quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PRAZERES DE UMA VIÚVA SOLITÁRIA E OTS

PRAZERES DE UMA VIUVA SOLITÁRIA
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autor desconhecido

Sou uma mulher criada no interior sob rígidos princípios religiosos. Casei-me muito nova  e virgem! Apenas  tive aqueles namoricos de jovens de minha idade. Para vocês terem uma idéia, eu vi, mas  só toquei o pinto do meu marido depois de casada. Antes, nunca tinha  visto um.
O pau que vi pela primeira vez foi o mesmo que tirou a minha  virgindade.
Com o passar do tempo, fui me acostumando, pegando
liberdade em me mostrar para ele e também em olhar pegar em seu corpo meu marido foi o meu mestre,
meu homem, meu amante  de verdade. Foi com  ele que me tornei mulher e passei a ter uma vida feliz, cheia de amor, carinho e, por que não dizer, cheia de sexo, que e uma coisa muito gostosa.
Mas hoje estou sozinha pois perdi o meu homem ha cinco anos. Meus filhos estão criados. São três, todos casados. Este ano, eu completei 49 anos.
Eu e meu marido éramos  funcionários públicos. Ainda 
continuo na luta, talvez ate o ano que vem. Mas, relembrando o passado, recordo detalhe por detalhe todo o nosso amor, a nossa vida a dois. 
Aprendi de tudo na cama. Nunca tive  duvidas sobre o que fazer para obter e dar prazer a ele.
Fazíamos de tudo um pouco, pois a gente não se
cansava, era um fogo so!
Ainda  quando morávamos em  Minas Gerais, antes de vir para Brasília,tornei-me uma verdadeira aluna na arte de amar, uma vez que ele era mais velho que eu e o homem adquire vasta experiência sexual bem antes da
mulher. Nunca perdi o pique, pois aprendi a usar as
minhas  mãos, a minha cabeça para criar fantasias e ser uma verdadeira  amante.
Hoje, perdi um pouco de  minha exuberância. Mas tenho
um bom dote nos seios. Eles são grandes, tem aureolas amplas, bicos rígidos e  salientes, apesar de minha idade e de ter amamentado três filhos. 
Meus quadris são largos e o bumbum avantajado, grande
mesmo. As coxas ainda mantém a proporção do meu corpo, mas, e bom deixar claro, sem celulites.
A minha pomba, se vocês permitirem dizer, apenas meu
marido usou. Usou não é bem o verbo, ele a amou mesmo. Tenho tanta certeza desse amor  que ate
hoje  a mantenho  do jeito que ele  sempre gostou:
bem  cabeluda. 
É que eu sempre fui mulher como ele queria e ele, por sua vez, um homem para me satisfazer em todos os sentidos. Por tudo isso,  jamais  me depilei, senão quando nasceram meus filhos. Depois disso, e já faz anos, nunca mais a
raspei. No inicio para fazer o gosto dele e, depois,
porque passei a gostar do meu corpo assim, bem natural. E, por natureza, sempre fui bem provida de pelos nas pernas, nas coxas, no  antebraço. Ate  meus cílios  são bem
compactos.
Depois da minha viuves tornei-me mais livre, mas
também solitária. Livre para procurar outro homem. Entretanto, isso nunca fiz  e nem penso  em fazer, pois acho que não pegaria bem na minha idade sair por ai procurando rola, porque era so o que  iria encontrar  mesmo.
Afinal, para compromisso mais serio, os homens preferem as  mulheres novinhas e  bonitinhas que estão dando sopa.
Mas, vou confessar a vocês, descobri uma tática de me amar e acalmar o meu tesão enrustido. O meu ginecologista  ainda é o mesmo  de casada.
Por sinal, e o único homem que, alem do meu marido,
conheceu meu corpo. Acredito que, se mudar agora, ele vai estranhar, pois sempre  fui branca
e peluda. Trago entre as pernas uma verdadeira
floresta. É  uma pena que hoje isso esteja fora de moda. Como sempre os  adorei assim, mantenho os pelos bem longos. Eles continuam lindos e abundantes.
Se eu disser  que não sinto  falta de um falo pulsando
dentro  de mim, estou mentindo, pois sempre adorei ser castigada pela espada do meu marido. A solidão me faz lembrar  das vezes em que  chorei e gritei ao ser penetrada por aquele tronco robusto, cabeludo, com
veias salientes cheio de leite esbranquecido para me fazer feliz!
Lembro como era  gostoso sentir no anus o seu pulsar e a sua descarga nas minhas  entranhas. Sentia minhas tripas. queimarem. Eu viajava espetada, gemendo, urrando, gritando o quanto estava gostoso ter aquela rola dentro da minha bunda. A minha pomba cabeluda se melecava toda, meu clitóris inchava de tanto ser puxado e
apertado por seus dedos. Junto com o clitóris, ele puxava  os pelos da minha gruta. Era assim que ele penetrava meu anus e era assim que eu gozava com o seu talo atolado ate o saco.
Ele sempre gostou de lamber minha fenda. Eu  adorava
e  sentia orgasmos  ao ter o seu bigode se enroscando em meus pelos. Também delirava com a sua língua.
Aprendi e gostava muito de chupar o seu cajado. Vibrava quando ele  esporrava em minha  boca, pois,  geralmente,
ele estava com dois dedos enterrados em mim. Ou, então, chicoteando com a língua o meu grelo.
Repito, fui muito feliz ao seu lado. Gozei muito. Tive
incontáveis orgasmos com sua rola, tanto com ela na boceta como na bunda, pois sempre fui muito sensível nesta região. Não foram poucas as vezes em que atingi o climax pelos dois lados ao mesmo tempo. O meu orgasmo sempre foi bastante forte,tanto que, muitas vezes, alem de desmaiar, fiz xixi em sua tora.
Não consigo  entender como  ha mulheres que não conseguem atingir o climax facilmente. Com minha idade na solidão do meu quarto ou no banheiro, apronto
as minhas no quarto, viajo.
Tiro toda a roupa e ai é so passar as mãos nos seios, molho-me toda. Deito na cama e abro as pernas.
Sonho com aqueles momentos de amor, vividos ali, naquele lugar. Pego uma escova de cabelo e começo a pentear meus pelos. Quando sinto o grelo latejar, inverto a posição da escova e passo a usar o cabo. Com ele, faço  pressão sobre o clitóris. Em pouco tempo, já estou suando. Não demoro para estremecer dos pés a cabeça, gemer alto e gozar no cabo da escova.
Muitas vezes chego ate a mijar quando me masturbo de tanto tesão que sinto.
Essa vida de solidão me transformou numa mulher branca, robusta e muito cabeluda, principalmente
na boceta e nas axilas. E é assim que vivo hoje,
lembrando e sentido a falta de uma rola de verdade, a rola da minha vida , a rola do meu amor, a primeira
e única que tive dentro de mim.


A QUATRO É MELHOR!

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autor desconhecido

"Meu nome é Cris. Sou uma morena clara, tipo mignon,
com seios médios empinados e, como meu marido Ricardo
costuma me chamar, "poposuda".
A história que vou contar é totalmente real, e foi com pessoas muito especiais, tanto para mim, quanto para
meu marido. Conhecemos Tati e Lu há alguns meses, e
eles se transformaram em nossos amigos de verdade,
devido à afinidade que existe entre nós. Tati e eu
já "brincamos" muito juntas, a princípio sem a 
participação de nossos maridos. Mas dia vai, dia vem,
as coisas entre nós foram ficando cada vez mais íntimas. Era claro o tesão que nós sentíamos uns pelos outros, sempre com algumas brincadeirinhas, com todo o respeito.
Saímos pra tomar umas bebidinhas, nos descontraímos, e
na volta pra casa resolvemos fazer um joguinho de cartas, onde quem perdia tinha que tirar uma peça de roupa. O tesão pairava no ar...
Tudo já era esperado por nós há tempos, mas como moramos em cidades diferentes, algumas vezes tivemos que adiar nossas vontades.
O primeiro a tirar a roupa foi Lu.  Mas assim que Tati (uma loira linda, com bumbum perfeito, cinturinha fina e seios delicadinhos) e eu começamos a perder... a festa começou!
Ricardo era o mais afoito. Queria acabar o jogo logo.
Mas teve que se conter e esperar,afinal o mais demorado é sempre mais gostoso. Beijei meu marido com loucura, desejo e víamos nossos amigos se tocando ao nosso lado, na mesma cama. Lu estava deitado e Tati sobre seu corpo procurava sua boca com pressa. Fui descendo pelo peito de Ri, beijando seus mamilos, dando mordidas leves nos biquinhos, chegando à sua virilha, passando de leve os lábios na cabecinha de seu pau, que a esta hora estava para lá de duro. Chupei demorada e deliciosamente.
Tati e Lu no maior amasso do mundo, falando coisas no ouvido um do outro, que depois descobrimos ser  quem tomaria a decisão de tocar o outro casal primeiro, e ela iniciou uma chupada fenomenal no Lu, que até hipnotizou meu marido.
Ricardo me deitou na cama, abriu minhas pernas e beijou meus seios, descendo pela minha barriguinha, lambeu minhas coxas e chegou com a sua língua quente na minha bocetinha molhada de tanto tesão. Passava sua língua no meu grelinho inchado, enfiava na minha fendinha, tomava meu melzinho com gosto, fazendo-me contorcer de prazer. Isto tudo sem tirar os olhos de Lu e Tati, que saboreava o pau do marido com toda a habilidade que aquela lingüinha tem e eu conheço tão bem.
Enquanto tirava gemidos de Lu, Tati esticou seu braço
e passou a mão no pau do meu marido, que na hora me
deu uma lambida mais forte, devido ao seu toque. Lu
começou a me tocar os seios de leve e cada vez com mais vontade. Tati se levantou e deu um beijo demorado em Ri, misturando os gostos que estavam na boca um do
outro. Lu virou-se para o meu lado, tocando meu rosto,
colocando seu dedo em minha boca e  eu lambia com  a
vontade. Tati e Ricardo se abraçavam e se beijavam com
o desejo preso em meses de amizade. Ela pegava no pau
dele e o masturbava gostosamente, enquanto ele enfiava
os dedos na bocetinha dela, que a esta hora já gemia
de prazer. Aliás, esta é uma característica de Tati: na hora do tesão, geme de tal forma que deixa todo mundo morrendo de tesão.
Lu também me masturbava, movimentando seus dedos no meu clitóris sensível, e eu passava as mãos em seu
peito e me contorcia toda. Nós nos beijávamos alucinadamente, enroscando nossas línguas, misturando
nossas salivas. Ver meu marido beijando minha "mais
que amiga" e tendo prazer com o marido dela era a
coisa mais deliciosa e safada deste mundo!
Quase no mesmo momento, Tati gozou na mão do meu
marido e eu na mão do marido dela, enchendo o quarto
de cheiro de sexo. Ela então se abaixou e tocou os
lábios no pau de Ricardo, depois o enfiou todinho na
boca, deliciando-se como se fosse um sorvete, chupando
com pressa, com vontade louca, e depois diminuindo o
ritmo, o deixando louco. Neste mesmo tempo, enquanto
Lu estava deitado, fui por sobre seu corpo e passei a
língua em seu peito. Cheguei à virilha, passei meu
rosto no pau, coloquei a cabecinha na boca, dando
lambidinhas leves e depois rápidas, fazendo um vai-e-
vem só nesta parte. Ele gemia baixinho e se arrepiava,
e, quando ele menos esperava, coloquei tudinho na boca, chegando perto da raiz, ao mesmo tempo que minha
língua continuava brincando com a cabecinha.
Enfiava e tirava seu pau quente e duro como pedra da minha boca sedenta  e observava a cara de tesão do meu marido.
Sua fisionomia se transformava a cada chupada de Tati.
Ri puxou Tati e a deitou. Subiu em seu corpo e beijou
seu pescoço, seus seios, lambeu sua xaninha molhadinha
e enfiou dois dedos nela, comendo-a maravilhosamente.
Tati não demorou muito e gozou na boca de meu gatão.
Ele se deleitou com o mel. Saí de cima de Lu e fui lamber o pau de Ricardo. Queria que ele gozasse em minha boca. Esperava seu leitinho quente. Tati fez a mesma coisa com Lu. Ri e Lu gozaram em nossas bocas.
Tanto gozo, tanto leite, tanto desejo...
Eles se levantaram e foram pegar uma bebida, enquanto
Tati e eu ficamos lá deitadas. Olhamos uma para a outra e eu disse que havia amado aquilo tudo, e ela confirmou que também havia gostado muito. Nos aproximamos e nos beijamos como duas namoradas. Tati subiu em meu corpo passando sua boca em meus seios, sentia os biquinhos dela tocando minha barriga, sua boca chegou na minha bocetinha ainda quente e mais melada ainda, tamanho era o tesão que sentia. Ela passou a língua na minha rachinha, subiu e colou os lábios no meu grelinho. Chupava, lambia, mordia, me levava à loucura!!! Não agüentei e gozei em sua boca, gemendo como uma devassa. Olhei-a nos olhos e a puxei pra mim. Era a minha vez de levar minha loirinha ao delírio. Esfregava minha coxa em sua xaninha, molhando-me com seu líquido quentinho. Ela se contorcia... Mas eu queria beber tudo, e não apenas me molhar. Desci até a bocetinha mais deliciosa do mundo e enfiei minha língua bem fundo. Tati gemeu alto. Chupei seu clitóris e enfiei dois dedos nela. Comia Tati, enquanto a chupava bem gostoso. Que maravilha!!! Minha loirinha forçava minha cabeça entre suas pernas e se movimentava contra meu rosto. Ela gozou gemendo alto, chamando a atenção de nossos maridos, que estavam observando tudo, sem que nós percebêssemos . Eles chegaram perto, nos beijaram e disseram que tinham as melhores mulheres do mundo!
Não sei se repetiremos a dose algum dia, mas com
certeza esta nossa aventura nunca será por nós
esquecida."

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