quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Transa no Escritório

autor desconhecido


Mais um Sábado perdido. Fui eu para o escritório.
Estava com um monte de pendências porque tinha acabado
de mudar de função e o começo ainda estava um pouco
difícil.
Ao chegar no segundo andar encontrei o Marcelo. Um
gatinho que trabalhava no setor ao lado. Ele tambem
estava lá, com seus olhos azuis maravilhosos e aquele
corpo todo queimado de sol. Geralmente o pessoal ia de
terno e gravata trabalhar, mas no Sábado! Ele tava com
um shortinho daqueles bem curtos, que eu nunca deixaria
namorado meu usar. Mostrava sua perna grossa digna de
uma bela mordida. E aquele tórax, meu Deus o que era
aquilo... ficquei doida só de ver. Eu tb estava bem
à vontade, de saia preta e uma blusinha branca, sem
sutiã. O cabelo preso. Ele veio em minha direção e
perguntou se tnha muita coisa pra fazer. Fiquei sem
jeito, mas tenho certeza de que ele olhou para os meus
seios. Acho que ele percebeu e esquivou o olhar. Eu
disse que sim e provavelmente iria embora na hora do
almoço Ainda era cedo e ele me convidou para
almoçarrmos juntos, pq tb achava que ia ficar muito
tempo lá. Claro que eu aceitei, mas devo ter ficado
roxa de vergonha. Era tudo que eu sonhava. O
cara mais lindo que eu tinha conhecido até então me
convidando para almoçar. Sabe ot tipo do cara que a
gente fala: Esse eu dava com certeza? Nem acreditei.
Corri mais uma vez os olhos no seu corpo malhado, que
Deus Grego! Enquanto dizia que sim com a cabeça ele
voltava para sua mesa, com um olhar maroto.. Fiquei
olhando sua bundinha, e comecei a imaginar loucuras.
Não conseguia me concentrar em nada, liguei o
computador, mas a idéia de que só estávamos nós lá
naquele escritório me deixava excitada. Fazia um tempo
que tinha terminado com meu namorado e estava doida de
vontade de transar. Fiqei pensando na gente dentro do
escritório e imaginando como seria transar com ele á
dentor, Aquele cara era perfeito, resolvi me aproximar,
mas não deu nem tempo. Ele tinha dado meia volta e
falou comigo de novo. Perguntou se eu queria ajuda. Ele
me olhava de um jeito estranho, parecia que eu estava
nua. Falei que sim e ele sentou do meu lado. Pintou um
clima entre nós naquele momento e d eixei escorregar um documento, ele abaixou para pegar e ficou um tempo a mais no chão olhando para as minhas pernas. Sua cara ficou bem de frente para elas, bem no meio e eu não fiz questão nenhuma de fechá-las. Mas qdo ele ficou de frente novamente comigo, ele foi direto ao ponto dizendo que minhas penas eram muito bonitas. não aguentei e perguntei se ele já tinha ficado assim no escritório sozinho com uma mulher. Ele disse que não,
mas que estava achando ótimo. Resolvi investir e disse
que ele não tinhaidéia do que podia ser ótimo. Ele me
olhou de perto, segurou meu rosto e me deu aquele
beijo! Logo em seguida disse, que tinha idéia sim.
Nossa, fiquei sem fôlego. A gente mal se conhecia e eu
toda assanhada. O que ele poderia pensar? Que se dane.
Dei outro beijo nele e percebi que um volume se erguia
da sua calça. A gente só tinha se beijado e o pau dele
já estava todo duro. Aquela visão me deixou toda
excitada. Minha calcinha ficou molhada na hora. Ele
começou a acariciar  as minhas pernas que estavam à mostra. Fiquei um pouco preocupada. E se tivesse câmera de segurança? O que podia acontecer? Mas suas mãos subiam e iam cada vez mais para cima. Seu pau estava querendo saltar para fora e resolvi colocá-lo para fora do short ali mesmo.
Nunca imaginei que um dia ia fazer aquilo. Ali no
escritório, com um cara que eu mal conhecia. Mas ele
era tão gostoso, seu corpo tão sarado que não consegui
me conter. Abri mesmo e tirei seu pau para fora. E que
pica enorme, bem definida. Não queria demorar lá, mas
queria experimetar aquela pica. Enquanto sua boca macia
me beijava eu massageava o seu pênis. Ele começou a
abrir minha blusa, parecia não se importar com nada e
enfiou a lingua no meu peito, colocou sua boca gostosa
sobre ele e mordeu de leve o bico do meu seio que
estava todo duro. Ele desceu a mão para a minha xota e
enfiou um dedo. Seu dedo saiu todo molhado e ele mexeu
no seu pau passando o líquido da minha buceta sobre
ele. Imediatamente desci para seu pau e engoli com o maior prazer. De repente ouvi um barulho. Era o elevador chegando. Como de costume o guarda estava fazendo a sua ronda. Nos enfiamos em baixo da mesa, fiz um sinal com o dedo por sobre a boca para fazer silêncio. O guarda só dava um look geral e nunca entrava no departamento. Eu estava
acostumada aquelas rondas de Sábado. As mesas eram
cercadas por baias e dificilmente ele iria nos ver. O
Marcelo quis guardar seu pau, mas não deixei, comecei a
chupá-lo em baixo da mesa mesmo, ali no carpete, no
chão. Que pau mais gostoso, rosado e firme. Engolia com
prazer, deixava escorrer minha saliva em volta dele e
chupava tudo com vontade. O segurança saiu e ele pode
dizer : Como vc chupa bem! Eu sabia que sim, adorava
fazer aquilo, adorava sentir, lamber, enfiar na minha
boca um pau gostoso como aquele. Fiquei circulando a
língua na cabeça do seu pau e depois enfiava tudo de
novo dentro a minha boca. Ele se deliciava com a cena e
eu ficava ainda mais excitada  , querendo sentir seu pau entrar de uma vez.

A essa altura não adiantava voltar atrás, ficar com pudores.
Era tudo ou nada, então nos colocamos de pé novamente,
arranquei minha calcinha, ele não acreditava, e pedi
para ele meter ali mesmo, ao lado da mesa onde eu
trabalhava,. Queria sentir seu pau entrando dentro de
mim, não conseguia mais aguentar. Ele me colocou de
costas, ergueu a saia, segurou minha cintura e meteu
com tudo... Que delícia. Enfiou mesmo. Parecia um
alívio, meu corpo estremecia todo enquanto ele enfiava
sua pica enorme para dentro. Minha buceta toda molhada.
Seu pau escorregava para dentro e saia, entrando e
saindo, e eu gemia de prazer, sussurrava, bem baixinho,
para ninguem ouvir. Foi sem camisinha, não teve jeito,
mas isto fez sentir melhor a força da sua pica. O
Marcelo me fazia suar. E ele segurava forte, dizia como
minha bunda era gostosa. Colocava as mãos apertando os
seios na blusa entreaberta enquanto metia. Começou a
morder meu pescoço. Eu estava   adorando. Sentia sua língua roçar meu pescoço, mordiscar, lamber de leve enquanto ele metia seu cacete. Ele começou a meter mais rápido dizendo que não ia segurar muito tempo. Eu estava tonta e quanto mais ele me apertava e me mordia, quanto mais ele metia,
mais eu sentia vontade de gozar. Não aguentei mais e
enquanto ele me fodia velozmente, minha buceta se abriu
mais, molhou mais e senti um calor percorrer todo o
corpo, soltei um gemido de prazer e Gozei muito, muito
mesmo. Ele sentiu as contrações da minha vagina e disse
que não ia segurar novamente. Falei para ele gozar na
minha boca. Disse que queria sentir sua porra na minha
cara, ali no meio do escritório. Que queria chupar tudo
até a última gota e lamber seu pau molhado do meu gozo.
Ele tirou o cacete e logo meti para dentro da minha
boca, comecei a chupar com tudo, lambendo e olhando
para ele, esfregava seu pau na minha cara e dizia que
queria ver a sua porra jorrar nela ali mesmo. Ele olhou
dos lados e em seguida  fechou os olhos, senti seu pau muito quente e comecei a chupá-lo fazendo movimentos para dentro e para fora, enfiando ele na minha garganta. Segurei as suas pernas grossas e apertei com força enquanto engolia a sua porra. Ele gozava dentro da minha boca enquanto forçava
seu pau para dentro dela. Chupei tudo, sem deixar cair
nada. Ele ficou com a perna bamba e sentou na cadeira
que estava do lado. Eu já recomposta, engoli tudo e dei
um sorriso de satisfação.
Depois deste dia se iniciou uma verdadeira tara. Tanto
ele quanto eu somos maníacos por sexo.
Temos feito coisas absurdas juntos, mas fica para uma
próxima história...
Aninha

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