sábado, 22 de janeiro de 2011

JÚLIA

conto de Gabriel
narcisosantos@hotmail.com

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Júlia e Mário eram vizinhos nossos, nossas famílias acabaram ficando muito unidas, eles eram divertidos e não só minha família como outras do edifício gostavam da companhia deles. Eles eram muito alegres e tinham um grande círculo de amizades e todo final de semana tinha  sempre uma festa pra ir.
Eu não gosto muito de festas, mas todos insistiram tanto que acabei indo uma vez . Rolava muita música, conversa e muita bebida.  Júlia era muito extrovertida e tinhamos muita liberdade com ela. Nessa época, eu estava morando com a Ana e elas viviam cochichando e rindo.
Sempre fui muito discreto, quase nunca falo sobre a minha vida pessoal, mas Ana tinha esse defeito: gostava de falar sobre nossa intimidade.
Volta e meia Júlia e Mário vinham com brincadeiras sobre nós, a nossa convivência, coisas que eu não gosto.
Nesse dia, lá pelo meio da festa , Mário e Júlia começaram a discutir. Eu vi de longe, ele gesticulando e ela argumentando. Foi de um jeito discreto e logo sairam .
Não foi de propósito, mas quando fui no estacionamento da festa , até o meu carro, eles estavam discutindo perto do carro deles.
Por acaso eu ouvi uma parte da discussão : Mário estava com ciúmes dela, e eu a vi falando claramente : não briga comigo , hoje não, você sabe que quando bebo eu fico doidinha.. Hoje não, por favor, hoje eu quero que seja uma noite especial prá nós. Ele continuava recriminando ela, parecia não ouvir o que ela dizia. "faz tempo que a gente não transa, ela dizia, eu estou com saudades de você, por favor.."
E Júlia começou a fazer carinho nele, alisando o corpo dele e tentando beijar a sua orelha. Ele a afastou , xingando,
Eu não ouvi o resto da discussão porque saí dali e voltei prá festa.
Logo depois, eles também voltaram , não demonstraram nada pra ninguém, mas eu percebi que o clima entre eles não estava bem.
Eles já haviam bebido um pouco, eles bebiam sempre e bebiam bem, como se diz ,mas ,nesse dia, beberam mais..
Na hora de ir embora, do jeito que eles estavam , não dava prá dirigir.
Ana levou o nosso carro e eu me propus a levar Júlia e Mário para casa com o carro deles.
A viagem foi meio constrangedora pra mim.
Júlia fez questão de ir com Mário no banco de trás, onde ele insistia em dizer que estava com ciúmes  e ela argumentava com carícias no peito dele, no rosto, alisando a coxa dele, dizendo sempre prá ele não brigar com ela que ela ficava triste quando ele brigava .
Mário disse : não estamos sozinhos, Ju .
- não faz mal, o Gabriel é de casa, quase da família
- não esquenta, Mário, eu  falei.
- é, mas eu não quero mais falar disso, não quero .
- é sempre assim, Gabriel, disse Júlia, quando ele bebe, fica nervoso, fica ciumento, me trata assim..
Mário fechou os olhos,como que dizendo não to nem aí. Júlia continuou:
- devia ter casado com você, Gabriel. Bem que Ana falou que você é um marido carinhoso e entende a sua mulher. E faz questão de dar prazer prá ela, enfatizou Júlia, olhando bem no rosto de Mário.
- Ana é exagerada, eu disse, e brincalhona, não leva ela tão a sério.
A viagem toda foi assim :nunca tive visto uma crise de ciúmes do Mário, mas achei que era por conta da bebida. Até disse isso várias vezes prá Júlia.
Quando chegamos, Ana os acompanhou  até o apartamento deles e eu fui me deitar.
Pouco tempo depois, Ana chegou e me disse que o Mário estava infernizando Júlia e me pediu para levá-la até a casa da sua mãe.
Eu reclamei e dengosamente Ana me disse que tinha mais uma coisa: a Júlia ia passar a noite na casa da mãe dela e no dia seguinte eu deveria pegá-la e levá-la até o centro, para  o serviço dela. Era o meu caminho normal, eu não tinha como contra argumentar .Acabei concordando com tudo.
Ainda um pouco bebada, mas constrangida, Júlia pediu mil desculpas por ter me incomodado mas disse que Mário tinha bebido muito e no dia seguinte estaria melhor e tudo voltaria ao normal. Seria só uma noite que ela passaria na casa da mãe dela. Eu disse, tudo bem, não é trabalho.
No caminho prá casa da mãe dela, de repente, Júlia encostou o rosto no meu  e pos a mão no meu peito, dizendo : "muito obrigada, você é muito gentil, obrigada mesmo".
O contato inesperado daquele rostinho fofo no meu e a pressão daquela mãozinha  e macia me deixaram excitado.
Foi apenas um momento, mas um momento delicioso.
Quando chegamos em frente ao edifício onde morava a mãe dela, Júlia pegou sua bolsa , me agradeceu, tomou meu rosto com as mãos e me deu um selinho.
Eu fiquei sem reação, o tempo suficiente para ela sair do carro e entrar no edificio.
Quando cheguei em casa, todo mundo estava dormindo. Eu fiquei um tempo acordado , aqueles momentos não saiam da minha cabeça. 
Pensar naquela  gordinha  exuberante , de  seios fartos, bunda grande, cabelos louros, um sorriso iluminado e muita simpatia, me deixava excitado, Fiquei de pau duro sempre que lembrava de um simples selinho, de uma mão no peito.
Demorei prá dormir, quando acordei Ana já estava indo pro serviço e me lembrou de ir pegar Júlia para levá-la até onde trabalhava.
Da portaria liguei prá ela e Júlia me mandou subir, disse que estava acabando de se trocar.
Logo que entrei, fui recebido com outro selinho e outro agradecimento.
Meu pau ficou duro na hora, mas Júlia fazia aquilo de um jeito natural, até inocente (pelo menos foi o que eu achei).
Me fez sentar na sala prá esperar ela se maquiar . Me serviu um suco e ficou conversando comigo pela porta aberta do lavabo.
Disse que foi bom ter vindo, que sua mãe conversou um pouco com ela ,mas logo depois foi deitar. Júlia disse que quase não conseguiu dormir, sua adrenalina estava a mil, ela disse.  Perguntei sobre sua mãe ela me disse que tinha saído bem cedo, prá viajar com as amigas dela.
Disse que tinha passado a noite inteira pensando. Começou a falar sobre o Mário, a reclamar, falar sobre os últimos meses de ciúmes e clima ruim.
Encostei-me na porta do banheiro e fiquei ouvindo ela falar, olhando-a pelo espelho do banheiro . Pouco falei, percebi que ela estava querendo desabafar. Quando saiu do banheiro,  Júlia passou por mim, tão rente que senti o seu perfume e seus seios roçaram o meu braço .
Não preciso dizer que estava enlouquecendo de tesão. Ela foi até a cozinha, pegou mais um suco e me serviu , sentou-se no sofá e ficou mexendo na bolsa, dizendo estar procurando um baton, pediu pra sentar-me ao lado dela , tomar o suco e que já iriamos embora.
Sentei-me no sofá ao lado dela. Ela parou de procurar por um momento, virou-se prá mim e disse:
- Gabriel, você um fofo, muito paciente. Obrigado por ficar me ouvindo.
Pegou meu rosto e me deu mais um selinho .
- Tô adorando o seu jeito de me agradecer, eu disse. Você nunca me agradeceu assim.
- Só longe da Ana, claro, ela não ia entender...é que ,com essa barba toda não consigo beijar o seu rosto.
- Eu queria agradecer o suco, eu disse , pena que você não usa barba.
Júlia riu gostosamente. A gordinha tinha um sorriso lindo, sorria com os olhos de um jeito especial . Disse:
- É, mas eu estou maquiada. Se você beijar o meu rosto vai borrar a minha maquiagem. 
Eu ri .. ela prosseguiu:
- mas ainda não coloquei o baton... e esticou os lábios para um selinho.

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Mas eu estava muito enlouquecido .. Puxei-a para mim, colei meus lábios nos dela e dei-lhe um beijo firme e forte,  enfiando a lingua em sua boca , que foi completamente correspondido e nossas línguas se entrelaçaram em um balé esquisito.
Após o beijo eu não disse nada, fiquei olhando no rostinho dela. Júlia disse apenas : que beijo gostoso, obrigado pelo beijo .E me entregou sua boca novamente .
Esse nosso segundo beijo foi mais ardente ainda. Júlia  era uma fêmea perfeita . Enlaçou-me o pescoço , enquanto correspondia ao beijo, gemendo lentamente.
Depois desses, foram muitos mais os beijos que demos, sentados lado a lado no sofá da casa da mãe dela.
Enquanto isso Júlia acariciava as minhas pernas e num segundo sua mão alcançou meu pau, apertando-o sobre a calça. E, sempre me beijando, abriu a minha calça. Levantou-se e se ajoelhou em frente a mim, tirando a minha calça e a cueca.
- Tô louca de tesão, Júlia disse
Ela já estava vestida para ir trabalhar, usava uma saia social e uma blusinha branca, cavada que realçava bem o volume dos seios exuberantes.
Júlia se levantou, ficou na minha frente, olhava pro meu cacete e tirou a calcinha sem tirar a saia.
Disse: "Me fode, Gabriel, me come bem gostoso como a Ana diz que vc faz !", Ela tentou sentar no meu colo, de frente pra mim, pra montar no meu pau, mas eu não deixei , segurei-a pela cintura, levantei a sua saia até a cintura , beijando e acariciando suas coxas grossas .
"To molhadinha" ela gemia, "que boca gostosa"
Coloquei a mão entre suas pernas e comecei a deslizar os dedos na entrada da xoxota, ela só dizia "que delicia", comecei a massagear o clitóris e ia enfiando alternadamente os dedos na xoxota.
Ela se afastou de mim, deitou no chão, abriu as pernas e repetiu : "
"Me fode, enterra esse cacete em mim!",
Eu me abaixei e sem responder, comecei a chupar. No início, coloquei a boca inteira na xoxota e chupei toda a buceta, depois fiz a lingua dançar no clitóris, e ao mesmo tempo que gemia e dizia "que deliíca", Julia pedia "fode, fode".

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Subi a boca até a sua , Júlia estava de olhos fechados e eu a surpreendi com um beijo longo. Levantei a sua blusa, e tirei seus seios volumosos de dentro do soutien e comecei a apalpar os seus peitos. Os mamilos estavam inchadíssimos e ela gemia. Lambia e sugava os bicos até ficaram durinhos.
" que tesão", disse Júlia e enfiou dois dedos na boceta e começou a se masturbar. 
"Quero te foder" eu disse. Tirei sua mão do caminho, lambendo seus dedinhos grossinhos e molhados, encostei meu rosto no dela e sussurei : " gostosa " . " Me fode, Gabriel "
Enfiei só a cabecinha , ela deu um gemido gostoso e fiquei ali brincando com a cabecinha nas paredes da xoxota.
Ela pegou no meu pau e disse : "enterra"...
Continuei enterrando o pau , à principio lentamente e depois com força,
Gemendo, ela me apertava com as pernas, eu continuava estocando com vontade, enquanto ela cravava as unhas no meu braço.
Diminui um pouco a velocidade, sentindo a sua xoxota contrair o meu pau .
" Mais forte" ela ordenou..
Eu acelerei de novo, metendo sem dó e quase gritando : "Tesuda! sente o meu pau te fodendo gostoso! ".. Enquanto eu enfiava quase martelando a sua buceta, Júlia esfregava o grelinho . " Vou gozar" ela disse ., Diminui o ritmo das estocadas até parar. Suas pernas começaram a tremer e ela gozou gemendo alto.  Ela apertava o clitóris com a mão aberta, anunciando mais um gozo voltou a se masturbar com movimentos circulares no grelinho e gozou de novo, segundos depois.  Foi um gozo muito intenso, eu nem podia   encostar o dedo na sua buceta que ela tinha arrepios. Me pediu prá tirar o pau devagar de dentro dela. Fiquei ajoelhado, de pau duro, olhando prá aquele deliciosa gordinha.

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Júlia ficou  me olhando sem me ver como se olhasse para o vazio. "Goza pra mim,... ". ela disse, segurando meu pau. Me direcionou para que eu deitasse, sentou-se e segurou-o com vontade e começou os movimentos de vai e vem.  Eu gemia , olhando para o teto e para os olhinhos brilhantes dela que se alternavam entre o meu pau e os meus olhos, sorrindo prá mim.
"Pau gostoso",ela dizia e cada movimento da sua mãozinha no meu pau, me causava uma sensação deliciosa e altamente excitante.
Naquele ritmo, o gozo era questão de instantes. Ela parou, encostou os seios deliciosos na  cabeça do pau e voltou a me masturbar; os mamilos durinhos no cacete e eu senti o gozo chegando. É uma sensação indescritível .
"Vou gozar" eu disse . Ela encaixou o pau nos meio dos seios avantajados e esfregou entre eles, mantendo-o bem apertado . Eu urrei e esporrei alucinadamente, o primeiro jato bateu no queixo dela e os outros espalharam esperma no seu colo , na sua blusa , no soutien, que ela havia apenas abaixado.
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Não dava mais prá gente ir pro trabalho. Ambos ligamos para nossas respectivas empresas, dando desculpas. Logo depois, Julia se levantou e foi tomar banho.
Como ela não me convidou, não fui junto. Fiquei ali na sala, só de camisa, deitado.
Ela saiu do banheiro vestindo apenas uma camiseta e me deu uma toalha,perguntando se eu queria tomar banho também .
Tomei banho e sai apenas de cueca.
Júlia não me falou se queria ir embora e eu não queria sair dali.
Tanto que ela me disse que ia fazer um lanchinho prá nós.
Ficamos comendo, nos beijando de vez em quando, sem falar quase nada.
Apesar de ter acabado de foder aquela mulher, eu ainda estava com tesão por ela .

- " vocé é muito gostoso, Gabriel, obrigado por ficar "

Ela falou aquilo de um jeito tão delicioso, ela estava tão sedutora e maravilhosa nesse dia, que cheguei por trás dela e comecei a beijar o pescoço, colocando as mãos sobre os seus peitos, massageando.
Por cima da camiseta, passei a palma da mão no seu mamilo, girando ; apertei um depois o outro, sem pressa, viajando naquelas sensações, até ouvi-la gemer. Então tirei a sua camiseta e abocanhei seu seio. Acariciei com a língua um biquinho e depois o outro, e desci a mão acariciando sua barriga e logo depois a sua xoxota . Júlia soltou um suspiro fundo.
Eu esfregava a sua buceta. Ela colocou a mão sobre a minha, me conduzindo . Comecei a mamar furiosamente, agora no outro mamilo.
Massageava o seu clitóris, conduzido por ela delicadamente. Ela gemeu.
Passei o dedo de um lado para o outro, sentindo toda a maciez da sua vulva. Júlia beijava forte meu pescoço, tive medo dela me deixar marcado, mas naquela hora estava adorando.

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Eu estava completamente tomado pelo tesão e só conseguia pensar em tocar a pele daquela mulher . Beijei aquela boca maravilhosa, enquanto esfregava a mão pelo seu corpo , ainda com cheiro de banho .
Nos beijando e nos acariciando , ela me conduziu para o quarto, deitei-a na cama , de bruços,beijei seu pescoço e sua nuca  e comecei a esfregar meu peito, barriga e consequentemente meu pau que já endurecia pelas suas costas .
- que vai fazer, amor ? ela perguntou, já gemendo.
Fui esfregando meu corpo , mãos e pau pelas suas costas e descendo suavemente até sua bundinha
- aí não, amor, não curto anal - ela falou
- eu apenas disse : shhh, um sinal para que calasse
eu enfiei o pau no meio das suas pernas, esfregando a extensão nos lábios da sua xaninha .
Ao perceber o que eu estava fazendo, Júlia ia arrebitando a bundinha prá sentir melhor meu pau se esfregando.  

Depois disso ,comecei a beijar a sua nuca e murmurar bem junto do seu ouvido . Eu disse que ela era muito gostosa e que eu estava louquinho pra meter a lingua na sua xaninha ..
Com uma das mãos eu acariciava, apertava e esfregava suas nádegas ,
enquanto a minha boca ia descendo pelas suas costas, beijando e lambendo .
Júlia gemia e eu adorava ouvi-la gemer.
Cheguei na bunda dela e comecei a esfregar a língua de baixo pra cima, pegando a xaninha e o cuzinho dela, em longas linguadas, como um cachorro.
Com ela empinadinha, comecei a introduzir um dedo e depois dois na sua buceta.
- ai, ela gemeu, ai, tesão
Abri bem as nadegas dela e comecei a lamber sua xota, Júlia arrebitava mais a bunda , estava de quatro já, para eu conseguisse chupar melhor
Comecei a fode-la com os dedos, num rapido movimento de vai e vem , enquanto mordia e beijava sua bunda.
- Safado! assim eu vou gozar de novo !! 
Júlia ficou parada por alguns segundos, deitada de bruços, então se virou de frente e me puxou para um beijo na boca.
Fiquei deitado em cima dela, com o pau apenas encostando em sua xana.
Era uma sensação maravilhosa..
Alguns minutos e alguns beijos depois, ela empurrou a minha cabeça em direção à sua barriga
- adorei, chupa de novo, to com tesão , quero gozar ....
Fui descendo a boca pelo seu pescoço, colo e seios e sua barriga, enquanto apalpava sua xana com uma das mãos.
Sua xaninha estava completamente encharcada, seu cheiro de femea ainda se misturava com o cheiro do sabonete.
Com ela de barriga pra cima, comecei a lamber  sua virilha. Comecei a circundar os grandes lábios com a lingua  ,
Júlia puxava meus cabelos e suspirava fundo..eu roçava a língua  vagarosamente,fazendo círculos ao redor da buceta, de vez em quando enfiando lá dentro, a lingua  foi escorregando, escorregando e logo estava inteirinha  na sua buceta, indo o mais fundo que eu conseguia
Júlia apenas gemia e contorcia os quadris ao encontro da minha boca, puxando minha cabeça com as mãos para o meio das suas coxas.
Ela só consegui gemer e gemia e se debatia de um lado para o outro
Enquanto beijava aquela xana esfregava uma das mãos em seus seios  e
passava a unha bem de levinho, e depois passei a explorar a porta de seu cuzinho, fazendo movimentos giratórios com um dos dedos, pressionando sem introduzir.
Ela gemia ainda mais com aquilo, então eu comecei a sugar o seu grelinho ,
que ia ficando inchadinho ,  só que agora passava o dedo em sua bucetinha encharcada por minha boca.
Ela me mandou  enfiar o dedo e erguia o corpo para que eu chupassse seu clitóris mais profundamente. 
Coloquei dois dentros dentro da sua bucetinha e voltei a fode-la com os dedos,  foi quando ela passou a gemer com mais intensidade e a se debater, então ela disse que estava quase gozando e aquilo me fez chupa-la com mais vontade, então ela deu um gritinho e eu pude sentir claramente a xaninha   se contraindo na minha boca , antes que ela relaxasse completamente o corpo. Ela tinha gozado. Ainda assim eu continuei a lambe-la, porem ela não reagia.
Então ela me puxou para si, me abraçando com força e dizendo que eu era maravilhoso.
- Nunca ninguém me chupou assim , gozei muitoo.  E prosseguiu:
- Amor...
Cansada, Júlia ficou deitada e não falava nada .. Estava relaxada e me olhou sentado ao lado dela, ainda de pau duro pois não havia gozado.
Ela me falou com voz sonolenta : - você ainda não gozou, né amor?
Vem, goza aqui na minha xoxota..
Ela abriu bem as pernas, eu me posicionei e cheguei a tocar a buceta dela com a cabecinha.
Nisso toca o interfone . Júlia se levantou, me pediu desculpas e disse prá eu manter o pau duro que ela já voltava.
Era Mário. Estava querendo almoçar com ela e conversar.
-Vou ter que ir, amor, Júlia me disse, senão ele vai querer subir e vai te encontrar aqui.
Trocamo-nos rapidamente, ela me pediu pra esperar no corredor e só descer uns 10 minutos depois. Mais tarde, ela me disse que nunca tinha gozado tanto com uma chupada, quanto tinha gozado comigo e que estava sentindo remorsos por ter me deixado sem gozar . Mas que ia me compensar em dobro.

Um comentário:

  1. Grande Gabriel,já te disse: vc é um gênio.Adoro seus contos, cara. Abração..

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