quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MENINA DANILLE 
autor desconhecido

Nada é mais excitante do que uma mulher em corpo de garotinha. E Daniele é exatamente isso: Com dezoito aninhos recém-completados, ela parece uma menina sapeca. Mulata escura, 1,55m, tem um corpinho adolescente. Seios pequeninos e pontudos, coxas engrossando e um bumbumzinho pequeno mas carnudo como só as mulatas têm. Seus cabelos são encaracolados, até os ombros, e sua boca pequena dá o toque final no rosto de anjo diabólico. Estudo com ela há cerca de dois anos, e sempre estive de olho nela. Extremamente sensual sem precisar fazer força, ela está sempre rindo, sempre brincando, além de ser muito carinhosa. Vive abraçando os amigos e eventualmente fica debruçada nos ombros de uma ou outra pessoa. Comigo, porém, essa proximidade sempre foi provocante. Sem fazer força para que seus peitinhos não encostem em mim, ela vivia deitada em meu ombro enquanto conversávamos, com as duas mãos apoiadas nele, e o corpo totalmente encostado na lateral de meu corpo. Isso fazia com que os pensamentos mais loucos passassem pela minha cabeça. Porém, tinha meus motivos para não arriscar, já que sou comprometido e muita gente me conhece na faculdade. Ninguém é de ferro, porém. Um belo dia, estávamos indo de uma aula para outra e ficamos aguardando no corredor que o professor chegasse. Daniele estava especialmente gostosa aquele dia. Com uma blusinha leve de alcinhas branca, tendo por cima uma outra blusa de trico com pontos bem abertos, ela usava ainda uma calça jeans preta muito justa e sapatos de seltinho marrons. Estava uma deusa, um pecado ambulante. Contrastanto com esse visual quente, seu rostinho de criança e seu sorriso inocente, além do corpinho adolescente e da total ausência de maquiagem. Como sempre, se debruçou em meu ombro e se encostou em meu braço. Apertei um pouco meu braço contra seu corpo e pude sentir o biquinho duro de seu seio contra ele. Fiquei louco, mas estavámos com muita gente em volta, algumas inclusive conversando conosco. Tentei me controlar. Ficamos por longo tempo conversando, até que chegamos a conclusão de que o professor não iria aparecer. Todos se dispersaram e, vendo que ela estava indo embora, resolvi fazer o mesmo. Enquanto desciamos as escadas, perguntei se ela estava com pressa. Ela disse que não, que tinha mesmo aula depois. Perguntei se não queria ficar lá embaixo batendo papo. Ela me olhou de forma estranha, mas disse que sim e sorriu. Descemos... Minha faculdade possui uma área externa razoável, com árvores e estacionamentos, além de banquinhos. Muitos trechos ficam bem escuros à noite (horário em que estudo). Fomos para o pátio e eu me encaminhei para um lugar escondido, sob o pretexto de ficar perto das árvores. Sentamos, um de frente para o outro (com as pernas para os lados do banco de pedra) e ficamos conversando por um longo tempo. Comecei a puxar o assunto para o lado dos relacionamentos, e torná-lo mais pessoal. Papo vai, papo vem, e comecei a elogiá-la, a dizer que ela era uma graça, que tinha um corpo lindo. Ela parecia ao mesmo tempo tímida e feliz com meus elogios, e sorria, desviando o olhar do meu. Peguei em suas mãos, sem que ela me afastasse. Cheguei então mais perto e dei um beijo doce e lento nela, ao qual ela correspondeu lentamente. Ficamos nos beijando por algum tempo, e eu fui ficando cada vez mais excitado. Aproveitando que o lugar onde estávamos era bastante isolado, fui passando minhas mãos pelas suas costas, acariciando sua nuca, seduzindo-a deliberadamente. Sentia sua respiração ficar ofegante, sentia sua boca me apertar cada vez mais e suas mãos deslizarem nas minhas costas. Fui descendo minhas mãos, até que as coloquei sob sua blusinha e acariciei as laterais de sua barriguinha e suas costas, já sentindo o contato de nossas peles. Daniele gemeu baixinho e estremeceu como se uma corrente elétrica tivesse passado de meus dedos para suas costas. Isso me deu coragem, e subi com minhas mãos até o alto de suas costas e, finalmente, comecei a trazê-las para a frente. Após alguns segundos (que pareceram horas!) finalmente senti a lateral daqueles pequeninos seios, e esperei para ver sua reação. Ela gemeu mais alto, o que me fez chegar aonde queria e tocar pela primeira vez o biquinho pequenino e duro dos seios de minha garotinha. Neste momento, Daniele colocou também suas mãos por baixo de minha camisa e me arranhou de leve com suas unhas bem tratadas, gemendo e me apertando contra seu corpo. Ficamos neste jogo durante algum tempo, até que finalmente quebramos o longo e molhado beijo. Daniele ficou me olhando nos olhos e disse: "Eu... eu... o que estamos fazendo?" Respondi: "O que você acha, minha menininha?" "Mas isso não é certo. Você é compromissado... Eu... Eu não sou dessas." "Como assim, dessas? Eu sou homem, você uma mulher maravilhosa. Só estamos nós aqui. O que temos a temer?" Depois disso, coloquei mãos a obra de novo e comecei a beijar seu pescoço, a sussurrar besteiras eu seu ouvido, a descer pelo seu ombro. Tirei sua blusinha de tricô quase sem resistência por parte dela, e deixei-a somente com a blusinha branca. Subi a blusa e beijei o bico de um seio, depois o de outro, com ela gemendo tão alto que fiquei com medo de sermos descobertos. Comecei então a lamber e chupar seus peitinhos, enquanto massageava suas costas e finalmente chegava a suas pernas com minhas mãos ávidas. Daniele, finalmente, perdeu todo o controle. Desceu com sua mãozinha pequena até meu colo e apertou meu pênis por baixo da calça, quase me fazendo gozar com aquela sensação. Não mais aguentando aquilo, a fiz levantar do banco e a coloquei de pé na minha frente. Abri o botão e o zíper de minha calça e coloquei meu pênis (a essa altura duríssimo) para fora. Tentei então fazer o mesmo com a calça de Daniele, mas ela segurou minha mão e disse: "Não, isso não. Eu nunca fiz isso... Não quero que seja assim..." Entendendo, disse: "Tudo bem, meu amor. Não tenha medo. Não vou fazer nada que você não queira. Só quero te dar prazer." Continuei então e abri os botões e o zíper de seu jeans e, totalmente louco, o tire, deixando-a de calcinhas e blusa no meio do pátio, encoberta pelas árvores. Sentei-a então de pernas abertas sobre mim, sentindo sua vagina quente, molhada e virgem se esfregando em meu pênis, tendo apenas a fina calcinha branca a separá-los. Comecei um vai-e-vem enquanto apertava sua bundinha gostosa e lisinha como a de uma criança, beijando-a de forma sôfrega enquanto isso. Daniele ficou louca e começou a se esfregar em mim mais e mais rápido, passando do gemido às palavras sem sentido, falando alto, me deixando fora de mim. De repente, ela cravou as unhas em minhas costas e soltou um gemido de loba, quase um uivo. Ficou com seus músculos retesados por alguns segundos e finalmente soltou suas unhas de mim, caindo mole em meus braços. Aquela visão de satisfação me fez sentir o melhor homem do mundo. Dar-lhe aquele prazer me fez quase ter um orgasmo. Mas minha menina ainda tinha uma surpresa para mim... Após se recuperar, me deu um beijo molhado, dizendo depois em meu ouvido que ia "me fazer o mesmo bem que eu fiz a ela". Depois, Colocou sua calça no chão, ajoelhou-se sobre ela e sem pensar duas vezes abocanhou meu cacete e começou a chupá-lo com sofreguidão. A visão da boquinha pequena de Daniele totalmente aberta para me acomodar, de seus olhinhos fechados ainda molhados pelas lágrimas de seu prazer de minutos atrás, os sons de meu cacete entrando e saindo, me fizeram perder toda a noção de onde eu estava. Comecei a falar alto, a pedir que ela chupasse gostoso, que me engolisse todo. "Ah, minha menininha! Me chupa! Chupa seu macho! Ah, meu amor! Isso, isso, aaaaaaaaaaahhhh!!!!" Com um quase grito, gozei feito louco sem avisar. Daniele tomou um susto mas continuou a chupar e a chupar, mantendo a sucção ainda por uns dez segundos, sugando cada gota daquele suco que eu vertia por ela. Finalmente, quando caí para o lado no banco, ela ainda ficou por algum tempo com meu cacete em sua boca, me lambendo com sua língua. Só me deixou quando sentiu meu mastro amolecer em sua boquinha de princesa. Abri os olhos, e pude ver um filete branco escorrendo pelo seu queixo, enquanto via sua garganta se movendo e via que Daniele estava engolindo meu presente para ela. Depois disso, ela colocou a calça novamente, pegou um lenço que ofereci, limpou o queixo e sentou de novo ao meu lado, me dando um abraço forte e dizendo que aquilo tinha sido delicioso. Olhei em seus olhos e disse que ela é que me tinha feito ir aos céus... Ficamos ainda por algum tempo no banco, conversando e rindo, observando o céu e curtindo um ao outro. Finalmente resolvemos ir, apesar de estarmos de ovo excitados, pois já era tarde. Minha história com Daniele, porém, estava só começando. De lá para cá, já saímos muitas vezes. Já a levei duas vezes ao motel, onde fizemos de tudo, menos tirar sua virgindade. Dani me diz que só quer fazê-lo quando estiver pronta. E eu aceito isso. Afinal, ela ainda é uma criança. Uma linda, doce, provocante criança.

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