quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Traí meu marido dormindo? (Parte I, II e III)

contos de Ana Dalva

 Há cinco meses atrás, navegando pela Internet,
casualmente achei um site sobre contos eróticos em que
algumas pessoas relatavam experiências sexuais.
Imediatamente me senti motivada para relatar um fato
que ocorreu comigo. Convém salientar que por motivos
óbvios os nomes das pessoas envolvidas foram alterados, assim como os lugares.
     Meu nome é Ana Dalva, sou professora de Inglês em
um colégio particular, tenho quarenta e dois anos,
1,69 m, 75 kg, clara e cabelos castanhos curtos. Tenho
pernas e coxas grossas e me visto sem extravagância.
Tenho uma vida sexual com meu marido do tipo "papai e
mamãe". De certa maneira não posso me queixar, pois
fazemos amor com uma certa freqüência. Ele é
coordenador chefe de uma empresa de consultoria de
informática aqui em São Paulo (Capital),
especificamente na área de cursos de aperfeiçoamento.
Como ele nem sempre tem tempo de preparar as reuniões no local de trabalho, algumas vezes leva trabalho para casa, com o propósito de preparar a pauta de algumas reuniões, levando sempre um auxiliar para ajudá-lo.
Embora não gostasse dessas reuniões, eu as aceitava
por questão de comodidade dele. Certo dia, ele passou
a levar um funcionário recém contratado de nome
Carlos. Era um homem de certa maneira comum, de uns
trinta e cinco anos, se vestia bem, calmo e falava
somente  o necessário. De certa maneira foi-se criando uma certa amizade no que diz respeito aos assuntos da
empresa, como também de nossas vidas pessoais, e o
máximo em que se conseguiu falar de assuntos mais
íntimos, foi quando ele falou de seu família, que era
casado e que tinha dois filhos. Algumas vezes ele
chegava em casa antes de meu marido, ficava na sala
visitas estudando o planejamento das reuniões ou
outras vezes vendo apenas TV, e eu no meu quarto
preparando ou corrigindo provas. Eu o tratava de
maneira convencional com a educação necessária e digna
de uma anfitriã. Ele por sua vez sempre me tratou bem
e com o maior respeito e formalidade.
     Mas, certo dia, ambos chegaram de repente em casa
para preparar a pauta uma reunião importante, meu
marido me pediu que eu retirasse de cima da mesa da
sala as coisas que se encontravam nela. Quando estava
inclinada retirando o vaso, cinzeiros e a toalha que
cobria a mesa, casualmente olhando para o nosso amigo
Carlos, notei que ele estava olhando para meus seios
que se encontravam parcialmente à mostra, pois dois
botões da blusa estavam abertos sem eu ter percebido.
Quando o fitei, ele imediatamente desviou a direção de
seu olhar, ficou ruborizado, mudou inclusive de
posição, demonstrando grande timidez. Confesso que
isso me excitou e que me deixou muito lisonjeada,
pois, percebi que estava sendo alvo de algum tipo de
observação e que alguém estava me vendo como uma
mulher desejável. Meus pensamentos a partir daquele
dia foram de exibicionismo, pois passei a desejar a
presença dele para poder me exibir e principalmente me insinuar, sempre é claro com demonstração de nat
uralidade. Mas, a minha boceta ficava sempre
molhadinha com a presença dele, ainda mais, quando me
olhava disfarçadamente.
     Entretanto, a idéia de trair o meu marido com
aquele homem, era muito complicada para mim, devido a
questões religiosas, sociais e até por receio.
Procurei então tirar esses pensamentos de minha
cabeça. Certo dia, Carlos apareceu logo no início da
noite conforme havia combinado com meu marido. Ao
atendê-lo na porta, senti imediatamente seu perfume ao
beijar-me no rosto. Meu coração disparou, senti minha
boceta piscar e procurando ser o mais natural
possível, pedi que ele entrasse e se acomodasse na
mesa para aguardar a chegada de meu marido. Quando ele se encaminhava para a mesa, meus desejos afloraram, senti uma vontade enorme que aquele homem me tocasse e me beijasse para valer. No momento em que eu saía da sala para deixá-lo à vontade, ele comentou sobre a pauta da reunião extremamente importante que tinham que preparar para o dia seguinte; sua voz soava como música! Alguns minutos depois, o telefone toca.
Meu marido pede para avisar o Carlos que ele vai chegar bem ma is tarde porque estava comprometido com um jantar com a diretoria nacional da empresa e que estava dando permissão e pedindo para que fosse preparada a pauta da reunião do dia seguinte. Transmiti o recado ao Carlos e disse a ele para ficar à vontade, pois iria dormir.
Disse ainda que eu iria tomar um calmante muito forte e que em tom de brincadeira, disse que com esse remédio eu praticamente iria desmaiar. É claro que eu não iria tomar calmante algum! Pedi então a ele para que quando terminasse o trabalho e fosse embora, fechasse porta da casa e jogasse a chave pelo postigo da janela lateral e ainda, se fosse possível me avisasse de sua saída.
Eu sabia que esses jantares sempre terminavam altas horas da noite. Tomei um banho demorado com os pensamentos naquele homem. Ensaboei-me todinha com um sabonete hidratante que deixa a pele macia e extremamente perfumada e cheirosa. Enquanto me
enxugava, o perfume tomou conta do banheiro. Vesti o
meu baby-doll preferido branco de calcinha branca de rendas bem cavadinha. Os biquinhos de meus seios pareciam que iam furar a seda e calcinha marcava e delineava minha boceta depilada. Quando me olhei no espelho, pude notar o contorno dela assim como a cavidade da entradinha dela, pois minha boceta
é bem saliente. Deixei o quarto na penumbra, coloquei
minha máscara de dormir tipo tapa-olhos, pois ao
amanhecer entra uma claridade muito forte pela janela.
Deitei de barriga para cima e me cobri com o lençol,
deixando a lateral de minha coxa aparecendo, assim
como uma parte da calcinha. Meu coração disparava,
minha boceta latejava e meu corpo tremia de tesão.
Será que Carlos teria a coragem de entrar no meu
quarto ou pelo menos chegar até a porta para avisar
que ia embora?
     Aproximadamente uma hora depois escuto voz de
Carlos me chamando de Dona Ana Dalva como sempre faz.
Chamou-me umas duas ou três vezes e como eu queria que ele pensasse realmente que eu estava dormindo pesado, fiquei quieta.
Pela lateral da máscara percebi que ele estava na porta do quarto me olhando e ainda me chamando mais uma vez, só que desta vez de maneira mais suave. Notei ele entrando silenciosamente e para reforçar para ele a impressão que eu estava praticamente desmaiada, ainda emiti um ronronar.
Estava realmente adorando a idéia de que ele pensasse
que eu estava dormindo. De repente senti suas mãos
afastando o lençol, deixando amostra minhas pernas e
coxas. Ele levantou a parte de cima do baby-doll e
ficou olhando por alguns momentos a minha mini
calcinha de renda branca. Deslizou suavemente suas
mãos pelas minhas coxas, depois pela parte interna e
subindo até a boceta. Tocou nela e depois apalpou-a
carinhosamente, primeiro sobre a calcinha e depois
enfiando pela lateral fez concha na minha boceta coma palma de sua mão. Senti minha boceta latejar mais uma vez e umedecer a minha calcinha. Pela lateral da máscara vi Carlos olhando extasiando para ela e ao mesmo tempo senti a sua respiração ofegante. Momento seguinte, suas mãos foram até os meus quadris e segurando as laterais da calcinha, retirou-a pelas minhas coxas e pernas.
Uma enorme sensação de prazer começou a se
apossar de mim, pois estava eu naquele momento a mercê
daquele homem. Minha boceta depiladinha, carnudinha e
muito molhada estava agora livre a totalmente à
mostra. Seus dedos tocavam na estradinha dela,
massageava ora meu grelinho, ora introduzia seus
dedos. Outras vezes, cobria a boceta com a palma da
mão, outras vezes introduzia os dedos novamente.
Quando ele colocou sua mão esquerda quase pressionando e cobrindo a parte de cima da boceta e a mão direita massageando o meu grelinho, não pude me conter. Gozei como a muito tempo não sentia, lambuzando seus dedos.
     Devo ter estremecido, pois notei Carlos olhando
para meu rosto querendo se certificar se eu havia
acordado, mas o máximo que fiz foi mais uma vez foi
ronronar como uma gata (para dar a impressão que eu
estava dormindo forte) e abri mais as pernas, como que
desejando mais. Foi a massagem mais deliciosa de minha
vida. Mas quando pensei que havia terminado e estando
de olhos fechados, comecei a sentir um calorzinho na
entrada da boceta. Percebi então que ele estava
beijando e chupando. Ele simplesmente colocou suas
mãos em volta dela e com os dedos abriu os lábios da
entradinha e colocou sua boca quase no interior dela.
Neste instante, o gozo foi maior ainda e pelo estalar
e barulho do sugar de sua boca, ele deve ter sentido e
se servido de uma grande quantidade do líquido que
literalmente encharcou sua boca! Já estava no segundo
gozo ardente e fantástico. Será que haveria mais? Eu
queria mais! Sei que minha respiração naquele momento
estava acelerada, mas como eu permanecia de certa maneira impassível, Carlos estava certo que eu dormia. O que aconteceu em seguida, realmente eu não esperava.
     Ele se levantou, aproximou-se de meu rosto,
escutei o barulho do zíper da calça dele. Olhando pela
lateral da máscara, vi o seu pau sendo retirado da
cueca. Que coisa linda, seu pau ali pertinho de meu
rosto, na penumbra do quarto. Grosso, rijo, ereto,
forte, robusto, volumoso e com a pele todinha puxada e
a cabeça lisinha e saliente. Ele estava punhetando seu
pau pertinho de minha boca. Quanto mais ele se
aproximava, mais sentia o cheiro de sexo. A cabeça de
seu pau tocou nos meus lábios que estavam ligeiramente
entreabertos. Ele começou forçar a entrada... Enquanto
ele massageava, seu pau agora entrava e saia de minha
boca. Sabia que a qualquer momento ele gozaria, pois
sua respiração e movimentos estavam aumentando.
Naquele momento, minha dúvida era se eu gostaria ou
não de sua porra! Não tive muito tempo para pensar,
quando senti seu líquido inundando minha boca. O que
era dúvida, foi substituída por um indescritível
prazer de estar engolindo aquele líquido ligeirame
nte salgadinho e delicioso. O meu rosto e minha boca
estavam agora lambuzados com o esperma daquele homem.
O suspiro dele foi suave e gostoso de se ouvir. De
repente, ele levantou-se e saiu do quarto. Quando
pensei que ele havia ido embora, voltou com uma toalha
de papel umedecida em água e limpou o meu rosto e
minha boca suavemente e delicadamente.
     Pensei então que tudo havia acabado. Mas não!
Ainda sem calça, ele se aproximou pela parte de trás
da cama e abriu mais as minhas pernas. Estava agora no
meio de minhas pernas e o toque da cabeça de seu pau
na entrada da minha boceta foi estonteante,
arrebatador e inesquecível!
Apoiando suas mãos na cama ao redor de meus quadris, foi lentamente soltando o seu corpo em cima do meu. Senti a cabeça de seu pau entrando firme e suavemente, passando pelas laterais internas de minha boceta. Seu pau estava agora todinho dentro de mim, pude sentir suas bolas tocando na parte de baixo de minha boceta. Iniciou o movimento de vaivém no início suave e depois de maneira selvagem, o meu gozo foi instantâneo e simultâneo com o gozo dele.
O seu corpo sobre o meu e outra coisa que não poderei
esquecer tão cedo! Ele se levantou e vestiu-se. Em
seguida, juntou minhas pernas, colocou de volta a
minha calcinha, arrumou o baby-doll e antes de me
cobrir, foi até meus seios, abriu a parte de cima, segurou delicadamente e apertando suavemente cada
um de meus seios com as duas mãos, deu uma deliciosa
chupada em cada um de meus biquinhos eriçados como
despedida. Arrumou o lençol e foi embora, me deixando
cansada e satisfeita! No meu modo de pensar, não
cheguei a trair o meu marido, pois nem sequer encostei
de propósito no Carlos. Foi ele que fez tudo, pois
estava dormindo! Não precisava dizer, mas Carlos
continuou freqüentando minha casa como se nada tivesse
acontecido; ele acha que realmente eu estava dormindo!
Só tem um porém! Ando sentindo vontade de "quero
mais"! Uns dois meses depois, estando ele com meu
marido na sala e eu no meu quarto, escutei o escutei
fazendo comentários sobre que não podia beber quase
nada de álcool, pois sempre que o fazia, perdia a
noção e esquecia das coisas. Essa conversa me
despertou e tive uma idéia.
Bem, o que aconteceu com essa idéia, vou contar numa outra ocasião! (Parte II)
ana_dalva2@zipmail.com.br

*

Traí meu marido dormindo? (Parte II)

     Quando escutei o amigo de meu marido dizendo que
evitava beber, pois sempre perdia a noção das coisas,
esquecendo-se inclusive de tudo enquanto estava no
porre. Veio imediatamente em meus pensamentos a
vontade de embebedá-lo para me aproveitar dele.
Realizando quase a mesma coisa que ele fez comigo,
quando pensou que eu estava dormindo (veja Traí meu
marido dormindo Parte I). Esse dia chegou antes mesmo
que eu esperava. Meu marido convidou Carlos para um
jantar em minha casa para comemorar o fechamento de um contrato vultoso em termos financeiros da empresa em que trabalha, em que ambos exaustivamente havia
desenvolvido. Após o jantar, meu marido e Carlos
estavam sentados no carpete da sala, onde no chão
estavam espalhadas várias fotos tiradas na empresa por
ocasião da assinatura do contrato mencionado. De vez
em quando eu ia até a sala para encher o copo de
whisky de ambos, não deixando um minuto sequer os
copos vazios. Do meu quarto escutava o papo dos dois
que iam se  rareando até perceber o silêncio. Quando cheguei na sala os dois estavam arriados um de cada lado no chão.
Fui até ao meu marido e disse a ele para se deitar.
Consegui levantá-lo do chão com as poucas energias que
ele ainda possuía e coloquei-o na cama de roupa e
tudo, praticamente desmaiado. Fechei a porta do quarto
com chave como precaução.
     O meu plano estava dando certo! Fui até a sala já
de baby-doll sem calcinha e encontrei Carlos deitado,
todo largado e dormindo no chão ao lado do sofá. Meu
coração batia forte, pois era tal a excitação que
minha boceta latejava, praticamente encharcada.
Ajoelhei-me ao lado dele e comecei a desabotoar
lentamente a camisa, onde vislumbrei seu peito nu e
peludo e em seguida apenas abri o cinto da calça dele.
Fui até seu rosto e colei meus lábios nos dele,
abrindo com minha língua a sua boca. Incrivelmente,
mesmo dormindo ele retribuiu tentando sugar minha
língua. Minha mão esquerda fazia um ligeiro cafuné em
seus cabelos enquanto a direita massageava seus pêlos
do peito. Enquanto deslizava a mão, fui descendo pelas
costelas, passei pela barriga, pelo seu umbigo e,
descendo mais, entrei pela sua calça passando pelos
pentelhos, até chegar ao seu pau. Ele estava flácido e
encolhido, mas mesmo assim foi um sensação
maravilhosa, pois com a palma da mão consegui quase
que cobri- lo totalmente, envolvendo inclusive suas bolas.
Fiquei apertando-o e massageando suavemente durante
alguns minutos, enquanto eu beijava ainda sua boca.
Não resistindo mais, abri sua calça e puxei-a até os
joelhos junto com a sua cueca branca. Seu pau mesmo
naquele estado de flacidez era lindo; peguei nele, fiz
massagens e apertei-o várias vezes sem reação de
ereção. Cheguei meu rosto até ele e senti um perfume
bem leve de sabonete misturado em seus pêlos. Carlos
era um homem asseado e isso me atraiu mais ainda. Abri
minha boca e o coloquei inteiro dentro e comecei a
chupar, com minhas mãos em volta dele apertado-o e
segurando as suas bolas. De repente comecei sentir ele
crescendo dentro de minha boca, aumentando de volume.
A sensação da ereção e rigidez dentro da boca foi
simplesmente maravilhosa.
     Quando tirei a boca e olhei o seu pau, minha
boceta pingou, lambuzando minhas coxas. Seu pau era
volumoso, bonito e ficou ereto sem a ajuda de minhas
mãos. Puxei a pele todinha descobrindo a cabeça
lisinha e dei as lambidas mais gostosas de minha vida,
intercalando com chupadas. De vez enquanto olhava para o rosto dele para ver se estava acordado, ele gemia, suspirava e balbuciou meu nome. Seu subconsciente demonstrava que me desejava e queria talvez como forma de fantasia que eu fizesse aquilo. Punhetei seu pau com a mão e com a boca e fui aumentado o ritmo. Quando o ritmo se tornou selvagem ele gozou tudo dentro dela.
O jato de sua porra foi tão forte, que alem de inundar
minha boca, lambuzou meus lábios e meu rosto. Quando
passei a minha mão lambuzada em minha boceta, ela
ainda estava pingando de tesão e desejo. Foi então que
mudei de posição. Sentei no peito dele com cuidado
para ele não acordar e comecei a punhetar seu pau
novamente com as duas mãos. Quando seu pau
ficou ereto de novo, comecei a esfregar minha boceta
nos pêlos do peito dele; fui recuando minha bunda até
o rosto dele. Levantei-me um pouquinho e acomodei,
colando minha boceta na sua boca, ficando na posição
69 e enquanto chupava o seu pau, senti sua língua
entrando e sugando a minha boceta que vibrava de
tesão, anunciando o eminente gozo. Quando senti a
sucção estonteante de sua boca, o meu orgasmo foi
forte e prolongado. A quantidade de líquido foi tão
grande, que além de ter inundado sua boca, o senti
escorrendo pelas minhas coxas. Quando abri meus olhos
e vi aquele pau rijo, ereto, latejando se preparando
para um novo gozo, rapidamente mudei de posição,
coloquei a cabeça dele na entrada de minha boceta e
sentei com força, fazendo-o entrar com tudo nela. Só
tive tempo de dar umas cavalgadas, pois, quando ele
levantou seus quadris para enfiar fortemente seu pau
dentro da minha boceta, acabou gozando soltando um
suspiro e gemido. A sensação de suas bolas tocando e
sendo  comprimidas na parte de baixo da boceta, perto de meu cu foi outra coisa que não vou me esquecer tão cedo.
     Para que quando ele acordasse não percebesse o
que tinha ocorrido, arrumei sua cueca e calça na
posição e afivelei seu cinto. Abotoei os botões de sua
camisa e fui buscar uma toalha úmida para limpar seu
rosto e boca. Apaguei a luz da sala, tomei um banho e
fui me deitar feliz da vida, satisfeita e completamente realizada. No dia seguinte fiquei pensando se como minha atitude eu havia corneado meu marido. Para ele ser corno, Carlos teria que estar consciente? Se alguém souber a resposta, mande email
para
Ana_Dalva2@zipmail.com.br.

*

Traí meu marido dormindo?(Parte III)

    (Para entender minha história, leia a 1ª e a 2ª
parte) Como o computador de meu marido estava com
problemas, o planejamento da empresa seria feito na
noite seguinte no apartamento de Carlos. O nosso carro
ficaria comigo, pois aproveitaria a reunião deles para
visitar uma colega e amiga da escola de Inglês; na
volta passaria no apartamento de Carlos para pegar o
meu marido. Na noite combinada então fui até o
apartamento buscar o meu marido. Quando toquei a
campainha, Carlos atendeu surpreso. Ele não me
esperava, tinha acabado de tomar banho e estava de
robe! Deu-me um beijo no rosto e foi dizendo que o meu
marido havia adiado a reunião pois surgiu um
impedimento lá na empresa. Quando olhei meu celular,
foi que percebi que havia uma mensagem comunicando
exatamente esse fato. Quando estava me preparando para ir embora, Carlos pediu para eu ficar mais um pouco, tecendo elogios para o meu vestido e dizendo o quanto eu era bonita. É claro que fiquei lisonjeada com os elogios e  excitada, pois seus olhares para as minhas pernas deixavam antever seus desejos. Como reação, figi que não notei! Quando me virei em sua direção, nossos rostos ficaram próximos e ele me beijou, primeiro na face e em seguida deslizou sua boca para a minha.
Nossas bocas se uniram num beijo suave inicialmente e
depois de maneira selvagem. Durante o beijo, suas mãos
envolveram minha cintura, fazendo com que meus braços
ficassem em torno de seu pescoço. Essa posição foi
praticamente de entrega e como ele percebeu, desceu
suas mãos até minha bunda. Suas duas mãos a envolveram com firmeza, apertando-a e massageando-a com força.
Seu perfume e ainda mais sabendo que ele estava de
robe sem nada por baixo, foi me deixando cada vez mais excitada. A pressão de suas mãos comprimindo minha bunda e forçando meu corpo a colar no dele, fez-me sentir o volume de pau encostando em minha boceta;
senti a minha calcinha ficar molhadinha.
     Ele então, com as mãos e dedos, levantou o meu
vestido até a cintura e enfiou as duas mãos dentro de
minha calcinha, apertando a minha bunda. Foi então que
ele fez uma coisa maravilhosa e excitante. Virou-me de
lado, fazendo com que eu encostasse meu quadril em seu
pau, com a mão esquerda na bunda procurou a minha
boceta por trás e enfiou o dedinho dentro dela; e
deslizou a mão direita por dentro da calcinha,
alcançando a minha boceta pela frente. Quando ele a
cobriu com a palma da mão e enfiando também os
dedinhos dentro dela, fui as alturas. Minha boceta
estava sendo bolinada, massageada e apertada por trás
(por baixo) e pela frente, como se ele quisesse me
levantar por ela. Na segunda pressão, acabei gozando
deliciosamente em seus dedos. Imediatamente, soltei
meus braços de seu pescoço e abri seu robe. Seu pau
estava duro e rijo. Não resistindo, eu o peguei com a
minha mão direita e comecei a punhetá-lo com volúpia,
enquanto nos beijávamos. Ficamos nessa masturbação p
or alguns momentos, até sentir que ele ia gozar e aí
eu parei. Queria muito mais do que aquilo. Ele foi me
empurrando em direção a mesa de jantar, sentei nela e
ele tirou a minha calcinha. Empurrou suavemente meu
corpo para que eu deitasse, abriu minhas pernas, puxou
um cadeira e sentou-se no meio delas, de frente para a
minha boceta. Nessa posição confortável para mim e
principalmente para ele, percebi então que minha
boceta iria sofrer uma das maiores chupadas da minha
vida. Ele deslizou suas mãos pela parte interna de
minhas coxas, subindo, alcançou a minha boceta e com
os dedos em volta dela, abriu os lábios dela e
praticamente colocou sua boca dentro. Suas mãos
comprimindo ao redor de minha boceta e sua boca dentro aliado ao fato dele a estar comprimindo, comecei a ter orgasmos sucessivos. Perdi a noção do tempo e dos
orgasmos que senti.
     Ele então se levantou na cadeira, colocou a
cabeça de seu pau na entradinha alagada e lambuzada de minha boceta, posicionou minhas pernas em seus ombros em volta de seu pescoço, segurou meus quadris
abraçando simultaneamente minhas coxas e trouxe meu
corpo para o seu pau. A penetração foi rápida e forte
indo todinho para dentro de mim. O ritmo das bombadas
foi aumentando, as bolas tocando a parte de baixo da
minha boceta, fez com que eu me deliciasse e quando
ele aumentou o ritmo, ele gozou demorado! O jato foi
tão forte dentro dela, que me senti inundada pela sua
porra quentinha, fazendo com que eu novamente tivesse
outro orgasmo estonteante. Minha boceta estava agora
completamente encharcada e quase que anestesiada pelos sucessivos orgasmos, pelas chupadas e pelas massagens.
Desci da mesa e me deitei ao lado dele no carpete da
sala. Ele estava cansado e seu pau demonstrava
claramente o que havia acontecido. Flácido, encharcado
de meus líquidos e do seu gozo. Senti uma
enorme vontade de colocá-lo na boca do jeito que ele
estava, exatamente como eu havia feito anteriormente
(veja segunda parte). Fui para cima dele e comecei
lambendo a cabeça de seu pau descoberta, vermelha e
lisinha. Dentro de minha boca, ele foi aumentando de
tamanho novamente. Era agora a minha vez de abusar do
pau dele. O segurei com as duas mãos e comecei a
chupar aquela gostosura, fazendo movimentos de vaivém, fazendo uma chupeta e o masturbando com a boca.
Quando seu pau estava completamente ereto e rijo, pulei para cima dele, segurei seu pau na direção de minha boceta e iniciei uma cavalgada de início calma e depois selvagem. Queria gozar mais uma vez naquela posição.
No momento que os movimentos aumentaram, senti o jato
de sua porra novamente dentro de minha boceta e essa
sensação fez que eu gozasse como louca e
desenfreadamente. Soltei um gemido de prazer,
satisfação e felicidade, e me arriei ao seu lado,
quase que desfalecida.
     Vesti-me rapidamente e despedi-me sem olhar para
ele deitado no carpete e fui para casa, torcendo para
que meu marido ainda não tivesse chegado. A minha
torcida valeu! Cheguei a tempo e tomei um banho bem
demorado e relaxante, e fui dormir completamente
realizada. Desta vez, traí meu marido mesmo, de
maneira consciente de ambas as partes! A sua falta de
atenção para comigo fez com que eu chegasse a essa
situação. Se ele continuar dessa maneira, com certeza
vou atrás novamente do Carlos, pelo menos pelo prazer
sexual.
Ana_dalva2@zipmail.com.br

2 comentários:

  1. Deliciosos contos, (parte I, II e III) bem escrito, excitantes que enchem a gente de tesão. Parabéns, com um homem assim eu tb trairia meu marido!!!!! Bjs Lua Quente

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  2. Muito bom esse conto 123 fiquei muito excitado com gosto de quero mais.

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