sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Aniversário de Casamento

conto de Loyríssima - loyrissima@uol.com.br

Estava chegando o grande dia, faríamos sete anos de casados. Sete anos de muito amor, muita briga, muito sexo e principalmente, muito tesão...
Queria fazer algo especial, sair da rotina. Não queria um jantar a luz de velas, uma lingerie nova ou um motel, queria algo realmente diferente, queria impressionar. Claro que minha cabeça foi a mil, pensei em milhares de loucuras...
Comecei com a vontade de me vestir de "profissional do sexo" e esperá-lo na rua para um programa, depois mudei de idéia, não era bem essa a minha vontade. Pensei então em decorar o quarto do motel com algo diferente, sei lá, alguma coisa árabe. Deixar o quarto cheio de almofadas e pétalas de flores espalhadas, a banheira com velas flutuando...
Não era isso também, queria algo muito excitante, alguma coisa que ficasse marcado prá sempre em sua memória. Claro que minha mente fértil reagiu e me veio a brilhante idéia: Um ménage feminino, claro, é isso!!!
Só podia ser isso, ia superar tudo que havia feito até ali. Comecei a procurar a parceira para a minha doideira...
Complicado isso, eu queria uma garota normal, não uma garota de programa mas é difícil encontrar. As casas noturnas com público mais liberal são voltadas para o swing e não era isso que eu queria. Revirei artigos com essas matérias, me cadastrei em sites que buscam formar casais e nada conseguia...
O grande dia estava chegando e eu não achava a parceira. Dois dias antes eu apelei, comecei a ligar para garotas de programa...
Pior idéia que tive, eu procurava algo especial, procurava alguém que tivesse prazer em estar ali e não alguém que fosse por obrigação. Sem falar no preço: "Prá atender o casal eu cobro R$ 400,00 por duas horas"...Não vi sentido em se pagar tanto para ter alguém "obrigada" por ali.

Bem, chegou o dia...
Nada preparado, tive apenas uma idéia de última hora e resolvi apostar nisso. Fomos a uma casa noturna frequentada pelo grupo GLS, não custa tentar, não é?
Lá estávamos pouco à vontade, somos um pouco conservadores e algumas pessoas nos incomodavam.
Já tinha até desistido de procurar alguém por ali, resolvi beber e namorar meu marido.
Por volta das três da manhã eu já estava bem alterada, o álcool realmente estava me derrubando. Vi uma linda morena aproximando-se do meu marido, sem cerimônia alguma ela o beijou na minha frente, ele ficou paralisado, não sabia o que fazer, ele não sabia que minha intenção era realmente essa...
Ele se virou prá mim, ainda sem reação e eu o beijei ardentemente, a morena veio por trás dele e passava suas mãos entre nós, ela adentrava a calça dele e brincava com seu sexo, o roçava em mim.
Aquilo estava nos levando a loucura, estávamos os três na pista dançando juntos, ora ele me beijava, ora virava-se prá ela e a beijava também enquanto eu o acariciava. Percebemos que era hora de sairmos de lá, peguei o carro e pedi que os dois fossem no banco de trás, assumi então a postura de voyeur, que era o meu desejo a princípio.
Ela sentou-se sobre ele e ficava de frente para o meu retrovisor...
Ela olhava fixamente para os meus olhos e arrancava gemidos do meu marido...
Algumas vezes ele tentou tocar-me, estendia a mão até meus cabelos mas não alcançava mais que isso. Parei no primeiro motel que avistei, foi o tempo de estacionar e descer do carro...
Ela o despia com muito cuidado, não tinha pressa alguma...
Eu me acomodei em uma cadeira erótica que tinha no quarto, assistia aquilo e me excitava cada vez mais, comecei a me tocar enquanto o via se contorcer de desejo. Os dois perguntaram se eu não queria participar também e minha resposta foi negativa, pediram então que ao menos eu me despisse.
Foi o que fiz, coloquei uma música e fiz um streap para os dois, olhos atentos e bocas com fome me desejavam... Pedi que continuassem, eu sentaria novamente naquela cadeira e os olharia.
Coloquei meus pés sobre a cama e me masturbava com muita vontade de estar entre eles, mas meus pudores não deixavam. Ela então resolveu colocar-se em uma posição pouco confortável para se aproximar de mim, fiz que não entendi a atitude dela e me prendi a observar meu marido.
Ele então a penetrou, pela primeira vez a vi gemer mesmo, gemer com vontade, ali estava o meu marido...Ele a virou de quatro e a penetrou novamente, aí não resisti, ajoelhei-me ao lado dele e o beijava muito enquanto ele me acariciava e diminuia o ritmo com a garota.
Até que ele parou e resolveu me penetrar mas ela não deixou, pegou seu sexo e enfiava em sua boca, ele em uma tentativa desesperada de ter as duas, puxou meus cabelos e novamente me beijou, queria que eu participasse de qualquer maneira. A tirei de lá e fiquei de frente para meu marido, estávamos ali, ajoelhados de frente um para o outro...
Dessa vez a garota veio por trás de mim, suas mãos percorriam toda a lateral do meu corpo, ela brincava com minha cintura, descia pelas minhas coxas e finalmente resolveu subir pela parte interna delas...
Por alguns segundos o racional tomou conta da situação, e se eu gostasse do toque dela???
Quando ela já estava passando levemente seus dedos em meu sexo, eu a tirei de lá, não queria aquela situação.
Ela com toda paciência, voltou a percorrer a lateral do meu corpo, começou a brincar novamente com minha cintura...Subiu um pouco e brincava com as laterais de meus fartos seios...Estava começando a gostar disso tudo...
Meu marido excitava-se cada vez mais e me sugava os seios, misturavam-se seus beijos aos dedos dela, aquilo estava me levando a loucura. Suas mãos começaram a descer pela minha barriga e finalmente chegou onde queria, começava a brincar com meus pelos e a invadir meu sexo. Já não aguentava mais, eu precisava do meu marido dentro de mim mas por mais que eu tentasse, ela nos distraia e ocupava nossos desejos, ações e emoções...

Precisava pensar, precisava tomar fôlego, deixei os dois na cama e passei a observar novamente...
Logo o desejo de tê-lo dentro de mim retornou, e veio de maneira incontrolável. Aproximei-me dos dois novamente e o beijei, ele levantou seu rosto e passou a me abraçar com muita força e beijar-me até me faltar o ar...
A garota não desistia, se aproveitou desse momento de distração e me invadiu por baixo com sua língua quente, ela brincava com meu sexo e quando meu marido percebeu o que acontecia, se excitou ainda mais...
Foram horas e horas de tesão, não tínhamos vivido nada parecido. Quando cansamos, meu marido deitou entre as duas e nós recostamos em seu peito para descansar.
Claro que quando nos recuperamos, tudo começou novamente e então era dia, precisávamos retomar nossa rotina. Trocamos telefone e a deixamos em sua casa, ela tornou-se nossa confidente, nossa amiga, nunca mais fizemos a doideira, tratava-se de um presente de aniversário, só isso mas ela sempre brinca, diz que está esperando nosso oitavo aniversário de casamento.
(Loyríssima)

O DELICIOSO ENGANO!

autor desconhecido

Meu nome é Sandra, loira, 38 anos, 1,75 m, 70 Kg, seios grandes, nadegas durinhas e uma xoxota apertadinha e sou uma lésbica convicta. Bom, o fato que passo a narrar ocorreu a uns 2 anos atrás e que para algumas entendidas, ele será um tanto quanto estranho, pois ainda considero-me uma lésbica sem nenhum interesse pelo sexo oposto. Bom, tudo começou ao convidar a Isabel para passar o fim de semana em meu sítio que fica nas proximidades da cidade de Sorocaba. Lá pelas 15 horas da sexta-feira a Isabel me ligou avisando que não poderia se ausentar da Capital, já que havia tido um falecimento na família e o enterro seria no sabádo às dezoito horas. Bom, mesmo assim, decidi ir sozinha e por volta das 21 horas, sai de casa e cheguei no sítio mais ou menos às 23 horas. Depois de tudo arrumado, fui me deitar, mas estava com tesão e então, coloquei um filminho e fiquei ora tocando uma siririca e ora enfiava um vibrador na xoxota e dessa maneira, tive vários orgasmos.
Na manhã seguinte, passei a tarde inteira na piscina e cheguei a conclusão que não passaria mais uma noite sozinha e portanto, decidi procurar uma companhia em alguma boate da cidade. Bom, folheando alguns jornais, vi que havia 3 boates que não eram muito distantes uma da outra. Bom, por volta das 21 horas, tomei um belo de um banho, me perfumei e me maquiei, vesti um sultiã branco, calcinha rosa e uma saia azul claro.
Por volta das 23 horas, parti para a 1º boate, mas me arrependi, pois era uma boate de hetero e portanto, o que levei de cantadas. Daí, fui para a 2º e novamente a mesma coisa e então, me aborreci e comecei a beber, mas com o tempo, fui ficando mais irritada, pois além das cantadas levei até tapinhas na bunda.
Então fui para a 3º e aconteceu a mesma coisa, mas um pouco mais tranquila e portanto, me ajeitei numa mesa e comecei a beber. Da forma que estava irritada, nem percebi que havia tomado 5 doses de whisky e 2 de tequila, num curto espaço de tempo.
Bom, como percebi que não conseguiria arrumar nenhuma companhia e então, decidi ir embora, mas ao me levantar, percebi que estava um tanto alta (não bêbada) e por isso, antes de sair fui ao toalette e fiz xixi e ápos pagar a conta, sai da boate para o sítio, pois é preferível estar sozinha do que alguns homens perceberem o meu estado e tentarem algo na força.

Bom, fui travegando pelas ruas e quando parei num farol, notei que havia algumas garotas rodando bolsinha e então, me entusiasmei e decidi procurar alguma que me chama-se a atenção.
Ápos travegar por vários minutos, me deslumbrei com uma bela negra (encostada num poste), de no maxímo uns 30 anos, mais ou menos 1,70 m e uns 70 Kg, vestindo um tomará-que-caia (que não cobria nada, pois dava para se ver totalmente os seus seios volumosos e de auréleas enormes) e uma bermuda .
Quando parei o carro, ela deu um tremendo sorriso e mostrou os seus lábios carnudos. Quando ela se aproximou da janela do carro, disse-lhe: - Quanto é o programa ? E ela respondeu: - São R$ 50,00 reais.
Então, abri a porta e ao entrar, ela disse se chamar Leila e que havia um motelzinho a uns 2 quarteiròes. Daí, perguntei se havia algum problema de irmos para o meu sítio e ela acenou um não com a cabeça. Devido ao meu estado, fiz de minha companheira um muro de lamentações, pois durante os quase 20 minutos, desabafei as minhas mágoas, frustrações, ansiedade, etc. Bom, ao entrarmos em casa, começamos a trocar carícias e beijos e me questão de segundos, a Leila já tinha abaixado um lado do meu sultiã e estava chupando um de meus seios e ao mesmo tempo, enfiou uma perna no meio das minhas e ficou se movimentando. Nesse momento, senti um enorme tesão, mas não queria transar ali na sala de estar e portanto, peguei-a pela mão e levei-a para o quarto. Lá, acendi um abajur e a Leila jogou a sua bolchete sobre a cama. Em seguida, trocamos algumas carícias e então, a Leila tirou o meu sultiã e ao ver meus seios, ela caiu de boca num dos mamilos e no outro, ficou dando leves beliscões. Em seguida, ela começou a lamber a minha barriga, umbigo e suas mãos não paravam de acariciar as minhas coxas. Daí, ela tirou a minha saia e me deitou na cama, mas fiquei com as pernas prá fora. Então, a Leila tirou a minha calcinha e abrindo as minhas pernas, começou a acariciar o meu grelinho com a ponta de um dedo. Bom, foi uma rapída siririca, pois logo ela começou a lamber a minha xoxota bem lentamente, mas com o passar dos segundos, ela aumentava rapidamente as lambidas e portanto, em pouco tempo, a Leila me lambia com voracidade. Prá mim era um prazer sem igual, pois eu não parava de gemer, gritar e de acariciar os meus seios. Bom, não sei se devido ao me estado, em questão de minutos, eu já estava proxíma do orgasmo ( uma situação rara, pois dificilmente tenho um orgasmo em tão pouco tempo ) e então, disse para a Leila: - Mais rapído ... mais ... mais ... MMAAAIIIISSSSSSSSSS .... Daí, fiquei me debatendo e sentindo a Leila sorvendo todo o meu melzinho.

Quando a minha respiração estava se normalizando, levantei a cabeça e vi a leila em pé, de costas, sem o tomara-que-caia e tirando a bermuda. Em seguida, ela se virou, mas deixou uma mão cobrindo a sua buceta. Daí, ela subiu na cama e deitou do meu lado, mas com seus seios na altura da minha boca. Por isso, nào me fiz de ingênua e comecei a lambê-los e chupá-los e com as mãos acariciei sua barriga, coxas, mas quando fui turar a sua mão para acariciar a sua xoxota, ela não permitiu, mas empurrou a minha cabeça em direção do seu ventre. Naturalmente, entendi o que ela queria e portanto, fui lentamente lambendo o seu busto, barriga, umbigo e até alguns de seus dedos. Enquanto lambia os seus dedos, fui me colocando no meio das suas pernas. Depois de alguns minutos, lambendo seus dedos e acariciando as suas coxas, a Leila finalmente tirou a mão, mas para meu espanto, ao invés de uma xoxota me deparei com um pênis meio mole. Na hora, levei um baita susto e quando ia bota-lá para correr, a Leila pegou a sua bolchete e mostrou uma navalha e olhando prá mim, disse: - Vai queridinha ... lambe o meu pintinho ... Bom, fiquei paralisada por alguns segundos e então, decidi fazer o que ela ordenou e com lagrímas nos olhos, comecei a passar a língua sem muita disposição, mas após alguns minutos, a Leila disse: - Agora queridinha, enfia na boca e faz ficar uma tora ... Naturalmente, fiquei novamente paralisada, mas como não tinha como sair daquela situação e então, decidi dar o maxímo de mim, isto é, chupei aquele pinto com força, mas com a intenção de fazê-lo gozar rapído. Bom, fiquei vários minutos nesse boquete e derepente a Leila levantou a minha cabeça e disse: - Agora vai ... senta nele ... atola na sua buceta ... Nessa hora, pensei em sair correndo, mas novamente ela pegou a sua bolchete, tirou uma camisinha e após fixá-lo em seu pinto, disse: - Vamos queridinha ... senta nele ... cavalgue gostoso ... Bom, fiquei totalmente trêmula, mas fui me ajeitando e sentei de uma só vez e fiquei imóvel e então, a Leila começou a acariciar os meus seios e a dizer: - Olhe pro meu corpo ... nao sou uma mulher gostosa ... não te excito ... Eu nada respondia e continuei parada e então, ela pegou as minhas mãos e começou a passa-la pelo seu corpo, desde a barriga até o rosto e dizendo frases como: - Sinta a minha pele macia ... meu seios enormes ... meus lábios carnudos ... Bom, a Leila repetiu esse ritual por vários minutos e com o passar do tempo, fui ficando excitada e num determinado momento, levei a mão direita para os meus seios e fiquei acariciando. Em seguida, desci a mão até o grelinho e comecei a tocar uma siririca e com a outra mão, apertei forte um dos seios da Leila e em retribuição, ela deu aquele largo sorriso. Daí, com o corpo pegando fogo, comecei a movimentar lentamente os meus quadris prá cima e prá baixo, mas quando a Leila passou as suas unhas nas minhas coxas, não aguentei e comecei a galopar como uma verdadeira amazona. Bom, era um prazer inacreditável e por isso, tive vários orgasmos multíplos e quando dava uma parada para recuperar o folêgo, a Leila segurava os meus quadris e me movia prá cima e prá baixo, mas de uma forma, bem delicada. Num determinado momento, me inclinei prá frente e segurei nos seus ombros e ai, não teve jeito, pois galopei pr mais alguns segundos e gritei: - Aiii ...voouuuu ... gozaaaaaaarrrrrrrrr ... Aiii ... Então, durante o orgasmo fiquei me debatendo e inclusive joguei o corpo para trás, mas só não cai prá cama, porque a leila me segurou firme pela cintura. Após recuperar o folêgo, joguei o corpo prá frente e fiquei suspirando em seu ouvido e dizendo: - Você é incrível ... nunca tive um assim ... tão violento ... E ela respondeu: - Oras, queridinha ... a festa mal começou ... Em seguida, a Leila me colocou deitada de barriga prá cima e após enfiar seu cacete na minha xoxota, ela deitou sobre mim e ficamos trocando carícias e beijos. Ela movia o seu corpo bem lentamente e dizia: - Tá gostoso, minha flor ... sinta os nossos seios durinhos ... se esfregando ... Aquilo prá mim era uma tortura gostosa, pois estava muito excitada, mas não conseguia ter nenhum orgasmo. Após alguns minutos, não aguentei e comecei a gritar: - Vamos, minha machinha ... me fode ... fode ... fode ... Aiiiii ... Em seguida, a Leila apoiando-se em seus braços, começou a meter com vigor. Apartir desse momento, não consegui me controlar e fiquei me debatendo, gritando, berrando e os orgasmos vinham e iam. Depois de alguns minutos, a minha vista ficou turva e então, gritei: - Aiii ... soca ... Aiii ... to ... GOZZAANDOOOOOO ... Daí, fiquei me debatendo e sentindo as minhas energias se esvaindo do meu corpo. Depois de me acalmar, a Leila tirou o cacete da minha xoxota, tirou a camisinha e após uma rapída punheta, gozou sobre minha barriga. Há princípio, a sensação de seu orgasmo sobre a minha pele foi como uma descarga eletríca, pois voltei a lucidez e até me choquei com o meu desempenho. Depois de alguns segundos, a Leila voltou a deitar-se sobre mim e trocamos mais algumas carícias e beijos e em seguida, a Leila deitou-se do meu lado na cama. Bom, acabamos adormecendo e não sei quanto tempo depois, acordei e fiquei observando a bela escultura feminina. Em seguida, segurei o seu pinto flacído e após relutar um pouco, enfiei ele na boca e comecei a chupar, pois queria sentir a sensação de fazê-lo ficar ereto. Mas que sensação diferente e maravilhosa, pois nem se compara a aquelas coisas frias e sem textura, pois é uma sensação indiscutível sentir cada centrimentro de nervo crescendo dentro da minha boca. Depois de alguns minutos, percebi que a Leila estava acordada e então, peguei uma camisinha em sua bolchete e após coloca-la em seu pênis, iniciei uma nova cavalgada, mas dessa vez, a Leila nào aguentou muito tempo, mas também foi bem prazeiroso. Em seguida, fomos tomar uma ducha e então, levei-a para o seu ponto e quando nós despediamos com um ardente beijo, coloquei em seu tomara-que-caia 2 notas verdinha e em retribuição, ela deu aquele sorriso maravilhoso. Então, voltei pro sítio e dormi tranquila e satisfeita a tarde inteira. Bom, devo esclarecer para as entendidas de que continuo a não ter interesse pelo sexo oposto, pois jamais iria prá cama com um homem. Entretanto, apartir dessa relação, pelo menos de 4 em 4 meses, procuro a deliciosa, Leila.

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