quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

 

Minha experiência com fisting fucking.

autor desconhecido

Minha experiência com fisting. By Sue. Conheci Fê num
congresso de Marketing, em São Paulo, há alguns anos. O
saguão do hotel onde se realizava o evento estava
lotado, e, como eu chegara tarde acabei por sentar numa
das últimas fileiras, ao lado de Fê. Com o passar do
tempo e das palestras, acabamos por nos conhecer e nos
tornamos grandes amigas. Fomos almoçar juntas e, nos
dias que se seguiram, não nos separamos mais. Como ela
morava em São Paulo mesmo, acabou sendo minha cicerone.
Levou-me à noite a alguns restaurantes legais, e, nisso
fomos nos tornando íntimas. Numa das noites em que
saímos, junto com outros congressistas, acabamos em um
barzinho divertido com música ao vivo e com muita
gente. Aos poucos, muitos daqueles que nos acompanhavam
foram embora para o hotel. E Fê pediu para que eu
ficasse, pois me levaria depois. Acabamos ficando
apenas nós duas, e, com o vinho que estávamos bebendo,
já conversávamos sobre tudo, e, como já era de se
esperar, sobre sexo e intimidades. Fê me pareceu muito
desinibida, com uma personalidade forte e muito
determinada em suas decisões. Trabalhava em uma
multinacional, num cargo de chefia e disse que era
solteira por opção, com seus trinta e poucos anos, em
ótima forma. Decidimos ir embora, e , no caminho,
convidou-me para conhecer seu apartamento. Não vi
nenhum problema, pois simpatizei-me muito com ela e
aceitei o convite. No carro continuamos falando de
sexo, namorados e coisas afins. E, num momento, ela
confessou que já experimentara tudo em matéria de sexo.
Eu, surpresa, perguntei se era verdade. Ela confirmou
com naturalidade. Chegou a confessar que já estivera na
Alemanha e participara de um filme pornô hardcore. Eu,
intrigada, perguntei o que era hardcore. O que ela
respondeu imediatamente, que era um filme com sexo mais
pesado, anal, fisting, dupla penetração e outras
coisas. Eu estava incrédula, achando que ela estava
brincando. Chegamos no seu ap. e me surpreendi com o
luxo, a beleza e o requinte. Era a cara dela. Fiz
menção de comentar algo, mas fui interrompida com sua
fala, dizendo que tudo fora trabalho de uma amiga
arquiteta e decoradora. Ela perguntou se eu queria mais
um pouco de vinho, já que estávamos bebendo no bar. Eu
aceitei. Ela levou-me até sua sala de vídeo. Colocou um
filme e me deixou assistindo, enquanto disse que ia
tomar banho. O filme era aquele em que ela tinha
participado. Eram cenas que eu jamais tinha visto.
Fiquei vidrada assistindo. Mas não a reconhecia em
nenhuma cena. Quase todos os atores usavam máscaras. Vi
dupla penetração e até uma mulher enfiando toda a mão
na vagina de outra. Um homem com um pau enorme fazendo
sexo anal, que deixava a mulher com o ânus todo aberto.
E, quando ele tirava o pau, outra mulher enviava a
língua lá dentro. As mulheres gemiam. Nisso, após uns
vinte minutos, Fê voltou e me vendo petrificada
assistindo, perguntou o que eu estava achando. Respondi
que parecia uma loucura. Jamais tinha visto cenas
assim. Ela serviu-se de um pouco de vinho também e
começou a dar uma aula sobre sexo. A cada pergunta, ela
respondia imediatamente com uma naturalidade que me
surpreendia. Eu perguntei onde estava ela no filme. Ela
respondeu dizendo que era aquela que agüentou aquele
enorme pau. Ou seja,? a do cuzinho arregaçado.
Comecei a perguntar muitas coisas. Ela foi dizendo que
as atrizes faziam lavagem intestinal, usavam plugs
anais para dilatar e bastante lubrificante, mas que não
doía, era só um questão de se acostumar. Eu,? a
essa altura,? não agüentava mais ver aquelas
cenas, estava super excitada. Ela perguntou se eu nunca
fizera sexo anal. Disse que não e sempre achava que
seria dolorido. Fê, como uma doutora no assunto, chamou-
me até o seu quarto e mostrou-me uma coleção de
apetrechos de sexo, como vibradores, plugs anais,
bolinhas tailandesas e de pompoarismo e outros. Fiquei
curiosa e perguntava tudo. Ela ria da minha ingenuidade
e inexperiência. Mas eu estava gostando e acho que ela
também. Até que ela pegou um plug anal para dilatação,
como ela disse, lubrificou e me deu, dizendo: - coloca
em mim! Seguindo suas ordens, vi ela tirar seu roupão,
nua, com uma pela muito alva, uma linda bunda e toda
depilada, abriu suas nádegas e eu introduzi o plug.
Viu, não doeu? Quer experimentar? Já tonta de
vinho e super excitada, aquiesci. Ela começou passando
um pouco de gel lubrificante, massageando meu ânus, que
me deu uma sensação muito gostosa. Logo depois, enfiou
um pequeno plug, menor do que eu colocara nela.
Aguardamos um tempo conversando, até que ela veio até
mim, após uns vinte minutos, pedindo-me para ficar de
quatro no sofá para ela tirar o plug. Ela tirou
devagar, e quase gozei, depois ela introduziu um outro
maior e, enquanto introduzia, passou sua outra mão na
minha vagina toda molhada. Eu gemi e ela riu, dizendo:
meu deus você está encharcada e isso é bom. Por mais
incrível que parecesse, eu estava gostando do que
fazíamos. Sem fôlego, sentei no sofá e percebi que ela
estava trocando o plug dela por outro maior. Devia ter
uns 4 cm de diâmetro. Eu, pasma, perguntei se ela ia
agüentar. No que ela respondeu que já experimentara
maiores. Passados mais uns vinte minutos, ela perguntou
se eu queria experimentar uma sensação inédita. Qual?
Perguntei. Então fica de quatro nessa poltrona,
disse.? Atendi. Ela pediu para eu relaxar. Foi
tirando o plug do meu cuzinho bem devagar. Eu apertava
o plug e ela dizia para eu relaxar o ânus. Atendi. Ela
ficou um pouco no vai e vem e eu quase gozei. Retirado
o plug, eu a olhei de relance e a vi lambendo o plug
que acabara de tirar de dentro de mim. Sem demora, ela
com as suas hábeis mãos separou bem minhas nádegas,
abriu bem meu cuzinho já arregaçado e introduziu sua
língua quente e molhada bem fundo. Meu Deus! Devo ter
visto estrelas! Não me contive e gemi como nunca. Ela
deve ter ficado ali brincando mais de meia hora. Eu
devo ter gozado várias vezes. Foi maravilhoso ter
aquela língua gostosa circulando dentro de mim. Ouvia
ela gemer e dizer que era uma delícia meu cuzinho.
Quando ela parou, eu sentei e a olhei, sem vergonha
alguma. Acho que era o vinho, ou a forma como me
tratara. Ela perguntou: - quer saber como é o gosto?
Não respondi, apenas a empurrei e repeti o que tinha me
proporcionado. Fê, que já tinha o esfincter mais
relaxado, deixou seu cuzinho bem aberto e eu introduzi
minha língua lá dentro e fundo, ouvindo seu gemido
forte. Adorei o gostinho salgado das paredes do seu
reto. Ela ficou gemendo e dizendo que eu era
maravilhosa. Pedindo para eu não parar. Jamais imaginei
que ia fazer tal coisa. Mas perdi meus falsos pudores.
Não via aquilo como uma homossexualidade, mas alguém
que queria prazer. Após aquilo tudo, fomos para sua
cama e fizemos 69, usamos vibradores de vários tipos,
bolas tailandesas e, por fim, quando estávamos
exaustas, apenas nos beijamos levemente. No dia
seguinte, bem cedo, tomamos banho juntas, sem muita
intimidade, como se a noite anterior não tivesse
acontecido. Mas, na hora de nos vestirmos, ela me
alcançou um dos maiores plugs anais que tinha, mais ou
menos 4 cm de diâmetro, e pediu para que eu colocasse.
Achei que era nela, mas ela disse que era para mim. Eu
disse que não ia entrar. Pediu para eu virar de quatro,
lubrificou e enfiou. Doera só um pouquinho. Mas passou.
E ela disse que usaria o de 6 cm, o que eu não
acreditei, mas a vi introduzindo tudo naturalmente. Ela
disse: - pronto? ficaremos o dia todo com eles.
Quero te mostrar outra coisa hoje à noite. Me acostumei
com o plug logo em seguida e parecia que não tinha nada
lá. Nossos casacos escondiam qualquer coisa. E o que é
o corpo e como se adapta bem, comentei. Chegando à
noite, saímos do seminário e fomos direto para o seu
apartamento. Vêm, disse me puxando para o banheiro.
Você vai ter que forçar um pouco. Doeu um pouco, mas
saiu. Ela disse que precisaríamos fazer uma lavagem
intestinal para o que íamos fazer. Achei meio estranho,
mas atendi. Tomamos banho e fomos para a sala de tevê e
começamos a assistir um filme, era só com mulheres. No
início, nada de diferente, mas muito excitante, uma
lambendo o sexo da outra. Até que começou algo que eu
também jamais vira. Algumas mulheres começaram a
introduzir a mão toda na vagina de outras e, em outras,
no ânus. Fiquei, mais uma vez, petrificada e excitada,
imaginando o que Fê queria fazer comigo. A essa altura
já estávamos bastante excitadas e muito juntinhas no
sofá só assistindo. E num momento percebi os dedos
ágeis de Fê, na minha vagina toda molhada. Extasiada,
perguntei o que ela ia fazer comigo. Vou te dar prazer,
disse. Apanhou um pouco de lubrificante que trouxera do
quarto, lubrificou sua mão e, primeiro introduziu
alguns dedos na minha vagina. Primeiro um, dois, três,
quatro, mas quando eu estava quase gozando ela parou e
pediu para eu ficar de quatro. Meu coração disparou,
quando eu imaginei o que ia acontecer. Mas fui, não
podia parar agora. Ela lubrificou meu cuzinho e começou
uma gostosa massagem no esfincter. Introduziu um,
depois dois, três dedos e fez um vai e vem gostoso,
parava por uns instantes e colocava sua língua dentro
de mim. Acabei gozando e gemi alto. Ela parou fez um
carinho na minha cabeça e perguntou o que eu tinha
achado. Disse que ela era maluca, mas maravilhosa.
Então agora é a sua vez. Deu-me uma luva preta, longa
que ia ate meu ombro. Pediu para eu lubrificar os dedos
com o gel e fazer uma massagem no seu cu. Tentei
repetir o que ela me tinha feito. Vi que meus dedos
entravam facilmente, um, dois, três, quatro, todos. Num
momento ela pediu para que eu fizesse um vai e vêm e
fosse forçando até entrar toda a mão. Eu estava
atordoada com o que estava fazendo, mas obedeci. Depois
de alguns minutos, minha mão começou a entrar toda e eu
fui colocando e tirando, num vai e vêm que a fez gozar
e ela gemeu. Senti as contrações do seu esfincter
apertarem meus dedos. E, enquanto ela gozava, tirei a
mão e enfiei minha língua num impulso de tanto prazer.
Acho que eu e ela gozamos juntos. Que experiência que
estava tendo. Logo depois, ela me disse, num sussurro,
que eu acabara de fazer um "fisting
fucking" maravilhoso. Ficamos brincando juntas
algumas horas e fomos dormir. A semana do seminário
estava acabando e eu teria que ir embora. Na sexta
feira, Fê pediu para que eu ficasse no fim de semana,
pois me mostraria algumas pessoas interessantes, que ia
adorar conhecer. Titubeei, mas concordei. Não sabia o
que estava por vir, mas isso é estória, para outro dia.
Sue. Quem tiver estórias similares envie para o E-mail -
buschtabieren@hotmail.com

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