segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

COLETANEA DE CONTOS ERÓTICOS LÉSBICOS E DE SEXO A TRES

 1. SORRISO CURITIBANO:

autor desconhecido

Sexta-feira e tenho de apanhar meu carro na oficina, meu marido não pode me pegar. Já irritada com a semana que havia sido péssima no trabalho, pego o ônibus errado ainda por cima, só me toco de meu erro quando é tarde demais, e fico ainda mais irritada, consciente de meu erro decido ir até o terminal para não cometer outro engano. No terminal percebo que não vou chegar antes de a oficina fechar, decido, portanto, pegar o inter-bairros, apesar de mais demorado e ir direto para casa. Resolvo relaxar e aproveitar o passeio, pois faz muito tempo que não ando de ônibus.
Consigo sentar finalmente, os pés doloridos de tanto ficar em pé, ao meu lado senta-se uma moça displicentemente. Detesto quando as pessoas, em ônibus, abrem as pernas e me tocam, minha irritação volta e forço minhas pernas abrindo-as rapidamente, empurrando, como que dando um sinal civilizado de que não estou gostando, viro o rosto e a moça está com um sorriso inocente olhando-me direto nos olhos, e a coxa dela ainda a me tocar.
Que coisa, mas será que ela não se toca? Pelo menos é bonita e usa um perfume agradável. A perna dela fica forçando a minha. A cada tranco que o ônibus dá, ela parece que encosta mais, e eu vou cedendo à "espaçosa", no começo era a parte próxima ao joelho que me tocava, mas agora são nossas coxas que se encostam, urpreendentemente isso deixa de me irritar, resolvo relaxar e não ligar para isso, agora ela encosta o quadril no meu. Aos poucos sinto que desde o quadril até o joelho nossos corpos estão colados,ela olhando para frente, parece alheia ao fato, mas aquilo me é muito desconfortável, sinto o calor do corpo dela passar para o meu e o calor sobe até meu rosto que parece estar pegando fogo. Não me sinto enojada e sim encabulada pela situação, mas não quero levantar. Minha atenção fica o tempo todo naquele contato, não consigo pensar em mais nada.
Logo estou a olhar para frente igualzinho a ela, não bastasse isso, após um arranque súbito do ônibus nossos braços se encostam de uma vez e ficam colados, sinto um arrepio na espinha, o contato agora não tem tecidos entre os corpos, é pele contra pele. A pele dela é de seda e com os trancos do ônibus nossos braços ficam se roçando sem parar e agora eu estou gostando disso, que coisa louca!
Com a chegada de duas senhoras de idade na nossa frente e o ônibus lotado, ela se vira para mim e sussurra em meu ouvido perguntando -
  Vamos ceder nossos lugares a estas senhoras?
Eu arrepiada pelo sussurro que ela me dá, acabo gaguejando quando respondo que sim e assim nos levantamos.
Agora em pé ficamos as duas, uma de frente para a outra, muito próximas e conforme o ônibus vai lotando ainda mais, acabamos coladas e como ela tem mais ou menos a minha altura meus seios acabam encaixados nos dela e assim nossas bocas ficam muito próximas posso sentir o hálito dela em minhas narinas, sinto aquele nó na garganta.
Ela me olha como se fosse me beijar ali mesmo. Eu procuro desviar o olhar, mas vez por outra nossos olhares se cruzam. O ônibus fica ainda mais lotado e minha mão escapa do cano, mas como aquilo está uma massa de gente eu não caio, então ela sussur ra em meu ouvido - Segura em mim. -
E é o que tenho de fazer, atrás de mim está um grupo de adolescentes voltando da escola e a bunda de uma delas está pressionando a minha, com força, de encontro à "espaçosa", os seios de uma mais gordinha me empurram de outro lado e assim fico espremida pelas três.
A moça que estava sentada ao meu lado sussurra em meu ouvido - Meu nome é Juliana.
- Prazer, Clara.
Nossas peles estão ligeiramente suadas o que acentua o cheiro dela que é uma delícia, o hálito também é muito gostoso. Estou tremendo e com aquela mesma sensação que antecede um beijo.
Ela está com o olhar fixo em minha boca.
- Clara! Você tem um cheiro gostoso - sussurrando.
- Você também - respondo com voz
sumida e o coração a mil.
- Eu moro sozinha!
- Eu sou casada! - respondo bestamente.
- Quer tomar um café um dia destes?
- Acho melhor não.
Ela fez beicinho e sai em direção à porta se espremendo toda entre o povo, deixando um vazio no espaço em que estava e em minha vida.
Ela passou como
um cometa me incendiando e provavelmente eu nunca mais a encontraria. A lembrança da bunda dela com calça de cintura baixa e a calcinha branca aparecendo de leve ficou em minha memória.

Três semanas depois estou passando de carro na mesma região onde ela desceu do ônibus e uma chuva fina caindo, vi Juliana saindo de uma panificadora, correndo na calçada, querendo atravessar a rua, parei o carro e fiquei
olhando, ela não me percebeu.
Gritei seu nome e ela se aproximou desconfiada, quando me reconheceu abri a porta do passageiro e disse: - Entre, está se molhando toda.
Ela entrou desconfiada, e eu ofereci uma carona.
Ela estava assustada com o encontro inesperado.
Ofereci uma carona e ao chegar ao seu prédio ela me convidou para subir, mas acabamos ficando no carro um tempão conversando e nos conhecendo.
Quando o papo ficou mais explícito eu disse que era casada e que só ficaria com outra pessoa com meu marido junto. Contei a ela que eu havia falado para ele sobre ela e sobre o clima que havia pintado entre nós duas.

O clima esfriou e acabamos trocando telefones.

Ficamos nos falando mais algumas semanas por telefone e ficou óbvio que ia rolar. Assim acabamos indo jantar fora os três.
Ela se impressionou pelo meu marido e ele por ela.
Assim decidimos viajar no final de semana até um hotel encantador que existe na região das praias, não muito longe de Curitiba. Reservamos dois quartos geminados.
E na primeira noite ficamos na sacada biritando e nos conhecendo melhor.
Lá pelas 11 da noite ela sugeriu dançar, meu marido dançou algumas músicas com ela e eu só olhando. Vendo os dois grudados foi me dando um calor, uma excitação crescente. Meu marido me chama com a mão e acabamos dançando os três colados. Juliana vira o rosto para mim e seu hálito me embriaga como no ônibus. Acabo não resistindo e dou um selinho nela.
A guria ficou possessa na hora, expelindo o ar com força pelas narinas dilatadas, um olhar inflamado de desejo, empurrou meu marido delicadamente fazendo-o se afastar e veio em minha direção determinada.
Aquela súbita mudança de atitude me surpreendeu e acabei dando alguns passos para trás até cair sentada na cama. Ela, sem hesitar foi se inclinando por cima de mim e vi que não havia como resistir, seu beijo seria inevitável e senti minha calcinha toda molhada quando o joelho dela tocou entre minhas pernas pressionando. A boca vindo entreaberta cheia de promessas e a língua despontando entre os dentes já se assanhando para me cutucar na boca, então surpreendentemente ela para com a boca a centímetros da minha e ordena:
- Vira de bruço!
Eu embasbacada pela situação, obedeço.
Ela enfia as mãos entre as minhas coxas, me arrancando gemidos, encontra o botão e zíper de minha calça e vai me despindo com uma facilidade impressionante. Quando a calça resiste a passar pela minha bunda ela geme e
vai puxando sem dó, a calcinha desce um pouco e ela faz ela voltar enfiando a mão no meio da minha bunda com os dedos se insinuando. A calcinha acaba enterrada na minha bunda. Ela então, retira minha blusa e para ter acesso aos botões ela apalpa meus seios de forma deliciosa.
Então, comigo só de calcinhas, ela me vira e cai de boca em cima de mim com sua língua penetrando em minha boca de forma tão intensa que tenho verdadeiros espasmos de prazer. Como ela beija gostoso, que suavidade,que força e determinação da língua, quase um paradoxo. Como ela consegue beijar tão suave e com tanta intensidade e força simultaneamente. Isso me
deixa tonta, minha cabeça começa a rodar e eu correspondo ao beijo dando o máximo de mim, procurando retribuir ao menos um pouquinho o prazer que ela me proporciona. O mundo se reduz à boca de Juliana e sua língua deliciosa.
As sensações de seu beijo aos poucos vão se espalhando pelo meu corpo e sinto cada poro num frenesi de desejo por esta maravilhosa mulher. 
Ela se levanta para se despir, quero ajudá-la, mas estou sem forças, largada na cama com as pernas bambas e o coração disparado.

Meu marido que estava sentado vai ajudá-la e quando retira a blusa os seios pulam durinhos, fico hipnotizada pela beleza deles. Ele aproveita para dar umas passadas de mãos e uns beijinhos na nuca e quando ela se vira se beijam na boca. Ela então tira a calcinha e aquele tufo de
pelos cercando a rachinha me deixam alucinada.
Ela então dá a volta na cama e sobe por cima de mim em posição invertida beijando minha boca e depois sugando meus seios demoradamente, com seus seios sendo sugados por mim. Como são gostosos, macios e firmes. Ela aos poucos vai descendo e sinto meu coração acelerar enquanto a vagina dela aproxima-se de minha boca. O cheiro de sua vulvinha se intensifica e minha cabeça volta a rodar. Ela geme quando minha língua começa a lambê-la. 
Mas ela não está me sugando, meu marido a está beijando na boca, eu até prefiro, pois estou certa que a hora que a língua dela me tocar meu orgasmo virá muito rápido. Ela parece que adivinha e deixa eu me deleitar na sua
grutinha sem me lamber. Ela geme sufocada pelos beijos e quando decide me lamber, um simples toque da língua dela causa explosões dentro de mim. Vou gozar, mas não quero, assim resolvo assumir uma posição mais ativa e
derrubo-a na cama beijando sua boca e forçando-a a ficar de bruços. Caio de boca em sua bunda em movimentos circulares descendo em direção ao centro.
Meu marido tenta me acariciar, mas eu desvio sua atenção para Juliana e assim ficamos explorando-a, subjugando-a. Ele suga os seios e eu lambo a bundinha dela.

Aos poucos vou aproximando minha língua do botãozinho. Que delicia aquele cuzinho pulsando querendo e fugindo ao mesmo tempo. Sinto que ela está insegura com minha atitude, mas não vou poupá-la. Aos poucos vou excitando-a com meus dedos em sua vulva e quando sinto que ela relaxa intruduzo um dedo levemente em sua vagina. Ela levanta a bundinha deixando a mostra o orifício do cuzinho bem relaxado. Aponto minha língua e gravo bem no meio arrancando um gemido de Juliana. 
- Ahhhhhh, o que você ta fazendo Clarinha?
Mas meu marido tapa a boca dela com um beijo, e eu sem responder continuo cutucando o cuzinho dela, que delicia, o calor do sexo tornou o cuzinho dela suado com um cheiro e sabor maravilhosos. Sinto os bicos de meus seios
apontando duros de excitação de estar fazendo algo tão inusitado com a garota. 

- Eu havia estrategicamente deixado um vidrinho de óleo de amêndoas no criado-mudo e assim besunto o cuzinho dela com o óleo e passo a brincar com meus dedos naquele buraquinho. Ela vira o rosto dizendo:
- Pára Clara. Sou virgem aí atrás.
- Então vou desvirginá-lo minha querida! - e introduzo meu dedo delicadamente, sentindo o esfíncter dela ceder a passagem do meu dedo. Fico brincando de entra e sai através do esfíncter dela.
Meu marido já está peladão com o pau na boca de Juliana que o suga descontroladamente. A visão desse quadro maravilhoso me dá muito tesão então me posiciono para um 69 com ela, eu por cima e agora e sem tirar o dedo do
cuzinho dela passo a sugá-la e ser sugada por Juliana.
Ela conduz o pau de meu marido até minha boceta sem parar de lamber meu clitóris. Meu marido pega o óleo e besunta minha bunda e na seqüência conduz os dedos de Juliana até meu buraquinho. Assim sendo fodida pelo meu marido,sugada pela boca divina de Juliana e com o cuzinho sendo penetrado pelo dedo dela acabo gozando alucinadamente falando absurdos para os dois, tipo:
- Ai que delicia, vou gozar meus dois tesãozinhos, aaaaiiiiiiii! 
- Me fode querido, me cutuca Juliana, assim gostoso, enterra todo esse dedinho no meu cu, me chupa!!! Aiiiiii
E acabei gozando de uma forma tão intensa que fico molhada só de lembrar.

Saio da cama rolando para o chão e os dois se atracam com meu marido cravando o membro na bocetinha da Juliana, cavalgando-a como um macho viril e tarado como ele é. Num crescente de gemidos, os dois aumentam a
intensidade, com a cama quase pulando a cada estocada. Eu fico prostrada na poltrona vendo os dois gemerem cada vez mais alto e se beijando como se eu nem estivesse ali. Finalmente ela anuncia o gozo e ele logo atrás enche a
bocetinha dela. Que delicia ver os dois se saciarem assim.

Eles me chamam para a cama e ficamos nos acariciando até a tensão diminuir completamente.

Juliana está encabulada pela situação, sinto que ela está
desconfortável, talvez se achando como uma intrusa, mas vou acalmando-a, elogiando-a e dando uns selinhos na boca para mostrar que não tenho ciúmes de nenhum dos dois e que podemos continuar a nos divertir se nos libertarmos de quaisquer culpa, tabus ou convenções sociais. Assim num diálogo de sensações vou mostrando a ela como pode ser gostosa a relação a três.

Beijo ora ele, ora ela com sinceridade e faço os dois se
beijarem sem culpa. Estamos os três nos divertindo e ela parece finalmente relaxar.

Vamos jantar em um restaurante muito gostoso e após um passeio pelas praias voltamos ao hotel. Ela vai para o quarto dela e após um tempo ligamos para ela perguntando se não gostaria de vir até nosso quarto
novamente.
Ela vem correndo, e confessa sua insegurança, perguntando se realmente havíamos gostado dela. Meu marido diz para ela que se ela quiser
poderá ser nossa namoradinha, pois estamos encantados por ela.
Juliana que parece ter um perfil romântico se derrete toda e literalmente se joga entre nós agradecida pelo nosso carinho. 
Assim com delicadeza a despimos e agora que estou mais contida, digamos assim, posso aproveitar melhor esta beldade. Ela então de menina tímida aos poucos se torna um vulcão de mulher e me seduz com beijos e carícias deliciosas, procuro retribuir com a ajuda de meu marido que é aos poucos despido por nós duas. Ficamos de joelhos e ele de pé e saboreamos o membro dele em nossas bocas gulosas, interrompendo apenas para nos beijarmos de vez em quando. Ela então vai beijando a bunda dele e passa a lamber toda a bunda dele que projeta o membro em minha boca. 
Os dois caem na cama fazendo um 69 furioso, ela por cima e eu a lambendo nas partes em que tenho acesso. Então ela  se levanta com a xaninha colada na boca dele e eu sento em seu cacete afundando minha vulva naquele
pau delicioso. De frente para Juliana com os seios dela dançando em minha frente acabo sugando-os e beijando-a sem parar, ela se contorcendo e gemendo pelas linguadas dele que vai do clitóris ao cuzinho revira os olhos a toda hora com um sorriso nos lábios. Invertemos nossas posições e agora ela cavalga o membro rijo galopando e com o sorriso ainda mais safado na cara.
Ele me suga e quando consigo a imobilizar segurando sua cabeça, beijo aquela boca demoradamente. Ela solta baba em minha boca me deixando alucinada, pois a saliva dela é doce e me deixa cada vez mais tarada. Eu experimento babar na boca dela também e ela entra em transe lambendo, sugando e beijando minha boca com paixão, aumentando o som dos gemidos cada vez que eu cedo minha saliva para ela.

Caímos na cama e invertemos tudo, comigo sugando a bocetinha da Juliana, ela chupando o pau dele e ele a minha boceta. Ficamos nessa chupação por um longo tempo entretidos em dar prazer ao outro. Ela recebe minhas linguadas no cuzinho com prazer, tremendo o
corpo todo e eu encantada pelo cheirinho dela não quero parar de fazer isso.
Então ela vem me beijar na boca e "colar o velcro", com as xaninhas coladas, bem molhadinhas, aquele contato lisinho foi uma sensação
deliciosa, principalmente quando ela caprichava levantando a bundinha e fazendo os clitóris se roçarem. Aos poucos ela vai caindo em cima de mim com
os olhos cravados nos meus e lá vem ela com a boca toda úmida, meu coração dispara quando ela perfura meus lábios com a língua cheia de saliva fechando
os olhos, gemendo e soltando sua saliva em minha língua. Então com as xaninhas ainda a roçar, meu marido besunta o cuzinho dela com o óleo de amêndoas e mistura um creme que levei também. E a cada estocada que o dedo dele dá no cuzinho dela ela dá um gritinho, abre os olhos e volta a fechar de forma muito sensual conforme ele retira o dedo. Quando ele estoca o cuzinho dela, ela foge com o quadril para a frente, fazendo nossos clitóris
roçar de forma adorável. Assim indiretamente ele controla o meu prazer olhando em meu rosto o resultado das estocadas que dá no cuzinho da Juliana.
Conforme ela vai se acostumando ele vai enfiando mais até enterrar todo o dedo no cuzinho dela. E então substitui o dedo pelo pau que besunta de óleo
e creme e coloca bem devagarzinho, ela reclama um pouco, ele espera e dá mais umas dedadas eu vou assanhando ela e conforme ela relaxa ele com muita
calma consegue introduzir a cabeça. Ela está muito excitada e baba na minha boca sem parar me chamando de gostosinha, amorzinho, docinho, tesãozinho,
sempre no diminutivo e tantas outras coisas que nem lembro mais. 
Eu estou adorando, e incentivo os dois a continuar. Conforme ele vai estocando, ela repete o ritual abrindo os olhinhos e dando aqueles gritinhos roucos que me enchem de tesão. E quando ele consegue enterrar todo
o cacete no cuzinho da Juliana ela começa a rebolar roçando nossas xaninhas, o que me dá muito prazer. Ela começa a elogiar o cacete dele o que me deixa mais tarada, diz que está amando ser "comida" por nós dois e que quer repetir muitas vezes. Eu digo que só se ela implorar e ela implora me beijando e me chamando de meu amor. Aquilo me deixa louca e rebolo também
numa dança com as bocetas inflamadas de tesão.
- Ai Clarinha meu amor, eu adoro esse pau e essa bocetinha melada.
- Vai Ju esfrega tua xaninha safada. Sente o pau dele no teu cuzinho.
Ela enfia a língua em minha boca e duelamos cada uma querendo enfiar mais língua que a outra e com aquela babação toda, Ela anuncia que vai gozar, meu marido acalma o ritmo para ver se consegue prolongar, mas é uma missão impossível, eu de minha parte vendo ela nesse frenesi, me entrego a ela totalmente, dizendo. - Vem meu amorzinho, goza comigo, goza...
E acabamos gozando as duas juntinhas, entre beijos e chupões.  Meu marido goza logo também, enchendo o cuzinho dela. 

Passamos um final de semana maravilhoso, ficamos de sexo inchados os três, mas foi muito gostoso. E desde então repetimos muitas vezes, sempre com a Juliana no centro de nossas atenções.  Nós a amamos de muitas formas, ela tem nosso carinho, respeito e amor.

-O-O-O-O-O-O-O-O-O-

2. Praia sem sol:

autor desconhecido

Quinto dia de praia e aquele marasmo típico dos dias sem sol já torna tudo desinteressante. Não suficientemente quente a ponto de arriscar um mergulho, nem suficientemente frio a ponto de se abdicar de tudo e voltar para casa.
Para quebrar o tédio eu e meu marido nos divertimos analisando o povo que passa, os comentários são mais relacionado às mulheres e seus corpos, algumas fora de forma outras nem tanto, umas com seios generosos, outras desprovidas, as bundas de todas as variedades, se fosse catalogar seriam tantas possibilidades que seria quase impossível, então comento sobre uma determinada bunda perfeita, maravilhosa, meu marido concorda e disse que já a havia notado. Mas quando vejo o rosto, me decepciono um pouco, não faz jus ao ângulo inicial. Voltamos para casa e transamos relembrando a beleza da
bunda da garota.
Sexto dia sem sol e lá estamos nós na nossa brincadeira, eis que aparece a dita do dia anterior agora com o cabelo solto. Olhando melhor até que ela não é feia, alguma coisa em seu rosto está diferente, tem um brilho que não
havia no dia anterior, talvez ontem estivesse em um mau dia, fico admirando-a deitada na esteira, tomando banho de um sol que na verdade se recusa a aparecer. Ela percebe meus olhares e fico sem graça. A cena se
repete no dia seguinte e resolvo entabular alguma conversação. Assim, após vários dias desenvolvemos uma certa amizade, então a convidamos para um
almoço na casa que alugamos.
Durante o almoço ela nos conta que tem de retornar para sua cidade no dia seguinte, pois desceu com a família para praia e todos já retornaram devido ao clima pouco convidativo, o aluguel vence no dia seguinte, mas ela
confessa que gostaria de ficar mais, pois está de férias e não gostaria de voltar sem um belo bronze, no entanto o aluguel da casa só para ela é muito caro. Acabamos convidando-a para ficar conosco, afinal ainda ficaremos mais duas semanas e a casa possui dois quartos.
A praia agora com chuva fica mais interessante com a presença de Marisa, ela é muito divertida e espirituosa, suas histórias são hilárias e nossa situação de turistas desafortunados é motivo de constantes pilhérias.
A amizade de Marisa, agora nos faz contar os dias que faltam para a nossa separação com pesar. Os dias passam de forma leve e agradável, ela encara tudo conosco com diversão, até nossos ralis pela lama ela curte, embora eu
nem tanto, mas meu marido adora meter o carro na lama e acabamos descobrindo os cantinhos mais recônditos do lugar, tudo é muito gostoso, mesmo com esta garoa fina que permanece quase que o dia todo a cair.
Numa manhã resolvemos ir a uma praia de nudismo, mas como continua a garoa, a praia está deserta, nem por isso nos furtamos e ficamos todos pelados.
Após um certo "docinho" finalmente Marisa se despe revelando-se inteiramente, seios médios e firmes, pentelhinhos dourados como seus cabelos e a bunda maravilhosa com ou sem roupa. A princípio tímida aos poucos ela vai se soltando e acabamos correndo nus pela praia, entramos no mar e fazemos brincadeira de pega em que disfarçadamente acabo roçando no corpo
dela para fugir de meu marido, eu a seguro por trás, de frente para ele e ele tenta me pegar passando pela Marisa, é  claro que o teatrinho se prolonga
de forma a se tornar muito excitante. Ele é obvio já não consegue disfarçar as ereções que se sucedem durante os joguinhos.
De volta pra casa e após um banho quente e algumas caipirinhas o clima está embalado e todo mundo é só sorrisos. Abraço Marisa no sofá e sinto-a dengosa, gostando do meu abraço, beijo seu rosto "amigavelmente" comentando o quanto sentiremos sua falta. Ela então se vira pra mim olhando-me nos olhos, seu olhar de sincera e antecipada tristeza pela inevitável separação, me diz:
- Não quero que isso acabe, cada dia é especial com vocês!
Os olhos marejados dela me comovem, sinto um nó na garganta então aproximo meu rosto do dela bem pertinho, encosto a testa na testa dela, os olhos não
ousam desviar, o hálito doce de Marisa me embriaga até a alma. Ficamos um longo tempo desta forma, a respiração dela penetra minhas narinas e tudo se torna dispensável, agora todo o universo se resume a Marisa, seu cheiro, seu
hálito, seus olhos miúdos chorosos, sua respiração descompassada. Aos poucos os olhos dela descem para minha boca e eu faço o mesmo, sinto que meu marido
está nos observando, mas não ouso sair um milímetro desta posição para ver onde ele está. Ainda resta uma pontinha de dúvida, e esta dúvida me atormenta, não sei se devo beijá-la, em vez disso a abraço, o que faz nossas
testas desgrudarem e ficarmos unidas pelos narizes, decido não tomar a iniciativa de beijá-la, vou aguardar e ver no que dá, em vez disso inicio uma disfarçada carícia em suas costas, ela então me abraça também e num
sussurro diz:
- Clara, o que você fez comigo?
- Como assim Marisa? O que eu fiz?
- Você me fez ... - e as palavras morrem em sua boca, não havia mais nada a ser dito.
Agora meu marido chega por trás de Marisa abraçando-a, ela parece se sentir mais segura e roça os lábios nos meus gemendo.
Meu desejo explode e eu vagarosamente abro os lábios dela com minha língua.
Ela beija bem babado, eu gosto, a saliva dela me enche mais de desejo. Nosso primeiro beijo se prolonga até eu querer explorar outras partes da anatomia dela, então ela joga a cabeleira para o lado e beija meu marido repetindo o ritual de línguas e babação, enquanto a orelha dela fica de frente para minha boca me provocando, caio com a boca lambendo em volta da orelha e quando ela se arrepia toda enfio a língua bem no meio, sentindo a pele dos
ombros dela se arrepiar. Abro a blusa dela e uma emoção desmedida me invade, há quanto tempo estou querendo beijar estes sei os deliciosos. Ela está ali, uma mulher real, não é mais fantasia, ela está ali com toda a sua beleza e
imperfeições, em nossas mãos finalmente, toda dengosa e carente, toda cheirosa e gostosa, pronta para o amor, um amor diferente, mais completo, mais maduro, mais intenso, somos 3 sentindo o mesmo desejo, um tesão
desenfreado, meu marido está radiante de felicidade e eu não me agüento, não sei se fico admirando-os neste momento mágico ou me atiro neste corpo
maravilhoso. Resolvo ir com calma e continuo despindo-a, ela volta a me beijar enquanto meu marido retira a blusinha dela, os seios dela imploram pela minha boca e vou primeiro em um depois em outro alternando beijos,
lambidas e passadas de mão delicadas e carinhosas, ela geme de forma muito sensual, os sons do amor são divinos...
Agora ela me despe e lambe os biquinhos, estão tão sensíveis, o toque dela é sutil e carinhoso, a língua vai aos lugares certos, na cadência e pressão perfeita, como se ela conhecesse meu corpo de longa data. Que delícia!
Vamos retirando a calça uma da outra e nos esfregamos, meu marido já está só de cuecas e ela é o recheio do nosso sanduíche. Os seios dela contra os meus se encaixando, roçando e escorregando me deixam alucinada, ela diz que sente o pau do meu marido na bundinha.
Vamos para nosso quarto e começamos de onde paramos com ela no meio, só que agora vamos tirando a calcinha. Beijos de língua entre nós duas e ele só beijando a nuca dela. Marisa fica ajoelhada e vamos descendo, primeiro
beijando os seios e ele as costas dela, mas algo me atrai inexoravelmente mais abaixo, descendo sinto o perfume da vulvinha dela...huuummm, deu água na boca, ele desce também, beijando e lambendo aquela bunda maravilhosa. Os pentelhinhos dourados da Marisa são uma delicia, roçando o nariz enquanto meus lábios tocam os lábios vaginais dela. Que delícia este cheirinho, este sabor de vulvinha molhada, evito o clitóris por enquanto. Ele está lambendo a fenda da bundinha dela. Abro mais as pernas dela e agora percorro com a língua toda a xaninha de cima abaixo sem, no entanto, chegar ao clitóris.
Ele faz o mesmo por traz e assim nossas línguas se encontram no períneo dela, de forma instintiva ele evita tocar com a língua no cuzinho fazendo uma voltinha para assanhá-la mais, ele é um expert.
Prolongamos estes movimentos sentindo o prazer dela nos lambuzar a boca que eventualmente cruzamos em um beijo selvagem.
Ela se agarra em mim tentando me retribuir de alguma forma, mal sabe que o prazer dela me enche de prazer também.
Trocando olhares ele sabe que está na hora e então quando subo, ele sobe também e no exato momento em que minha língua toca o clitóris dela a língua
dele se projeta como uma lança no cuzinho de Marisa.
- Uuiiiiiiiiii! Aahhhh não.... assim vocês me matam!!!
Arfando e gemendo ela se delicia e minha mão agora se esfrega toda na vulvinha dela, os dedos se introduzindo na grutinha, quando ela pensa que acabaram as novidades enfio meu dedo médio em busca do ponto G dela, após algumas tentativas, pois meus dedos são pequenos, consigo sentir o carocinho rígido que cresce a cada toque, não paro de mamar no clitóris e ela está
vibrando e diz.
- Clara... não...que delícia, o que ce ta fazendo? Aaaiiiii não nunca ninguém me tocou aí.... eu não sabia... eu não sabia...
Tremendo muito, toda suada com os olhinhos em pânico ela diz para me afastar que senão vai mijar na minha cara. Eu calmamente explico que a sensação de
querer urinar é passageira e que se ela relaxar um pouco o prazer será potencializado e continuamos na nossa missão de levar Marisa ao paraíso. Meu marido lambe o cuzinho dela com ritmo e se delicia esfregando os líquidos
que escorrem da vagina até o ânus com os dedos para em seguida cutucar com a língua o buraquinho novamente, mantendo sempre as mãos nos seios dela numa
carícia interminável.
Inverto minha posição para lambê-la por baixo e aos poucos ela vai caindo sobre mim e quando alcança minha própria vagina a língua dela a invade sem cerimônia me fazendo tremer toda e encharcar os lábios dela com meu
meladinho. Como é gostoso fazer 69 com a Marisa. Ela, por ser um pouco maior que eu acaba conseguindo lamber meu cuzinho com facilidade e alternar da
xaninha ao cuzinho em movimentos que me deixam tontinha da silva. Ele continua lambendo o cuzinho dela e nos beijamos entre chupões lambidas e dedos. Finalmente ele revela seu pau para que eu o lamba e encoste na
xaninha dela enfiando só a cabecinha alternando uma coisa e outra. Nós três gememos e nos elogiamos, nossas palavras também acariciam de forma sensual e
provocante dizendo besteirinhas entre sussurros e declarações. Fico arrepiada quando eles se elogiam entre si.
Ele agora leva seu pau para a boca da Marisa e o ritual se repete agora do outro lado do 69, quando ela enfia a cabeça do pau dele na minha bocetinha
quero morrer... vejo fogos de artifício pelo quarto...
Ele passa a lamber meu cuzinho e alternar lambidas com beijos na Marisa, às vezes as duas línguas brincam em um buraco só, seja cuzinho ou bocetinha,
peço para parar, pois estou para gozar, Marisa diz que também vai gozar, então ele volta e coloca o pau na minha boca e depois na bocetinha da Marisa e assim vendo o pau dele sumir na vulvinha da nossa amiga as descargas
rasgam meu corpo galopando da xaninha até a ponta do pé, se irradiando da pélvis até a minha nuca e projetando o quadril pra cima sinto Marisa enfiando o dedinho no meu cuzinho. Aí foi demais, gozei como nunca na vida.
Lambuzei meu dedo e fiz o mesmo nela, só que em vez de enfiar de uma vez fiquei brincando com o esfíncter dela sem penetrar totalmente, aí foi a vez
dela explodir.
- Aaaiiiiiii Clarinha meu amor!!! - chacoalhando a cama como se fosse quebrar tudo, acho que a vizinhança inteira ouviu os gritos ensandecidos da nossa delícia quando gozou. Ele não conseguiu segurar mais e gozou em
seguida.
Tomamos um banho juntos e então contei que a nossa tara no primeiro dia tinha sido a bundinha dela. Ela arregalou os olhinhos e pareceu pegar fogo,
corou ficando vermelhinha, ficou nos olhando envergonhada e visivelmente excitada, senti um nó na garganta, meu coração quase parou quando ela cravou
os olhos nos meus e um tesão desmedido por ela me invadiu, nem parece que tinha gozado à 15 minutos, senti minha vagina latejar e uma vontade absurda de beijá-la tomou conta de cada poro, beijei-a apaixonada por aqueles
olhinhos tímidos, nossas línguas dançavam e minha cabeça rodava, era pura paixão, meu coração queria sair pela boca, sentia ele bater alucinado em minha boca. Parecíamos possuídas nessa luxúria desenfreada, sentia meu amor por ela fluir e retornar fortalecido pela boca até meu peito e então retornar para ela em uma dança deliciosa. Queria morrer nos braços dela, sentindo o peito dela arfar contra meus seios.
Corremos para o quarto, ela ficou de quatro escancarando aquela maravilhosa bunda, beijamos e lambemos o cuzinho dela com sofreguidão. Ele pegou um creme para o corpo e besuntou a bundinha dela e seu próprio pau.
Posicionei-me embaixo dela esfregando nossas xaninhas em uma briga de aranha, os seios colados, só queria beijá-la nessa posição até gozar novamente. Ele enfiou o dedo nela fazendo a gemer e aos poucos conforme foi dilatando o cuzinho substituiu o dedo pelo pau e começou a comê-la, ela pirou total e nessa posição cavalgando-a foi conduzindo-a ao gozo e eu sentia as estocadas no contato de nossas xaninhas meladas e assim após muitos gemidos, beijos molhados e sussurros gozamos todos novamente. Apesar dele retirar o pau do cuzinho e ir tomar banho novamente ela não parava de me beijar agradecida.
Aproveitamos que ele estava no banho e ficamos namorando até ele liberar o chuveiro então fomos nós tomar banho, tivemos de dormir um pouco e no resto
da temporada passamos nos amando, às vezes os 3, às vezes eu e ela às vezes ela e ele, mas ela sempre estava no meio. Nos confessou que estava há muito tempo sem transar apesar dos assédios e que nós lhe mostramos uma nova dimensão de prazer, na verdade também nos sentíamos assim.
Esta foram nossas férias deliciosas.
-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-

3. O DIA EM QUE ME DESCOBRI PASSIVA

autor desconhecido

Me chamo Morgana ,tenho 22 anos e a historia que vou
contar aconteceu quando eu era mais nova.Sou branca,olhos
castanhos ,cabelos negros e ondulados hoje estão curtos
mas na época estavam na cintura,tenho1,71cm e peso
85kg.sempre fui gorda,mas com pernas grossas e peitos
grandes mas tudo durinho ,cintura fina e quadris largos
definindo uma grande bunda mas isso nunca me impediu de
flertar com outras menininhas pelo contrario nesta
época havia começado a descobrir o corpo de minhas
amigas que eram muito curiosas mas ficava normalmente
de ativinha nunca deixando que me tocassem tinha um
pouco de complexo já que elas estavam com seus corpos
em formação normalmente tinham corpos pequenos eram
magrinhas quase sem peitos estava nessa onda e
normalmente sempre rolava de irmos "estudar" na casa de
alguma amiguinha que tivesse a tarde pra si sozinha em
casa já que os pais trabalhavam inclusive os meus e
sempre tinha aquela de estar muito quente e minha
amiguinha da época Roberta dizer:__ que tal um banho
gostoso e ai já sabe lá íamos nos pro banho era ate
interessante eu adorava vê-la gemendo como uma putinha
me pedindo para come-la todinha ,e aceitava fazer tudo
que me era pedido sabia que ela não era mas virguem mas
a louca (porque ela era mesmo doidinha e ainda è)só se
satisfazia comigo, ela pedia para penetra-la com força
indo quase minha mão e olha que tenho mãos grandes ela
só gozava assim eu achava hiper estranho e ate tinha um
pouco de medo por isso talvez não deixava ela me tocar,
sempre dizia que era só o macho dela e nada mais. Assim
decorria minha vida ate aquele dia .
Era junho e começava a esfriar estudava em um colégio
meio rígido a normas mas meu casaco do uniforme estava
molhado então foi de jaqueta jeans, camisa de botão do
uniforme e sainha colegial meio curta pois adoro minhas
pernas.Foi entrar e encontrar a inspetora que já foi me
dando um esporo ,na hora do recreio encontrei a
Roberta toda chateada já me puxando pro banheiro,quando

chegamos lá ela já foi me dizendo que queria que eu a
tocasse e já foi colocando minha mão por baixo de sua
saia percebi que estava sem calcinha então a empurrei
para um Box com tranca ,senti-lá toda molhada e já
pronta para mim me deu maior tesão subi uma de suas
pernas no vaso e comecei a brincar com meu dedo em seu
grelinho era queria gemer e eu papava sua boca e
sussurrava em seu ouvido, para que me mordesse e não
gemesse pois o banheiro era meio movimentado estava
vendo ela enlouquecer e sabia que ela queria ser
penetrada mas naquele dia queria ver se ela não gozaria
de outra forma e pela primeira vez resolvi sugar aquele
grelinho desci seu corpo a fazendo sentar na tampa do
vaso a aproximei de meu rosto e ainda sem jeito comecei
a sugar seu grelinho com tanta intensidade que ate
parecia que queria que ele viesse para mim ,ela se
contorsia pedia que não parasse então comecei a lamber
toda a extensão de sua vagina e que delicia foi
conhecer aquele sabor então me atrevi a penetra-la com
minha língua e foi então que ela gozou e gozou como
nunca havia gozado e eu continuava ali sentindo todo
aquele sabor maravilhoso do seu melzinho.Fiquei tão
exitada que procurava me tocar acariciava meu grelo mas
perdi completamente o tesão quando ela começou a vir já
com aquela mão cheia de dedos querendo forçar uma
entrada, fiquei puta e sai do Box sem nem mesmo saber
se tinha alguém fora que pudesse ver que tinham duas
meninas ali.Neste dia sai tão puta da escola que nem
passei em casa pra me trocar e fui direto para a Pedra
do Arpoador .Subi a pedra pensando no que tinha
acontecido não entendia porque a Roberta havia me
chamado tão chateada e porque havia tentado forçar uma
barra fiquei irada com aquilo mas quando cheguei lá em
cima na pedra, me deparei com uma mulher
lindíssima ,estava de costas para mim mas pude
contemplar aquele bumbumzinho empinado, a cinturinha
fina,cabelos longos loiros e lisos ,baixinha como eu
gosto.Nesse momento acho que se sentiu observada pois
se virou me olhou de cima a baixo ,mas eu é que tive
uma visão privilegiada pois era realmente perfeita
seios fartos,boca pequena e avermelhada,olhos verdes
ela então passou a língua nos lábios e ...ai...que
vontade de sentir aquela língua em minha boca, em meu
corpo era estranho ate aquele momento ninguém tinha me
feito sentir tanta vontade de me tornar passiva .Ela
então sorriu e me chamou,que voz maravilhosa doce e
macia, caminhei em sua direção e quando me aproximei
mas ela veio a meu encontro e due um leve beijo no
rosto e foi se apresentando :
-Prazer Emanuelle!
-O prazer é meu Morgana!Mas em meu intimo pensei prazer
só na cama.
-quantos anos tem morgana?

-18 anos e você?
-22anos ,já sou velha.E começou a rir que sorrizo lindo
ela tinha.
Começamos a conversar então ela me perguntou sobre
tudo ,se namorava ,perguntou se estava matando aula
(porque ainda estava de uniforme),tudo lhe respondi e
ali sentadas lado a lado percebi que sempre dava um
jeito de toca minhas pernas alisa-las então tomei
coragem e falei:
-Gostou ,?são macias né!
-São gostosas isso sim !Dá vontade de morder.
E dizendo isso se virou e abriu 2 botões da minha
camisa enfiou sua mão dentro e começou a massagear meus

seios por cima do sutiã mas logo percebeu que estava
gostando e tirou um a um do sutiã e apertava entre os
dedos meus mamilos oras bem de leve oras bem forte me
fazendo gemer mas estava gostando,pra dizer a verdade
estava adorando.Ela então levou minha mão ate sua
xoxotinha e me disse:
-Toca em mim também anjinho.Sente como estou por sua

causa.
Então afastei seu biquininho e qual foi minha surpresa
ao senti-lá toda molhadinha então comecei a brincar
com seu grelinho ia ate a porta de sua bucetinha dava
uma de quem ia penetrar e nada ficava só brincando ali
na entrada percebi que ela exata gostando foi então que
gelei ela começou a subir sua mão por dentro de minha
saia estava adorando mas tinha receio acho que ela
percebeu e me perguntou:

-você nunca transou com ninguém?
Fiquei sem graça mas respondi que não ela sorriu e se
levantou ,eu pensei :-Pronto agora ela não me quer mas!
Mas estava errada ela me ajudou a me levantar e disse
para lhe acompanhar eu disse para mim mesma você é
louca se for mas não adiantou fui seguindo meu anjo.
Fomos ate seu carro onde ela me deu um beijo, um beijo
ardente e saboroso do qual pude sentir o sabor de seus
lábios e de sua língua que eram maravilhosos .Seguimos
ate seu apartamento onde mal fechou a porta , começou
a me beijar ,abriu minha blusa com uma rapidez que nem
percebi tirou meu sutiã e ao tocar meus peitos e disse:
-meu anjo que tetinhas macias posso te-las em minha

boca?
Eu acenti com a cabeça e já fui tirando o resto da
blusa e o sutiã para auxilia-la e já fui tirando seu
biquíni queria conhecer seu corpo por completo.Ela
ficou um tempo ali parada para que pudesse aprecia-la
por completo.veio se chegando me deitou na cama e só

tirou minha calcinha me deixando apenas de saia ,meias
¾ brancas e sapatilhas pretas.se deitou ao meu lado e
já foi dizendo :
-Sempre tive vontade de ter uma colegial em minha cama
mas nunca pensei que teria uma de verdade.
-Quero você minha colegial ,quero toda você!
Dizendo isso ela começou a sugar meus
mamilos ,mordiscar enquanto suas mãos começavam a
conhecer meu corpo suas mãos percorreram minha barriga
desceram por meu umbigo onde ficaram um tempo
brincando ,
Enquanto eu corria com a língua em meus lábios ,gemia a
cada mordidinha ,a cada sugada mas forte...ai..que
delicia era sentir seus labios em meu corpo,foi quando
sua mão encontrou minhas pernas e eu me abri esperando
por ela ,suas mãos massagearam minhas cochas e subiram
ate minha virilha ela nessa hora começou a descer seus
lábios por entre meus seios ,por minha barriga,foi de
encontro a meu umbiguinho onde colocou sua língua
gostosa ,então levantou minha saia dobrou minhas pernas
as abriu bem e eu me contrai tive medo ela percebeu e
me disse que não forçaria nada que era para sentir
somente desceu então aquela língua gostosa por minhas
pernas chegando a me causar frizzom só de lembrar...
Então beijos minha vagina e com os dedos abriu bem meus

lábios maiores onde sugou com vontade meu grelo,eu
gritava,gemia ,a chamava da puta e ela adorando me ver
ficar cada vez mas louca ate que relachei completamente
a musculatura e senti quando ela penetrou com todo
carinho quase enlouqueci era maravilhoso ela então
começou um tira e põe alucinante:
-vai minha cadelinha ,pede ...pede mais vai....

Eu não conseguia me contorcia gemia baixinho ate que
ela colocou dois dedos e disse:
-agora rebola minha cadelinha ,rebola.Me sente dentro

de ti gostosa.
Foi quando comecei a rebolar e me soltei :
-Põe mais ...quero mais...quero tudo....
Ela então deu uma gargalhada gostosa e foi de boca no
meu grelinho ,sugava ,lambia circulava com a língua

enquanto socava aqueles dedinhos maravilhosos foi então
que pedi :

-Vira esse rabinho pra cá minha puta também quero
brincar!
Ela não se fez de rogada e colocou aquela xoxota
maravilhosa na minha cara eu meio sem jeito a
principio ,mas logo entre um gemido e outro comecei a
sugar seu grelinho com vontade e diria ate com fúria
ela não conseguia mas me sugar então aproveitei queria
retribuir o prazer que estava sentindo ela continuava
socando aqueles dedinhos só que agora com força e eu a
lambia sugava todo seu melzinho ate que a penetrei ai
que conheci minha putinha:
-Vá minha cadelinha soca esses seus dedinhos grossos na
minha gruta ,soca com vontade vai...
-Isso mais forte...põe mais um ...
Estava a ponto de gozar mas queria ir com ela ,prendi a
respiração e comecei a socar com força colocando e
tirando foi quando escorreguei um dedo pela extensão de
sua bucetinha o molhando bem e coloquei um dedo no seu
cúzinho foi o suficiente para ela começar a se
contorcer percebi que ela iria gozar então foi minha

hora de pedir:
-soca amor ,vai rapidinho...soca fundo vai...quero ir

junto com você..
E ela fez com tanto primor que dali a pouco ela gozava
sobre mim,eu gozaria em seguida e ela se deixou cair em
meus braços para descançar e recobrar as forças.
Dormimos na cama onde se tornaria nosso ninho de amor e
quanto a Roberta essa é outra historia essa topou uma
vez a três mas isso conto de outra vez.

-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-

4. Transformação Em Curitiba

autor desconhecido

Mais um dia de trabalho e estou voltando para casa, os pés já doendo pelo
uso do salto o dia inteiro, passo rápido por esta parte da cidade, pois é
uma região de prostituição, meio barra pesada. Todo dia penso que no próximo
virei por outro caminho, mas acabo sempre vindo por aqui. É uma espécie de
joguinho psicológico, talvez Freud explique, tremenda baixaria, as
prostitutas em sua maioria são horrendas e o atrevimento delas é muito
vulgar. Sinto que vez em quando uma ou outra crava o olho com expressão de
deboche, mas certamente com inveja de meu corpo, da minha bunda, o que me dá
muito prazer. Estas prostitutas que fazem ponto durante o dia são geralmente
feias. Quando saio mais tarde do trabalho, a dose de adrenalina é maior, é
mais perigoso, mas é mais gostoso passar por aqui, aparecem prostitutas mais
bonitas e alguns travestis que se parecem mesmo com mulheres. Neste dia em
particular havia uma loira de olhos verdes que eu nunca vira antes encostada
na parede, eu não conseguia tirar os olhos dela, conforme eu avançava pela
calçada meu coração disparou, ela então avançou me barrando a passagem e
perguntando com expressão isenta de malícia ou deboche, se eu não gostaria
de fazer um programa com ela. Eu totalmente embasbacada pela situação e pela
beleza dela não conseguia dizer palavra. Quando consegui foi um - Não,
obrigada! E saí às pressas.
Que loucura foi tudo aquilo, ao chegar em casa estava transtornada, eu me
descobrira completamente perdida, que situação ridícula. Sempre me senti
hétero convicta e estava decidida a não passar naquele local novamente, mas
quase não dormi a noite.
No outro dia estou morrendo de sono e novamente caminhando por lá, porém era
mais cedo e não vi a dita, e assim fui passando os dias com a mente sempre
transtornada.
Após duas semanas, estou voltando novamente mais tarde e eis que ela está
lá, posso vê-la uma quadra antes, como é bela! Ela está distraída e não me
percebe, aproveito para delinear seus traços, boca carnuda, seios médios
estufados e empinados, bum-bum redondo e os quadris não são largos, a
cintura é ligeiramente mais fina que o quadril o que torna seu corpo
perfeito, quase de uma adolescente, embora aposte em algo em torno de 22
anos para a idade dela. Ela é maravilhosa, talvez a mulher mais bonita que
já tenha visto. Quando chego perto, meu coração dispara, ela novamente, ao
me perceber olhando-a, me interpela com a mesma pergunta. Desta vez estou
mais segura e dou a mesma resposta, ao dar dois passos uma idéia repentina,
viro e digo - Mas, adoraria entrevistá-la - menti.
- O que? Como assim?
- É que trabalho em um jornal e estamos fazendo uma reportagem sobre o
amor - menti.
- Neste caso, não posso ajudá-la. Não sei nada sobre o amor. Minha
especialidade é outra.
- Que pena. - Eu estava compadecida dela, embora ela não tivesse nenhuma
cara de vítima.
Ao me virar, ela me segurou pela mão e disse que se eu quisesse aceitava
fazer a entrevista com ela uma outra hora.
Assim marcamos para segunda feira, dia em que não trabalhava. Como eu tinha
uma tarde para folgar no serviço ficou conveniente, combinamos na casa dela,
pois ela morava em um apartamento próximo.
Segunda-feira 14:00hs, Márcia está de pijama, sonolenta, mas como dizia uma
amiga "com toda a magestade". Só então me apresento - Meu nome é Clara.
Márcia Pede licença, toma um banho e me pede para fazer café. Ela sai do
banho com uma camisola e um tubo de creme na mão, nos sentamos na sala e
começamos a entrevista simulada. Eu havia preparado muitas perguntas, queria
ficar o máximo de tempo com ela. Aos poucos as perguntas passam para o lado
sexual e pergunto como ela se protege e tal. As respostas são que ela sempre
usa camisinha e nunca beija na boca, não pratica felação, não faz sexo anal
e que atende no máximo dois clientes por noite. Estou excitadíssima pela
situação, enganando-a, me sentindo superior a ela, mas excitada pelas
descrições que ela me dá.
Eu a via como suja, contaminada, porém aos poucos vou mudando de idéia.
Sobre AIDS ela me disse que doa sangue pelo menos uma vez por mês e assim
obtém testes gratuitos, e que o último foi à uma semana. Finalmente ela
começa a passar o creme nas pernas e quando um pé sobe no sofá sua vagina
fica visível, meu coração dispara e aos poucos sinto minha própria vagina
latejar. Ela então abre a camisola e começa a passar na parte da frente de
seu tronco, os seios são magníficos.
- Agora você tem de pagar o preço pela entrevista, passe atrás. - ela
ordena, me passando o tubo de creme.
Deita-se no sofá jogando a camisola sobre a bunda, as costas lisas. Obedeço
com as mãos trêmulas de emoção. O contato com a pele dela me faz sentir as
pernas bambas. Passo nos ombros e aos poucos vou descendo pelas costas.
Termino as costas e ela então abaixa mais o tecido revelando sua bundinha.
Que coisa louca, estou babando pela bunda da prostituta. Ela só aguardando,
fica evidente que quer que eu passe na bunda.
Meus dedos começam em volta sem chegarem muito próximos à fenda, mas
conforme a área vai sendo coberta, inevitavelmente a região mais próxima à
fenda fica disponível e não posso me furtar a isto. Meu coração está saindo
pela boca. Quando meus dedos passam por cima da fenda ela geme, sinto um nó
na garganta.
Ela então abre um pouco a bunda e eu passo os dedos besuntados por tudo, ela
vai abrindo mais conforme eu vou mais fundo em movimentos circulares
descendentes, como em uma espiral...
Minha calcinha está molhadíssima, só falta passar creme no ânus, ele está
lá, quase que me convidando a tocá-lo, estou relutante, passando os dedos
com creme no entorno. Ela está excitada, posso ver suas coxas meladas em
torno da vagina, seu corpo está coberto de gotículas de suor. O corpo firme
apresenta-se trêmulo e minhas mãos também, o que faz com que acidentalmente
meu dedo toque o ânus dela. Ela se arrepia toda e começa a gemer expulsando
o ar pelas narinas rápida e ruidosamente. Sinto um nó na garganta,
inebriada, a felicidade está em cada poro do meu corpo então ela se vira e
diz agora é a sua vez de receber creme. Já começa a me despir, sendo que a
cada peça que ela tira exclama - eu sabia!
Quando ela tira a calcinha e fala o último "eu sabia" pergunto o que ela
sabia, ao que ela responde olhando nos olhos:
- Sabia que você era uma delícia!
Sinto meu rosto ferver de vergonha e emoção.
Continua me olhando e suas mãos pousam em meus seios de forma tão delicada
que eles parecem ter vida própria, querendo pular para as mãos dela.
Ela se aproxima lentamente e retira as mãos, meus seios sentem os dela,
tocando mamilos com mamilos, a boca carnuda está próxima a minha, posso
sentir o hálito dela me invadindo, compartilhamos o mesmo ar viciado com as
bocas entreabertas, gotículas de saliva passam de uma boca para a outra com
a respiração ofegante, então num rompante me levanto dizendo que tenho de ir
embora, ela me segura pela mão e aproxima-se de minhas costas posso sentir
os seios nas costas. A voz sumida e rouca quase num suplício:
- Fica mais.
Quando me viro, agora em pé, novamente sua boca está muito próxima a minha e
o aroma que vem de sua respiração me é irresistível. A boca abre um
pouquinho e os dentes alvos surgem coroando a língua vermelha e molhada. As
pernas me falham e os lábios se encostam.
Ela então roça os lábios nos meus e sinto me dentro dela e como se ela
estivesse dentro de mim, então a língua dela penetra em minha boca
envolvendo a minha em uma dança divina. Estou tonta e apaixonada por esse
beijo tão revelador.
Ela me deita e seus seios comprimem os meus, só posso me entregar.
- Márcia...
- Sim, meu amor?
-Te quero!
A resposta dela é virar meu corpo e descer beijando minhas costas, até minha
bunda, rodeando a língua em minha bunda como eu fiz com os dedos na bunda
dela. Ela desce abrindo minhas nádegas e circula a língua em torno do ânus.
Descargas elétricas, deste ponto, saem radialmente por todo meu corpo em
espasmos de prazer, ela então toca com o dedo minha gruta molhada, meio que
para se certificar como estou e então aponta a língua como uma lança e
cutuca no meu cuzinho.
- UUUiiiiiiiiiiiii!
Cada poro ganha vida e minha vagina agora está latejando, ela, então, vira o
corpo e ficamos cada uma com a boca na altura da vagina da outra. Ela então
sussurra:
- Eu adoro esta bocetinha!
As palavras dela me deixam alucinada, caio de boca na vagina dela lambendo
tudo e ela não se faz de rogada, lambendo meus grandes e pequenos lábios com
maestria.
- Ai Márcia, que gostoso.
Ahhh Clarinha tua vagina é tão saborosa...
Ela então passa a língua desde o clitóris até o ânus, cutucando-o e me
arrancando suspiros e gemidos. Procuro fazer o mesmo nela, pois nunca estive
com mulher, assim não tenho muita iniciativa.
Ela pega o tubo de creme, sem desgrudar a boca de minha vagina e besunta o
dedo indicador, começando a cutucar meu ânus. Que delícia, eu que nunca
topei sexo anal com homens agora estou sendo "comida" pela Márcia e estou
adorando, que dedinho gostoso entrando vagaroso, ao passar pelo esfíncter
meu corpo treme todo, então ela o retira e coloca novamente me arrancando
outro suspiro. Alternando o ritmo e a intensidade da força aplicada aliada
ao movimento da língua que parece uma maquininha agora concentrada no meu
clitóris eu não posso pensar em nada melhor que já tenha sentido na vida.
Eu roubo o creme dela e besunto os dedos e a bundinha da Márcia, imitando os
movimentos dela. Então a garota pira total! Fica muito mais molhada e remexe
com movimentos desenfreados. Sinto que a experiência para ela está também
sendo incomum.
- Ahhh, Clarinha como você é boazinha, ai aí não... meu cuzinho! aí não, não
, uffff
Gemendo e falando coisas que me deixam mais tesuda ela alterna as palavras
com lambidas maravilhosas.
Clarinha..... Clarinha..... Clarinha.... safada.... Me fode! Me estupra Me
faz tua mulher!! Aaaaiiiiii
Sinto meu orgasmo galopando pelo meu corpo então enfio todo meu dedo nela e
ela se ergue gozando e gritando: - Diz que me ama, diz que me ama!
- Eu te amo Márcia, eu te amo!!!
Então ela explode em um orgasmo intenso e como um botão mágico o meu próprio
gozo acontece numa intensidade absurda, que eu nunca havia imaginado ser
possível.
Nos beijamos loucamente e tudo recomeçou. Transamos a tarde inteira até não
suportarmos mais gozar.
Ela abandonou a prostituição, voltou a fazer faculdade desde então. Márcia
passou a trabalhar gerenciando uma loja de uma amiga, estivemos apaixonadas
por um tempo e ela me surpreendeu algumas vezes, um dia trouxe uma cliente
da loja e a "devoramos" com requintes de sabedoria na arte de amar. A moça
era magrinha, mas muito tesudinha. Enquanto a Márcia lambia a grutinha da
moça eu saboreava os beijos da menina que só sabia gemer e falar besteiras
em meu ouvido. Aqueles peitinhos miúdos tão deliciosos de mamar. Depois de
um tempo ela mudou-se para outra cidade e eu acabei casando, meu marido
adora minhas taras por garotas e me incentiva. Temos a fantasia de fazer um
ménage com uma mulher.

-O-O-O-O-O-O-O-O-O-O-

5. A Vulvinha Oriental

autor desconhecido

Nunca tive dúvidas sobre minhas preferencias sexuais, sei que sou hetero
,... porém não fanática! Já tive experiências com outras mulheres , e isto
me agradou bastante, mas agradou muito mais ao meu marido, um voyer que
adora este tipo de relação. Quando conheci Júlia em uma sala de bate papos,
a primeira impressão foi incrivelmente boa. Ela me passou uma imagem
bastante positiva : oriental, casada, com um filho, era apoiada pelo marido
em seus devaneios , mas nunca tinha realizado os mais fortes. Durante nossa
amizade virtual, ela demonstrou o quanto era fogosa e criativa, imaginando
relações com mais de um homem, com negros bem dotados, com um casal que a
possuísse toda, com um consolo duplo e até mesmo transando com um dog...
.mas somente no virtual, nunca no real... É claro que não fiquei insensível
aos seus desejos, em várias ocasiões até me masturbei lendo suas fantasias,
gozando com Júlia do outro lado do monitor. Um dia , houve a oportunidade
para que a gente se conhecesse. Ela iria aproveitar um feriado prolongado e
viria até minha cidade. Para garantir o anonimato, também o marido e o filho
estariam presentes. Adorei a idéia e combinamos esperá-los no aeroporto, meu
marido não se contendo de ansiedade, assim como eu, nervosa e apreensiva,
nunca nos tínhamos visto! Quando os notamos no saguão , ficamos admirados
pela maneira discreta e elegante com que se vestiam, foi uma atração visual
instantânea! Júlia me impressionou demais, dona de rosto lindo e meigo,
impossível mesmo de se imaginar que por trás daquela face angelical se
escondia uma mulher completa em sexo e em desejos. Bom, para abreviar,
cumprimos as gentilezas de costume, levamos o casal e o filho até o hotel a
beira mar onde se instalaram, enfim... Naquela noite, confesso que transei
com meu marido pensando nela. Fora de meus hábitos, estava sentindo uma
atração muito forte por aquela mulher... Na manhã seguinte, fomos ao
encontro deles. Arrumados para a praia, por alguns momentos fiquei parada
contemplando o corpo bem formado de Júlia. Mais ainda, notei que mesmo
depilada, era espessa a mata que se escondia debaixo do biquini minúsculo
que ela usava... .Eu não estava me reconhecendo, ao invés de desejar o
marido que estava ao seu lado, meu tesão era todo para ela. Me contive até
certa hora, depois não deu mais. Falei discretamente ao meu homem que iria
tentar ficar a sós com aquela doce fêmea. Com a cumplicidade dos dois, pedi
a Júlia que me acompanhasse ao hotel , disse que queria usar a toalete.
Notei que minha paquera estava dando resultado, seu nervosismo era visível.
Pela entrada de banhistas, tomamos o elevador. Dentro, a sós, tomei uma
atitude talvez impensada... .me aproximei o bastante para tocar o rosto
macio com a palma da mão... .depois percorrer a nuca... .finalmente puxar
para mim, beijando-a na boca, procurando buscar sua língua com a minha... .
Júlia teve um instante de rejeição...
- Não faça isto comigo... por favor, não... .nunca fiz com mulher... para,
por favor... Parece que não ouvi o que ela dizia, fui mais ousada, acariciei
seu corpo, os seios duros, o biquinho aparecendo debaixo de tecido, enfiei a
mão entre suas coxas, notei quanto cabelo tinha escondido no biquini, perdi
a noção, beijei mais, enfiei o dedo para dentro, seu gemido morreu em minha
boca.
- Você sonhava com isto... queria isto... .agora tem, Júlia... .agora tem
uma mulher com você... Apressadamente, puxei-a pela mão, forcei abrir logo a
porta do apartamento. Nem dei tempo que fechasse, abracei aquele corpo
quente por trás, mordi sua nuca, puxei para baixo soutien e calcinha, despi
aquelas formas , fiquei olhando pelo espelho o corpo bem feito...
- Está gostando de me ver?... Fala... sou como você gosta?... Sou???
- Linda... você é linda... .vem, agora vem... quero você... estou maluca...
quero você...
- Depois eu vou, agora quero ver você também... .nunca vi uma mulher nua...
.nunca... .Ajudei que arrancasse meu biquini, fiquei toda a mostra. Estava
sentindo uma intensa umidade na xoxota, tanto era meu o tesão.
- Pronto, meu amor... assim está bom? Tá vendo sua mulherzinha ?... Tá
vendo?...
- Tô vendo... tô sim... gostosa... tesuda... agora quero você... quero
agora... Dali para a cama foi como um passo de dança, enlaçadas e aos beijos
, sedentas e ávidas. Em outras ocasiões, com outras mulheres, fui toda
passiva e submissa. Com Júlia, sua falta de experiência me acendeu a libido
de tal maneira que tomei posse de seu corpo, ativa, dominadora, quase que de
modo masculino, deitada sobre ela na cama, beijando a boca, chupando os
seios atrevidos, metendo a mão entre as coxas, buscando entre elas , e no
meio do vasto matagal, a boceta virgem de carinhos femininos. Minha amante
se contorcia, os olhos entreabertos, olhando o que acontecia pelo espelho,
envolvida pelo tesão e desejo.
- Quero te chupar todinha, meu amor, você está salgadinha, deliciosa...
- Então me chupa... .chupa... vai... faz o que quiser... Seu pedido foi uma
ordem, desci com a boca pelos seios, mordi forte o bico, fiz que gemesse
alto, desci mais, dobrei e abri as suas coxas, ergui as pernas, quase
apoiando em meus ombros, contemplei aquela boceta iniciante, e desesperada
colei boca e língua, chupadas e lambidas, dentadas e mordidas. Júlia se
contorcia, descontroladamente:
- Me come... .me come... assim... me faz gozar... me faz gozar...
- Faço sim, meu amor, faço sim... mas me chupa um pouco, só um pouco... .
- Então vem... .põe em minha boca... vem... Girei o corpo, aproximei a xota
do rosto dela, parei uns poucos centímetros acima, maltratando, instigando,
fazendo com que suplicasse pelo meu sexo.
- Que cheiro sua boceta... que cheiro... dá prá mim... .dá... Como não desci
os quadris, ela me abraçou pela bunda, cravou as unhas em minhas nádegas, me
trouxe para baixo, e como se estivesse morrendo de sede e fome, mamou meu
grelo saliente, comeu minha xota ensopada, gemendo e soluçando, como uma
cadelinha no cio... Depois que provou o gosto de uma boceta, de minha
boceta, agora iria ser mais fácil para mim ter Júlia como mulher, sua
iniciação estava completada. Voltei a ficar sobre ela, ficamos face a face,
me fixei em seus olhos amendoados.
- Trouxe o que te pedi, meu amor? Trouxe?
- Sim... sim... na maleta clara... ali em cima... pega... do lado direito...
Num segundo, busquei o dildo... .como eu pedira... dois lados, duplo...
.enquanto voltava para a cama, fui ajeitando uma ponta para dentro de mim.
Caminhar daquela forma, empalada, me fez sentir como homem. Julia me
esperava, me vendo pronta , separou as pernas, abriu a xoxota com as duas
mãos e quase sem voz, me pediu:
- Entra em mim... me faz sua mulher... entra... entra tudo... Nem acreditei
no que estava fazendo, possuindo outra mulher, sendo ativa , sendo
dominadora. Penetrei minha fêmea com cuidado... .fodi sua boceta como nunca
alguém fizera antes... uma mulher sabe como a outra gosta, como a outra
goza... .e eu também me fodia, a cada estocada dentro de Júlia, eu me
empalava deliciosamente. Também a beijava e chupava os seios, enfiava a mão
por baixo da bunda suada e introduzia um dedo no cuzinho, depois, demente ,
mais outro dedo... eu a comia na frente e atrás... Mesmo com o ar
condicionado ligado, o suor escorria por todos nossos poros... .ofereci meu
peito para que mamasse... sua boca fez em mim o mesmo que um bezerrinho faz
na teta da vaca, ela chupava e puxava com os dentes, me deixando maluca de
tesão. Nesta hora, perdi toda a noção do que estava acontecendo, o nosso
gozo estava chegando... Passei a gemer palavras sem sentido, coisas sem
nexo, tomada pela luxúria...
- Vou te engravidar, meu amor... vou te engravidar... agora... agora...
Aquilo foi como magica para minha fêmea... Aos gritos, no meio de um gozo
intenso, pedia:
- Faz um filho em mim , Lenita, faz um filho em mim... .isto... isto...
dentro... dentro... Certamente, foi o gozo mais forte que Júlia teve até
então. E o meu orgasmo acompanhou toda a intensidade do prazer de minha
mulher... de minha vulvinha oriental... As horas tinham se passado rápidas
quando saímos da lassidão e resolvemos voltar para a praia. O banho foi
delicioso, cada uma lavando a outra, caprichando nos buraquinhos... .
Trocamos palavras de carinho e juras de amor. Promessas de mais delírios, de
mais libidinagem. Depois, comportadas, trocando risinhos maliciosos,
voltamos para a praia. Nada demostrava o que acabara de acontecer, aos olhos
das demais pessoas. Porém, para os nossos maridos, a satisfação estampada em
nossas faces, deixou claro o quanto a gente tinha se amado. E quanto
teríamos pela frente, para amar, no feriado prolongado... Quando o marido de
Júlia perguntou, com doçura, para nós:
- E então?... Demoraram bastante... Ela respondeu por ambas, lânguida e
safadinha...
- Ainda foi pouco... .foi pouco... .vai ter mais... muito mais... só prá nós
duas... só prá nós duas...

conto tudo .

Um comentário:

  1. Sugestão: acesse www.mulher2010.blogspot.com e também www.dominadoraprofissional.blogspot.com
    Eu conheço e recomendo!

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