quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Na Viagem à São Paulo

 

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Conto da Cinha

Eu estava com uma viagem marcada pra São Paulo, pra fazer compras. O problema é que eu não iria sozinha, meu marido e meu filho tbm iriam e além deles mais um casal de amigos e a namorada do meu filho tbm. Tinha tudo pra ser um programinha de índio, sem atrativos e pra lá de morno. Mas liguei pro Edu e perguntei se ele não podia fazer esse meu passeio ficar mais quente e interessante. O Edu é um H delicioso que eu conheci aqui na NET. Ele trabalha em São Paulo e na hora que fiquei sabendo que iria pra lá já fiquei com a minha bucetinha piscando de vontade de tirar o Edu do virtual e experimentá-lo no real. Se ele é uma delícia pela Web Cam, imagine ao vivo? Hummmm... só de pensar naquele pau todo dele dentro de mim, isso me fazia ficar arrepiada.

     Depois que eu já estava lá há dois dias e já não tinha esperanças de encontrá-lo, recebo uma mensagem dele me dizendo que tbm estava hospedado no mesmo hotel que eu e louco pra me ver. Eu nem acreditei que aquele H me fez uma surpresa dessas. Me deu o número do quarto e disse que estaria me esperando completamente nu e que era pra eu não demorar. Como os H tinham saído e iriam demorar, foi fácil dar uma desculpa pras M que meu cigarro tinha acabado e que eu iria comprar. Saí dali e fui direto pro quarto que ele estava, e quando bati na porta e ele abriu, quase desmaiei vendo aquele H maravilhoso nuzinho segurando aquele pau duro apontando pra mim. ele me puxou e fechou a porta e eu fui logo ajoelhando ali mesmo e colocando todo aquele mastro na minha boca e comecei o melhor boquete que eu podia dar a ele, fazendo ele socar aquele caralho todo em  mim e enquanto eu sentia ele me puxando pelo cabelo e fudendo minha boca ele falava pra mim:
     _ Isso minha puta deliciosa, abre essa boquinha e sente o pau do teu macho entrando e saindo, chupa minha vadia gostosa... Aquilo me dava um tesão louco e eu comecei a tirar minha roupa sem tirar aquele pau da minha boca, que de vez em quando entrava até a minha garganta e quase me fazia engasgar. Quando ele me viu peladinha, tratou logo de me levantar e enquanto me levava pra cama, beijava a minha boca tbm e dizia que ia me fuder gostoso porque eu precisava saber o tesão que eu fazia ele sentir.
     Ele me empurrou na cama me fazendo deitar e abriu minhas pernas deixando minha bucetinha toda à mostra pra que ele usasse e abusasse dela. Olhou pra mim e me disse que queria sentir o gosto dela na sua boca e começou a chupar o meu grelinho me fazendo até levantar minha bundinha pra sentir toda aquela língua entrando na minha grutinha. Eu sentia espasmos pelo meu corpo e apertava minhas pernas no seu rosto pra que ele não parasse nunca, e quando eu abria mais as pernas ele chupava meu grelo e metia dois dedinhos na minha bucetinha e ficava socando enquanto eu delirava de tesão. Eu nem me lembrava que tinha que ser uma rapidinha, só queria que o mundo parasse naquela hora só pra nós dois. Depois que eu gozei ele beijou minha boca e me fez sentir o gosto do meu próprio mel, e falava no meu ouvido como eu era doce e gostosa. Senti aquele pau duro esfregando entre minhas coxas e a cabecinha dele escorregava na entradinha da minha bucetinha. Ele não parava de me beijar e começou a levantar uma das minhas pernas e enfiar aquele caralho todo em mim me fazendo sentir todo o tesão que ele estava. Fui afastando meu rosto do dele porque eu queria que ele olhasse aquela cena e não esquecesse nunca mais. Ele ajoelhou na cama, levantou minhas pernas e me deixou toda aberta pra ele e começou a meter gostoso aquela piroca toda na minha bucetinha enquanto eu gemia de prazer. Eu pedia pra ele meter mais porque queria aquela pica toda em mim e enquanto eu sentia ele socando mais forte pude sentir que ele ficava mais louco  comigo apertando a bundinha dele de encontro ao meu corpo.
     Parecíamos dois animais no cio, e descobrimos ali que o tesão que tínhamos um no outro não era só um tesão virtual, nem uma louca vontade de apenas satisfazer nossos desejos mas tbm a realização de um sonho que tínhamos de querermos dar e receber prazer, uma coisa que há muito tempo queríamos e que estávamos realizando naquele momento só nosso.
     Sentir aquele H socar seu pau em mim com força, me fazia entender que era aquilo que eu queria pra mim, um H que me pegasse com tesão e me fizesse entender que ali era ele que me conduzia, e eu deveria me render à sua vontade e me entregar inteira àquela paixão. Ele perguntava se eu estava gostando ou se queria mais, e eu só pedia pra ele não parar. Ele então me virou de bruços sem tirar aquele pau de mim, e me puxou pela cintura pra que eu ficasse de quatro enquanto ele não parava de enterrar. Eu forçava minha bunda pra trás pra sentir todo aquele mastro socando atrás de mim, e ele me falava:
     _Isso safada, toma piroca nessa buceta gostosa, vou te fazer gozar muito com a minha rola. E começou a socar o dedinho no meu cuzinho enquanto me comia. Aquilo foi me deixando mais safada e ele me perguntava se eu tava gostando de sentir um dedinho fudendo meu cuzinho. Eu respondia que sim, que queria mais, queria tudo o que ele quisesse fazer comigo, estava entregue a ele e só queria gozar e sentir que ele tbm estava gozando e sentindo prazer comigo. Que foda gostosa! Que loucura tudo aquilo! Eu naquele quarto com um H que eu nunca tinha estado antes, comendo minha buceta e metendo o dedo no meu cuzinho, me falando um monte de sacanagem no ouvido e mandando eu imaginar que aquele dedinho no cu era a pica de outro H me fudendo o rabo. Ele tinha essa fantasia, me comer junto com outro H. E eu ali entregue à sua fantasia e desejando realmente que tivesse outro H junto de nós pra me fazer sentir um prazer que eu nunca tinha admitido sentir antes. Pela primeira vez eu queria realizar a fantasia de alguém e me deitar com dois H. Deixei a minha imaginação fluir e pedia a ele pra mandar o outro me fuder mais. ele socava aquele dedo no meu rabo e perguntava pra mim se era assim que eu queria, se era com duas pirocas enterradas que eu iria gozar. Naquela hora eu não conseguia pensar em outra coisa que não fosse duas picas enterradas em mim, e foi assim que eu gozei muito e ele tbm.
     Não pude ficar mais tempo com ele porque tinha que voltar pro quarto antes que eles chegassem da rua. Ele disse que ficaria ali até o dia seguinte e me pediu pra voltar porque queria mais. Naquele dia não consegui retornar, mas no dia seguinte de manhã arrumei uma dor de cabeça e disse que ficaria no hotel descansando. Todos sairam pra fazer compras e eu então pude voltar ao quarto dele. Quando cheguei lá ele estava conversando com um amigo que tinha levado uns documentos pra ele assinar. Fomos apresentados e não pude deixar de notar que o amigo dele me comia com os olhos, ainda mais porque eu estava vestida apenas com um robe preto curtinho de seda sem nada por baixo e meus peitinhos estavam durinhos e ficavam marcados pela leveza do tecido.
     Enquanto eles terminavam o assunto de trabalho eu me recostei de lado na cama em frente à mesa que eles estavam e fiquei ali esperando por ele mas sabia que o amigo dele não prestava muita atenção ao que estavam conversando porque eu olhava pra ele que estava de frente pra mim e ele não tirava os olhos da minha bundinha que quase aparecia toda porque o robe tinha levantado quando me deitei e eu não usava nada por baixo. Acho que ele tava louco com aquela cena porque enquanto mordia os lábios me olhando não se conteve e disse pro Edu que ele era um H de sorte.
     O Edu levantou da cadeira e veio até mim, beijou minha boca e foi abrindo meu robe devagar deixando meus seios à mostra, e apertando o biquinho disse no meu ouvido:
     _Fecha os olhos e aproveita o momento. Vc é minha vagabunda e agora vai obedecer a dois machos que estão com fome. Sorri pra ele e apenas fechei os olhos em sinal de obediência. Ele tirou meu robe e eu senti quando colocou seu pau na minha boca. Agarrei aquela pica e comecei a chupar gostoso, de repente sinto as mãos do amigo dele abrindo minhas pernas e comecei a sentir aquela lingua me lambendo a bucetinha. Meu grelinho tava durinho e ele chupava gostoso demais e ao mesmo tempo metia o dedinho nela. Não demorou muito e eu gozei como louca naquela boca gostosa e então o Edu levantou e mandou o amigo dele deitar e disse pra mim sentar na pica dele. Olhei aquele caralho enorme apontado pra cima e não perdi tempo, cavalguei naquele pau enquanto beijava muito aquele H. Senti quando o Edu passou o gel no meu rabo e entendi que ele ia comer o meu cuzinho. Olhei pra trás e ví nos olhos dele todo o tesão que ele tava sentindo e então disse:
     _Isso meu gostoso, vem comer a tua putinha, mete esse caralho no meu rabo que eu quero sentir o que é ter duas picas enterradas. Ele ficou em pé na cama com as pernas abertas, abaixou minhas costas e me segurando pelos ombros meteu aquele pau todo em mim, no início devagar até que ele entrasse, mas depois começou a socar com força, parecia louco de tanto tesão e me falava:
     _ Rebola vadia, toma duas rolas, eu sei que tu tá gostando de levar duas picas. O amigo dele dizia no meu ouvido:
     _ Que delícia de buceta, tu é uma putinha muito gostosa de comer.
     Estávamos tão entregues àquele momento de prazer que logo gozamos os três, e sentimos que foi a realização de uma fantasia que tínhamos e nunca nos esqueceríamos daquele dia.
     Tomamos um banho juntos onde os dois não paravam de me passar as mãos por todo meu corpo e logo fui puxada pra cama. Eles me deitaram e começaram a lamber meu corpo todo, o Edu me fez começar um 69 nele delicioso e enquanto eu chupava o pau dele, ele enfiava sua língua na minha bucetinha e o amigo dele não resistindo em ver minha bundinha empinada, começou a meter o dedinho no meu cuzinho mas logo tratou de começar a meter aquele caralho todo em mim. Gozei muito na boca do Edu levando leitinho quente no meu cuzinho e na minha boca.
     Terminamos aquela foda com a certeza que não seria a última vez que nos encontraríamos porque o Edu prometeu que iria com o amigo dele passar uns dias na minha cidade.
     E assim eu terminei aquela viagem a São Paulo, satisfeita em ter realizado a fantasia do Edu mas muito mais satisfeita por ter descoberto que um Menage masculino pode ser muito prazeroso quando se tem a cumplicidade do H que vc deseja. Se vc gostou não deixe de me dizer. Um bj gostoso a todos.
( http://segredosdacinha.blogspot.com)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011


De carona com médico gostoso – Parte 2

Voltando para minha deliciosa história – quem quiser saber a primeira parte dessa aventura procure o conto De carona com o médico gostoso parte 1 - depois da pegação no estacionamento Túlio e eu estávamos pegando fogo. Tínhamos gozado deliciosamente no carro, mas faltava algo, nossos corpos precisavam se tocar, suarem juntos, gozar juntos.

No caminho para o Motel a cada sinal que parávamos nos beijávamos com sofreguidão, meu corpo ardia, eu já não pensava em mais nada, não via a hora de ser possuída por Túlio. Mal estacionamos o carro na garagem e ele veio como um animal para cima de mim. Beijou-me, lambeu meu corpo agarrou-me com força.

Ele deu a volta, abriu a porta e carregou-me. Entramos no quarto, não parávamos de nos beijar, ele me olhava com desejo e admiração. Aquele homem era simplesmente maravilhoso, me desejava e sabia como me enlouquecer. Jogou-me na cama, foi ao frigobar e pegou uma cerveja, sentou-se ao meu lado, tirou calmamente a camisa, deu-me mais um beijo e começamos a bebericar. Enquanto conversávamos ele pediu que eu tirasse minha roupa. Atendi seu pedido, fiquei em sua frente e bem devagar fui retirando cada peça de roupa. As sandálias, a saia, a blusa e o sutien. Fiquei só de calcinha, tomei a latinha de sua mão, dei um longo gole e deitei-me de bruços na cama. Ele levantou-se, ficou completamente nu e deitou-se por cima de mim. Começou uma massagem deliciosamente excitante. Suas mãos macias e firmes apertavam meu pescoço, meus ombros me sentia relaxada e com muito tesão. Túlio pegou uma pedra de gelo e passou-a em toda extensão das minhas costas. Lentamente ele me torturava deliciosamente, o frio da pedrinha de gelo eriçava meus pêlos, eu me contorcia e gemia, isso deixava Túlio mais excitado, podia sentir a o pau dele crescendo e tocando com cada vez mais força minha bunda. Ele debruçou-se sobre mim e começou a beijar-me, me lambia, mordia e falava coisas desconexas, chamando-me de gostosa, tesuda. Sentia minha bucetinha latejar, meu caldinho já encharcava minha calcinha e sentir o caralho delicioso de Túlio pressionar meu bumbum, por Deus, isso já me enlouquecia.

Pedi que ele acabasse com aquela tortura e me penetrasse logo, eu queria sentir todo aquele vigor dentro de mim. Ele era muito sacana parecia gostar daquele jogo onde ele estava no poder e eu era sua puta submissa.

Então me deitei de costas e ele veio por cima. Começou a massagear vigorosamente meus seios, apertava-os entre suas mãos, beijava profundamente meus lábios e mordia minha língua. Túlio parecia enlouquecido, jamais imaginei viver uma situação dessas. Ele agachou sobre meu corpo e lentamente introduzia a piroca dura e melada em minha boca. Segurava minhas mãos e socava com força, mas lentamente, sentia seu pinto ir fundo em minha garganta.

-Gostosa. Abre bem essa boquinha para receber meu pau.

-Isso safada, chupa esse macho.

Ele falava e me enlouquecia, eu chupava com gosto aquele caralho. Sentia suas bolas batendo em meu queixo, quase engasgava, mas deixava aquele pau bem molhado, pressionava suavemente entre meus lábios, ver aquele homem delirar em cima de mim era uma sensação deliciosa.

-Puta que pariu, eu vou gozar na sua boca outra vez, safada.

E gozou, encheu minha boca com sua porra quente. Túlio mais uma vez estava satisfeito, mas eu ainda ansiava por um gozo completo. E isso não demoraria a acontecer. Ele beijou-me deliciosamente, deslizava sua língua macia pelo meu corpo, mordia levemente minha barriga, meu umbigo. Encontrou minha calcinha, que já estava completamente molhada, ele a retirou com os dentes, reiniciou a sequência dos beijos dessa vez pelos pés. Mordia e lambia cada um dos meus dedinhos, arranhava minhas pernas. Aos poucos ele beijava minhas canelas, minhas coxas e finalmente alcançou minha bucetinha, quente, úmida pronta para recebê-lo. Túlio cuidadosamente enfiava sua língua na minha xaninha, sentia cada centímetro de meu sexo sendo lambido, percorrido por uma deliciosa corrente de prazer.

-Safado, gostoso. Isso chupa a bucetinha da sua putinha. Me faz gozar.

Ele fazia direitinho, como um cachorrinho obediente. Chupava cada pedacinho da minha xoxota, enfia seus dedinhos, brincava na portinha do meu cuzinho. Eu rebolava e forçava meus quadris contra seu rosto, sentir a barba dele por fazer raspando em mim me dava mais tesão. Nessa altura eu já urrava de prazer, apertava a cabeça de Túlio contra meu sexo. Ele com seu fôlego impressionante, não parava um instante de me chupar, enfiava o dedinho em mim, comecei a sentir uma forte onda de calor percorrer meu corpo, fui tomada por espasmos eu estava gozando.

-Ai safado, me fez gozar mais uma vez. Agora quero você dentro de mim.

Bruscamente virou-me de bruços mais uma vez. Mordeu meu bumbum, segurou seu pinto e começou a pincelá-lo em mim, espalhava nossos caldinhos preparando-me para o que estava por vir.

-Vou possuir você. Você vai chorar na minha pica sua puta.

Sem frescuras Túlio começou a penetrar em meu cuzinho, no inicio fiquei temerosa, mas de nada adiantou, ele estava decidido a me comer daquele jeito. Foi enfiando cada centímetro daquele pau em meu rabinho, que foi se alargando e alojando aquele pau delicia. Ele metia um pouco, parava, me chamava de safada e metia mais um pouquinho. Até que tudo entrou e ele começou a bombar em meu rabo. Socava com força, lentamente, penetrava tudo, eu só conseguia gemer, chorar e rebolar naquela pica deliciosa. Rebolava como se não houvesse amanhã.

Túlio sabia realmente o que estava fazendo, tirou sua pica do meu rabo e enfiou tudo e de uma vez só na minha bucetinha.

Que delicia sentir aquela pica rasgando minha xoxota ao meio, estava sendo deliciosamente preenchida por aquele caralho. Túlio socava ia até o fundo da minha buceta. Me comia com vontade, eu estava prestes a gozar.

Ele então deitou-se e pediu que eu o cavalgasse, como uma putinha obediente tratei logo de subir na pica do meu garanhão. Direcionei sua piroca para entrada da minha buceta e fui escorregando, delirando com cada centímetro daquele caralho que se alojava em mim.

Cavalguei então, primeiro vagarosamente, sentindo as bolas dele batendo em mim, fui rebolando calmamente, sentindo a textura e a grossura de Túlio, (só de lembrar fico molhadinha), aos poucos fui aumentando o ritmo. Quando me dei conta estava galopando naquele macho, subindo e descendo freneticamente sentindo seu pau rasgar-me profundamente, ele me tinha, me dominava eu gozava como puta, uma safada que precisava e naquele momento sentia-me como a mulher mais gostosa da Terra.

Percebendo que eu estava em êxtase meu doutor apertava os bicos durinhos dos meus seios, espremia-os entre seus dedos e também urrava de prazer comigo:

-Isso minha puta, lambuza meu pau todo com seu mel. Assim bem sem vergonha.

Eu olhava em seus olhos, mordia meus lábios e gozava arranhando seu peito másculo e vigoroso, meu gozo foi longo, sei que deixei seu pau muito melado. Ainda meio tonta com aquele clímax levantei-me e ficamos num sessenta e nove, chupei seu mastro e pude sentir todo o gostinho da minha xaninha, e ele me sugava todo o mel.

Mudamos mais uma vez de posição, aquele homem era realmente um garanhão, fiquei de quatro e pedi a ele que gozasse dentro do meu rabinho. A penetração dessa vez foi mais rápida, encontrávamos entorpecidos de tesão, seu pau escorregou gostoso para dentro e meu cuzinho o recebeu calorosamente. As estocadas agora estavam fortes, profundas e rápidas, ele segurava firme em minha cintura, puxava meus cabelos e dava tapas em meu bumbum, que delicia ficar assim com meu médico, estávamos como dois animais no cio. Mais alguns movimentos e senti meu rabinho sendo preenchido por uma porra quente,e viscosa, os jatos eram rápidos e ocuparam toda a extensão do meu cú. Quando ele tirou o pau senti sua porra escorrendo indo em direção a minha xoxota, e mesmo sentindo-me satisfeita não resisti. Deitei-me com as pernas bem abertas para Túlio e masturbei-me espalhando sua deliciosa porra da entradinha de meu cuzinho até a pontinha do meu grelo, mais uma vez gozei gostoso olhando a expressão safada do meu macho.

Tomamos um banho, nos esfregamos e nos beijamos mais. Estávamos satisfeitos, o clima de sedução que nos envolverá havia nos levado a uma deliciosa transa, sem culpa, só havia espaço para o prazer e o desejo que um tinha de fazer o outro gozar. Pegamos o carro e ele deixou-me perto de casa, e até hoje quando vejo um Meriva prateado meu coração dispara e me lembro de uma das gozadas mais deliciosas de minha vida.

Bom sexo a todos, afinal fazer gozar e gozar é fundamental!

domingo, 13 de novembro de 2011


De carona com o médico gostoso - Parte 1

Oi pessoas tudo bem? Voltei para contar uma nova situação deliciosamente sexy que vivi há alguns dias. Vocês já me conhecem, sou Luanna, 27 anos, morena clara, cabelos ondulados compridos. Tenho o corpo estilo mingnon e uma boca que sempre é elogiada, seja pela aparência seja pela performance , se é que vocês me entendem...

Sofri um pequeno acidente e acabei tendo uma torção no joelho, o que me obrigou a procurar ajuda médica. Marquei uma consulta com um médico que ficava próximo do meu trabalho. No dia da consulta resolvi ir com uma bermuda e uma sandália rasteirinha, fazia muito calor. Sai de casa sem a mínima pretensão de conhecer alguém interessante, estava com dores e meu único objetivo era resolver essa questão médica.

Chegando ao consultório, me identifiquei como de praxe e aguardei. Logo uma simpática enfermeira chamou-me e conduziu-me à sala, logo no corredor um delicioso perfume masculino tomou conta do ar, era um cheiro amadeirado, gostoso, suave, porém marcante fiquei instigada com aquele aroma. A enfermeira pediu que eu aguardasse.

Devem ter passado uns 10 minutos, aquele odor agradável que havia sentido no corredor voltou novamente só que dessa vez mais forte. Escutei a porta fechar-se atrás de mim, O médico entrou, fiquei positivamente impressionada, Dr. Túlio era um homem jovem, não tinha mais que 35 anos, loiro, cabelos dourados muito bem cortados, tinha um corpo atlético, peito largo e um olhar cativante. Inicialmente mostrou-se ser um homem bem agradável, mas o que mais me atraia era o perfume, se pudesse sentiria aquele cheiro por anos a fio.

Com muita simpatia ele me perguntou qual era o problema falei então que havia levado um tombo e desde então meu joelho estava muito dolorido e inchado. Ele então pediu para que eu me sentasse na maca. Levantei-me e fui em direção a cama, ele veio logo atrás de mim e estendeu a mão auxiliando-me a subir. Sentei-me, ele então gentilmente começou a tocar minhas pernas, começou tocando minha coxa logo acima do joelho e lentamente foi descendo. Aquilo estava sendo totalmente profissional, mas minha imaginação começou a fluir, imaginei-me sendo beijada, tocada por ele, sonhei acordada. Quando ele tocou com mais força meu joelho dei um gemido de dor:

- Desculpe, mas acho que já sei o que deve ter acontecido. Por favor, pode se levantar.

Sentei-me novamente na cadeira em frente a ele, não resisti e indaguei:

- Essa mulher linda dessa foto é a sua esposa?

- Sim, estamos juntos desde a faculdade, ela também é médica. Você é casada?

- Sou sim, estamos juntos já tem um tempo também.

- E você trabalha em que?

- Sou personal trainer, trabalho em algumas academias.

- Hum, trabalha com esportes por isso tem um corpo tão bonito. Acho bom curarmos logo esse joelho não é mesmo?

- Sim doutor, tenho sofrido bastante com essa dor.

- Fique calma, vou receitar-lhe um antinflamatório e umas compressas para aliviar a dor. Além disso, preciso que faça alguns exames e retorne dentro de uns 10 dias para avaliarmos o problema.

- Terei que maneirar nos treinos então.

- Sim, por favor. Aproveite para descansar e a senhora...

- Senhora não. Pode tratar-me como você.

- Ok, você pode pedir ao marido para que te auxilie com as compressas, além disso, com carinho garanto que esse problema vai sarar mais rápido.

Sorrimos olhando um nos olhos do outro, na minha cabeça já estava aberta uma porta para a sedução, estava rolando um clima entre eu e Dr. Túlio. Fui para casa com o perfume e a lembrança daquele homem na cabeça, durante o banho toquei-me e gozei pensando nele. À noite transei com meu marido imaginando como seria gozar com aquele médico cheiroso e gentil. Passaram-se os dias, retornei para minha consulta, marquei pela manhã. Quando entrei na sala ele já me aguardava, simpático e com um sorriso de fazer inveja a qualquer propaganda de creme dental. Levantou-se, deu-me um aperto de mão firme com suas mãos macias, e para minha surpresa levemente segurou em minha cintura e deu-me dois beijinhos no rosto. Fiquei em êxtase por alguns segundos a fragrância marcante daquele homem percorreu todos os poros da minha pele.

Ele olhou os resultados dos meus exames e novamente tocou em minhas pernas, dessa vez um toque mais vigoroso, foi do joelho até meus pés e depois do joelho até o meio das coxas, quando ele ia subindo a mão, levemente, fui abrindo as pernas e do ângulo em que ele estava pude perceber que ele avistou minha calcinha que a essa altura começava a ficar úmida com o tesão que eu estava sentindo com aquela situação. Trocamos olhares que mesmo sem graça demonstravam que estávamos entendo o que aquela situação significava.

Ele disse que o inchaço já estava bem melhor e que se eu sentisse dor poderia tomar algum analgésico de costume, recomendou-me para fisioterapia e disse que se eu sentisse necessidade poderia retornar dentro de alguns meses para uma nova avaliação. Fiquei feliz pela noticia, mas triste por não haver mais nada que eu pudesse fazer para voltar a ver aquele homem, frustrada fui embora.

Como já estava próximo do horário do almoço, resolvi passear no shopping que ficava perto. Rodei pelos corredores do shopping, mas nada me agradava, resolvi ir almoçar. A praça de alimentação não estava muito cheia, parei e escolhi uma mesa, sentei e eis que escutei alguém chamar meu nome, quando olhei meu coração parou: Túlio estava sentado bem atrás de mim.

Cumprimentei-o, ele perguntou se poderia sentar comigo, concordei. Começamos a conversar mais descontraidamente, fora do ambiente do consultório Túlio era ainda mais sedutor, de papo fácil, falava de tudo, e perguntava também, quis saber da minha vida e me contou da sua. Ele era casado com uma colega dos tempos de faculdade, tinha 34 anos. Fizemos o pedido de nosso almoço e continuamos a conversa, falamos de muitas coisas e eis que a conversa tomou um rumo mais picante, especialmente quando contei a ele que meu marido já era um quarentão, de cara ele achou que ele era velho para mim:

- Nossa, uma mulher jovem e bonita como você, esse cara tem sorte viu?

- Que isso, não precisa exagerar. Temos nossas diferenças, mas somos um casal bem feliz, vivemos bem.

- E ele dá conta do recado?

Comecei a sorrir e ele insistiu na conversa:

- Olha, me desculpa, mas acho que você deve ser muito tarada, seu olhar e seu jeito estão me mostrando isso.

Fiquei sem graça e ao mesmo tempo lisonjeada com esse comentário, na verdade eu estava incendiada por dentro. Túlio, percebendo que eu estava meio desconcertada levou a mão em meu rosto e me fez um afago.

-Você é realmente muito sedutora. Estou encantado desde a primeira vez que você veio se consultar.

- Você também é muito atraente e tem um perfume muito gostoso.

- Hum, bom saber.

A conversa e o almoço estavam deliciosos nem sentimos o tempo passar, quando nos demos conta as horas haviam corrido. Ele insistiu em pagar a conta, mas eu não permiti. Acertamos e fomos caminhando em direção ao estacionamento. Ele perguntou-me se eu estava de carro, eu disse que não, ele ofereceu uma carona.

Entramos no carro e e sem que eu pudesse esboçar uma reação veio em minha direção e me deu um beijo na boca. Na hora fiquei assustada e o afastei, respirei profundamente e ele olhando em meus olhos:

- Você me deixou louco.

E mais uma vez começou a beijar-me profundamente, não resisti e entreguei-me. Sentia sua língua quente percorrer minha boca, um beijo forte, molhado de acelerar o coração. Ele beijava e gemia, percorria meus seios com suas mãos. Ele os apertava com carinho, com desejo, um toque suave gostoso que me fazia delirar, eu correspondia ao seu beijo, acariciava seus cabelos e seu peito. Nem nos demos conta que mesmo protegidos pela película dos vidros do carro, estávamos no estacionamento de um shopping.

Túlio tinha um toque macio, levava-me a loucura, num rompante de tesão desabotoei os botões de sua camisa e beijei, lambi, mordi aquele tórax másculo, queria ter aquele macho para mim, no instante seguinte eu já estava com a mão em seu pênis podia sentir aquilo crescendo, mostrando sua verdadeira face, ai que delicia. Obviamente não aguentei muito tempo e comecei a punhetá-lo carinhosamente, podia sentir o calor que vinha de seu membro grosso, rosado e cabeçudo, havia superado toda minha expectativa. Meio sem jeito consegui abaixar-me e toquei nele levemente com os lábios, iniciei então um boquete. Lentamente fui engolindo aquele pau, saboreando cuidadosamente cada milímetro, cobrindo toda sua extensão com minha saliva, podia ouvir os gemidos contidos do médico, fui sentindo suas pernas relaxando e seu caralho ficando mais rígido entre meus carnudos lábios.

- Hum, que boca deliciosa, faz tempo que não ganho uma chupada tão gostosa.

Essa fala me deixou com mais desejo, decidi que aquele boquete, mesmo num lugar desconfortável seria inesquecível para aquele homem. Engoli sua piroca, era deliciosa, quente, cheirosa, muito, muito suculenta. Com uma das mãos comecei a massagear sua bolas, eram grandes e estavam pesadas, meu doutorzinho precisa gozar urgentemente para aliviar tamanho tesão. Aumentei o ritmo das chupadas, ele percebeu e agarrou meus cabelos, movimentava seu quadril em direção ao meu rosto, quase me sufocava, fodia gostoso minha boca que salivava de desejo. Apertei suavemente seu mastro com os lábios e continuei chupando, estava engolindo como uma louca aquele pênis, deixei a cabeçona rosada dele bater no fundo da minha boca, indo até a garganta, que loucura, e em pouco tempo mais senti um forte jato de porra encher minha boca.

-Ai gostosa! Você conseguiu me fazer gozar, engole todo o meu leitinho minha safada.

Túlio gozou como um animal, poucas vezes engoli tanta porra, seus jatos eram fortes, longos e deliciosos. Engoli tudo, não deixei escapar nenhuma gotinha. Túlio sorria para mim, mostrando que estava satisfeito, mas ainda não era suficiente. Ele queria me fazer gozar. Beijou minha boca profundamente e foi alisando meu corpo, me apertava, beliscava, eu estava entregue aquele macho. Recostei-me no banco e decidi que gozaria sem culpa naquele momento.

-Túlio, que delicia, me faz gozar bem gostoso.

-Safadinha, abre essas perninhas que vou te levar nas nuvens, gostosa.

Sem rodeios abri as pernas e fui sentindo aquelas mãos macias acariciarem minhas coxas, ele as percorria vagarosamente me deixando com mais tesão. Foi massageando e com cuidado alcançou minha calcinha, que já estava encharcada, alisou minha xoxota por cima dela, não me contive e gemi baixinho. Ele parou de me beijar, me encarava com um olhar safado e sedutor enquanto suas ágeis mãos afastavam minha calcinha para o lado. Olhando-me fixamente ele começou a me tocar, deslizava seus dedos grossos e macios na minha xaninha. Eles iam profundamente esfregava meu grelinho com maestria, eu só conseguia acariciar seu braço e gemer.

-Não feche os olhos delicia. Quero que você goze olhando para mim.

-Túlio, vou goza na sua mão, não quero que você me chupe agora, quero gozar com você me tocando.

-Luanna, sua boceta ta quente, meladinha. Goza gostoso pra mim.

Túlio sabia o que estava fazendo, socava seus dedos na minha xaninha, ia fundo fazia uns movimentos que me deixava louca. Com o polegar ele apertava deliciosamente meu grelo, olhava para mim com uma cara de safado.

-Sabia que você era safada. Olha como sua boceta ta, você é muito gostosa. Goza que eu vou te levar pro Motel e vou meter gostoso em você.

Meu médico era um doce, mas sabia tratar uma mulher na cama: como uma puta! Eu estava dominada, olhando pra mão dele esfregando minha boceta não aguentei muito tempo mais. Minha cabeça começou a girar, apertei com força seu braço, ele percebeu o que estava acontecendo e começou a beijar-me. Minhas pernas começaram a tremer, senti meu coração mais acelerado e comecei a gozar. Segurava seu braço e apertava sua mão de encontro ao meu sexo, que delicia. Gozei como uma adolescente.

-Luanna você é deliciosa.

Ele falou isso e mostrou-me seus dedos melados com meu gozo, ele os lambeu, e sem dizer mais nada ligou o carro e saímos dali direto para o motel, lá essa história teria o desfecho que merecia...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Perdi a Aposta e Tive Que Chupar

CB2

conto de Fernandinha 

Pode parecer meio estranha a história que vou contar, mas aconteceu realmente. Meu nome é Fernanda e tenho 20 anos. Sou morena e segundo a galera, muito gostosa. Sou a típica morena popozuda, com um bundão empinado e as coxas grossas, mas nadinha de celulite.

Devido toda minha família, tios e avós, morarem em minha cidade, sempre fui cercada de primos e primas. Apesar deste contato todo, e ainda saber que minha irmã dava para todos os meus primos, nunca tive qualquer relacionamento com algum deles, apesar de todos serem muito bonitos. Todos nós sempre saímos juntos para festas, cinema e boates, mas sempre eu ficava com alguém de fora do grupinho.

Minha irmã, piranha que só ela, não perdia uma chance de fuder com algum de meus primos, e já até a flagrei chupando o cacete de um deles. Como já havia rolado algumas vezes, combinamos, eu e ela, de jogarmos baralho aqui em casa com nossos primos Reinaldo e Roberto, 21 e 22 anos, pois meus pais estariam fora naquela noite e assim poderíamos beber e jogar a noite toda. Lá pelas dez horas os dois chegaram e logo começamos a jogar buraco, sendo nós duas contra eles.

Ganhamos as primeiras partidas e, embaladas pela cerveja, brincávamos com eles, chamando-os de fracotes, que não tinham forças para ganhar da gente... E sabe com é que é homem, eles logo se sentiram diminuídos e começaram a nos provocar.

-Então vamos apostar, jogar sem valer não tem graça, provocou um deles.
-valendo o quê? - Perguntei.
-Quem ganhar escolhe. -Respondeu.

Sem ver sacanagem na parada, aceitamos. Começamos outra e tomando mais e mais cervejas, já fazíamos uma merda atrás da outra até que perdemos mesmo o jogo.

- E aí fodonas, perderam? Ironizou Roberto.

Minha prima os mandou dizerem logo o que queriam.

-Vocês vão ter que pagar um boquete para nós, Disse Reinaldo, sem vacilar.
- Qualé, ficaram malucos? -Disse indignada.
- Ué, tiraram tanta onda e agora vão amarelar? -Provocou Roberto, rindo.
-Ta bom então, mas só um pouco, aceitou minha irmã, que já estava adorando a situação.

Ela foi logo puxando Reinaldo para o sofá e mandando-o sentar. Roberto ria e me provocava, e aí Fernanda, perdeu pagou. Eu não acreditava no que via, minha irmã abaixou as calças de Reinaldo com cueca e tudo e começou a bater uma punheta para ele. Eles estavam á poucos metros de mim e logo comecei a sentir minha bucetinha se umedecer toda.

Reinaldo tinha um cacete grande e logo estava super duro. Os dois me olharam e, com o cacete duro nas mãos, minha irmã me disse Vai Fernanda chupa o pau dele. Roberto me olhou e, já cheia de tesão mas muito envergonhada, o chamei para o meu quarto, puxando-o pelas mãos. Disse para o Roberto que seria só uma chupadinha e mais nada, e ele, com um sorriso safado concordou. Me sentei na cama com ele em pé á minha frente comecei a abrir sua calça. Antes mesmo de tirar seu cacete para fora, ele já se mostrava bem duro pelo volume que fazia.

Não seria a primeira vez nem a segunda que eu iria chupar um cacete, mas aquela situação toda estava me perturbando muito, ao mesmo tempo em que me excitava, mas na hora que enfiando a mão dentro de sua cueca, tirando seu cacete para fora, um tesão louco me tomou o corpo e depois de o medir com os olhos, 16 cm – confirmei depois, comecei a chupar.

Era do tamanho que eu gosto, que dá para chupar bem gostoso enfiando quase tudo na boca. Abaixei sua calça e acariciando seu saco peludo, e me dediquei a mamar o cacete de Roberto. Seu pau era muito bonito e a cabeça era bem grande, inchada e roxa.

Chupei meu primo durante uns dez minutos até que sentindo que ele iria gozar logo, aumentei o ritmo de minha chupada, indo e vindo com a cabeça cada vez mais rápido, até que senti sua porra me inundando a boca. Pela primeira vez eu deixava alguém gozar em minha boca, eu sempre pedia para gozarem sobre meus peitos, mas estava adorando. Sua porra tinha um sabor muito estranho, mas não era ruim. Roberto gemia baixinho enquanto eu mamava e mamava, engolindo seu leitinho todo. Depois me bateu uma vergonha e pedi que vestisse a calça.

Ouvindo uns gemidos vindos da sala, Roberto me chamou para ir ver com ele o que eles estavam fazendo. Eu fui, e o que vi me acendeu novamente o tesão. Minha irmã estava de quatro no sofá sendo fodida com força pelo meu primo, que a segurava pela cintura. Roberto estava atrás de mim passando a mão em minha bunda. Continuei a assistir a transa dos dois e logo meu primo já estava me abaixando à calça de lycra que eu usava. Dei uma olhadinha para trás, mas logo voltei a outra cena, deixando meu primo me lamber a bunda.

Abaixado, ele me mordia a bunda toda e lambia meu reguinho. Eu estava hipnotizada pela cena, e muito excitada. Meu primo, se aproveitando disso, me abraçou por trás e começou a me acariciar os peitos e a bucetinha completamente úmida. Depois ele tirou minha blusa e abaixando-se de novo atrás de mim, levantou uma de minhas pernas e começou a chupar minha buceta. Eu própria segurava minha perna no ar, enquanto sentia sua língua em minha bucetinha e no meu cuzinho.

De onde nós estávamos eles não poderiam nos ver, pois eles estavam meio de costas para gente, e assim, assistindo meu primo comendo minha irmã, me agarrei ao alisar da porta e com uma das pernas levantadas, deixei que Roberto me comesse. Ele enfiou tudo de uma só vez e, me segurando pelos peitos, passou a me fuder. Depois de alguns minutos, eles mudaram de posição, com ela sentando sobre ele, mas, não querendo que me vissem, fechei a porta do quarto e puxei Roberto para a cama.

-Chupa minha buceta, eu estou morrendo de tesão, implorei.

Roberto me deitou, abriu e levantou minhas pernas e mandou ver. Nossa, e como chupava bem! Ele abria com os dedos meus lábios vaginais e enfiava a língua lá dentro, me fazendo gemer. Eu nem lembrava mais dos outros dois lá na sala. Roberto me chupou bastante até que veio para cima de mim e cravou seu cacete em minha bucetinha.

Eu gemia e o abraçava, enquanto de pernas para cima, recebia seu cacete gostoso. Louca para gozar, troquei de posição com ele e de cócoras enfiei seu cacete na buceta. O cavalguei por uns dez minutos e gozei aos gritos, rebolando como uma puta. Um dos melhores da minha vida! Meu gozo parecia não ter fim. Quanto mais eu rebolava mais eu gozava. Depois Roberto me virou de quatro e começou a me foder assim.

-Que bunda linda!, disse.

Enquanto me deliciava com as estocadas de Roberto, ouvia os gemidos de minha irmã na sala, me excitando ainda mais. Roberto tirou seu cacete e começou a lamber meu cuzinho. Depois de me lamber bastante, Roberto começou a enfiar um dedo, depois outro e logo um terceiro, enquanto me masturbava. Ele começou a me fuder o cuzinho até então virgem, preparando-o para o seu cacete. –

-Já bati muita punheta imaginando te comendo o cuzinho, disse enquanto enfiava e tirava seus dedos em minha bundinha.
-Agora eu vou te comer como sempre quis, priminha gostosa, concluiu.

Eu até pensei em fazer um doce para dar o cuzinho para ele, mas logo ele tirou os dedos e começou a enfiar o cacete duro como ferro em meu buraquinho apertado. Ao contrário do que esperava, não senti nenhuma dor, só prazer. Seu cacete foi entrando firme até que senti seu saco encostar na minha bucetinha, e assim que levei minhas mãos até a ela, começando a me masturbar, Roberto começou a me comer.

Ele estocava profundamente e quase tirava seu cacete de meu cuzinho, me fazendo delirar de tesão.
-Me come gostoso, estou adorando dar o cuzinho para você, gemi. Vou gozaaaaar... gemeu logo em seguida.

Eu não agüentei tanto tesão e gozei com ele, aos gritos novamente, como nunca havia gozado. Ali eu entendi por que dizem que nada é melhor do que gozar por trás. Roberto me fodia freneticamente e eu não parava de gozar, sentindo sua porra escorrendo pelas minhas pernas, até que desabamos na cama, exaustos.

Depois de trocarmos uns beijos, nos vestimos e voltamos á sala, encontrando-os também já vestidos e no maior love. Começamos a rir feitos bobos e depois de uma rodada saideira de cerveja, eles foram embora. Antes de dormirmos, contamos uma para a outra o que tinha rolado e rimos muito. Assim como eu, ela também tinha dado o cuzinho e tinha adorado. Depois desse dia passei a transar com Roberto direto, e sempre terminando com ele me comendo por trás.

Conto enviado por Fernandinha
(
http://confrariadoscontos.blogspot.com )

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A BUCETA DE ROSA

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Conheci Rosa numa época em que quebrei a perna e fiquei hospedado na casa dos meus tios, no litoral . .Meu tio estava bastante adoentado, também precisando de cuidados e a pequena família se revezava durante a semana, cuidando de nós, exceto nas quartas-feira, quando Dona Rosa , que era enfermeira vinha, para, principalmente, medicar meu tio. ..
Rosa era uma mulher exuberante : gordinha, como eu gosto,  morena-clara, bronzeada, olhos esverdeados, altura média.. De pernas grossas e  um bumbum arrebitado e apetitoso..Ela tinha os seios grandes, levemente caídos com o bico saliente que deixava a blusa bem marcada, dando a impressão que ela estava sempre excitada. ..
Mas o que chamava a atenção nela era a  buceta enorme que ela tinha.. 
Prestando bem atenção (como eu fiz ) se percebia que se destacava ainda mais no seu corpo . Quando estava com uma roupa mais apertava (quase sempre) se percebia que sua  xoxota possuia os grandes lábios exageradamente salientes e estufados, fazendo um volume inacreditável. ( Segundo alguns especialistas, casos assim são raros e se trata de uma distorção genética.)
Aquela buceta começou a fazer parte das minha fantasias mais obscenas. Me masturbava pensando nela e sonhava que estava fodendo Dna Rosa e esporrava na cueca .Amanhecia todo melado, Sempre que ela vinha , ficavamos conversando a tarde toda, porque meu tio dormia depois do almoço . A empregada da casa estava ocupada  e nós ficavamos conversando e vendo televisão.. .
Conversavamos sobre tudo, e ficamos bastante amigos...ela era divertida e sensivel e parecia gostar da minha companhia .
Enquanto conversávamos, eu olhava claramente para a sua buceta. Por mais que  tentasse disfarçar, meus olhos deslizavam pelo seu corpo generoso e caíam direto na  perereca. Ela percebia, mas não parecia ficar com raiva por eu a observar tão intimamente..

Assim passou-se o tempo e enquanto eu estava com a perna engessada, fui ficando cada vez mais louco de tesão por ela.
Prá encurtar o assunto , depois que melhorei da perna ,voltei prá São Paulo e só revi Dona Rosa alguns meses depois, numa
festa de aniversário do meu tio......
Numa hora em que ficamos sozinhos na cozinha, eu
disse que estava com saudades dela, dos nossos papos e que sentia falta da sua companhia. Ela me olhou com carinho e disse que também sentia falta, que me achava muito legal. Nesse dia não pudemos conversar muito , mas eu senti que havia um clima
de afeto entre nós.
Confesso que voltei  na casa da minha tia algumas vezes, na e
sperança de reve-la ou de ter notícias sobre ela.
Felizmente, meu tio já tinha
melhorado. Minha tia disse que não tinha mais contato com Rosa, mas a tinha
encontrado na rua e ela tinha perguntado por mim..

Dois ou tres meses depois, numa
sexta-feira, durante minhas férias, eu fui à praia, bem cedo. Depois de alguns mergulhos, caminhei mais um pouco e foi quando a vi. Dona Rosa estava sozinha, perto de alguns coqueiros. Fiquei olhando-a de longe, um pouco, antes de me aproximar. Ela estava de maiô. porém devido à sua protuberância, bem provocante e bonita. Quando se acomodava , eu me aproximei...Nos abraçamos fortemente e comentamos sobre a coincidência do encontro..  E começamos a conversar
matando saudades das nossas antigas conversas..
Dona Rosa me disse que  estava de
folga , o marido e o filho estavam trabalhando  e que ela estava se sentindo sozinha
então veio à praia. Disse, sorrindo , que era um prazer ter me encontrado.....
Ficamos
conversando um tempão,  depois fiquei com sede, lhe ofereci uma bebida e procuramos um quiosque, onde começamos a beber cerveja e batidas de abacaxi. Ela adorou, chamou de "uma pequena loucura". Eu ri.  Bebemos enquanto conversavamos e riamos, eu comecei a me sentir tonto e ela também me disse que estava de pilequinho, mas
estava adorando..
Bebemos mais um pouco e ela me chamou pra caminhar .
Caminhamos e ela me disse que ia me levar para um ponto na praia que mais gostava. Ali o movimento de banhistas era menor e não havia qualquer espécie de comércio na calçada. Este local era considerado deserto para muito frequentadores da região, pois possuia grandes dunas de areia e uma vegetação bastante densa. Descobrimos que ambos gostavamos daquele ponto da praia, mais tranquilo..Ela deitou-se na esteira, sua buceta parecia que tinha aumentado de tamanho. Estava uma coisa " indecente" de tão grande e saliente.  Ela parecia estar à vontade por que, como eu disse, estava em um
ponto da praia onde havia pouquíssima gente .Aliás, naquela hora não havia ninguém.
Deitou-se de costas e pediu prá eu passar um pouco de protetor solar nela..A bebida nos relaxou e começamos a falar de coisas mais pessoais...Quando mais a via sorrir, mais crescia minha excitação. Seu jeito de falar e me olhar me deixavam
completamente hipnotizado. Minhas mãos deslizavam suavemente pelo seu corpo.
Um
prazer enorme me invadia ,  quando eu esbarrava levemente os dedos na sua buceta.
Talvez descontraída pelo efeito da bebida ou se sentindo à vontade com nosso papo, ela começou a desabafar : Disse que o volume que a vagina fazia na calcinha era algo anormal e chamava a atenção de todo mundo. Disse, meio constrangida, que os
namorados dela , sempre achavam  feio.
Um pouco envergonhada, ela contou, que o
seu  marido quando viu sua xoxota pela primeira vez disse que daquele tamanho ele só tinha visto em vaca e égua o que na época a magoou bastante, deixando-a bastante complexada. Depois ele se desculpou mas Rosa me explicou que , depois dessa brincadeira., sem graça, só transava no escuro para que ele não percebesse a saliência
exagerada.
Percebi que ficou triste e seus olhos estavam úmidos, quando virou-se e 
perguntou se eu não achava a sua perereca grande demais..." - Seja sincero, ela disse "
.
Eu alisei o seu rosto e seus
cabelos e lhe disse prá não ficar triste.  Olhando fixamente nos seus olhos, eu respondi
que a  parte mais sexy dela  era justamente  a xoxota .
Ela não respondeu nada,  e continou falando, como se não tivesse me ouvido. Ela
continou desbafando dizendo, que desde os 13 anos, percebeu que ela estava ficando maior do que a das outras garotas. Nos vestiários, as meninas riam dela  e ficavam dizendo que aquilo tudo não era normal em uma mulher. Eu respondi e disse que  ficava excitado quando via uma buceta como a dela. completei dizendo tudo o que
sentia por ela, desde a primeira vez em que a vira.
Falei do meu tesão, do meu desejo e
das minhas fantasias por ela. Meu coração batia em disparada, mas a bebida tinha soltado a minha voz. Perguntei se podia tocá-la. Antes que ela respondesse, minha 
mão começou a percorrê-la suavemente.
Enquanto alisava sua xoxota , comecei a beijar
sua boca...Nos beijamos, várias vezes e eu apalpava sua buceta com mais tesão.. Em meio aos beijos, ela me confidenciou que meu carinhos a deixaram toda molhadinha de desejo.

Completamente excitados, saimos dali, aos beijos , agarrados e entramos no primeiro hotel que encontramos, um pequeno hotel vagabundo no centro da cidade.Mal fechei a porta do pequeno quarto, praticamente arranquei sua roupa a força, tirando a saida de praia e descendo o maiô até os pés..Eu quase engasgei quando vi sua  xana enorme , que estava completamente depilada. Meus olhos brilharam e ela me disse que nunca tinha visto esse brilho nos olhos do seu marido .............
Ela me
puxou para um beijo e empurrou minha cabeça para seus enormes seios...Na mesma hora eu comecei a chupar seus peitões,  a mordiscar, a passar a lígua nos biquinhos e ela começou a gemer muito  .Fui lambendo sua barrigona, mordiscando, beijando e fui descendo devagarinho, até chegar em sua xana,coloquei a cabeça entre suas  pernas e começei a chupar sua buceta com uma fome que a deixou louca.Eu sugava os lábios da sua  xoxota ao meu tempo que tentava colocá-la toda na boca. Ela gemia que nem louca e dizia que a chupada a fazia explodir de desejo. Ao mesmo tempo que chupava sua perereca eu repetia que adorava sua buceta , que  era a garota mais gostosa que eu já tinha chupado e exigi que ela gozasse na minha boca.Ela apenas gemia, mais e mais e
puxava meus cabelos..
Então abri bem sua boceta e comecei a passar a ponta da língua
no grelão dela, passei, passei, até ele crescer,  .Quando ela estava quase gozando pediu pra eu parar,me puxou para outro beijo em sua boca, ela estava tremendo de tesão,
doida para gozar,mas queria gozar no meu pau . 
Quando viu que eu me acalmei,
levou minha boca para os seu peitos e comecei de novo a morder a chupar, mas dessa vez chupei mais forte, bem mais forte para ela sentir dor, mas quanto mais forte eu chupava com mais tesão ela ficava, aí desci para sua buceta de novo, chupei sua buceta mas apertando os biquinhos de seu peito, lambi, chupei, mordi seu grelinho de leve, passava a lingua ferozmente, esfregei minha cara em sua buceta, chupei sua baba
todinha...
Mas não acabei por aí continuei lambendo-a  e beijando todo o seu corpo, até
ela gemer e gritar que estava louca pelo meu pau   ..Ela gemia e enquanto me beijava freneticamente, começou a acariciar o meu pênis. Eu não estava mais aguentando de
tesão e tirei a  calça..Ela então pôs pra fora meu pinto ..
O meu pau tava duro duro e
com uma glande que parecia que ia estourar de tão inchada. Além de grande o meu pênis tinha duplicado de grossura Entre beijos melados ela me pediu prá ser comida bem gostoso .  Vendo que parecíamos dois animais no cio, eu levantei suas pernas para
alto e deixei bem a mostra sua xoxota e finalmente enfiei meu cacete  dentro dela.
Apesar da sua buceta ser bem saliente e gorda, era estava bem apertada... Eu estava louco de tesão, e não agüentei, coloquei tudo até o fim , ela gemia :  comecei a estocar
bem devagar, ouvindo aquele gemidinho rouco que me deixava louco de tesão...
E
nquanto estocava ela pedia prá eu foder mais forte, que ela gostava bem forte e gemia
"  "... aiiiii, huuuummm...."
Iniciei um vai-e-vem mais rápido com estocadas mais forte,
chegando a fazer barulho . Ela  soltava gritinhos roucos e a cada batida gritava..Coloquei-a de quatro, apertando-a pela cintura e amassando seus seios .E fiquei ali estocando, aproveitei que minha mão estava no seu quadril e fui descendo-a até chegar em sua xana, com um dos dedos comecei a acariciar o seu clitóris, nisso ela foi aumentando a intensidade dos gemidos cada vez mais altos, eu não estava com pressa e só pensava em dar prazer à ela e a esfregar aquela bucetona, parei com meus movimentos de vai e vem e  fiquei masturbando-a por um bom tempo.. Huuum que
coisa de louco!
Ela gritou, e mexia com as pernas esfregando-as uma na outra, sentia
sua buceta apertar meu pau, parecia uma massagem muito gostosa...
Eu já não agüentava mais, me segurava pra não gozar, os seu gemidos me deixaram a
ponto de bala. Mudamos novamente de posição, retirei meu pau e a virei de frente prá mim e a beijei  . Então comecei a chupar seus peitos e com um dos dedos enfiei em sua xana, a masturbei longamente.Novamente, tive tesão de chupá-la e desci até sua buceta
e a chupei com tesão e fome. Ela me puxou prá cima dela e pediu pra ser fudida bem gostoso .
Rosa  abriu bem as pernas grossas e macias e eu  recomecei enfiando somente a cabeça do
pau num vai-e-vem bem gostoso aos poucos botei tudo até o saco. Ela me abraçou e colocou sua cabeça no ombro esquerdo , gemendo bem gostoso, enquanto isso me unhava e apertava.... Ora me mordia o ombro, nossa não estava mais agüentando, já
estava sentindo aquele tesão vindo.
Sentia que foi se acumulando, acumulando... Nisso disse a ela:........ " Tô quase gozando....."............
"- Então goza bem gostoso, Gabriel
, goza, me enche de porra.. .. huuuummm..."
Aumentei o ritmo conforme ia aumentando o tesão, nisso fui apertando-a ,puxando-a
pela  cintura . Cada vez mais forte. Ela também foi gemendo cada vez mais alto.... Até
que não agüentei e gozei...
O primeiro jato foi muito forte, dei um tranco, após a
primeira  ejaculada  .Logo veio o segundo jato também forte devido ao tesão que sentia e claro gemi muito, a mordi no ombro com força.... Meu tesão era tanto que dei outras
jorradas bem gostosas...
"- Ai que delicia, ela dizia, que delicia. ..não tira ainda, vou gozar
..vou gozar...Hummm, que gostosura....."
Gemia e gemia, repetia que estava muito
gostoso. Então , ela se contraiu e gozou, deu um grito alto e apertou minhas costas
como se estivesse beliscando. ..
Fiquei com o pau dentro da sua buceta até cessarem meus espasmos
..

Depois ficamos abraçados, nos beijando, e depois de eu chupá-la novamente e dessa
vez fazendo ela gozar na minha boca, Rosa  disse que lembrou das palavras dos seus namorados e do seu marido, mas que desta vez  sentia-se inteiramente realizada como
mulher e fêmea. ..
Entre incontáveis beijos eu disse a ela que aquilo era coisa do
passado.Nos encontramos mais algumas vezes e eu sempre chupava muito a sua buceta
.
Infelizmente, as circunstancias da vida nos separaram, mas sempre lembro de ter
ouvido orgulhoso, ela dizer que ,graças à mim,  agradecia por ter nascido com uma bucetona. ( conto de Gabriel .
narcisosantos@hotmail.com )

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

RICARDO E A NAMORADINHA CARENTE

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conto de Ricardo

Sou o Ricardo, de BH, já publiquei alguns contos aqui no site mas agora resolvi contar mais um que aconteceu recentemente. Tenho 35a, sou casado, tenho 1,78alt, 78kg, olhos e cabelos castanhos e um corpo legal, sem barriga, não sou dotado e tenho um pau bonito e sem pelos.

Sempre entro em salas de bate papo afim de conhecer alguém interessante para um papo e claro, se rolar encontros reais. Em um desses bate papo, conheci a Roberta, uma negra, 22 anos, muito bonita, cintura fininha e uma bunda maravilhosa, seios médios e duros e uma boca maravilhosa, mas que namora um cara, que segundo ela gosta muito de futebol e sempre deixa ela na mão nos finais de semana, inclusive tendo viajado algumas vezes e deixando ela sozinha

. Conversamos durante uns dois meses, até que ela foi se abrindo, e eu sempre tentando convence-la a se encontrar comigo, que seria algo gostoso, e só fariamos o que ela quisesse, sem forçassão de barra, o que ela sempre negava, pois dizia que tinha vontade mas também tinha muito medo. Conversamos muito até que ela resolveu me mostrar algumas fotos dela na praia, eu quando vi fiquei louco, uma negra gostosissima, um bumbum que me deixou louco, eu logo insisti em conhece-la pessoalmente, e disse a ela que eu tinha algumas fotos nú e se ela quissesse eu poderia mostrar... Ela aceitou e disse que seria apenas isso e nada mais....

Mostrei ela as fotos e ela disse que era gostoso, lisinho e diferente do namorado, que era peludo e que incomodava ela tantos pelos.. Então falei que poderia mostrar pela cam e se ela gostasse eu mostraria pessoalmente, ela disse que queria ver apenas na cam, e não pessoalmente.... Liguei minha cam comecei a mostrar a barriga, a cueca e não tirava o pau pra fora, e ela me pedindo pra mostrar, eu notando que ela estava com tesão disse que só mostraria se ela me pedisso por telefone, o que ela aceitou.... Liguei pra e perguntei o que ela queria ver, e ela me disse que queria ver o meu pau, e que ela estava molhadinha de tesão.... Então fui descendo a cam, tirei a cueca e mostrei o pau pra ela que no telefone começou a dizer que queria pegar, lamber chupar e sentar e rebolar nele gostoso, o que eu disse que seria quando ela quisesse.... Ficamos muito tempo nesse clima, até ela me pedir pra gozar que ela queria ver minha porra saindo do meu pau... Fiquei me punhetando até que chegou a hora e eu disse que ia gozar, e ela no telefone me dizendo que estava com o dedo na xaninha e ia gozar junto comigo... Não segurei mais e gozei muito, e deixei escorrer pela minha mão, pra ela ver o que eu queria dar pra ela...

E assim foram nossos encontros no msn, sempre com exibições e gozadas, até que convenci ela a me encontrar pessoalmente para fazermos tudo o que a gente tinha falado... Ela pensativa aceitou mas disse que seria somente o que ela quisesse... E eu claro concordei....

No dia marcado fiquei esperando ela no estacionamento de um shopping aqui em BH, liguei pra ela, e ela me disse que já estava dentro do shopping, e que viria até o carro... Esperei alguns minutos e quando eu olho, vejo uma mulher saindo pela porta e vindo em direção ao meu carro, não acreditei quando vi, era ela, e muito mais bonita e gostosa do que nas fotos, e olha que nas fotos de biquini na praia ela estava deliciosa... Ela então entrou no carro, nos apresentamos e não pude deixar de notar o decote dela, que deu uma risadinha e disse que se fosse pra eu ir assim, que desceria do carro, pois estava até com medo de mim...

Quebrado o gelo, sai com o carro e fomos direto pra um motel perto do shopping, pois como sou casado e ela tem namorado, não podiamos dar bobeira, mas tudo conforme ela havia dito, só rolaria algo mais, se ela quisesse. Chegando no motel, ela desceu na frente e eu entrei atrás, e quando ela abriu a porta, eu dei um tapinha de leve no bumbum dela, que deu um sorriso e me chamou de safado, o que eu logo confirmei, e disse que ela ainda não tinha visto nada....

Conversamos mais um pouco na cama e comecei a beijar o pescoço dela, a nuca, as costas....... Deitei ela de bruços e abri a blusa dela, descia lambendo as costas até a cintura, e subia novamente, apertando os seios e o bumbum dela, ainda de roupa... Ela muito timida dizia que nunca havia feito isso, e que era loucura, virei ela de frente pra mim e comecei a beijar a boca dela, descendo lambendo os seios, e a barriga... Ela já com muito tesão, pegou o meu pau por cima da calça e começou a apertar.. Abriu o ziper e pegava no meu pau por cima da cueca, mas me disse que eu não a comeria aquele dia..... Então passei a esfregar o meu pau no rosto dela, que tentava passar a lingua nele, mas eu segurava ela e esfegava meu pau nos labios dela que gemia de tesão... ela dizia que queria apenas me chupar aquele dia e nada mais.........

Depois ela começou um delicioso boquete, mamou gostoso o meu pau e disse que era muito gostoso chupar um pau sem pelos e lisinho, e que queria chupar sempre... Enfiava ele na boca e tirava, lambia em volta dele passando a lingua de cima em baixo, parecia estar louca de tanto tesão... Coloquei o dedo na xininha dela e estava molhadinha de tesão, mas ela tirava minha mão e dizia que nada mais do que isso, apenas me chuparia...... Depois de um tempo falei com ela que ia gozar e tirei o pau da boca dela e gozei nos seios, que ficaram todo lambuzados de porra, que ela esfregava e dizia que queria mais.....

Depois ela lambeu meu pau novamente ate ele ficar sem uma gotinha de porra, todo limpinho..

Me deitei então por cima dela, e comecei a sarrar ela gostoso, seios, bunda beijando ela muito, e consegui abrir a calça, que ela ainda teimava em não querer tirar.... colocava o dedo na xaninha dela e dizia que queria comer ela naquele dia, que queria ver ela rebolando gostoso no meu pau, e que ela iria gostar de sentir o meu pau dentro dela. Ela molhadinha, eu sai e coloquei uma camisinha e voltei denovo pra cima dela, sarrava a bunda dela e coloquei ela deitada de barriga pra cima e com os pés nos meus ombros..

Desci a calça dela até na nas coxas, arredei a calcinha e ela me pediu pra comer ela ali, daquele jeito, e assim foi, comecei a enfiar o meu pau, e ela gemendo, me chamando de safado, que eu era cachorro e que tinha conseguido o que eu queria...... me dizia pra meter gostoso, que queria sentir meu pau pulsando na buceta dela, e que queria gozar rebolando nele... Ficamos assim um bom tempo, eu alternava a velocidade e metia gostoso, até ela começar a gemer mais alto e dizer que estava gozando, e que queria meu pau comendo ela sempre...

.Gozamos juntos e ela ficou na cama deitada, depois foi pro banheiro e ficou um tempo......... Vestiu a roupa e voltou pra cama... Tomei um banho e voltei também, pensando que ela estivesse com raiva por eu ter pedido mais do que um boquete........

Ela me deu um beijo e depois de conversar mais um pouco, me deu uma outra chupada deliciosa e fomos embora, afinal ela estava matando aula...

Esse caso é veridico e aconteceu em uma quarta feira.... E depois, já nos encontramos novamente, e ela agora até incentiva o namorado a ir jogar uma bolinha no sábado a tarde... Se alguém de BH gostou e quiser me conhecer, ou conversar.... Casais, casadas ou mulher solteiras, façam contato e deixem o email ou msn... Tenho ,35 anos sou casado, meu email (msn) é toakionline@hotmail.com Abraço a todos e desculpem o tamanho do conto....
(
http://swingprive.com/principal.htm)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011


GANHANDO SURRA DE PICA

Oi como vão vocês? Já me conhecem né? Sou Luanna 26 anos, corpinho estilo mingnon, 1,64 de altura 60 kg cabelos longos e ondulados, olhos escuros e uma boca bem provocante. Sou casada com Paulo um homem mais velho já na casa dos 40, um homem deliciosamente provocante, corpo sarado, ombros largos, mãos fortes. Ele é militar trabalha geralmente à noite, voltando para casa logo nas primeiras horas da manhã. Num dessas minhas noites solitárias resolvi ligar para ele, eu estava pegando fogo. Meu corpo ardia de tesão - como diz uma amiga minha mulher é um bicho estranho ás vezes nem quer ouvir falar de sexo, outras fica subindo pelas paredes – eu estava louca precisava de sexo. Disquei para seu celular, ele atendeu preocupado a final de contas eu não tinha costume de ligar para ele na alta madrugada. Com uma voz assustada me indagou se algo sério havia acontecido, respondi que sim, que eu estava com o corpo ardendo, minhas entranhas estavam como um vulcão só conseguia pensar num remédio eficiente: ele.

Percebendo do que se tratava Paulo entrou no jogo, me pediu para esperar alguns instantes que ele iria fechar a porta da sala onde se encontrava.

- Pronto minha gata, agora podemos conversar com calma e eu vou tentar te medicar direitinho. Conta para mim o que você está sentindo, quero saber direitinho que ta afligindo a minha gostosinha.

- Ai amor, parece que estou com febre, meus peitinhos estão duros, os bicos bem vermelhinhos e muito, muito enrijecidos. Estou sentindo meu coração acelerando, uma vontade de sentir suas mãos no meu corpo.

- Hum, e está sentindo mais alguma coisa? Conta para mim.

- Minha xaninha, meu gostoso, está latejando. Nossa meu amor minha calcinha esta molhadinha, não estou mais agüentando de tanto tesão.

- Você é realmente uma putinha muito safada, ainda bem que estou sozinho, meu pau está muito duro.

- Hum, delicia, vamos nos tocar bem gostoso, quero gozar com você agora.

Naquela hora eu e meu macho fizemos um dos mais deliciosos sexos virtuais da minha vida. Ouvir sua voz baixinha, com medo de ser pego por alguém no trabalho me deixava mais tesuda. Ele me conduzia, me mandava esfregar gostoso minha bucetinha, usei um brinquedinho que ele havia me dado, penetrava o vibrador em mim e sentia meu corpo tremer, gozei gostoso. Do outro lado da linha ouvia ele me chamar de gostosa, puta, safada aos poucos sua voz foi ficando mais trêmula percebi que ele estava prestes a gozar. Propositalmente desliguei o telefone. Ele ligou imediatamente, por maldade não atendi.

Fui ao banheiro e tomei um delicioso banho, me ensaboei e a sensação da água morna caindo forte em meu corpo me deixava mais relaxada, mas nem por isso meu tesão diminuía, novamente resolvi recorrer ao vibrador. Passei-o por meus seios, pela minha barriga e esfreguei meu grelinho, não sei o que me deu, instintivamente fui lentamente penetrando o brinquedinho no meu cuzinho. Sentia uma dorzinha gostosa abaixo do umbigo, um arrepio percorria todo meu corpo, ali sozinha eu gemia, arranhava os azulejos, não podia parar. Lentamente aumentei a intensidade, meu Deus que loucura, sentir aquilo vibrando fundo no meu cuzinho me fez gozar mais uma vez.

Terminei meu banho e coloquei uma camisetinha provocante, resolvi dormir sem calcinha naquela noite, já podia esperar o que aconteceria quando Paulo voltasse do trabalho. Estava cansada dormi profundamente, acordei com o barulho dele abrindo a porta da garagem. Preparei-me para recebê-lo tirei a coberta e deitei-me de bruços com a bundinha bem empinada e as pernas entreabertas, fingi ainda dormir. Ele entrou no quarto, percebi que deixou algo sobre a mesa. Podia sentir que ele olhava para mim, sentou-se ao meu lado na cama, levantou minha camiseta e me deu um aperto forte no bumbum.

- Puta safada. Me deixou doido, você me paga sua cachorrinha ordinária.

Simulando que estava acordando me espreguicei e olhei com uma carinha dengosa para ele.

- Bom dia amor. Estou doidinha de saudades, vem aqui, deita aqui comigo.

Ele se levantou, foi até a janela do quarto, abriu as cortinas e os vidros, o vento frio que entrou arrepiou meu corpo. Paulo me olhava fixamente com um sorriso deliciosamente malicioso:

-Lu, vem aqui vem!

Levantei-me bem devagar fui ao seu encontro. Ele estava encostado na grade da varanda, ainda era bem cedo, podíamos ver alguns vizinhos. Ele me abraçou com força, beijou minha boca, chupava minha língua com sofreguidão, podia sentir seus dedos apertando forte minhas costas. Como um animal faminto percorria meu corpo com as mãos, mordia minha língua, senti um leve gosto de sangue em meus lábios, o filho da puta me machucou. Tentei me soltar de seu beijo, mas ele me segurava me mantinha quase imóvel junto ao seu corpo. Penetrava sua língua em meus lábios e forçava minha boca a abrir-se cada vez mais, a dor da mordida passou e no lugar ficou um tesão enorme, podia sentir o liquido de minha excitação escorrer entre minhas coxas. Perdi a noção de quanto tempo ficamos nos beijando, notei que o volume de seu pau quase estourava a farda, ele suava, eu precisava cuidar muito bem do meu macho. Alcancei sua calça e apertei levemente aquele mastro que fazia minha alegria. Ele entendeu o recado e se afastou um pouco, segurou meu rosto e sorrindo ordenou:

- Vem puta, ajoelha diante do seu macho.

Como uma esposinha obediente ajoelhei-me e comecei a beijar e a morder seu corpo ainda vestido. Com cuidado tirei seu cinto e abri o zíper. Ai, que delírio podia sentir o cheiro bom do seu corpo, sentir o odor vibrante do seu sexo me deixava com mais vontade de chupá-lo.

- Entra amor, alguém pode nos ver.

- Deixa disso vadia, eu sou seu homem e quero aqui, seja boazinha e faz o que você sabe que eu gosto.

Entendi o recado, naquele momento ele estava no comando, eu já não era só a esposa bonita, jovem que ele tinha orgulho em apresentar para os amigos. Ali eu era a mulher, a putinha particular dele, a que fazia ele se sentir macho, que sabia e o fazia gozar como um bicho insano.

Ajoelhada alisei contemplativa suas pernas fortes envolvida pela farda, seus pés grandes presos naquele coturno empoeirado. Tirei suas botas, abaixei e tirei suas calças, ele olhava supervisionando cada um dos meus movimentos e eu me arrastava no tapete de nosso quarto só de camiseta, Paulo delirava, mordia os lábios olhando meu jeito submisso.

Calmamente liberei seu pau, duro, grosso já estava melado mostrando que o desejo realmente havia tomado conta de nós. Toquei com as unhas levemente a cabecinha do pinto, ele gemeu. Eu estava indo no caminho certo, com a outra mão apertei seu saco estava inchado, pesado de tesão, ali guardado estava o precioso leite com que Paulo me alimentava e eu estava sedenta por isso. Lambi toda a extensão de seu pênis, da base até a cabeçona vermelha grande. Fui beijando como quem reverencia um monumento, abocanhei. Tentava desesperadamente colocá-lo todo em minha boca, sentia a cabeça bater na garganta. Respirava com calma para não me engasgar e nem perder nenhum lance daquela chupada gostosa. Arranhava sua barriga e chupava, pressionava meus lábios contra o pinto dele, Paulo enlouquecido segurou meus cabelos e movimentava freneticamente seu quadril contra minha boca. Estava literalmente fudendo minha boca, eu enlouquecida tocava meu grelo e sentia faíscas de desejo saltarem do meu corpo. Não demorou muito:

- Ai puta, safada vou encher sua boca de porra.

- Puta que pariu, to gozando!

E gozou, senti os jatos fortes de porra encherem minha garganta, minha boca. Não larguei da piroca dele, continuei chupando e engoli tudo, no fim um fio de sêmen escorreu pelo cantinho da minha boca, com a língua lambi. Olhei para seu pau que ainda estava duro, porem limpinho.

- Olha Luanna você é deliciosa, uma boca divina, adoro fude-la. Mas ainda quero mais.

Me levantei do chão com sua ajuda e me deitei de bruços na cama. Ele veio por cima de mim, beijou minha nuca, o pescoço, toda a extensão das costas depois passou a beijar meus pés, minhas pernas. Foi massageando com firmeza e delicadeza minhas coxas, passando a mão, esfregando, podia sentir meu tesão escorrendo por entre as pernas. Ele judiava de mim, eu pedia, implorava para ele me penetrar, precisava gozar naquele mastro. Paulo abrir meu bumbum e passou a língua quente, molhada por toda extensão, do meu cuzinho até meu grelinho. Não suportei e comecei a gemer a gritar de tesão:

- Ai safado, chupa assim. Faz sua mulher gozar gostoso.

- Isso puta, grita, mostra para todo mundo quem é seu macho sua vadia!

Ficamos ali os dois gemendo alto. Pouco importava se os vizinhos ou se a diarista ouvisse, queríamos gozar.

Paulo levantou-se abriu a gaveta do criado e pegou o vibrador, na hora me assustei, mas sabia que ele faria algo delicioso comigo. E minha previsão foi acertada, eu ainda estava de bruços, Paulo se encaixou entre minhas pernas, alisava e apertava meu bumbum, lentamente começou a penetrar seu pênis em mim, sentia a cabecinha entrar rasgando minha xaninha, ele colocava um pouquinho e parava, ficava imóvel me torturando com penetração. Logo ele movimentava levemente o quadril e mais um pedaço do pau entrava em mim, eu não pude agüentar e empurrei rapidamente meu bumbum para trás entrou tudo. Rebolei gostoso me sentindo preenchida por ele. Paulo bombava com força, sentia seu caralho ir fundo dentro de mim. Sem parar de bombar ele introduzia seu dedo indicador em meu cuzinho que piscava de desejo por ele. Ele se abaixou sobre meu corpo e me fez chupar o vibrador, deixei-o molhado com minha saliva. Mal podia esperar pelo prazer que eu estava prestes a sentir. Meu homem abriu bem minhas nádegas e foi enfiando calmamente o vibrador no meu rabinho, fazia isso sem parar de bombar na minha bucetinha. Eu só gemia, urrava de tesão sentido aquela dupla penetração, que me rasgava, me preenchia, me levava ás nuvens.

- Isso putinha, geme gostoso e rebola. Ta sendo bem comida, agora você vai aprender a ser uma putinha ainda mais gostosa.

- Ai Paulo, estou morrendo de tanto prazer, vou gozar demais.

Meu tesão era tamanho que não pude resistir muito tempo, gozei com o pau dele enfiando na minha xaninha e com um vibrador ligado em alta intensidade no fundo do meu rabinho. Eu gozava e ele não parava de estocar, me chamava de gostosa, de vadia, uma onda de calor percorria meu corpo, me sentia trêmula, relaxada, mas sabia que ainda podia e que iria gozar mais. Instintivamente as lágrimas começaram a brotar dos meus olhos, Paulo me fazia gozar e chorar de tanto tesão. Aquele homem realmente sabia me tratar como uma puta. Com mais algumas estocadas pude sentir a porra quentinha do meu macho inundar minha buceta. Ele jogou seu corpo grande contra o meu e mordia meu pescoço. Ficamos assim por algum tempo, depois nos beijamos e ficamos abraçados nos olhando com desejo e com carinho. Ele sorriu me agradecendo. Escrevo esse conto já pensando em usar uma camisola bem provocante e como uma boa esposinha esperar meu maridão voltar do serviço.

Beijos a todos e comentem ok?!!!!!