quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A Putinha de Dezoito Anos

20017

De: Paulo Mohylovski <mohylovski@yahoo.com.br>

  Chovia muito. Na verdade, chovia pra caralho. Eu estava dirigindo de volta para minha casa, de madrugada. Eu não tinha carro. Eu dirigia a viatura da delegacia. Era uma carroça velha, mas o delegado ficava puto da vida se alguém usasse a viatura sem a sua permissão. Eu era o único que usava a viatura sem autorização. Eu estava cagando pro delegado.
Não suporto esses almofadinhas metidos a valentões. Estudam, se formam, se tornam delegados, mas cagam de medo no primeiro tiro que ouvem. Já vi muito neguinho metido a macho se cagando nas calças quando entraram num tiroteio pela primeira vez.
  Mas deixa isso pra lá. Não vou contar nenhuma história de bandido. Vou contar a história de uma putinha que eu conheci naquela noite chuvosa.
  Como eu disse, chovia pra caralho e era bem tarde da noite. Eu estava cansado, mas também estava com um tesão fodido. Resolvi que desviaria um pouco do meu caminho para pegar a avenida das putas.
  Eu já conhecia algumas delas. Elas gostavam de mim, quando não tinham medo. Tem dia que me torno um cara muito mau, como se fosse um encosto que tivesse tomando posse do meu corpo. Eu gostava de colocar uma ou outra no "bom caminho". Nem que pra isso precisasse dar uns tabefes nelas.
  Naquela noite, eu estava calmo. Não havia quase nenhuma puta na avenida. Uma ou outra ainda batalhavam um trocado, mas eram caídas demais.
Até que vi uma belezinha encostada numa árvore. A chuva já tinha passado. Ela estava com uma minissaia branca, bem curta, mostrando dois pares de coxas deliciosas. Era uma fartura de carne.
Estava com um top. Os peitos pareciam que ia escapulir a qualquer momento. Ela ainda não tinha se dado conta que estava sendo observada.
Estava meio escuro debaixo da árvore, mas vi que ela estava acendendo um cigarro. Vi o clarão da chama do isqueiro. Ela fez um biquinho e deu uma bela tragada. Saquei que não era nicotina. Era erva. Fiquei puto. Não tenho nada com quem se droga ou vende o corpo, mesmo sendo ilegal. Eu cuido só de cadáveres. Mas fiquei puto com ela. E sem saber muito bem porque.
  Talvez porque a garota aparentasse ser bem jovem. E também não tinha jeito de ser uma daquelas putas decadentes daquele lugar. Ela parecia mais uma "patricinha". Por um momento, pensei nos pais da garota. Deviam estar preocupados e ela, nem ali. Ela só queria se drogar e se prostituir.
Resolvi dar um aperto na garota.
  Encostei a viatura. A safada continuou fumando. Desci do carro e me coloquei debaixo da árvore, junto com a garota.
  Ela me olhou com desdém.
  - Noite fria, não é mesmo? - perguntei.
  Ela não respondeu nada. Deu outra tragada no cigarro.
  - É melhor você apagar isso, garota.
  Ela me olhou de uma maneira desafiante:
  - Vai tomar no cu!
  - Como é que é?
  - Vai se foder, seu imbecil.
  Meu sangue ferveu. Peguei-a pelo braço e a joguei contra a árvore. Ela tentou me chutar. Conseguiu se desvencilhar. Puxou um estilete da bolsa.
  - Se der mais um passo, eu te furo.
  A garota parecia uma fera encurralada. Os seus olhos estavam esbugalhados. Enlouquecidos. Eu me aproximei lentamente:
  - Calma com esta faca, neném.
  - Neném é a puta que te pariu!
  Consegui dar a volta por trás dela e torci seu braço com toda força. Ela deu um grito agudo de dor e soltou o estilete.
  - E agora? Tá mais calminha?
  - Me solta, seu filho da puta. Meu pai é coronel do exército. Ele vai te foder.
  - E seu pai sabe que você roda bolsinha?
  - Não é da sua conta. Me solta!
  - É melhor ficar mais calma que nós vamos dar um voltinha.
  Consegui colocar as algemas nos seus braços. Eu sempre fui bom em prender alguém com uma mão e com a outra prendê-lo com a algema. Eu era o melhor nos tempos da academia de polícia.
  A garota continuou se debatendo por um tempo, depois parou. Eu abri a porta detrás da viatura e coloquei no "chiqueirinho".
  Ela ficou louca. Entrei na viatura e dei a partida. Ela começou a me xingar e a me ameaçar. Depois de um tempo ficou quieta.
  - Tá mais calma? - perguntei.
  Ela colocou o rosto na fresta da janela que liga a parte de frente da viatura com a parte de trás.
  - Teu problema é falta de mulher, cara!
  - Você acertou. Não fodo uma há mais de seis meses.
  - O que aconteceu? Tua mulher te largou?
  - Não, ela morreu.
  Ela não falou nada por um minuto.
  - Sinto muito, cara! - ela disse.
  Parei a viatura e acendi um cigarro:
  - Eu também não queria te prender.
  - Eu sei. Você só quer me comer.
  Dei risada:
  - Você acertou mais uma vez.
  - Me solta desta algema e eu te prometo te fazer o cara mais feliz do mundo.
  Dei outra risada:
  - E quando você estiver solta? Vai me dar um chute no saco ou vai sair correndo?
  - Nem uma coisa, nem outra. Eu vou dar pra você, cara!
  - Taí, gostei do que você disse.
  Dei a volta pela viatura e abri a porta do "chiqueirinho".
  - Como é seu nome?
  - Kátia.
  Ela estava de pernas abertas. Não usava calcinha. E também não tinha pêlo algum na vagina.
  - Você tem quantos anos, Kátia?
  - Fiz 18 no mês passado.
  Ela pulou da viatura e deu as costas para mim. Senti o cheiro do seu perfume vagabundo e do seu suor. Kátia se encostou em mim.
  - Você é tão másculo. Adoro policiais.
  - E eu adoro putinhas de dezoito anos...
  Ela riu.
  Quando se viu solta, ela se aproximou de mim e me abraçou. A sua mão deslizou suavemente pelo meio das minhas pernas e apertou meu pau, que já estava duro.
  Fechei os olhos. Este foi meu erro. Numa agilidade de gata selvagem, ela tirou meu revólver da minha cintura e apontou a arma para mim:
  - Agora vamos ver quem manda! - ela disse.
  - Kátia...
  - Cala a boca, seu idiota! Agora pra dentro.
  - Cuidado com esse revólver.
  - Você acha que eu não sei mexer com uma arma? Eu não disse que meu pai era do exército?
  Fui colocado no "chiqueirinho". Ela entrou na viatura e deu a partida.
Começou a fazer loucuras pelo trânsito. Não havia nenhum carro da polícia por perto. Ela dirigiu a toda velocidade pela Marginal e acabou me levando até a represa, num lugar deserto.
  Já estava vendo as manchetes no dia seguinte: "Policial executado por garota de programa".
  - Desce! - ela disse, apontando a arma para mim.
  Desci.
  - Kátia, seja razoável.
  - Eu vou ser: tire a roupa!
  - Como assim?
  - Quero te ver peladinho.
  Tive que obedecê-la. Tirei a roupa. Naquelas circunstâncias, era esquisito, mas eu fiquei de pau duro. Kátia olhou pro meu pinto.
  - Hummm... - ela gemeu.
  - Kátia, por favor.
  - Cala a boca! Quero ver você bater punheta. Quero ver você gozar que nem um adolescente. Agora
  - E seu eu não obedecer?
  Kátia apontou a arma para mim e atirou. O tiro passou zunindo pela minha cabeça. Comecei a me masturbar rapidamente. Kátia se sentou na viatura e abriu as pernas:
  - Pode dar uma boa olhada na minha buceta.
  Olhei. Era uma bucetinha linda, carnuda. Ela abriu os lábios. Estava úmida. Escorrendo de prazer. Meu pau dobrou de tamanho.
  - Kátia, vamos esquecer tudo e vamos trepar.
  - Vou pensar no seu caso. - ela disse e virou de costas.
  Ergueu a minissaia e mostrou uma bunda maravilhosa, com uma marca mínima de biquíni. Depois abriu as duas metades e vi o mais belo cu do mundo. Fiquei enlouquecido de tesão.
  - Eu vou te comer, sua puta.
  - Vem, vem logo. Eu tô pegando fogo.
  Foi uma loucura. Eu me atirei em cima dela. A arma caiu das suas mãos e ficou esquecida no chão da viatura.
  Kátia se estendeu no banco, de bruços. A bunda arrebitada, os cabelos loiros jogados displicentemente pra fora do banco.
  Quando dei a primeira estocada na sua buceta, ela deu um gemido suave, mas depois foram verdadeiros gritos de prazer que ressoavam no meio daquele nada.
  Meu pau estava todo enterrado na sua bucetinha. Eu estava suado, ofegante e enfiando, enfiando sem parar.
  - Acaba comigo, policial, me faz gozar. Me faz...
  Enfiei com força. Segurei-a pelos cabelos; ela ergueu a cabeça, abriu a boca, gemeu e disse:
  - Faz com força, com muita força...
  Tirei meu pau da buceta e enfiei no seu cu. Entrou fácil. Senti minha pica sendo envolvida pelo seu ânus. Foi delicioso. Comecei a cavoucar com força, estocando no fundo das suas entranhas.
  Kátia não parava mais de gemer, até que ela gritou como uma selvagem:
  - Esporra no meu cu, esporra!
  Dei uma estocada funda e fui tirando meu pau enquanto esporrava sem parar. Kátia começou a chorar tão logo eu terminei:
  - O que foi? - perguntei, atônito.
  - Quando eu gozo deste jeito, eu começo a chorar. Sei lá o que acontece.
Eu sei que é sempre assim quando eu gozo de verdade.
  Eu a levei de volta para o mesmo lugar. Estava amanhecendo. Voltou a chover. Kátia se despediu de mim com um sorriso triste. Virou as costas e sumiu.
  Para sempre...
   ___________
Mohylovski é um mestre em escrever contos eróticos. Vale a pena dar uma pesquisada . Eu tinha vários contos dele mas perdi numa bobeada. Quem tiver e quiser me enviar eu agradeço .  Outros textos dele podem ser lidos em 
http://recantodasletras.uol.com.br/autor_textos.php?id=72420

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conte sua fantasia