quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O AMOR
NÃO TEM LIMITES, LUIZA E EU...

autor desconhecido

Depois de tanto tempo de espera, eis que finalmente Luíza (nome fictício) veio me visitar nesta cidade agitada e intrigante que é São Paulo. Namorávamos há poucos meses, e todavia estávamos naquele entusiasmo inicial da relação, onde você só pensa em ficar junto de quem muito se quer. Que delícia era o gosto da sua boca, seus beijos úmidos e safados cujo entrelaçar da sua língua com a minha me faziam delirar desenfreadamente. A distância que nos separava fazia esses beijos tornarem-se inesquecíveis e com vida própria no meu pensamento, deixando-me constantemente ansioso e excitado pelo aguardo do próximo fim-de-semana em que ela pudesse sair do interior de SP e vir me visitar para cair em meus braços. Depois de buscá-la no aeroporto, almoçamos juntos para contar as novidades e matarmos a saudade. A felicidade que eu sentia ao estar do lado dela se misturava com os mais instintivos pensamentos luxuriosos que jamais tivera por alguém. Ao sentir o seu abraço tão sufocante fechei os olhos e fui repassando sozinho em minha mente todas as coisas que gostávamos de fazer, de como ela enlouquecia com o os trejeitos da minha boca e com brilho dos meus olhos que me denunciavam, desnudando o que havia em mim de mais torpe e voluptuoso. E como ela gostava e correspondia a isso de maneira tão provocante com seu lindo olhar que me dizia "é este o canalha que eu desejo". O primeiro programa que combináramos no primeiro dia do nosso fim-de-semana era ver uma exposição na Bienal do Parque do Ibirapuera que estávamos há tempos querendo visitar. Ao parar o carro no estacionamento aberto ao lado do prédio da Bienal, girei a chave do contato para desligá-lo e permanecemos em silêncio olhando-nos. O desejo falou mais alto e começamos a nos beijar com agressividade, como se quiséssemos engolir um ao outro. E justo naquela ocasião Luíza, sem delongas, resolve utilizar a sua língua para acender em mim o desejo de possuí-la de imediato. Enquanto sua língua libidinosa passeava pela minha boca atiçando e despertando o meu tesão, nossas mãos rebuscavam o corpo de ambos com a brutalidade de quem não se consegue controlar em frente ao prazer. Nisso, as minhas rapidamente trataram de descer até a sua calça, acariciar aquele colo e sentir o líquido que a lubrificava, quente e saboroso, que vinha de sua vagina e do gozo que eu lhe fazia produzir. Luíza nem conseguia gemer direito tamanha a força que minha boca fazia para não se desvencilhar de sua língua, impedindo-a até de retomar direito o fôlego. Percebendo o meu desejo à flor da pele, as mãos de Luíza também desceram para massagear o volume que crescia na minha calça. Com desenvoltura, abaixou meu zíper e iniciou uma série de carícias e movimentos brutos com seus dedos habilidosos que me levaram às alturas, enquanto a sua língua trabalhava na minha boca a todo vapor. O estacionamento estava cheio e de quando em quando pessoas passavam em frente ao nosso carro, podendo visivelmente perceber o que ocorria dentro dele. Sempre que percebíamos alguém se aproximando, diminuíamos o 'rebuliço' interno e ficávamos mais comportados, para não chamar muito a atenção. Tão logo esse alguém se distanciava, o êxtase que nos dominava parecia voltar com mais força ainda, fazendo com que aumentasse a audácia em nos entregarmos sem pudor ao desejo, mesmo naquelas circunstâncias - ao contrário, o perigo de ser visto fazia-me desejá-la ainda mais. Tanto é que Luíza não pensou duas vezes ao curvar-se para o meu lado e abocanhar sem piedade o meu pênis, que nuca fora venerado até então por uma fêmea tão sedenta de desejo. "Adoro sentir ele crescendo e enrijecendo dentro da minha boca", murmurou Luiza, lançando-me um olhar entorpecido, enquanto beijava-o saboreando o esmegma que ia saindo graças a sua língua que acariciava a glande, fazendo-me sentir inúmeros pequenos orgasmos - enquanto o orgasmo grande e conclusivo ainda estava por vir. Mais alguém se aproximava e desta vez eu mandei ela parar um pouco, pois já não conseguia ficar imóvel sem chamar a atenção caso ela continuasse com isso. Assim que o perigo de sermos vistos novamente passou, Luíza voltou desta vez mais insaciável e voraz, disposta a me derrubar. "Eu adoro te chupar, sabia?", dizia ela, sacana. "Quero sugar toda sua energia, provar o teu leite, me esbaldar com ele". Esse estímulo verbal foi o suficiente para eu entrar num estado de delírio que fazia o sangue ferver. Quase perdi a consciência do que estava acontecendo comigo. Ao primeiro sinal do meu esperma prestes a estancar, gritei quase sem fôlego, fazendo com que Luíza se entusiasmasse para recebê-lo. Um misto de satisfação e perda total de energia, como se estivesse desmaiando, me dominou ao sentir o meu gozo inundando sua boca. Para o meu deleite, ela ainda fazia sucção para vir ainda mais dele, como quisesse sugar toda a energia do meu corpo. Nenhuma gota Luíza deixou escapar. "Por enquanto está bom, mas ainda não estou satisfeita: depois eu quero mais, muito mais". Mesmo esgotado fisiologicamente naquele momento, a sua provocação fez-me despertar novamente uma ponta de tesão e entusiasmo em voltar a sentir esse prazer. Refeitos, saímos do carro e fomos apreciar a exposição. Enquanto observava as obras, minha cabeça ia repensando tudo o que tínhamos feito e o que eu iria fazer com ela após. Por isso, não conseguia pensar em outra coisa senão nas mil maneiras de possuir Luíza. Ela percebeu isso e senti que a minha energia era bem recebida por ela, contagiando-a igualmente. Assim que terminamos o passeio, saímos da Bienal de carro e fomos até o meu apartamento. Enfim chegara o momento de acabar com toda a saudade. Felizmente, como a vontade e o desejo eram mútuos - e sabíamos que teríamos todo o tempo do mundo - inconscientemente seguimos o mesmo ritmo, sem pressa nem receios. O importante era usufruir o máximo de cada minuto que permanecíamos juntos. "Vamos tomar banho juntinhos?" convidou-me num tom inocente Luíza. Na hora tiramos nossas roupas e fomos para o banheiro. Quando os beijos e carícias se iniciaram, ela mais uma vez me pegou de surpresa. Da sua bolsa tirou um par de lâminas depiladores. "Quero que você a deixe raspadinha". Naquele momento tive um orgasmo emocional que incendiou por completo meu corpo. Fiz força para controlar-me, entramos no box e fomos nos banhar. Debaixo da ducha eu deixava as suas mãos escorregarem pelo meu corpo, e suas mãos eram inesgotáveis, percorrendo todo ele com muito espuma, indo e vindo incansavelmente. Uma vez terminada a sessão de banho, enquanto a beijava digladiando com sua língua incansável, empurrei Luíza vagarosamente para baixo, fazendo ela se sentar e procurar uma posição confortável onde pudesse permanecer com as pernas abertas largamente. Com a espuma e a lâmina fui suavemente trabalhando aquela obra de arte viva como um artista plástico lapida a sua escultura, retirando os excessos de material até que ela fique do seu agrado para que possa ser idolatrada eternamente. Depois de terminar, avancei em cima de seu corpo, louco para possuí-la, mas de repente ela me segurou como quem repreende uma criança afobada. Abraçou-me e suspirou em meu ouvido. "Vamos sair do banho e enxaguar-nos. Você me espera no quarto, deitado na cama". Apreensão e muito tesão simultaneamente foi o que eu senti ao ouvir essa proposta. Chegando ao meu quarto, joguei a toalha para longe, e me atirando na cama fiquei aguardando por ela já teso e pronto para o que meu aguardava. Mais uma vez surpreendido pela sua perversão que me provocava, Luíza surgiu em minha frente com uma linda lingerie, que vestiu especialmente para aquela ocasião. Eis o momento ideal para descrever Luíza: vinte e cinco anos, uma pele morena clara com seus curtos pêlos dos braços e pernas clareados, refletindo a luz fraca que tentava invadir o quarto através da cortina. Seu cabelo comprido, castanho e levemente ondulado, quase liso, era suave e delicado como a seda, acentuando ainda mais a beleza plástica da sua face. Sua cintura fina, seus quadris generosos e sua bunda perfeita traziam a dúvida em acreditar como aquele corpo maravilhoso de um metro e setenta estava tão bem distribuído naqueles cinqüenta e poucos quilos. A lingerie que ela vestia era um biquíni de seda vermelho minúsculo, de tiras para amarrar nos lados, que lhe caía perfeitamente. Depois de desfilar provocativamente para aumentar o meu desejo, ela foi rastejando desde o pé da cama até chegar em cima de mim e me agarrar fortemente com as duas mãos, deixando-me imobilizado. Luíza iniciou a sua sessão de beijos enlouquecedores que me tiravam o ar por completo. Além da sua língua prodigiosa, ela mordia levemente meu lábio inferior, chupando-o como se faz com o gomo de um fruto. Seu gozo quente molhava a minha perna direita, onde ela se acomodara para inclinar-se e beijar-me. Sem parar os beijos ela foi descendo até chegar aos meus mamilos. Ela sabia exatamente como para mim eles representavam uma zona erógena potencial, capaz de me fazer perder a razão. Iniciou então uma sessão de beijos e chupadas nos mamilos até que eles ficassem rígidos, e ela não parava mesmo quando eu pedia um tempo para retomar o fôlego. Luíza continuou descendo, chegando finalmente ao que mais lhe interessava. Atirou-se em cima e prendeu meu pênis com a boca sem sequer segurá-lo com uma das mãos, tamanha a sua habilidade e desejo. Sugava-o de todas as formas possíveis: massageando minha glande com a língua, engolindo-o por completo - o que fazia ela quase se engasgar pelo tamanho - e beijando ele da base até a ponta, sem contar o olhar perverso que me lançava enquanto fazia tudo isso, o que me obrigou a ter muita concentração para não gozar imediatamente, tamanho o prazer que ela me proporcionava. De repente, resolvi eu mesmo tomar uma atitude e me apoderar do controle da situação. Agarrei-a bruscamente, virei seu corpo de barriga para cima, abri suas pernas e disse que o que ela ia sentir nunca mais iria esquecer. Puxei o seu biquíni com meus dentes enquanto desamarrava com as mãos os laços dos dois lados. Assim, deparei-me de cara com aquela vagina linda, raspada, tão lubrificada que exalava fortemente o perfume delicioso do seu néctar que até aquela hora já umedecera todo o lençol. Vagarosamente me aproximei e comecei beijando e massageando com a língua aquela região, sem ir direto ao centro, com o objetivo de sugar todo o suco que ela derramara por ali. Ao me aproximar do centro, podia observar a produção do líquido inundando e mantendo o brilho e cheiro forte da vagina, dos grandes lábios e do clitóris. Comecei sugando levemente os grandes lábios, o que fez Luíza gemer incontrolavelmente de prazer. Como era gostoso sentir o sabor daquelas pétalas na minha boca, que canalizavam o néctar produzido direto para a minha degustação. Enquanto fazia isso, meus dedos massageavam sutilmente o clitóris, o que levou Luíza a perder o controle de si, gritando e debatendo-se, mas pedindo que eu continuasse. Ao passar minha língua em seu clitóris, mais ela se descontrolava, tendo orgasmos múltiplos graças a minha habilidade bucal. Luíza se contorcia assustadoramente de prazer como nunca gozara antes. Não agüentando mais, ela me puxou pelos ombros para beijar-me desesperadamente, pedindo para que eu a penetrasse, pois sua vagina queria engolir meu membro e não mais soltá-lo. Ela levantou as pernas, posicionando-se para recebê-lo. Comecei um movimento rítmico frenético e violento deitado sobre seu corpo, fazendo meu pênis entrar até o fim. A sacana não perdia tempo e me hipnotizava com as estancadas de sua língua na minha. Eu queria muito mais, e pedi para ela ficar de quatro. Atendido prontamente, ao me deparar com a visão magnífica daqueles glúteos perfeitos e da sua vulva respingando aquele suco saboroso, não me contive e mais uma vez chupei-a, enfiando a cara naquela paisagem e sugando-a como se estivesse beijando a sua boca. Subindo um pouco, dei-me com seu delicioso e delicado ânus, que imediatamente comecei a beijar-lhe e penetrá-lo com a língua. Senti ela gemendo alto e murmurando que estava gozando mais uma vez. Submissa, Luíza permaneceu agachada naquela posição, entregando-se inteiramente em minhas mãos para que fosse completo o uso que eu fizesse do seu corpo. Ela sabe que eu sou fanático e muito experiente em sexo anal e que essa era uma das especialidades que eu mais apreciava nela, pois Luíza depositava total confiança em mim para conduzir todo o ritual, desde o relaxamento até o atingimento de seus diversos orgasmos através da estimulação de seu lindo ânus. Peguei o creme KY - sem dúvida o melhor para isso - besuntei sua gruta e delicadamente fui introduzindo meu dedo indicador, pedindo para que ela relaxasse aos poucos, conforme a intensidade da penetração. Gradativamente, seu ânus foi se dilatando e ficando relaxado por completo, não mais Luíza tendo de se preocupar em ficar tensa, e com isso acabar interrompendo a penetração. Finalmente chegara o momento para introduzir meu pênis. Entrou primeiro a glande, pedindo licença para se acomodar naquele canal e começar a ser fortemente contraído. Luíza cada vez mais relaxava seu ânus e com isso meu pênis conseguia entrar cada vez mais fundo. O ápice do meu tesão foi ver a deliciosa imagem do meu pênis completamente engolido por aquele ânus guloso. Com o relaxamento total de Luíza, ela pôde se movimentar para cima e para baixo, rebolando uniformemente e até contrair seu buraquinho, apertando com tamanha força meu pênis, o que me fez subir nas nuvens e começar o movimento frenético de um vai e vem alucinante, como se estivesse penetrando sua vagina. Como era excitante ver Luíza quase subindo pelas paredes, gemendo escandalosamente com o que eu lhe fazia. Senti que a excitação aumentava, o que me fez pressentir que o gozo estava prestes a explodir. Segundos antes de derramá-lo, retirei habilmente meu pênis e conduzi à boca de Luíza, que na hora o engoliu com força e se deleitou com o banho de esperma que recebeu, engolindo tudo o que vinha e sugando-o até ele amolecer em definitivo, dentro de sua boca. O orgasmo fora tão intenso que mal tinha forças para me sustentar. Imediatamente caí na cama nocauteado, enquanto Luíza me abraçava forte e carinhosamente, mordiscando levemente o lóbulo minha orelha. Virei-me para confrontarmos nossos olhares. Ela sorria. E que sorriso lindo ela tinha.

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