sábado, 18 de dezembro de 2010

Viagem a trabalho c/ uma gatinha

autor desconhecido

Tenho 37 anos, bem posicionado profissionalmente, boa
aparência, com 1,80 metros de altura, corpo cuidado em
academia e, modéstia parte, desperto a atenção das
mulheres. Há algum tempo atrás tive uma colega de
trabalho e viajamos sozinhos juntos para o interior de
Minas para fazer um trabalho. Ela era bem mais nova, 19
anos, tinha acabado de entrar na empresa e tinha sido
designada como minha assistente para aquele trabalho.
Pelo contato muito próximo nesses dias, acabou rolando
um jogo de sedução. Passávamos o dia inteiro juntos na
empresa que estávamos dando consultoria. A cidade era
pequena e não havia muito o que fazer fora trabalhar.
Jantávamos juntos e muitas vezes ficávamos no quarto de
um ou de outro conversando ou assistindo TV até a hora
de dormir. Numa dessas ocasiões, em função do calor,
fomos tomar um banho de piscina à noite. Ai o clima
esquentou. Ficamos conversando dentro d'água, muito
próximos um do outro, perto da borda da piscina. Ás
vezes eu a segurava ou ela se apoiava em mim e com isso
meu pau já duro ficava roçando sua bunda e suas pernas.
Eu já não estava agüentando mais e numa dessas
situações eu aproveitei, a segurei firme e lhe beijei,
encostando meu pau duríssimo dentro da sunga em sua
bucetinha, por cima do biquini. Ela correspondeu ao
beijo, mas depois se esquivou, disse que era loucura e
eu não insisti. Depois que fomos tomar banho, nos
encontramos no quarto dela, como fizemos nas noites
anteriores. Ela estava vestida com roupas leves: um
shortinho branco de algodão e uma camiseta sem sutien e
eu de camisa e bermuda, sem cueca. Com um clima
diferente e já com mais intimidade depois do que
aconteceu na piscina, ficamos lado a lado recostados na
cabeceira da cama. Comecei a chegar cada vez mais perto
à medida que conversávamos. Ficamos meio que recostados
um no outro, trocando alguns carinhos disfarçadamente.
Não houve como resistir e começamos nos beijar. Foi uma
delícia nós dois deitados, eu com minha bermuda
estufada, totalmente encaixado entre suas pernas e com
minha mão apertando aquela bunda gostosa. Apesar do
tesão enorme, ela não quis transar nessa noite e mais
uma vez eu não insisti. Pedi pra dormir ali com ela e
ela concordou. Como eu continuava de pau duro a bermuda
estava incomodando, tirei minha bermuda por baixo do
lençol. Quando ela percebeu meu pau livre, deu um
sorriso maroto e se encostou mais ainda. Dormimos
assim, abraçadinhos, com minhas mãos bobas passeando
por todo seu corpo e com meu pau roçando a noite toda
em sua bundinha e em suas coxas. Durante a noite senti
por várias vezes ela segurando e apertando meu pau,
pensado que eu estava dormindo. De manhã cedo, ela
tirou o lençol que me cobria e disse que queria me
observar assim completamente nu antes que eu saísse pro
meu quarto para me trocar. Foi delicioso, leve e serviu
para apimentar mais ainda o que estava acontecendo.
Nessa noite ficamos por aí, mas não me importei muito,
pois ainda tínhamos mais dias pela frente. No dia
seguinte, foi uma cumplicidade total, com carinhos
disfarçados durante todo o dia de trabalho. Sempre que
estávamos sozinhos na sala, rolava um beijinho, uma
passada de mão em sua bunda, um abraço ousado, etc...
Não conseguíamos esconder a ansiedade para estarmos
juntos a noite. Quando chegamos ao hotel, mal acabei de
tomar banho, ela veio para o meu quarto. Também já
tinha tomado banho. À noite, saímos para jantar como
dois namorados, cheios de tesão. Jantamos e voltamos
direto pro hotel, dessa vez para o meu quarto. Já
entrei no quarto, beijando-a e jogando ela na cama.
Beijei sua boca, seu pescoço, lambi sua orelha, sua
nuca. Fui descendo devagar, levantei a blusa (ela
testava sem sutien) de onde saltaram seus peitos
durinhos, de tamanho médio. Beijei e lambi
demoradamente cada um deles, enquanto ela arfava e
alisava minha cabeça. Continuei descendo por sua
barriguinha lisa, até abrir sua calça. Tirei sua calça
e passei a beijar seu ventre, as pernas, a virilha,
provocando em volta da bucetinha. Lambi a bucetinha
ainda por cima da minúscula calcinha branca. Virei-a de
costas e subi para beijar sua nuca e voltei a descer
devagar por suas costas, ao longo de sua coluna, até
atingir sua bunda. Tirei a calcinha com a boca e passei
a lamber e beijar sua bunda gostosa. Beijava a
buchechinha da bunda, depois enfiava o rosto no meio e
lambia desde sua bucetinha até o seu anelzinho. Ela
estava delirando, ofegante, falando coisas sem sentido.
Depois dessa "tortura", virei-a de frente e cai de boca
em sua bucetinha, de pelos bem aparadinhos. Nossa,
adoro chupar uma buceta. Me deliciei com seu sabor,
caprichando em seu grelinho.Lambi, beijei, chupei até
ela explodir num orgasmo violento e barulhento,
segurando minha cabeça entre suas pernas. Depois ela
puxou meu rosto e me deu um longo beijo. Logo em
seguida, ela veio por cima de mim e começou a tirar
minha roupa. Abriu minha caça e a abaixou juntamente
com minha cueca. Meu pau saltou duro, enorme, com a
cabeça vermelha pulsando de tanto tesão. Ela beijou meu
peito e foi descendo vagarosamente, beijando minha
barriga, a virilha, minhas bolas até beijar a ponta da
glande e coloca-lo na boca. Fiquei surpreso. Como ela
chupava bem, fazia devagar, com prazer. Lambendo,
beijando, envolvendo com a boca, punhetando, nossa, uma
maravilha. Não agüentei muito tempo ver aquele rosto
angelical com meu pau em seus lábios, alisando meus
ovos e explodi despejando tudo em sua boquinha. Ela não
tirou meu pau da boca, o que acabou por me manter
excitado. Recomecei a beija-la toda até chupar sua
bucetinha novamente. Fui por cima dela e enfiei meu
cassete pela primeira vez naquela xoxotinha deliciosa.
Bombava enquanto alisava seu grelinho. Mudei de posição
várias vezes, colocando ela de lado, depois por cima me
calvalgando e finalmente de quatro. Nessa posição
comecei a passar o dedo em seu cuzinho que insistia em
piscar pra mim. Tirei meu pau de sua buceta e enfie
meus dedos. Depois, com os dedos lubrificados, comecei
a enfia-los devagar em seu rabinho para sentir sua
reação, enquanto voltava com o pau para sua xoxota. Ela
que já tinha tido uns dois orgasmos se derreteu toda e
empinou mais ainda sua bundinha. Depois de preparado o
terreno com os dedos, tirei meu pau de sua buceta e
cravei no seu rabinho. Como já estava elastecido, não
tive dificuldades. Passei a meter ritimadamente
enquanto alisava sua bucetinha por baixo. Aquilo foi
demais. Estava comendo a bundinha maravilhosa de minha
colega de 19 aninhos, com ela delirando. Ela gozou mais
uma vez e eu, quase ao mesmo tempo, despejei meu leite
bem fundo em seu cuzinho. Nossa, quase desmaiamos
depois. Foi delicioso. Ainda curtimos vários dias dessa
maravilhosa viagem de trabalho. Ela me confessou depois
que não tinha tanta experiência e que com os poucos
homens que saiu jamais tinha sentido tanto prazer como
naqueles dias. Por outro lado, o que ela mais gostava
era de chupar um caralho o que ela realmente fazia
muito bem. Até hoje nunca encontrei nenhuma gata que
faça um boquete com ela, tão gostoso e com tanto
prazer. Passei a ter um caso com essa gatinha que durou
uns dois anos. Detalhe: ela era noiva e eu era casado.
Fizemos de tudo nesse período. Transamos no escritório,
na cama dela, em minha casa, no carro, isso sem contar
às vezes em que ela fazia o que mais gostava que era me
chupar nos ocasiões mais diversas como na cozinha de
seu ap com gente em casa, dentro do carro, em garagens,
na escada do prédio dela, no provador de uma loja de
roupas masculinas, quando fui experimentar uma calça e
ela entrou comigo, etc.....Um monte de loucuras e
aventuras deliciosas. Depois conto algumas

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