sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

ROSANA

Recebi uma ligação de Rosana, irmã de Renata  . Rosana, eu só conhecia por ouvir falar, Renata, quem acompanha meus contos há algum tempo sabe disso, foi um grande amor na minha vida. Desde que Renata tinha me abandonado prá ficar com Carlos , que não tive notícias dela.
Rosana me disse que ela tinha pedido prá ligar, porque queria me ver, saber de mim. Renata estaria internada , então perguntei o que tinha acontecido.
Rosana me disse que ela teve que fazer uma operação de emergência, ia ficar internada por cerca de duas semanas. Como o hospital ficava proximo ao meu serviço , Rosana insistia que eu fosse ve-la.
Hesitei muito, pensei muito. Renata tinha me feito sofrer muito e eu temia sobre a minha reação em ve-la. Será que ficaria com muita raiva dela e a trataria mal? Será que, no fundo, ainda não a tinha esquecido ?
Mesmo assim, na minha hora de almoço fui visitá-la. Mesmo após a cirurgia, e sem maquiagem, Renata ainda estava linda. Seus olhinhos claros ainda brilhavam ao me ver, dei um beijo na testa dela e fiquei acariciando seus cabelos enquanto conversavamos. Não falamos sobre o passado e nem precisava. Falamos sobre a cirurgia, sobre o tempo, sobre a irmã dela.
Fiquei contente comigo mesmo porque percebi que já não a amava e tudo tinha ficado no passado, ela era apenas uma lembrança boa. Claro que tiveram momentos de recaídas, quando percebia que ela estava sem soutien e me lembrava daqueles seios fartos na minha boca ou quando massageei os seus pés, lembrando o quanto eu gozei neles no passado.
Descobri que tinha por ela uma ternura de amigo, e assim ficou mais fácil reve-la. Ela ficou realmente contente ao me ver e saber que eu estava bem.
Passei a visitá-la todos os dias em que esteve internada.  Geralmente, ficava esperando por Rosana, para levá-la de volta ao serviço, após a hora da visita.
Rosana, a irmã dela, era uma mulher também exuberante, embora fosse baixinha. Estava com os cabelos castanhos, lisos e longos, e era uma gordinha deliciosa, de pernas grossas, cintura larga, bunda grande, seios fartos e uma boca carnuda, bonita e sensual .
Rosana era um pouco mais velha que Renata, era mais discreta, mais tímida.
Como eu também sou tímido, falavamos muito pouco, geralmente sobre coisas banais.
Mas foi ela que me disse que Renata não estava mais com Carlos. E que agora estava com Jota , outra tranqueira. Disse que sua irmã só arrumava tranqueira. Eu sorri e disse : "claro, porisso que ela namorou comigo". Rosana ficou vermelha e tentou se desculpar : "não, não falei de você, você é um cara muito legal, pena que ela não quis ficar com você".
Perguntei sobre ela, e muito discreta , Rosana disse que era uma pessoa comum , que nada de legal acontecia na vida dela, essas coisas. Era o oposto de Renata, sempre envolvida com gente problemática. Mais uma vez ela se desculpou: “
menos você, Gabriel".
A partir desse dia começamos a conversar mais. Às vezes, ficavamos até mais tarde conversando ou no hospital, ou no meu carro.
Rosana era casada, tinha dois filhos e eles estavam viajando por uns dias, de férias . Tivera até uma briga com o marido porque ela tinha ficado prá cuidar da irmã. O marido de Rosana dizia que a irmã nunca deu atenção prá ela, e que agora, só porque estava doente vinha procurá-la.
Dizia que ela nunca pensava nela mesma, e estava sempre se preocupando com os outros.
"Mas é minha irmã", ela dizia, e eu não posso negar que ela tinha razão.
Ela estava triste porque amava muito o marido e sentia que ele não estava lhe dando apoio.
O que podia fazer naquele momento era incentivar Rosana para que falasse. E a deixei desabafar.
Um dia, estavamos saindo do hospital, já estava meio escuro, quando Rosana tropeçou em um degrau e  meio desajeitada, foi escorregando e caiu. Para não se esborrachar no chão, segurou firme nas minhas coxas.
E de leve,roçou seu rosto na minha virilha.
Não sei explicar porque, mas aquele leve toque me deu um tesão danado.
Ela sorriu e se desculpou, ajudei-a a levantar-se, perguntei se estava tudo bem. Ela disse que estava, mas no caminho para a sua casa percebi que ela estava alisando um dos joelhos.  Meu pau começou a endurecer, fiquei com um tesão danado de tocar aquele joelho gordinho e acariciar todo o seu corpo.
Insisti e ela me disse que seu joelho estava doendo um pouco . Eu lhe disse que podia fazer uma massagem nele. Ela me lembrou que Renata lhe havia dito que eu fazia massagens nos pés dela muito bem.
Abaixando a vista, Rosana falou, bem baixinho :
" naquela época cheguei a ficar com inveja dela ,das massagens que você fazia,ela falava tanto "e sorriu .
Eu lhe sorri de volta e disse que não era p´ra tanto, que eu não era um massagista . Era um amador e não era assim tão bom . "Mas tenho certeza que uma massagem ia te ajudar", eu disse , já de pau duro , com terceiras intenções.
Chegamos na casa dela , pedi que ela tirasse a calça comprida e vestisse um shorts. E também pedi creme hidratante.
Ela aceitou, mas antes, perguntou se eu queria tomar alguma coisa. E antes mesmo que eu respondesse, veio com uma garrafa de vinho e dois copos.
Brindamos à recuperação de Renata e à nossa amizade que se iniciava. O vinho soltou um pouco as nossas línguas e ficamos conversando um pouco.
Meia garrafa depois, ela foi se trocar.
Ela se trocou e voltou com o creme , vestindo um short que deixava à mostra suas magnificas coxas, grossas, exuberantes, poderosas. Tinha o joelhinho gordinho e os pés de dedos gordinhos. Seu rostinho largo tava um pouco vermelho, efeito do alcóol.
Estava com uma camiseta larga, mas que não era o suficiente para esconder os seios fartos que me deixaram com mais tesão ainda. Meu pau pulsava dentro da roupa.
Rosana conversava comigo e mexia no joelho, e ao inclinar-se, balançava os seios enormes, gostosos e tesudos, do jeito que minha boca gulosa gosta.
Ela me olhou com um olhar diferente , um pouco sedutor , enquanto se servia de mais um taça :
-" você faz uma massagem relaxante nas pernas, prá mim, do jeito que fazia na Renata ?"
Eu respondi, com o pau bem duro : " faço sim, deite no sofá.."Eu também bebi mais uma taça e pedi que ela deitasse de bruços.
Comecei a massagem pela perna, a panturilha, espalhando bastante creme em movimentos lentos de baixo para cima,de cima pra baixo . Fui subindo para as coxas , com os mesmos movimentos, levantando o shorts até quase as nadegas, sempre perguntando pra ela se estava bom.. “Está  sim, ela me disse,  sua mão está uma delícia nas minhas pernas!”
Eu já não aguentava mais de tesão , meu pau se comprimia dentro da roupa, mas eu prossegui.
Pedi que ela se virasse e deitasse de costas. Ela me falou languidamente:
"não vai massagear meus pés ? ".
Peguei um dos pezinhos dela , massageando delicadamente, apoiando-o no meu peito, espalhei creme e massageei entre os dedinhos, e a cada um deles dei uma atenção especial.. Repeti o procedimento no outro pé.
subi pela perna, ela estava de olhos fechados, e comecei a massagear o joelho dela , suavemente, quase como uma carícia, enquanto espalhava o creme. " aí mesmo, ela disse , ai que tá doendo"..
O joelho dela era gordinho , parecia um doce . Demorei mais do que necessário no joelho. Olhei para o rosto dela. De olhos fechados, sua respiração se alterava. " Que delícia ", Rosana dizia..Ia subindo pelas coxas, quando ela disse: " e o outro joelho ? " Não me contive e beijei o outro joelho.
"humm", ela gemeu..Beijei de novo e comecei a chupar o joelho dela, como se fosse seu seio ou sua buceta. Chupava com força.
"Hum, ela disse, nunca ninguém chupou o meu joelho.." No auge da excitação, eu devorava aquele joelho gordinho até que ele ficou marcado pela minha boca, levemente avermelhado.
Rosana começou a suspirar fortemente , olhei pra ela, mordia os lábios, e logo, louco de tesão, não dando tempo prá ela contestar, puxei o shorts .
Ela não disse nada, mas levantou um pouco os quadris para eu poder tirá-lo
" Rosana, você é muito gostosa." Enquanto tirava o shorts e a calcinha fui murmurando um monte de coisas prá ela..
Deixei Rosana peladinha da cintura pra baixo , separei as suas pernas e comecei a mamar gostoso na sua xoxota, lambuzei toda a boca na sua buceta encharcada de tesão, minha boca passeava sem pudor, chupando o grelinho , minha lingua aos poucos lambia e sugava cada pedacinho daquela buceta polpuda, super molhada .
Perdi a noção do tempo que fiquei me deliciando com aquela gostosura. Acho que até sentir a mão de Rosana puxando meus cabelos . Olhei prá ela, sorrindo, Sabia que a minha cara estava melada do nariz ao queixo. " Quero você", ela disse " vem, deita em cima de mim !!"
Subi em cima daquele monumento de carne macia, quase devorando sua boca num beijo ardente, atolando minha boca no seu pescoço, chupando e lambendo, enquanto encostava o cacete duro mesmo por cima da roupa, na sua xoxota.
A boca de Rosana estava uma delicia, sua pele parecia ferver, fui descendo e passei a mordiscar seus peitos, por cima da camiseta, ela estava sem soutien, seus mamilos foram ficando endurecidos..
Ela gemia gostoso e eu fiquei feliz.
Rosana esticou o braço até agarrar o meu pau que ainda estava escondido dentro da calça, pressionando-o com força.
Eu urrei de prazer e me coloquei de cabeça pra baixo, metendo o cacete em sua boca, ela abocanhava meu pau por sobre a roupa mesmo, deixando a minha calça molhada de saliva.
Eu me deliciava novamente na sua xoxota molhadinha, ela se contorcia, levantando os quadris em direção à minha boca, até que murmurou :
" Tira !!"
Sai de cima dela e tirei a calça e a cueca  e então Rosana falou  “Senta aqui !”, me apontando uma cadeira.
Eu estava maluco de tesão. Rosana veio em minha direção, e ajoelhada, me punhetou um pouco e começou a lamber e a chupar o meu cacete, Murmurou "humm", ao lamber o líquido que saia timidamente da cabeça do meu pau. Percebi que enquanto me chupava, começou a se masturbar, esfregando o clitóris.
De repente, se levantou e pediu pra eu esperar um pouco e saiu rapidamente. Voltou com algumas casiminhas na mão, afoita, abriu uma delas, deslizando a camisinha no meu pau.
'- Hum, que pau bonito que você tem.. grossinho.. .." dizia enquanto punhetava mais um pouco, agora já com a camisinha.
Rosana tirou a camiseta e disse, " vem, amor, quero te sentir dentro de mim"
Então sentou-se nas minhas coxas, de frente para mim e me escalou , eu me agitava na cadeira. Segurei-a pela cintura e a puxei fortemente contra meu corpo, enterrando o pau dentro dela..
A penetração foi deliciosa, por causa da sua lubrificação, ela comprimia os músculos da xoxota,  pressionando o meu cacete, que escorregava , se esfregando nas paredes da sua buceta.
Comecei com estocadas mais lentas e mais fortes e ela o movimento de sobe e desce sobre minha pica. Quando conseguimos uma harmonia, eu estocando de baixo e ela rebolando em cima,passei a beijá-la calorosamente, enfiando a lingua no fundo da sua boca.
Eu a bombava com movimentos regulares, enterrando o pau até o fim ,
Ela gemia e murmurava , entre os curtos intervalos de nossos beijos :" Delicia, já nem me lembrava mais como é bom ser bem comida , que pau gostoso "..
Ela fodia muito gostoso e logo eu não consegui segurar meu tesão e avisei que ia gozar . " Goza, amor, ela disse, goza dentro de mim."
E eu gozei, soltando urros e gemidos, me contorcendo debaixo dela, estocando ainda nas últimas contrações.
Aí Rosana desmontou do meu cacete e me pediu pra tirar a camisinha.
Limpou -o com a sua camiseta e quando estava bem limpinho, alisou-o e disse : "que cacete lindo que você tem, enfia ele na minha boca"
Rosana ajoelhou de novo e abocanhou a cabecinha, aplicando-se nas chupadas. De vez em quando parava, ficava me masturbando, me olhava e dizia : "que pau gostoso " Depois de chupar bem a cabeça, passou a lambe-lo por inteiro, da base à pontinha, o saco ela acariciava com as mãos, mexendo nas bolas. O pau chegou a amolecer um pouco, mas logo voltou a endurecer dentro da sua boca, voltando à sua grossura máxima.
Estava uma delícia, os seus lábios apertavam-no e com as mãos na minha bunda, ela me induzia a foder bem gostoso a sua boca macia. Ficamos vários minutos assim com ela me chupando , até que me disse : " me come de novo, quero gozar ".. Só então me dei conta que ela não havia gozado ainda.
Rosana pegou outra camisinha e segurou meu cacete pela base.
" Delicia, ela disse, não resisto " E abocanhou a cabeça novamente. Com metade do pau dentro da boca, ela esfregava a lingua na cabeça e chupava o resto . Meu pau latejava, ela chupava muito gostoso e com prazer.
"Agora me come," ela disse uns minutos depois.
Colocou a camisinha na ponta e começou a desenrolá-la. Eu estava sentado na cadeira e esperei.
Ela se colocou de quatro e me disse : " vem, me pega por trás, que eu adoro"
Numa fração de segundos eu a puxei pela cintura e enfiei a cabecinha na buceta dela,. Dei um tapa na bunda nela,repentinamente, ela se assustou e contraiu a bucetinha, praticamente impedindo a penetração. Gemeu um "ai" de dor.  Senti que ela não estava mais lubrificada , porque estava sentindo dor. Tirei o cacete. 
Com ela ainda de quatro, enfei um dedinho na buceta e iniciei movimentos circulares, forçando vagarosamente a entrada. " Me fode, ela dizia, "quero gozar"..
Logo em seguida, coloquei outro dedo e comecei a fode-la vigorosamente com dois dedos socando com força e rapidez. Ela gemia e esfregava o grelinho, olhando as vezes por cima do ombro . tirei e enfiei tres dedos socando com mais rapidez ainda. Ela soltou um gritinho e gozou, caindo deitada de bruços. Se contorcia e seu corpo fazia movimentos involuntários.
Dei um tempo pra ela se recompor ." To molhada" ela disse.
Eu estava com tesão novamente, precisava comer aquela buceta de novo.
Puxei-a novamente pela cintura, fazendo ela ficar de quatro novamente e encostei o cacete na sua buceta. Eu estava tarado e comecei a enfiar e a socar, enterrando meu caralho em alguns segundos até o talo, apalpando os enormes seios . O caralho tinha deslizado, sentindo a elasticidade dos seus músculos, o meu saco encostava nas suas nádegas, mostrando como aquelas estocadas iam fundo.
Eu pedi pra ela rebolar , meu pau latejava na sua buceta, espremido pelas contrações dela, pedindo passagem. Sua bucetinha era quente e apertadinha, meu suor pingava nas suas costas, eu batia na sua bunda, apertava seus peitos, mordia os seus ombros,tudo isso enquanto desbravava sua xaninha .
Quando senti o gozo percorrendo e inchando meu pau, disse a ela :" vou gozar, safada, vou gozar "..
Rosana olhou por cima dos ombros e disse : " goza em mim , gostoso"
Eu tirei o pau da buceta dela, tirei a camisinha , ela pegou no meu pau e esfregou a cabecinha em um dos mamilos, depois apertando-o entre os peitos . Meu caralho pulsava,tremia entre seus peitos,soltando pinguinho de porra, que só me animavam a esfregar o cacete entre seus peitos mais e mais.  "Vou gozaaar" , eu urrei, apertando a cabecinha. O primeiro jato de porra foi direto para o pescoço dela, porque ela levantou a cabeça , e os outros se espalharam pelo seu colo. Ela libertou o pau do meio dos seus seios  e começou a me masturbar, soltei outros poucos esguichos no seu rosto, e ela ficou me punhentando em busca dos últimos pingos.
Depois eu caí deitado no chão, sentindo meu pau dolorido, daquela buceta apertada e daquela mão firme.
Ela deitou-se ao meu lado e me beijou, me chamando de gostoso e perguntando se eu havia gozado gostoso. Claro que concordei, ficamos abraçados até eu sentir a minha respiração voltar ao normal.
Alguns dias depois, Renata teve alta do hospital, o marido e os filhos de Rosana voltaram e nós seguimos as nossas vidas rotineiras. Mas continuamos trocando telefonemas e emails e sabemos que, a partir daquele delicioso encontro, nós não eramos mais as mesmas pessoas. Agora éramos cúmplices.

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