terça-feira, 18 de janeiro de 2011

COMIDA NA BORRACHARIA
By: Enoly

Sou uma mulher verdadeiramente casada com um belo e
bem-sucedido executivo de vendas, que nesses nossos
dez anos de casamento sempre procurou proporcionar-me
gifs_speed_016 todo o conforto e liberdade que certamente a grande
maioria das mulheres casadas gostariam de poder
usufruir. Acostumada a freqüentar os melhores lugares,
bem como viajar constantemente com meu marido, jamais
pude imaginar que um dia acabaria nos braços de um
tesudo e viril borracheiro. Depois de comprar dois
jogos de rodas de liga-leve para o meu carro, meu
marido pediu-me para trocá-las em uma borracharia
localizada na saída de Campo Grande para São Paulo,
onde, quando precisava, mandava os carros do
escritório. Após uma revigorante ducha de água fria e
ter-me secado e passado um refrescante creme
hidratante por todo o corpo, como fazia muito calor
naquele final de tarde de quinta-feira, decidi vestir
uma roupa bem leve e confortável. Como de costume,
vesti uma minúscula tanguinha vermelha, cuja parte de
trás fica completamente enterrada no meu bumbum e a da frente mal cobre meus sempre aparados, sedosos e perfumados
pentelhinhos. Escolhi um conjuntinho jeans formado por
um minúsculo top que mal cobria meus pequenos e firmes
seios e um pequenino short que deixava transparecer na
sua parte de trás as dobras do meu bumbum. Nos pés, um
lindo par de sandálias de saltos sete e meio com tiras
amarradas nas pernas. Nos meus carnudos lábios, passei
um cremoso batom marrom, cor que combinava
perfeitamente com a do esmalte das minhas unhas dos
pés e das mãos. Nos cabelos loiros, cujo comprimento
vai um pouco abaixo do ombro, dei uma bela escovada.
Óculos escuros, bolsa pendurada no ombro, celular numa
das mão e as chaves na outra, entrei no carro e saí em
direção à tal borracharia. Dez minutos depois, estacionava o veículo quase dentro do estabelecimento.
Foi quando vi o homem vindo em minha direção: um
moreno-claro, alto, sem camisa, suado, forte e com um
belo sorriso que mostrava uma dentição per feita. Ao aproximar-se da janela do carro e visualizar meu tesudo par de pernas, o borracheiro ficou, verdadeiramente, de boca aberta e queixo caído. gifs_speed_011
Estranhamente, não senti repulsa alguma por ele, ao
contrário, senti-me desejada e cobiçada por aquele
simples trabalhador, o qual me havia dito que eu
poderia permanecer dentro do carro, pois não
atrapalharia o seu serviço. Concordei e coloquei um CD
para tocar, enquanto ele começava a retirar as rodas
da mala do carro. Fumando, eu via pelo retrovisor
aquele homem com seu peito peludo e forte. Aquilo foi
me dando um tesão enorme e resolvi provocá-lo para ver
qual seria sua reação. Vendo que ele começava a
levantar o carro do meu lado, para retirar a roda
traseira esquerda, após acender um cigarro, sem tirar
o óculos escuros, muito sacana abri o botão do short
fazendo com que o zíper também abrisse um pouco. Como
vestia um minúsculo top, que mal cobria os seios,
minha barriga ficava completamente exposta. Com a
abertura intencional do short, sabia que, ao descer do carro, estaria tentadoramente provocante. E foi o que fiz. Desci do
veículo e fiquei bem próxima ao borracheiro que, para
falar comigo, tinha de virar a cabeça para cima. Só
que, ao fazer tal movimento, ele dava de cara com o
meu tesudo par de coxas e com o lindo espetáculo que o
tesudo short proporcionava à sua visão. Enquanto
trabalhava, ele me disse que se chamava André, tinha
32 anos, era casado com uma comerciária de 25 anos e
que, por estar desempregado, havia decidido abrir
aquela borracharia para poder sobreviver. Sua história
me comoveu, porque ele disse que tinha o segundo grau
completo e que, inclusive, havia feito um curso
completo de computação. Enquanto prosseguia
conversando com André, coloquei o pé esquerdo no
estribo da porta. Esse movimento deixou a parte do
fundo do meu short totalmente escancarada na sua cara.
Já demostrando um certo desejo indisfarçável por mim,
quando me dirigia a palavra olhava diretamente na dire
ção da minha boceta. Esse seu olhar guloso e tarado
me deixou completamente tesuda e excitada e comecei a
sentir que minha bocetinha ficava toda melada. Ai, que
tesão! Sem que André percebesse, abri mais ainda o
zíper do short, deixando um pouquinho da minha
tanguinha à mostra, e comecei a andar pela
borracharia, procurando ficar sempre de costas,
porque, assim, sabia que ele teria uma ampla visão das
dobras do meu bumbum. Que delícia! Num determinado
momento, deixei cair meu isqueiro e, ao apanhá-lo,
ainda de costas, abaixei-me como se estivesse
executando um exercício de alongamento. Foi demais!
André havia visualizado meu bumbum como eu queria. Ao
virar-me rapidamente, flagrei-o com seu olhar guloso
grudado no meu traseiro. Ficou meio sem graça, afinal,
conhecia meu marido, mas dei-lhe um belo sorriso, como
se estivesse gostando de vê-lo olhando para minha
bunda, e fiquei mais excitada ainda. Então, aumentei o
volume do som do carro e, acompanhando o ritmo da
música, passei a mexer e remexer o corpo, com meu pequenino short quase que totalmente aberto. Só depois de algum tempo
é que me dei conta dos vários pôsters de mulheres
colados pelas paredes da borracharia. Um deles
mostrava uma loira que, por incrível coincidência, era
muito parecida comigo e, para maior surpresa ainda,
vestia-se como eu estava. Era o que eu precisava! -
Nossa, André, como a loira deste pôster se parece
comigo! Além disso, ela tá vestida igualzinha a mim,
não está? - falei fazendo beicinho, ao mesmo tempo que
me virava para ele. - Veja, até o short dela é
curtinho como o meu! Você gosta? Completei, passando a
mão no bumbum e dando-lhe uma piscadela. André não
resistiu mais e agarrou-me ali mesmo, dando-me um
beijo violento na nuca que quase me arrancou um
pedaço. Como foi gostoso! Afastei-me, servi um pouco
de café de uma garrafa térmica que estava sobre uma
bancada e, pedindo que me acompanhasse, dirigi-me até
o carro. Sentei-me com as pernas para fora e coloquei
o copo quase quente sobre o painel. Quando André se
aproximou, imediatamente dirigi as mãos para a sua
cintura, abri o zíper da calça e retirei para fora um
belo e reluzente cacete marrom-chocolate. Que pau
maravilhoso! Não pensei duas vezes, peguei o copo com
o café, sorvi um enorme gole, abocanhei a vara e,
quando a cabeçorra arroxeada teve contato com o café
dentro da minha boca, André não agüentou e exclamou:
Ai, você vai me queimar, sua piranha gostosa. Isso, me
chupa gostoso, sua vadia que adora cornear o marido!
Passei a chupar o pau daquele borracheiro com muita
vontade e um incontrolável tesão, ao mesmo tempo que
carros passavam em alta velocidade na avenida. Tentava
abocanhar sua vara inteira, mas não conseguia, pois
era muito maior que a do meu marido. Beijava, lambia,
chupava e cheirava seu cacete, como se fosse um
suculento pedaço de picanha ao ponto. Que gostoso! O
gosto do café na minha boca não impediu que sentisse o
cheiro do seu cacete suado. Isso me deixava a inda mas excitada.

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Passei a chupar sua vara com mais vontade ainda, fazendo movimentos de vaivém com a boca. Eu, sentada no banco do carro; o André, do lado de fora, em pé, com a calça totalmente aberta. Era uma depravação só! Depois de ficar chupando aquela
maravilhosa tora de carne, nervos e veias dilatadas,
percebendo que André estava para gozar na minha boca,
levantei-me e, afastando-o e segurando-o pelo pau,
conduzi-o para o interior da borracharia, onde,
deitada sobre dois pneus, pedi-lhe que tirasse meu
short e a tanguinha. Sem perda de tempo, André me
atendeu e passou a lamber-me dos pés até chegar nos
meus sempre sedosos e aparados pentelhos, perfumados
com Boucheron, um aroma verdadeiramente irresistível!
André me lambia como uma gata lambe seus filhotes e me
chupava com força e vontade, parecendo que queria
arrancar meu útero, de tanta força que demonstrava com
a boca. Que maravilha! Fazendo-me ficar em pé,
posicionou-me de costas para ele e debruçou-me sobre
uma  outra pilha de pneus. Aí, agachou-se e, de cócoras,
ficou enterrando a língua no meu cuzinho, enquanto
abria minhas nádegas com as mãos fortes e calejadas.
Que delícia! Mostrando saber proporcionar um belo
tesão e prazer a uma mulher elegante, tesuda e de fino
trato, como eu, André, além de enfiar sua língua no
meu cuzinho, passou a enfiar seu enorme dedo indicador
no buraquinho da minha boceta, que estava
completamente melada de tanta excitação. Sentia-me uma
puta de beira de estrada. Não demorou muito e gozei
feito uma cadela, latindo, gemendo e delirando de
prazer com aquela língua entrando e saindo do meu
cuzinho e o dedão dentro da minha boceta. Foi uma
delícia! Assim que acabei de gozar, virei-me, abaixei-
me na frente de André e, de uma maneira despudorada e
depravada, voltei a chupar-lhe o enorme cacete que
estava duríssimo e enorme. Depois, fiquei de quatro em
cima dos pneus e ele, entendendo o que eu queria,
passou a me rasgar e a me dilacerar a boceta com a sua
bel a e reluzente pica. Que sensação maravilhosa! Ao
mesmo tempo que me estocava sua vara na boceta,
rasgando-me sem dó nem piedade, eu gritava e delirava
de prazer na vara do borracheiro amigo do meu marido.
Vendo que André gozaria, metendo-me daquele jeito, fiz
com que saísse daquela posição e fiquei massageando
suas bolas, ao mesmo tempo que beijava a cabeça da sua
pica, que agora tinha o cheiro de cacete suado
misturado ao cheiro maravilhoso do líquido da minha
boceta. Pedi a ele que deitasse no chão e o cavalguei
como uma amazona cavalga o seu garanhão. André gemia e
urrava de prazer, enquanto lhe proporcionava um
luxuoso sobe-e-desce com a boceta completamente melada
na sua vara de tamanho descomunal. Ele me fazia deitar
sobre seu corpo e beijava meus seios mordiscando
levemente os bicos intumescidos. Estava adorando
trepar com aquele homem aparentemente rude, ali no
chão da borracharia. Meu caríssimo perfume francês já
se havia misturado ao cheiro do seu suor. Eu subia co
m a boceta até o meio do seu pau, parava e ali ficava
mordendo com os músculos vaginais a vara de André, que
gemia como se estivesse sentido uma deliciosa dor.
Para aumentar mais o meu tesão, enquanto continuava
meu delirante sobe-e-desce na sua pica, ele, muito
sacana, simplesmente enfiou o dedo no meu cu. Aí foi
demais! Gritei, berrei e delirei de prazer, ao mesmo
tempo que, juntamente com ele, atingi um louco e
desvairado orgasmo, de uma intensidade a qual nunca
havia sentido e experimentado antes. Foi demais! André
me inundou a boceta com tanta porra que, misturada ao
meu líquido, passou a escorrer-me pela dobras do meu
bumbum e pelas minhas pernas. Foi maravilhoso o prazer
que senti trepando ali com o borracheiro. Para
despedir-me, virei em direção ao seu enorme cacete e o
abocanhei sorvendo com os lábios as últimas gotas de
porra que teimavam em sair da sua vara. Foi muito
delicioso! Quando dei por mim, já passavam das cinco e
meia da tarde. Despedi-me de André e deixe i-lhe minha minúscula tanguinha de recordação. Ao chegar em casa toda suja, que até deixei minha empregada assustada, disfarcei e corri para o banheiro, onde voltei a tomar uma nova e revigorante
ducha de água fria. À noite, enquanto trepava com meu
marido, contei-lhe o fato como se fosse uma fantasia.
Ele acreditou e até hoje pensa que foi uma fantasia
criada naquele momento. Chegou a achar graça em me
imaginar trepando com um borracheiro. Foi demais!

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