segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Minhas Irmãs, minhas cúmplices

autor desconhecido

Eu e minhas irmãs sempre fomos muito unidos, Noele é filha do primeira casamento da minha mãe, é um ano mais velha do que eu, uma loirinha linda, de olhos azuis e um corpo maravilhoso. Eu e Leila somos do segundo casamento de minha mãe, Leila é dois anos e meio mais nova do que e puxou os olhos azuis da minha mãe e o cabelo castanho do nosso pai. Desde pequenos andamos juntos para cima e para baixa e uma época em que a empresa de meu pai faliu apenas nos uniu ainda mais. Hoje vivemos com minha mãe, separada do meu pai, e não estamos mais no aperto financeiro que já estivemos.

Minhas irmãs são lindas, quando tinham 16 e 13 anos ambas fizeram books fotográficos e logo arranjaram para desfilar em alguns eventos aqui de São Paulo, quem gostou mesmo disso foi Leila, Noele depois de um tempo largou tudo, se dedicou à escola e faculdade.

Não sei se por serem garotas e lindas elas começaram a se ligar com sexo muito antes de mim, já tinham namorados quando eu ainda nem batia punheta e adoravam me contar como ficavam se beijando e namorando. E nessas conversas elas sempre começavam a me explicar do que as garotas gostavam que os garotos fizessem para quando eu tivesse uma namorada deixar ela feliz. O tempo foi passando e as aventuras delas ficando mais picantes. Apesar de ser o irmão do meio sempre fiz o papel de irmão mais velho e elas adoravam isso, em várias conversas sobre o que os namorados haviam feito elas ficavam com "peninha" do irmão que não tinha com quem namorar, claro qeu nessa época eu já ficava louco quando elas contavam que adoravam sentir o pau dos namorados duros contra suas barriguinhas, como adoravam segurá-los por cima da calça. Como nossa casa tinha apenas dois quartos dormíamos juntos, elas no beliche e eu na Bicama, foram elas que começaram a me incentivar a bater punheta quando notavam o volume que se formava durante seus relatos. "Vai lá Caio, põe o pau pra fora e bate uma punheta se você tá com vontade." As primeiras vezes fiquei com vergonha numa noite quando Leila contava que tinha ficado rebolando no colo do namorado até ele sujar as calças eu não aguentei, quando Noele falou que se eu quisesse podia por o pau pra fora eu não aguentei. Elas já tinham me visto sem roupa e vice versa, mas era a primeira vez que eu ficava de pau duro na frente delas, ficaram quietas olhando enquanto eu me masturbava. Foi então que Noele olhou para Leila e disse "continua falando, ajuda ele a gozar!". Ela nem precisou quando eu ouvi isso senti meu pau esporrando, estávamos sentados na cama de Leila e eu acabei acertando o travesseiro dela. Noele se aproximou de mim e me deu um beijo na bochecha, "Está mais relaxadinho?", "Sim" eu respondi ainda sem fôlego, pedi desculpas para Leila e disse que ia pegar papel para limpar o travesseiro e lençol dela e ela diss equ não precisava, que adorava aquele cheirinho.

A partir dessa noite se tornou normal eu bater punheta ouvindo os relatos delas, às vezes elas faziam carinho na minha perna, passavam a mão no meu rosto e ficavam incentivando "Vai Caio, goza bastante, mostra pra gente quanta porra você consegue fazer sair!". Noele sempre foi a mais meiga, Leila já era mais 'nervosa', gostava de arranhar minhas coxas e adorava falar palavrão quando eu estava quase gozando. Nunca chegaram a pegar no meu pau, nunca tocamos no assunto foi um limite natural, mas nem precisavam, bater punheta para aquela plateia era um privilégio e elas adoravam quando eu gozava, chegavamos a fazer um jogo, eu ficava sem bater punheta por três noite e na quarta me sentava na cama de Leila e ficava batendo punheta, a gente apostava até onde a porra ia chegar.

Claro que isso só nos uniu ainda mais e com um tempo a pena que elas sentiam do irmão sem namorada se tranformou em uma missão para elas, arranjar a primeira foda do irmão. Decidiram que não seria qualquer uma, que para tirar o cabaço do irmão teria que ser uma garota no mínimo lindo e então elas começaram a fazer propaganda minha para as amigas e foi Leila que conseguiu com uma das amigas modelos dela tirar meu cabaço. Ai os papéis se inverteram, eu contava da minha noitada que foi bem sem gracinha para dizer a verdade apesar da garota ser linda, e elas se masturbavam ouvindo, notei que cada vez que eu falava do que sentia em volta do meu pau, de como ela tinha chupado meu pau elas davam suspiros mais fortes até gozarem. A partir dai sempre que podiam tentavam marcar encontros para mim e eu sempre relatava tudo.

Foi mais ou menos nessa época eu eu comecei a mamar em minhas irmãs, comecei com Noele que falou de uma amiga que estava amamentando e dizia que era a coisa mais deliciosa do mundo e eu perguntei se ela queria experimentar para ver se era bom e ela respondeu apenas tirando a camisa regata que vestia e soltando o sutiã. Ela ficou louca, eu me aninhei em seu colo e fiquei mamando, lambendofazendo movimentos circulares com a cabeça, raspando o meu queixo com barba por fazer em seu seio e ela de olhos fechados, só gemia respirando pela boca, uma hora ela afastou minha cabeça e pediu licença "Desculpa maninho, isso me deu muito tesão deixa eu tocar uma siririca já deixo você continuar mamando" e começou a se masturbar na minha frente. Então toda noite era isso, eu mamava em seus peitos lindos e Leila ficava assistindo achando tudo lindo, chegou a se masturbar quando Noele uma vez contou de como tinha sido chupar um cara até ele gozar em sua boca comigo mamando nela, ela não conseguia completar as frases e Leila se masturbava com tanta força, olhando para meu pau duro e para Noele que quando gozou não aguentou e soltou um grito, todo mundo ficou assuntado e correu para as respectivas camas com medo que nossa mãe acordasse. Depois de uns 40 minutos não aguentamos e começamos a rir da situação.

Contei isso tudo até agora apenas para dar uma idéia de como vivíamos e como nos s entíamos um em relção ao outro, a história de fato começa agora. Um dia numa conversa em que Leila disse que tinha brigado com o namorado porque bateu punheta pra ele e quando ele estava quase gozando ela apertou o pau dele com força chegando a machucá-lo, o namorado não gostou da brincadeira e começou a discutir a conversa terminou com ela mandando ele ir à merda, nós estávamos rindo quando ela tomando fôlego da risada disse "Ele que é fresquinho, reclama quando eu aperto o pau dele, agora eu não reclamei quando ele enfiou aquele cacete no meu rabo". Eu e Noele ficamos quietos um olhando para o outro. "Você já deu a bunda?" Eu perguntei incrédulo. "E não fui a única aqui que fiz isso" Ela respondeu olhando para Noele. Eu olhei para as duas. "Porque você nunca me contou Noele?". Ela simplesmente ficou vermelha e disse que não tinha gostado, o namorado tinha pedido e ela liberou para ver como era, não doeu muito mas parecia que estava fazendo cocô, não tinah vista graça nenhuma. "Caramba!", eu disse, "Quem me dera ter uma namorada que me desse a bunda quando eu pedisse." Leila apenas sorriu e disse que Noele não sabia de nada que ela tinha adorado e que não devia ser difícil achar uma garota que gostasse, já que era bom. Eu apenas respondio que das garotas que tinha comido, para as que pedi não quiseram, que aliás muitas eram frescas e até hoje não tinha encontrado uma que me chupasse a té eu gozar na boca. Noele disse que não tinha problema nenhum em chupar até o cara gozar na boca, até gostava de ver a cara que os namorados faziam, mas na bunda ela não ia querer tão cedo, foi então que Leila disse que elas precisavam arranjar uma garota que topasse tudo para que o irmão pudesse sentir o que os namorados delas sentiam e não sei até hoje de onde saiu a idéia de Leila que disse, o ideal ia ser uma puta total, uma escravinha sexual para o Caio virar do avesso, Noele já estava ficando excitada e puxando a calcinha para o lado começou a ser masturbar. "É isso ai", eu repondio entrando na brincadeira "Uma mulher que topasse tudo, se não ai apanhar dos três." Vendo que Noele estava chegando perto do gozo eu me sentei do lado dela, comecei a dar beijos na sua bochecha e a fazer carinho em seus seios, "Já imaginou? O seu irmãozinho fodendo o cu de uma garotinha todo meiguinha e depois fazendo ela chupar o pau dele até ficar limpinho para depois gozar no rosto dela?" Foi ai que Leila começou a se masturbar. Quando as duas gozaram Leila disse que tinha uma idéia. Que iria arranjar uma garota para eu foder, que se subtesse completamente e que as duas iam assitir de perto. Ficamos semanas bolando como faríamos isso e de novo foi Leila que veio com a solução. Tinha chegado uma garota nova de Santa Catarina na agência, nova na cidade, linda, seios médios, da minha altura e toda cretinha e religiosa, a idéia dela era dar um jeito de eu conseguir dar uns malhos nela e depois usar isso de chantagem, já que ela tinha um namorado, dai para levá-la para casa deveria ser fácil. Dito e feito, numa sexta a noite nos preparamos, Noele pegou uma câmera fotográfica, todos nos arrumamos e fomos para a danceteria onde as garotas da agência tinham marcado de se encontrar. Depois de ser apresentado a elas a bebida começou a rolar e com a ajuda das minhas irmãs não foi difícil conseguir começas a beijá-la, foi num malho mais forte que Noele pegou a câmera e tirou duas fotos, a primeira só com a gente se beijando e quando eu percebi pus a mão da garota sobre o meu pau e apertei se seio com força por cima da camisa, outro Flash e então Érica percebeu quem estava sendo fotografado, ela ficou branca, disse para pelo amor de deus tirar o filme da máquina e jogar fora, Leila disse que não, que tinham fotos de uma viagem lá e que não podia fazer isso, que se ela quisesse esperasse até o dia seguinte, nós mandaríamos revelar as fotos e ela iria em casa pegar as dela, "A gente te dá até os negativos". Depois disso voltamos apra casa.

No dia seguinte depois do almoço Erica ligou perguntando se as fotos estavam lá para ela ir pegar, Noele disse qeu sim, que ela estava passando no Shopping para pegar uma blusa e se ela quisesse podia dar uma carona para nossa casa vir pegar o que ela quisesse. Nossa mãe estava fora e só devia voltar depois das nove da noite, como era de costume. Noele saiu e Leila teve uma idéia, mandou eu ir pro quarto tirar a roupa e deitar na cama, ela falaria que as fotos estavam no meu quarto para fazer a garota subir. Dito e feito em trê minutos já estava eu nú, de pau duro, batento uma punheta devagarzinho esperando, enquanto Leila ficava dizendo que hoje aquele putinha ia aprender, ela chegava com o rosto pertinho do meu pau e dizia: "é isso ai garotão, hoje você vai sentir o gostinho de um cú católico bem apertadinho". EU quase gozava, já estava com a cabeça do pau toda molhada quando ouvimos o carra chegando, Leila me deu um beijinho na testa e correu para a sala. Ouvi a porta abrindo, elas conversando e a voz de Érica aflita. Então Leila falou com ela e ouvi seus passos se aproximando, estava de olhos fechados mas notei quando ela atravessou a porta do quarto e ficou parada, povavelmente me olhando. Eu sentia a baba do meu pau escorrendo e chegando no saco. Foi então que ouvi a voz de Leila na porta, "vamos as fotos devem estar aqui no quarto", vamos procurar. "Mas o seu irmão está aqui". Então ouvi a voz de Leila bem perto da cama, "Pelo jeito dele deve ter dormindo olhando as fotos de vocês juntos.", "Acorda ele", ouvi a voz de Noele agora, "pergunta onde ele pôs as fotos".

"Olha não precisa das fotos, eu volto depois, Leila leva elas para a agência que segunda eu pego", a voz de Érica dizia nervosa e desafinada. "Não precisa ficar com vergonha", Leila disse, "ontem você estava com isso não mão, porque isso agora? Até parece que você não conhece." Foi então qeu eu "acordei". Fingi espanto e me virei para Erica, sem tentar me cobrir, "Oi", eu disse, "que que tá acontecendo?" Estava com tanto tesão que quando me sentei saiu mais baba do meu pau e uma gota foi se esticando até chegar ao chão. "Nada, disse Érica, olha me leva as fotos depois". Foi que vi Leila com uma cara de muita raiva que disse num to m de voz que chegou a assustar a mim e a Noele: "Se eu for levar essas fotos para algum lugar vai ser para o correiro para mandar pra sua mãe e pro seu namorado". Foi então que Erica começou a chorar e a descer a escada, Noelle correu atras dela e ouvimos as duas discutindo na sala, depois de um tempo passos e as duas subiram as escadas. Érica estava com os olhos vermelhos e as mãos tremendo, e agora de dia pude ver que era realmente linda. Ela se aproximou de mim soluçando e se ajoelhou na minha frente sem dizer nada. Leila se ajoelhou do lado dela e Noelle saiu do quarto. Érica chorava muito, olhou para Leila e perguntou com a voz soluçando "Se eu der um beijinho nele vocês me deixam ir e me devolvem as fotos?", Leila disse que eum ia dizer isso era eu, se eu gostasse do que ela fizesse ela saia com as fotos.

Sem olhar para mim, tentando engolir o choro ela esticou sua mão e com dois dedos segurou no meu pau todo melado, ficou olhando um pouco, segurando como se estivesse com nojo e procurando um lugar que não estivesse melado para beijar, eu quase gozei só de ver aquela deusa loira, com o rosto e os olhos vermelhos de choro ajoelhada do meu lado segurando meu pau. Foi então que Noelle voltou segurando a HandCam de nossa mão, sem barulho nenhum ficou de pé atrás de Erica, apenas com a luzinha vermelha da câmera piscando. Érica então se aproximou e deu um beijinho na ponta do meu pau, quando afastou o rosto um fio de porra voltou e continuou unindo meu pau a sua boca, ela viu aquilo e voltou a chorar. Foi então que Leila deu um tapão na cara dela "Calaboca sua puta. Chupa direito o pau dele senão amanhã as fotos e esse vídeo vão pra sua família e pra internet." Quando Érica se virou e viu Noelle com a filmadora ficou branca, quase desmaiou. Nós já tínhamos ido longe demais para desistir agora. Eu me curvei para frente, fazendo meu pau babar ainda mais, meu saco doía cheio de porra, segurei seu rosto com as duas mãos e dei um beijo de leve sobre seus lábios, sentindo o gosto da minha porra lá. Olha, se você fizer tudo o qeu a gente pedir você sai com a câmera de filmar, com as fotos com tudo e a gente nunca mais te incomoda. Ela parecia estar em choque, apenas olhou para mim, para minhas irmãs e disse "Mas isso que vocês estão fazendo é pecado". Ai eu não me aguentei, minha mão direita estava em sua bochecha subiu e senti seus cabelos poor entre meus dedos. Fechei a mão com força e vi que ela estava sentindo um pouco de dor. "Então abre a boca, e chupa esse pacado até eu encher sua boca de porra". Ela estava toda mole, quando eu a puxei pelo cabelo não reagiu apenas veio. Meu pau bateu em sua boca e tive que separar seus lábios com as mãos, senti meu pau entrnado naquela boca morta e quente e fechei os olhos, estava sentindo meu saco doer cada vez mais. Leila então se aproximou segurou Érica pelos cabelos e começou a fazer o vai e vem, me fazendo sentir aquela boca umida em volta do meu pau. Noele se ajoelhou do nosso lado e ficou filmando em close o meu pau entrnado e saindo daquela boca. Foi então que não aguentei e comecei a gozar. Como estava sem bater punheta há dois dias (havíamos combinado isso) saiu muita porra, foi então que Érica demonstrou algum sinal de vida se engasgando. Eu virei para Leila e pedi para ela não parar de mexer na cabeça da garota porque agora é que ficava bom. Érica se engasgando tentava se segurar em meus joelhos para sair dali mas Leila não deixava, xingava ela de puta e falava que se deixasse uma gota de porra cair no carpete ela ia apanhar até morrer. Como meu pau não teve um tratamento bom enquanto e depois que eu gozei me senti como se não tivesse gozado de fato e ai resolvi tirar vantagem. Falei para ela que agora queria que ela chupasse de verdade meu pau. Enquanto falava Noelle filmava tudo e fazia carinho em minhas costas e coxas. Leila então puxou Érica pelos cabelos, a fez olhar para a câmera e disse, fala oi pro seu namorada fala, manda um beijinho pro ppapai manda!".

Erica começou a chorar de novo e isso só nos deixava ainda mais axcitados. Eu olhei para Érica e disse "Olha, é sério entra na brincadeira que a gente te deixa em paz.", ela só dizia que aquilo era pecado, então Leila ficou de pé e começou a tirar a roupa de Érica, tirou sua blusa, arrancou seu sutiã e a empurrou para trás, a segurando no chão, então virou apra mim e disse, pronto agora me ajuda a virar ela que você vai saber como é bom comer um cú. Érica se tranformou, saiu daquele estado catatônico e ficou realmente preocupada. Começou a implorar, dizer que o cú não, pelo amor de Deus. Disse que me chupava mas pra não comer o cú, eu disse então que se ela me desse a buceta eu não comia a cú. Ela chorando disse que tudo bem, e eu disse que era melhor ela parecer viva, nem precisava fingir que estava gostando, mas para não ficar parada senão minhas irmã iriam segurá-la enquanto eu enrabava ela sem dó. Ela só consentiu com a cabeça, abriu as pernas e fechou os olhos, eu mandei que ficasse com os olhos abertos. Me ajeitei por cima segurei meu pau e pus na entrada daquela bocetinha. Estava seca e por isso difícil de entrar, sai de cima dela e dei umas lambidas naquela xioxota loirinha, cuspi na mão e passei no meu pau, Leila que estava se masturbando quanso gosou quando me viu fazer isso. Voltei para cima dela e desta vez meu pau foi entrando com mais facilidade. Resolvi mudar de tática e fui colocando devagarzinho, colocava um pouco e deixava quieto, então tirava e começava a colocar devagar mais um pouco, sempre um pouco mmais do que da vez anterior. Foi então que Érica começou a dar uns engasguinho cada vez que inspirava. Eu a cada vez que eu colocava o pau ela prendia a respiração e fazia aquele ruido, sempre olhando apra mim, suas mãos na minha cintura. Foi então que comecei a esgorregar o pau todo para dentro dela sem parar. Sentir suas unhas na minha cintura e quando olhei para ela estava mordendo o lábio inferior sem conseguir ficar com os olhos abertos. "Viu como o pau do meu irmão é gostoso?" Perguntou Noelle, "Adoro quando ele me come assim", ela conintuou mentindo e me enxendo de tesão "você tá começando a gostar né?" Então senti a mão bem cuidade de Noelle deslizando por minhas costas e seus dedos arranhando de leve minha pele em direção ao meu cú. Seus dedos deslizaram por entre minhas nádegas, rodearam meu cu e desceram para o saco, onde ela ficou passando as unhas de leve. "Vai irmãozinho, enche ela com essa sua porra cheirosa", eu não me aguentava, tive que parar duas vezes para não gozar. Cada vez que parava sentia Érica voltar a respirar normalmente e parecia meio desapontada. Foi então que eu perguntei se ela queria que eu continuasse, ela ficou quieta. "É claro que ela quer, não quer sua putinha?", era Leila falando, "Racha ela no meio com esse caralhão", Érica olhou assustada para mim, eu só sorri e quando senti que era seguro voltar a me mexer sem risco de gozar voltei com aquele ritmo lendo. Érica então voltou a morder o lábio e a fechar os olhos. Noelle voltou a fazer carinho no meu saco enquando eu comia Érica, Leila então virou para ela e disse "Enfia o dedo no cú dele, ele vai adorar!" Olhei para Noelle e ela sorrindo pois dois dedos maravilhos na minha boca, eu os chupei com vontade de os deixei todos melados de baba, senti antão ela abrir meu cú com dois dedos enquanto enfiava um terceiro dedo molhado no meu cú, quando senti o dedo na entradinho enlouqueci. Leila olhou para e mim e perguntou "Tá gostando, irmãozinho? Não é um tesão sentir um dedo no cú quando tá metendo com uma cadela?" Eu só suspirava enquando sentia aquele dedo entrando devagarinho. Tentando me concentrar olhei para Érica, ela estava respirando cada vez mais rápido, então começou a tremer toda e suas mãos subiram de minha cintura para meu pescoço, ela puxou minha cabeça para seu pescoço e me abraçou forte com as pernas. Sua bocetinha apertava meu pau em contrações e eu sentia o dedo de minha irmã fundo no meu cú, não aguentei e gozei dentro daquela bocetinha naquela hora, Leila já havia gozado estava apenas se recuperando, enquanto Noelle me beijava na bochecha e me chamava de lindinho. Érica ainda ficou me abraçando um tempo de olhos fechados. Depois de um tempo de levantei e senti o dedo de Noelle saindo do meu cú. Senti uma onde de prazer subindo e descendo minha espinha. "Bom, se quiser ir tomar um banho para sair pode ir" Érica se levantou e seguiu Noelle para o banheiro, ela disse qu ia lavar o dedinho. Ouvimos o chuveiro e então Noelle voltou. "Nossa, nunca fiquei com tanto tesão, pena que você não comeu o cú dela." Eu só falei que também nem ia aguentar agora, mas que depois de um banho podia tentar, fui para o chuveiro no quarto de minha mãe e tomei uma ducha fria. Enquanto tomava me ensaboava Noelle entrou no banheiro só de sutiã e sentada de frente para mim começou a se masturbar. Não dizia nada só olhava para o meu pau e deixava seus dedos fazerem o resto. Vendo aquilo meu pau começou a se animar, mas não chegou a ficar inteiro duro. Foi então que eu falei "Bom é a vez da Leila filmar e você se divertir agora. "Ela olhou para mim assustada e perguntou, mas você consegue?", "Só de ver você ai ele já está dando sinais de vida. Ela então se animou toda, foi até o nosso quarto e voltou com Leila, "Então vai comer o cú dela agora?" Eu só sorri, "Esse é o nosso irmãzinho" Leila disse sorrindo, "Deixa ela sair do banho então".

Acabei de me enxaguar e fui para o quarto, quando cheguei lá Érica já estava vestida, assim como minhas irmãs. Apesar de aparentar estar muito envergonhada e sem graça ela aparentava estar muito melhor, já não estava mais chorando. Perguntei se estava tudo bem, ela só olhou para o chão e soltou um uh-hu. Minhas irmãs então saíram do quarto, Noelle disse que ia pegar os negativos e Leila a acompanhou.

"Porque vocês fizeram isso comigo?" Ela me perguntou, "ontem eu achei que você era um cara legal". Eu só disse que tinha achado ela linda, que não queria machucar nem nada mas que tinha ficado com tanto tesão que armamos isso. Inventei que minahs irmãs eram virgens e que adoravam me ver transando. Ela ficou em silêncio. Eu cheguei perto e disse "Mas você gozou né? Pelo menos também estava gostanto." Ela não ergue os olhos só disse que era muito bom me sentir entrando e saindo daquele jeito, mas que a forma como tinha acontecido tinha sido horrível, que no dia seguinte ela ia voltar para a cidade dela e nunca mais vir para cá. Eu então inventei que tinha uma namorada também, que o que tínhamos feito, tirando as minhas irmãs, tinha sido normal e que esse era o único jeito delas sentirem prazer sem transar. Foi ai que eu me aproximei dela e disse "Olha, você gostou então, se ninguém daqui nunca falar disso com ninguém não tem porque voltar para a sua cidade, a Leila adorou você aqui, ela conehce todo mundo da agência, você não acha que ela não arranjar uns bicos pra você? Ai você pode parar de ficar só em feiras e desfilar, sei lá. Apesar de tudo a gente só fez isso com você porque gostamos muito de você, as duas morrem de ciúmes de mim, a gente nunca transou como elas falaram, mas elas nunca deixam ninguém chegar perto de mim, você foi a única." Ela continuou quieta. "Olha, você gostou, você pode ir embora agora ou a gente pode ficar nisso a noite toda e você pode gostar ainda mais". Conforme ia falando ia me aproximando e terminei falando fazendo carinho em seus cabelos. Como ela não esboçou reação a abracei e dei um beijo embaixo de sua orelha, então senti seu corpo tremer. "O que você acha?" como ela contiuava quieta a peguei pela mão e a levei para baixo. Quando chegamos lá minhas irmãs estavam na frente da TV assistindo o vídeo que Noelle tinha feito. Um, close de Érica com meu pau na boca, sua cabeça indo para frente e para trás. vendo aquilo comecei a sentir meu pau crescer de novo. Pedi para minhas irmãs darem um cantinho apra gente e me sentei puxando Érica do meu lado, foi então que apareceu a hora em que gozei na cara dela, não aguentei e pus o pau para fora, segurei sua mão a a coloquei em volta do meu pau, foi então que senti sua mão se fechando e ela começando a subir e descer de leve me punhetando sem jeito. Noelle olhou para mim e sorriu, então eu me virei para Érica e disse: "Agora chupa meu pau sem ninguém ajudar vai, me faz gozar na sua boca, faz". Leila estava do meu lado se levando e foi para o chão, me dando espaço, me ajeitei no sofá e puxei Érica pelo pescoço dirigindo sua cabeça para o meu pau, e então senti sua boca se fechar em redor do meu pau e sua cabeça começar a subir e descer. Soltei sua nuca e ela pegou o ritmo. Leila colocou a mão em minha perna e eu a segurei, Noelle se aproximou e me deu um beijo na bochecha, tirou as calças e começou a se masturbar. Como já tinha gozado duas vezes desta vez não era uma chupeta que ia me fazer gozar mas de repente Èrica começou a fazer movimentos circulares com a cabeça e senti sua mão se fechando no meu saco, fui às nuvens. Leila tirou as roupas e deitada no chão de pernas abertas começou a se masturbar não tirando os olhos da gente. Eu sentia aquela boca no meu pau, a cabeça raspando no céu da boa, seus dentes me arranhando de leve e sua cabeça subindo e descendo, os cabelos lindos como ouro líquido se esparramavam por minahs pernas e eu no centro das três mulheres só pensava no prazer que estava proporcionando às minhas três irmãs. Novamente Érica me pegou de surpresa e começou a deixar o boquete mais rápido e por incrível que pareça senti que o gozo estava chegando, então tirei a cabeça dela de cima de mim e beijando ela tirei sua blusa e a deixei de calcinha, falei que queria comer ela de quatro, ela sem falar nada se ajoelhou no chão e levantou aquela bunda, baixando a barriga até encostar os peitos no chão, Leila se ajeitou para ver melhor a cena e Noelle estava já me chamando de irmãozinho querido, me pedindo para encher a Érica de porra. COm o pau todo melado da boca de Érica não tive problemas para enfiar ele em sua boceitnha, da mesma forma que tinha feito antes, mas dessa vez com ela rebolando e gemendo um pouco, fiquei nessa até que ela pediu para fazer mais forte. Eu sentia o meu saco batendo em sua xoxota por trás e os estalos só deixavam Noelle com mais tesão. Quando vi que ela estava rpestes a gozar fiz um sinal negativo com a cabeça, Erica com a cara no carpete não viu, apenas gemia. Então senti sua bucetinha apertando meu pau de novo, ela arrebitou a bunda e começou a dar gritinho balançando a cabeça de um lado para outro. Foi então que falei qeu agora ia gozar no cuzinho dela, mas com todo o cuidado, ela ainda estava gozando e se assustou, eu me virei para Noelle e pedi para ela me ajudar, Érica começou a tomar a fôlego para reclamar mas Leila chegou pela frente e falou prende a respiração e relaxa e segurou ela pelos pulsos. "O que você quer que eu faça?" perguntou Noelle. "Eu vou segurar a bunda dela aberta, você segura o meu pau para eu acertar o cuzinho dela. Noelle quase gozou quando ouviu aquilo, antes que eu me posicionasse senti sua mão em meu pau pela primeira vez. Me arrumei atrás de Érica que estava de olhos fechados enquanto Leila falava para ela não se preocupar, que ela ia gostar e que ia adorar quando o irmãozinho dela enchesse o seu cú com a porra dele. Ver, sentir e saber que minhas irmãs estavam lá me dando essa força só me deixava inda mais excitado e feliz, estava nas núvens. Cuspi na mão e passei o cuspe no cuzinho roxinho de Érica, ela sentiu e travou, eu continuei fazendo movimentos circulares e senti Noelle começar a me punhetar. Me abaixei e comecei a beijar aquele cuzinho, sentindo minha boca Érica não aguentou e soltou mais um gemido e senti seu cuzinho relaxando, enfiei a pontinha da língua lá e senti aquele gostinho azedinho, fiquei louco, comecei a forçar a língua e sentia a mão de Noelle cada vez mais rápida no meu pau. Quando tirei a língua Noelle não aguentou, largou meu pau segurou meu rosto e me beijou, enfiava a língua na minha garganta quase me sufocando, senti sua mão então voltando para o meu pau e ela com a cara mais meiga virou para mim e disse, "Mete logo, quero sentir o gosto do cuzinho dela no seu pau". Nem pensei duas vezes, encontei a cabecinha e comecei a colocar devagar. Quando a cabeça passou Érica começou a rebolar aquela bundinha de modelo no meu pau. Noelle não largava o meu pau e me punhetava enquanto meu pau ia entrando, até não ter mais espaço para a seua mão, ela então me abraçou de lado e começou a esfregar sua xoxotinha em minha coxa. Leila lá na frente olhava para tudo com a boca aberta. Foi então que senti o gozo chegando e não ia dar para segurar, comecei a entrar e sair cada vez amsi rápido, cada vez que enfiava Érica dava um gritinho, mas não parava de rebolar no meu pau. Não aguentei e gozei pela terceira vez naquele dia, enchendo aquele cú com o resto de porra que ainda tinha no saco. Continuei metendo, sentindo o pau mais sensível depois da gozada enquanto Noelle erranhava meu peito e se esfregava com mais velocidade e força. Quando senti o pau parando de ter as convulsões de prazer o tirei do cú de Érica. Estava todo melado, a porra tinha virado uma espuma grossa, ele estava cheirando ao cú de érica e com um pouco de sangue. Assim que meu pau saiu Érica sem perder tempo soltou uma de suas mãos e começou a se masturbar sem se virar. Sentei no sofá. E puxei Noelle para sentir o gosto de cú no meu pau. Ela não perdeu tempo e caiu de boca, sneti a melhor chupada que recebi na minha vida. Ela parecia querer gastar meu pau dentro de sua boca. E foi chupando meu pau já meio amolecido que ela gozou. Leila não acreditava no que estava acontecendo. Só se masturbava assistindo a tudo. Assim que Érica e Leila gozaram me levantei ainda mú. Tirei a fita o vídeo e a dei para Érica. "Toma e não precisa se preocupar, a máquina não tinha filma". Ela não falou nada, apenas se levantou, vestiu sua roupa e se sentou no sofá. Todo mundo se vestiu e ficamos lá em silêncio. Noelle deitada em meu colo e Érica do meu lado. Leila continuou deitada no chão, de olhos fechados e sorrindo. Depois de um tempo Érica se levantou e perguntou se alguém podia lhe dar uma carona para casa.

Noelle se levantou me deu um beijo na boca e disse que ia pegar a chave do carro. Assim que saíram Leila se sentou do meu lado e perguntou toda sapeca o que eu tinha achado, eu respondi que com duas irmãs como elas não dava apra a vida ficar melhor. Elas me abraçou e ficou aninahda no meu peito. Depois de uma hora e meia começamos a ficar preocupados, pois Noelle não voltava. Tentamos ligar e nada de resposta no celular. Depois de duas horas que havia saído ela volta, toda sorridente. Disse que Érica a fez parar no meio do caminho e começandoi a chorar implorou que ninguém falasse daquilo. Ela disse para não se preocupar, que ninguém nunca iria dizer nada. Que ela era linda e que achava um horror ficar sem homem, que aquilo que aconteceu hoje não dizia que ela amava menos o namorado, e terminou nos contando que disse para Érica que se ela voltasse a sentir tesão ou falta de homem que era para ligar, pediu desculpas por Leila ter dado um tapão nela que da próxima vez seria menos 'agitado', foi então que ela confidenciou que tinha até que gostado do tapão e saiu do carro dando um beijo na bochecha de minha irmã. Depois desta vez transei com Érica mais duas vezes até ela dizer que estava começando a gostar de mim mas que se eu quisesse ficar com ela tinha que largar das minhas irmãs pois ela tinha ciúmes, que se eu largasse das irmãs ela mandava o namorado ir passear. Eu então disse que nunca seria capaz disso e nunca mais nos vimos.

Lá em casa agora toda noite nos divertimos, o máximo que rola entre minhas irmãs e eu é sexo oral e alguns dedos para cima e para baixo. Nos amamos como nunca, tanto como irmãos como quanto amantes. Minha mãe chegoua notar uma diferença disse que parecemos namorados e às vezes dá um corte em nossas brincadeiras quando nos empolgamos mas acho que não desconfia de nada. Só para finalizar gostaria de dizer que nós três escrevemos esse conto e que neste exato momento Noelle está chupando o meu pau, enquanto Leila se masturba aqui do lado. Ela disse que a minha porra é a coisa mais gostosa e que assim que eu gozar em sua cara Leila vai lamber tudinho. Bem é isso.

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