sábado, 12 de fevereiro de 2011

CORNO DO MÉDICO

autor desconhecido

Conversando com a Dora, secretária do Celso, ginecologista da minha mulher e meu amigo de infância, ela me falou que nenhuma, ou quase nenhuma, mulher resistia ao ginecologista se ele quisesse tê-la.
Eu e a Dora transamos algumas vezes e a minha mulher, Angela nunca soube. Disse a Dora que não era bem assim e que o médico ia até aonde ela o deixasse.
Dora disse que isso era verdade, mas pouquíssimas mulheres resistiam e que ela ainda não havia visto nenhuma que o Celso havia tentado e não conseguido.E a Ângela, perguntei bem rápido.
Dora disse que a Ângela ele não tinha tentado, como diversas outras pacientes, mas que, sem duvidas, se ele quisesse ele conseguiria. Impossível, disse. A Ângela me amava muito e não daria espaços a ele.
Dora então falou que isso não tinha nada a ver com amor e sim com excitação. A mulher excitada perde as estribeiras, Dora falou.
Continuei repetindo que com Ângela era diferente. A Dora disse que era diferente porque eu sempre ia com ela nas consultas e que o Celso nunca tentaria, mas que, se tentasse, iria conseguir e que poderia provar. Como, perguntei.
Simples ela falou. É só não ir na próxima consulta acompanhando a Ângela, mas chegasse antes no consultório e ela me esconderia atrás de um espelho falso, onde daria para ver a mesa ginecológica, mas o Celso teria que saber pois so assim ele iria tentar.
Relutei por um tempo até me entregar ao desafio. Foi marcado uma consulta com o Celso e quando a Ângela me falou, disse que não poderia ir. Ela queria então desmarcar. Insisti que não fizesse isso. Ela disse que não iria e pronto.
Que não se sentia a vontade indo sozinha, mesmo sabendo que o Celso era nosso amigo. Então disse a ela que desmarcaria meu compromisso e iria com ela.
No dia da consulta disse a ela que encontraria ela no consultório pois tinha que estar numa reunião e não poderia pegá-la em casa. Ela aceitou. Eu cheguei no consultório bem cedo e entre uma das consultas o Celso me chamou e me explicou o que ele iria fazer: excitar a Ângela até ela querer sexo e que eu poderia parar a qualquer momento, bastava bater na parede que dava pra secretaria que ele escutaria e pararia.
Conversamos um pouco e já não havia mais ninguém pra ele atender. Tinha deixado a Ângela por ultimo. Quando ela chegou a Dora veio avisarnos então disse a ela que quando ela escutasse o celular dela tocar era pra chamá-la, pois ela não queria vir sozinha.
Quando a Dora saiu, o Celso me levou pro quartinho do espelho então eu liguei pro celular dela e disse que não poderia estar com ela porque havia um imprevisto e que falava com ela em casa. Ela reclamou u pouco mas logo a Dora a chamou. Desliguei o celular e fiquei esperando.
A minha pulsação estava a mil.
*
Ela entrou, ela a cumprimentou como sempre, com um beijo no rosto. Falaram um pouco sobre eu e as crianças e sobre a Laysa, a mulher do Celso. Celso então chamou a Dora para preparar a cama ginecológica.
Depois de arrumada e Ângela devidamente instalada, Dora pediu para ir embora pois Ângela era a ultima paciente. Celso consentiu, colocando a luva disse a ela para fechar a porta do consultório quando saisse. Ângela permanecia meio inquieta com aquela situação.
Depois de ouvir a porta bater e ser trancada a chave, Celso voltou a prestar a atenção na Ângela, instalando-se no meio de suas pernas, totalmente abertas e apontando a bucetinha da minha mulher pra ele. Ele então pegou um aparelho e introduziu nela, abrindo a buceta da minha mulher. Via que ele tocava o seu clitóris constantemente. Fazia perguntas a ela sobre sexo comigo e ela respondia normalmente.
Ele então, olhando para dentro dela explicou que iria tocar no seu clitóris para ver como estava a contração interna da vulva. Isso é realmente necessário, ela perguntou. Celso respondeu que sim. As mães têm respostas mais retardadas em relação a esse tipo de resposta e ele teria que ver como estava a minha.
Disse que dificilmente fazia aquilo na frente do marido porque isso inibe muito a mulher e na maioria das vezes, com os maridos presentes, não havia a contração. Ia falando isso e já mexendo no clitóris dela. Pediu a ela que relaxasse, para que fosse o mais rápido possível. Vi que o filha-da-mãe tinha muita experiência disso.
Até aquela hora a minha pulsação havia acalmado, mas dali em diante fiquei no dilema se deixava continuar ou não. Na realidade a minha consciência de marido dizia que deveria acabar com aquilo o mais rápido possível, mas, outros desejos começaram a aflorar dentro de mim. Ângela continuava meio inquieta, desgostosa com a situação. Celso percebendo, disse a ela para que relaxasse, que fechasse os olhos e pensasse em mim e ela na cama. Ela então fechou os olhos. E eu ali, vendo a minha mulher de camisola medica sendo bolinada pelo meu melhor amigo. E tava começando a gostar.
Sempre pensando no limite em que eu iria mandá-lo parar. Notei que a respiração da Ângela começava a ficar diferente, ofegante. Celso, tocando seu clitóris com uma mão, com a outra pegou um liquido para facilitar o toque, e despejou um pouco sobre o clitóris da Ângela.
O liquido estava frio, pois Ângela deu um gemidinho. Celso continuou a despejar o liquido que começou a escorrer ate o seu cuzinho, de propósito. Celso largou o tubo e, na intenção de limpar o excesso que escorria pelo cuzinho da Ângela, passou demoradamente o dedo.
Senti que Ângela abriu sensivelmente as pernas e já ofegava. Com essa atituda de Ângela, Celso começou a rodear a entradinha do cuzinho virgem de Angela, que ate aquela data so conhecia o meu dedo. Celso vendo que a resistência dela havia acabado, empurrou seu dedo de uma vez so pra dentro do cuzinho dela.
Ângela deu uma pequena arqueada nos quadris e um "ai" ofegante, de prazer. Celso ficou metendo o dedo nela ate o final e tirava. Ângela já remexia os quadris e ofegava para aproveitar ao maximo aquela situação. Eu já tava de pau duraço em perceber minha mulher naquela situação.
Celso tirou todo o dedo de dentro dela de repente, e eu nem acreditei quando ela disse, baixinho e muito excitada, um "não" como que protestando aquele ato. Celso deu um olhada em minha direção e com um sorriso nos lábios, tirou o aparelho que tava abrindo a minha mulher, ainda masturbando-a, meteu novamente o dedo em seu cuzinho.
Depois da minha mulher se contorcer de prazer por mais um tempo, ele parou de mexer no seu clitóris. Ela, na hora, disse: "Não para, não para!". Ele, ainda fodendo o cuzinho dela com o dedo, abaixou a cabeça e tocou o grelo da minha mulher com a língua. Imediatamente ela colocou a mão sobre a cabeça dele, forçando-a para tirar o maximo de prazer com a situação. Celso, semtirar o dedo do seu cuzinho, desabotoou a calça dele e baixou a cueca, colocando pra fora seu pau, que é um pouco menor e mais fino que o meu. Levantou a cabeça, tirou o dedo do cuzinho dela e começou a pincelar entre a buceta e o cuzinho dela. Ângela de arcava toda de prazer e eu já me masturbava. Celso deu uma metida na buceta da minha mulher o bombou um pouco, levantando a camisola dela e mexendo nos seus seios que estavam a mil de estufados. Ele então parou de bombar, tirou o pau dela e disse: "relaxa bem que vou comer o teu cuzinho.". Era nessa hora que achei que iria parar tudo. Ângela so me deixava brincar com o dedo. Para a minha surpresa ela tirou as pernas do descanço da mesa e levantou-as e as abriu mais o que pode. Celso despejou mais do liquido lubrificante no cuzinho dela e sobre o seu pau, alojou o pau na entrada do cuzinho dela e disse pra ela relaxar. Começou a forçar. A minha mulher se agarrava na maca com as duas mãos e reclamava baixinho. Quando o pau dele deu um salto pra dentro do cuzinho dele, entrando a cabeça, ela deu um grito meio alto e pediu: "pára, pára que ta doendo.". Ele respondeu: "Relaxa que já vai passar...". Quando ela abaixou os quadris para relaxar ele empurrou o resto. Ela deu outro grito. Ele então acalmo-a dizendo que já tinha entrado tudo. Ficaram assim, parados, durante uns 2 minutos e ele começou a bombar o cuzinho dela e a mexer no clitóris. Depois de uns 5 minutos ela gozou. Começou a ficar meio incomodada com o pau dentro do cuzinho dela depois da gozada. Ele percebeu, tirou do cuzinho dela, foi ate o lado dela e disse a ela que chupasse. Ela pegou o pau dele e começou a chupar, chupar ate que ele gozou na boca dela e eu gozei vendo a cena. Depois deles se limparem, falaram um pouco sem tocarem no que aconteceu. Na hora da despedida, ele descaradamente deu um beijo na boca dela. Ela retribuiu o beijo. Ele foi desabotoando a blusa dela, puxou o sutiã para baixo e começou a mamar nela. Ela apertava ele contra seus seios e, depois de um certo tempo, tirou a cabeça dele, abotoou o blusa e disse a ele que esperasse por outro momento. Eu fiquei boquiaberto. Quando ela saiu eu e o Celso conversamos um pouco e eu fui pra casa. Daquela noite em diante transamos como nunca.

MINHA CHEFE ORIENTAL.

O que vou relatar aqui aconteceu quando eu tinha uns 19 anos, e procurava por um estágio para poder concluir meu segundo grau técnico. Depois de muitos currículos e entrevistas com pedagogas velhas e esclerosadas, finalmente fui selecionado para comparecer a uma entrevista técnica numa grande empresa carioca. Ansioso e nervoso lá estava eu, todo embecado e tenso, suando frio enquanto aguardava ser chamado. Uma engenheira do setor em que eu iria trabalhar faria a entrevista comigo, para checar se eu me adequaria ao cargo. Depois de um tempo sentado numa daquelas inacreditáveis salas de espera, fui finalmente chamado. Levantei num pulo e fui encaminhado por uma secretária meio vesga para a sala de tortura. Entrei na sala e fui recebido por uma japonesa de uns 30 anos que se apresentou como Márcia, a engenheira que me entrevistaria. Ela me indicou uma cadeira, e eu rapidamente me sentei, enquanto dava a volta pela mesa e sentava-se do outro lado. Totalmente tenso, acompanhei Márcia com o olhar, e pude constatar, admirado por estar pensando algo assim naquela hora, que ela tinha um corpo incrível. Márcia era baixinha e tinha um corpo escultural. Seios fartos para a altura, bundinha arrebitada, uma cinturinha como não se vê em muitas mulatas e um rostinho angelical, com lindos olhinhos puxados que brilhavam na luz fosca daquela sala. Quando ela se sentou, acompanhei o balanço sensual de seu corpo, fixando meus olhos em seus seios volumosos, desejando estar sonhando em minha casa, e não sentado numa empresa para responder a perguntas idiotas. Se estivesse em casa, tocaria uma punheta em sua homenagem, pensei. "-Este sorriso está sempre presente em seu rosto, Antonio? " Engoli em seco e acordei para o pesadelo. Respondi, meio atrapalhado, de forma evasiva e quando menos percebi a entrevista já tinha começado. Aos poucos fui me soltando, mas acabava minhas frases sempre com os olhos no decote de Márcia. O interessante é que ela parecia corresponder aos meus olhares, remexendo o colo como se estivesse acomodando-se na cadeira, balançando discretamente os seios vigiados por mim. Márcia parecia estar gostando de minhas respostas, e já me tratava de forma mais íntima. Num dado momento, ela me perguntou se eu tinha namorada. Fiquei meio atônito, sem saber o q responder. Ela ficou meio sem graça e se desculpou, dizendo que era uma pergunta pessoal, pois ela era um tanto quanto curiosa. Mas não retirou a pergunta. Respondi que não, que este último ano de curso estava me absorvendo muito, e que por isso estava sozinho. Márcia sorriu e disse que eu não deveria ter dificuldades em arranjar uma namorada, pois era bonito e simpático. Agradeci e devo ter ficado vermelho de vergonha. Neste momento ela se levantou, andou até a porta e mexeu na maçaneta. Como estava de costas para a porta, não percebi o q ela foi fazer. Pensei que fosse chamar a velha vesga, pedir um café ou algo assim. Na verdade ela estava trancando a porta. Depois ela caminhou até minha cadeira e colocou suas mãos em meus ombros. Eram maozinhas delicadas, muito bem feitas. Disse que eu era realmente muito bonito e que ela adorava homens altos como eu. Eu tenho quase dois metros, e ela não deveria passar do meu peito! Disse-me que o cargo já era meu, e que ela adoraria ter um estagiário alto e bonito só pra ela. Eu não conseguia esboçar qualquer reação, quando ela sentou-se no meu colo e me beijou, abraçando forte meu pescoço. Que boca! Que cheiro! Ela parecia estar me enfeitiçando, pois comecei a perder o medo da minha chefe. Mergulhei em seus lábios bem feitos e recebi sua língua em minha boca. Márcia era deliciosa, e sabia beijar como ninguém. Estava usando um perfume delicioso, e seu corpo se acomodava perfeitamente sobre o meu. Meu pau começou a inchar sob a calça, o que parecia agradar muito a minha chefe japonezinha. Ela rebolava aquele bumbum gostoso na minha vara e me beijava como louca. Minhas mãos, que até agora estavam perdidas no encosto da cadeira, correram para suas costas, apertando ainda mais aquele corpinho de ninfa contra o meu tórax. Márcia agarrou uma de minhas mãos e a colocou em seu seio, me dizendo que queria q eu o apertasse. Enquanto bolinava aquele peitinho duro e grande que parecia ter um mamilo pontudo, minha outra mão mergulhou para a bundinha da chefinha, q a esta altura arrebitava o quanto podia para roçar no meu pau. Ela parecia enlouquecida, quando levantou do meu colo e tirou a saia. Usava uma calcinha branca, q embora aparentasse ser uma calcinha do dia-a-dia era muito sexy. Fitou-me por um instante e então subiu em sua mesa. Mostrou o corpo para mim e acabou de despir o vestido. E pediu, com uma voz doce e excitante: "-Vem, meu estagiário... chupa a sua engenheira depravada!" Não poderia rejeitar um convite daquele. Pulei da cadeira e agarrei o seu quadril, que mesmo estando em cima da mesa, ficava na altura da minha testa. Beijei a barriguinha, segurando a bunda com as duas mãos. Mordi a parte da frente da calcinha, bem onde tinha um lacinho, e puxei para baixo. Vagarosamente, fui descobrindo seus pelinhos, uma floresta tímida de bordas bem definidas. Acabei de retirar sua calcinha com a ajuda de minhas mãos, e comecei a beijar sua bocetinha. Márcia segurou minha cabeça, forçando meu rosto contra seus pelos, desejosa. Abri um pouco suas pernas, me abaixei um pouco e comecei a lamber seus lábios vaginais, sentindo o perfume daquela grutinha oriental. Comecei a lamber seu clitóris, esfregando minha língua com suavidade. Márcia gemia na minha boca, e a posição a fazia tremer. Levantei-me, segurei-a em meus braços e a deitei sobre a mesa, expondo sua bocetinha bem depilada e perfumada. Segurei suas pernas, e tive uma visão daquela deliciosa xota. Caí novamente de boca, ora mordiscando seu clitóris, ora enfiando minha língua na sua bocetinha. Enlouquecida, ela me pedia que enfiasse meus dedos, que a fizesse gozar imediatamente. Atendi prontamente, e enfiei meu dedo médio bem devagar, sentindo as paredes da xotinha se abrindo. Márcia estava ensopada, e logo meu dedo estava inteiro dentro de sua boceta. Continuei chupando seu clitóris, enquanto roçava meu dedo no interior de sua xana tesuda. Logo márcia começou a dar sinais de que iria gozar, então eu pedi que ela gozasse como uma cadela, tirei meu dedo e chupei deliciosamente sua boceta. Ela gemia, tremia, apertava suas pernas contra meu rosto. Quando tocava seu clitóris, ela parecia tomar um choque, e após muita tremedeira, começou a ter espasmos e a gemer descontroladamente. Estava gozando, e o sabor de sua boceta era ainda melhor. Continuei sentindo-a tremer por mais um tempo, até que ela afastou minha cabeça e sentou na mesa. "-Seu puto... agora é a minha vez de te fazer gozar!" De onde estava, segurou meu cinto e o soltou. Tirou minha gravata e minha camisa, deslizando suas maozinhas pelo meu tórax. Meu pau devia estar muito melado, pois a calça de linho estava marcada, umedecida pelo meu melado. Rapidamente, Márcia soltou minha calça e tirou meu pau completamente endurecido, observando-o com ares de grande apreciadora. Meu pau latejava em suas mãos, estava totalmente rijo, enorme e grosso, melado de tanto tesão. Ela puxou o prepúcio, fazendo surgir uma enorme e brilhante glande, que por um momento pareceu inchar ainda mais. Sem mais agüentar, pedi que me chupasse. "-Vai, japinha tesuda... Mama o cacete do seu estagiário... Quero sentir essa boquinha quente no meu mastro!" Ela deu uma lambida marota na cabeçorra, segurou minha pica com ambas as mãos e abocanhou completamente minha glande. Márcia chupava como uma puta experiente, ora sugando, ora envolvendo minha cabeça com a língua, ora pressionando seus lábios contra meu pau. Segurou minhas bolas, e lambeu todo o meu caralho, enquanto dizia que meu gosto era ótimo, que queria muito provar do meu leite. Mordiscou a base do meu pau, lambeu meu saco, engoliu tudo e depois ficou lambendo minha glande, enquanto tocava uma punheta no meu caralho melado. "-Hum... vou gozar, minha gueixa... ah..." "-Goza, gaijin safado! Esporra na minha boca, que eu vou beber tudinho! Ai, que delícia..." Sua língua continuava na minha cabeçorra, e então senti o gozo explodindo, a minha porra atravessando meu cacete e começando a jorrar em sua boca. Márcia recebeu os primeiros jatos na ponta da língua, e enquanto saboreava este bocado, outros jatos melaram sua boquinha e seu rosto, escorrendo pelos seus seios. Ela lambeu tudo, deixou meu pau limpo, chupando deliciosamente e engolindo com gosto a minha porra. Eu me sentei na mesa, e ela se acomodou novamente no meu colo, como uma menina no colo do pai. Acariciei seus cabelos, passei minhas mãos por todo o seu corpo. Ela suspirava, alheia ao mundo. Depois de mais alguns minutos, o telefone tocou. Ela atendeu no meu colo, mas teve que se levantar para pegar alguns documentos. Sua tranqüilidade me espantava, Parecia que estávamos num motel, e não em seu escritório. Desci da mesa, sentando em sua cadeira, e fiquei observando-a falar ao telefone. Seu corpo era incrível, perfeito. Seus cabelos desciam pelos ombros, lisos e negros, sedosos e sensuais. Sua bundinha arredondada era muito gostosa, e de costas, dava pra ver sua bocetinha entre suas pernas, esteticamente posicionada abaixo da racha de sua bundinha apetitosa. Queria muito meter naquela xota, que era apertada e quente. Só de imaginar, meu pau começou a enrijecer novamente, e quando ela se abaixou para pegar um papel no armário, não pude resistir e iniciei uma punheta. Márcia percebeu, e olhando pra trás deu um sorriso safado. Deu uma desculpa e desligou o telefone, correu para meu pau e segurou com força. "-É meu! Larga!" "-Largo... mas só se vc me der essa xota apertada. Quero comer sua bocetinha gostosa, meu tesão!" "-Ai, eu dou pra vc! Eu quero muito esse pauzão dentro de mim!" Pegou sua bolsa, tirou uma camisinha e disse que queria por. Assenti, e ela pegou o bico da camisinha com os lábios, encostou na minha pica e desenrolou com a ajuda dos dedos, mas utilizando habilmente seus lábios. Quando chegou até a base, soltou meu pau. Subiu na mesa, novamente, e abriu bem suas pernas. Me aproximei, segurando meu pau como uma lança. Segurei sua perna com a outra mão, e mandei q ela abrisse bem a xaninha, q eu queria entrar naquela boceta molhada. "-Assim, meu amor? Entra! Mete tudo! Mas com calma... eu sou rasinha... Vem, meu estagiário!" "-Vou! Vou entrar nessa boceta e te fazer gozar como nunca! Quero socar o teu útero, te foder como um garanhão enlouquecido!" Comecei a penetração, sentindo aquela boceta receber meu pau com certa dificuldade. Márcia era extremamente apertada, e ela já não estava tão molhadinha como minutos atrás. Ela gemia, mas com as pernas pressionava meu corpo para ela, demonstrando seu desejo em receber meu pau. Devagar, meti toda a cabeça, e então comecei um vai-e-vem, só com a cabeçinha. Ela suspirou, e logo estava mais relaxada. Senti que poderia meter mais, e logo meu pau já tinha entrado até a metade. "-Ai, meu tesão! Seu pau é tão grosso... e tão grande! Já posso sentir ele cutucando meu útero! Mete mais... mas vem com calma... Vem... come a sua chefe!" Ela era realmente rasa! Enfiei mais um pouco, e quando meti até a base ela sentiu dor, mas não deixou que tirasse. Fiquei um tempo, sentindo sua boceta se acomodando, envolvendo meu pau. Foi então que ela segurou minhas mãos, e as apertou forte. Parou de apertar, e então senti sua vulva segurando meu pau, com a intensidade se suas mãos, até soltar meu membro novamente. Olhei para ela extasiado, e tive como resposta uma sucessão de apertos na minha pica, precedidos e cadenciados pela pressão de suas mãos. Nunca tinha comido uma mulher com tamanha habilidade, sua boceta parecia viva, devorando meu caralho. Ainda sentido seus puxões, recomecei o vai-e-vem, com cuidado para não ferir sua xaninha. Mas logo ela pediu para que metesse mais forte, que estava adorando sentir sua boceta ser rasgada pelo meu pau. Estoquei então com mais força, repetindo cadenciadamente. Soltei suas mãos e apertei seus seios, enquanto ela arranhava meus braços e gemia baixinho, de olhos fechados. Logo suas pernas começaram a tremer, e ela avisou que estava gozando. Continuei enfiando meu mastro de carne naquela gruta apertada, enlouquecido de prazer. Ela continuava a tremer, gemendo mais alto. E, sem mais poder resistir, gozei profundamente com meu pau bem acomodado em sua boceta. Ela continuava tremendo e contraindo sua xota, apertando meu pau que jorrava intensamente. Esperei um pouco dentro dela, mas tirei rápido para remover o preservativo. Ela me puxou novamente para cima dela, e me abraçou. "-Delícia, gato... quero ser comida por vc todos os dias!" "-Claro, chefinha... Vou adorar Ter minha gueixa todos os dias!" E assim começou o meu estágio. Muito promissor, não? Depois disso ainda vieram muitas aventuras e fodas fantásticas, mas isso eu deixo pra contar outra hora.

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