sábado, 22 de janeiro de 2011

JÚLIA

conto de Gabriel
narcisosantos@hotmail.com

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Júlia e Mário eram vizinhos nossos, nossas famílias acabaram ficando muito unidas, eles eram divertidos e não só minha família como outras do edifício gostavam da companhia deles. Eles eram muito alegres e tinham um grande círculo de amizades e todo final de semana tinha  sempre uma festa pra ir.
Eu não gosto muito de festas, mas todos insistiram tanto que acabei indo uma vez . Rolava muita música, conversa e muita bebida.  Júlia era muito extrovertida e tinhamos muita liberdade com ela. Nessa época, eu estava morando com a Ana e elas viviam cochichando e rindo.
Sempre fui muito discreto, quase nunca falo sobre a minha vida pessoal, mas Ana tinha esse defeito: gostava de falar sobre nossa intimidade.
Volta e meia Júlia e Mário vinham com brincadeiras sobre nós, a nossa convivência, coisas que eu não gosto.
Nesse dia, lá pelo meio da festa , Mário e Júlia começaram a discutir. Eu vi de longe, ele gesticulando e ela argumentando. Foi de um jeito discreto e logo sairam .
Não foi de propósito, mas quando fui no estacionamento da festa , até o meu carro, eles estavam discutindo perto do carro deles.
Por acaso eu ouvi uma parte da discussão : Mário estava com ciúmes dela, e eu a vi falando claramente : não briga comigo , hoje não, você sabe que quando bebo eu fico doidinha.. Hoje não, por favor, hoje eu quero que seja uma noite especial prá nós. Ele continuava recriminando ela, parecia não ouvir o que ela dizia. "faz tempo que a gente não transa, ela dizia, eu estou com saudades de você, por favor.."
E Júlia começou a fazer carinho nele, alisando o corpo dele e tentando beijar a sua orelha. Ele a afastou , xingando,
Eu não ouvi o resto da discussão porque saí dali e voltei prá festa.
Logo depois, eles também voltaram , não demonstraram nada pra ninguém, mas eu percebi que o clima entre eles não estava bem.
Eles já haviam bebido um pouco, eles bebiam sempre e bebiam bem, como se diz ,mas ,nesse dia, beberam mais..
Na hora de ir embora, do jeito que eles estavam , não dava prá dirigir.
Ana levou o nosso carro e eu me propus a levar Júlia e Mário para casa com o carro deles.
A viagem foi meio constrangedora pra mim.
Júlia fez questão de ir com Mário no banco de trás, onde ele insistia em dizer que estava com ciúmes  e ela argumentava com carícias no peito dele, no rosto, alisando a coxa dele, dizendo sempre prá ele não brigar com ela que ela ficava triste quando ele brigava .
Mário disse : não estamos sozinhos, Ju .
- não faz mal, o Gabriel é de casa, quase da família
- não esquenta, Mário, eu  falei.
- é, mas eu não quero mais falar disso, não quero .
- é sempre assim, Gabriel, disse Júlia, quando ele bebe, fica nervoso, fica ciumento, me trata assim..
Mário fechou os olhos,como que dizendo não to nem aí. Júlia continuou:
- devia ter casado com você, Gabriel. Bem que Ana falou que você é um marido carinhoso e entende a sua mulher. E faz questão de dar prazer prá ela, enfatizou Júlia, olhando bem no rosto de Mário.
- Ana é exagerada, eu disse, e brincalhona, não leva ela tão a sério.
A viagem toda foi assim :nunca tive visto uma crise de ciúmes do Mário, mas achei que era por conta da bebida. Até disse isso várias vezes prá Júlia.
Quando chegamos, Ana os acompanhou  até o apartamento deles e eu fui me deitar.
Pouco tempo depois, Ana chegou e me disse que o Mário estava infernizando Júlia e me pediu para levá-la até a casa da sua mãe.
Eu reclamei e dengosamente Ana me disse que tinha mais uma coisa: a Júlia ia passar a noite na casa da mãe dela e no dia seguinte eu deveria pegá-la e levá-la até o centro, para  o serviço dela. Era o meu caminho normal, eu não tinha como contra argumentar .Acabei concordando com tudo.
Ainda um pouco bebada, mas constrangida, Júlia pediu mil desculpas por ter me incomodado mas disse que Mário tinha bebido muito e no dia seguinte estaria melhor e tudo voltaria ao normal. Seria só uma noite que ela passaria na casa da mãe dela. Eu disse, tudo bem, não é trabalho.
No caminho prá casa da mãe dela, de repente, Júlia encostou o rosto no meu  e pos a mão no meu peito, dizendo : "muito obrigada, você é muito gentil, obrigada mesmo".
O contato inesperado daquele rostinho fofo no meu e a pressão daquela mãozinha  e macia me deixaram excitado.
Foi apenas um momento, mas um momento delicioso.
Quando chegamos em frente ao edifício onde morava a mãe dela, Júlia pegou sua bolsa , me agradeceu, tomou meu rosto com as mãos e me deu um selinho.
Eu fiquei sem reação, o tempo suficiente para ela sair do carro e entrar no edificio.
Quando cheguei em casa, todo mundo estava dormindo. Eu fiquei um tempo acordado , aqueles momentos não saiam da minha cabeça. 
Pensar naquela  gordinha  exuberante , de  seios fartos, bunda grande, cabelos louros, um sorriso iluminado e muita simpatia, me deixava excitado, Fiquei de pau duro sempre que lembrava de um simples selinho, de uma mão no peito.
Demorei prá dormir, quando acordei Ana já estava indo pro serviço e me lembrou de ir pegar Júlia para levá-la até onde trabalhava.
Da portaria liguei prá ela e Júlia me mandou subir, disse que estava acabando de se trocar.
Logo que entrei, fui recebido com outro selinho e outro agradecimento.
Meu pau ficou duro na hora, mas Júlia fazia aquilo de um jeito natural, até inocente (pelo menos foi o que eu achei).
Me fez sentar na sala prá esperar ela se maquiar . Me serviu um suco e ficou conversando comigo pela porta aberta do lavabo.
Disse que foi bom ter vindo, que sua mãe conversou um pouco com ela ,mas logo depois foi deitar. Júlia disse que quase não conseguiu dormir, sua adrenalina estava a mil, ela disse.  Perguntei sobre sua mãe ela me disse que tinha saído bem cedo, prá viajar com as amigas dela.
Disse que tinha passado a noite inteira pensando. Começou a falar sobre o Mário, a reclamar, falar sobre os últimos meses de ciúmes e clima ruim.
Encostei-me na porta do banheiro e fiquei ouvindo ela falar, olhando-a pelo espelho do banheiro . Pouco falei, percebi que ela estava querendo desabafar. Quando saiu do banheiro,  Júlia passou por mim, tão rente que senti o seu perfume e seus seios roçaram o meu braço .
Não preciso dizer que estava enlouquecendo de tesão. Ela foi até a cozinha, pegou mais um suco e me serviu , sentou-se no sofá e ficou mexendo na bolsa, dizendo estar procurando um baton, pediu pra sentar-me ao lado dela , tomar o suco e que já iriamos embora.
Sentei-me no sofá ao lado dela. Ela parou de procurar por um momento, virou-se prá mim e disse:
- Gabriel, você um fofo, muito paciente. Obrigado por ficar me ouvindo.
Pegou meu rosto e me deu mais um selinho .
- Tô adorando o seu jeito de me agradecer, eu disse. Você nunca me agradeceu assim.
- Só longe da Ana, claro, ela não ia entender...é que ,com essa barba toda não consigo beijar o seu rosto.
- Eu queria agradecer o suco, eu disse , pena que você não usa barba.
Júlia riu gostosamente. A gordinha tinha um sorriso lindo, sorria com os olhos de um jeito especial . Disse:
- É, mas eu estou maquiada. Se você beijar o meu rosto vai borrar a minha maquiagem. 
Eu ri .. ela prosseguiu:
- mas ainda não coloquei o baton... e esticou os lábios para um selinho.

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Mas eu estava muito enlouquecido .. Puxei-a para mim, colei meus lábios nos dela e dei-lhe um beijo firme e forte,  enfiando a lingua em sua boca , que foi completamente correspondido e nossas línguas se entrelaçaram em um balé esquisito.
Após o beijo eu não disse nada, fiquei olhando no rostinho dela. Júlia disse apenas : que beijo gostoso, obrigado pelo beijo .E me entregou sua boca novamente .
Esse nosso segundo beijo foi mais ardente ainda. Júlia  era uma fêmea perfeita . Enlaçou-me o pescoço , enquanto correspondia ao beijo, gemendo lentamente.
Depois desses, foram muitos mais os beijos que demos, sentados lado a lado no sofá da casa da mãe dela.
Enquanto isso Júlia acariciava as minhas pernas e num segundo sua mão alcançou meu pau, apertando-o sobre a calça. E, sempre me beijando, abriu a minha calça. Levantou-se e se ajoelhou em frente a mim, tirando a minha calça e a cueca.
- Tô louca de tesão, Júlia disse
Ela já estava vestida para ir trabalhar, usava uma saia social e uma blusinha branca, cavada que realçava bem o volume dos seios exuberantes.
Júlia se levantou, ficou na minha frente, olhava pro meu cacete e tirou a calcinha sem tirar a saia.
Disse: "Me fode, Gabriel, me come bem gostoso como a Ana diz que vc faz !", Ela tentou sentar no meu colo, de frente pra mim, pra montar no meu pau, mas eu não deixei , segurei-a pela cintura, levantei a sua saia até a cintura , beijando e acariciando suas coxas grossas .
"To molhadinha" ela gemia, "que boca gostosa"
Coloquei a mão entre suas pernas e comecei a deslizar os dedos na entrada da xoxota, ela só dizia "que delicia", comecei a massagear o clitóris e ia enfiando alternadamente os dedos na xoxota.
Ela se afastou de mim, deitou no chão, abriu as pernas e repetiu : "
"Me fode, enterra esse cacete em mim!",
Eu me abaixei e sem responder, comecei a chupar. No início, coloquei a boca inteira na xoxota e chupei toda a buceta, depois fiz a lingua dançar no clitóris, e ao mesmo tempo que gemia e dizia "que deliíca", Julia pedia "fode, fode".

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Subi a boca até a sua , Júlia estava de olhos fechados e eu a surpreendi com um beijo longo. Levantei a sua blusa, e tirei seus seios volumosos de dentro do soutien e comecei a apalpar os seus peitos. Os mamilos estavam inchadíssimos e ela gemia. Lambia e sugava os bicos até ficaram durinhos.
" que tesão", disse Júlia e enfiou dois dedos na boceta e começou a se masturbar. 
"Quero te foder" eu disse. Tirei sua mão do caminho, lambendo seus dedinhos grossinhos e molhados, encostei meu rosto no dela e sussurei : " gostosa " . " Me fode, Gabriel "
Enfiei só a cabecinha , ela deu um gemido gostoso e fiquei ali brincando com a cabecinha nas paredes da xoxota.
Ela pegou no meu pau e disse : "enterra"...
Continuei enterrando o pau , à principio lentamente e depois com força,
Gemendo, ela me apertava com as pernas, eu continuava estocando com vontade, enquanto ela cravava as unhas no meu braço.
Diminui um pouco a velocidade, sentindo a sua xoxota contrair o meu pau .
" Mais forte" ela ordenou..
Eu acelerei de novo, metendo sem dó e quase gritando : "Tesuda! sente o meu pau te fodendo gostoso! ".. Enquanto eu enfiava quase martelando a sua buceta, Júlia esfregava o grelinho . " Vou gozar" ela disse ., Diminui o ritmo das estocadas até parar. Suas pernas começaram a tremer e ela gozou gemendo alto.  Ela apertava o clitóris com a mão aberta, anunciando mais um gozo voltou a se masturbar com movimentos circulares no grelinho e gozou de novo, segundos depois.  Foi um gozo muito intenso, eu nem podia   encostar o dedo na sua buceta que ela tinha arrepios. Me pediu prá tirar o pau devagar de dentro dela. Fiquei ajoelhado, de pau duro, olhando prá aquele deliciosa gordinha.

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Júlia ficou  me olhando sem me ver como se olhasse para o vazio. "Goza pra mim,... ". ela disse, segurando meu pau. Me direcionou para que eu deitasse, sentou-se e segurou-o com vontade e começou os movimentos de vai e vem.  Eu gemia , olhando para o teto e para os olhinhos brilhantes dela que se alternavam entre o meu pau e os meus olhos, sorrindo prá mim.
"Pau gostoso",ela dizia e cada movimento da sua mãozinha no meu pau, me causava uma sensação deliciosa e altamente excitante.
Naquele ritmo, o gozo era questão de instantes. Ela parou, encostou os seios deliciosos na  cabeça do pau e voltou a me masturbar; os mamilos durinhos no cacete e eu senti o gozo chegando. É uma sensação indescritível .
"Vou gozar" eu disse . Ela encaixou o pau nos meio dos seios avantajados e esfregou entre eles, mantendo-o bem apertado . Eu urrei e esporrei alucinadamente, o primeiro jato bateu no queixo dela e os outros espalharam esperma no seu colo , na sua blusa , no soutien, que ela havia apenas abaixado.
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Não dava mais prá gente ir pro trabalho. Ambos ligamos para nossas respectivas empresas, dando desculpas. Logo depois, Julia se levantou e foi tomar banho.
Como ela não me convidou, não fui junto. Fiquei ali na sala, só de camisa, deitado.
Ela saiu do banheiro vestindo apenas uma camiseta e me deu uma toalha,perguntando se eu queria tomar banho também .
Tomei banho e sai apenas de cueca.
Júlia não me falou se queria ir embora e eu não queria sair dali.
Tanto que ela me disse que ia fazer um lanchinho prá nós.
Ficamos comendo, nos beijando de vez em quando, sem falar quase nada.
Apesar de ter acabado de foder aquela mulher, eu ainda estava com tesão por ela .

- " vocé é muito gostoso, Gabriel, obrigado por ficar "

Ela falou aquilo de um jeito tão delicioso, ela estava tão sedutora e maravilhosa nesse dia, que cheguei por trás dela e comecei a beijar o pescoço, colocando as mãos sobre os seus peitos, massageando.
Por cima da camiseta, passei a palma da mão no seu mamilo, girando ; apertei um depois o outro, sem pressa, viajando naquelas sensações, até ouvi-la gemer. Então tirei a sua camiseta e abocanhei seu seio. Acariciei com a língua um biquinho e depois o outro, e desci a mão acariciando sua barriga e logo depois a sua xoxota . Júlia soltou um suspiro fundo.
Eu esfregava a sua buceta. Ela colocou a mão sobre a minha, me conduzindo . Comecei a mamar furiosamente, agora no outro mamilo.
Massageava o seu clitóris, conduzido por ela delicadamente. Ela gemeu.
Passei o dedo de um lado para o outro, sentindo toda a maciez da sua vulva. Júlia beijava forte meu pescoço, tive medo dela me deixar marcado, mas naquela hora estava adorando.

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Eu estava completamente tomado pelo tesão e só conseguia pensar em tocar a pele daquela mulher . Beijei aquela boca maravilhosa, enquanto esfregava a mão pelo seu corpo , ainda com cheiro de banho .
Nos beijando e nos acariciando , ela me conduziu para o quarto, deitei-a na cama , de bruços,beijei seu pescoço e sua nuca  e comecei a esfregar meu peito, barriga e consequentemente meu pau que já endurecia pelas suas costas .
- que vai fazer, amor ? ela perguntou, já gemendo.
Fui esfregando meu corpo , mãos e pau pelas suas costas e descendo suavemente até sua bundinha
- aí não, amor, não curto anal - ela falou
- eu apenas disse : shhh, um sinal para que calasse
eu enfiei o pau no meio das suas pernas, esfregando a extensão nos lábios da sua xaninha .
Ao perceber o que eu estava fazendo, Júlia ia arrebitando a bundinha prá sentir melhor meu pau se esfregando.  

Depois disso ,comecei a beijar a sua nuca e murmurar bem junto do seu ouvido . Eu disse que ela era muito gostosa e que eu estava louquinho pra meter a lingua na sua xaninha ..
Com uma das mãos eu acariciava, apertava e esfregava suas nádegas ,
enquanto a minha boca ia descendo pelas suas costas, beijando e lambendo .
Júlia gemia e eu adorava ouvi-la gemer.
Cheguei na bunda dela e comecei a esfregar a língua de baixo pra cima, pegando a xaninha e o cuzinho dela, em longas linguadas, como um cachorro.
Com ela empinadinha, comecei a introduzir um dedo e depois dois na sua buceta.
- ai, ela gemeu, ai, tesão
Abri bem as nadegas dela e comecei a lamber sua xota, Júlia arrebitava mais a bunda , estava de quatro já, para eu conseguisse chupar melhor
Comecei a fode-la com os dedos, num rapido movimento de vai e vem , enquanto mordia e beijava sua bunda.
- Safado! assim eu vou gozar de novo !! 
Júlia ficou parada por alguns segundos, deitada de bruços, então se virou de frente e me puxou para um beijo na boca.
Fiquei deitado em cima dela, com o pau apenas encostando em sua xana.
Era uma sensação maravilhosa..
Alguns minutos e alguns beijos depois, ela empurrou a minha cabeça em direção à sua barriga
- adorei, chupa de novo, to com tesão , quero gozar ....
Fui descendo a boca pelo seu pescoço, colo e seios e sua barriga, enquanto apalpava sua xana com uma das mãos.
Sua xaninha estava completamente encharcada, seu cheiro de femea ainda se misturava com o cheiro do sabonete.
Com ela de barriga pra cima, comecei a lamber  sua virilha. Comecei a circundar os grandes lábios com a lingua  ,
Júlia puxava meus cabelos e suspirava fundo..eu roçava a língua  vagarosamente,fazendo círculos ao redor da buceta, de vez em quando enfiando lá dentro, a lingua  foi escorregando, escorregando e logo estava inteirinha  na sua buceta, indo o mais fundo que eu conseguia
Júlia apenas gemia e contorcia os quadris ao encontro da minha boca, puxando minha cabeça com as mãos para o meio das suas coxas.
Ela só consegui gemer e gemia e se debatia de um lado para o outro
Enquanto beijava aquela xana esfregava uma das mãos em seus seios  e
passava a unha bem de levinho, e depois passei a explorar a porta de seu cuzinho, fazendo movimentos giratórios com um dos dedos, pressionando sem introduzir.
Ela gemia ainda mais com aquilo, então eu comecei a sugar o seu grelinho ,
que ia ficando inchadinho ,  só que agora passava o dedo em sua bucetinha encharcada por minha boca.
Ela me mandou  enfiar o dedo e erguia o corpo para que eu chupassse seu clitóris mais profundamente. 
Coloquei dois dentros dentro da sua bucetinha e voltei a fode-la com os dedos,  foi quando ela passou a gemer com mais intensidade e a se debater, então ela disse que estava quase gozando e aquilo me fez chupa-la com mais vontade, então ela deu um gritinho e eu pude sentir claramente a xaninha   se contraindo na minha boca , antes que ela relaxasse completamente o corpo. Ela tinha gozado. Ainda assim eu continuei a lambe-la, porem ela não reagia.
Então ela me puxou para si, me abraçando com força e dizendo que eu era maravilhoso.
- Nunca ninguém me chupou assim , gozei muitoo.  E prosseguiu:
- Amor...
Cansada, Júlia ficou deitada e não falava nada .. Estava relaxada e me olhou sentado ao lado dela, ainda de pau duro pois não havia gozado.
Ela me falou com voz sonolenta : - você ainda não gozou, né amor?
Vem, goza aqui na minha xoxota..
Ela abriu bem as pernas, eu me posicionei e cheguei a tocar a buceta dela com a cabecinha.
Nisso toca o interfone . Júlia se levantou, me pediu desculpas e disse prá eu manter o pau duro que ela já voltava.
Era Mário. Estava querendo almoçar com ela e conversar.
-Vou ter que ir, amor, Júlia me disse, senão ele vai querer subir e vai te encontrar aqui.
Trocamo-nos rapidamente, ela me pediu pra esperar no corredor e só descer uns 10 minutos depois. Mais tarde, ela me disse que nunca tinha gozado tanto com uma chupada, quanto tinha gozado comigo e que estava sentindo remorsos por ter me deixado sem gozar . Mas que ia me compensar em dobro.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Traí meu marido dormindo? (Parte I, II e III)

contos de Ana Dalva

 Há cinco meses atrás, navegando pela Internet,
casualmente achei um site sobre contos eróticos em que
algumas pessoas relatavam experiências sexuais.
Imediatamente me senti motivada para relatar um fato
que ocorreu comigo. Convém salientar que por motivos
óbvios os nomes das pessoas envolvidas foram alterados, assim como os lugares.
     Meu nome é Ana Dalva, sou professora de Inglês em
um colégio particular, tenho quarenta e dois anos,
1,69 m, 75 kg, clara e cabelos castanhos curtos. Tenho
pernas e coxas grossas e me visto sem extravagância.
Tenho uma vida sexual com meu marido do tipo "papai e
mamãe". De certa maneira não posso me queixar, pois
fazemos amor com uma certa freqüência. Ele é
coordenador chefe de uma empresa de consultoria de
informática aqui em São Paulo (Capital),
especificamente na área de cursos de aperfeiçoamento.
Como ele nem sempre tem tempo de preparar as reuniões no local de trabalho, algumas vezes leva trabalho para casa, com o propósito de preparar a pauta de algumas reuniões, levando sempre um auxiliar para ajudá-lo.
Embora não gostasse dessas reuniões, eu as aceitava
por questão de comodidade dele. Certo dia, ele passou
a levar um funcionário recém contratado de nome
Carlos. Era um homem de certa maneira comum, de uns
trinta e cinco anos, se vestia bem, calmo e falava
somente  o necessário. De certa maneira foi-se criando uma certa amizade no que diz respeito aos assuntos da
empresa, como também de nossas vidas pessoais, e o
máximo em que se conseguiu falar de assuntos mais
íntimos, foi quando ele falou de seu família, que era
casado e que tinha dois filhos. Algumas vezes ele
chegava em casa antes de meu marido, ficava na sala
visitas estudando o planejamento das reuniões ou
outras vezes vendo apenas TV, e eu no meu quarto
preparando ou corrigindo provas. Eu o tratava de
maneira convencional com a educação necessária e digna
de uma anfitriã. Ele por sua vez sempre me tratou bem
e com o maior respeito e formalidade.
     Mas, certo dia, ambos chegaram de repente em casa
para preparar a pauta uma reunião importante, meu
marido me pediu que eu retirasse de cima da mesa da
sala as coisas que se encontravam nela. Quando estava
inclinada retirando o vaso, cinzeiros e a toalha que
cobria a mesa, casualmente olhando para o nosso amigo
Carlos, notei que ele estava olhando para meus seios
que se encontravam parcialmente à mostra, pois dois
botões da blusa estavam abertos sem eu ter percebido.
Quando o fitei, ele imediatamente desviou a direção de
seu olhar, ficou ruborizado, mudou inclusive de
posição, demonstrando grande timidez. Confesso que
isso me excitou e que me deixou muito lisonjeada,
pois, percebi que estava sendo alvo de algum tipo de
observação e que alguém estava me vendo como uma
mulher desejável. Meus pensamentos a partir daquele
dia foram de exibicionismo, pois passei a desejar a
presença dele para poder me exibir e principalmente me insinuar, sempre é claro com demonstração de nat
uralidade. Mas, a minha boceta ficava sempre
molhadinha com a presença dele, ainda mais, quando me
olhava disfarçadamente.
     Entretanto, a idéia de trair o meu marido com
aquele homem, era muito complicada para mim, devido a
questões religiosas, sociais e até por receio.
Procurei então tirar esses pensamentos de minha
cabeça. Certo dia, Carlos apareceu logo no início da
noite conforme havia combinado com meu marido. Ao
atendê-lo na porta, senti imediatamente seu perfume ao
beijar-me no rosto. Meu coração disparou, senti minha
boceta piscar e procurando ser o mais natural
possível, pedi que ele entrasse e se acomodasse na
mesa para aguardar a chegada de meu marido. Quando ele se encaminhava para a mesa, meus desejos afloraram, senti uma vontade enorme que aquele homem me tocasse e me beijasse para valer. No momento em que eu saía da sala para deixá-lo à vontade, ele comentou sobre a pauta da reunião extremamente importante que tinham que preparar para o dia seguinte; sua voz soava como música! Alguns minutos depois, o telefone toca.
Meu marido pede para avisar o Carlos que ele vai chegar bem ma is tarde porque estava comprometido com um jantar com a diretoria nacional da empresa e que estava dando permissão e pedindo para que fosse preparada a pauta da reunião do dia seguinte. Transmiti o recado ao Carlos e disse a ele para ficar à vontade, pois iria dormir.
Disse ainda que eu iria tomar um calmante muito forte e que em tom de brincadeira, disse que com esse remédio eu praticamente iria desmaiar. É claro que eu não iria tomar calmante algum! Pedi então a ele para que quando terminasse o trabalho e fosse embora, fechasse porta da casa e jogasse a chave pelo postigo da janela lateral e ainda, se fosse possível me avisasse de sua saída.
Eu sabia que esses jantares sempre terminavam altas horas da noite. Tomei um banho demorado com os pensamentos naquele homem. Ensaboei-me todinha com um sabonete hidratante que deixa a pele macia e extremamente perfumada e cheirosa. Enquanto me
enxugava, o perfume tomou conta do banheiro. Vesti o
meu baby-doll preferido branco de calcinha branca de rendas bem cavadinha. Os biquinhos de meus seios pareciam que iam furar a seda e calcinha marcava e delineava minha boceta depilada. Quando me olhei no espelho, pude notar o contorno dela assim como a cavidade da entradinha dela, pois minha boceta
é bem saliente. Deixei o quarto na penumbra, coloquei
minha máscara de dormir tipo tapa-olhos, pois ao
amanhecer entra uma claridade muito forte pela janela.
Deitei de barriga para cima e me cobri com o lençol,
deixando a lateral de minha coxa aparecendo, assim
como uma parte da calcinha. Meu coração disparava,
minha boceta latejava e meu corpo tremia de tesão.
Será que Carlos teria a coragem de entrar no meu
quarto ou pelo menos chegar até a porta para avisar
que ia embora?
     Aproximadamente uma hora depois escuto voz de
Carlos me chamando de Dona Ana Dalva como sempre faz.
Chamou-me umas duas ou três vezes e como eu queria que ele pensasse realmente que eu estava dormindo pesado, fiquei quieta.
Pela lateral da máscara percebi que ele estava na porta do quarto me olhando e ainda me chamando mais uma vez, só que desta vez de maneira mais suave. Notei ele entrando silenciosamente e para reforçar para ele a impressão que eu estava praticamente desmaiada, ainda emiti um ronronar.
Estava realmente adorando a idéia de que ele pensasse
que eu estava dormindo. De repente senti suas mãos
afastando o lençol, deixando amostra minhas pernas e
coxas. Ele levantou a parte de cima do baby-doll e
ficou olhando por alguns momentos a minha mini
calcinha de renda branca. Deslizou suavemente suas
mãos pelas minhas coxas, depois pela parte interna e
subindo até a boceta. Tocou nela e depois apalpou-a
carinhosamente, primeiro sobre a calcinha e depois
enfiando pela lateral fez concha na minha boceta coma palma de sua mão. Senti minha boceta latejar mais uma vez e umedecer a minha calcinha. Pela lateral da máscara vi Carlos olhando extasiando para ela e ao mesmo tempo senti a sua respiração ofegante. Momento seguinte, suas mãos foram até os meus quadris e segurando as laterais da calcinha, retirou-a pelas minhas coxas e pernas.
Uma enorme sensação de prazer começou a se
apossar de mim, pois estava eu naquele momento a mercê
daquele homem. Minha boceta depiladinha, carnudinha e
muito molhada estava agora livre a totalmente à
mostra. Seus dedos tocavam na estradinha dela,
massageava ora meu grelinho, ora introduzia seus
dedos. Outras vezes, cobria a boceta com a palma da
mão, outras vezes introduzia os dedos novamente.
Quando ele colocou sua mão esquerda quase pressionando e cobrindo a parte de cima da boceta e a mão direita massageando o meu grelinho, não pude me conter. Gozei como a muito tempo não sentia, lambuzando seus dedos.
     Devo ter estremecido, pois notei Carlos olhando
para meu rosto querendo se certificar se eu havia
acordado, mas o máximo que fiz foi mais uma vez foi
ronronar como uma gata (para dar a impressão que eu
estava dormindo forte) e abri mais as pernas, como que
desejando mais. Foi a massagem mais deliciosa de minha
vida. Mas quando pensei que havia terminado e estando
de olhos fechados, comecei a sentir um calorzinho na
entrada da boceta. Percebi então que ele estava
beijando e chupando. Ele simplesmente colocou suas
mãos em volta dela e com os dedos abriu os lábios da
entradinha e colocou sua boca quase no interior dela.
Neste instante, o gozo foi maior ainda e pelo estalar
e barulho do sugar de sua boca, ele deve ter sentido e
se servido de uma grande quantidade do líquido que
literalmente encharcou sua boca! Já estava no segundo
gozo ardente e fantástico. Será que haveria mais? Eu
queria mais! Sei que minha respiração naquele momento
estava acelerada, mas como eu permanecia de certa maneira impassível, Carlos estava certo que eu dormia. O que aconteceu em seguida, realmente eu não esperava.
     Ele se levantou, aproximou-se de meu rosto,
escutei o barulho do zíper da calça dele. Olhando pela
lateral da máscara, vi o seu pau sendo retirado da
cueca. Que coisa linda, seu pau ali pertinho de meu
rosto, na penumbra do quarto. Grosso, rijo, ereto,
forte, robusto, volumoso e com a pele todinha puxada e
a cabeça lisinha e saliente. Ele estava punhetando seu
pau pertinho de minha boca. Quanto mais ele se
aproximava, mais sentia o cheiro de sexo. A cabeça de
seu pau tocou nos meus lábios que estavam ligeiramente
entreabertos. Ele começou forçar a entrada... Enquanto
ele massageava, seu pau agora entrava e saia de minha
boca. Sabia que a qualquer momento ele gozaria, pois
sua respiração e movimentos estavam aumentando.
Naquele momento, minha dúvida era se eu gostaria ou
não de sua porra! Não tive muito tempo para pensar,
quando senti seu líquido inundando minha boca. O que
era dúvida, foi substituída por um indescritível
prazer de estar engolindo aquele líquido ligeirame
nte salgadinho e delicioso. O meu rosto e minha boca
estavam agora lambuzados com o esperma daquele homem.
O suspiro dele foi suave e gostoso de se ouvir. De
repente, ele levantou-se e saiu do quarto. Quando
pensei que ele havia ido embora, voltou com uma toalha
de papel umedecida em água e limpou o meu rosto e
minha boca suavemente e delicadamente.
     Pensei então que tudo havia acabado. Mas não!
Ainda sem calça, ele se aproximou pela parte de trás
da cama e abriu mais as minhas pernas. Estava agora no
meio de minhas pernas e o toque da cabeça de seu pau
na entrada da minha boceta foi estonteante,
arrebatador e inesquecível!
Apoiando suas mãos na cama ao redor de meus quadris, foi lentamente soltando o seu corpo em cima do meu. Senti a cabeça de seu pau entrando firme e suavemente, passando pelas laterais internas de minha boceta. Seu pau estava agora todinho dentro de mim, pude sentir suas bolas tocando na parte de baixo de minha boceta. Iniciou o movimento de vaivém no início suave e depois de maneira selvagem, o meu gozo foi instantâneo e simultâneo com o gozo dele.
O seu corpo sobre o meu e outra coisa que não poderei
esquecer tão cedo! Ele se levantou e vestiu-se. Em
seguida, juntou minhas pernas, colocou de volta a
minha calcinha, arrumou o baby-doll e antes de me
cobrir, foi até meus seios, abriu a parte de cima, segurou delicadamente e apertando suavemente cada
um de meus seios com as duas mãos, deu uma deliciosa
chupada em cada um de meus biquinhos eriçados como
despedida. Arrumou o lençol e foi embora, me deixando
cansada e satisfeita! No meu modo de pensar, não
cheguei a trair o meu marido, pois nem sequer encostei
de propósito no Carlos. Foi ele que fez tudo, pois
estava dormindo! Não precisava dizer, mas Carlos
continuou freqüentando minha casa como se nada tivesse
acontecido; ele acha que realmente eu estava dormindo!
Só tem um porém! Ando sentindo vontade de "quero
mais"! Uns dois meses depois, estando ele com meu
marido na sala e eu no meu quarto, escutei o escutei
fazendo comentários sobre que não podia beber quase
nada de álcool, pois sempre que o fazia, perdia a
noção e esquecia das coisas. Essa conversa me
despertou e tive uma idéia.
Bem, o que aconteceu com essa idéia, vou contar numa outra ocasião! (Parte II)
ana_dalva2@zipmail.com.br

*

Traí meu marido dormindo? (Parte II)

     Quando escutei o amigo de meu marido dizendo que
evitava beber, pois sempre perdia a noção das coisas,
esquecendo-se inclusive de tudo enquanto estava no
porre. Veio imediatamente em meus pensamentos a
vontade de embebedá-lo para me aproveitar dele.
Realizando quase a mesma coisa que ele fez comigo,
quando pensou que eu estava dormindo (veja Traí meu
marido dormindo Parte I). Esse dia chegou antes mesmo
que eu esperava. Meu marido convidou Carlos para um
jantar em minha casa para comemorar o fechamento de um contrato vultoso em termos financeiros da empresa em que trabalha, em que ambos exaustivamente havia
desenvolvido. Após o jantar, meu marido e Carlos
estavam sentados no carpete da sala, onde no chão
estavam espalhadas várias fotos tiradas na empresa por
ocasião da assinatura do contrato mencionado. De vez
em quando eu ia até a sala para encher o copo de
whisky de ambos, não deixando um minuto sequer os
copos vazios. Do meu quarto escutava o papo dos dois
que iam se  rareando até perceber o silêncio. Quando cheguei na sala os dois estavam arriados um de cada lado no chão.
Fui até ao meu marido e disse a ele para se deitar.
Consegui levantá-lo do chão com as poucas energias que
ele ainda possuía e coloquei-o na cama de roupa e
tudo, praticamente desmaiado. Fechei a porta do quarto
com chave como precaução.
     O meu plano estava dando certo! Fui até a sala já
de baby-doll sem calcinha e encontrei Carlos deitado,
todo largado e dormindo no chão ao lado do sofá. Meu
coração batia forte, pois era tal a excitação que
minha boceta latejava, praticamente encharcada.
Ajoelhei-me ao lado dele e comecei a desabotoar
lentamente a camisa, onde vislumbrei seu peito nu e
peludo e em seguida apenas abri o cinto da calça dele.
Fui até seu rosto e colei meus lábios nos dele,
abrindo com minha língua a sua boca. Incrivelmente,
mesmo dormindo ele retribuiu tentando sugar minha
língua. Minha mão esquerda fazia um ligeiro cafuné em
seus cabelos enquanto a direita massageava seus pêlos
do peito. Enquanto deslizava a mão, fui descendo pelas
costelas, passei pela barriga, pelo seu umbigo e,
descendo mais, entrei pela sua calça passando pelos
pentelhos, até chegar ao seu pau. Ele estava flácido e
encolhido, mas mesmo assim foi um sensação
maravilhosa, pois com a palma da mão consegui quase
que cobri- lo totalmente, envolvendo inclusive suas bolas.
Fiquei apertando-o e massageando suavemente durante
alguns minutos, enquanto eu beijava ainda sua boca.
Não resistindo mais, abri sua calça e puxei-a até os
joelhos junto com a sua cueca branca. Seu pau mesmo
naquele estado de flacidez era lindo; peguei nele, fiz
massagens e apertei-o várias vezes sem reação de
ereção. Cheguei meu rosto até ele e senti um perfume
bem leve de sabonete misturado em seus pêlos. Carlos
era um homem asseado e isso me atraiu mais ainda. Abri
minha boca e o coloquei inteiro dentro e comecei a
chupar, com minhas mãos em volta dele apertado-o e
segurando as suas bolas. De repente comecei sentir ele
crescendo dentro de minha boca, aumentando de volume.
A sensação da ereção e rigidez dentro da boca foi
simplesmente maravilhosa.
     Quando tirei a boca e olhei o seu pau, minha
boceta pingou, lambuzando minhas coxas. Seu pau era
volumoso, bonito e ficou ereto sem a ajuda de minhas
mãos. Puxei a pele todinha descobrindo a cabeça
lisinha e dei as lambidas mais gostosas de minha vida,
intercalando com chupadas. De vez enquanto olhava para o rosto dele para ver se estava acordado, ele gemia, suspirava e balbuciou meu nome. Seu subconsciente demonstrava que me desejava e queria talvez como forma de fantasia que eu fizesse aquilo. Punhetei seu pau com a mão e com a boca e fui aumentado o ritmo. Quando o ritmo se tornou selvagem ele gozou tudo dentro dela.
O jato de sua porra foi tão forte, que alem de inundar
minha boca, lambuzou meus lábios e meu rosto. Quando
passei a minha mão lambuzada em minha boceta, ela
ainda estava pingando de tesão e desejo. Foi então que
mudei de posição. Sentei no peito dele com cuidado
para ele não acordar e comecei a punhetar seu pau
novamente com as duas mãos. Quando seu pau
ficou ereto de novo, comecei a esfregar minha boceta
nos pêlos do peito dele; fui recuando minha bunda até
o rosto dele. Levantei-me um pouquinho e acomodei,
colando minha boceta na sua boca, ficando na posição
69 e enquanto chupava o seu pau, senti sua língua
entrando e sugando a minha boceta que vibrava de
tesão, anunciando o eminente gozo. Quando senti a
sucção estonteante de sua boca, o meu orgasmo foi
forte e prolongado. A quantidade de líquido foi tão
grande, que além de ter inundado sua boca, o senti
escorrendo pelas minhas coxas. Quando abri meus olhos
e vi aquele pau rijo, ereto, latejando se preparando
para um novo gozo, rapidamente mudei de posição,
coloquei a cabeça dele na entrada de minha boceta e
sentei com força, fazendo-o entrar com tudo nela. Só
tive tempo de dar umas cavalgadas, pois, quando ele
levantou seus quadris para enfiar fortemente seu pau
dentro da minha boceta, acabou gozando soltando um
suspiro e gemido. A sensação de suas bolas tocando e
sendo  comprimidas na parte de baixo da boceta, perto de meu cu foi outra coisa que não vou me esquecer tão cedo.
     Para que quando ele acordasse não percebesse o
que tinha ocorrido, arrumei sua cueca e calça na
posição e afivelei seu cinto. Abotoei os botões de sua
camisa e fui buscar uma toalha úmida para limpar seu
rosto e boca. Apaguei a luz da sala, tomei um banho e
fui me deitar feliz da vida, satisfeita e completamente realizada. No dia seguinte fiquei pensando se como minha atitude eu havia corneado meu marido. Para ele ser corno, Carlos teria que estar consciente? Se alguém souber a resposta, mande email
para
Ana_Dalva2@zipmail.com.br.

*

Traí meu marido dormindo?(Parte III)

    (Para entender minha história, leia a 1ª e a 2ª
parte) Como o computador de meu marido estava com
problemas, o planejamento da empresa seria feito na
noite seguinte no apartamento de Carlos. O nosso carro
ficaria comigo, pois aproveitaria a reunião deles para
visitar uma colega e amiga da escola de Inglês; na
volta passaria no apartamento de Carlos para pegar o
meu marido. Na noite combinada então fui até o
apartamento buscar o meu marido. Quando toquei a
campainha, Carlos atendeu surpreso. Ele não me
esperava, tinha acabado de tomar banho e estava de
robe! Deu-me um beijo no rosto e foi dizendo que o meu
marido havia adiado a reunião pois surgiu um
impedimento lá na empresa. Quando olhei meu celular,
foi que percebi que havia uma mensagem comunicando
exatamente esse fato. Quando estava me preparando para ir embora, Carlos pediu para eu ficar mais um pouco, tecendo elogios para o meu vestido e dizendo o quanto eu era bonita. É claro que fiquei lisonjeada com os elogios e  excitada, pois seus olhares para as minhas pernas deixavam antever seus desejos. Como reação, figi que não notei! Quando me virei em sua direção, nossos rostos ficaram próximos e ele me beijou, primeiro na face e em seguida deslizou sua boca para a minha.
Nossas bocas se uniram num beijo suave inicialmente e
depois de maneira selvagem. Durante o beijo, suas mãos
envolveram minha cintura, fazendo com que meus braços
ficassem em torno de seu pescoço. Essa posição foi
praticamente de entrega e como ele percebeu, desceu
suas mãos até minha bunda. Suas duas mãos a envolveram com firmeza, apertando-a e massageando-a com força.
Seu perfume e ainda mais sabendo que ele estava de
robe sem nada por baixo, foi me deixando cada vez mais excitada. A pressão de suas mãos comprimindo minha bunda e forçando meu corpo a colar no dele, fez-me sentir o volume de pau encostando em minha boceta;
senti a minha calcinha ficar molhadinha.
     Ele então, com as mãos e dedos, levantou o meu
vestido até a cintura e enfiou as duas mãos dentro de
minha calcinha, apertando a minha bunda. Foi então que
ele fez uma coisa maravilhosa e excitante. Virou-me de
lado, fazendo com que eu encostasse meu quadril em seu
pau, com a mão esquerda na bunda procurou a minha
boceta por trás e enfiou o dedinho dentro dela; e
deslizou a mão direita por dentro da calcinha,
alcançando a minha boceta pela frente. Quando ele a
cobriu com a palma da mão e enfiando também os
dedinhos dentro dela, fui as alturas. Minha boceta
estava sendo bolinada, massageada e apertada por trás
(por baixo) e pela frente, como se ele quisesse me
levantar por ela. Na segunda pressão, acabei gozando
deliciosamente em seus dedos. Imediatamente, soltei
meus braços de seu pescoço e abri seu robe. Seu pau
estava duro e rijo. Não resistindo, eu o peguei com a
minha mão direita e comecei a punhetá-lo com volúpia,
enquanto nos beijávamos. Ficamos nessa masturbação p
or alguns momentos, até sentir que ele ia gozar e aí
eu parei. Queria muito mais do que aquilo. Ele foi me
empurrando em direção a mesa de jantar, sentei nela e
ele tirou a minha calcinha. Empurrou suavemente meu
corpo para que eu deitasse, abriu minhas pernas, puxou
um cadeira e sentou-se no meio delas, de frente para a
minha boceta. Nessa posição confortável para mim e
principalmente para ele, percebi então que minha
boceta iria sofrer uma das maiores chupadas da minha
vida. Ele deslizou suas mãos pela parte interna de
minhas coxas, subindo, alcançou a minha boceta e com
os dedos em volta dela, abriu os lábios dela e
praticamente colocou sua boca dentro. Suas mãos
comprimindo ao redor de minha boceta e sua boca dentro aliado ao fato dele a estar comprimindo, comecei a ter orgasmos sucessivos. Perdi a noção do tempo e dos
orgasmos que senti.
     Ele então se levantou na cadeira, colocou a
cabeça de seu pau na entradinha alagada e lambuzada de minha boceta, posicionou minhas pernas em seus ombros em volta de seu pescoço, segurou meus quadris
abraçando simultaneamente minhas coxas e trouxe meu
corpo para o seu pau. A penetração foi rápida e forte
indo todinho para dentro de mim. O ritmo das bombadas
foi aumentando, as bolas tocando a parte de baixo da
minha boceta, fez com que eu me deliciasse e quando
ele aumentou o ritmo, ele gozou demorado! O jato foi
tão forte dentro dela, que me senti inundada pela sua
porra quentinha, fazendo com que eu novamente tivesse
outro orgasmo estonteante. Minha boceta estava agora
completamente encharcada e quase que anestesiada pelos sucessivos orgasmos, pelas chupadas e pelas massagens.
Desci da mesa e me deitei ao lado dele no carpete da
sala. Ele estava cansado e seu pau demonstrava
claramente o que havia acontecido. Flácido, encharcado
de meus líquidos e do seu gozo. Senti uma
enorme vontade de colocá-lo na boca do jeito que ele
estava, exatamente como eu havia feito anteriormente
(veja segunda parte). Fui para cima dele e comecei
lambendo a cabeça de seu pau descoberta, vermelha e
lisinha. Dentro de minha boca, ele foi aumentando de
tamanho novamente. Era agora a minha vez de abusar do
pau dele. O segurei com as duas mãos e comecei a
chupar aquela gostosura, fazendo movimentos de vaivém, fazendo uma chupeta e o masturbando com a boca.
Quando seu pau estava completamente ereto e rijo, pulei para cima dele, segurei seu pau na direção de minha boceta e iniciei uma cavalgada de início calma e depois selvagem. Queria gozar mais uma vez naquela posição.
No momento que os movimentos aumentaram, senti o jato
de sua porra novamente dentro de minha boceta e essa
sensação fez que eu gozasse como louca e
desenfreadamente. Soltei um gemido de prazer,
satisfação e felicidade, e me arriei ao seu lado,
quase que desfalecida.
     Vesti-me rapidamente e despedi-me sem olhar para
ele deitado no carpete e fui para casa, torcendo para
que meu marido ainda não tivesse chegado. A minha
torcida valeu! Cheguei a tempo e tomei um banho bem
demorado e relaxante, e fui dormir completamente
realizada. Desta vez, traí meu marido mesmo, de
maneira consciente de ambas as partes! A sua falta de
atenção para comigo fez com que eu chegasse a essa
situação. Se ele continuar dessa maneira, com certeza
vou atrás novamente do Carlos, pelo menos pelo prazer
sexual.
Ana_dalva2@zipmail.com.br

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

MEU AMIGO ME COMEU DENTRO DA MINHA CASA

autor desconhecido

Olá, caros leitores ................

É a primeira vez que publico algo tão pessoal da minha
vida num site, mas de tanto ler e me excitar com os contos que leio, achei que seria legal relatar este fato que me aconteceu.


11 Bom... Deixe-me apresentar: meu nome é Carla, tenho 27 anos, casada e feliz no casamento. Morena (sempre bronzeada), corpo esculpido com muita malhação, seios médios e bundinha arrebitada....
Agora vamos ao que interessa! Como já disse, sou casada, meu marido, o Mauro, é lindo, maravilhoso e saudável. Na cama, inventa uma fantasia a cada dia, me satisfazendo cada vez mais! Só que eu sou muito safada, sedenta de sexo o tempo todo. Já tive um casinho extra com um cara que conheci, mas faz muito tempo.
Há muito eu já não o traio, ou melhor, traía.
Esse fato vem acontecendo desde o início deste ano
(2003). O fato é que temos (eu e meu marido) um casal
de amigos muito chegados, o Pedro e a Lia; sempre
saímos juntos e eles estão sempre em nossa casa
e vice-versa.
Já havia percebido em várias ocasiões que o Pedro me olha de uma forma gulosa, como se quisesse testar o meu tesão. Ele é um belo homem, desperta o tesão de qualquer mulher. Moreno, de pele clara, olhos cor de mel, cabelo raspadinho, belas pernas e uma bunda... huummmm...
Sempre correspondo aos olhares maldosos dele, tentando disfarçar a excitação a cada olhada.
Cada vez que saímos juntos, nós quatro, é uma sensação inenarrável, sinto um calor por dentro que é uma loucura! E o melhor, sei que sou correspondida.
17
De certo tempo pra cá, venho percebendo que ele tem ido
além de olhares promissores, suas investidas tem sido
mais audaciosas. Comecei a perceber isso no reveillon
deste ano, onde fomos os quatro e mais alguns amigos,
para uma praia da zona sul do Rio. Eu usava um vestido
branco, que ficou transparente depois que me molhei no
mar. Na hora da virada, em meio àqueles fogos e aos
cumprimentos dos amigos, ele veio falar comigo,
desejando um feliz ano novo e  dizendo que esperava que neste ano um grande desejo dele e meu fosse realizado... Achei graça daquela ironia, achei que era efeito da bebida que todos nós já havíamos consumido, mas pude sentir o volume do pau dele bem próximo a minha bucetinha... Fiquei muito excitada! Tive que dar boas sarradas no meu marido pra me acalmar. rs...
Desse dia em diante, ele sempre falava uma gracinha, jogando charme pra mim, mesmo quando estava sóbrio, me provando que estava consciente do que havia dito no reveillon. No meu aniversário, em abril, ele e a mulher vieram à nossa casa. O presente deles foi uma belíssima lingerie, que segundo a própria Lia, foi ele quem comprou porque ela estava sem tempo e ele leva jeito pra isso por comprar sempre pra ela.
Como eu já esperava, na primeira oportunidade ele falou
quase sussurrando no meu ouvido: "quero vê-la usando o meu presente!". Dei apenas um sorrisinho sacana e ele entendeu. E assim suas investidas foram ganhando cada vez mais audácia...
Até que em maio, meu marido precisou passar 5 dias fora do Rio, numa viagem de negócios. Como Pedro e Lia sempre estavam conosco, se colocaram a disposição
para fazer companhia durante este período em que Mauro
estivesse viajando. Ele foi numa quinta-feira e só
voltaria na terça-feira seguinte.
No sábado, Pedro e Lia me ligaram convidando para ir com eles à praia no domingo e depois almoçarmos juntos. Achei a idéia ótima, mas disse que estava sem carro, pois Mauro havia viajado com o meu, pois o dele estava na oficina. Lia prontamente disse que iriam me buscar no horário combinado. Passei o sábado fantasiando mil coisas com aquela belo homem, marido de minha amiga, sabendo que não passaria de fantasias. Mas aqueles belos olhos, que tanto me apreciavam me deixavam louca de tesão e não estava sendo fácil resistir. Fui ao salão, me depilei por completo.
18 Pois bem... Havíamos combinado às 9h da manhã, e conforme dito antes, eles viriam me buscar em
minha casa. Para minha  surpresa, às 8:50h, meu telefone toca e era Lia, avisando que Mauro estava vindo me buscar porque ela, como sempre, havia se atrasado e não queria que eu ficasse esperando. Perguntei se ele já havia saído de casa, ela respondeu que sim. Pensei rápido (já prevendo que alguma coisa poderia acontecer) e respondi que ele que iria me esperar um pouquinho, pois eu também havia me atrasado!
Rimos e ela disse que não haveria problema, pois assim daria tempo de ela ajeitar suas coisas com calma. Nos despedimos e desligamos o telefone, enquanto eu já imaginava: "não acredito que terei a oportunidade de ficar a sós com o Pedro...!
". Tratei de colocar meu menor e mais sexy biquíni, sem saia ou short por cima, só o biquíni mesmo! Passados uns 15 minutos, ele buzinou em meu portão e, percebendo que eu não o atendi, tocou meu interfone; ao que eu atendi e pedi que entrasse, pois eu estava terminando de me arrumar. Sem titubear, ele fechou o carro e entrou. A porta da sala estav a aberta, e eu na cozinha, enchendo a garrafa térmica de água e gelo para levar pra praia. Ele entrou dizendo: "Tô entrando, héim!", ao que eu
respondi: "Entra" Tô aqui na cozinha!". Quando ele entrou na cozinha e me viu vestida daquela maneira, veio me cumprimentar com um beijinho safado no rosto e sussurrou: "Que isso?! Tudo pra ir comigo à praia?"; eu, com um sorrisinho no rosto respondi: "Com você e sua esposa, seu bobo!
". Rimos da brincadeira. Pedi desculpas pelo atraso, e ele disse que esperaria o tempo que fosse necessário, devido a visão que tinha. Mais uma vez rimos. Ele vestia apenas uma sunga e um short por cima, sem camisa. Eu já estava muito excitada tanto por ver aquele homem maravilhoso à minha frente, como por estar me exibindo pra ele, deixando-o louco de tesão. Perdi a noção e comecei a me exibir cada vez mais, empinando a
bunda para pegar alguns objetos, passando bem perto
dele... até que percebi o volu me do seu pau ereto sob o short. Ao ver que eu havia percebido, disse sacanamente: "Olha o que você faz comigo..."; ao que eu respondi: "Mas eu não fiz nada..." e pensei: "Ainda...!".
Foi quando ele, vendo que eu cederia a primeira cantada, disse: "Você sabe que eu sou louco de tesão por você, não sabe? Sabe que por diversas vezes vou pra cama com a Lia fantasiando você comigo, não sabe?"; e enquanto dizia isso, se aproximava com olhos gulosos de mim. Eu não me fiz de rogada, e com a bucetinha toda molhadinha, pulsando de tanto tesão, correspondi ao delicioso beijo que ele me deu. Como beija bem aquele homem... Enquanto nos beijávamos calorosamente, suas mãos percorriam todo o meu corpo e as minhas faziam o mesmo no corpo dele.
19
Nossa!! Como era gostoso sentir aquelas mãos nas minhas costas, na minha bunda gostosa, na minha barriga, nos meus seios... até chegar a minha bucetinha, que ele começou a acariciar ainda por cima do biq
uini... Ele afastou a parte de cima do meu biquíni
(tipo "cortininha") e começou a chupa-los
fervorosamente, enquanto com a mão direita ele
acariciava minha bucetinha toda meladinha, por baixo da
calcinha do biquíni. Eu me contorcia toda e pedia pra
ele não parar, que eu estava adorando. Ele foi
descendo, descendo até chegar sua boca bem próxima da minha bucetinha e segurando o biquíni pro lado, começou a chupa-la de uma forma como eu nunca havia sido chupada pelo Mauro. Quando anunciei que iria gozar, ele disse: "Goza gostoso que eu quero sentir o teu
gosto". Nunca havia gozado tanto em tais circunstâncias. Para retribuir-lhe o prazer que ele havia me proporcionado, pedi a ele que sentasse, pois agora seria a minha vez de sentir o seu gosto. Ele obedeceu e eu só abri sua bermuda, abaixando sua sunga e iniciei um majestoso boquete naquele pau que mais parecia uma rocha, de tão duro. Ele gemia e pedia:
"Chupa, gostosa... Chupa o cacete do teu mac ho que tanto sonha com isso...". E quanto mais ele pedia, mais movimentos eu fazia com a boca e com as mãos naquele pau imenso. Não demorou muito e ele explodiu num gozo maravilhoso, dizendo que há muito tempo a Lia não o fazia gozar chupando o pau dele.
Engoli toda a sua porra, fazendo-o sentir o próprio
gosto num beijo molhado que demos em seguida. Mas ainda não estávamos satisfeitos. Eu ainda estava muito
excitada, molhadinha e meladinha e o pau dele ainda
estava duro! Que homem! Ele desamarrou apenas um lado do meu biquíni de lacinho e, me segurando pela cintura, colocou-me sentada na mesa. Tirou o short e a sunga e começou a esfregar o pau na entradinha da minha bucetinha, que latejava pedindo que ele a penetrasse logo. Aquilo estava me enlouquecendo e eu pedi: "Me come. Come minha bucetinha que está pedindo o seu cacete, vai...". Tão enlouquecido quanto eu,
ele meteu tudo de uma vez, me arrancando um gemido
delicioso. Começou então alternando com movimentos leves e estocadas bem fortes. Me segurava apertando a minha bunda e se curvava para chupar meus seios simultaneamente. Estávamos loucos de tesão,
gozamos e nossos corpos estremeceram juntos. Ele urrava enquanto gozava e eu gemia gostoso no seu ouvido.
22
Extasiados, nos lembramos de que a Lia nos aguardava
para irmos à praia. Fomos rapidamente ao banheiro, só
pra tirar o gosto de sexo que nos rodeava, trocamos
mais algumas carícias e saímos. No caminho até a sua
casa, fomos falando muitas sacanagens, o que prometia
um próximo encontro ainda melhor do que aquele. Quando
chegamos em sua casa, Lia já estava no portão e, sem
maldar nada, apenas exclamou: "Dessa vez vc me superou no atraso, héim amiga!". Todos rimos e eu
me desculpei, dizendo que havia perdido a hora e
acordado tarde.
O resto do dia transcorreu bem. Fomos a praia e depois almoçamos juntos, conforme o combinado.
Mas era difícil disfarçar os olhares que trocamos
durante todo o dia, claro! Já no final da tarde, na volta para casa, eles foram juntos me levar, mas não quiseram entrar. Porém, tudo o que eu e o Pedro precisávamos falar, já havíamos falado e... quando menos esperávamos, rolou o segundo encontro.
Mas esse.... só no próximo conto! Espero que tenham gostado e que me incentivem a escrever mais e mais. E fatos verídicos, pois estes excitam muito mais os leitores! Beijos à todos e aguardem o próximo, ok?

*

ELE CONTINUA ME COMENDO NA MINHA CASA...

Olá, colegas leitores! Conforme prometido, aqui estou
novamente para contar mais uma das minhas audácias
sexuais com meu mais novo amante. Pra quem não sabe, irei resumir a história anterior. Meu nome é Carla e sou casada com Mauro, um homem maravilhoso. Temos um casal de amigos muito íntimos, a Lia e o Pedro, que também são casados. Estamos sempre juntos passeando e nos divertindo. Eu e o Pedro, após trocarmos olhares maldosos e de puro desejo, tivemos uma oportunidade e fizemos amor na minha própria casa, enquanto meu marido viajava.

.
3Agora vamos as novidades!
Depois daquela
foda deliciosa, falamos muitas sacanagens um pro outro,
o que prometia uma próxima vez ainda melhor! E a
oportunidade foi mais rápido do que esperávamos. Eu e o Mauro temos uma casa de praia em Cabo Frio, RJ. Haveria um feriado em Junho, que seria numa quinta-feira. Não havíamos combinado nada, pois eu não trabalharia na sexta-feira, mas a princípi o, Mauro teria que trabalhar. Como ele tinha uma folga pra tirar, aproveitou e tirou para o mesmo dia, nos possibilitando de curtir o nosso feriadão. Na segunda-feira, ele me ligou do trabalho dizendo que conseguira a folga e perguntando o que eu achava de convidarmos Lia e Pedro para viajar.
Achei a idéia maravilhosa e já comecei a imaginar como seria e o que poderia rolar naquele final de semana prolongado. À noite, quando chegamos em casa, ligamos para o casal para convida-los. Lia de início resistiu um pouco, alegando estar cansada e dizendo que queria aproveitar o feriado para descansar. Já Pedro, com certeza pensando o mesmo que eu, insistia para que ela concordasse, o que conseguiu com poucos argumentos. Tudo combinado: sairíamos de casa na quarta-feira à noite e voltaríamos no domingo.
Me preparei física e psicologicamente para aquele
feriado, que prometia muita sacanagem! Na quarta-feira pela manhã, Pedro me ligou no trabalho, falando muita sacanagem, me deixando mo lhadinha em pleno horário de expediente. Disse para eu me preparar, que ele iria me enlouquecer de tanto prazer, que não mediria esforços para aproveitar comigo a nossa viagem, que iria fuder meu cuzinho... Nossa!!! Fiquei louca só de ouvir e imaginar! No horário combinado, fomos busca-los em casa. Todos vestíamos roupas bem leves e confortáveis e estávamos muito à vontade, como todas as vezes que saíamos juntos.
Fizemos uma viagem tranqüila, mas o trânsito estava um caos. Chegamos à Região dos Lagos bem tarde e cheios de sono. Nossa casa é bem grande, no andar de baixo, sala, cozinha, banheiro e um ótimo espaço externo, no andar de cima, dois quartos, uma suíte e banheiro. Foi só o tempo de arrumarmos as camas, e cairmos para dormir. Na quinta-feira, acordei cedinho, coloquei meu biquíni, dei uma geral na casa e comecei a preparar o café da
manhã. Lia levantou-se da cama logo após e juntas
terminamos de preparar tudo. Ela também colocou seu biquíni e fomos acordar nossos maridos para tomar café conosco e irmos à praia, que é bem próxima da casa. Tomamos um ótimo café da manhã e eles nos elogiaram por isso. Passamos o resto do dia na praia e sempre que possível e sem deixar que os outros percebessem, dávamos (eu e o Pedro) um mergulho juntos, ou ficávamos a sós na areia, só falando sacanagens.
Voltamos para casa já no finalzinho da tarde e todos
tomamos uma boa ducha no chuveiro que tinha no quintal.
Lia é tímida e não ficava andando pela casa só de
biquíni, enquanto eu me exibia pros meus machos a
vontade. Eles também passavam o dia de sunga pra lá e pra cá. Depois dessa ducha, nos secamos ao ar livre e entramos para tomar um banho de verdade. Fui para o quarto pegar as roupas pra mim e pro Mauro e fizemos amor loucamente. Mauro me pegou por trás, e ficou esfregando aquela rola já dura na minha bunda. Arrancou meu biquíni e caiu de boca na minha bucetinha. Fiz o mesmo com ele e pedi para que me penetrasse. Foi maravilhoso! Amo meu marido, mas  confesso que naquele momento estava pensando no Pedro e no que ele estaria fazendo no outro quarto com a Lia.

9 Mesmo assim, gozei muito gostoso com meu maridinho.
Depois do banho, todos fomos para o quintal e começamos a jogar carta. De vez em quando, Pedro esfregava suas pernas nas minhas por baixo da mesa, e só aquilo já me arrepiava toda. Não sabia como iríamos fazer para ficarmos sozinhos na casa. Naquela noite, ainda quinta-feira, não estávamos muito animados para sair e resolvemos continuar o nosso carteado até dar sono.
Fazíamos uns intervalos para comer e beber algo e assim ficamos até cansar. Lia foi a primeira a dizer que iria dormir, deixando-nos ainda jogando conversa fora. Não demorou muito, Mauro já estava cochilando no sofá, pensei: "Vai ser agora!" Chamei-o para ir ro quarto, ele levantou-se ainda meio zonzo de sono e de cerveja e foi. Pronto! Foi a nossa primeira chance de ficarmos a sós, mas sabíamos que não poderíamos demorar e nem dar mole, afinal desta ve z nossos cônjuges estavam presentes. Começamos a nos acariciar e nossos sexos já davam sinal de vida. Ele usava apenas uma bermuda, sem cueca. Eu, uma blusinha sem sutiã, um short e uma minúscula calcinha. Nos beijamos deliciosamente quase que deitados no sofá da sala e nossos gemidos eram abafados pelo som da TV ligada. Ele levantou minha blusa e chupou meus peitinhos, enquanto eu abria sua bermuda para punhetar aquele cacetão, que já estava quase pulando pra fora dela. Chupei seu pau até ele gozar gostoso na minha boca, e ele retribuiu fazendo o mesmo comigo. Ficamos com medo de continuar e mesmo cheios de tesão, optamos por continuar em outra oportunidade.
Como eu não conseguiria dormir daquele jeito, acordei meu marido e pedi pra ele me fuder gostoso, que eu estava louca de tesão. Ele, todo animadinho, me deu uma chupada na bucetinha e logo em seguida meteu o cacete nela. Gozei muito! Foi muito bom!
13 Quando acordei na manhã de sexta-feira, Lia já estava
de pé. Disse que iria até o supermercado comprar umas
coisas, embora eu tenha dito que não precisava, ela fez questão. O supermercado ficava um pouco distante da casa, então ela pegou a chave e foi com o nosso carro.
Logo em seguida, Mauro acordou e já de sunga, me
convidou pra ir à praia. Disse que iria depois, que
daria um jeitinho na cozinha primeiro. Não desconfiando de nada, perguntando pelos outros e nem desconfiar que estaria me deixando sozinha com Pedro, saiu. Deixei passar uns 5 minutos e fui até o quarto onde Pedro dormia. Ele estava só de sunga e eu, ainda de camisola.
Comecei a beija-lo e já passando as mãos no seu pau, que logo deu sinal de vida. Ele abriu os olhos e
perguntou: "Cadê eles?", ao que eu respondi: "Relaxa, estamos a sós". Ele ficou louco e me puxou pra cima dele com vontade, levantando minha camisola e esfregando seu pau na minha bucetinha ainda por cima da calcinha, enquanto suas mãos passeavam  pelo meu corpo. Sedentos de prazer, tiramos a calcinha e a cueca e, sem ao menos fazermos um oral, e minha bucetinha "engoliu" aquele cacetão. Eu estava por cima, e desta vez era eu quem comandava. Cavalgava naquela pica como uma louca, ele pedia: "Isso, mais... goza junto comigo", apertava meus petinhos, metia o
dedo no meu cuzinho, dizia: "Quero seu cuzinho... Você vai dar seu cuzinho pro seu macho, vai? Quero encher ele com a minha porra, quero fazer você gritar de prazer..." e naquele entra e sai delicioso, chegamos ao orgasmo juntos, e foi demais!!! Quando estávamos nos refazendo, ouvi um barulho na porta; rapidamente eu fui pra minha suíte e tranquei a porta, enquanto ele correu pro banheiro. Era a Lia, havia chegado das compras. Lá de baixo ela perguntou, tem alguém aí? Eu respondi: "Eu! Estou no meu quarto!", não ouvi o Pedro responder nada. Tomei um banho, coloquei o biquíni e desci, pronta pra ir à praia. Ela perguntou: "Pedro ainda está dormindo?", eu respondi qu e não sabia e ela subiu pra conferir. Logo voltou e comentou que Pedro estava muito preguiçoso, havia acabado de acordar e estava no banho. Respondi que homem é preguiçoso assim mesmo e rimos. Coitada... Mal sabia que o marido acabara de gozar gostoso comendo a minha bucetinha... rs... Arrumamos as compras que ela fez e fomos os três pra praia encontrar o Mauro. Mais um dia se passou e tudo correu bem. À noite, fomos ao centro da cidade, no intuito de tomarmos um vinho e comprar umas coisinhas pessoais. Perdemos s noção do tempo e ficamos bebendo vinho e papeando até às 2h da manhã. Voltamos para casa e desta vez, não tivemos a oportunidade que queríamos. Mauro estava muito fogoso, talvez pelo excesso de bebida, e queria fazer amor de qualquer jeito.
15
Confesso que eu também estava afim, então assim fizemos. Depois de chuparmos um ao outro, ele disse que queria gozar no meu cuzinho, mas eu não quis por estar "guardando" para o Pedro, conforme havia prometido. Com todo charme,  disse que queria que ele fudesse minha bucetinha, pedi pra ele passar a língua nela e ver como estava melada de tesão... Ele aceitou depois de me chupar e ver que eu me contorcia de tesão. Fudemos gostoso até que ele gozou e logo em seguida, por cima dele esfregando minha bucetinha no seu pau, eu também gozei. Deitei-me ao seu lado e dormimos agarradinhos. Na manhã de sábado, eu ainda me sentia toda melada e logo que acordei, fui direto para o chuveiro. Coloquei meu biquíni mais sensual e fui preparar o café. Lia desceu logo em seguida, também de biquíni, mas com uma saída de praia por cima. Enquanto os rapazes não desciam, ela comentou sobre a noite que teve com Pedro. Disse que tiveram uma trepada maravilhosa, que eles nunca haviam feito daquela maneira. Segundo ela, Pedro
estava "insaciável". Comentei por alto que eu e Mauro também havíamos tido uma bela noite. Quando nos sentamos para tomar nosso café, os dois desceram. Mauro só de sunga e Pedro de bermuda. Percebendo a  intenção de Pedro, eu disse: "Pelo que eu estou vendo vão todos à praia e eu vou ficar sozinha, né?"; Mauro respondeu: "Ué! E você não vai à praia por quê?";
respondi que queria fazer uma comidinha gostosa pra gente, que estava sentindo falta de comida caseira. Lia se ofereceu então para ficar e me ajudar, mas eu disse que estava brincando e não via problemas em ficar sozinha. Que eles poderiam aproveitar a praia e que de repente eu apareceria depois. Pra não dar na pinta, Pedro não falou nada e foram todos. Mais ou menos uma hora e meia depois, ouço um barulho na porta e, tal qual não foi nenhuma surpresa, era Pedro. Disse que não poderia deixar de aproveitar que eu estava só e inventou de comprar uns peixes, dizendo que levaria pra eu preparar, já que dissera que iria fazer almoço. Como eu já disse, passávamos praticamente o dia todo com
trajes de banho, o que, no meu caso, facilitava
bastante. Ele já chegou me agarrando, me beijando e
deslizando as mãos sobre o meu corpo.
 
16 Afastou a parte de cima do meu biquíni e chupou os meus peitinhos, me deixando louca. Eu já tentava abrir
sua bermuda, queria ver, acariciar e chupar aquele
cacete maravilhoso, que já estava em ponto de bala. Foi
quando, metendo as mãos na minha bunda por baixo do
biquíni, ele disse: "Vou comer esse cuzinho agora, não vou?"; aquilo foi suficiente pra me subir aquele calor.
Respondi: "Claro! Era tudo que eu queria!"; Ele tirou
os lacinhos do meu biquíni, que desceu pelas minhas pernas. Ele me segurou pela cintura levantando meu corpo, eu abracei-o com minhas pernas e assim fomos para a sala. Ele me deitou no sofá e passava o pau na entrada da minha bucetinha, lubrificando-a cada vez mais, e alternava com o meu cuzinho. Fez isso diversas vezes, enquanto com os dedos, fazia movimentos circulares nele, ora metendo o dedo até o fundo, para atiçá-lo cada vez mais. Tinha a sensação de que meu cuzinho estava piscando de tanto tesão e pedi: "Vai, mau amor... Mete esse pau no meu cuz inho, vai..."; ele imediatamente me colocou de pé de costas pra ele, colocou minha perna esquerda sobre o sofá e começou a meter só a cabecinha daquele cacete no meu cuzinho. Eu já gemia de tesão. Fui rebolando, rebolando bem gostoso deixando-o alucinado pra enterrar logo tudo até o talo. Quanto mais eu rebolava, mais um pouquinho entrava. Percebendo que ele não metia tudo de uma vez por medo de me machucar, empinei a bunda pra trás, enterrando tudo de uma vez. Senti uma dorzinha, que logo se transformou em prazer. Chegaram a sair lágrimas dos meus olhos, mas o prazer que sentíamos era inestimável. Ele iniciou aquele clássico vai e vem, alternando com reboladas, onde eu sentia suas bolas batendo bem próximo da minha bucetinha. Que delícia! Eu dizia: "Tá delicioso" Mete gostoso no meu cuzinho, mete... Rebola gostoso que eu quero gozar no teu pau socando meu rabo..."; Não demorou muito pra ele gozar, e disse: "Aiiiii... Vou gozarrrrrrr!!! Você me deixa louuuuuuuuco!!!"; e expl odiu num gozo delicioso, que eu sentia queimar dentro de mim. Ele continuou metendo no meu cuzinho, e comas mãos, acariciava o meu clitóris, que estava durinho e saliente de tanto tesão. Mais alguns segundos e eu também explodir num gozo frenético, gemendo: "Que pica maravilhosa, não para que eu vou gozar". E quanto mais eu falava, mais ele metia. Foi maravilhoso dar meu cuzinho pra ele. Rapidamente, tomamos um banho juntos e ele voltou pra praia. Combinamos que ele diria que eu não fui para continuar preparando o almoço. Por volta das 14h todos chegaram para almoçar. O resto do dia foi normal para todos. Não saímos à noite, queríamos descansar para a viagem de volta no domingo. Ao amanhecer, preparamos um café da manhã reforçado para seguirmos de volta ao Rio, pois Lia queria chegar cedo em casa. Logo após o café, fomos preparar as coisas para a volta. Porém, eu e Pedro não tivemos mais chances de ficarmos a sós e repetirmos as belas trepadas que demos durante a viagem, ma s não podemos reclamar, pois fechamos com chave de ouro, com aquela bela enrabada que ele me deu, né? E o melhor: sem nossos companheiros sequer desconfiarem. E isso talvez nos deixasse ainda mais excitados, o perigo
de algum deles desconfiar ou até mesmo nos pegar em flagrante. Mas nada de errado aconteceu, e com certeza, eu e Pedro aproveitamos muito mais a viagem do que Lia e Mauro! rs... Até a próxima

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

COMIDA NA BORRACHARIA
By: Enoly

Sou uma mulher verdadeiramente casada com um belo e
bem-sucedido executivo de vendas, que nesses nossos
dez anos de casamento sempre procurou proporcionar-me
gifs_speed_016 todo o conforto e liberdade que certamente a grande
maioria das mulheres casadas gostariam de poder
usufruir. Acostumada a freqüentar os melhores lugares,
bem como viajar constantemente com meu marido, jamais
pude imaginar que um dia acabaria nos braços de um
tesudo e viril borracheiro. Depois de comprar dois
jogos de rodas de liga-leve para o meu carro, meu
marido pediu-me para trocá-las em uma borracharia
localizada na saída de Campo Grande para São Paulo,
onde, quando precisava, mandava os carros do
escritório. Após uma revigorante ducha de água fria e
ter-me secado e passado um refrescante creme
hidratante por todo o corpo, como fazia muito calor
naquele final de tarde de quinta-feira, decidi vestir
uma roupa bem leve e confortável. Como de costume,
vesti uma minúscula tanguinha vermelha, cuja parte de
trás fica completamente enterrada no meu bumbum e a da frente mal cobre meus sempre aparados, sedosos e perfumados
pentelhinhos. Escolhi um conjuntinho jeans formado por
um minúsculo top que mal cobria meus pequenos e firmes
seios e um pequenino short que deixava transparecer na
sua parte de trás as dobras do meu bumbum. Nos pés, um
lindo par de sandálias de saltos sete e meio com tiras
amarradas nas pernas. Nos meus carnudos lábios, passei
um cremoso batom marrom, cor que combinava
perfeitamente com a do esmalte das minhas unhas dos
pés e das mãos. Nos cabelos loiros, cujo comprimento
vai um pouco abaixo do ombro, dei uma bela escovada.
Óculos escuros, bolsa pendurada no ombro, celular numa
das mão e as chaves na outra, entrei no carro e saí em
direção à tal borracharia. Dez minutos depois, estacionava o veículo quase dentro do estabelecimento.
Foi quando vi o homem vindo em minha direção: um
moreno-claro, alto, sem camisa, suado, forte e com um
belo sorriso que mostrava uma dentição per feita. Ao aproximar-se da janela do carro e visualizar meu tesudo par de pernas, o borracheiro ficou, verdadeiramente, de boca aberta e queixo caído. gifs_speed_011
Estranhamente, não senti repulsa alguma por ele, ao
contrário, senti-me desejada e cobiçada por aquele
simples trabalhador, o qual me havia dito que eu
poderia permanecer dentro do carro, pois não
atrapalharia o seu serviço. Concordei e coloquei um CD
para tocar, enquanto ele começava a retirar as rodas
da mala do carro. Fumando, eu via pelo retrovisor
aquele homem com seu peito peludo e forte. Aquilo foi
me dando um tesão enorme e resolvi provocá-lo para ver
qual seria sua reação. Vendo que ele começava a
levantar o carro do meu lado, para retirar a roda
traseira esquerda, após acender um cigarro, sem tirar
o óculos escuros, muito sacana abri o botão do short
fazendo com que o zíper também abrisse um pouco. Como
vestia um minúsculo top, que mal cobria os seios,
minha barriga ficava completamente exposta. Com a
abertura intencional do short, sabia que, ao descer do carro, estaria tentadoramente provocante. E foi o que fiz. Desci do
veículo e fiquei bem próxima ao borracheiro que, para
falar comigo, tinha de virar a cabeça para cima. Só
que, ao fazer tal movimento, ele dava de cara com o
meu tesudo par de coxas e com o lindo espetáculo que o
tesudo short proporcionava à sua visão. Enquanto
trabalhava, ele me disse que se chamava André, tinha
32 anos, era casado com uma comerciária de 25 anos e
que, por estar desempregado, havia decidido abrir
aquela borracharia para poder sobreviver. Sua história
me comoveu, porque ele disse que tinha o segundo grau
completo e que, inclusive, havia feito um curso
completo de computação. Enquanto prosseguia
conversando com André, coloquei o pé esquerdo no
estribo da porta. Esse movimento deixou a parte do
fundo do meu short totalmente escancarada na sua cara.
Já demostrando um certo desejo indisfarçável por mim,
quando me dirigia a palavra olhava diretamente na dire
ção da minha boceta. Esse seu olhar guloso e tarado
me deixou completamente tesuda e excitada e comecei a
sentir que minha bocetinha ficava toda melada. Ai, que
tesão! Sem que André percebesse, abri mais ainda o
zíper do short, deixando um pouquinho da minha
tanguinha à mostra, e comecei a andar pela
borracharia, procurando ficar sempre de costas,
porque, assim, sabia que ele teria uma ampla visão das
dobras do meu bumbum. Que delícia! Num determinado
momento, deixei cair meu isqueiro e, ao apanhá-lo,
ainda de costas, abaixei-me como se estivesse
executando um exercício de alongamento. Foi demais!
André havia visualizado meu bumbum como eu queria. Ao
virar-me rapidamente, flagrei-o com seu olhar guloso
grudado no meu traseiro. Ficou meio sem graça, afinal,
conhecia meu marido, mas dei-lhe um belo sorriso, como
se estivesse gostando de vê-lo olhando para minha
bunda, e fiquei mais excitada ainda. Então, aumentei o
volume do som do carro e, acompanhando o ritmo da
música, passei a mexer e remexer o corpo, com meu pequenino short quase que totalmente aberto. Só depois de algum tempo
é que me dei conta dos vários pôsters de mulheres
colados pelas paredes da borracharia. Um deles
mostrava uma loira que, por incrível coincidência, era
muito parecida comigo e, para maior surpresa ainda,
vestia-se como eu estava. Era o que eu precisava! -
Nossa, André, como a loira deste pôster se parece
comigo! Além disso, ela tá vestida igualzinha a mim,
não está? - falei fazendo beicinho, ao mesmo tempo que
me virava para ele. - Veja, até o short dela é
curtinho como o meu! Você gosta? Completei, passando a
mão no bumbum e dando-lhe uma piscadela. André não
resistiu mais e agarrou-me ali mesmo, dando-me um
beijo violento na nuca que quase me arrancou um
pedaço. Como foi gostoso! Afastei-me, servi um pouco
de café de uma garrafa térmica que estava sobre uma
bancada e, pedindo que me acompanhasse, dirigi-me até
o carro. Sentei-me com as pernas para fora e coloquei
o copo quase quente sobre o painel. Quando André se
aproximou, imediatamente dirigi as mãos para a sua
cintura, abri o zíper da calça e retirei para fora um
belo e reluzente cacete marrom-chocolate. Que pau
maravilhoso! Não pensei duas vezes, peguei o copo com
o café, sorvi um enorme gole, abocanhei a vara e,
quando a cabeçorra arroxeada teve contato com o café
dentro da minha boca, André não agüentou e exclamou:
Ai, você vai me queimar, sua piranha gostosa. Isso, me
chupa gostoso, sua vadia que adora cornear o marido!
Passei a chupar o pau daquele borracheiro com muita
vontade e um incontrolável tesão, ao mesmo tempo que
carros passavam em alta velocidade na avenida. Tentava
abocanhar sua vara inteira, mas não conseguia, pois
era muito maior que a do meu marido. Beijava, lambia,
chupava e cheirava seu cacete, como se fosse um
suculento pedaço de picanha ao ponto. Que gostoso! O
gosto do café na minha boca não impediu que sentisse o
cheiro do seu cacete suado. Isso me deixava a inda mas excitada.

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Passei a chupar sua vara com mais vontade ainda, fazendo movimentos de vaivém com a boca. Eu, sentada no banco do carro; o André, do lado de fora, em pé, com a calça totalmente aberta. Era uma depravação só! Depois de ficar chupando aquela
maravilhosa tora de carne, nervos e veias dilatadas,
percebendo que André estava para gozar na minha boca,
levantei-me e, afastando-o e segurando-o pelo pau,
conduzi-o para o interior da borracharia, onde,
deitada sobre dois pneus, pedi-lhe que tirasse meu
short e a tanguinha. Sem perda de tempo, André me
atendeu e passou a lamber-me dos pés até chegar nos
meus sempre sedosos e aparados pentelhos, perfumados
com Boucheron, um aroma verdadeiramente irresistível!
André me lambia como uma gata lambe seus filhotes e me
chupava com força e vontade, parecendo que queria
arrancar meu útero, de tanta força que demonstrava com
a boca. Que maravilha! Fazendo-me ficar em pé,
posicionou-me de costas para ele e debruçou-me sobre
uma  outra pilha de pneus. Aí, agachou-se e, de cócoras,
ficou enterrando a língua no meu cuzinho, enquanto
abria minhas nádegas com as mãos fortes e calejadas.
Que delícia! Mostrando saber proporcionar um belo
tesão e prazer a uma mulher elegante, tesuda e de fino
trato, como eu, André, além de enfiar sua língua no
meu cuzinho, passou a enfiar seu enorme dedo indicador
no buraquinho da minha boceta, que estava
completamente melada de tanta excitação. Sentia-me uma
puta de beira de estrada. Não demorou muito e gozei
feito uma cadela, latindo, gemendo e delirando de
prazer com aquela língua entrando e saindo do meu
cuzinho e o dedão dentro da minha boceta. Foi uma
delícia! Assim que acabei de gozar, virei-me, abaixei-
me na frente de André e, de uma maneira despudorada e
depravada, voltei a chupar-lhe o enorme cacete que
estava duríssimo e enorme. Depois, fiquei de quatro em
cima dos pneus e ele, entendendo o que eu queria,
passou a me rasgar e a me dilacerar a boceta com a sua
bel a e reluzente pica. Que sensação maravilhosa! Ao
mesmo tempo que me estocava sua vara na boceta,
rasgando-me sem dó nem piedade, eu gritava e delirava
de prazer na vara do borracheiro amigo do meu marido.
Vendo que André gozaria, metendo-me daquele jeito, fiz
com que saísse daquela posição e fiquei massageando
suas bolas, ao mesmo tempo que beijava a cabeça da sua
pica, que agora tinha o cheiro de cacete suado
misturado ao cheiro maravilhoso do líquido da minha
boceta. Pedi a ele que deitasse no chão e o cavalguei
como uma amazona cavalga o seu garanhão. André gemia e
urrava de prazer, enquanto lhe proporcionava um
luxuoso sobe-e-desce com a boceta completamente melada
na sua vara de tamanho descomunal. Ele me fazia deitar
sobre seu corpo e beijava meus seios mordiscando
levemente os bicos intumescidos. Estava adorando
trepar com aquele homem aparentemente rude, ali no
chão da borracharia. Meu caríssimo perfume francês já
se havia misturado ao cheiro do seu suor. Eu subia co
m a boceta até o meio do seu pau, parava e ali ficava
mordendo com os músculos vaginais a vara de André, que
gemia como se estivesse sentido uma deliciosa dor.
Para aumentar mais o meu tesão, enquanto continuava
meu delirante sobe-e-desce na sua pica, ele, muito
sacana, simplesmente enfiou o dedo no meu cu. Aí foi
demais! Gritei, berrei e delirei de prazer, ao mesmo
tempo que, juntamente com ele, atingi um louco e
desvairado orgasmo, de uma intensidade a qual nunca
havia sentido e experimentado antes. Foi demais! André
me inundou a boceta com tanta porra que, misturada ao
meu líquido, passou a escorrer-me pela dobras do meu
bumbum e pelas minhas pernas. Foi maravilhoso o prazer
que senti trepando ali com o borracheiro. Para
despedir-me, virei em direção ao seu enorme cacete e o
abocanhei sorvendo com os lábios as últimas gotas de
porra que teimavam em sair da sua vara. Foi muito
delicioso! Quando dei por mim, já passavam das cinco e
meia da tarde. Despedi-me de André e deixe i-lhe minha minúscula tanguinha de recordação. Ao chegar em casa toda suja, que até deixei minha empregada assustada, disfarcei e corri para o banheiro, onde voltei a tomar uma nova e revigorante
ducha de água fria. À noite, enquanto trepava com meu
marido, contei-lhe o fato como se fosse uma fantasia.
Ele acreditou e até hoje pensa que foi uma fantasia
criada naquele momento. Chegou a achar graça em me
imaginar trepando com um borracheiro. Foi demais!