terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A DESPEDIDA DE SOLTEIRA DE MÁRCIA.
autor desconhecido

Meu nome é Márcia, tenho 22 anos e, se eu não tivesse tomado a maior e melhor decisão de minha vida, iria me casar daqui á dois meses. Eu namoro com Flavio á seis anos, tendo noivado á três, e ele foi o único homem que conheci. Toda minha experiência sexual se resume nele, porém, mesmo tendo me tirado a virgindade bem no começo do namoro, nunca me satisfez. Para se ter um idéia, sinto muito mais prazer me masturbando do que transando com ele. Ao contrário do que ouço por aí, que todo homem adora um boquete, Flavinho não gosta que eu chupe seu pau, pois nem bem começo ele já me abre minhas pernas e enfia seu pau em mim, me fodendo mecanicamente. Me chupar então... Eu já me insinuei de todas as formas para que ele entendesse que eu adoro uma linguinha na buceta mais ele parece que me chupa de praxe, sem muito gosto.
Eu sou morena clara, cabelos castanhos e meu rosto é muito bonito. Apesar de ser magra, minhas pernas são muito grossas e minha bunda super dura, pois malho direto, e isso parece mexer com os homens, pois recebo cantada o dia todo. Mesmo com os assédios de altos gatos da academia e da faculdade, nunca dei espaço para ninguém, apesar de minha crescente insatisfação. Fora sexo, nada eu tinha a que me queixar, mas a cada dia meu tesão se acumulava cada vez mais.
Apesar de ser uma merda na cama, Flavinho queria me comer todo dia, o que já não deixava, preferindo me masturbar à fazê-lo gozar sobre mim. A um ano atrás comecei a assistir uns filmes de pornô e fiquei ainda mais tesuda, louca de vontade de fazer o que as atrizes faziam na tela. Me masturbava a noite toda assistindo á esses filmes, gozando duas , três vezes por noite. A alguns meses Flavinho marcou a data do casamento, me fazendo muito feliz, mas ao mesmo tempo me deixando aquela dúvida sobre se era mesmo aquela vida sexual que eu queria para o resto da vida. Diante tal receio, comecei a fantasiar alguma outra experiência para tirar a prova, mas como? Cheguei a ter a idéia de ligar para esses anúncios de garoto de programa mas não tive coragem. Nas ultimas transas, procurei me insinuar ainda mais, forçando gemidos, me colocando de quatro para ver se ele tinha a idéia de comer minha bundinha mas, no máximo, ele enfiava sem pau na buceta e depois de um ou dois minutos gozava, finalizando a transa.
Certo dia, numa quarta-feira, a turma da faculdade saiu para tomar um chopp, e no barsinho, comecei a reparar o Miguel, uma cara da outra turma o qual as meninas eram doidas com ele. Ele é muito bonito e charmoso, alto e está sempre queimado de sol. Ele e magro e, assim como eu, tem as pernas bem grossas e pelo volume no meio das pernas, parecia ter um cacete de um bom tamanho. Embalada pela bebida, comecei a fitá-lo até que ele percebeu, sentando-se ao meu lado. "E aí Marcinha, você vai se casar mesmo com aquele babaca?", me perguntou na maior cara de pau do mundo. Eu respondi que sim ele me perguntou se não haveria alguma despedida de solteira especial. Parecia que Miguel lia meus pensamentos e eu já começava a pensar na idéia de fazer uma loucura. "Que despedida seria essa?", perguntei fazendo-me de boba. "Nós dois num motel", mandou na lata, colocando sua mão em minha perna. Disse também que sempre me achou muito linda e gostosa mas que pelo fato de eu ter noivo nunca se aproximou de mim.
Lisonjeada mas com um resto de juízo na cabeça, disse que não tinha nada a ver, mas ele disse que não tinha pressa, que poderia ser hoje, amanhã ou qualquer outro dia, mas que ele iria esperar. Passei umas duas semanas só pensando nele e nessa possibilidade de ir para o motel com ele, até que depois de mais um transa terrível com meu noivo, talvez a pior de todas, decidi que transaria com Miguel. No outro dia liguei para ele e perguntei se ele toparia conversar comigo sobre aquele assunto, a proposta. Miguel disse que da parte dele ninguém ficaria sabendo, e que faria de todo para ser uma transa inesquecível. "Eu quero namorar com você durante uma tarde", concluiu. Minha bucetinha já estava toda molhada só de conversar com ele. Aceitei e marcamos para o outro dia de manhã bem cedo. Logo mais a noite meu noivo quis sair comigo mas eu disse que não, dizendo estava com dor de cabeça. Eu queria estar bem cheirosa para Miguel e por isso tomei o melhor banho de minha vida antes de me encontrar com ele, dando um trato na bucetinha e no cuzinho, deixando-os bem lisinhos e limpinhos.
No outro dia, no horário marcado ele me pegou num ponto de ônibus aqui perto de casa e fomos direto para o Motel. No caminho conversamos outros assuntos, para nos entrosarmos um pouco mais, e lá chegando ele pediu uma suíte com piscina. Ao estacionar o carro, ele me beijou a boca, me acariciando o rosto. "Fica tranqüila que vai ser bom para mim e para você", afirmou. Eu estava nervosíssima e minhas pernas tremiam. A suíte era linda, e tinha uma piscina com um jardim muito bonito ao redor. Lembrei-me que não trouxera biquíni e disse a ele, me mandando ficar de calcinha. Por sorte eu estava com a minha mais bonita, branquinha de algodão, tipo mocinha, formando um conjuntinho com o sutian. "Nossa, que cacete é esse!" Pensei comigo quando vi o volume sob a sunga. Miguel era realmente muito gostoso. Ele me flagrou olhando para o seu pau e deu um sorrisinho safado. Ao contrário de mim, ele estava bem á vontade, e logo pulou na água. Na piscina, começamos a nos beijar e nos acariciar sem pressa. Ele me beijava muito gostoso e suas mãos me alisavam a bunda. Seu pau se debatia sob a sunga, não resistindo, o toquei. Enquanto nos beijávamos, fiquei o alisando e apertando, sentindo como era grande e grosso. Suas mãos já me acariciavam os seios, e não demorou sua boca desceu até eles, lambendo as maçãs. Pedindo que me chupasse os biquinhos, coisa que não sabia o que era á meses, tirei meu sutian e me deliciei com sua língua. Meus seios são pequenos mas bem durinhos, e muito sensíveis. Que delícia! Miguel chupava os bicos e depois dava circuladas com a língua ao redor deles. Depois dava uma mordidinha e voltava a chupar. Eu estava louca de tesão, e já gemia baixinho. Suas mãos me acariciavam o corpo todo naquele momento, mas não a buceta, me enlouquecendo."Deixa eu ver seu pau", pedi, Ele sorriu e tirou a sunga, sentando-se na borda da piscina bem á minha frente, com o pau á poucos centímetros de minha boca. "Isso que é um cacete!", pensei. Eu o olhava babando, enquanto o acariciava com se estivesse o medindo. Acariciei o saco peludo, as pernas e comecei a bater um punheta bem devagar para ele."Eu não vou agüentar isso tudo em mim não", brinquei. Ele deu mais um sorriso lindo até que enfiei-o na boca até onde pude. Miguel deu um gemido gostoso me incentivando ainda mais no boquete. Se estava bom para ele, para mim também estava. Eu me deliciei naquela pica enorme e dura como uma pedra. Lembrando-me das atrizes nos filmes de sacanagem, eu intercalava vários tipos de movimentos, ora chupando a cabeça, ora lambendo desde o saco até a pontinha. Eu segurava seu cacete com a mão toda e ainda sobra um tanto, e ia e vinha com a cabeça, depois parando ali, punhetando-o em seguida. Miguel me chamava de gatinha safada, dizia que eu chupava muito gostoso e logo iria gozar na minha boca. Na minha cabeça, naquele momento, não existia a imagem de meu noivo, a única coisa que eu pensava era em fazer aquele macho gozar. Seu cacete pulsava cada vez mais até que senti que ele estava para gozar, então o chupei ainda com mais gula. "Chupa meu cacete gatinha safada, chupa que eu vou encher sua boquinha de leite", disse, gozando em seguida. Acompanhado de um urro, senti um forte esguicho em minha boca, e outro, e mais outro. Eu o punhetava e mamava sua pica, engolindo sua deliciosa porra. Era a primeira vez que fazia isso, e adorei o gosto. Miguel urrava e pressionava minha cabeça contra seu pau, fazendo entrar ao máximo em minha boca. Mesmo terminado de gozar, continuei a mamar aquela pica deliciosa, saboreando as ultimas gotas de porra mas logo ele entrou novamente na piscina e depois de muito me beijar, tirou minha calcinha e me deitou na borda da piscina, com as pernas para dentro. Miguel as abriu e levantou, e caiu de boca na minha bucetinha. Arqueando o corpo, numa onda de choque, me contorci toda, gemendo de tesão. Até ali, já era a melhor experiência sexual de minha vida, mais na hora em que ele começou a lamber meu grelinho, eu pirei de vez. Sua boca me chupava bem devagar o grelinho, e depois, com os lábios separados por seus dedos, passeava com a língua por toda minha buceta, voltando ao grelinho, dadalando-o freneticamente. Tomada de tesão, meu corpo começou a estremecer e, pela primeira vez na vida, sentia a chegada de um orgasmo. Ele veio com a força de todos os anos de atraso, me fazendo gritar alto. Miguel não parava de me chupar, assim como eu não parava de gozar. Ele entre uma lambida e outra, tocava meu cuzinho, o que me fazia sentir mais tesão ainda. Terminando de gozar, Miguel deu uma chupada molhada em meu cuzinho e enfiou um dedo, me fazendo gozar na hora, novamente. Eu soluçava de tesão, chorava até. Miguel me chupava o grelinho enquanto me comi o cuzinho com o dedo. Que delícia! Este orgasmo foi ainda mais longo que o outro, e enfraquecendo em seguida. Depois desses carinhos todos, Miguel me chamou para as cadeiras de pegar sol, para secarmos, cada um deitando-se numa. Adormeci, mas logo acordei sentindo um lingüinha me chupando os peitinhos, bem de leve, não me mexi e fiquei curtindo. Miguel foi descendo sua boca pela minha barriga, lambendo meu umbigo e descendo. Abri as pernas e esperei por sua boca na bucetinha. Chegando perto do grelinho, o safadinho desviou-se dele e começou a beijar minhas coxas. Minha buceta já estava pingando novamente, por mais que eu tivesse imaginado, era muito tesão num homem só. Eu me sentia uma rainha. Não demorou muito e ele foi chegando em minha bucetinha e lambendo-a de novo, Que delícia! Ele se posicionou á minha frente e com as pernas bem abertas e lavantadas, repetiu a chupada da piscina, mas desta vez se dedicando bastante no meu cuzinho. Ele me chupava devagar, parecendo não querer que eu gozasse ainda. Sua língua tremia no meu buraquinho enquanto me acariciava o grelinho com os dedos. Depois de uns dez minutos me chupando assim, ele me virou de bruços, de bundinha para cima. "Que bunda gostosa que você tem!", exclamou. Orgulhosa, abri as pernas para que visse minha bucetinha e o meu cuzinho, ambos á sua disposição. Miguel caiu de boca no meu reguinho, me lambendo de cima a baixo, do cuzinho á bucetinha, me fazendo gemer baixinho. Sem aviso, senti dois dedos entrando em meu cuzinho, já todo lambuzado. Dei uma empinada na bunda e deixei ele brincar ali. Com uma mão, Miguel me masturbava e com a outra, enfia e tirava os dedos em meu anelzinho virgem. Miguel voltou a me chupar o cuzinho até que sentindo-o preparado, posicionou a cabeça de seu cacete na entradinha. "Eu já estava sacando qual a sua intenção, e mesmo receosa em levar um cacete daquele na bundinha, me entreguei. Miguel começou a forçar, enfiando um pouquinho e tirando, enfiando e tirando, indo cada vez mais fundo até que ele, já tendo colocado a cabeça, tirou seu pau e o enfiou de uma só vez na bucetinha, me levando ao gozo no mesmo instante. Mesmo apertado, seu pau entrou até o fundo, me preenchendo maravilhosamente. "Me fode gostoso, me fode...", gritava. Mas ele era realmente imprevisível, e numa desta estocadas, comigo ainda me refazendo do orgasmo, tirou da bucetinha e o cravou no cuzinho. Mesmo com seu pau todo lambuzado pelos meus próprios líquidos, seu cacete entrou rasgando, me fazendo gemer de dor, mas uma dor gostosa, prazerosa, um tesão diferente. Ele enfiou até o seu saco encostar na bucetinha, e logo que me acostumei com seu volume, começou a estocar bem devagar seu cacete em meu cuzinho. Uma nova onda me estremecia o corpo, já me avisando que mais um orgasmo estava por vir. Miguel percebeu isso e aumentou o ritmo de suas metidas, me fudendo cada vez mais rápido até que disse ,"vou gozar no seu cuzinho, meu amor", me enchendo de porra. Era tesão demais para mim e gozei com ele, sentindo como é bom dar a cuzinho para um macho de verdade. Aos poucos seus movimentos foram diminuindo até que cessaram, me abraçando, beijando meu pescoço e, com o cacete ainda dentro de minha bundinha, me chamando de linda, gostosa, safadinha... Depois fomos para a piscina. Nos beijamos muito, e eu já me sentia completamente apaixonada por ele. Nada melhor que uma piscina para refazer a bucetinha e o cuzinho. Depois de alguns minutos, fomos para o quarto. Na cama, eu o deitei de cacete para cima e, de quatro sobre a cama, me dediquei a mamar naquela maravilha. Já duro com antes, eu me deliciava, esfregando-o no rosto e lambendo-o todo. "Seu pau é muito gostoso!", disse, olhando para ele. Percebendo que Miguel já estava para gozar, o chupei bem devagarinho, beijando-o apenas, para depois me ajeitar sobre ele. Assim que encaixei a cabeça na entradinha de minha buceta, soltei meu corpo e comecei a cavalgá-lo. Eu esfregava meu grelinho em sua pélvis, sentindo todo cacete em mim. Miguel, muito safado, esticou uma mão até meu cuzinho e ali enfiou um dedo. Comecei a rebolar mais e mais, assim como a subir e descer mais rápido, até que gozei de novo. Todos os orgasmos que não tive no cacete de meu noivo durante anos estava tendo num só dia com o do Miguel. Nem bem havia terminado de gozar, ele me colocou de quatro e enfiou novamente seu cacete na buncetinha. Ele me segurava pela cintura e me comia com força, como seu eu fosse um puta, e isso me excitava muito. Descobri nossa imagem no espelho ao lado e me maravilhei vendo-me ser comida por aquele homem. "Põe na bundinha de novo", pedi. "Você é muito safada!", disse. Empinei ainda mais minha bundinha e depois de chupar um pouco meu cuzinho, lubrificando-o, Miguel apontou seu cacete para ele e me penetrou deliciosamente. "Fode com força", implorei. Ele me segurou forte pela cintura e começou a me foder o cuzinho. Eu sentia ainda uma dorsinha, mas esta era muito gostosa, me enchendo de tesão. Miguel me virou um pouco, virando minha bunda para o espelho e voltou a me foder gostoso. "Olha meu cacete comendo seu cuzinho, olha", mandou, enquanto me fodia. Eu gemia enquanto olhava aquele cacete enorme indo e vindo em meu cuzinho. Miguel acelerou o ritmo e começou a gemer mais alto. "Goza no meu cuzinho, goza...", pedi, e ele atendeu. Numa estocada profunda, derramou mais uma boa quantidade de porra dentro de minha bundinha. Dormimos um pouco e, ao acordarmos, fomos novamente para a piscina. Eu lhe contei o que acontecia comigo e ele lamentou, dizendo que eu era tesudíssima, linda, e que se fosse sua namorada ele iria fazer de tudo para me comer todos os dias. Eu também o elogiei, que nunca tinha gozado e que não imaginava que poderia sentir tanto tesão como havia sentido momentos antes. Não pude deixar de elogiar seu cacete, que era tudo o que eu mais sonhava em ter. falávamos tudo isso no maior carinho, entre beijos e carícias, mas já estava na hora de ir embora. Pedi que gozasse na minha boca novamente, pois tinha adorado e que queria ir embora com seu gosto na boca. Miguel, me deu um beijo e se sentou na beirada da cama. Mamei, chupei, lambi, punhetei, até que ele me encheu a boca de porra novamente. Ai que delícia! Não deu outra, no mesmo dia chamei Flavinho para conversar e terminei tudo. Ele ficou com muita raiva e sem entender bem o que estava feito, mas lhe afirmei que era definitivo. Miguel me ligou no outro dia e me chamou para ir á sua casa, pois estaria sozinho, e novamente ele me comeu maravilhosamente bem, me fazendo gozar várias vezes. Depois, ele me chamou para namorar mas eu disse não, alegando que queria sentir o gosto da liberdade depois de tantos anos mas que sempre poderíamos transar, se ele quisesse. Sem escolha, Miguel aceitou e hoje minha vida sexual é mais ativa que se pode imaginar. Dar a bundinha virou vício, nenhuma transa é completa sem que me fodam o cuzinho.

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