbrar toda a beleza daquelas formas. Como alguém podia deixar uma menina tão jovem usar uma tanguinha tão pequena, tão provocante?
Senti meu pau enrijecer-se, arrancando alguns pentelhos em sua busca por espaço. Creio que a dor trouxe-me à realidade. Estava ali, no meio daquelas crianças, com a "barraca armada" e babando feito o lobo mau. Respirei fundo, precisava me controlar ou aquela viagem poderia terminar comigo, com minha profissão, com meu futuro.
Acalmei-me. Desviei minha atenção para o evento de que participaríamos, divaguei, e assim a viagem transcorreu seu quaisquer incidentes até chegarmos em Buenos Aires. De lá, fomos conduzidos para uma província do interior, cujo nome já não me recordo.
Fomos recebidos com muita festa. Como de praxe em eventos desta natureza, nossas atletas foram alojadas nas casas das atletas locais, enquanto eu e as técnicas fomos hospedados em um hotel. Após o almoço fomos descansar, as atividades somente se iniciariam no dia seguinte. Sozinho no hotel, com meus pensamentos, fiquei feliz, da maneira como as coisas estavam nada poderia acontecer.
À noite, aos descer para o jantar, comunicaram-me que duas atletas não conseguiram se adaptar nas casas onde foram instaladas e que, por isso, foram também hospedas no hotel. Estremeci! Seria Drika uma delas? Sim, ela agora estava hospedada no mesmo hotel que eu, e ali qualquer coisa poderia acontecer sem que ninguém percebesse. Essa idéia me excitava e atemorizava, sentia-me dividido em minhas emoções.
No restaurante do hotel pude revê-la, estava deslumbrante. Havia abandonado o tradicional agasalho e usava um vestido branco, fino, cujo contraste com sua pele bronzeada era de uma beleza indescritível. Contra a luz, aquele tecido transparente permitia observar uma silhueta provocante, insinuante. Drika usava uma tanga diminuta, branca como o vestido, mas facilmente perceptível sob aquele pedacinho de pano diáfano. Como os pais dela podiam permitir que uma menina usasse uma roupa tão provocante? Ao sentar-se conosco, não consegui tirar os olhos de seus fantásticos seios, que mal se acomodavam sob aquele delicado tecido, pareciam ter vida própria, pareciam querer saltar dali, exporem-se, serem admirados, tocados, beijados...
Comecei a pensar em política, economia, mas nada adiantou. Não consegui controlar-me. Meu pau começou a crescer sob a calça, e dessa vez não houve pentelho arrancado que me trouxesse à razão. Ofegava, sentia o cheiro de minhas secreções, estava convicto de que haveria um escândalo ali, que eu seria execrado naquele momento pelos presentes, mas continuava alucinado de tesão, minha cabeça girava, já não entendia mais nada do que era dito à mesa, só tinha olhos, ouvidos, boca, presença enfim, para Drika. Sentia escorrer pela minha perna toda a excitação que brotava de meu pau. Sorri! Pensei se estaria babando também!?!. Comecei a relaxar, a recobrar a consciência, ninguém percebera meu estado alucinado.
A conversa fluía sobre futilidades. Em determinado momento, Drika falou:
- Quero aproveitar esta viagem para descobrir coisas novas, para me conhecer melhor e, é claro, brincar bastante.
Disse isso olhando para mim. Novamente, fiquei esperando qualquer ato de censura, mas nada ocorreu. Para os demais presentes aquela frase soara perfeitamente normal.
Findo o jantar, fui para meu quarto, entrei e fechei a porta com a chave. Tremia, sentia o coração bater forte, um gosto amargo tomou conta de minha boca, estava apavorado com a idéia de permitir um envolvimento com aquela menina. Sentia-me dividido, como em "O médico e o monstro", metade de mim queria trancar a porta e dormir, a outra metade queria viver aquela luxúria em toda sua plenitude. Como sempre, a metade animal venceu. Destranquei a porta e sentei-me, vestindo apenas o calção do pijamas.
Não sei quanto tempo se passou até a porta se abrir. Drika entrou, trajava ainda o mesmo vestido que usara durante o jantar.
"Oiii!" , disse-me, com tanta naturalidade que me desconcertou. Aquele sorriso inocente, o branco virginal daquele vestido, aquele perfume de mulher, o cheio de sexo que impregnava o ambiente, tudo deixava-me em êxtase. Já não tinha mais consciência de nada, qualquer controle, qualquer pudor.
Levantei-me e fui em direção daquela presença etérea. Parei em frente a ela, senti sua respiração ofegante, vislumbrava seus seios fantásticos movimentando-se sob aquele tecido translúcido. Passei os dedos em sua sobrancelhas, com as mãos, afaguei seus cabelos. Ela fechou os olhos, deixando a boca entreaberta, aguardando por meu beijo. Inclinei-me em direção a ela, abracei-a, mas não a beijei. Envolvi-a em meus abraços e a tomei em meu colo. Pude, então, finalmente sentir o calor de seu corpo em contato com o meu.
Caminhei lentamente em direção à cama e a coloquei, suavemente, sobre o colchão. A beleza daquela visão deixou-me extasiado: aquele corpo bronzeado, desabrochando, envolto por um tecido branco que nada escondia, que apenas fazia com que aquela menina parecesse mística, angelical, aquela visão faria mortos levantarem da tumba, imaginem então o que fazia com meu pau.
Sentei-me ao seu lado e passei a acariciar seu rosto, fechei os olhos, inclinei-me e beijei suavemente aquela boca maravilhosa, só deixando haver o contato entre os lábios e depois, lentamente, buscando sua língua. Ela não retribuiu meu beijo.
Abri os olhos e vi seus braços postados ao lado do corpo, as mãos contraídas, todo o corpo tenso. Agora, ela estava apovarada. A jogo que ela começara havia ido longe demais. Deitei-me ao lado dela e disse-lhe:
- Minha lindinha, vamos fazer uma brincadeira diferente. Vou me vendar e fazer de conta que estou amarrado na cama. Não soltarei as mãos da cama e nem tirarei a venda a não ser que você mande. Descubra aquilo que você quiser. Faça aquilo que você quiser. Aproveite e divirta-se.
Fiquei em decúbito dorsal, coloquei uma fronha no rosto e deixei as mãos segurando o encosto da cama. Por algum tempo, que me pareceu uma eternidade, nada aconteceu. Depois, pude senti-la movimentando-se ao meu lado.
Suas mãos começaram a percorrer meu corpo, tocando meu peito, barriga, detendo-se por longo tempo em minhas coxas, subindo então, vagarosamente, por dentro do ensopado calção, baixando-o e retirando-o, liberando completamente meu pau, que há muito suplicava por aquilo.
Passaram-se longos minutos e ela nada fez. Aquilo me enlouquecia. Tinha ímpetos de loucura. Queria beijá-la, abraçá-la, agarrá-la e penetrá-la, mas sabia que se fizesse qualquer ato brusco poderia perdê-la para sempre. Permaneci imóvel, com o cacete latejando, implorando por um carinho, um aconchego.
Ela então começou a tocar meu saquinho, primeiramente com os dedos, analisando a textura e a consistência, depois com uma mão e, finalmente com as duas. Passou a brincar com meu caralho, iniciando uma lenta e deliciosa punheta. Eu sentia aquelas mãos delicadas me tocando, brincando com meu pau, eu tinha contorções de prazer, era algo que nunca havia sentido.
Seus movimentos eram descontinuados, lentos, pareciam explorar aquele brinquedo que pulsava em suas mãos. Às vezes para o movimento, mantendo as mãos sobre meus pentelhos, deixando a glande totalmente exposta, outras vezes passava os dedos sobre ela, lambuzando-se com meus líquidos e esfregando as mãos em minhas coxas, meu peito, meu rosto, por todoo meu corpo.
Depois afastou-se de mim. Por quanto tempo, não sei, há muito perdera qualquer noção de realidade. Para mim, tudo girava em função do prazer, intenso e estranho, que sentia.
Senti seus movimentos novamente na cama. Ela deitou-se ao meu lado, notei que havia se livrado do vestido. Deveria estar nua, divinamente nua. Contorcia-me de tesão sentindo aquele corpo colado ao meu, imaginava-a nua, sentia que salivava, suava, vivia sensações indescritíveis.
Drika sentou-se sobre minhas coxas e passou a pincelar meu cacete em seu clitóris. Pela primeira vez, senti o calor úmido daquela grutinha. Ela estava tão excitada quanto eu, meu pau parecia nadar em meio àqueles lábios vaginais ensopados.
Com muito cuidado, para evitar uma penetração indesejada, ela brincava com meu caralho na portinha de sua boceta, esfregandopo de um lado para o outro.
Passou, então, a cavalgar sobre meu membro, esfregando-o ora em seu clitóris, ora colocando-o no rego daquela bunda maravilhosa. Mas havia também a sensação daquelas coxas que abraçavam as minhas, contraindo-se em seus movimentos de vai e vem, além do prazer de ouvir seus gemidos de satisfação, seus suspiros mais profundos, seus risinhos a cada nova descoberta, o cheiro de nossas secreções.
Era inacreditável a quantidade de sensações que aquela situação me provocava. Parecia que, por não poder tocar nem ver, meu corpo desenvolvia novos sentidos, novas formas de prazer. Eu não falava nada, apenas arfava e gemia, não queria fazer qualquer coisa que pudesse inibi-la. Além do mais, eu estava adorando aquela experiência.
Para pincelar meu pau em sua bocetinha de outro modo, ela inclinou-se sobre mim, tocando seus seios sobre meu peito. Fiquei ensandecido quando senti aqueles bicos entumecidos em contato com minha pele, ela percebeu e passou a brincar, simultaneamente, com meu pau na portinha de sua grutinha, e com seus seios em contato com meu peito. Não agüntei, comecei a gemer e a tentar penetrá-la com movimentos de quadrís. Rapidamente ela saiu de cima de mim, eu estragara tudo. Fiquei desconsolado, meu pau começou a amolecer.
Para minha surpresa, ela posicionou-se sobre meu peito e, lentamente, suspendeu a fronha de minha cabeça, deixando minha boca exposta. Delicadamente, inclinou seu corpo em minha direção, passando suavemente aquele biquinho durinho em meus lábios, em movimentos pendulares. Eu tentava, em vão, beijá-los, prendê-los entre meus lábios, mas Drika não permitia, apenas brincava comigo, divertia-se com meu tesão.
Após algum tempo nesta tortura, ela levantou-se e deixou a cama. Senti o peito encharcado no local onde ela estava, aquela bocetinha estava se derretendo de tanto tesão. Só então voltei a lembrar que eu tinha um pau, senti meus testículos doloridos devido a toda aquela tortura, eu queria, eu necessitava de gozar.
Drika voltou para a cama e posicionou-se com as coxas entre minha cabeça. Exultei por pensar que ela iria oferecer aquela bocetinha maravilhosa para meu deleite. Ao aproximar aquela grutinha de meu rosto, percebi, pelo odor, que ela havia ido ao banheiro para lavar sua xaninha. Vá saber o que se passara por aquela cabecinha de menina?!? Lamentei aquela atitude infantil, afinal, sua grutinha estava deliciosamente encharcada e perfumada por suas secreções de mulher, e tudo o que eu mais queria era sorver aquele melzinho, direto na fonte, porém, sabia que daquela fonte sairia muito mais.
Ela deixou sua bocetinha na altura exata para que eu brincasse com seu clitóris. Passei a tamborilar minha língua naquela bocetinha cheirosa, que abria-se para mim, convidando-me a descobri-la. Chupei-a como pude, concentrando-me naquele clitóris absurdamente intumescido, ela pareceu gozar algumas vezes, haja vista seus berros e suspiros longos. Em dado momento, inclinou-se para frente, na direção de pau. Exultei ao pensar que iria chupá-lo, mas ela não o fez.
Simplesmente recomeçou a punhetar meu cajado, que não precisou de muitos movimentos para brindá-la com uma forte ejaculação. Senti que gozava aos borbotões, toda a porra acumulada ao longo de toda aquela brincadeira era, agora, liberada em golfadas e mais golfadas, que sentia cair sobre meu corpo.
Extenuado, quase desfaleci. Apesar de haver gozado, ela continuou a manipular meu cacete, que gradativamente foi amolecendo em suas mãos, até tornar-se inerte, incapaz de qualquer reação. Ela permaneceu brincando com ele, parecia divertir-se com aquela minhoquinha murcha, que antes parecia pulsar com vida própria.
Ficamos algum tempo naquela brincadeira pós-gozo, Drika divertindo-se com tudo aquilo que tinha experimentado. Em momento algum eu tirara a fronha dos olhos, tão pouco tirara as mãos do encosto da cama.
Ao levantar-se para ir para seu quarto, beijou-me de forma tão terna e sussurrou um "obrigado, professor" tão inocente em meu ouvido, que quase chorei de emoção, ou tesão, ou sei lá o que.
Todas as noites em que ficamos na Argentina brincamos da mesma forma. Deixei que ela explorasse e conduzisse suas descobertas da maneira que ela quisesse. Houve algumas evoluções em nossas brincadeiras, mas não a penetrei em momento algum, ela deixou bem claro que não sentia-se preparada para aquilo.
Voltamos para o Brasil, para nossas cidades, e vivemos ainda outras aventuras. Hoje, por motivos profissionais, estamos distantes um do outro, mas mantemos nossa amizade por meio de correspondências, e-mail e telefonemas. Representamos muito um para o outro, aprendemos muito juntos e, espero, ainda desfrutaremos muitas coisas da vida juntos.

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KÁTIA

autro desconhecido

Esta história se passou há alguns anos. Já havia abandonado a Educação Física e o mundo desportivo e estava cursando Direito. Como bons acadêmicos, passávamos mais tempo nos botecos que rodeavam a faculdade do que na faculdade. Foi num desses botecos que iniciou-se esta aventura.
Discutíamos alegremente tentando resolver os problemas do mundo. O grupo reunido era grande, com alunos de vários cursos e períodos. A galera bebia muito e a paquera corria solta, havia cantadas de todos os tipos. Eu não estava azarando ninguém, estava mais preocupado em defender minhas opiniões sobre um assunto que sequer lembro o que era. Engraçado como coisas maravilhosas acontecem em situações assim.
As conversas adentraram a madrugada, casais foram se formando e se então o clima foi-se criando, o tom da conversa foi diminuindo, os olhares foram ficando mais insinuantes, os movimentos começaram a parecer serem feitos em câmara lenta, a oportunidade se fez...
Lentamente fomos nos aproximando, segurei levemente seu rosto enquanto a envolvia, ela aninhou-se e seu pequeno corpo desapareceu em meu abraço.
Nossos olhos se fecharam e nos entregamos em um beijo longo e sensual, enquanto nossos corpos se esfregavam, as mãos de um percorriam o corpo do outro, buscando o conhecimento mútuo.
Aquela mulher, com corpo de menina, parecia um vulcão prestes a entrar em erupção. Mordia-me levemente os lábios enquanto me beija. Arranhava minhas costas, minha nuca, esfregava seus mamilos entumecidos em meu corpo, gemia e dizia palavras desconexas, e estávamos apenas nas preliminares...
Fiquei com tesão redobrado sentindo a fera cujo corpo se contorcia colado ao meu... Sentia cada pedacinho de seu corpo malhado em contato com o meu. Fui beijando seu pescoço, sua nuca, chegando ao seu ouvido, deixando-a arrepiada, arrancando-lhe sussurros e gemidos que soavam como música para meus ouvidos. Nem lembro como fomos parar no chão, sobre aquele aconchegante tapete de pele.
Beijávamo-nos e buscávamo-nos mutuamente com um tesão incrível. Aquelas pequeninas mãos mostraram-se extremamente habilidosas, despindo-me rapidamente, e passaram a brincar com meu pau, deixando-o ainda mais duro.
Ainda me beijando, ela iniciou uma punheta maravilhosa, ora com as duas mãos envolvendo meu cacete, ora apenas com uma fazendo movimentos lentos e ritmados de vai e vem, e com a outra massageando meus testículos.
Sem parar aquela punheta fantástica, ela foi descendo seus beijos por meu pescoço, meu peito, ombros, barriga, lentamente, sempre brincando comigo, deixando-me cada vez mais excitado.
Tentei tirar-lhe o vestido. Suas mãos largaram meu pau e seguraram, com uma firmeza impressionante, meus braços, deitando-os ao lado de meu corpo. Ela deixara claro que estava no comando. Não me fiz de rogado, fechei meus olhos e entreguei-me àquela bela mulher que a cada ato surpreendia-me.
Ela voltou a beijar, lamber e chupar meu corpo, deixando-me arrepiado. Deixei-me levar por um turbilhão de sensações indescritíveis. Pareceu-me passar uma eternidade até sentir aquela língua quente e úmida tocar minhas bolas.
Lentamente ela continuava a punhetar-me, sibilando a língua aveludada em meu saco, alternando as bolas, mordiscando-as levemente, engolindo-as. Sua língua abriu passagem entre meu rego e passou a brincar com meu ânus, estremeci e arrepiei-me ainda mais, ondas de prazer deixavam-me extasiado enquanto aquela boca percorria os caminhos mais íntimos de meu corpo. Nunca havia recebido tal carícia. Aquela pequenina mulher mostrava-se uma mestra no sexo oral, e eu, fã incondicional da modalidade, entreguei-me completamente a ela.
Após uma eternidade naquela "tortura", Kátia voltou a brincar intensamente com meu saco, dirigindo, a seguir, aquela boquinha mágica para a base de meu pau. Enquanto apertava firmemente a glande com os dedos, passava a língua felina de cima a baixo do meu mastro, mordia-o, e lambia-o, controlando absolutamente todos os movimentos, permitindo que minhas secreções fluíssem abundantemente, mas evitando facilmente que eu ejaculasse.
Depois de deixar completamente babado e melado, Kátia começou a massagear delicadamente meu ânus com o dedo. Antes que eu esboçasse qualquer reação, passou a lamber-me a glande, intocada até então por aquela boca fantástica, fazendo com que eu me entregasse completamente ao seu domínio.
Enquanto uma mão comprimia com firmeza meu pau, aquela língua fantástica tamborilava em minha glande e seus hábeis dedinhos massageavam minha bunda e meu ânus.
Eu urrava de tesão e prazer, tremia, me retesava, não sabia o que fazer, perdi a noção do tempo, de tudo, entregue àquela deusa do sexo oral. Enebriado, sentia que às vezes ela introduzia a falange de seu dedo em meu cu, mas ao mesmo tempo abocanhava meu pau com tamanha pressão que parecia sugar minha força vital. Ela dominava aquela arte com tamanha perfeição que nada mais importava-me, apenas o prazer que sentia, apenas o tesão, apenas a expectativa de gozar...
Minutos, horas, não sei quanto tempo se passou. Uma avalanche de prazer dominou meus sentidos, eu nada fazia, apenas urrava, babava, gritava, completamente ensandecido por aquela pequenina gueixa, que parecia sentir tanto prazer em dominar-me através do sexo oral quanto eu tinha em receber suas carícias.
Meus músculos estavam tão tesos que comecei a sentir os primeiros sinais de fadiga muscular, ela também percebeu e decidiu fazer-me gozar. Vagarosamente massageando meu ânus, volta e meia introduzindo delicadamente seu dedinho em meu cu, ela começou a mais lenta e maravilhosa punheta de minha vida, sem deixar de sugar a cabeça de meu pau em momento algum...
Lentamente, sempre lentamente, durante minutos que me pereceram séculos, ela continuou com aqueles movimentos, que me pareciam um ritual orgasmático...
Nem mesmo quando percebeu que eu iria gozar ela alterou o ritmo, e quando finalmente sentiu que eu iria ejacular ela apertou firmemente a cabeça de meu pau entre os dedos, aumentou a potência de sua sucção, em seguida soltou minha glande e passou a massagear meus testículos, sugando voluptuosamente a cabeça de meu pau, buscando dentro de mim toda a porra acumulada por horas daquela "tortura" magnífica. Eu urrava e me contorcia enquanto ela sugava sem parar tudo o que podia de dentro de mim. Nunca havia gozado tão intensamente, jamais havia sentido tamanho prazer.
Não sei o que houve, se transcendi, se desmaiei, não sei... Só sei que quando voltei à terra percebi que estava em decúbito dorsal, com Kátia posicionada entre minhas pernas, ainda mamando meu combalido pintinho, que para minha surpresa permanecia semi-rígido em sua boquinha.
Aquele rostinho angelical com belos olhinhos amendoados parecia brilhar, sorrindo para mim. Aqueles longos cabelos negros jogados sobre minhas pernas...
Pela primeira vez percebi que ela havia se despido e que estava apenas de calcinha. Senti que meu pau começava a insuflar-se de vida dentro daquela boquinha extraordinária e eu desejava retribuir a ela ao menos uma parcela de todo o prazer que ela me proporcionara...
Posicionei minha mão em sua nuca e carinhosamente a puxei em minha direção, beijando-a delicadamente, agradecendo por estar ali, por estar desfrutando de sua companhia, de sua intimidade. Deitada sobre meu corpo, pude mensurar como realmente ela era pequenina em comparação a mim.
- "Vamos para o quarto", ela sussurrou-me com uma voz lânguida que me fez sentir um calafrio subindo pela coluna.
Não tive dificuldades em levantar-me com ela agarrada em meu corpo, as pernas entrelaçadas em minha cintura. Como uma louca, beijando-me, mordendo-me, arranhando-me, ela foi-me apontando o caminho do quarto.
Lá chegando deixei-nos cair sobre a cama, posicionando-me sobre ela. Imobilizando-a entre minhas pernas, segurei seus braços abertos por sobre sua cabeça, podia vê-la inteira a minha mercê, aquele corpo magro, aqueles seios pequenos, os mamilos entumecidos...
Meu pau pulsava sobre sua barriga, gostei daquela visão e resolvi massageá-la com o cecete. Esfreguei-o lentamente naquela linda barriguinha, fui subindo, detive-me por longos minutos nos pequeninos seios, com uma mão eu rolava meu meu membro sobre aqueles montinhos, circulava-o em volta dos mamilos enrijecidos... continuei subindo até posicionar-me sentado sobre seu peito. Passei a esfregar meu pau em seu pescoço, suas orelhas, sobre seus lábios, seus olhos, virei-a de costas e passei a massagear por vários minutos sua nuca e suas costas, dando também pequenas batidas com o membro em seus ombros...
Fui descendo, descendo... posicionei-a em decúbito dorsal, era chegada a hora de despi-la da minúscula calcinha e eu queria vê-la de frente para mim...
Lentamente fui puxando aquele pedacinho de pano para abaixo. Na medida em que a calcinha ia se enrolando por aquelas coxinhas, permitia-me ver uma púbis que deixou-me encantado, Kátia tinha ralos e longos pentelinhos, que quase nada encobriam daquela maravilhosa grutinha...
Ao livrá-la da pequena peça de roupa pude observar em toda plenitude aquela pequena rachinha que exalava um cheiro maravilhoso, que deixa-me como que embriagado...
Afastei delicadamente suas pernas e direcionei minha boca para aquela bocetinha que parecia chamar-me. Beijei-a, beijei-a, beijei-a, comecei a passar a língua naqueles lábios vaginais, com os dedos fui abrindo aquela grutinha, passando a fazer lentos movimentos circulares com a língua ao redor de seu clitóris, aos poucos fui aumentando o ritmo de minhas lambidas, cada vez mais rápido, minha língua e aquele pequenino clitóris pareciam duelar. Kátia prendeu com as coxas minha cabeça entre suas pernas e começou a serpentear, parecia estar tendo convulsões. Passei a chupar-lhe o clitóris e comecei a massagear-lhe o ânus... Ela contorcia-se, berrava palavras desconexas, puxava minha cabeça de encontro a sua bocetinha, parecia estar em transe... Continuei desfrutando de sua grutinha em minha boca por vários minutos, até que aos poucos ela foi se acalmando, aproximava-se a hora de penetrá-la.
Posicionei meu pau na entrada daquela xaninha, Kátia segurou-o e passou a masturbar seu clitóris com meu cajado, freneticamente, cada vez mais rápido...
Eu mantinha-me de joelhos, apoiado nos cotovelos, evitando a penetração. Ela passou as pernas sobre minha cintura, envolvendo-me, e passou a enfiar a cabeça de mau pau em sua boceta, enfiava e tirava, suspendendo-se da cama. Aquela mulher deixava-me alucinado. Durante vários minutos fiquei apenas sustentando nossos corpos, enquanto ela controlava a penetração. Alucinadamente, ela começou a berrar, dizendo "vem, vem, enfia tudo em mim"...
Simplesmente soltei o peso de meu corpo sobre o dela, penetrando-a completamente. Ela berrou como se tivesse sido partida ao meio. Assustei-me, pensei que a tivesse machucado, mas aquela cadelinha começou a mexer-se mais e mais sob mim, contorcendo-se, uivando, berrando, definitivamente ela parecia estar em transe... Não havia como não ficar empolgado com uma mulher como aquela...
Passamos a copular freneticamente, urrando feito dois malucos. Passei a tirar quase todo o pau de dentro dela, deixando apenas a cabeça guardadinha, enterrando-me novamente naquelas entranhas quentes, fiz isso algumas vezes, mas depois, quando eu me afastava, ela se enfiava em mim... suas pernas prendiam-na a mim como uma cadelinha, ela enterrava aquela boceta fantástica em meu pau em um ritmo cada vez mais rápido. Assistir aquela bocetinha linda sugando meu pau para dentro de si era um privilégio, um prazer à parte...
Não havia mais como controlar, percebi que não iria demorar muito para gozar e decidi ficar me deliciando com aquela mulher, vendo-a, literalmente, me foder...
Ela sabia que eu estava prestes a gozar e passou a colocar apenas a cabeça de meu pau em sua boceta, comprimindo a glande, num ritmo alucinante, aquilo foi-me causando um calor intenso, uma sensação de desvario, algo inusitado, pensei que iria morrer ali... até que explodi em um gozo alucinante, parecia que meu cérebro estava saindo através da ejaculação... a impressão que eu tinha é que não haveria espaço para tanta porra naquela bocetinha e que meu pau iria estourar, e aquela verdadeira putinha continuava alucinada a se mexer com meu pau entalado em sua boceta...
Caí sobre ela e ficamos abraçados, podia sentir as contrações daquela vagina tendo um orgasmo, sugando, massacrando meu pau... Sem sair de dentro dela, deitamos lado a lado, acho que desmaiei...
Houve várias outras trepadas, cada uma mais incrível do que a outra. Continuamos juntos por um bom tempo, até que mudei de cidade. Tentei manter contato por carta e telefone, mas a distância é sempre cruel... Espero poder reencontrá-la em breve e novamente aprender alguns segredinhos sobre o sexo com aquela japonesinha safada, talvez ensinar alguma coisa também...
   60- Tesão de Condução
Todos os dias vou ao trabalho de ônibus. Fico muito excitada logo de manhã quando o ônibus está super lotado, principalmente no verão, pois adoro sair de mini-saia, blusinha colada, sandália alta e cabelos molhados. Percebo logo vários olhares masculinos me comendo. Finjo nem perceber e nem dou bola. Mal sabem que enxarcam minha calcinha.
Um dia, acordei com um tesão além dos limites, resolvi esquecer de colocar minha calcinha, só para ver se algum taradão do ônibus percebesse e, ficando com um tremendo tesão, teria a ousadia de pelo menos me passar as mãos ao invés de ficar só me olhando. Fico excitadíssima de lembrar aquele dia de puta que tive. Tudo foi muito além do que eu estava imaginando. Foi só sair sem calcinha e as coisas rolaram sem eu fazer mais nada. Logo no primeiro ônibus, fiquei em pé mas, como estava muito lotado, as pessoas ficavam circulando no corredor do meio, com pressa para descer, e isso ia me pressionando para a frente. Estava muito gostoso pois um homem, sentando no banco na minha frente, estava com sua mão segurando no banco da frente dele, e minha buceta nuazinha ficava roçando seus braços. Claro que ele podia sentir meus pelinhos e ficava forçando discretamente seu cotovelo contra minha buceta. O pau dele estava ficando enorme. Ninguém estava percebendo nada e até eu fingia não perceber.
Até que esse desconhecido pegou sua outra mão, como se fosse cruzar os braços e começou me foder com seu dedo médio, e meu tesão escorria pelas pernas. Com o balanço do ônibus e a vibração de seu dedo, fui à loucura, gozei intensamente, dei sinal e desci no próximo ponto sem nem olhar para ele. Estava morrendo de vergonha mas ainda louca de desejo. Queria mais. Chegando no serviço, resolvi contar essa façanha para o ascensorista e percebi que ele ficou tarado. Pediu a minha buceta na maior cara de pau. Eu não podia nem pensar em ceder, mas o desejo de um pau me fodendo era maior do que qualquer coisa. Ele conseguiu parar o elevador e, sentado em seu banquinho, dei um jeito para minha buceta ficar da altura de sua boca. Ele lambeu toda aquela porra que escorria, delicadamente, como se chupasse um sorvete delicioso. Finalmente, pôs seu enorme pau pra fora do zíper, virei de costas e sentei. Ele enlouqueceu, chegou até me machucar, de tanto que me comeu. Depois que jorrou toda aquela
porra lá dentro da minha bucetinha, seu pau continuou duro e ainda me comia. Pior que eu estava sem calcinha e a minha maior preocupação era aquilo continuar escorrendo lá no
escritório. E foi o que aconteceu, eu estava no meio de uma reunião, meia dúzia de homens e uma mulher e não sei se foi aquele cheiro de sexo que eu exalava, mas um dos participantes tomou a iniciativa e todos toparam. Nessa hora, fui praticamente estuprada, pois me colocaram em cima da mesa, dois ficavam segurando minhas pernas bem abertas, minha colega ficava me chupando enquanto todos se preparavam e, em fila, todos me comeram. Já nem sei mais o que sentia. Minha buceta doía de tanto pau. O estranho é que meu tesão não passava. Eu gemia loucamente e todos gozaram intensamente. Todos eram cúmplices, eu não era a única culpada. Ninguém da empresa ficou sabendo.
E para acabar o dia, na volta foi um passa mão e roça roça geral no ônibus e quando cheguei em casa, meu marido me comeu como nunca havia me comido antes. Parecia até que ele desconfiava de alguma coisa...
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   Um Amor de Aluna

autor desconhecido


Sou professor universitário e tenho tido, ao longo do tempo, a oportunidade de enfrentar situações extremamente interessantes, nem sempre com o desfecho desejado.
Ora é uma aluna mais safada que, de saia curta, senta bem à frente e fica mostrando a calcinha (ou a bocetinha); ora é aquela aluna que, ciente do dotes físicos que possui, resolve oferecer uma contraprestação por uma orientação pessoal e prestada em caráter particular.
No último semestre ministrei aulas para duas turmas, totalizando quase cem alunos. Muitas garotas jovens e bonitas integravam as duas turmas.
Desde o início do semestre uma delas, no entanto, se mostrou bem interessada em se aproximar de mim e me pedir explicações sobre temas desenvolvidos nas aulas. Era uma garotinha que me lembra muito a minha amiga Roberta. Pernas grossas, bem torneadas, bundinha arrebitada, cheinha, sem exageros, seios médios, rostinho bonitinho, jeitinho de safada. Cabelos negros, pouco abaixo dos ombros.
Diversas vezes ela permaneceu depois da aula e me interpelava sobre temas variados. O que me deixava embaraçado era que a garota sempre ficava muito próximo de mim, e exagerava nos toques. Às vezes segurava o meu braço, a minha mão, e ficava falando.
Trajando quase sempre uma roupa sensual (mini-saia ou vestido curto), ela me perturbava e acho que percebia isso. Fazia isso, em verdade, de propósito.
Percebendo que a intenção dela era ter algo mais, passei a retribuir-lhe os afagos e a tocá-la. Ora segurava-lhe o braço e a acariciava disfarçadamente. Ora as costas.
Um determinado dia ela me pediu uma apostila para fotocopiar e eu estava com o material no meu carro. Convidei-a para ira até ela e ela me acompanhou. Como ela conversava muito e parava às vezes, enlacei-a pelas costas, dizendo-lhe, em tom de brincadeira: "deixe-me rebocá-la, senão náo chegaremos hoje ao carro" - assim dizendo, puxei-a para perto de mim e pude sentir o calor de seu corpo.
Ela me olhou, sorrindo de modo maroto e retribuiu o meu abraço. Saímos abraçados, como se fossemos íntimos.
O meu membro àquela altura estava extremamente indócil. Completamente duro, pulsava dentro da cueca desejando ser libertado e atacar aquela tenra e deliciosa bocetinha.
A garota trajava, naquele dia, um vestidinho curto porém folgado que descia pelo seu corpo e o modelava. Estava deliciosa e eu já não tolerava mais aquele tesão e a tentação que ela me proporcionava.
Chegamos ao meu carro, em um local pouco iluminado. Coloquei-a na minha frente e a conduzi até a porta do carro. Posicionado logo trás da garota, segurando-lhe a cintura com as duas mãos, olhei para a sua bundinha empinada e não me contive mais. Puxei-a, para que ela parasse, e encostei-me nela, fazendo com que o monte formado pelo meu membro rijo tocasse sua traseirinha. Ela não se fez de rogada e não adotou qualquer postura que mostrasse não estar desejando aquela situação. Pelo contrário, me puxou para mais perto de si e comprimiu o seu corpo contra o meu.
A situação saiu completamente de controle. Passei a beijar-lhe o pescoço, a nuca, os lábios. As minhas mãos, com um tesão voraz, simplesmente subiam e desciam por todo o seu corpo. Acariciava a barriguinha, os peitinhos e bem devagar desceram para a bocetinha, ainda tendo o vestido no caminho.
Pressionado contra a sua bundinha, o membro apreciava ela rebolar sensualmente, demonstrando que o seu desejo era o de vê-lo em posição mais confortável, completamente enterrado naquele vale do amor.
Levantei o vestidinho da garota e levei a minha mão à sua bocetinha. Surpreso, constatei que ela nada usava por baixo, estava, a putinha, sem calcinha. Acho que ela naquele já premeditara me "comer".
O meu tesão apenas foi amplificado com aquela constatação e, sem mais demoras, virei-a de frente para mim, empurrei-a contra o carro, abri minha calça e saquei o meu mastro duro e empinado.
Beijando a sua boca de forma ardente, línguas duelando, abri-lhe as pernas e procurei o túnel de sua vulva que, àquela altura, estava completamente úmida, desejando ser penetrada.
Levei o membro à bocetinha de minha deliciosa aluna e o esfreguei levemente para cima e para baixo, tornando-o mais lubrificando e proporcionando-lhe um delicioso contato com a carne quente de minha parceira.
Ela gemia e tremia de tesão, murmurando palavras desconexas, sem sentido, mas sempre pedindo para ser possuída. Ela queria ser penetrada, ser fodida, ser comida. Quase implorava isso, enquanto arremetia os seus quadris para a frente como que querendo penetrar-se. Eu recuava e não deixava isso acontecer, fazendo o seu tesão aumentar.
Mas a minha própria situação já não me permitia esperar mais. Queria a todo custo invadir-lhe a xaninha e meter fundo o meu membro naquela grutinha quente e molhadinha.
Posicionei-o na entrada e fui metendo devagar. A bocetinha de minha aluna era apertada, quente, úmida. Enfim, deliciosa.
Meti-lhe o membro até o fundo e abraçando-a forte e beijando a boca de forma ardente, iniciei movimentos de vai-e-vem que se prolongaram por menos de dois minutos, pois o nosso tesão não permitia esperar mais. Gozamos profundamente e enchi-lhe a bocetinha com o meu esperma quente, tornando-a ainda mais molhadinha.
O gozo foi tão profundo e delicioso, que ficamos sem qualquer ação por alguns minutos, apenas nos abraçando forte e sentindo a sensação que nos era proporcionada por aquele contato.
Afagando-lhe os cabelos de modo carinhoso, passei a beijá-la com mais calma e mais carinho. O meu membro continuou duro dentro de sua bocetinha. Reiniciamos tudo.
Naquela noite, ainda transamos duas vezes no estacionamento. Depois convidei-a para ir a um motel. Fomos e passamos a noite juntos.
A partir daquele dia, além de aluna a garota passei a ter uma deliciosa namoradinha, por quem tenho muito carinho e uma atenção especial.
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Professor e aluna

autor desconhecido]


Meu nome é Gérson, tenho 34 anos. Sou professor de Física há 6 anos. Modéstia à parte, me considero um homem bonito e atraente. Faço cooper todos os dias e musculação aos finais de semana. Minha esposa tem um ciúme doentio de mim e faz o possível e o impossível para me agradar, na cama e em todos os lugares. Mas não estou escrevendo para falar dela, e sim de uma ex-aluna, que conviveu comigo durante todo o ano .
Ana Cláudia sempre foi uma aluna exemplar. Inteligente, voluntariosa, expansiva, caprichosa e muito, mas muito gostosa. 17 anos, cabelos compridos, sedosos, castanhos. Corpo perfeito, curvilíneo. Um rostinho delicado, olhos verdes. Um par de seios empinados, insinuantes, capazes de enlouquecer qualquer um. Bundinha arrebitada e volumosa.
Naquele ano tinha sido eleita Rainha da Escola. Eu sentia uma grande atração por ela, mas me controlava e tudo correu normalmente até meados de setembro.
Comecei a notar suas provocações quando percebi que somente no dia das minhas aulas ela vinha sem sutiã. Durante a aula, seus peitos pareciam querer saltarem para fora da camiseta e virem ao meu encontro. Além disso, ela me olhava de uma forma estranha, parecia sempre querer me dizer algo.
Eu já tinha quase certeza que aquela gostosinha estava louquinha por mim, quando obtive a confirmação. Num certo dia, ainda muito antes do início da aula, vindo da secretaria e quase entrando na sala, ouvi duas garotas conversando baixinho. Parei e fiquei ouvindo escondido aquele papo. Era Ana Cláudia e uma amiga. Transcrevo na íntegra:
“_Pô, Ana, ele é casado, sério, nunca vai querer nada com você!”
“_Ah, Dani, eu não consigo deixar de pensar nele. Eu chego em casa e me masturbo pensando nele, acordo à noite sonhando que tô beijando ele. Não sei o que faço...”
“_Se é assim, querida, chega logo e fala. Se ele for macho mesmo, não vai desfazer de você não, tenho certeza!”
Quando ouvi aquilo, saí devagar, excitado e pensativo. Tudo bem, ela era um tesão, talvez ainda virgem, enfim tudo o que um homem poderia querer. Só que era minha aluna e o pior: menor de idade. Durante alguns dias, estive observando mais atentamente o comportamento de Ana Cláudia. Ela continuava com seus olhares convidativos e safados. Passou a vir de mini-saia nas minhas aulas e sempre que possível, me falava coisas indiscretas e reveladoras de sua atração por mim.
Tudo aconteceu numa sexta-feira. Era dia de prova, última aula. Todos entregavam a prova e iam embora. Por coincidência (até parece, né?), Ana Cláudia foi a última. Estava uma noite linda, estrelada, clima agradável. Ainda faltavam cerca de 15 minutos para o final da aula.
Ana Cláudia estava gostosíssima. Um perfume enlouquecedor, uma blusinha decotada, uma meia-calça escura muito sensual e uma saia justíssima, com a calcinha bem enfiadinha no reguinho.
Ela se sentou perto de mim, cruzou as pernas e me pediu uma explicação sobre nem sei o quê. Não havia como me controlar. Mandei secretamente esposa, escola, escrúpulos e todo o resto para a casa do caralho. Aquela pilantrinha merecia levar uma surra de pica.
Enquanto alisava suave e delicadamente suas coxas branquinhas e lisas, perguntei o queria saber. Ana Cláudia não se conteve, pulou em meu colo, me beijando com um fervor e uma volúpia própria de adolescente apaixonada.
Naquela sala de aula só havia nós dois. Ouvia-se um burburinho na rua. Era o resto da turma, bebendo e se divertindo num barzinho em frente à escola. “Quem vai se divertir agora sou eu”, pensei. Pedi a ela que esperasse um pouco. Fui até à porta e encostei-a. Agarrei-a com força e passei a despi-la. Tirei sua blusinha e beijei seus peitinhos com toda a delicadeza do mundo. Arranquei a saia e a calcinha preta e rendada. Quando a deitei em minha mesa, Ana Cláudia pediu que apagasse a luz. Era visível seu nervosismo e inexperiência. Fiz o que ela pediu, afinal a noite estava clara e enluarada.
Abri suas pernas devagar e visualizei sua xoxotinha. Era linda, pequena, pelos eriçados e aparentava estar bastante úmida. Além disso exalava um aroma fantástico, comum a todas as ninfetas. Passei a chupá-la com vontade, lambendo tanto os grandes quanto os pequenos lábios, além do clitóris. Ana Cláudia respirava fundo, se contraía, gemia de prazer e loucura. Senti-a chegar ao orgasmo em minha boca, me puxando contra sua xoxota. “Te quero dentro de mim agora”, disse baixinho.
Mandei que relaxasse bastante, pois era chegada a hora da penetração. Eu estava só de cueca e meu pau de 19,5 cm exigia participar da brincadeira também. Passei a alisar sua xana com a cabecinha, para deixá-la cada vez mais ansiosa e excitada. Penetrei-a devagarinho, saboreando cada centímetro daquela grutinha ainda inexplorada, jamais sentida por nenhum outro homem. Sua bucetinha era apertadíssima, dificultando um pouco a penetração. Resolvi forçar mais, só que ela tentou recuar. “Ai, pára, pára, eu não tô agüentando, professor!”, gritou.
“Toda ação provoca uma reação, vagabunda! Não presta atenção na aula, não?”, disse-lhe.
No escuro daquela sala de aula, apenas se viam nossas sombras projetadas no quadro-negro. Excitadíssimo como eu estava, de posse daquela ninfeta safadinha, desvirginando-a, decidi ir até o fim e mostrar àquela putinha todo meu vigor de macho provocado. Joguei todo o peso do meu corpo sobre ela, prendendo seus braços com os meus. Ana Cláudia se debatia, tentando escapar da minha vara grossa e invasora. Mas não havia saída. Enterrei todo meu cacete, sentindo seu hímem se rompendo, enquanto ela rompia em lágrimas de dor, prazer e tensão. Abafei seu choro com um beijo carinhoso e relaxante.
Com o pau sujo de sangue, passei a bombar com força. Sua buceta já estava mais dilatada, relaxada. No princípio fiz movimentos circulares e depois estoquei fortemente, acompanhado pela sincronia dos quadris de Ana Cláudia, que agora parecia estar adorando ser fodida. “Isso, rebola pra eu te arregaçar, vadia”, disse-lhe no ouvido. Sua resposta foi uma cravada de unhas em meus braços e costas. Metia cada vez mais com força naquela buceta recém-descabaçada, dominado por um instinto selvagem que Ana Cláudia correspondia maravilhosamente, num ritmo alucinado e desprovido de qualquer cuidado, onde ela levantava o quadril ao máximo, me apertando com as coxas e depois escancarando a vagina, para poder levar tudo, até o talo. Ela gemia profundamente, respirava fundo, suava e pedia que não parasse nunca mais, se desfazendo de prazer em meu caralho duro e impiedoso.
Dali a pouco, sentindo que iria gozar, tirei rapidamente meu pau e esporrei em seus seios e barriga, enquanto ela alisava carinhosamente aquele cacete que acabara de arregaçá-la.
Ainda sentia meu pau duro, pedindo mais. Puxei uma cadeira, me sentei e coloquei aquela bonequinha no colo, de costas para mim. Enquanto Ana Cláudia subia e descia vagarosamente em minha vara, eu mordia suas lindas costas, lambia sua nuca, orelhas e apertava suavemente suas tetinhas durinhas de tesão. Dessa vez, gozei dentro de sua buceta, sentindo um tesão tão incontrolável, que mordi violentamente suas costas, mais uma vez arrancando sangue daquele corpinho totalmente entregue às minhas taras e caprichos.
Tive vontade de comer seu cuzinho também, só que não dava mais tempo, afinal já era tarde e o inspetor estava para passar fechando as classes. (Acabei enrrabando-a 2 semanas depois, em minha casa, num domingo em que minha esposa saiu para visitar a mãe).
Nos vestimos rapidamente e saímos devagar, um por vez, mas não sem antes nos beijarmos com muito tesão, enquanto eu acariciava os fofos e tesudos peitos de Ana Cláudia.
Ainda passei pelo barzinho onde meus alunos bebiam e conversavam animadamente. Quando tomava um chopinho gelado, um deles me perguntou o que eu estava fazendo até aquela hora na escola. “Pô, você ainda pergunta! Corrigindo as besteiras que vocês escreveram na prova!”, respondi cinicamente.
No outro dia, ao entrar na sala de aula, vi Ana Cláudia. Estava radiante, sorridente, parecia estar muito feliz. Linda e gostosa como sempre. Ela me encarou rapidamente, com um discreto risinho. Retribuí com uma também discreta piscadinha.
Ao abrir o livro de chamadas, me deparei com um bilhetinho marcado de batom e com a seguinte frase:
“ GOSTOSO, QUERO MAIS...”