quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

COMO É BOM TRABALHAR.

autor desconhecido

Meu nome é Gláucia e eu trabalho como recepcionista em uma revenda de material elétrico e hidráulico, já a dois anos. O meu trabalho, apesar de cansativo, é muito legal. Eu tenho que atender a todas as ligações e transferi-las aos respectivos vendedores. Também recebo toda a papelada do correio, e recebo os eventuais compradores. Como vocês devem imaginar, nem sempre as ligações que eu atendo são sobre negócios. Eu descobri que vários dos homens da firma têm amantes fixas ou eventuais, pois atendia a todas as ligações deles. Costumamos trabalhar até tarde durante a semana, mas toda a sexta-feira nós largamos pontualmente as seis, e vamos num grupo grande, que inclui até a gerente financeira da empresa, até um barzinho na esquina tomar umas "brejas", pois afinal ninguém é de ferro. Após umas duas ou três, o assunto fatalmente descamba em sexo. Eu mesma já havia recebido diversas cantadas, pois para falar toda a verdade, não sou bem a típica brasileira. Sou loira, alta, com peitos e bunda fartos, ou seja, conforme a opinião geral dos homens, do tipo "boasuda". Uma sexta-feira em especial eu fui ao bar muito a contragosto, pois o meu namorado tinha me dado um fora legal, e eu não queria conversa. A minha chefe, Manuela, que nestes momentos também era minha cúmplice, me convenceu a ir lá e beber bastante, "para esquecer aquele filho da puta". Entrei no bar e já de cara tomei dois copos. Um dos vendedores, chamado Wagner, e que aliás é extremamente pintoso mas infelizmente casado, me disse "vai com calma, loira", já que este era o meu apelido entre eles. Mas eu não estava nem aí, e continuei enchendo a cara. Em menos de uma hora, eu estava travadinha e desandei a falar besteira e a chorar como criança. A Manuela resolveu me levar de volta para a empresa, pois lá tem uma casa na parte de trás, com quartos, cozinha e um banheiro, e se eu passasse mal, não daria vexame. Dois dos vendedores, o Wagner e o Lúcio, que também é um gatinho, se prontificaram a me levar. Chegando lá, os três continuaram bebericando algumas cervejas, enquanto eu cai dura na cama. Quando eu acordei, ainda meio zonza, já era bem tarde e os três estavam na sala conversando animadamente sobre sexo. Quem comia quem na empresa e como, com riqueza de detalhes. Eu podia escutar perfeitamente atrás da porta , e aquele papo foi me dando o maior tesão. Precisava arrumar uma maneira de dar para eles, mas não sabia como. Aí lembrei que os vendedores costumavam jogar truco na hora do almoço, e tive uma idéia. Entrei de supetão na sala, e perguntei se algum deles sabia jogar "strip poker". A surpresa foi geral, mas como todo mundo estava pra lá de alto, todos concordaram, inclusive a Manuela, que normalmente fazia o tipo certinha. Assim que os "meninos" trouxeram o caralho, quero dizer o baralho, começamos a jogar. Eu mesmo nunca tinha jogado antes, então chamei a Manuela na cozinha, "para pegar algumas geladinhas", e perguntei se ela sabia jogar. Ela disse que mais ou menos, mas que como os dois estavam completamente bêbados, não seria muito difícil roubar. Combinamos que deixaríamos eles ganharem algumas rodas para ficarmos peladas rapidamente, e depois nos divertiríamos vendo os dois peladões. Após umas oito rodadas, eu e a Manuela estávamos apenas de calcinha e de sutiã, enquanto o Wagner e o Lúcio ainda estavam com as calças. Os trouxas não paravam de zombar de nós. Aí começamos a roubar descaradamente, e com mais algumas rodadas eles estavam só de cuecas, enquanto eu e a ela estávamos de calcinhas. Ambos estavam incrivelmente excitados, pois os pintos formavam "barracas" formidáveis. Eu não conseguia tirar os olhos daquilo, e a minha buceta pingava de tão molhada. Aí combinamos que todos os que perdessem na próxima rodada tinham que ficar completamente nus. Eu recebi uma mão péssima, e desisti logo no começo. A Manuela pediu uma carta e o Lúcio pediu duas. Quando eles baixaram as respectivas mãos, ela tinha quatro cartas iguais e o Lúcio tinha dois pares, e ela tinha ganho. O primeiro a tirar a cueca foi o Lúcio. O seu pinto era curto e incrivelmente grosso, com uma cabeçona roxa. Já o do Wagner já era bem mais cumprido, mas bem mais fino. Na minha vez, eu fiquei incrivelmente vermelha, pois nunca tinha me despido antes na frente de estranhos. Mesmo assim, para criar um clima, eu tirei a minha calcinha como se estivesse fazendo um "strip tease". O Lúcio estava sentado mais perto da Manuela, e ela agarrou o pinto dele, começando a punhetá-lo. Imediatamente ele tascou um beijo em sua boca, e enfiou a mão em sua buceta. Ela começou a se contorcer com a masturbação e pediu para ele enfiar o pinto imediatamente na sua xana. Ele não se fez de rogado e deitou em cima dela posicionado o pau na xaninha. "Põe devagar que faz tempo que eu não dou uma!", mas ele soltou todo o peso e cravou tudo de uma vez. Na hora ela soltou um grito, misto de dor e de prazer. Eu fiquei hipnotizada com aquela cena, e apenas quando o Wagner começou a beijar um dos meus seios eu acordei. Na mesma hora tive um orgasmo fulminante. Enquanto eu ainda estava mole, ele me deitou, abriu as minhas pernas e meteu o cacete. Eu estava tão molhada que o pau escorregou sem problemas para dentro de mim. Os dois casais fodiam sem parar. A Manuela tinha um orgasmo atrás do outro e gritava que estava sendo arrombada, como uma cadela no cio. Eu mesmo estava fora de mim, e arranhava as costas do Wagner, enquanto olhava a foda dos dois. Minha xana pulsava a cada metida do caralho dele, tanto que parecia que eu estava tendo um orgasmo único. Uma hora, a Manuela pediu para o Wagner meter no cú dela, pois ela sempre quis dar para dois machos. Ele saiu de cima de mim e posicionou o pirocão na entradinha do rabo dela. Eu não creditava no que eu estava vendo, e comecei a me masturbar furiosamente. Quando ele forçou a Manuela deu um grito "Aí tira, é muito grande, está me rasgando", mas ele não parou e continuou forçando até as bolas encostarem na xana. Após algumas bombadas, ela começou a gostar do negócio e começou a jogar a bunda para trás, para sentir melhor o caralho. Logo os dois estavam gozando, gemendo e gritando como dois animais no cio, e eu gozei novamente vendo aquela cena. Resolvi que queria experimentar a mesma coisa e pedi para os dois machos me comerem de uma vez. A Manuela nem se mexeu quando as duas piroconas saíram dela pingando porra, ela parecia estar completamente anestesiada. Eles falaram que tudo bem, mas antes eu queria chupar o cacete dos dois, no que eu concordei imediatamente. O Wagner foi até o banheiro se limpar e o Lúcio se sentou ao meu lado e puxou a minha cabeça para baixo, até colocar a minha boca no seu pau. O gosto era ácido, mas a situação era incrivelmente excitante. Quando o pinto começou a ficar duro, foi que eu percebi a envergadura do bicho. Era tão grande que a minha mão não conseguia se fechar ao redor dele! Imediatamente eu me coloquei em cima do cacetão, e comecei a encaixar a cabeçona na entradinha. Quando comecei a baixar no caralho eu quase desisti, pois parecia que eu estava perdendo o cabaço de novo, mas eu continuei firme. Um orgasmo fulminante quase me fez desmaiar quando o pau encostou no fundo da minha vagina. O Wagner retornou e ao ver aquela cena ficou de pau duro. Então ele se aproximou e enfiou na minha boca. Quando eu senti os dois caralhos duros pulsando, uma na buceta e outro na boca, eu gozei novamente. A minha pressão devia estar caindo, pois eu não sentia mais o meu corpo, parecia estar flutuando no espaço sideral. Aí começou a parte final do meu suplicio. O Wagner tirou o pau melado da minha boca, e aproveitando a saliva, colocou ele de uma vez no meu cuzinho quase virgem. Na mesma hora eu perdi o fôlego e soltei um grito de dor. Entretanto, após me acostumar com a invasão, eu me sentia completamente preenchida, como nunca havia sentido antes. Os dois paus pulsavam dentro de mim, e eu comecei a gozar loucamente, como a Manuela antes de mim. Nunca pensei que a sensação fosse tão boa, ou teria experimentado antes. Os dois avisaram que iam gozar quase ao mesmo tempo, e eu pedi para eles se acabarem minha boca. O Wagner pulou e começou a jorrar uma porra espessa, como leite condensado, que grudava no céu da boca. Depois foi a vez do Lúcio, eu pulei de cima dele a tempo de sentir a porra encher a boca. Nem parecia que eles já haviam gozado antes. Ficamos os quatro deitados curtindo aquele momento. Infelizmente, após aquele dia nunca mais nos divertimos juntos. Na Segunda-feira seguinte, o meu namorado me ligou pedindo desculpas, querendo marcar um encontro para fazermos as pazes. Aposto que ele nunca vai imaginar que a cachorrada dele tenha me dado a oportunidade de descobrir tanto prazer.

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